34,1% das empresas do TRC da Baixada Santista já adotam redução de jornada e salário, por conta da Covid-19

Foto: SASP

Entre os dias 24 de abril e 8 de maio, diversas empresas de transporte responderam à pesquisa enviada pelo Sindisan, no intuito de avaliar os impactos trazidos pela pandemia da Covid-19 no Litoral Paulista.

Apesar de o Transporte de Carga estar entre as atividades essenciais, ficou claro que o setor vem sentindo os efeitos do isolamento social e da proibição de atuação de empresas de diversas atividades econômicas. 

“Nossa região abriga o maior Porto da América Latina e de nada adianta ter um setor liberado para trabalhar, se temos as operações afetadas em virtude da paralisação das atividades dos demais setores. Estamos vendo o desemprego batendo na porta de muitos”, avalia o presidente do Sindisan, André Neiva.

Para Neiva, a reabertura do e a liberação de trabalho para as empresas, com todas as medidas de segurança necessárias, é essencial. “O setor parabeniza o Governo Federal pelo trabalho e esforço na tentativa de resgate da . Infelizmente, alguns estados e municípios não seguem na mesma linha”, finalizou o presidente.

O cenário geral da pesquisa pode ser conferido abaixo:

As questões ligadas à OPERAÇÃO tiveram as seguintes respostas:

1 – 82,9% operam Carga Geral Lotação

2 – 46,3% operam Importação

3 – 41,5% tiveram queda no movimento entre 31% e 50%

4 – 22% atendem predominantemente o setor Industrial: setor químico e agroquímico

5 – 58,5% das empresas têm faturamento médio mensal bruto, em condições normais, entre R$ 1.000.001 a R$ 5.000.000

Quanto às MEDIDAS TRABALHISTAS adotadas:

1 – 63,4% indicaram que o aditivo à CCT do Sindisan correspondeu às necessidades da empresa;

2 – 34,1% das empresas adotaram a redução de salário. Destas, 85,7% optaram por reduzir 25%; e 14,3% por reduzir 50%;

3 – Os setores mais afetados pela redução foram o administrativo e o operacional;

4 – 19,5% das empresas suspenderam contratos de trabalho;

5 – 22% adotaram o banco de horas para os motoristas;

6 – 82,9% adotaram o sistema home office;

7 – 31,7% optaram por pagamento proporcional de VR;

8 – 53,7% optaram por pagamento proporcional de VT;

9 – 41,5% optaram pela postergação e/ou parcelamento da segunda parcela da PLR.

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