Vice-presidente da NTC&Logística participa de entrevista na GloboNews

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Urubatan Helou repercutiu dados apurados pela entidade que está acompanhando
as empresas que operam entre o Brasil e a Bolívia

Segundo dados apurados através das empresas associadas à pela área internacional e de comunicação, cerca de mais de 1 milhão de reais em prejuízos diários foram acumulados nos últimos 21 dias em que a fronteira entre o Brasil e a Bolívia esteve fechada devido à crise que assola o país, desde a renúncia do presidente Evo Morales.

A entidade, representando suas associadas que operam no transporte internacional de cargas está acompanhando o desenrolar desses acontecimentos, não só na Bolívia bem como no Chile. Os estudos desenvolvidos pelo DECOPE/NTC – Departamento de Custos Operacionais da NTC, informam sobre os custos do veículo parado que é de U$S 275 (carga seca) e de U$S 450 (carga refrigerada). Esses valores estão relacionados com salários e encargos do motorista, seguro, despesas em geral que são custos fixos. No caso do veículo com carga refrigerada, além desses custos fixos há o combustível para fazer a refrigeração do veículo já que o motor é a diesel.

O vice-presidente da NTC, Urubatan Helou concedeu entrevista para o programa Estúdio i da GloboNews repercutindo os dados apurados e comentou sobre as preocupações dos transportadores e também do processo lento para a liberação total dos mais de 600 caminhões parados e ocasionando diversos prejuízos.

Confira :https://g1.globo.com/globonews/estudio-i/video/fronteira-do-brasil-com-a-bolivia-e-reaberta-depois-de-21-dias-8084538.ghtml

A empresa ABC Cargas, associada a NTC, enfrentou problemas com o caos vivido na Bolívia. “Temos um fluxo pequeno de Transporte de Caminhões novos para a Bolívia, mas desde o início da crise política nosso cliente resolveu interromper o fluxo. Temos produtos parados em nossa base no Rio de Janeiro e no Porto Seco de Corumbá, Mato Grosso do Sul” afirmou o presidente da companhia, Danilo Guedes.

A Transportadora Falcão Ltda, do empresário Bruno Henrique Santana, esteve com seus caminhões parados e carregados no pátio “ficamos 21 dias parados esperando para ingressar novamente na Bolívia, a Aduana boliviana não estava trabalhando, a fronteira estava fechada sem solução por parte do povo boliviano para liberar as vias. O prejuízo é gigantesco e já chegou à casa dos 7 dígitos. Imagine somando todas as transportadoras” ressaltou.

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