O mercado já cobra práticas ESG de toda a cadeia produtiva. Sua transportadora está preparada?

O mercado já cobra práticas ESG de toda a cadeia produtiva. Sua transportadora está preparada?

Com grandes empresas exigindo critérios ambientais de seus fornecedores, o Transporte Rodoviário de Cargas passa a ocupar posição estratégica na agenda ESG – e conta com o apoio da NTC&Logística e da Domani Global para se adequar

O avanço da agenda ESG no Brasil não está restrito às grandes corporações. Cada vez mais, as exigências ambientais, sociais e de governança estão sendo estendidas a toda a cadeia produtiva – e isso inclui diretamente o Transporte Rodoviário de Cargas, responsável por conectar todos os setores da economia.

Hoje, empresas de diversos segmentos já incorporam critérios ESG na seleção e manutenção de fornecedores. De acordo com a Pesquisa Firjan ESG 2025, um número crescente de organizações passou a exigir comprovações de práticas sustentáveis de seus parceiros comerciais. Isso significa que transportadoras que desejam manter contratos estratégicos precisam estar preparadas para apresentar dados, relatórios e planos estruturados de gestão ambiental.

Além disso, a transparência tornou-se um padrão no mercado corporativo. Estudos recentes da KPMG (2025) indicam que 93% das grandes empresas brasileiras publicam relatórios de sustentabilidade, enquanto 89% divulgam metas de redução de emissões de carbono. Esse cenário reforça que a sustentabilidade já integra a estratégia empresarial – e que fornecedores passam a ser avaliados sob os mesmos critérios.

Paralelamente, a criação do Mercado Brasileiro de Redução de Emissões (MBRE), instituído pela Lei nº 15.042/2024, estabeleceu novas obrigações relacionadas à mensuração e ao reporte de emissões de gases de efeito estufa. Empresas que emitam acima de 10 mil toneladas de CO₂ equivalente (CO₂e) por ano devem reportar seus inventários, enquanto aquelas que ultrapassam 25 mil toneladas anuais precisam apresentar planos de mitigação e compensação.

Diante desse novo ambiente regulatório e de mercado, a Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística (NTC&Logística) firmou parceria com a Domani Global, especializada em soluções ESG e gestão de emissões, para apoiar as transportadoras na estruturação de seus processos ambientais de forma prática, acessível e alinhada à realidade do setor.

A iniciativa busca oferecer às empresas de transporte ferramentas para organizar dados, atender exigências legais e fortalecer sua posição competitiva em um cenário no qual a sustentabilidade já é critério de decisão comercial.

Soluções disponíveis para empresas associadas à NTC&Logística

  • Inventário de Emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE)
    Mensuração das emissões nos escopos 1, 2 e 3, conforme padrões técnicos e exigências regulatórias.
  • Plataforma Domani SaaS – Sustainability as a Service
    Sistema digital para gestão ESG, monitoramento contínuo e geração automatizada de relatórios.
  • Diagnóstico ESG e Plano de Descarbonização
    Identificação de riscos e definição de estratégias para redução e compensação de emissões.
  • Treinamentos e capacitações corporativas
    Formação técnica para equipes operacionais, administrativas e comerciais, com certificação.
  • Certificação e Selo Carbono Neutro
    Para empresas que realizarem compensação de emissões por meio de projetos certificados.
  • Atendimento especializado para o Transporte Rodoviário de Cargas
    Suporte técnico alinhado às particularidades operacionais e regulatórias do setor.

Os pacotes foram estruturados para atender micro, pequenas, médias e grandes transportadoras, com condições diferenciadas para associadas da NTC&Logística, permitindo que as empresas avancem na agenda ESG de forma planejada, segura e estratégica.

Serviço

Domani Global – Sustentabilidade para o Transporte de Cargas

E-mail: contato@domani.global

Telefone/WhatsApp: +55 11 99559-8402

Site: www.domani.global

Redes sociais: LinkedIn, Instagram e demais plataformas oficiais

Código de desconto exclusivo para associadas da NTC&Logística: NTC15

Saúde nos Portos realiza 6,9 mil atendimentos em 2025 e amplia acesso à saúde para trabalhadores

Saúde nos Portos realiza 6,9 mil atendimentos em 2025 e amplia acesso à saúde para trabalhadores

Parceria entre SEST SENAT e Ministério de Portos e Aeroportos levou mais de 40 especialidades a sete portos estratégicos do país entre outubro e dezembro de 2025

O programa Saúde nos Portos encerrou 2025 com 6.901 atendimentos realizados em sete portos brasileiros, ampliando o acesso à saúde e a ações de prevenção para trabalhadores portuários e caminhoneiros que atuam nas áreas próximas. A iniciativa é resultado de parceria entre o SEST SENAT e o Ministério de Portos e Aeroportos, por meio da Secretaria Nacional de Portos.

As ações ocorreram entre outubro e dezembro, com a oferta de mais de 40 especialidades e serviços de saúde nos portos de Vila do Conde (PA), Suape (PE), Itaguaí (RJ), São Francisco do Sul (SC), Paranaguá (PR), Itaqui (MA) e São Sebastião (SP).

Durante o programa, o SEST SENAT ofereceu atendimentos de saúde nas áreas de fisioterapia, odontologia, psicologia e nutrição, além de exames de visão, aferição de pressão arterial, testes de glicemia e oxigenação, vacinação e orientações preventivas. A iniciativa contribui para ampliar o cuidado com a saúde dos trabalhadores e fortalecer a prevenção de doenças.

A diretora executiva nacional do SEST SENAT, Nicole Goulart, destacou o impacto da atuação conjunta. “Os resultados demonstram o quanto a atuação integrada e próxima do trabalhador portuário é capaz de gerar impacto concreto, ampliando o acesso a serviços essenciais e promovendo o bem-estar. Seguimos confiantes na continuidade dessa cooperação para expandirmos ainda mais esse alcance nos próximos ciclos”, afirma.

Para a diretora de Gestão e Modernização Portuária do Ministério de Portos e Aeroportos, Ana Carolina Bomfim, os resultados confirmam a relevância da política pública voltada ao setor. “Os números mostram que estamos no caminho certo. Ao levarmos atendimento e orientação aos portos, fortalecemos a prevenção e valorizamos os trabalhadores que sustentam a atividade portuária no país”, ressalta.

Com base nos resultados alcançados, o Ministério de Portos e Aeroportos e o SEST SENAT já iniciaram o planejamento das próximas etapas do programa com a expectativa de ampliar o atendimento e levar os serviços de saúde a novos portos brasileiros em 2026.

Fetransul: 85% dos motoristas aceita pedágios em concessões de rodovias estaduais, desde que haja resultados reais

Fetransul: 85% dos motoristas aceita pedágios em concessões de rodovias estaduais, desde que haja resultados reais

Pesquisa da entidade ouviu 450 motoristas em vias integrantes dos blocos 1 e 2 das futuras parceirizações do governo estadual

Por volta de 31,5% de motoristas no Bloco 1 e 24,7% no Bloco 2 das concessões de rodovias estaduais no Rio Grande do Sul rejeitam estes projetos em curso e querem que eles sejam cancelados pelo governo do Estado, segundo uma pesquisa divulgada nesta segunda-feira pela Federação das Empresas de Logística e Transporte de Cargas no Rio Grande do Sul (Fetransul). Os números foram considerados satisfatórios pela entidade.

O levantamento foi realizado de maneira quantitativa entre 22 e 28 de janeiro, com 450 motoristas, sendo 70% de automóveis e camionetes, e ainda 30% de caminhões, em postos de combustíveis dos municípios de Igrejinha e Parobé, correspondentes ao Bloco 1; Passo Fundo, Marau, Lajeado e Encantado, em rodovias do Bloco 2. Em conjunto, as duas preveem ultrapassar R$ 12 bilhões em concessões para a iniciativa privada por 30 anos.

A pesquisa também apontou que 86,6% dos motoristas no Bloco 1 e 84,4% no Bloco 2 acham justa a cobrança de pedágios nas futuras parceirizações, desde que ela entregue resultados reais na prática, como boas condições de asfalto e viagens mais rápidas. 67,2% dos ouvidos no Bloco 1 e 86,6% no Bloco 2 dizem que sua maior preocupação nas rodovias é a infraestrutura, como excesso de buracos, falta de conservação, lentidão e risco de acidentes.

O Bloco 1, com R$ 6,41 bilhões previstos, contempla 412,6 quilômetros de estradas localizadas nas regiões Metropolitana, Litoral Norte e Serra, com trechos das ERSs 020, 040, 115, 118, 235, 239, 466 e 474, além da nova ERS 010. Já o Bloco 2 tem 409 quilômetros de extensão em trechos das ERSs 128, 129, 130, 135, 324 e RSC 453. Em ambos os blocos, o sistema de cobrança de pedágio será o free flow.

Ofício ao governador

A apresentação, na sede da Fetransul, foi conduzida pelo presidente da entidade, Francisco Cardoso, e contou inclusive com a participação do secretário Estadual de Comunicação, Caio Tomazeli, que recebeu um ofício da entidade, direcionado ao governador Eduardo Leite, com questionamentos sobre a viabilidade e custos em combustível e tempo do novo projeto de concessões, além da presença de pontos de parada aos profissionais da estrada.

O valor do pedágio em si é considerado uma preocupação menor. A maioria dos motoristas, sendo 57,1% no Bloco 1 e 70,9% no Bloco 2, aceita pagar os pedágios, porém em outro formato, como tarifas menores para trechos curtos ou cobrança proporcional aos quilômetros rodados. Se a minoria dos entrevistados rejeita as concessões, a maioria opinou por exigir que os projetos sejam revistos economicamente para redução das tarifas e não encarecimento do custo do frete.

“A última Pesquisa CNT de Rodovias, realizada ano passado, avaliou nossas estradas estaduais – 90% como regulares, ruins ou péssimas. E quando ela é péssima, dobra nosso custo operacional. Hoje, no nível de qualidade em que está, aumenta nosso custo em 37%. E como 85% da nossa produção econômica é transportada pela via rodoviária, é muito importante que tenhamos investimentos em rodovias, porque, assim, seremos mais competitivos, reduzindo custos e acidentes”, comentou Cardoso. “Esta contribuição é importantíssima, e estas questões serão levadas às áreas técnicas. Estou aqui com a mensagem de que o governo está ouvindo todos os agentes interessados, que trabalham e dependem das estradas”, complementou Tomazeli.

Nova regra da CNH prevê suspensão com 20, 30 ou 40 pontos; entenda os critérios

Nova regra da CNH prevê suspensão com 20, 30 ou 40 pontos; entenda os critérios

Os limites passam a ser diferentes a depender da quantidade de infrações gravíssimas cometidas pelo motorista nos últimos 12 meses

Em 2026, houve mudança nas regras para acúmulo de pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH). O limite agora depende da quantidade de infrações gravíssimas cometidas nos últimos 12 meses.

No início do sistema de pontuação, o Código Brasileiro de Trânsito permitia acumular até 20 pontos em um ano. Ultrapassar esse limite significava suspensão da CNH.

Agora, o teto é de 40 pontos, mas apenas para quem não cometeu nenhuma infração gravíssima nos últimos 365 dias. A depender das infrações, o limite de suspensão da CNH cai para 20 pontos.

Veja abaixo os novos limites

Limite de 40 pontos: vale para o motorista que não cometeu nenhuma infração gravíssima nos últimos 12 meses. Portanto, ele pode acumular pontos por infrações graves, médias e leves até esse teto.

Limite de 30 pontos: se o motorista tiver uma infração gravíssima nos últimos 12 meses, o teto cai para 30 pontos. Nesse caso, a regra fica mais rígida, e o motorista precisa redobrar a atenção.

Limite de 20 pontos: com duas ou mais infrações gravíssimas no período, o total permitido cai para 20 pontos.

Há uma exceção para motoristas profissionais, que têm na CNH o registro de atividade remunerada. Nesse caso, o limite para suspensão da carteira é de 40 pontos em 12 meses, independentemente de infrações gravíssimas.

Essa regra vale apenas para o acúmulo de pontos e não para infrações que geram suspensão imediata da CNH.

É preciso ficar atento ao prazo de validade desses pontos, pois eles só deixam de contar após 12 meses da data da infração.

Por exemplo: um motorista cometeu infrações leves e médias e tem 27 pontos acumulados na CNH nos últimos 12 meses. Se ele cometer uma infração gravíssima, o limite cai para 30 pontos, e o teto pode ser ultrapassado. Nesse caso, há risco de suspensão da carteira.

Tipos de infrações

Além de acumular pontos, as infrações também geram multas. Os valores podem ser multiplicados por agravantes e reajustados pelos órgãos competentes.

Veja alguns exemplos:

Infrações leves: exemplos incluem parar o carro na calçada, estacionar no acostamento e buzinar em local proibido. Essas infrações somam 3 pontos à CNH e geram multa de R$ 88,38.

Infrações médias: incluem circular com velocidade até 20% acima da permitida, transitar com velocidade inferior a 50% da máxima da via e parar sobre a faixa de pedestres. São 4 pontos na CNH e multa de R$ 130,16.

Infrações graves: exemplos incluem estacionar em ciclofaixa, não usar cinto de segurança e ultrapassar em mais de 20% o limite de velocidade. Nesses casos, são 5 pontos na CNH e multa de R$ 195,23.

Infrações gravíssimas: incluem dirigir sob efeito de álcool ou de substância psicoativa, deixar de prestar socorro à vítima de acidente em que o condutor esteja envolvido e estacionar em vaga para idosos ou pessoas com deficiência. A multa é de R$ 293,47 e são 7 pontos na CNH.

No caso de dirigir embriagado, a multa pode chegar a quase R$ 3 mil se o teor alcoólico aferido for superior a 0,04 mg/L. Esse tipo de conduta também leva à suspensão imediata da CNH, mas não é a única infração com essa consequência.

Infrações autossuspensiva

Se o motorista cometer uma infração gravíssima autossuspensiva, a CNH fica suspensa imediatamente, independentemente da quantidade de pontos acumulados.

Alguns exemplos são transitar em velocidade 50% acima do limite da via, dirigir ameaçando pedestres, conduzir de forma a intimidar outros veículos, participar de rachas e fazer manobras perigosas.

CNH foi suspensa. E agora?

Dependendo do tipo de infração ou de reincidência, a suspensão da CNH pode chegar a dois anos.

A recomendação é acompanhar quantos pontos constam na CNH para não ultrapassar o limite, considerando o novo critério. Os sites dos Detrans oferecem consulta a essa informação.

Em caso de suspensão, o processo de recurso é semelhante ao das infrações, começando pela Jari e, depois, seguindo para o Cetran de cada estado.

Retrato do crédito caro: consórcio dobra de tamanho no país; entenda

Retrato do crédito caro: consórcio dobra de tamanho no país; entenda

Entre caminhões, modalidade salta de 4% para 8% das vendas e ganha espaço diante de juros elevados, segundo dados da associação que representa os bancos das montadoras

O crédito caro redesenhou as formas de compra de caminhões em 2025. Com a Selic chegando a 15% ao longo do ano e maior seletividade dos bancos, o consórcio dobrou sua participação nas vendas de pesados, passando de 4% para 8%, segundo balanço da Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras (ANEF).

O avanço reflete a busca de transportadores e frotistas por alternativas menos onerosas no curto prazo. Diferentemente do financiamento tradicional, o consórcio permite diluir o investimento ao longo do tempo sem incidência de juros, embora não assegure a posse imediata do veículo. Em um ambiente de crédito restrito, a modalidade ganhou tração como estratégia de planejamento de frota.

O leasing também voltou a ganhar espaço entre caminhões e ônibus, com avanço de dois pontos percentuais na participação. Já o CDC (Crédito Direto ao Consumidor) manteve-se estável em 31%.

A principal retração ocorreu no Finame, cuja participação caiu de 31% para 22% nas vendas de pesados. O recuo indica menor protagonismo do crédito direcionado e maior dificuldade de acesso às linhas tradicionais, historicamente importantes para renovação e ampliação de frota.

O movimento sinaliza uma mudança estrutural no perfil de financiamento do setor de transporte, que passa a operar com maior diversificação de instrumentos de crédito em um cenário de juros elevados.

Juros recuam no fim do ano

Apesar da Selic em patamar elevado, a taxa média anual do financiamento de veículos caiu ao longo de 2025, encerrando o ano em 21,5%, ante 24,4% no início do período. Segundo Enilson Sales, presidente da ANEF, campanhas comerciais dos bancos das montadoras ajudaram a reduzir spreads e oferecer condições mais atrativas a clientes de menor risco.

Ainda assim, a inadimplência do crédito para veículos subiu para 5,6%, alta de 1,4 ponto percentual em 12 meses, refletindo o ambiente macroeconômico mais apertado.

Panorama geral do crédito

No consolidado de veículos, o saldo da carteira de financiamento atingiu R$ 544,4 bilhões em 2025, crescimento de 12% sobre o ano anterior – acima da expansão de 10,2% do crédito total do Sistema Financeiro Nacional (SFN).

Os recursos liberados somaram R$ 283,4 bilhões, avanço de 3,5% frente a 2024. A pessoa física foi responsável pela maior parte da demanda, com R$ 281,4 bilhões concedidos via CDC, dos quais R$ 222,7 bilhões correspondem ao consumo das famílias.

Para 2026, a Anef projeta expansão moderada de 3,9% nos recursos liberados para financiamento de veículos. A expectativa é de crescimento cauteloso, com manutenção da seletividade na concessão de crédito – e maior competição entre modalidades como consórcio e leasing, que vêm ampliando espaço especialmente entre os pesados.

Últimos dias para participar da primeira edição do CONET&Intersindical de 2026, em Brasília

Últimos dias para participar da primeira edição do CONET&Intersindical de 2026, em Brasília

A NTC&Logística (Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística) realizará a primeira edição do CONET&Intersindical 2026 nos dias 26 e 27 de fevereiro, no ROYAL TULIP BRASÍLIA ALVORADA, em Brasília (DF). O evento tem como entidade anfitriã a FENATAC – Federação Interestadual das Empresas de Transporte de Cargas e Logística, com o apoio dos Sindicatos filiados à entidade. 

As inscrições pelo site foram encerradas. Os interessados deverão encaminhar e-mail para gabinete@ntc.org.br, demonstrando interesse até o dia 24 de fevereiro, às 16 horas. Após esse prazo, as inscrições serão realizadas somente no local.

O CONET&Intersindical consolidou-se como um dos eventos mais importantes do setor, reunindo os principais protagonistas do TRC, promovendo debates estratégicos, troca de experiências e oportunidades para o fortalecimento de parcerias.

Confira a programação preliminar.

PROGRAMAÇÃO PRELIMINAR

CONET&INTERSINDICAL | EDIÇÃO BRASÍLIA

26 e 27 de fevereiro de 2026

26 de fevereiro de 2026 | CONET&INTERSINDICAL

10hCredenciamento

10h30 | 12h –  Abertura Oficial 

  • Composição da Mesa 
  1. Eduardo Ferreira Rebuzzi – Presidente da NTC&Logística
  2. Antonio Luiz Leite – Vice-Presidente da NTC&Logística
  3. Paulo Afonso Rodrigues da Silva Lustosa – Presidente da FENATAC 
  4. Guilherme Theo Rodrigues da Rocha Sampaio – Diretor-Geral da ANTT
  5. Anderson Lessa Lucas – Diretor de Programa, representando a Secretária Nacional de Transporte Rodoviário do Ministério dos Transportes, Viviane Esse

12h | 13h – Almoço

26 de fevereiro de 2026 | CONET

13h30 | 14h30 – Painel: MERCADO E TARIFAS

  Palestrante: Engo Lauro Valdivia, Assessor Técnico da NTC&Logística

  • Atualização do INCT (Índice Nacional de Custos do Transporte)
  • Apresentação da Pesquisa de Mercado DECOPE 2026
  • Demonstração e Aplicações práticas da Plataforma de Cálculo de Frete

14h30 | 14h45 –  Painel: INOVAÇÃO E NOVOS NEGÓCIOS

Palestrante: André de Simone, Vice-Presidente de Inovação e Novos

Negócios

14h45 | 15h30 TALKS FORNECEDORES DA CADEIA PRODUTIVA DO TRC

  • GEOTAB – Marcio Fugivasa, Gerente de Desenvolvimento de Negócios
  • MERCEDES BENZ – a definir
  • ROADCARD – Lindson Ronaldo da Silva Xavier, Gerente Regional
  • TRANSPOCRED – Fernando Silva, Analista de Comunicação e Marketing
  • TGID – Vinicius Cipullo, CEO
  • VOLKSWAGEN CAMINHÕES E ÔNIBUS – Glauco Rafael Juliato, Consultor de Vendas Especiais 
  • WISEVIA – Gabriel Pires de Souza, CEO e Diretor

O que esperar do ano de 2026 e como os produtos, serviços e soluções podem contribuir para

  • Redução de custos operacionais
  • Ganhos de eficiência e produtividade 
  • Gestão, tecnologia, segurança e sustentabilidade nas empresas do TRC

LEITURA DO COMUNICADO 

15h30 | 16h – Intervalo

16h | 17h ENCONTRO COM EMPRESÁRIOS DO TRC

  • Carga Lotação – Antonio Luis da Silva Junior, CEO da Tora Transportes
  • Carga Fracionada – Marcelo Patrus, CEO da Patrus Transportes
  • Carga Líquida e Perigosa – Oswaldo Vieira Caixeta Junior – CEO da Transac Transportes

Foco: 

  • Cenário de mercado e desafios operacionais
  • Expectativas para 2026

17h|18h30 – Palestra Magna:

CENÁRIO ECONÔMICO E PERSPECTIVAS PARA O TRANSPORTe

RODOVIÁRIO DE CARGAS

Palestrante: Eric Klein, jornalista da CNBC Brasil

Jornalista com sólida trajetória na cobertura de grandes acontecimentos nacionais e internacionais. Passou pela Record, onde consolidou experiência em reportagens investigativas e transmissões ao vivo de alto impacto. Atualmente integra o time da CNBC Brasil, atuando com análise aprofundada e informação em tempo real, reforçando credibilidade e precisão editorial. Sua expertise abrange política, economia e temas sociais, sempre com rigor jornalístico e capacidade de conectar fatos a contextos mais amplos – qualidades que agregam profundidade e relevância a qualquer projeto de comunicação ou conteúdo estratégico.

19h – Considerações Finais e  Encerramento das atividades do dia

27 de fevereiro de 2026 | INTERSINDICAL

9h – Abertura da INTERSINDICAL

9h30 | 12h Painel 1: INFRAESTRUTURA NO TRC

  • Integrantes da Mesa:
  1. Eduardo Ferreira Rebuzzi – Presidente da NTC&Logística
  2. Antônio Luiz Leite – Vice-Presidente da NTC&Logística
  3. Paulo Afonso Rodrigues da Silva Lustosa – Presidente da FENATAC

Palestrantes convidados:

CNT – Confederação Nacional do Transporte

  • Apresentação da Pesquisa CNT

Palestrante: Fernanda Rezende, Diretora Executiva

INFRA S.A.

  • Status do Plano Nacional de Logística (PNL)

Palestrante: George Lavor Teixeira, Coordenador

ANTT – Agência Nacional de Transportes Terrestres

  • Fiscalização no Transporte Rodoviário de Cargas: piso mínimo de frete e seguros

Palestrante: Hugo Leonardo Cunha Rodrigues, Superintendente de Fiscalização de Serviços de Transporte Rodoviário de Cargas e Passageiros (SUFIS)

Debates

12h | 13h30  – Almoço

13h30 | 15h Painel 2: TRABALHISTA

Palestrante: Dr. Narciso Figueirôa Júnior, Assessor Jurídico da NTC&Logística

  • Atualizações da legislação

Perguntas e respostas

15h30 | 17h30 Painel 3: REFORMA TRIBUTÁRIA E PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO 

Palestrante: Dr. Marcos Aurélio Ribeiro, Diretor Jurídico da NTC&Logística

Convidados:

Dra. Talita Pimenta Felix, Advogada, Mestre e Doutora em Direito pela PUC-SP, e Coordenadora do Instituto Brasileiro de Estudos Tributários – IBET Goiânia

Dr. Ângelo de Angelis, Mestre em Economia pela Universidade Estadual de Campinas – UNICAMP (SP)

Dr. Fabrício Campos, Advogado e Contador, Mestre em Ciências Contábeis e Financeiras pela PUC-SP, Doutorando em Direito Tributário pela University of Leeds e Professor da UNIFESP

  • Atualizações do cenário tributário

Perguntas e respostas

18hConsiderações Finais Encerramento

20h30Jantar de Encerramento

Condições de Inscrição

l  Inscrições realizadas até 31 de dezembro
➝ Desconto de 15% sobre os valores de sócio, não sócio e extra jantar.

l  Inscrições realizadas até 31 de janeiro
➝ Desconto de 5% sobre os valores de sócio, não sócio e extra jantar.

l  Inscrições realizadas de 1º a 19 de fevereiro
➝ Valores integrais, sem desconto.

As inscrições pelo site foram encerradas. Os interessados deverão encaminhar e-mail para presidencia@ntc.org.br, demonstrando interesse até o dia 24 de fevereiro, às 16 horas. Após esse prazo, as inscrições serão realizadas somente no local.

Hospedagem – Tarifas Especiais

Para a compra de hospedagem com tarifas especiais, utilize o PROMOCODE:

CONETNTCBSB

Canal de contato para reservas:

l  Segunda a sexta-feira: das 9h às 18 horas

l  Sábado: das 10h às 14 horas

l  E-mail: df.reservas@goldentulip.com.br

l  Telefone: (61) 3424-7018

Patrocine o evento e impulsione a sua marca.

Fale com Elisete Balarini pelo telefone/WhatsApp (11) 99404-9647 ou pelos e-mails gabinete@ntc.org.br e comercial@ntc.org.br

Realização

l  NTC&Logística (Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística)

Entidade Anfitriã

l FENATAC (Federação Interestadual das Empresas de Transporte de Cargas & Logística)

Apoio

l  Sindicatos filiados à FENATAC

Patrocinadores

l  FENATRAN

l  Geotab

l  Road Card – Pamcard

l  Transpocred

l  TGID

l  Volkswagen Caminhões e Ônibus

l  Wisevia

Apoios Institucionais

l Sistema Transporte (CNT – Confederação Nacional do Transporte; SEST SENAT – Serviço Social do Transporte e Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte; ITL – Instituto de Transporte e Logística)

l  FuMTran (Fundação Memória do Transporte)

Apoio Logístico

l  Braspress

Participe da primeira edição de 2026 do Seminário Itinerante da NTC&Logística, em Pernambuco

Participe da primeira edição de 2026 do Seminário Itinerante da NTC&Logística, em Pernambuco

A primeira edição de 2026 do Seminário Itinerante da NTC&Logística ocorrerá no estado de Pernambuco, recepcionada pela Federação das Empresas de Transporte de Cargas e Logística do Nordeste – FETRACAN, pelo Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas, Entregas, Armazenagem e Logística do Estado de Pernambuco – SETCEPE e pelo Núcleo da COMJOVEM Recife, no dia 19 de março, às 8h30, no Complexo Industrial Portuário de Pernambuco (SUAPE), localizado no litoral sul, abrangendo os municípios de Ipojuca e Cabo de Santo Agostinho.

Criado em 2004, o Seminário Itinerante tem o propósito de levar a NTC&Logística – Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística a diversas regiões do país, promovendo capacitação técnica e oportunidades de negócios para empresários e executivos do setor de transporte de cargas e logística.

A programação contará com temas relevantes para o setor e que impactam diretamente as atividades das empresas. A organização do evento também conta com o apoio da COMJOVEM – Comissão de Jovens Empresários e Executivos do Transporte Rodoviário de Cargas da NTC&Logística.

Ratificando a missão da NTC&Logística de estar ao lado do transportador rodoviário de cargas, de Norte a Sul do Brasil, o Seminário Itinerante já percorreu diversos estados ao longo de mais de duas décadas.

Para o presidente da NTC&Logística, Eduardo Rebuzzi, “a primeira edição do Seminário Itinerante de 2026, que ocorrerá no estado de Pernambuco, marca o início de um novo ciclo de encontros, reafirmando o compromisso da entidade de estar próxima do transportador rodoviário de cargas em todas as regiões do país. Abrir o calendário em um Estado estratégico para a logística do Nordeste reforça a importância do diálogo regional e da troca de experiências. Ao longo deste ano, o Seminário Itinerante passará por três cidades, promovendo encontros qualificados, debates relevantes e aprendizados práticos para empresários, executivos e lideranças do setor. Estamos confiantes de que o Seminário Itinerante em Pernambuco dará o tom de mais uma temporada de sucesso, contribuindo de forma efetiva para o fortalecimento do Transporte Rodoviário de Cargas no Brasil”.

O evento será realizado presencialmente, no Complexo Industrial Portuário de Pernambuco (SUAPE) – Rodovia Indonésia, S/N – Bairro: Distrito Industrial de Ipojuca – Suape Ipojuca – Pernambuco (PE). A participação é aberta a todos os empresários da região que contribuem para um Transporte Rodoviário de Cargas cada vez mais forte.

Clique aqui e faça já a sua inscrição

PROGRAMAÇÃO PRELIMINAR

PERÍODO DA MANHÃ – VISITA TÉCNICA

8h30 | 9h | Recepção com Café de Boas-Vindas e Credenciamento

9h | 11h30 | Visita Técnica – Porto de Suape

• Apresentação institucional

• Visita guiada às operações

• Ênfase em eficiência logística, integração multimodal

e relação porto–TRC

11h30 | 12h15 | Palestra: BR do Mar e os Impactos para a Cabotagem

e a Competitividade Logística

Palestrante Convidado: a ser definido

12h30 | 14h | Almoço de Relacionamento

Local: a ser definido

PERÍODO DA TARDE – CONTEÚDO TÉCNICO E MERCADO

Local: Prédio administrativo do Porto de Suape – Rodovia Indonésia, S/N – Bairro: Distrito Industrial de Ipojuca – Suape Ipojuca – Pernambuco (PE)

14h15 | 14h30 | Abertura Oficial

• Boas-vindas institucionais

• Contextualização do encontro

• Importância do associativismo e das conexões logísticas regionais

14h30 | 15h45 | Palestra: Mercado e Tarifa

Palestrante: Engo Lauro Valdivia, Assessor Técnico da NTC&Logística

Conteúdo:

• Atualização do INCT (Índice Nacional de Custos do Transporte)

• Apresentação da Pesquisa de Mercado DECOPE 2026

Demonstração de Aplicações práticas da Plataforma de Cálculo de Frete

15h45 | 16h15 | Intervalo

16h15 | 17h30 | NTC TALKS – Soluções para o TRC

Participantes: Transpocred – Crédito e soluções financeiras para o TRC

NDD – Tecnologia, gestão fiscal e documentos eletrônicos

The – Soluções corporativas e apoio à gestão empresarial

Apvida – Saúde e bem-estar para empresas e colaboradores

Pamcard – Meios de pagamento e gestão de benefícios para o transporte

17h30 | 19h30 | Happy Hour de Encerramento

Clique aqui e faça já a sua inscrição

Realização

  • NTC&Logística – Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística
  • FETRACAN – Federação das Empresas de Transporte de Cargas e Logística do Nordeste
  • SETCEPE – Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas, Entregas, Armazenagem e Logística do Estado de Pernambuco

Patrocínio

  • FENATRAN
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Empresários preparam contra-ataque ao fim da jornada de trabalho 6×1

Empresários preparam contra-ataque ao fim da jornada de trabalho 6×1

Entidades empresariais preparam estudos, campanhas publicitárias e até pesquisas de opinião pública para rebater argumentos do governo 

Brasília – Associações, empresários e frentes parlamentares definiram um plano para tentar frear o fim da jornada de trabalho 6×1 – seis dias de trabalho e um de descanso – com três tipos de abordagem. Eles planejam atuar para que a votação fique para depois da eleição, preparar estudos e campanhas para mostrar os pontos negativos da mudança e apresentar propostas alternativas, como a desoneração da folha de salários ou autorizar o pagamento por hora trabalhada.

A obrigação de conceder pelo menos dois dias de folga por semana aos trabalhadores voltou a ganhar força com a decisão do governo Lula (PT) de mandar um projeto de lei sobre o tema para o Congresso e do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), de encampar a PEC (Proposta de Emenda Constitucional) apresentada pela deputada Erika Hilton (PSOL-SP) há mais de um ano.

A principal estratégia dos empresários, segundo fontes, é atuar para que a PEC só seja votada depois da eleição de outubro. É consenso que não haverá como barrar a aprovação ou modificá-la substancialmente no primeiro semestre, pelo alto apelo junto aos eleitores, assim como ocorreu no projeto que elevou a isenção do imposto de renda para quem ganha até R$ 5.000. Na ocasião, a oposição criticou a criação de um novo imposto sobre quem recebe mais de R$ 50 mil para bancar a medida, mas acabou votando a favor.

O presidente da CNT (Confederação Nacional do Transporte, Vander Costa, afirma que o debate precisa ser feito com mais calma. “A ideia não é atrasar. É discutir no tempo certo, sem afogadilho. O que a gente não defende é votação rápida com finalidade eleitoreira”, diz.

Em nota, a CNI (Confederação Nacional da Indústria) também defendeu “separar o debate técnico do calendário eleitoral”. “O que a instituição pede, com a serenidade e responsabilidade de quem pensa no longo prazo, é que o debate seja elevado, orientado por evidências e compromisso com resultados duradouros”.

ALTERNATIVAS

A opção de Motta por uma PEC pode contribuir para essa estratégia de postergar a votação. Esse tipo de proposta tem tramitação mais demorada e exige maior quórum para que seja aprovada – portanto, mais negociação com os parlamentares. O presidente da Câmara projeta votá-la em maio, mas o governo ainda tenta convencê-lo a aceitar um projeto de lei em regime de urgência.

A primeira área de atuação dos empresários será na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara. O colegiado discute a admissibilidade da proposta, ou seja, se fere cláusulas pétreas da Constituição. Mas as frentes parlamentares já preparam mais de 10 pedidos de audiências públicas para alongar o debate.

Em seguida à CCJ, uma comissão especial discutirá a PEC e fará alterações. O presidente da Frente Parlamentar do Empreendedorismo, deputado Joaquim Passarinho (PL-PA), acha improvável que a votação não ocorra no primeiro semestre e afirma que é preciso apresentar alternativas.

“A jornada 4×3 [da PEC de Erika Hilton] é uma bomba, quebra até o governo. A 5×2 já começa a melhorar”, afirma. “Mas é melhor falar em redução de jornada do que em redução de dias. A gente está querendo propor uma redução para 40 horas, diminuindo uma hora por ano a partir de 2027”, diz. Com isso, a jornada semanal cairia de 44 para 40 horas semanais em 2030, com tempo de adaptação.

Se o governo insistir no fim da jornada 6×1, diz Passarinho, outras ideias são aprovar junto à PEC do deputado Mauricio Marcon (PL-RS), que permite o modelo de jornada flexível com remuneração por hora trabalhada, inspirada nos EUA, ou uma desoneração da folha de salários para todas as empresas, como forma de repassar para o governo parte dos custos com a contratação de mais funcionários.

Relator de uma subcomissão da Câmara para discutir o tema no ano passado, o deputado Luiz Gastão (PSD-CE), que é ligado às associações de comércio e serviços, afirma que as empresas passaram a se manifestar. “O setor produtivo estava calado, mas começou a falar agora. Até então, só os trabalhadores estavam falando dessa pauta”, diz.

Ele sugeriu reduzir a jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, mas sem limitar o número de dias trabalhados – o que, na opinião dele, desestruturaria as empresas. Em contrapartida, o então presidente da Comissão de Trabalho, deputado Léo Prates (PDT-BA), propôs como alternativa elevar de 8 horas para 10 horas a jornada máxima por dia, mas com limite de 5 dias por semana. “A bandeira do movimento é acabar com a jornada 6×1, ter dois dias de descanso para o trabalhador. O resto é acessório.”

As associações empresariais preparam estudos, campanhas publicitárias e até pesquisas de opinião pública para rebater os argumentos do governo e de sindicatos de trabalhadores a favor da proposta. Os principais argumentos são de aumento dos custos dos produtos e serviços para os consumidores, maior informalidade da mão de obra e impacto nos salários.

Um manifesto em elaboração já reúne cerca de 90 entidades de diversos setores para cobrar um debate aprofundado. Ele deve ser entregue para os presidentes de várias frentes parlamentares em 3 de março e apresentado a Motta em um seminário.

O presidente da Abrasel (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes), Paulo Solmucci, estuda contratar uma pesquisa que indique se trabalhadores vão manter o apoio às mudanças se as consequências forem conhecidas. “É muito difícil você propor que alguém trabalhe menos e essa pessoa ser contra, mas não está claro para ninguém o impacto pesado e grave para o custo dos serviços”, afirma.

Para ele, os deputados estão acuados pela percepção de que a sociedade vem recebendo bem a PEC. No setor de bares e restaurantes, diz, a projeção é um aumento de 20% nos gastos, para contratar uma pessoa a mais para cumprir a função de quem passaria a estar de folga. Os preços finais para os clientes teriam alta de 7%, estima.

Vander Costa afirma ainda que o Congresso deve avaliar se este é o momento para reduzir a jornada de trabalho, considerando a falta de mão de obra qualificada e dificuldade de preenchimento de vagas em diversos setores. “A gente tem caminhão e ônibus parado por falta de motorista. O que eu defendo hoje? Que seja feito tudo por negociação coletiva. O Brasil é muito grande para poder ter jornada única”, diz.

Sinalização de estradas após obras está na pauta da Comissão de Infraestrutura

Sinalização de estradas após obras está na pauta da Comissão de Infraestrutura

A Comissão de Infraestrutura (CI) se reúne na terça-feira (24), a partir das 9h, para analisar proposta que reforça a sinalização de rodovias após obras

O Projeto de Lei (PL) 1.508/2019, da Câmara dos Deputados, determina que as estradas federais só devem ser liberadas ao tráfego depois da instalação da sinalização definitiva, como pintura de faixas e placas. A regra, que busca aumentar a segurança nas vias, vale para obras de pavimentação, restauração, recuperação ou manutenção. A proposta altera a Lei 10.233, de 2001.

O relator, senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB), apresentou parecer favorável. Pelo texto, a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) deverão incluir a exigência nos editais de licitação das obras.

Setor elétrico

Também estão na pauta dois requerimentos relacionados ao setor elétrico. Um deles trata de reajuste na conta de luz no Amapá, enquanto o outro propõe audiência pública sobre a regulamentação da geração de energia eólica em alto-mar.

O Requerimento (REQ) 86/2025 – CI, do senador Lucas Barreto (PSD-AP), pede informações à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) sobre o Reajuste Tarifário Anual de 2025 da Companhia de Eletricidade do Amapá (CEA).

Segundo a nota técnica citada no documento, o reajuste pode resultar em aumento médio de 24,13% nas tarifas, sendo 30,97% para consumidores de alta tensão (como indústrias) e 22,57% para os de baixa tensão (como residências).

O senador solicita detalhes sobre os cálculos, as bases de dados utilizadas e os impactos de dispositivos da Lei 15.235, de 2025, voltados à redução das tarifas na Região Norte.

Outro requerimento (REQ 1/2026 – CI), do senador Astronauta Marcos Pontes (PL-SP), propõe audiência pública para discutir a regulamentação da Lei 15.097, de 2025, que criou regras para a geração de energia eólica em alto-mar.

O objetivo é avaliar como está a regulamentação da lei, a definição das áreas marítimas para instalação de usinas e os procedimentos de autorização e licenciamento. A proposta prevê convite a representantes de quatro ministérios, da Aneel, da Marinha do Brasil e do Conselho Global de Eólicas.

Radares com inteligência artificial começam a operar no Sistema Anchieta-Imigrantes

Radares com inteligência artificial começam a operar no Sistema Anchieta-Imigrantes

Embora não autuem, tecnologia promete melhorar a segurança nas estradas

A concessionária Ecovias, responsável pelo Sistema Anchieta-Imigrantes, iniciou a operação de radares equipados com tecnologia de inteligência artificial (IA) para apoiar o monitoramento do tráfego e identificar situações atípicas nas pistas.

O sistema, no entanto, não pode fazer autuações, mas já operou durante o carnaval, informa a concessionária.

A IA identifica a possível infração por meio de análise de imagem (postura, posição das mãos etc.). Porém, antes de gerar a multa definitiva, as imagens passam por verificação de agentes de trânsito, garantindo a validação da infração.

Segundo as autoridades e a concessionária, os sistemas utilizam câmeras de alta resolução associadas a algoritmos de IA capazes de detectar comportamentos de risco, como uso de celular ao volante e não uso de cinto de segurança, além do tradicional controle de velocidade.

De acordo com a empresa que administra o trecho, a tecnologia está sendo aplicada principalmente para monitoramento de situações operacionais e de risco, com o objetivo de fortalecer a segurança viária, e não para substituir a fiscalização tradicional.

A Polícia Militar Rodoviária continua sendo responsável pela verificação e emissão de multas com base nos registros de infrações, integrando os dados captados pelas câmeras com as checagens humanas.

Em 2026, durante o feriado de carnaval, 318 mil veículos desceram para o litoral paulista pelo sistema Anchieta-Imigrantes, segundo a Ecovias.

Investimentos de R$ 5,1 bilhões avançam em portos como Santos, Pecém e Paranaguá

Investimentos de R$ 5,1 bilhões avançam em portos como Santos, Pecém e Paranaguá

Nove projetos de modernização de portos foram aprovados pelo Ministério de Portos e Aeroportos e pelo Conselho do Fundo da Marinha Mercante

Nove projetos de ampliação e modernização de portos brasileiros receberam aprovação do Ministério de Portos e Aeroportos, por meio do Conselho Diretor do Fundo da Marinha Mercante (CDFMM). O volume total de investimentos aprovados soma R$ 5,1 bilhões.

Entre os destaques está a modernização dos Terminais 16 e 17 do Porto de Santos, vinculados ao contrato de arrendamento da Operadora CLI Sul, com investimento de R$ 678,2 milhões. Também foi aprovada a implantação de um novo Terminal de Uso Privado no Porto do Pecém, com aporte de R$ 795,1 milhões.

Os projetos têm potencial para gerar 5,3 mil empregos diretos e ampliar a capacidade operacional dos portos, com impacto direto na infraestrutura logística nacional.

INVESTIMENTOS REGIONAIS

Além de São Paulo e Ceará, os investimentos contemplam diferentes regiões do país. No Porto de Paranaguá (PR), foi aprovada a expansão e modernização do terminal PAR-09, com investimento de R$ 1,14 bilhão e previsão de 1,2 mil empregos diretos.

No Porto de Santana (AP), o aporte de R$ 127,8 milhões será destinado à implantação de sistemas de armazenagem e expedição. Já no Porto de Aratu (BA), os projetos incluem a construção de novos silos e melhorias operacionais e estruturais.

FINANCIAMENTO

O Fundo da Marinha Mercante financia projetos de infraestrutura naval e portuária e é administrado pelo Ministério de Portos e Aeroportos. As operações são realizadas por instituições financeiras como BNDES, Banco do Brasil, Banco da Amazônia, Banco do Nordeste e Caixa Econômica Federal.

Após a aprovação, os projetos têm até 450 dias para contratar o financiamento, prazo que pode ser prorrogado conforme as normas vigentes. O Fundo pode financiar até 90% do valor total dos empreendimentos.

Últimos dias para participar da primeira edição do CONET&Intersindical de 2026, em Brasília

Últimos dias para participar da primeira edição do CONET&Intersindical de 2026, em Brasília

A NTC&Logística (Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística) realizará a primeira edição do CONET&Intersindical 2026 nos dias 26 e 27 de fevereiro, no ROYAL TULIP BRASÍLIA ALVORADA, em Brasília (DF). O evento tem como entidade anfitriã a FENATAC – Federação Interestadual das Empresas de Transporte de Cargas e Logística, com o apoio dos Sindicatos filiados à entidade. 

As inscrições pelo site foram encerradas. Os interessados deverão encaminhar e-mail para gabinete@ntc.org.br, demonstrando interesse até o dia 24 de fevereiro, às 16h. Após esse prazo, as inscrições serão realizadas somente no local.

O CONET&Intersindical consolidou-se como um dos eventos mais importantes do setor, reunindo os principais protagonistas do TRC, promovendo debates estratégicos, troca de experiências e oportunidades para o fortalecimento de parcerias.

Confira a programação preliminar.

PROGRAMAÇÃO PRELIMINAR

CONET&INTERSINDICAL | EDIÇÃO BRASÍLIA

26 e 27 de fevereiro de 2026

26 de fevereiro de 2026 | CONET

10h – Credenciamento

10h30 | 12h – Abertura Oficial

Composição da Mesa

12h | 13h – Almoço

13h30 | 14h30 – Painel: MERCADO E TARIFAS

Palestrante:

Engo Lauro Valdivia, Assessor Técnico da NTC&Logística

l Atualização do INCT (Índice Nacional de Custos do Transporte)

l Apresentação da Pesquisa de Mercado DECOPE 2026

l Demonstração e Aplicações práticas da Plataforma de Cálculo de Frete

14h30 | 14h45 – Painel: INOVAÇÃO E NOVOS NEGÓCIOS

Palestrante:

André de Simone, Vice-Presidente de Inovação e Novos Negócios

14h45 | 15h30 TALKS FORNECEDORES DA CADEIA PRODUTIVA DO TRC

O que esperar do ano de 2026 e como os produtos, serviços e soluções

podem contribuir para

o  Redução de custos operacionais

o  Ganhos de eficiência e produtividade

o  Gestão, tecnologia, segurança e sustentabilidade

nas empresas do TRC

15h30 | 16h – Intervalo

16h | 17h ENCONTRO COM EMPRESÁRIOS DO TRC

l Carga Lotação

Antonio Luis da Silva Junior, CEO da Tora Transportes

l Carga Fracionada

Marcelo Patrus, CEO da Patrus Transportes

l Carga Líquida e Perigosa

Oswaldo Vieira Caixeta Junior, CEO da Transac Transportes

e Presidente da ABTLP – Associação Brasileira de Transporte e

Logística de Produtos Perigosos

Foco:

·  Cenário de mercado e desafios operacionais

·  Expectativas para 2026

17h | 18h30 – Palestra Magna:

CENÁRIO ECONÔMICO E PERSPECTIVAS PARA

O TRANSPORTE RODOVIÁRIO DE CARGAS

Palestrante: Eric Klein, Jornalista da CNBC Brasil

Jornalista com sólida trajetória na cobertura de grandes acontecimentos nacionais e internacionais. Passou pela Record, onde consolidou experiência em reportagens investigativas e transmissões ao vivo de alto impacto. Atualmente integra o time da CNBC Brasil, atuando com análise aprofundada e informação em tempo real, reforçando credibilidade e precisão editorial. Sua expertise abrange política, economia e temas sociais, sempre com rigor jornalístico e capacidade de conectar fatos a contextos mais amplos – qualidades que agregam profundidade e relevância a qualquer projeto de comunicação ou conteúdo estratégico.

19h – Considerações Finais e Encerramento

27 de fevereiro de 2026 | INTERSINDICAL

9h – Abertura da INTERSINDICAL

9h30 | 12h Painel 1: INFRAESTRUTURA

Palestrantes convidados:

CNT – Confederação Nacional do Transporte

l  Apresentação da Pesquisa CNT

Palestrante: Fernanda Rezende, Diretora Executiva

INFRA S.A.

l  Status do Plano Nacional de Logística (PNL)

Palestrante: George Lavor Teixeira, Coordenador

ANTT – Agência Nacional de Transportes Terrestres

l  Fiscalização no Transporte Rodoviário de Cargas:

piso mínimo de frete e seguros

Palestrante: Hugo Leonardo Cunha Rodrigues,

Superintendente de Fiscalização de Serviços de Transporte

Rodoviário de Cargas e Passageiros (SUFIS)

Debates

12h | 13h30 – Almoço

13h30 | 15h Painel 2: TRABALHISTA

Palestrante:

Dr. Narciso Figueirôa Junior, Assessor Jurídico da NTC&Logística

o Atualizações da legislação

Perguntas e respostas

15h30 | 17h30 Painel 3: TRIBUTÁRIO

Palestrante:

Dr. Marcos Aurélio Ribeiro, Diretor Jurídico da NTC&Logística

Convidados:

Dra. Talita Pimenta Félix, Advogada, Mestre e Doutora em Direito pela PUC/SP, e Coordenadora do Instituto Brasileiro de Estudos Tributários – IBET Goiânia

Dr. Ângelo de Angelis, Mestre em Economia pela Universidade Estadual de Campinas – UNICAMP (SP)

o Atualizações do cenário tributário

Perguntas e respostas

18h – Considerações Finais – Encerramento

20h30 – Jantar de Encerramento

Condições de Inscrição

l  Inscrições realizadas até 31 de dezembro
➝ Desconto de 15% sobre os valores de sócio, não sócio e extra jantar.

l  Inscrições realizadas até 31 de janeiro
➝ Desconto de 5% sobre os valores de sócio, não sócio e extra jantar.

l  Inscrições realizadas de 1º a 19 de fevereiro
➝ Valores integrais, sem desconto.

As inscrições pelo site foram encerradas. Os interessados deverão encaminhar e-mail para presidencia@ntc.org.br, demonstrando interesse até o dia 24 de fevereiro, às 16h. Após esse prazo, as inscrições serão realizadas somente no local.

Hospedagem – Tarifas Especiais

Para a compra de hospedagem com tarifas especiais, utilize o PROMOCODE:

CONETNTCBSB

Canal de contato para reservas:

l  Segunda a sexta-feira: das 9h às 18 horas

l  Sábado: das 10h às 14 horas

l  E-mail: df.reservas@goldentulip.com.br

l  Telefone: (61) 3424-7018

Patrocine o evento e impulsione a sua marca.

Fale com Elisete Balarini pelo telefone/WhatsApp (11) 99404-9647 ou pelos e-mails gabinete@ntc.org.br e comercial@ntc.org.br

Realização

l  NTC&Logística (Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística)

Entidade Anfitriã

l FENATAC (Federação Interestadual das Empresas de Transporte de Cargas & Logística)

Apoio

l  Sindicatos filiados à FENATAC

Patrocinadores

l  FENATRAN

l  Geotab

l  Road Card – Pamcard

l  Transpocred

l  TGID

l  Volkswagen Caminhões e Ônibus

l  Wisevia

Apoios Institucionais

l Sistema Transporte (CNT – Confederação Nacional do Transporte; SEST SENAT – Serviço Social do Transporte e Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte; ITL – Instituto de Transporte e Logística)

l  FuMTran (Fundação Memória do Transporte)

Apoio Logístico

l  Braspress

Participe da primeira edição de 2026 do Seminário Itinerante da NTC&Logística, em Pernambuco

Participe da primeira edição de 2026 do Seminário Itinerante da NTC&Logística, em Pernambuco

A primeira edição de 2026 do Seminário Itinerante da NTC&Logística ocorrerá no estado de Pernambuco, recepcionada pela Federação das Empresas de Transporte de Cargas e Logística do Nordeste – FETRACAN, pelo Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas, Entregas, Armazenagem e Logística do Estado de Pernambuco – SETCEPE e pelo Núcleo da COMJOVEM Recife, no dia 19 de março, às 8h30, no Complexo Industrial Portuário de Pernambuco (SUAPE), localizado no litoral sul, abrangendo os municípios de Ipojuca e Cabo de Santo Agostinho.

Criado em 2004, o Seminário Itinerante tem o propósito de levar a NTC&Logística – Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística a diversas regiões do país, promovendo capacitação técnica e oportunidades de negócios para empresários e executivos do setor de transporte de cargas e logística.

A programação contará com temas relevantes para o setor e que impactam diretamente as atividades das empresas. A organização do evento também conta com o apoio da COMJOVEM – Comissão de Jovens Empresários e Executivos do Transporte Rodoviário de Cargas da NTC&Logística.

Ratificando a missão da NTC&Logística de estar ao lado do transportador rodoviário de cargas, de Norte a Sul do Brasil, o Seminário Itinerante já percorreu diversos estados ao longo de mais de duas décadas.

Para o presidente da NTC&Logística, Eduardo Rebuzzi, “a primeira edição do Seminário Itinerante de 2026, que ocorrerá no estado de Pernambuco, marca o início de um novo ciclo de encontros, reafirmando o compromisso da entidade de estar próxima do transportador rodoviário de cargas em todas as regiões do país. Abrir o calendário em um Estado estratégico para a logística do Nordeste reforça a importância do diálogo regional e da troca de experiências. Ao longo deste ano, o Seminário Itinerante passará por três cidades, promovendo encontros qualificados, debates relevantes e aprendizados práticos para empresários, executivos e lideranças do setor. Estamos confiantes de que o Seminário Itinerante em Pernambuco dará o tom de mais uma temporada de sucesso, contribuindo de forma efetiva para o fortalecimento do Transporte Rodoviário de Cargas no Brasil”.

O evento será realizado presencialmente, no Complexo Industrial Portuário de Pernambuco (SUAPE) – Rodovia Indonésia, S/N – Bairro: Distrito Industrial de Ipojuca – Suape Ipojuca – Pernambuco (PE). A participação é aberta a todos os empresários da região que contribuem para um Transporte Rodoviário de Cargas cada vez mais forte.

Clique aqui e faça já a sua inscrição

PROGRAMAÇÃO PRELIMINAR

PERÍODO DA MANHÃ – VISITA TÉCNICA

8h30 | 9h | Recepção com Café de Boas-Vindas e Credenciamento

9h | 11h30 | Visita Técnica – Porto de Suape

• Apresentação institucional

• Visita guiada às operações

• Ênfase em eficiência logística, integração multimodal

e relação porto–TRC

11h30 | 12h15 | Palestra: BR do Mar e os Impactos para a Cabotagem

e a Competitividade Logística

Palestrante Convidado: a ser definido

12h30 | 14h | Almoço de Relacionamento

Local: a ser definido

PERÍODO DA TARDE – CONTEÚDO TÉCNICO E MERCADO

Local: Prédio administrativo do Porto de Suape – Rodovia Indonésia, S/N – Bairro: Distrito Industrial de Ipojuca – Suape Ipojuca – Pernambuco (PE)

14h15 | 14h30 | Abertura Oficial

• Boas-vindas institucionais

• Contextualização do encontro

• Importância do associativismo e das conexões logísticas regionais

14h30 | 15h45 | Palestra: Mercado e Tarifa

Palestrante: Engo Lauro Valdivia, Assessor Técnico da NTC&Logística

Conteúdo:

• Atualização do INCT (Índice Nacional de Custos do Transporte)

• Apresentação da Pesquisa de Mercado DECOPE 2026

Demonstração Aplicações práticas da Plataforma de Cálculo de Frete

15h45 | 16h15 | Intervalo

16h15 | 17h30 | NTC TALKS – Soluções para o TRC

Participantes: Transpocred – Crédito e soluções financeiras para o TRC

NDD – Tecnologia, gestão fiscal e documentos eletrônicos

The – Soluções corporativas e apoio à gestão empresarial

Apvida – Saúde e bem-estar para empresas e colaboradores

Pamcard – Meios de pagamento e gestão de benefícios para o transporte

17h30 | 19h30 | Happy Hour de Encerramento

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Realização

  • NTC&Logística – Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística
  • FETRACAN – Federação das Empresas de Transporte de Cargas e Logística do Nordeste
  • SETCEPE – Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas, Entregas, Armazenagem e Logística do Estado de Pernambuco

Patrocínio

  • FENATRAN
  • Transpocred

Apoio Institucional

  • Sistema Transporte – CNT / Confederação Nacional do Transporte / SEST SENAT – Serviço Social do Transporte e Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte / ITL – Instituto de Transporte e Logística
  • FuMTran – Fundação Memória do Transporte

Apoio Logístico

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Rodovias concentram 76% dos recursos federais em transportes em 2025

Rodovias concentram 76% dos recursos federais em transportes em 2025

Os aportes federais em rodovias somaram R$ 12,7 bilhões em 2025, montante equivalente a 76,2% de todo o valor desembolsado pela União e por estatais no setor de transportes ao longo do ano. A informação, extraída do Boletim Unificado de janeiro de 2026, divulgado pelo Ministério dos Transportes, reforça a prioridade do modal rodoviário na matriz de infraestrutura brasileira e indica a continuidade de um fluxo de recursos essencial para assegurar trafegabilidade e segurança nas estradas – ambiente de trabalho de milhões de profissionais.

De acordo com os dados, a execução orçamentária no segmento rodoviário ultrapassou 100% do crédito autorizado para o exercício. Na prática, essa constância na aplicação dos investimentos representa obras em andamento, manutenção permanente e maior agilidade na recuperação de trechos desgastados da malha viária. Para quem atua no transporte, os reflexos aparecem na redução do desgaste dos veículos, maior cumprimento de prazos e diminuição da exposição a acidentes provocados por falhas no pavimento.

“O investimento em rodovia salva vidas. Para quem vive na estrada, ver o recurso se transformar em asfalto novo e sinalização adequada significa trabalhar com mais segurança. A regularidade dos aportes garante proteção aos trabalhadores e às famílias que circulam pelo país”, afirma José Ronaldo Marques da Silva, conhecido como Boizinho, presidente do Sindicato Nacional dos Cegonheiros (Sinaceg). A entidade reúne cerca de 5 mil profissionais especializados no transporte de veículos zero quilômetro em todo o Brasil.

A manutenção dos pagamentos em patamar superior a R$ 12 bilhões anuais desde 2023 contribui para um ambiente de maior previsibilidade no planejamento logístico. Em um segmento que movimenta cargas de elevado valor agregado, como o de veículos novos, a continuidade dos investimentos públicos atua como base para ganhos de eficiência e produtividade.

“A previsibilidade é fundamental para a eficiência logística. Com estradas em melhores condições, conseguimos cumprir prazos com segurança e preservar os equipamentos. O transporte de veículos exige alto nível de precisão, e a permanência dos investimentos é decisiva para sustentar a operação de um setor que movimenta cerca de 3 milhões de veículos zero quilômetro por ano”, destaca Márcio Galdino, diretor regional do Sinaceg.

Prévia do PIB do Banco Central cresce 2,5% em 2025, ante 3,7% em 2024

Prévia do PIB do Banco Central cresce 2,5% em 2025, ante 3,7% em 2024

A economia brasileira caiu 0,2% em dezembro de 2025, fechando o ano com aumento acumulado de 2,5%, segundo dados do IBC-Br (Índice de Atividade Econômica), indicador do BC (Banco Central), conhecido por antecipar o desempenho do PIB (Produto Interno Bruto), a soma de todos os bens e serviços finais produzidos no país. Em 2024, o indicador havia avançado 3,7%.

O que aconteceu

Atividade econômica nacional cresceu 2,5% em 2025. Após encolher nos meses de setembro e outubro e avançar em novembro, a prévia do PIB voltou a recuar em dezembro, cedendo 0,2%. Com essa variação mensal, fechou o ano com crescimento inferior ao apurado em 2024, que foi de 3,7%.

Indicador atingiu níveis recordes em 2025. Com a perda de ritmo da atividade econômica nacional nos últimos meses do ano, o IBC-Br fechou dezembro em 109,1 pontos, abaixo do pico, de 110,4 pontos, atingido em abril do ano passado. No acumulado em 12 meses até novembro, a alta era de 2,39%, conforme os dados do BC.

Desempenho mensal em dezembro ante novembro mostrou desaceleração. Na série com ajuste sazonal, o indicador teve variações de 2,3% na agropecuária, de 0,3% na indústria e de menos 0,3% em serviços.

Agronegócio foi destaque da economia. Separando por ramos de atividade, o IBC-Br apurou, em 2025, aumento de 1,5% na indústria, de 2,1% nos serviços e, grande destaque do ano, de 13,1% na agropecuária, segundo dados do Banco Central.

“No caso do agro, a forte expansão da produção de grãos da safra 2024/25 foi favorecida pelas condições climáticas e pelo aumento das exportações. Já o setor de serviços exibiu crescimento robusto, puxado sobretudo por serviços empresariais, transportes e comércio. Esse desempenho refletiu o avanço da renda das famílias, em grande medida devido ao mercado de trabalho aquecido, além da maior digitalização da economia.” – Rafael Perez, economista da Suno Research

Excluindo o agronegócio, IBC-BR teria sido de 1,8%. No levantamento de dezembro, o Banco Central apurou que o desempenho da economia brasileira teria sido sete pontos percentuais mais fraco se excluindo o resultado da atividade do campo.

“O setor primário destacou-se em 2025, com salto de 13,1% em função da safra recorde de grãos, enquanto o setor de serviços permaneceu em trajetória de crescimento sólido, embora com perda de fôlego ao longo do segundo semestre do ano passado. No campo negativo, a indústria teve o terceiro declínio consecutivo na base trimestral.” – Rodolfo Margato, economista da XP

O que é o IBC-Br

Indicador é calculado a partir de uma base similar à do IBGE. Com divulgações mensais, a coleta de dados do Banco Central é classificada como a “prévia do PIB” por antecipar o andamento da atividade econômica. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística apresenta os dados sobre o desempenho da economia apenas a cada período de três meses.
Resultado do terceiro trimestre teve diferença expressiva. Os dados oficiais do IBGE mostraram que o PIB brasileiro permaneceu estável e avançou 0,1% entre os meses de julho e setembro, na comparação com os três meses anteriores. No IBC-Br, foi contabilizado um recuo de 0,9% da atividade econômica no mesmo intervalo. Ambos os resultados ainda podem ser atualizados.

Exportações do agro recuam 2,2% em janeiro, a US$ 10,8 bilhões

Exportações do agro recuam 2,2% em janeiro, a US$ 10,8 bilhões

As exportações brasileiras de produtos agropecuários alcançaram US$ 10,8 bilhões em janeiro, informou o Ministério da Agricultura em nota técnica. O valor é 2,2% inferior ao obtido no mesmo mês do ano anterior, o equivalente a uma queda de US$ 244 milhões frente aos US$ 11 bilhões registrados um ano antes.

O setor representou 42,8% dos embarques totais do país no período, ante 43,3% em 2024. Apesar do recuo, o desempenho é o terceiro maior já registrado para janeiro na série histórica.

Segundo a pasta, o resultado foi pressionado pela queda de 8,6% nos preços médios dos produtos exportados, mesmo com aumento de 7% no volume comercializado ao exterior. Em nota técnica da Secretaria de Comércio e Relações Internacionais, o ministério explicou que a cesta de alimentos que compõe o Índice de Preços dos Alimentos da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação caiu 0,4% em janeiro na comparação com dezembro e 0,6% em relação ao mesmo mês do ano anterior.

Já o índice de preços dos alimentos do Banco Mundial registrou redução de 3,1% na comparação anual. Conforme o ministério, as duas instituições apontam para quedas nos preços, fator que teve influência preponderante na diminuição do valor exportado pelo Brasil.

A pasta destacou ainda que as proteínas animais apresentaram recorde de exportação no mês, com a carne bovina in natura liderando o ranking de maior valor embarcado, somando US$ 1,3 bilhão.

Os seis principais setores exportadores do agronegócio brasileiro em janeiro foram carnes, com US$ 2,58 bilhões; complexo soja, com US$ 1,66 bilhão; produtos florestais, com US$ 1,38 bilhão; cereais, farinhas e preparações, com US$ 1,12 bilhão; café, com US$ 1,10 bilhão, e complexo sucroalcooleiro, com US$ 750 milhões. Juntos, esses segmentos responderam por 79,8% do total exportado pelo agronegócio no mês, somando US$ 8,6 bilhões.

Entre os destinos, a China manteve-se como principal importadora dos produtos do agronegócio brasileiro, com US$ 2,16 bilhões comercializados, o equivalente a 20% das exportações do setor e alta de 5,4% em relação a 2024. Na sequência, aparece a União Europeia, com US$ 1,69 bilhão, participação de 15,7% do total e recuo de 11% frente a 2025. Os Estados Unidos importaram US$ 705,54 milhões, representando 6,6% do total, com queda de 31% na comparação anual.

No período, cresceram as exportações para Emirados Árabes Unidos, Turquia, Filipinas, Irã, Iêmen, Iraque, Chile, Arábia Saudita, Japão e Marrocos. O Ministério ressaltou ainda o avanço das vendas para os países da Associação das Nações do Sudeste Asiático, que cresceram 5,7% em janeiro de 2026 na comparação com o mesmo mês do ano anterior. O bloco reúne Brunei, Camboja, Filipinas, Indonésia, Laos, Malásia, Mianmar, Singapura, Tailândia, Timor-Leste e Vietnã.

No lado das importações, o Brasil desembolsou US$ 1,633 bilhão com produtos agropecuários em janeiro, queda de 11,2% ante 2024. Os principais itens importados foram papel, trigo, salmão, fibras e produtos têxteis.

Segundo o Ministério, a redução nas importações de cacau inteiro ou partido foi a que mais contribuiu para o resultado, com US$ 81,33 milhões a menos do que no mesmo mês de 2025. Também houve forte queda nas compras de trigo, com redução de US$ 58,55 milhões, e de malte, com US$ 31,38 milhões a menos na comparação anual.

Além disso, foram importados insumos relevantes para a produção agropecuária, como fertilizantes, que somaram US$ 940,0 milhões, alta de 1,1%, e defensivos agrícolas, que totalizaram US$ 301,3 milhões, com queda de 26,4%.

Com esse desempenho, o saldo da balança comercial do agronegócio ficou positivo em US$ 9,12 bilhões no período, levemente abaixo dos US$ 9,16 bilhões registrados no ano anterior.

NTC&Logística apoia seminário que discutirá o Sistema TIR e o fortalecimento do Corredor Bioceânico, em Campo Grande

NTC&Logística apoia seminário que discutirá o Sistema TIR e o fortalecimento do Corredor Bioceânico, em Campo Grande

No dia 5 de março de 2026, o Bioparque Pantanal, em Campo Grande (MS), será palco do Seminário “O Sistema TIR como catalisador para integração e competitividade no Corredor Bioceânico”, evento que reunirá autoridades públicas, especialistas internacionais, representantes do setor produtivo e lideranças do Transporte Rodoviário de Cargas para debater os impactos logísticos, comerciais e institucionais da implementação do sistema global de trânsito aduaneiro TIR em sinergia com o desenvolvimento do Corredor Bioceânico.

Com apoio institucional da Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística (NTC&Logística), o encontro tem como objetivo apresentar os benefícios que a adoção do TIR pode oferecer aos países que integram o Corredor, incluindo a conexão da rota sul-americana com mercados estratégicos da Ásia e da Europa, a facilitação do comércio internacional e o aumento dos fluxos de cargas de forma mais segura, previsível e eficiente.

A programação terá início às 8h30, com o credenciamento, seguido da abertura oficial às 9 horas. Às 9h45, o senador Nelsinho Trad (PSD-MS) abordará o impacto do Corredor Bioceânico no desenvolvimento do Mato Grosso do Sul, destacando a importância da infraestrutura logística como vetor de crescimento econômico e integração regional.

Na sequência, Lucas Lagier, da União Internacional dos Transportes Rodoviários (IRU), apresentará os benefícios do sistema TIR para a competitividade do Corredor Bioceânico, enquanto Ana Luiza Taliberti, também da IRU, detalhará as etapas para a implementação do TIR nos países do Corredor, abordando os aspectos técnicos, regulatórios e operacionais do processo.

Após o intervalo para almoço, a programação será retomada às 14 horas, com a palestra “A adoção da Convenção TIR no Corredor Bioceânico de Capricórnio: uma avaliação estratégica da INFRA S.A. para a facilitação do comércio regional”, ministrada por Elaine Radel, da INFRA S.A. Em seguida, uma mesa-redonda reunirá representantes dos setores público e privado para discutir como ampliar a eficiência do Corredor Bioceânico no trânsito internacional, promovendo maior integração, redução de custos e fluidez logística.

O evento será encerrado com uma sessão aberta de perguntas e respostas, seguida de coquetel de relacionamento, entre 16h15 e 17h30.

O Seminário conta com a participação da União Internacional dos Transportes Rodoviários (IRU), organização sediada em Genebra desde 1948, que conecta mais de 100 países por meio de soluções voltadas à mobilidade e à logística segura, eficiente e sustentável. Por mandato da Organização das Nações Unidas (ONU), a IRU administra o TIR, considerado o único sistema global de trânsito aduaneiro capaz de facilitar o comércio internacional, reduzir barreiras burocráticas e promover a integração entre mercados e sociedades.

Mais informações e inscrições estão disponíveis na página oficial do evento, clicando aqui.

Transporte Rodoviário de Cargas destaca necessidade de ampliação estrutural para acompanhar crescimento do Porto de Santos

Transporte Rodoviário de Cargas destaca necessidade de ampliação estrutural para acompanhar crescimento do Porto de Santos

Com 186,4 milhões de toneladas movimentadas no Porto apenas em 2025, limites estruturais no sistema Anchieta-Imigrantes ficam evidentes para escoamento das cargas

A movimentação de 635,3 milhões de toneladas de cargas entre janeiro e novembro do último ano confirma o protagonismo dos portos da Região Sudeste na infraestrutura logística nacional. Trata-se de um crescimento de 6,01% em relação ao mesmo período de 2024, desempenho que contribuiu de forma decisiva para os resultados positivos da balança comercial brasileira, que atingiu o recorde de 348 bilhões de dólares em exportações entre 2023 e 2025. Dentro desse cenário, o Porto de Santos encerrou 2025 com o melhor resultado de sua história, alcançando a marca de 186,4 milhões de toneladas movimentadas, um crescimento de 3,6% sobre o recorde anterior, estabelecido em 2024.

O desempenho vem sendo acompanhado de perto pela Federação das Empresas de Transporte de Cargas do Estado de São Paulo (FETCESP), que destaca a relevância dos resultados para a infraestrutura logística paulista, especialmente na região de Santos, onde está localizado o maior porto da América Latina. Para a entidade, o avanço consolidou ainda mais a posição estratégica da Baixada Santista no comércio exterior brasileiro.

“São números importantes, robustos, e que trazem orgulho para nós aqui da Baixada Santista. O Porto de Santos mais uma vez demonstra sua força e capacidade operacional. Mas quem vive o dia a dia da operação sabe que cada tonelada movimentada exige um esforço logístico enorme”, reflete Roseneide Fassina, vice-presidente regional da FETCESP e presidente do SINDISAN – Sindicato das Empresas de Transporte Comercial de Carga do Litoral Paulista.

O crescimento do volume, segundo a dirigente, também evidencia fragilidades estruturais que ainda não foram plenamente resolvidas. Os gargalos logísticos e as limitações nos acessos ao Porto de Santos continuam sendo pontos críticos. O principal deles está no Sistema Anchieta-Imigrantes (SAI), responsável por controlar o fluxo de veículos entre o Planalto e a Baixada Santista.

“Temos picos de circulação que impactam diretamente a mobilidade da região. Em determinados momentos do dia, chegam a passar mais de 600 caminhões por hora pelo Sistema. Isso não significa que todos estejam indo para o porto, mas a pressão sobre a infraestrutura é real e constante”, afirma Fassina. “Caminhões que chegam antes do horário agendado acabam aguardando, o que gera filas, aumenta custos e traz reflexos para toda a cadeia.”

Na prática, o transporte rodoviário de cargas é o principal responsável por levar e retirar mercadorias do Porto de Santos, especialmente no comércio exterior, onde as exportações são determinantes para os resultados do complexo portuário. Qualquer interrupção ou lentidão no fluxo impacta diretamente os prazos de embarque, a produtividade dos terminais e os custos operacionais.

A Federação também destaca que o desafio não se limita aos acessos viários. A capacidade estática dos pátios, a organização do agendamento e a infraestrutura de apoio precisam acompanhar o crescimento dos volumes. Sem ampliação estrutural, o aumento da movimentação tende a intensificar a pressão sobre o Sistema.

Nesse contexto, a intermodalidade é apontada como um caminho estratégico. De acordo com a vice-presidente regional da entidade: “Se tivéssemos maior integração ferroviária com o transporte rodoviário de cargas, reduziríamos parte dessa pressão sobre os acessos e aumentaríamos a eficiência do Sistema como um todo. A integração multimodal traz benefícios econômicos e ambientais”.

Além da integração entre modais, a modernização tecnológica e a agenda de sustentabilidade também entram no debate. Diante desse cenário, uma das principais pautas defendidas pela entidade é a ampliação da área do Porto de Santos. “Hoje, temos um complexo de 7,8 milhões de metros quadrados, mas, com a inclusão das áreas perimetrais na poligonal do Porto, esse espaço poderia chegar a 20,4 milhões de metros quadrados. Essa ampliação é fundamental para garantir capacidade futura e evitar que o crescimento se transforme em gargalo”, finaliza Fassina.

Chuvas aumentam o custo do setor de transporte em MG

Chuvas aumentam o custo do setor de transporte em MG

Transporte de bebidas e de produtos de e-commerce são os segmentos que apresentam bons resultados

As intensas chuvas que vêm atingindo parte de Minas Gerais causam uma série de problemas para quem trafega profissionalmente pelas vias, dentre eles o aumento considerável no tempo das viagens, o que diminui a produtividade dos transportadores e, consequentemente, aumentam os custos.

“A gente tem um aumento de custo nesta época de chuva em torno de 17% a 25%. Muito em função da perda de produtividade, com o trânsito lento, paralisações, impedimento e tempo de viagem. O custo de manutenção não deve passar de 5% a 7%”, afirmou o presidente do Sindicato das Empresas de Transportes de Cargas e Logística de Minas Gerais (Setcemg), Antonio Luís da Silva Junior, mais conhecido por Toninho.

Além da necessidade de andar em uma velocidade mais baixa por causa da baixa visibilidade, os buracos abertos pelo grande volume de água contribuem para aumento na quantidade de acidentes, o que também atrasa o transporte.

O presidente da entidade observa que, com viagens mais lentas, é necessária uma contratação maior de caminhões para evitar o desabastecimento. “O motorista produz bem menos, mas o custo fixo é igual. Essa queda de produtividade impacta diretamente no custo”, explicou.

O presidente da entidade ressalta que é necessário o investimento preventivo pelo poder público para resolver problemas, como bueiros entupidos, quedas de barreiras e afins.

Transportes em baixa, apesar de bebidas e e-commerce estarem em alta

Durante o Carnaval, é comum que haja um alto consumo de bebidas alcoólicas, águas, sucos e refrigerantes pelos foliões. Por isso, o segmento de transporte de bebidas costuma ter um início de ano aquecido, já que abastece o varejo para a festividade.

O setor de transportes de produtos fracionados também segue em alta, mesmo após o Natal. Os hábitos de compras por e-commerce ajudaram a manter esse tipo de transporte aquecido.

“A demanda este ano começou fraca, exceto para alguns setores de transporte, como bebidas e cargas fracionadas, mas, no geral, estamos com uma queda de movimento na ordem de 15% a 20% em relação ao ano passado”, afirmou o presidente do Setcemg.

O setor de mineração e de cargas secas teve uma retração nos pedidos neste início de ano. As chuvas, além de piorarem as estradas por onde o minério é levado, também acabam atrapalhando a produção.

Já o grande volume de cargas secas, principalmente para a construção civil, montagem de indústrias ou para obras de infraestrutura acaba sendo deixado para depois do Carnaval. “O transporte pesado de estoque, siderúrgico, cimento e obras, que atende grandes projetos, tendem a acontecer depois do Carnaval. É um planejamento das empresas”, observou o dirigente.

Setor em 2026

O presidente do Setcemg prevê 2026 com alguns problemas, influenciados pela alta na taxa básica de juros, que impacta no investimento de longo prazo em maquinário ou em novas plantas. “Você quase não vê grandes projetos de obras, como estradas, grandes indústrias novas vindo para Minas e é isso que movimenta a nossa atividade”, observou.

Contudo, Silva Junior aponta que o setor é resiliente e que, mesmo em condições adversas, tem a capacidade de se adaptar e se recuperar com facilidade.

Governo federal prevê R$ 229 mi de investimentos em primeiro leilão de terminais portuários do ano

Governo federal prevê R$ 229 mi de investimentos em primeiro leilão de terminais portuários do ano

Quatro terminais deverão ser arrendados durante o pregão

O governo federal marcou para 26 de fevereiro, na B3 (a Bolsa de Valores de São Paulo), o primeiro leilão de terminais portuários do ano. O Ministério de Portos e Aeroportos estima que, no total, os projetos gerarão cerca de R$ 229 milhões em investimentos.

Quatro terminais deverão ser arrendados pela iniciativa privada. Eles estão localizados nos Portos de Santana (AP), de Natal, Porto Alegre e do Recife.

O terminal amapaense MCP01 tem investimentos estimados em R$ 150,2 milhões e contrato de 25 anos. O terminal será usado para o escoamento da produção de grãos e de cavaco de madeira.

Já o terminal NAT01, em Natal, tem previsão de investimentos de cerca de R$ 55,17 milhões. O contrato é de 25 anos e tem foco no escoamento de granéis minerais, especialmente minério de ferro.

O terminal POA26, em Porto Alegre, será destinado à movimentação e à armazenagem de granel sólido vegetal, com previsão de mais de R$ 21 milhões em investimentos. O arrendamento valerá por 10 anos.

O terminal do Porto do Recife, por sua vez, será destinado à movimentação de passageiros, com previsão de investimentos de R$ 2,3 milhões e prazo de 25 anos de concessão. Segundo o Ministério de Portos e Aeroportos, o projeto visa fortalecer o circuito de cruzeiros do Nordeste, integrando Recife aos terminais de Fortaleza, Maceió e Salvador.

Modalidade de privatização das operações portuárias, o arrendamento concede áreas públicas localizadas dentro dos portos para exploração por um prazo determinado.

Os arrendamentos passam pelas etapas de estudos, audiência e consulta pública, análise do TCU (Tribunal de Contas da União) e publicação do edital para depois chegarem à parte de recebimento de propostas e realização do leilão.

Acordo Mercosul-União Europeia inicia novo ciclo de crescimento para o Transporte Rodoviário de Cargas

Acordo Mercosul-União Europeia inicia novo ciclo de crescimento para o Transporte Rodoviário de Cargas

Com potencial de ampliar exportações em mais de US$ 7 bilhões e reduzir tarifas para mais de 500 produtos, acordo Mercosul-UE deve elevar a demanda por transporte rodoviário de cargas

O recente acordo entre Mercosul e União Europeia, atualmente em fase de ratificação, pode gerar reflexos diretos na cadeia logística do país. Segundo a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), a eliminação tarifária prevista no tratado pode ampliar as exportações brasileiras em mais de US$ 7 bilhões no curto prazo, abrindo novas oportunidades para diversos setores produtivos e ampliando a movimentação de mercadorias e a demanda por fretes no transporte de cargas brasileiro.

Segundo o levantamento da ApexBrasil, mais de 500 produtos brasileiros poderão ter tarifas reduzidas, o que tende a ampliar o fluxo de mercadorias em direção aos portos. O transporte rodoviário de cargas, principal elo entre a indústria, o agronegócio e os terminais portuários, deve registrar aumento significativo no escoamento das cargas para o modal aquaviário. A tendência inicial é de fortalecimento dos corredores já consolidados, sobretudo aqueles voltados aos portos do Sul e Sudeste, como Paranaguá, Itapoá, Itajaí, Navegantes, Santos e Rio Grande, além dos eixos rodoviários que conectam polos industriais e agrícolas a esses terminais.

De acordo com o vice-presidente do Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas no Estado do Paraná (SETCEPAR), Luiz Gustavo Nery, o acordo representa um marco para o comércio exterior brasileiro e terá reflexos diretos sobre o setor de transporte de cargas. “O acordo proporciona previsibilidade e segurança jurídica, estimulando investimentos produtivos e logísticos. Isso permite que transportadoras ampliem frotas e invistam em tecnologia, rastreabilidade e conformidade, elevando o padrão operacional do setor. É uma oportunidade para que o transporte rodoviário se posicione de forma ainda mais estratégica na integração internacional do Brasil”, afirma.

Segundo dados do Governo Federal, o total de importações e exportações entre Brasil e União Europeia alcançou cerca de US$ 100 bilhões em 2025. Desse montante, US$ 49,8 bilhões correspondem às vendas brasileiras ao bloco europeu. A formalização do novo tratado cria condições para aprofundar essa relação, ao reduzir custos de acesso ao mercado europeu e ampliar a previsibilidade regulatória, o que tende a estimular investimentos e consolidar a presença brasileira em segmentos estratégicos.

Apesar do cenário positivo, Nery reforça que o setor precisará se preparar para absorver esse crescimento. “O efeito multiplicador deste crescimento impactará toda a cadeia logística, incluindo armazenagem, terminais retroportuários, operações de consolidação e serviços aduaneiros. Para absorver esse aumento de demanda, será fundamental focar na capacidade operacional, eficiência e planejamento, garantindo que o setor mantenha a qualidade, o cumprimento de prazos e a competitividade”, diz o executivo.

O avanço do acordo também insere o Brasil em uma agenda mais ampla de integração comercial com mercados de alto padrão regulatório, o que tende a elevar o nível de exigência sobre processos, prazos e conformidade. Sob essa ótica, a logística passa a ter papel ainda mais estratégico na consolidação da imagem do país como fornecedor confiável e competitivo no comércio internacional.

Para o executivo, o tratado exigirá maior profissionalização e acompanhamento de perto do setor. “O aumento de volume virá acompanhado de exigências mais rígidas em padrões operacionais, sanitários, ambientais e de rastreabilidade. As empresas que investirem em eficiência, tecnologia e integração da cadeia logística terão vantagem competitiva. Se bem aproveitado, o acordo pode representar um avanço qualitativo para o transporte rodoviário brasileiro”, conclui Nery.

Mercado reduz previsão da inflação para 3,95% este ano

Mercado reduz previsão da inflação para 3,95% este ano

Estimativa para o PIB é 1,8% em 2026

A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – referência oficial da inflação no país – passou de 3,97% para 3,95% em 2026. A estimativa está no Boletim Focus desta quarta-feira (18), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.

Para 2027, a projeção da inflação se manteve em 3,8%. Para 2028 e 2029, as previsões são de 3,5% para os dois anos.

Pela sexta semana seguida, a previsão para a inflação de 2026 foi reduzida e está dentro do intervalo da meta para a variação de preços que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5%, e o superior, 4,5%.

Em janeiro, a alta dos preços da conta de luz e da gasolina fizeram a inflação oficial do mês fechar em 0,33%, mesmo patamar de dezembro. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o resultado fez o IPCA acumular alta de 4,44% em 2025, dentro da meta do CMN.

Taxa Selic

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros (Taxa Selic), definida atualmente em 15% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do BC. Apesar do recuo da inflação e do dólar, o colegiado não mexeu nos juros pela quinta vez seguida na última reunião, no fim de janeiro.

A taxa está no maior nível desde julho de 2006, quando estava em 15,25% ao ano. Em comunicado, o Copom confirmou que começará a reduzir os juros na reunião de março, caso a inflação se mantenha sob controle e não haja surpresas no cenário econômico.

A estimativa dos analistas de mercado é que a taxa básica caia para 12,25% ao ano até o final de 2026, a mesma previsão do boletim Focus da semana passada. Para 2027 e 2028, a previsão é que a Selic seja reduzida novamente para 10,5% ao ano e 10% ao ano, respectivamente. Em 2029, a taxa deve chegar a 9,5% ao ano.

Quando o Copom aumenta a Selic, a finalidade é conter a demanda aquecida; isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia. Os bancos ainda consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.

Quando a Taxa Selic é reduzida, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, diminuindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.

PIB e câmbio

Nesta edição do Boletim Focus, a estimativa das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira este ano permanece em 1,8%. Para 2027, a projeção para o Produto Interno Bruto (PIB, a soma dos bens e serviços produzidos no país) também ficou em 1,8%. Para 2028 e 2029, o mercado financeiro estima expansão do PIB em 2% para os dois anos.

Puxada pelas expansões da indústria e da agropecuária, no terceiro trimestre de 2025, a economia brasileira cresceu 0,1%, o que é considerado pelo IBGE como estabilidade. A divulgação do PIB consolidado de 2025 está agendada para 3 de março.

Em 2024, o PIB fechou com alta de 3,4%. O resultado representa o quarto ano seguido de crescimento, sendo a maior expansão desde 2021, quando o PIB alcançou 4,8%.

A previsão da cotação do dólar está em R$ 5,50 para o fim deste ano. No fim de 2027, estima-se que a moeda norte-americana fique nesse mesmo patamar.

Últimos dias para participar da primeira edição do CONET&Intersindical de 2026, em Brasília

Últimos dias para participar da primeira edição do CONET&Intersindical de 2026, em Brasília

A NTC&Logística (Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística) realizará a primeira edição do CONET&Intersindical 2026 nos dias 26 e 27 de fevereiro, no ROYAL TULIP BRASÍLIA ALVORADA, em Brasília (DF). O evento tem como entidade anfitriã a FENATAC – Federação Interestadual das Empresas de Transporte de Cargas e Logística, com o apoio dos Sindicatos filiados à entidade. As inscrições vão até o dia 24 de fevereiro.

O CONET&Intersindical consolidou-se como um dos eventos mais importantes do setor, reunindo os principais protagonistas do TRC, promovendo debates estratégicos, troca de experiências e oportunidades para o fortalecimento de parcerias.

Confira a programação preliminar.

PROGRAMAÇÃO PRELIMINAR

CONET&INTERSINDICAL | EDIÇÃO BRASÍLIA

26 e 27 de fevereiro de 2026

26 de fevereiro de 2026 | CONET

10h – Credenciamento

10h30 | 12h – Abertura Oficial

Composição da Mesa

12h | 13h – Almoço

13h30 | 14h30 – Painel: MERCADO E TARIFAS

Palestrante:

Engo Lauro Valdivia, Assessor Técnico da NTC&Logística

l Atualização do INCT (Índice Nacional de Custos do Transporte)

l Apresentação da Pesquisa de Mercado DECOPE 2026

l Demonstração e Aplicações práticas da Plataforma de Cálculo de Frete

14h30 | 14h45 – Painel: INOVAÇÃO E NOVOS NEGÓCIOS

Palestrante:

André de Simone, Vice-Presidente de Inovação e Novos Negócios

14h45 | 15h30 TALKS FORNECEDORES DA CADEIA PRODUTIVA DO TRC

O que esperar do ano de 2026 e como os produtos, serviços e soluções

podem contribuir para

o  Redução de custos operacionais

o  Ganhos de eficiência e produtividade

o  Gestão, tecnologia, segurança e sustentabilidade

nas empresas do TRC

15h30 | 16h – Intervalo

16h | 17h ENCONTRO COM EMPRESÁRIOS DO TRC

l Carga Lotação

Antonio Luis da Silva Junior, CEO da Tora Transportes

l Carga Fracionada

Marcelo Patrus, CEO da Patrus Transportes

l Carga Líquida e Perigosa

Oswaldo Vieira Caixeta Junior, CEO da Transac Transportes

e Presidente da ABTLP – Associação Brasileira de Transporte e

Logística de Produtos Perigosos

Foco:

·  Cenário de mercado e desafios operacionais

·  Expectativas para 2026

17h|18h30 – Palestra Magna:

CENÁRIO ECONÔMICO E PERSPECTIVAS PARA

O TRANSPORTE RODOVIÁRIO DE CARGAS

Palestrante: Eric Klein, Jornalista da CNBC Brasil

Jornalista com sólida trajetória na cobertura de grandes acontecimentos nacionais e internacionais. Passou pela Record, onde consolidou experiência em reportagens investigativas e transmissões ao vivo de alto impacto. Atualmente integra o time da CNBC Brasil, atuando com análise aprofundada e informação em tempo real, reforçando credibilidade e precisão editorial. Sua expertise abrange política, economia e temas sociais, sempre com rigor jornalístico e capacidade de conectar fatos a contextos mais amplos – qualidades que agregam profundidade e relevância a qualquer projeto de comunicação ou conteúdo estratégico.

19h – Considerações Finais e Encerramento

27 de fevereiro de 2026 | INTERSINDICAL

9h – Abertura da INTERSINDICAL

9h30 | 12h Painel 1: INFRAESTRUTURA

Palestrantes convidados:

CNT – Confederação Nacional do Transporte

l  Apresentação da Pesquisa CNT

Palestrante: Fernanda Rezende, Diretora Executiva

INFRA S.A.

l  Status do Plano Nacional de Logística (PNL)

Palestrante: George Lavor Teixeira, Coordenador

ANTT – Agência Nacional de Transportes Terrestres

l  Fiscalização no Transporte Rodoviário de Cargas:

piso mínimo de frete e seguros

Palestrante: Hugo Leonardo Cunha Rodrigues,

Superintendente de Fiscalização de Serviços de Transporte

Rodoviário de Cargas e Passageiros (SUFIS)

Debates

12h | 13h30 – Almoço

13h30 | 15h Painel 2: TRABALHISTA

Palestrante:

Dr. Narciso Figueirôa Junior, Assessor Jurídico da NTC&Logística

o Atualizações da legislação

Perguntas e respostas

15h30 | 17h30 Painel 3: TRIBUTÁRIO

Palestrante:

Dr. Marcos Aurélio Ribeiro, Diretor Jurídico da NTC&Logística

Convidados:

Dra. Talita Pimenta Félix, Advogada, Mestre e Doutora em Direito pela PUC/SP, e Coordenadora do Instituto Brasileiro de Estudos Tributários – IBET Goiânia

Dr. Ângelo de Angelis, Mestre em Economia pela Universidade Estadual de Campinas – UNICAMP (SP)

o Atualizações do cenário tributário

Perguntas e respostas

18h – Considerações Finais – Encerramento

20h30 – Jantar de Encerramento

Condições de Inscrição

l  Inscrições realizadas até 31 de dezembro
➝ Desconto de 15% sobre os valores de sócio, não sócio e extra jantar.

l  Inscrições realizadas até 31 de janeiro
➝ Desconto de 5% sobre os valores de sócio, não sócio e extra jantar.

l  Inscrições realizadas de 1º a 19 de fevereiro
➝ Valores integrais, sem desconto.

As inscrições se encerram em 19 de fevereiro.

Hospedagem – Tarifas Especiais

Para a compra de hospedagem com tarifas especiais, utilize o PROMOCODE:

CONETNTCBSB

Canal de contato para reservas:

l  Segunda a sexta-feira: das 9h às 18 horas

l  Sábado: das 10h às 14 horas

l  E-mail: df.reservas@goldentulip.com.br

l  Telefone: (61) 3424-7018

Patrocine o evento e impulsione a sua marca.

Fale com Elisete Balarini pelo telefone/WhatsApp (11) 99404-9647 ou pelos e-mails assessoria@ntc.org.br e comercial@ntc.org.br

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Realização

l  NTC&Logística (Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística)

Entidade Anfitriã

l FENATAC (Federação Interestadual das Empresas de Transporte de Cargas & Logística)

Apoio

l  Sindicatos filiados à FENATAC

Patrocinadores

l  FENATRAN

l  Geotab

l  Road Card – Pamcard

l  Transpocred

l  TGID

l  Volkswagen Caminhões e Ônibus

l  Wisevia

Apoios Institucionais

l Sistema Transporte (CNT – Confederação Nacional do Transporte; SEST SENAT – Serviço Social do Transporte e Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte; ITL – Instituto de Transporte e Logística)

l  FuMTran (Fundação Memória do Transporte)

Apoio Logístico

l  Braspress

Participe da primeira edição de 2026 do Seminário Itinerante da NTC&Logística, em Pernambuco

Participe da primeira edição de 2026 do Seminário Itinerante da NTC&Logística, em Pernambuco 

A primeira edição de 2026 do Seminário Itinerante da NTC&Logística ocorrerá no estado de Pernambuco, recepcionada pela Federação das Empresas de Transporte de Cargas e Logística do Nordeste – FETRACAN, pelo Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas, Entregas, Armazenagem e Logística do Estado de Pernambuco – SETCEPE e pelo Núcleo da COMJOVEM Recife, no dia 19 de março, às 8h30, no Complexo Industrial Portuário de Pernambuco (SUAPE), localizado no litoral sul, abrangendo os municípios de Ipojuca e Cabo de Santo Agostinho.

Criado em 2004, o Seminário Itinerante tem o propósito de levar a NTC&Logística – Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística a diversas regiões do país, promovendo capacitação técnica e oportunidades de negócios para empresários e executivos do setor de transporte de cargas e logística.

A programação contará com temas relevantes para o setor e que impactam diretamente as atividades das empresas. A organização do evento também conta com o apoio da COMJOVEM – Comissão de Jovens Empresários e Executivos do Transporte Rodoviário de Cargas da NTC&Logística.

Ratificando a missão da NTC&Logística de estar ao lado do transportador rodoviário de cargas, de Norte a Sul do Brasil, o Seminário Itinerante já percorreu diversos estados ao longo de mais de duas décadas.

Para o presidente da NTC&Logística, Eduardo Rebuzzi, “a primeira edição do Seminário Itinerante de 2026, que ocorrerá no estado de Pernambuco, marca o início de um novo ciclo de encontros, reafirmando o compromisso da entidade de estar próxima do transportador rodoviário de cargas em todas as regiões do país. Abrir o calendário em um Estado estratégico para a logística do Nordeste reforça a importância do diálogo regional e da troca de experiências. Ao longo deste ano, o Seminário Itinerante passará por três cidades, promovendo encontros qualificados, debates relevantes e aprendizados práticos para empresários, executivos e lideranças do setor. Estamos confiantes de que o Seminário Itinerante em Pernambuco dará o tom de mais uma temporada de sucesso, contribuindo de forma efetiva para o fortalecimento do Transporte Rodoviário de Cargas no Brasil”.

O evento será realizado presencialmente, no Complexo Industrial Portuário de Pernambuco (SUAPE) – Rodovia Indonésia, S/N – Bairro: Distrito Industrial de Ipojuca – Suape Ipojuca – Pernambuco (PE). A participação é aberta a todos os empresários da região que contribuem para um Transporte Rodoviário de Cargas cada vez mais forte.

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PROGRAMAÇÃO PRELIMINAR

PERÍODO DA MANHÃ – VISITA TÉCNICA

8h30 | 9h | Recepção com Café de Boas-Vindas e Credenciamento

9h | 11h30 | Visita Técnica – Porto de Suape

• Apresentação institucional

• Visita guiada às operações

• Ênfase em eficiência logística, integração multimodal

e relação porto–TRC

11h30 | 12h15 | Palestra: BR do Mar e os Impactos para a Cabotagem

e a Competitividade Logística

Palestrante Convidado: a ser definido

12h30 | 14h | Almoço de Relacionamento

Local: a ser definido

PERÍODO DA TARDE – CONTEÚDO TÉCNICO E MERCADO

Local: Prédio administrativo do Porto de Suape – Rodovia Indonésia, S/N – Bairro: Distrito Industrial de Ipojuca – Suape Ipojuca – Pernambuco (PE)

14h15 | 14h30 | Abertura Oficial

• Boas-vindas institucionais

• Contextualização do encontro

• Importância do associativismo e das conexões logísticas regionais

14h30 | 15h45 | Palestra: Mercado e Tarifa

Palestrante: Engo Lauro Valdivia, Assessor Técnico da NTC&Logística

Conteúdo:

• Atualização do INCT (Índice Nacional de Custos do Transporte)

• Apresentação da Pesquisa de Mercado DECOPE 2026

Demonstração Aplicações práticas da Plataforma de Cálculo de Frete

15h45 | 16h15 | Intervalo

16h15 | 17h30 | NTC TALKS – Soluções para o TRC

Participantes: Transpocred – Crédito e soluções financeiras para o TRC

NDD – Tecnologia, gestão fiscal e documentos eletrônicos

The – Soluções corporativas e apoio à gestão empresarial

Apvida – Saúde e bem-estar para empresas e colaboradores

Pamcard – Meios de pagamento e gestão de benefícios para o transporte

17h30 | 19h30 | Happy Hour de Encerramento

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Realização

  • NTC&Logística – Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística
  • FETRACAN – Federação das Empresas de Transporte de Cargas e Logística do Nordeste
  • SETCEPE – Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas, Entregas, Armazenagem e Logística do Estado de Pernambuco

Patrocínio

  • FENATRAN
  • Transpocred

Apoio Institucional

  • Sistema Transporte – CNT / Confederação Nacional do Transporte / SEST SENAT – Serviço Social do Transporte e Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte / ITL – Instituto de Transporte e Logística
  • FuMTran – Fundação Memória do Transporte

Apoio Logístico

  • Braspress
Posicionamento da CNT sobre a discussão da jornada 6 x 1

Posicionamento da CNT sobre a discussão da jornada 6 x 1

A Confederação Nacional do Transporte acompanha com atenção o debate sobre a possível mudança da jornada de trabalho e o fim da escala 6×1. O setor produtivo está aberto ao diálogo, mas reforça que qualquer alteração deve ser conduzida com responsabilidade, previsibilidade e compromisso com o país.

O transporte é uma atividade essencial, estratégica para a economia e para a qualidade de vida da população. O setor garante o direito constitucional de locomoção e viabiliza o deslocamento de absolutamente tudo que é produzido, consumido e utilizado no Brasil – incluindo saúde, educação, alimentos, medicamentos, insumos industriais e serviços públicos. Trata-se de uma atividade contínua, que opera 24 horas por dia para atender todas as áreas da economia e assegurar o funcionamento do país.

Nesse contexto, a redução da jornada sem considerar as especificidades do transporte pode gerar impactos relevantes para toda a sociedade. O setor já enfrenta dificuldades significativas de reposição de mão de obra qualificada.

Pesquisas do Sistema Transporte evidenciam o desafio das empresas:

  • Transporte Rodoviário de Cargas (Pesquisa CNT – 2021)
    65,1% relatam falta de motoristas profissionais;
    19,2%, falta de mecânicos/manutenção;
    15,1%, falta de gerentes operacionais;
    14,4%, falta de profissionais administrativos.
  • Transporte Urbano de Passageiros (Pesquisa CNT – 2023)
    53,4% apontam escassez de motoristas;
    63,2% relatam falta de mecânicos e profissionais de manutenção;
    41,4%, falta de qualificação;
    40,8%, baixa experiência;
    33,3%, baixa atratividade da profissão.

Diante desse quadro, reduzir a jornada sem haver trabalhadores suficientes para suprir a demanda amplia o déficit, eleva custos e pode comprometer a regularidade dos serviços prestados à população.

Outro ponto fundamental a ser destacado é o aumento do custo com a máquina pública, uma vez que a alteração da jornada não diz respeito apenas ao setor privado. Uma medida aplicada de forma ampla, em um cenário de forte restrição fiscal – incluindo a administração pública –, teria impacto direto na máquina estatal, exigindo novas contratações e aumentando despesas com pessoal.

A CNT entende que o caminho mais adequado para tratar da jornada de trabalho é a negociação coletiva. Esse instrumento permite que trabalhadores e empregadores ajustem as condições de trabalho às necessidades específicas de cada setor, região e empresa, garantindo equilíbrio, segurança jurídica e respeito às particularidades de cada uma das atividades econômicas.  É importante destacar ainda que nos setores onde a jornada 5×2 é factível, ela já é praticada.

A Confederação reafirma que está à disposição para contribuir tecnicamente com o Parlamento e com o governo federal, reforçando a importância de que o debate seja guiado por critérios técnicos e pela proteção da sociedade brasileira, sem precipitação ou decisões que possam gerar impactos negativos ao país.