Porto do Rio Grande bate recorde de movimentação

Foto: SUPRG /DIVULGAÇÃO/JC

Junho foi o melhor mês da história do Porto do Rio Grande: pela primeira vez, movimentou mais de 4,4 milhões de toneladas em 30 dias. E a média de incremento dos três públicos (Pelotas, Porto Alegre e Rio Grande) foi de 6,28% no primeiro semestre deste ano, em comparação ao mesmo período de 2019. Os dados são da Superintendência dos do Rio Grande do Sul ( RS).

O Porto do Rio Grande movimentou em junho 4.401.716 toneladas, batendo o recorde anterior, 4.340.915 toneladas, verificado em setembro de 2018. O primeiro semestre foi também o segundo melhor em total de cargas, chegando a 19.906.598 toneladas, valor 6,97% superior ao mesmo período de 2019. O acréscimo decorre sobretudo do incremento da movimentação de fosfatos e arroz, respectivamente 36,07% e 32,65%, e do aumento do embarque de soja em grão, 27,35%.

A soma dos três portos públicos – que mantêm as suas operações mesmo durante a pandemia, com todos os protocolos indicados pelas autoridades sanitárias internacionais – teve incremento de 1.231.933 toneladas em comparação ao mesmo período de 2019. O transporte de cargas neles somou mais de 20.842.407 toneladas.

Pelotas foi o porto que teve o aumento percentual mais expressivo no semestre, 13,08%, com destaque para toras de madeira ( 14,97%) e clínquer ( 14,81%). Em valores absolutos, movimentou 59,8 mil toneladas a mais do que no ano anterior.

Motivado pelas restrições de calado por causa da obra de dragagem do Canal da Feitoria, na Lagoa dos Patos, Porto Alegre foi o único dos três portos públicos que apresentou decréscimo nas operações neste semestre. Movimentou 418.133 toneladas – o que representa menos 23% (125.018 toneladas) – de carga bruta em relação ao primeiro semestre de 2019. Ao contrário das outras cargas, mesmo com as restrições de calado, a importação de trigo na capital aumentou 5,6% no período.

Em relação aos principais destinos e origens das e importações do Porto do Rio Grande, notam-se poucas diferenças percentuais em relação ao share dos países com o fechamento do ano de 2019. A China, que detinha o primeiro lugar das , com 58,38% das cargas embarcadas, manteve-se estável no primeiro lugar no primeiro semestre deste ano com 57,27%. Na partilha das importações, a Argélia perdeu o posto de primeiro lugar para a Argentina, que aumentou de 9,74% para 12,12%.

Os dados referentes aos demais terminais de uso privado (TUPs) do Estado são divulgados juntamente aos dados da Agência Nacional de Transportes Aquaviários, com previsão que ocorra no início de agosto.

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