por Sistema | dez 19, 2014 | Artigos Técnicos, Internacional
En sólo dos días la moneda rusa perdió el 20% de su valor (rublo) y el real de Brasil ya devaluó un 19% en lo que va del año. Ambos mercados son de primera necesidad para las bodegas locales, pero la depreciación de sus monedas dejó a Mendoza en una posición muy delicada en términos de competitividad.
El problema, más allá de las fluctuaciones económicas internacionales, es que el Gobierno nacional va a contramano de esos cambios y sigue castigando a las economías regionales.
“El contexto obliga a la Argentina a devaluar, para que no siga perdiendo competitividad, pero el Estado opta por su política de microdevaluaciones del 1% mensual. De esa forma evita que se dispare la inflación, pero encarece a los productos de exportación", explicó el economista Sebastián Laza.
En base a esta situación, las perspectivas para la vitivinicultura son claramente preocupantes. Juan Carlos Pina, gerente de Bodegas de Argentina, explicó que por el lado de Brasil, la devaluación del real compromete aun más la misión de Argentina de recuperar participación en el mercado.
“Ser menos competitivos en Brasil es un problema muy grave, porque debemos lidiar, además, con los conflictos bilaterales que existen desde hace varios años. Tenemos licencias no automáticas en ese mercado y cada vez cuesta más mantener nuestra presencia”, indicó el empresario.
“Por tanto, la devaluación del real nos hará aún más difícil la tarea de ganar mercado frente a Chile y otros grandes competidores”, señaló Pina.
Por el lado de Rusia, la situación es diferente pero no menos preocupante. “En el último año mucho se ha hablado del potencial de Rusia como mercado para la vitivinicultura, pero la pérdida de valor del rublo nos aleja mucho de la posibilidad de poder concretar ese potencial”, observó el gerente de Bodegas de Argentina.
Un problema más allá del vino
El caso de la vitivinicultura es el más llamativo por su fuerte presencia en Rusia y Brasil, pero la pérdida de competitividad va mucho más allá de un solo sector.
“Todos los productos frutícolas de Mendoza se verán comprometidos debido a que el atraso en el tipo de cambio nos hace más caros en todos los mercados”, observó Leonardo González, economista de Fundación Ideal.
Daniel Ariosto, presidente de la Unión Comercial e Industrial de Mendoza (UCIM), también fue claro en su postura. “Somos Brasil dependientes y la devaluación de su moneda nos hace aún menos competitivos en todos los mercados de exportación. Lo mismo ocurre con Rusia para los distintos productos que lo tienen como destino”, comentó.
“La situación es muy compleja porque tampoco se encuentran respuestas en el mercado interno. Lamentablemente, las más perjudicadas son las economías regionales”, agregó el representante de la Unión Comercial.
En tanto, Adolfo Trípodi, presidente de la Federación Económica de Mendoza (FEM), opinó que las devaluaciones del rublo y el real son particularmente complejas para Mendoza por su participación en ambos mercados, pero aseguró que el problema va todavía mucho más allá.
“Chile compite con Argentina y el atraso de nuestro tipo de cambio hace al país vecino mucho más competitivo que nosotros. Esto nos perjudica en todos nuestros mercados de exportación, incluido el principal, Estados Unidos”, explicó el profesional. Vale recordar que el país vecino firmó acuerdos de arancel 0 con ese país, lo que afectaría aún más al país.
El otro problema de Brasil
La devaluación del real no sólo afecta a la competitividad de los productos mendocinos sino que, además, compromete su demanda. El crecimiento de la economía brasileña se ha desacelerado y según los expertos corre riesgo de mayor estancamiento.
“Como consecuencia directa de esa condición, Brasil podría disminuir su demanda de vinos y frutas mendocinas. Esto sucederá si ese país baja su consumo u opta por remplazar los productos de Mendoza por otros más competitivos”, indicó Leonardo González.
por Sistema | dez 19, 2014 | Artigos Técnicos, Internacional
O Brasil vai assumir a presidência do Mercosul prometendo "agitar" o bloco econômico, porém em meio a preocupações com a lentidão nas relações comerciais regionais e com o futuro das principais economias do grupo.
Os presidentes dos países do bloco se reúnem pela 47ª vez nesta quarta-feira na cidade argentina de Paraná, a cerca de 500 quilômetros de Buenos Aires.
"Estamos todos atentos ao que ocorrerá no Brasil. O país está crescendo menos e por isso preocupa. Mas temos uma enorme expectativa em relação às medidas da nova equipe econômica brasileira", disse o economista argentino Miguel Angel Broda, em entrevista ao canal de TV 26, de Buenos Aires.
A expectativa entre os definidos como "ortodoxos" é que o novo ministro da Fazenda do Brasil, Joaquim Levy, conduza o país para uma maior abertura da economia e leve o Mercosul a se aproximar da Aliança do Pacífico – união de livre comércio que reúne Chile, Colômbia, Peru e México.
"Se Levy arrumar a economia brasileira, e ela voltar a crescer, favorecerá também a Argentina", disse Broda.
Para ele e para os economistas Orlando Ferreres e Marcelo Elizondo, ouvidos pela BBC Brasil, o comportamento da economia e da politica brasileira influenciam toda a região.
"O Brasil é a maior economia regional e uma das maiores do planeta e é claro que tudo que nele acontece afeta os demais países", disse Elizondo.
Para Ferreres, "não há dúvidas de que o menor crescimento econômico do Brasil e o menor crescimento da Argentina afetam o Mercosul como um todo".
'Agito'
Na tentativa de reativar a relação bilateral e o bloco, serão anunciados nesta reunião algumas medidas – como uma "cadeia produtiva" para a produção de brinquedos com selo do Mercosul. É uma forma, admitiram negociadores, de tentar "combater a concorrência chinesa" neste e em outros setores industriais.
Nesse encontro devem ser feitos ainda outros anúncios, como o início de um processo de possível acordo comercial do Mercosul com o Líbano e a Tunísia e a placa comum de automóveis do Mercosul – uma forma de aumentar o controle contra carros roubados, segundo negociadores. No caso do Brasil, a medida entra em vigor para carros novos a partir de 2016.
"Queremos agitar o Mercosul durante a presidência do Brasil. Levar o Mercosul para a rua", disse um assessor do governo Dilma.
Esta reunião será a última presidida pela presidente Cristina Kirchner, que em dezembro próximo passará a faixa ao sucessor.
O encontro também conta com a Bolívia. O país presidido por Evo Morales – primeiro a chegar à cidade – ainda aguarda a aprovação dos Congressos do Brasil e do Paraguai para se incorporar ao bloco.
A ocasião será ainda o início da despedida do presidente uruguaio José Mujica. Em março ele passa a faixa para Tabaré Vázquez, que é mais favorável que Mujica ao Mercosul.
Vázquez defende que o bloco "se abra comercialmente e mais rapidamente" ao mundo, como deixou claro durante sua primeira gestão presidencial, quando ameaçou um acordo de livre comércio com os Estados Unidos.
A Aliança do Pacífico tem mostrado, segundo críticos do Mercosul, resultados econômicos "mais satisfatórios" que o bloco do Cone Sul.
Motor falho
O comércio entre Brasil e Argentina caiu cerca de 27% este ano, na comparação com os 11 meses do ano passado.
Os dois países são os principais motores econômicos do Mercosul – que reúne ainda Paraguai e Uruguai, economias menores, e a Venezuela, afetada pela queda no preço do petróleo e desafios políticos internos.
"O volume interno do comércio do Mercosul caiu este ano mais de 20%. Nós sabemos que é resultado do menor crescimento", reconheceu um assessor do governo brasileiro, que não quis ser identificado.
Outro auxiliar do governo da presidente Dilma Rousseff atribuiu a retração às barreiras comerciais impostas pela Argentina, que afetam principalmente os produtos industriais brasileiros destinados ao mercado vizinho.
O setor automotivo responde por mais de 50% do comércio bilateral, segundo assessores brasileiros que acompanham o assunto.
Além do menor ritmo da economia brasileira, o escândalo que envolve a Petrobras também passou a ser assunto entre investidores e analistas.
Na segunda-feira, as ações da companhia brasileira registraram queda de quase 15% na Bolsa de Buenos Aires, segundo jornais econômicos argentinos.
por Sistema | dez 19, 2014 | Artigos Técnicos, Econômico, Internacional
Acostumadas à bonança de um tempo em que o petróleo custava mais de US$ 100, petrolíferas mundo afora – entre elas a Petrobras – estão vivendo um "choque de realidade" com a queda do preço do barril no mercado internacional.
A cotação do petróleo tipo Brent despencou para US$ 65 nas últimas semanas, depois de ter se mantido no patamar dos US$ 100 por quase três anos.
Algumas consultorias, como a Morgan Stanley e a Capital Economics, já começam a especular sobre a possibilidade de um petróleo estabilizado na casa dos US$ 40 – o que, segundo analistas, poderia mudar o mapa geopolítico da energia no mundo.
Para se ter uma ideia do potencial da mudança, US$ 45 é o valor mínimo que, nos cálculos da Petrobras, viabilizaria os investimentos no pré-sal.
"Mesmo antes do colapso dos preços, grandes petrolíferas e produtoras de gás natural já estavam preocupadas com a alta dos custos para desenvolver novas fontes de combustível", escreveu no jornal Washington Post Daniel Yergin, considerado uma das maiores autoridades no assunto.
"A queda do barril vai transformar essa preocupação em obsessão e o resultado será uma freada nos novos investmentos pelo globo."
Há dúvidas especialmente sobre a viabilidade de projetos para exploração de fontes de combustíveis fósseis não convencionais, em geral mais caras – como as reservas de petróleo arenoso (encontrado em Alberta, no Canadá) e as reservas em águas profundas (caso do pré-sal).
Para Thiago Biscuola, economista da RC Consultores, "com o barril perto disso [US$ 45], certamente já seria hora de rever a estratégia de investimento e financiamento da Petrobras".
Alívio e preocupação
No caso da petrolífera brasileira, o efeito da queda dos preços tende a ser diferente no curto e no médio prazo.
De imediato, como hoje o Brasil ainda é importador de petróleo e derivados, esse colapso dos preços pode ser considerado positivo, por reduzir o valor do combustível importado pela estatal – e, de quebra, aliviar a pressão sobre a balança comercial brasileira, como explicam Biscuola e Adriano Pires, do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE).
Além disso, no curto prazo esse barateamento alivia o subsídio implícito bancado pela Petrobras que garantia preços no mercado doméstico inferiores que no mercado externo.
"Nos últimos quatro anos a estatal vinha vendendo gasolina com preços defasados no mercado interno para aliviar a pressão sobre a inflação. Hoje os preços internos estão 30% mais caros que os internacionais no caso da gasolina e 25% no caso do diesel", diz Pires.
No médio e longo prazo, porém, os efeitos sobre os negócios da estatal tendem a ser negativos – levantando dúvidas inclusive sobre o principal projeto da companhia, o pré-sal. Isso complicaria a situação financeira de empresa, já bastante abalada pela Operação Lava a Jato.
Na segunda-feira, por exemplo, as ações da Petrobras caíram para seu menor patamar em mais de dez anos, depois que a empresa adiou pela segunda vez a divulgação de seu balanço do terceiro trimestre em função do escândalo.
Em Macaé, cidade do norte do Estado do Rio que se tornou capital nacional do petróleo, há notícias do fechamento de centenas de postos de trabalho em função da paralisação provocada pelo escândalo de corrupção na empresa – e a situação pode se agravar se os preços do petróleo se estabilizarem em um patamar considerado baixo.
"A queda do petróleo pode ser a gota d'água para a crise da Petrobras", diz Pires.
"É bem possível que a estatal tenha de rever seus planos de investimentos diante dessa queda de preços e de sua nova realidade financeira."
Mauricio Canêdo Pinheiro, da FGV, explica que como o Brasil caminha para se tornar um exportador de petróleo de peso, se os preços de fato se estabilizarem na faixa dos US$ 65, a receita da Petrobras vai crescer menos do que se estava prevendo.
Há dúvidas particularmente sobre os investimentos no pré-sal, pois a exploração dessas reservas é tecnicamente mais complicada e cara.
"A Petrobras está bastante endividada e contava com os recursos que começariam a ser gerados pelo pré-sal para garantir investimentos nos novos projetos", diz Biscuola.
"Com a queda do barril será muito mais difícil conseguir novas fontes de financiamento ou atrair parceiros internacionais para suprir essa deficiência de recursos."
Reacomodação
Entre as razões para a queda dos preços do petróleo estão o aumento da produção de gás e petróleo de xisto nos EUA, no que ficou conhecido como "revolução do xisto".
Também contribui para achatar os preços a decisão tomada no mês passado pela Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) de não reduzir sua produção.
A decisão evidenciaria uma dupla estratégia, segundo analistas ouvidos pela BBC. Por um lado, seus membros visam a garantir sua fatia do mercado. Por outro, querem testar até onde vai a competitividade dos produtores de combustível não convencional – ou seja, até que faixa de preço eles conseguem continuar aumentando sua produção tendo em vista que seus custos são maiores.
O novo nível de preços do petróleo no mercado internacional já impulsiona mudanças no setor.
A gigante British Petroleum, por exemplo, recentemente anunciou que deve acelerar seu programa de demissão voluntária e centenas de prestadoras de serviço já estão repensando seus planos de negócios.
Analistas também preveem uma onda de fusões e aquisições entre empresas desta atividade.
Recentemente, as provedoras de serviços para campos de petróleo Halliburton e a Baker Hughes, por exemplo, confirmaram estar negociando uma fusão. E a petrolífera canadense Talisman Energy anunciou ter sido comprada pela espanhola Repsol por US$ 13 bilhões na última terça-feira.
"Há empresas que têm orçamentos menores e estão mais expostas [a uma queda dos preços]," diz Graham Sadler, diretor do Grupo de Serviços de Petróleo na consultoria Deloitte.
Espera-se que as petrolíferas tentem reduzir seus custos, dividindo plataformas de exploração e outras instalações. "Mas muitos projetos de fato terão de esperar", opina Sadler.
Uma estabilização dos preços em um patamar mais baixo também teria impacto sobre economias exportadoras do produto, como Rússia, Venezuela e México.
"A relação comercial do Brasil com alguns desses países também pode ser prejudicada", diz Biscuola.
"É de se esperar, por exemplo, que as exportações brasileiras de carne para a Rússia sejam prejudicadas pelo impacto que a baixa do petróleo vai provocar nesse país."
por Sistema | dez 19, 2014 | Artigos Técnicos
El grupo Brevan Howard Asset Management, que maneja activos por US$ 37 mil millones, está armando un fondo para invertir exclusivamente en Argentina. Así, se suma a Redwood, Gramercy y otros que están esperando el fin del conflicto co nlo holdouts y cambios a partir del próximo Gobierno. Según informó la agencia de noticias Bloomberg, el manager de Brevan, Alan Howard, tiene previsto iniciar un fondo de cobertura de US$ 25 millones.
“La actividad de fondos de inversión se acentuó en los últimos meses, especialmente a partir del 30 de julio (cuando se inició el default), hubo algunos fondos que ante la caída de precios de papeles argentinos empezaron a armar side-pockets (cuentas especiales) para Argentina y otros que aumentaron posiciones, como Soros, Hayman y Kyle Bass”, afirmó Alejo Costa, jefe de Estrategia de Puente.
Brevan –que formó parte del grupo de inversionistas con bonos argentinos en default– no es el único que apunta al país. Otros inversores han salido a buscar dinero, anticipando una resolución del default. Redwood Capital Management comenzó un fondo de US$ 160 millones en octubre, un mes después de que Gramercy Funds Management reunióUS$ 175 millones. Owl Creek Asset Management y Bienville Capital Management también comenzaron fondos para Argentina.
“Empezaron a entrar desde medianos de año, debido a que la devaluación nos dejó competitivos. Los que estuvieron afuera 10 años piensan que es obvio que de una forma u otra se va a llegar a un acuerdo con los holdouts en un año o en año y medio”, explicó Antonio Sesin, de la sociedad de Bolsa Besfamille. En la misma línea, Costa afirmó que “no tienen grandes esperanzas de un pago en 2015, pero sí piensan que, en 2016, hay una alta chance de resolución e intentan anticiparse”.
Uno de los principales bancos del país recibió hace unos meses representantes de fondos que querían tener una opinión de primera mano sobre los activos locales. “Les interesan el Discount y el Par en dólares ley argentina y Nueva York (DICA, DICY, PARA y PARY) y el Bonar 24 (AY24)”, explicó Sesin. También YPF. Algunos de estos grupos estiman que si se reducen lo riesgos crediticios, “los bonos pueden ofrecer un rendimiento de 30 a 40% en dólares en un año”, añadió Costa.
por Sistema | dez 19, 2014 | Artigos Técnicos, Internacional
Las negociaciones entre el Gobierno e YPF para bajar el precio de los combustibles aún no encuentran una salida favorable para ambas partes.
Voceros del sector confirmaron el diálogo entre el CEO de la firma, Miguel Galuccio y el ministro de Economía, Axel Kicillof, pero advirtieron que aún resta un arduo trabajo de análisis técnico para determinar si existe o no una alternativa que permita a la empresa estatal reducir el valor de los refinados en boca de expendio sin sacrificar rentabilidad.
Según las fuentes, “la composición del precio del combustible es muy compleja y va mucho más allá del precio del barril de crudo nacional e internacional”, aunque reconocieron que esta última variable tiene un importante grado de incidencia en el valor final del producto.
En los últimos meses, el precio internacional del barril de petróleo se ha desplomado 46%, pasando de costar U$S 105 en junio de este año a U$S 56,45 en la jornada de ayer, mientras que el valor en boca de pozo de la producción nacional creció de U$S 77 a U$S 83 en ese mismo período.
“Si se analiza la evolución histórica del precio del petróleo se encuentra que no hay una relación absoluta entre el valor internacional y el de la producción nacional. Durante muchos años el precio internacional ha variado de una forma muy diferente a la del valor dentro de Argentina”, explicó Leonardo González, economista de Fundación Ideal.
Sin embargo, hoy la Argentina está más pendiente que nunca de ambos valores. “El país es productor e importador de petróleo al mismo tiempo. Por tanto, ambas variables intervienen en la composición del precio del producto final”, señalaron referentes del sector.
El valor del dólar y la nafta
Otro dato a tener en cuenta a la hora de analizar la composición del precio del combustible, es la variación de la cotización del dólar. “Dentro de la compleja estructura de costos, hay muchos componentes que son importados, además del barril de petróleo. Es por eso que la devaluación ha obligado a las empresas hidrocarburíferas a subir sus precios”, explicaron los voceros.
Sólo durante 2014, por caso, el dólar oficial mayorista se incrementó en un 30%. Valía $ 6,54 el 2 de enero y ayer cerró en $ 8,56. En el mismo tiempo, la nafta súper de YPF incrementó su valor en un 35,6% (comenzó el año valiendo $ 9,08 y actualmente cuesta $ 12,32).
Si se va más atrás en el tiempo, sigue quedando en evidencia la relación que existe entre la nafta y la cotización de la moneda norteamericana. En enero de 2011, la nafta súper de YPF se comercializaba a $ 4,19 en las bocas de expendio de Mendoza (aumentó 194% en cuatro años), en tanto que el dólar se vendía a $ 4 (se incrementó (114%).
Si bien el precio de la nafta creció a un ritmo mucho mayor, queda claro que su aumento dependió en buena parte de la devaluación.
El valor del crudo no se toca
Fuentes vinculadas a las negociaciones entre el ministro de Economía, Axel Kicillof, el CEO de YPF, Miguel Galuccio y la Organización Federal de los Estados Productores de Hidrocarburos (Ofephi), aseguraron que la empresa estatal consideraría “un suicidio bajar el precio del barril de crudo de boca de pozo en el país (producción nacional)”.
“Si se baja el precio de los combustibles, no será por una retracción del valor del crudo. Hoy el barril producido se paga mejor en Argentina que en el resto del mundo, y eso puede atraer a los inversores”, comentaron.
Este diario intentó establecer diálogo con voceros de la Ofephi, organismo a través del cual interviene la posición de Mendoza, pero no se compartió información sobre la negociación.
por Sistema | dez 18, 2014 | Artigos Técnicos, Associados, Jurídico
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