Confiança do consumidor cresce 9 pontos em junho, diz FGV

O Índice de Confiança do Consumidor, medido pela Fundação Getúlio Vargas subiu 9 pontos em junho e alcançou 71,1 pontos. Foi a segunda alta consecutiva do indicador. De acordo com os dados divulgados nesta quarta-feira (26) pela FGV, o resultado de junho recompõe 44% das perdas acumuladas no bimestre março-abril deste ano.

O indicador que mede as expectativas em relação à situação econômica para os próximos meses foi o que mais influenciou a alta no mês, retornando a um nível superior ao patamar de neutralidade, mas ainda inferior ao observado antes da pandemia.

As expectativas sobre a situação financeira das famílias melhoraram pelo segundo mês consecutivo.

O mesmo aconteceu com o indicador que mede a satisfação com a situação financeira familiar no momento, depois de atingir, em maio, o segundo menor valor da série histórica. O indicador que mede a satisfação dos consumidores com a situação atual da também aumentou após três meses de quedas consecutivas, mas ainda se mantendo em patamar baixo em termos históricos.

A coordenadora das Sondagens, Viviane Seda Bittencourt, avalia que em junho, a confiança dos consumidores manteve a tendência de recuperação esboçada em maio, com nova redução do pessimismo em relação ao futuro próximo e, desta vez, também uma discreta diminuição da insatisfação com a situação corrente.

Porém, segundo a economista, ainda é cedo para se vislumbrar uma melhora consistente do consumo das famílias. Entre as classes de renda, houve recuperação da confiança para todas as famílias, principalmente para a faixa de renda mais baixa, influenciada principalmente pela melhora das expectativas referentes às familiares e de melhores condições do mercado de trabalho.

Para a edição de junho, a FGV coletou informações de 1.810 domicílios entre os dias 01 e 19 de junho.

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