Comércio de São Paulo deve ter prejuízo de R$ 3,7 bi na véspera do Dia das Mães

Principal data de vendas do do 1º semestre, o Dia das Mães este ano  deve gerar prejuízo de R$ 3,7  bilhões aos comerciantes nesta semana, de acordo com a Federação do Comércio de São Paulo. As estimativas de perda são ainda maiores para o mês de maio, com uma previsão de queda nas vendas de mais de R$ 19 bilhões.

E para tentar manter o negócio, muitos comerciantes estão tendo que promover vendas online. Gustavo Olanda, dono de uma loja de jeans no Brás, na zona central de São Paulo, falou que o whatsapp, que era somente uma das opções de venda antes da quarentena, agora se tornou o principal meio de negociação de sua loja.

Para o empresário Fauze Yunes, a quarentena deve diminuir as vendas de suas lojas, também no Brás, em 70%. Mas, por enquanto, com as vendas por whatsapp, site e parcerias, ele está conseguindo manter,  em dia, o pagamento dos salários de seus funcionários e fornecedores.

Mas o medo do desemprego e da recessão não deve fazer com que o crescimento das vendas online compensem o prejuízo com a queda das vendas físicas, de acordo com Guilherme Dietze, assessor econômico da Fecomércio SP.

Em São Paulo, para tentar minimizar o prejuízo, a data do Dia das Mães foi adiada para agosto por determinação do Governo do Estado.  Mesmo assim,  a Federação do Comércio não vê a medida como suficiente para diminuir o problema e lembra que, em agosto, o Dia das Mães vai competir com outras datas comemorativas, entre elas, o Dia dos Pais e a Semana da Pátria.

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