Sustentabilidade começa com dados e pode avançar para eficiência e novas oportunidades
Combustível, pneus, manutenção, pedágios, quilômetros percorridos, produtividade e custo por viagem. Administrar uma transportadora exige acompanhar diariamente uma série de indicadores que ajudam a entender o desempenho da operação. Agora, uma nova informação começa a ganhar espaço nesse conjunto: quanto a empresa emite de gases de efeito estufa e o que pode fazer a partir desse dado.
Conhecer as emissões da operação é um dos primeiros passos para que uma empresa consiga estruturar sua estratégia ambiental. A partir da mensuração, é possível identificar onde estão concentradas as emissões, estabelecer indicadores, acompanhar a evolução dos resultados e desenvolver ações de redução e compensação.
Para o Transporte Rodoviário de Cargas (TRC), essa discussão ganha importância adicional. O setor está presente nas cadeias produtivas de praticamente todos os segmentos da economia e, por isso, as informações relacionadas ao transporte também fazem parte dos dados ambientais considerados por clientes e embarcadores.
Grandes empresas já vêm ampliando esse olhar sobre suas cadeias de fornecedores. Em seu Relatório de Sustentabilidade 2025, por exemplo, a Klabin informou que seu Programa de Responsabilidade Socioambiental da Cadeia de Fornecimento alcançava 91% dos fornecedores classificados como críticos, com meta de atingir 100% até 2030.
A Vale também informou ter avançado, em 2025, na integração de critérios ESG à gestão de compras e fornecedores. Dos 5.268 fornecedores com contratos ativos no Brasil, 1.389 estavam classificados em categorias de alto ou muito alto risco ESG e integravam a estrutura de acompanhamento da companhia.
Esses movimentos ajudam a dimensionar uma transformação que vai além da imagem corporativa. Para uma transportadora, ter informações organizadas sobre emissões e sustentabilidade pode contribuir para responder às demandas dos clientes, participar de processos de contratação, fortalecer relacionamentos comerciais e identificar oportunidades de eficiência dentro da própria operação.
O carbono também entra na agenda regulatória
Paralelamente às mudanças empresariais, o Brasil avança na regulamentação de seu mercado de carbono.
A Lei nº 15.042/2024 instituiu o Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões de Gases de Efeito Estufa (SBCE) e estabeleceu uma estrutura para o mercado regulado de carbono no país.
A legislação prevê diferentes obrigações conforme o volume anual de emissões e as atividades que vierem a ser abrangidas pela regulamentação. Para instalações ou fontes que emitam acima de 10 mil toneladas de CO₂ equivalente (tCO₂e) por ano, estão previstos, entre outros instrumentos, plano de monitoramento e relato de emissões e remoções. Para aquelas com emissões acima de 25 mil tCO₂e anuais, também está prevista a conciliação periódica de obrigações.
A implementação do sistema ocorre de forma gradual e depende da regulamentação, da definição das atividades abrangidas e das metodologias de mensuração, relato e verificação previstas no SBCE.
O próprio setor de transportes começa a avançar nessa direção. Em 2026, a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) retomou o processo de participação social relacionado ao Selo ESG Cargas, iniciativa destinada ao reconhecimento de transportadores que adotam práticas ambientais, sociais e de governança.
Nesse contexto, conhecer os próprios indicadores deixa a transportadora mais preparada para compreender sua realidade e tomar decisões com base em dados.
NTC&Logística e Domani Global apoiam empresas nessa jornada
Para aproximar essa nova dimensão da gestão da realidade das empresas do setor, a Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística (NTC&Logística) mantém parceria com a Domani Global, especializada em soluções ESG, sustentabilidade e gestão de emissões.
A iniciativa permite que empresas associadas tenham acesso a ferramentas e suporte especializado para iniciar ou avançar em sua jornada ESG, considerando o porte, a estrutura e o nível de maturidade de cada organização.
Entre as soluções disponibilizadas pela parceria estão:
- Inventário de Emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE), com mensuração nos escopos 1, 2 e 3;
- Domani SaaS – Sustainability as a Service, plataforma para gestão ESG, acompanhamento de emissões e geração de relatórios;
- Diagnóstico ESG e Matriz de Materialidade, para identificação de prioridades e oportunidades;
- Plano de Descarbonização, com estratégias direcionadas à redução e compensação de emissões;
- Treinamentos e capacitações corporativas, voltados às diferentes áreas das empresas;
- Selo Carbono Neutro, destinado às empresas que realizarem a compensação de suas emissões;
- Suporte técnico especializado, considerando as particularidades do Transporte Rodoviário de Cargas.
Os serviços foram estruturados para atender micro, pequenas, médias e grandes empresas, permitindo que cada transportadora avance de acordo com sua realidade e capacidade de investimento.
Associados da NTC&Logística contam ainda com condições diferenciadas na contratação dos produtos e serviços da Domani Global.
Assim como conhecer custos, produtividade e desempenho da frota é fundamental para administrar uma transportadora, conhecer as emissões da operação começa a fazer parte de uma gestão empresarial cada vez mais orientada por dados. E transformar essa informação em estratégia pode representar eficiência, preparação e novas possibilidades para o negócio.
Serviço
Domani Global – Sustentabilidade para o Transporte de Cargas
E-mail: contato@domani.global
Telefone/WhatsApp: (11) 99559-8402
Site: www.domani.global
Redes sociais: LinkedIn, Instagram e demais plataformas oficiais
Código de desconto exclusivo para associados da NTC&Logística: NTC15


