Acordo de comércio entre Brasil e Chile prevê até fim do ‘roaming’

Seis meses depois de terem assumido o compromisso em Brasília de concretizar um novo Tratado de Livre (TLC), o presidente do Chile, Sebastián Piñera, e seu colega brasileiro, Michel Temer, assinaram na quarta-feira no Chile o acordo entre os dois países em uma cerimônia no Palácio de La Moneda, que agora deve ser ratificado por cada Congresso. “Poucos TLCs no mundo foram iniciados, negociados e assinados em tão curto espaço de tempo, o que é provavelmente um recorde”, apontou Piñera.

 

O presidente Temer, que fez uma viagem a Santiago apenas por algumas horas, também destacou a rapidez com que ambos os governos conseguiram alcançar o tratado. “Em menos de seis meses fomos capazes de dar conteúdo e formalizar este acordo. Isso é resultado de uma convergência natural que existe entre nossos governos”, afirmou o brasileiro, que buscou fazê-lo pessoalmente antes de entregar o poder ao seu sucessor, Jair Bolsonaro, em 1º de janeiro. “Este acordo comercial era muito esperado pelo nosso país e vejo que aqui no Chile também é muito importante”, acrescentou Temer.

 

Seis meses depois de terem assumido o compromisso em Brasília de concretizar um novo Tratado de Livre Comércio (TLC), o presidente do Chile, Sebastián Piñera, e seu colega brasileiro, Michel Temer, assinaram na quarta-feira no Chile o acordo entre os dois países em uma cerimônia no Palácio de La Moneda, que agora deve ser ratificado por cada Congresso. “Poucos TLCs no mundo foram iniciados, negociados e assinados em tão curto espaço de tempo, o que é provavelmente um recorde”, apontou Piñera.

 

O presidente Temer, que fez uma viagem a Santiago apenas por algumas horas, também destacou a rapidez com que ambos os governos conseguiram alcançar o tratado. “Em menos de seis meses fomos capazes de dar conteúdo e formalizar este acordo. Isso é resultado de uma convergência natural que existe entre nossos governos”, afirmou o brasileiro, que buscou fazê-lo pessoalmente antes de entregar o poder ao seu sucessor, Jair Bolsonaro, em 1º de janeiro. “Este acordo comercial era muito esperado pelo nosso país e vejo que aqui no Chile também é muito importante”, acrescentou Temer.

O TLC tem dois objetivos principais: complementar a liberalização tarifária em matéria de produtos — alcançada no acordo assinado pelos dois países em meados dos anos noventa —, e modernizar a relação comercial com a incorporação de novas disciplinas de última geração. O acordo inclui capítulos sobre entrada temporária de pessoas, comércio eletrônico — que facilitará a operação de fornecedores de serviços e produtos digitais chilenos — e telecomunicações: depois de dois anos de vigência do tratado, o roaming (para dados de telefonia móvel) entre os dois países será eliminado, o que terá efeitos sobre o turismo e o empreendedorismo, entre outras áreas.

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