SAÚDE E QUALIDADE DE VIDA DO MOTORISTA

Nos últimos anos, a qualidade de vida e as ações voltadas ao bem-estar do colaborador tem sido muito discutida e aplicada nas organizações.

Ela tem por objetivo a melhoria dos resultados, e também na qualidade de vida, assim criando interesse e autoconhecimento de cada colaborador. As ações e os programas de qualidade de vida têm apoiado algumas organizações a conquistarem novos espaços profissionais, e o aumento da sua competitividade no mercado em que estão inseridas.

A qualidade de vida tem sido uma das ferramentas mais utilizadas nas organizações, servindo para identificar o grau de satisfação dos colaboradores, principalmente dos motoristas, em seu ambiente de , tornando um indicador de experiências humanas.

O processo de trabalho do motorista pode levar a grandes prejuízos à saúde, proporcionando um estilo de vida pouco saudável, apresentando questões de natureza comportamental, tais como: dieta, sedentarismo, dependência química – tabaco, álcool e outras drogas.

Mesmo que a legislação vigente 13.103/15 normatizando uma jornada de trabalho e um controle de uso de bebidas alcóolicas e drogas através de exames toxicológicos e bafômetros, a   venda, o consumo de álcool e a comercialização de anfetaminas ainda é frequente e está relacionado a três fatores principais: econômico (dirigir por um período maior), pressão das empresas (cargas perecíveis) e a própria dependência química.

O uso desses medicamentos é o principal motivo dos graves acidentes nas , pois está relacionado com o fato de dormirem ao volante, já que se sentem obrigados a cumprir com suas atividades no menor tempo possível e assim retornarem para sua vida pessoal.

Os motoristas devem ser orientados sobre os riscos causados por essas substâncias (álcool e drogas psicoativas “ribites”), e as empresas de transporte precisam desenvolver ações educativas para a melhoria dos hábitos desses colaboradores, orientando para práticas de cuidado a saúde proporcionando condições mais ampla de trabalho. Essas ações devem envolver todos os motoristas e as áreas de saúde, fonoaudiologia, psicologia, nutrição fisioterapia, medicina entre outros.

. Além disso, é necessário que haja fiscalização por partes de órgãos responsáveis em postos nas estradas, a fim de impedir a comercialização de substâncias.

Diante do apresentado sobre qualidade de vida dos motoristas, nota-se que as empresas de transportes precisam ter um olhar diferenciado diante dos seus colaboradores, para quebrar o paradigma de que os motoristas não recebem as orientações necessárias, bem como o cuidado com sua qualidade de vida.

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