O Congresso NTC 2019 – XII Encontro Nacional da COMJOVEM será realizado de 7 a 10 de novembro, em Foz do Iguaçu. O encontro, criado em 2008, reúne transportadores, profissionais do setor, fornecedores e outros integrantes que compõem a cadeia do Transporte Rodoviário de Cargas. Entre os temas que serão discutidos estão o “Futuro da Logística” e “O Futuro do TRC brasileiro”. Além das palestras, a programação traz exposição de produtos e serviços voltados à atividade do transporte.
“É uma oportunidade de aprendizado mútuo, assim tem sido e esperamos que continue. Sabemos que seremos muito bem recebidos pela FETRANSPAR (Federação das Empresas de Transporte de Cargas do Estado do Paraná) e por todos os presidentes de sindicatos que compõem a federação. Estamos ansiosos e vamos encerrar o ano muito bem”, diz o presidente da NTC&Logística, José Hélio Fernandes.
Além disso, durante o encontro, a comissão premiará os principais núcleos que se destacaram durante o ano e atingiram suas metas. Também programou diversas atividades com o objetivo de confraternizar e comemorar as conquistas destes jovens empresários.
Segundo o presidente da FETRANSPAR, coronel Sérgio Malucelli, o mundo corporativo contemporâneo muda cada vez mais rápido, pautado nas facilidades que a tecnologia oferta em diferentes áreas. “No setor de transporte de cargas não é diferente, a tecnologia avançou e sai a frente quem dela extrai o seu melhor”, afirma.
O Congresso NTC 2019 é realizado pela Associação Nacional do Transporte Rodoviário de Cargas e Logística em conjunto com sua Comissão de Jovens Empresários do Transporte Rodoviário de Cargas – COMJOVEM.
A COMJOVEM possui mais de 25 núcleos espalhados pelo Brasil, que desenvolvem uma lista de atividades voltadas para a área social, de gestão e empreendedorismo.
Evento, realizado em parceria com a Intelipost apresentou como a aplicação da tecnologia pode beneficiar o setor
Para quem achava que blockchain era apenas uma tecnologia de armazenamento das transações em bitcoins e esteve no Workshop da COMJOVEM SP nessa última terça-feira (29), descobriu que a ferramenta vai muito além disso, e pode ser usada também como um fator estratégico na cadeia de transportes.
O evento realizado na sede do SETCESP, apresentou as diversas aplicações da blockchain no transporte rodoviário de cargas, no mercado brasileiro, a e ainda, as principais soluções globais viabilizadas pela ferramenta.
Na abertura do evento o presidente do SETCESP, Tayguara Helou chamou o primeiro palestrante comentado a importância do desenvolvimento do sistema viabilizado pela blockchain que atribui uma classificação aos motoristas, “a gameficação ajuda as empresas a contratarem melhor os seus motoristas autônomos e agregados, e permite que as próprias transportadoras compartilhem informações entre sim”.
Assumindo o primeiro painel, Carlos Rischioto, técnico da Plataforma de Blockchain da IBM no Brasil, apresentou a palestra Tendência Global em Blockchain e contou a história da tecnologia e as suas funcionalidades; “quando estamos falando de blockchain a primeira coisa que o empresário deve pensar é com quem ele faz negócio, porque blockchain é uma tecnologia que nasceu para ser distribuída, e só faz sentido quando é trabalhada em rede”, declarou Rischioto.
Na sequência, abordando Blockchain no Brasil, Carl Amorim, do Blockchain Research Institute – Brasil (BRI) palestrou sobre as funcionalidades e novas propostas da blockchain no país. “A inovação não é uma nova tecnologia, nova tecnologia é a mudança cultural que ela gera”. Carl concordando com a posição de Rischioto, fez questão de destacar “na blockchain ninguém faz nada sozinho”.
No terceiro painel, Stefan Rehm, CEO da Intelipost, apresentou os principais casos de uso da tecnologia no Brasil e suas aplicabilidades no TRC, “a blockchain é uma base igual a um banco dados, mas apesar de compartilhada é uma rede segura, algo que serve para conectar registros e foge ao comum porque é descentralizada”, explicou o CEO da consultoria.
Blockchain no Transporte
Como produto de todo o trabalho desenvolvido pela parceria entre SETCESP e Intelipost foi criada a plataforma de Gameficação de Motoristas e o público presente pôde acompanhar, ao vivo no evento, como o modelo funciona. Na plataforma a empresa pode inserir informações dos seus motoristas e também pesquisar a avaliação de outros profissionais com o CPF. A plataforma foi apresentada por Jonathan Chevalier, Líder de Blockchain da Intelipost, “estamos aqui para mostrar como as informações operacionais e comportamentais podem ser registradas e avaliadas” lembrou Jonathan.
Finalizando, e também esclarecendo a utilização da plataforma, o vice-cordenador da COMJOVEM SP, Luis Felipe Machado, comentou que o motorista é a peça chave para setor, e por isso a blockchain elaborada com a finalidade de conhecer melhor o condutor do veículo de carga, “isso pode significar uma redução de tempo e por consequência custo na hora de contratar um motorista, mas para isso é essencial a adesão das transportadoras” concluiu.
Evento, realizado em parceria com a Intelipost apresentou como a aplicação da tecnologia pode beneficiar o setor
Para quem achava que blockchain era apenas uma tecnologia de armazenamento das transações em bitcoins e esteve no Workshop da COMJOVEM SP nessa última terça-feira (29), descobriu que a ferramenta vai muito além disso, e pode ser usada também como um fator estratégico na cadeia de transportes.
O evento realizado na sede do SETCESP, apresentou as diversas aplicações da blockchain no transporte rodoviário de cargas, no mercado brasileiro, a e ainda, as principais soluções globais viabilizadas pela ferramenta.
Na abertura do evento o presidente do SETCESP, Tayguara Helou chamou o primeiro palestrante comentado a importância do desenvolvimento do sistema viabilizado pela blockchain que atribui uma classificação aos motoristas, “a gameficação ajuda as empresas a contratarem melhor os seus motoristas autônomos e agregados, e permite que as próprias transportadoras compartilhem informações entre sim”.
Assumindo o primeiro painel, Carlos Rischioto, técnico da Plataforma de Blockchain da IBM no Brasil, apresentou a palestra Tendência Global em Blockchain e contou a história da tecnologia e as suas funcionalidades; “quando estamos falando de blockchain a primeira coisa que o empresário deve pensar é com quem ele faz negócio, porque blockchain é uma tecnologia que nasceu para ser distribuída, e só faz sentido quando é trabalhada em rede”, declarou Rischioto.
Na sequência, abordando Blockchain no Brasil, Carl Amorim, do Blockchain Research Institute – Brasil (BRI) palestrou sobre as funcionalidades e novas propostas da blockchain no país. “A inovação não é uma nova tecnologia, nova tecnologia é a mudança cultural que ela gera”. Carl concordando com a posição de Rischioto, fez questão de destacar “na blockchain ninguém faz nada sozinho”.
No terceiro painel, Stefan Rehm, CEO da Intelipost, apresentou os principais casos de uso da tecnologia no Brasil e suas aplicabilidades no TRC, “a blockchain é uma base igual a um banco dados, mas apesar de compartilhada é uma rede segura, algo que serve para conectar registros e foge ao comum porque é descentralizada”, explicou o CEO da consultoria.
Blockchain no Transporte
Como produto de todo o trabalho desenvolvido pela parceria entre SETCESP e Intelipost foi criada a plataforma de Gameficação de Motoristas e o público presente pôde acompanhar, ao vivo no evento, como o modelo funciona. Na plataforma a empresa pode inserir informações dos seus motoristas e também pesquisar a avaliação de outros profissionais com o CPF. A plataforma foi apresentada por Jonathan Chevalier, Líder de Blockchain da Intelipost, “estamos aqui para mostrar como as informações operacionais e comportamentais podem ser registradas e avaliadas” lembrou Jonathan.
Finalizando, e também esclarecendo a utilização da plataforma, o vice-cordenador da COMJOVEM SP, Luis Felipe Machado, comentou que o motorista é a peça chave para setor, e por isso a blockchain elaborada com a finalidade de conhecer melhor o condutor do veículo de carga, “isso pode significar uma redução de tempo e por consequência custo na hora de contratar um motorista, mas para isso é essencial a adesão das transportadoras” concluiu.
A COMJOVEM Nacional, criada em 2008 pela NTC&Logística, anunciou a nova equipe que vai assumir o trabalho com os jovens empresários do transporte de cargas a partir de janeiro de 2020. Ana Carolina Jarrouge, coordenadora nacional nos últimos seis anos, apresentou os nomes nesta quarta-feira (16) durante a reunião da comissão, realizada dentro da programação da FENATRAN em São Paulo.
No lugar de Ana, André de Simone ficará à frente da coordenação nacional. Na equipe de comando estarão também Joyce Bessa e Antônio C. M. Ruyz, vices coordenadores na nova gestão. Antônio já era vice e foi mantido.
Ana Jarrouge, ex Coordenadora Nacional e André de Simone, novo Coordenador Nacional da COMJOVEM
Inovação e maior credibilidade foram metas alcançadas e o próximo coordenador pretende continuar neste caminho. “Vamos trazer o máximo de tecnologia embarcada e focar em inovação e gestão, com o objetivo de preparar o jovem para criar uma identidade dentro das entidades e assumir cada vez mais cargos de responsabilidade”, planeja André de Simone.
André foi vice-coordenador na equipe de Ana Jarrouge e ressalta que os empresários com experiência na COMJOVEM demonstraram que o trabalho resultou em uma maior profissionalização dos jovens. O novo coordenador pretende manter a parceria com a CNT e Sistema S (SEST SENAT). Planeja, ainda, levar para perto da COMJOVEM os antigos presidentes de sindicatos, da NTC e da Confederação Nacional do Transporte (CNT). A ideia é fazer, pelo menos uma vez por mês, painéis com os presidentes para que eles possam repassar as experiências dentro das entidades.
Antônio C. M. Ruyz, vice-coordenador Nacional da COMJOVEM
A mineira Joyce Bessa é a nova mulher da equipe e comemora a diversidade. “Eu tenho falado sobre a presença da mulher nas operações rodoviárias, é um legado que eu quero deixar. Quando a gente tem mulheres no comando, consegue equilibrar as decisões e melhorar os resultados”, acredita.
Joyce Bessa, nova vice-coordenadora Nacional
E os três são unanimes ao definirem os gargalos no setor de transportes. A recuperação tarifária aparece em primeiro lugar. Ana Jarrouge, ao fazer um balanço de sua gestão, também inclui a importância do tema e lembra que os estudos sobre a recuperação tarifária foram encomendados à COMJOVEM Nacional pelo atual presidente da NTC, José Hélio Fernandes. “É uma grande questão, porque todo o trabalho que a gente faz com o jovem, na condição de melhorar a gestão da empresa dele, é de torná-lo mais capacitado, para ele conseguir ter rentabilidade. Todo o trabalho que a gente faz na COMJOVEM Nacional necessariamente caminha para isso, para uma recuperação tarifária”, explica Ana. As sugestões sobre recuperação tarifária serão apresentadas na reunião do CONET&Intersindical, marcado para fevereiro em Curitiba.
O próximo Encontro Nacional da COMJOVEM, entre os dias de 7 e 10 de novembro em Foz do Iguaçu, esteve na pauta da reunião realizada durante a FENATRAN. A comunicação entre os jovens empresários, seminários itinerantes, ações para atrair mais associados e a apresentação de uma proposta para uma viagem ao Vale do Silício, primeira missão internacional da COMJOVEM Nacional, também entraram nas discussões.
Estiveram no encontro para uma conversa com os jovens, o vice-presidente da NTC, Urubatan Helou, Francisco Pelucio, atual diretor financeiro da entidade, Eduardo Rebuzzi, presidente da FETRANSCARGA e Edmara Claudino, diretora executiva da NTC.
No meio, o vice-presidente da NTC, Urubatan Helou, à esquerda, Francisco Pelucio, atual diretor financeiro da entidade e à direita, Eduardo Rebuzzi, presidente da FETRANSCARGA
A COMJOVEM Nacional, criada em 2008 pela NTC&Logística, anunciou a nova equipe que vai assumir o trabalho com os jovens empresários do transporte de cargas a partir de janeiro de 2020. Ana Carolina Jarrouge, coordenadora nacional nos últimos seis anos, apresentou os nomes nesta quarta-feira (16) durante a reunião da comissão, realizada dentro da programação da FENATRAN em São Paulo.
No lugar de Ana, André de Simone ficará à frente da coordenação nacional. Na equipe de comando estarão também Joyce Bessa e Antônio C. M. Ruyz, ambos vice-coordenadores na nova gestão. Antônio já era vice e foi mantido.
Ana Jarrouge, ex Coordenadora Nacional e André de Simone, novo Coordenador Nacional da COMJOVEM
Inovação e maior credibilidade foram metas alcançadas e o próximo coordenador pretende continuar neste caminho. “Vamos trazer o máximo de tecnologia embarcada e focar em inovação e gestão, com o objetivo de preparar o jovem para criar uma identidade dentro das entidades e assumir cada vez mais cargos de responsabilidade”, planeja André de Simone.
André foi vice-coordenador na equipe de Ana Jarrouge e ressalta que os empresários com experiência na COMJOVEM demonstraram que o trabalho resultou em uma maior profissionalização dos jovens. O novo coordenador pretende manter a parceria com a CNT e Sistema S (SEST SENAT). Planeja, ainda, levar para perto da COMJOVEM os antigos presidentes de sindicatos, da NTC e da Confederação Nacional do Transporte (CNT). A ideia é fazer, pelo menos uma vez por mês, painéis com os presidentes para que eles possam repassar as experiências dentro das entidades.
Antônio C. M. Ruyz, vice-coordenador Nacional da COMJOVEM
A mineira Joyce Bessa é a nova mulher da equipe e comemora a diversidade. “Eu tenho falado sobre a presença da mulher nas operações rodoviárias, é um legado que eu quero deixar. Quando a gente tem mulheres no comando, consegue equilibrar as decisões e melhorar os resultados”, acredita.
Joyce Bessa, nova vice-coordenadora Nacional
E os três são unanimes ao definirem os gargalos no setor de transportes. A recuperação tarifária aparece em primeiro lugar. Ana Jarrouge, ao fazer um balanço de sua gestão, também inclui a importância do tema e lembra que os estudos sobre a recuperação tarifária foram encomendados à COMJOVEM Nacional pelo atual presidente da NTC, José Hélio Fernandes. “É uma grande questão, porque todo o trabalho que a gente faz com o jovem, na condição de melhorar a gestão da empresa dele, é de torná-lo mais capacitado, para ele conseguir ter rentabilidade. Todo o trabalho que a gente faz na COMJOVEM Nacional necessariamente caminha para isso, para uma recuperação tarifária”, explica Ana. As sugestões sobre recuperação tarifária serão apresentadas na reunião do CONET&Intersindical, marcado para fevereiro em Curitiba.
O próximo Encontro Nacional da COMJOVEM, entre os dias de 7 e 10 de novembro em Foz do Iguaçu, esteve na pauta da reunião realizada durante a FENATRAN. A comunicação entre os jovens empresários, seminários itinerantes, ações para atrair mais associados e a apresentação de uma proposta para uma viagem ao Vale do Silício, primeira missão internacional da COMJOVEM Nacional, também entraram nas discussões.
Estiveram no encontro para uma conversa com os jovens, o vice-presidente da NTC, Urubatan Helou, Francisco Pelucio, atual diretor financeiro da entidade, Eduardo Rebuzzi, presidente da FETRANSCARGA e Edmara Claudino, diretora executiva da NTC.
No meio, o vice-presidente da NTC, Urubatan Helou, à esquerda, Francisco Pelucio, atual diretor financeiro da entidade e à direita, Eduardo Rebuzzi, presidente da FETRANSCARGA
Fugir das investidas mal-intencionadas que o mundo virtual possibilita, é difícil missão. Exige cuidados e permanentes providências. A tecnologia quando usada como arma ao crime, causa estragos de toda ordem. Este foi parte do conteúdo de palestra promovida pelo núcleo da COMJOVEM Chapecó, ministrada para executivos do transporte rodoviário de cargas, no SITRAN Chapecó. O palestrante, advogado Fernando Mangold especialista em direito empresarial, falou sobre o tema LGPD – Lei Geral de Proteção de Dados.
Mangold explicou que todos os acessos, via computador e smartphone, para buscar conteúdos de aplicações na internet “deixa rastros”. Lembra que as aplicações de empresas privadas, citou o Facebook e Google, armazenam todas as informações compartilhadas. Os dados servem para traçar perfis pessoal, profissional, financeiro, de saúde “e tudo o mais que for possível”.
O advogado preveniu que para buscar proteção a este tipo de “invasão de privacidade” é necessário atenção absoluta “a tudo o que for compartilhado nas redes”. Inclui-se neste módulo, locais freqüentados, horários de permanência em ambientes de rotina (casa ou fora dela), planejamento de viagens, convicções religiosas “e até nosso estado de humor”. Acrescentou não ser segredo que essas empresas “usam as informações – dados pessoais – para negociar com outras empresas, públicas e privadas”.
Proteção – O palestrante expôs que na internet, além das questões de privacidade pessoal, todo internauta está suscetível a ameaças de cibercriminosos. Para estar protegido destas pessoas que recorrem a sistemas eletrônicos e às novas tecnologias de informação para cometer crimes, além dos cuidados com privacidade, imprescindível o uso de softwares licenciados, por isso legais. Indispensável, ainda, manter os sistemas sempre atualizados, ter senhas de acesso ao celular, WhatsApp, computador e bancos, diferenciadas e de difícil adivinhação. “Desnecessário dizer, mas importante reforçar, que softwares piratas facilitam muito o ataque criminoso”.
Fernando Mangold recomenda prudência absoluta e aconselha que o comportamento no mundo virtual seja o mesmo do mundo real. “A internet dá uma falsa sensação de anonimato às pessoas”. Elencou algumas analogias para justificar sua posição: “não pegue carona com estranhos”, se assemelha a “não aceite pessoas estranhas nas redes sociais”. Outra: “antes de sair verifique se as portas e janelas estão trancadas”. Se relaciona com “antes de sair verifique se você bloqueou a tela do seu computador e smartphone”.
Adaptação ao novo – O advogado foi taxativo ao garantir que não é possível ficar imune aos problemas, aos ataques gerados pelo mundo digital. Tudo está se tornando digital e, em breve, corpos e mentes também estarão conectados. “Precisamos nos preparar e adaptar a essa nova realidade”.