A união e a força que provocadas pela pandemia

O que se parecia tão distante, surreal e improvável, transformou-se em medo, incerteza e realidade de forma repentina. Quando um vírus para com o mundo todo, afetando-o de forma drástica.
As prospecções para o ano de 2020 eram muito positivas para o setor de transporte de cargas. No entanto, a covid-19 desfigurou esse cenário, tornando-o de medos e incertezas. Se adequar e se adaptar se tornaram tarefas de grande sacrifício.
No meio em que estamos ingressos, muito se fala das dificuldades em se manter no mercado e das adaptações necessárias. Um setor repleto de especificações e complexidades, em meio a pandemia redobraram as exigências. Medidas precisaram ser adotadas para manter a fluidez mais próximo ao normal possível.
Manter as atividades mínimas necessárias possibilitando continuar o fluxo das operações, garantindo segurança, bem-estar e até mesmo, a vida dos profissionais que na rua estavam para manter abastecidos mercados, farmácias, hospitais, e consequentemente garantindo que não faltassem itens básicos para toda população.
Para estes profissionais que percorrem as e estão de frente com os riscos pela pandemia, todo uma cultura foi descontruída e uma nova foi criada. O “se adaptar” foi de grande impacto para uma classe de tamanha união e representatividade. O medo e insegurança que eles sentiam, foram repassados para a empresa, que os transformavam em apoio e estímulo para que estes seguissem firmes.
Os agradecimentos diários que a empresa recebia e recebe destes profissionais pelo suporte proporcionado neste momento de incertezas, são a maior força que se pode obter.
As atividades vão se reestabelecendo aos poucos, porém, todos os ajustes feitos para se adaptar à nova realidade se mantem. E mais uma vez, o setor de transporte e toda a sua classe mostra a força e potencial que possui.

Por: Jerssica Marisa Gral

Fonte: COMJOVEM - Jerssica Marisa Gral

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