Projeção de inflação sobe para 6,99% e estimativa de crescimento para 2015 cai

Projeção de inflação sobe para 6,99% e estimativa de crescimento para 2015 cai

Os investidores e analistas do mercado financeiro continuam vendo a inflação resistente em 2015.

 

Banco Central
Arquivo/ Agência Brasil

Banco Central

Imposto de Renda 2014: Consulta a lote de retidos na malha fina sai nesta semana

Eles elevaram para 6,99% a projeção de fechamento do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) este ano, a quarta alta consecutiva. O teto da meta da equipe econômica para o IPCA é 6,5%.

O mercado também voltou a reduzir a projeção de crescimento da economia em 2015, de 0,38% para 0,13%. Os dados são do boletim Focus, divulgado hoje (26) pelo Banco Central (BC).

O levantamento da última semana também voltou a elevar a estimativa para os preços administrados, que sofrem algum tipo de influência do governo. De 8,2%, a projeção passou a 8,7%.

 

Projeção: Juros para o consumidor chegarão a 109,5% ao ano em 2015

Com relação à taxa básica de juros, a Selic, a previsão para 2015 permanece em 12,5% ao ano. Em reunião na última quarta-feira (21), o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC decidiu elevar a Selic em 0,5 ponto percentual, de 11,75% para 12,5% ao ano.

A projeção de câmbio foi mantida em R$ 2,80. A estimativa da dívida líquida do setor público ficou em 37% do Produto Interno Bruto (PIB, a soma dos bens e serviços produzidos no país). A projeção do déficit em conta-corrente, que mede a qualidade das contas externas, seguiu em US$ 78 bilhões.

O saldo projetado para a balança comercial caiu de US$ 5 bilhões para US$ 4,5 bilhões. Os investimentos estrangeiros estimados passaram de US$ 58,2 bilhões ao patamar de US$ 60 bilhões das projeções anteriores. A previsão de crescimento da produção industrial caiu de 0,71% para 0,69%.

O Focus é uma pesquisa semanal do Banco Central, e as estimativas divulgadas hoje são avaliações feitas por instituições financeiras na semana passada.

 

 

Exportadores prevén un PIB del 3% por bajos precios

Los exportadores del país prevén que el crecimiento económico en la gestión 2015 alcanzará solo el 3%, un porcentaje por debajo de lo alcanzado en la gestión pasada que llegó hasta el 5%.

El presidente de la Cámara Nacional de Exportadores, Guillermo Pou Mont, informó que este decrecimiento se deberá a la caída en la cotización de los precios de los minerales y al descenso del precio del barril del petróleo. “El crecimiento ha sido positivo en valor de exportaciones en 5% (en 2014) y el 2015 estimamos un retroceso", manifestó.

Sostuvo que el crecimiento económico estuvo marcado por las exportaciones de materia prima como minerales, gas natural, entre otros productos, mientras otros sectores como manufactura tuvieron un decrecimiento.

El valor de las exportaciones de Bolivia en 2014 se situó en 12.856 millones de dólares lo que representa un crecimiento del 5,3% frente al resultado del año 2013. El principal producto exportado fue el gas natural por un valor de $us 5.968 millones. /ANF

Dólar fecha abaixo de R$ 2,60 pela primeira vez em 45 dias

No dia em que o Banco Central Europeu (BCE) anunciou um programa de estímulo de 1,1 trilhão de euros, o dólar caiu abaixo de R$ 2,60 pela primeira vez desde 9 de dezembro. O dólar comercial encerrou esta quinta-feira (22) vendido a R$ 2,574, com queda de 1,23% (R$ 0,032). A cotação está no menor valor desde 3 de dezembro, quando fechou a R$ 2,557.

 

O euro teve impacto ainda maior, caindo 4,84% (R$ 0,14). A moeda fechou vendida a R$ 2,929, abaixo de R$ 3 pela primeira vez desde 8 de setembro (R$ 2,926). Ontem (21), a cotação tinha fechado em R$ 3,078.

Durante todo o dia de hoje, as duas moedas operaram em baixa. No entanto, a queda acentuou-se depois das 12h, quando o BCE anunciou a compra de títulos públicos para estimular a economia da zona do euro. Com mais euros em circulação, a cotação tende a cair em todo o planeta.

Até setembro de 2016, o BCE injetará 60 bilhões de euros por mês nos países da União Europeia que adotam o euro como moeda. No total, a ajuda chegará a 1,1 trilhão de euros em um ano e nove meses. O BCE também decidiu manter os juros básicos em 0,05% ao ano, no nível mais baixo da história, para combater a deflação.

Aumentaram exportações em 12 estados em 2014

As exportações no ano de 2014 aumentaram em 12 Unidades da Federação na comparação com 2013. Roraima teve o maior crescimento percentual com alta de 139,74%. Ainda assim, as vendas da Região Norte decresceram 7,81%, com remessas de mercadorias no valor de US$ 17,597 bilhões, o que representou 7,82% do total de bens comercializado pelo Brasil com o mundo no ano (US$ 225,1 bilhões). Rondônia (4,01%), Tocantins (22,42%) e Amapá (2,21%) também registraram alta nas exportações, enquanto que os demais estados tiveram quedas: Pará (-10,05%), Amazonas (-10,81%) e Acre (-36,55%).

Na Região Sudeste, Rio de Janeiro (6,33%) e Espírito Santo (16,33%) tiveram crescimento de vendas ao mercado externo. Já em São Paulo, houve queda nos embarques de 8,39% e, em Minas Gerais, a retração foi de 12,31%. No total, as vendas regionais caíram 4,68%. O Sudeste exportou US$ 116,087 bilhões e foi responsável por 51,57% do total vendido pelo país no período.

A Região Sul vendeu ao exterior US$ 44,015 bilhões, o que representou 19,55% do total. Houve queda de 15,39% nas exportações. As vendas catarinenses cresceram 3,44%, mas retrocederam os embarques gaúchos (-25,50%) e paranaenses (-10,46%).

No Centro-Oeste, as exportações tiveram recuo de 3,61%. A região vendeu US$ 27,352 bilhões, o que equivale a 12,15% dos embarques nacionais. Somente o Distrito Federal registrou aumento nas exportações, de 25,82%, enquanto os demais estados tiveram redução: Mato Grosso (-6,44%), Goiás (-0,89%) e Mato Grosso do Sul (-0,21%).

As exportações nordestinas no ano apresentam queda de 7,85%. As vendas somam US$ 15,914 bilhões, valor correspondente a 7,07% das brasileiras. No Maranhão (19,37%), Ceará (3,57%), Piauí (58,16%) e Rio Grande do Norte (1,39%) houve aumento nas exportações. Já na Bahia (-7,75%), Pernambuco (-52,61%), Alagoas (-15,20%), Paraíba (-4,71%) e Sergipe (-7,80%) houve queda.