Brasil exportou US$ 18,3 bilhões em outubro

Em outubro, o Brasil exportou US$ 18,3 bilhões, com média diária de US$ 797 milhões. Em comparação com o mesmo mês do ano passado (US$ 992,2 milhões), houve redução de 19,7%, pela média. As importações mensais foram de US$ 19,5 bilhões, com resultado médio diário de US$ 848,1 milhões, 15,4% abaixo da média registrada em outubro de 2013 (US$ 1,002 bilhão). Com estes resultados, a corrente de comércio chegou a US$ 37,8 bilhões e houve déficit de US$ 1,177 bilhão.

No acumulado do ano, as exportações brasileiras somam US$ 191,97 bilhões, com queda de 3,7% sobre o mesmo período de 2013 pela média diária. As importações (US$ 193,84 bilhões) apresentam recuo de 3,7% neste mesmo comparativo e a corrente de comércio (US$ 385,8 bilhões) caí 3,7%. Em 2014, o saldo está negativo em US$ 1,87 bilhão. O déficit é menor que o registrado entre janeiro e outubro de 2013 (-US$ 1,99 bilhão).

Em entrevista coletiva para comentar os resultados da balança comercial, o secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Daniel Godinho, manteve a previsão de superávit para o ano.

“O mês de dezembro costuma ser tradicionalmente superavitário. Há uma expectativa de melhora na conta-petróleo, principalmente, pelo lado das exportações. Há uma expectativa de melhora em relação aos preços do minério de ferro e, portanto, das quantidades embarcadas e dos valores exportados. Por fim, as exportações de carne também têm crescido de forma concentrada no fim de ano e podem impactar no seu conjunto o resultado”, explicou o secretário. 

Os principais países de destino das exportações, no acumulado de 2014, foram: China (US$ 36,7 bilhões), Estados Unidos (US$ 22,4 bilhões), Argentina (US$ 12,2 bilhões), Países Baixos (US$ 11,5 bilhões) e Japão (US$ 5,6 bilhões). Já os principais países de origens das importações brasileiras no ano foram: China (US$ 31,5 bilhões), Estados Unidos (US$ 29,8 bilhões), Alemanha (US$ 11,9 bilhões), Argentina (US$ 11,8 bilhões) e Nigéria (US$ 7,8 bilhões).

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