Transporte de cargas segue normal no RS, segundo presidente de sindicato da categoria

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Mercadorias como produtos alimentícios e de higiene estão circulando entre a indústria e os estabelecimentos

 

O presidente do Sindicato das Empresas de Transportes de Carga e Logística do Rio Grande do Sul (Setcergs), João Jorge Couto da Silva, afirma que o trabalho do setor segue normal. em meio a medidas para evitar a proliferação do coronavírus no Estado.

Segundo Silva, o transporte de mercadorias, em especial produtos alimentícios e de higiene, fundamentais para a população, não sofrerá alterações pelo menos nesta semana. Ele afirma que não há como comparar o atual momento com a greve dos caminhoneiros de 2018, quando mercadorias não puderam ser transportadas.

— Não vejo que a gente vá ter problemas de abastecimento. Não tem como comparar com a paralisação dos caminhoneiros. Não vai afetar daquela maneira — projeta o empresário.

Silva alerta, no entanto, que o setor depende da indústria para seguir transportando para o :

— Se a indústria não tiver matéria prima, não vai produzir. Se não produzir, não poderemos transportar.

Para o presidente do Setcergs, o que poderá ocorrer a partir dos próximos dias é o estoque de mercadorias nos terminais e carretas das transportadoras, em razão de alguns estabelecimentos comerciais estarem fechados e não receberem as encomendas.

Tradicional evento do setor de cargas, a Transposul, que ocorreria entre 16 e 19 de junho, foi adiada para 21 a 24 de setembro, em razão do novo coronavírus.

 

Transporte internacional

Segundo a diretora-executiva da Associação Brasileira de Transportes Internacionais (ABTI), Gradys Vinci, importações e estão ocorrendo em sua grande maioria, sem maiores dificuldades. Casos pontuais de caminhões barrados em alguns países estão sendo solucionados.

— Há um ajuste nas adunas dos demais países, mas os caminhos estão passando normalmente nas fronteiras — destaca Gladys.

Segundo a empresária, a maioria das mercadorias transportadas pelas empresas brasileiras têm como destino ou origem Paraguai, Argentina, Chile, Bolívia e Uruguai.

— O problema é que o nosso país não tomou qualquer medida. Se ninguém toma medida por nós, os outros países tomam providências para se proteger — critica a diretora-executiva da ABTI.

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