FuMTran oficializa parceria junto ao Memorial da América Latina

FuMTran oficializa parceria junto ao Memorial da América Latina

O ano de 2026 começa com um movimento estratégico de aproximação entre cultura, memória e sociedade: a Fundação Memória do Transporte (FuMTran) e o Memorial da América Latina firmam um acordo de cooperação para o desenvolvimento de atividades culturais conjuntas. A parceria estabelece uma nova agenda de ações voltadas à valorização da memória do transporte brasileiro em diálogo com um dos mais importantes espaços culturais do país, ampliando o alcance institucional da Fundação e projetando sua atuação para uma dimensão latino-americana.

Inaugurado em 1989, o Memorial da América Latina é um dos principais complexos culturais do país, criado com a missão de promover a integração cultural, política e social dos povos latino-americanos. Com a cooperação firmada, a FuMTran amplia sua atuação em um espaço de referência cultural, fortalecendo a valorização da memória do transporte como eixo de reflexão sobre circulação, desenvolvimento e identidade regional, por meio de exposições, debates, projetos educativos e ações de intercâmbio cultural.

Segundo Antonio Luiz Leite, presidente da FuMTran, a parceria reforça a missão institucional da Fundação e eleva o alcance de suas ações. “A cooperação com o Memorial da América Latina amplia o alcance da FuMTran e fortalece o diálogo do transporte com a cultura e a sociedade. Unir esforços com uma instituição de referência cultural nos permite dar mais visibilidade à memória do transporte brasileiro e promover ações que conectam passado, presente e futuro”, comenta o executivo.

A iniciativa ganha ainda mais relevância em 2026, ano em que a FuMTran completa 30 anos de atuação. Criada em março de 1996 pela Confederação Nacional do Transporte (CNT), a Fundação terá sua comemoração oficial realizada em março, com uma programação ao longo do ano, período em que consolida sua trajetória como referência na preservação da história do Transporte no Brasil. A celebração dos 30 anos passa a contar com o Memorial da América Latina como parceiro estratégico, ampliando a dimensão simbólica e institucional desse marco.

Ao longo dessas três décadas, a FuMTran reuniu e organizou acervos que registram a trajetória dos transportes no Brasil em todos os modais, além da infraestrutura e da logística que conectam o país de norte a sul. Desde a criação do museu virtual, em 2021, a Fundação já reuniu, organizou e digitalizou cerca de 20 mil itens históricos, entre documentos, imagens, vídeos e depoimentos, que retratam a contribuição do setor para a integração territorial, o crescimento econômico e a mobilidade da população.

No contexto da parceria com o Memorial da América Latina e das celebrações pelos 30 anos da Fundação, Antonio Luiz Leite destaca que o trabalho de preservação cumpre um papel estratégico para o setor e para a sociedade. “Organizar e disponibilizar a memória do transporte é fundamental para compreender a evolução do país e reconhecer a importância de um setor que conecta regiões, impulsiona a economia e transforma realidades. A memória não é apenas passado, mas um instrumento de aprendizado e de construção de caminhos mais consistentes para o futuro”, afirma.

A oficialização da parceria com o Memorial da América Latina fortalece o posicionamento da FuMTran para além da preservação histórica, consolidando a memória do transporte como um ativo cultural vivo, capaz de dialogar com temas contemporâneos como desenvolvimento, integração regional, logística e mobilidade. “Mais do que celebrar uma trajetória, a FuMTran assume a responsabilidade de organizar, preservar e compartilhar um patrimônio que pertence ao país. Ao se aproximar do Memorial da América Latina, transformamos nossos 30 anos em uma ponte entre a memória do transporte brasileiro e a integração latino-americana”, conclui Antonio Luiz Leite.

Para conferir o acervo completo da FuMTran, acesse os links:

https://www.youtube.com/@fumtran

https://memoriadotransporte.org.br/

CNI aponta juros como responsáveis por desaceleração da indústria

CNI aponta juros como responsáveis por desaceleração da indústria

Entidade comentou pesquisa do IBGE sobre atividade industrial

O alto nível da Taxa Selic – juros básicos da economia – foi o principal responsável pela estagnação da indústria no fim de 2025, avaliou a Confederação Nacional da Indústria (CNI), ao comentar a Pesquisa Industrial Mensal, divulgada nesta terça-feira (3) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Segundo a entidade, o ciclo de juros altos, atualmente em 15% ao ano, encareceu o crédito e drenou o apetite dos consumidores. O cenário foi agravado por uma demanda interna insuficiente e pelo avanço das importações, que capturaram parte significativa do mercado brasileiro, sustenta a CNI.

O diretor de Economia da CNI, Mário Sérgio Telles, avalia como “enorme” o prejuízo causado pelos juros.

“O patamar punitivo da taxa Selic encareceu o crédito ao setor produtivo, que segurou investimentos e reduziu o apetite dos consumidores por produtos industriais. O prejuízo causado pelos juros altos é enorme. Em 2024, com a Selic menor, a demanda doméstica por bens da indústria de transformação cresceu quatro vezes mais do que a demanda registrada até novembro de 2025”, ressaltou Telles, em nota.

Esse enfraquecimento, ressaltou o diretor da CNI, resultou em estoques acima do planejado e na queda de 0,2% na produção da indústria de transformação, que converte matérias-primas em bens de consumo.

A análise da Confederação também alerta para a pressão externa: as compras de bens de consumo no exterior saltaram 15,6% no ano passado. Ao mesmo tempo em que a indústria nacional reduzia o ritmo, os produtos importados preenchiam as lacunas, dificultando qualquer tentativa de recuperação do empresariado local ao longo dos dois semestres de 2025.

Queda na confiança

Esse efeito conjunto impactou severamente o Índice de Confiança do Empresário Industrial (Icei), divulgado no fim de janeiro, que registrou o pior desempenho para o mês em dez anos. Com o indicador operando abaixo dos 50 pontos – linha que separa o otimismo do pessimismo – há 13 meses, a CNI diagnostica um quadro de falta de confiança persistente, o que paralisa investimentos essenciais para a modernização e expansão das fábricas brasileiras.

Para a CNI, sem uma mudança na política de juros e no estímulo à demanda interna, o crescimento deste ano está em risco. A entidade receia que a inércia produtiva e a baixa intenção de contratação se estendam, prejudicando não apenas a indústria de transformação, mas o desempenho de toda a economia nacional no curto prazo.

A pesquisa do IBGE confirmou a perda de fôlego do setor. A produção industrial fechou 2025 com um crescimento de apenas 0,6%, um resultado modesto se comparado à expansão de 3,1% registrada em 2024. O levantamento oficial detalha que a desaceleração ganhou força no segundo semestre, acompanhando justamente o aperto monetário.

ANTT reúne setor de concessões para alinhar estratégias e priorizar experiência do usuário nas rodovias

ANTT reúne setor de concessões para alinhar estratégias e priorizar experiência do usuário nas rodovias

Encontro com a ABCR e dirigentes das concessionárias marcou o balanço das ações e definiu metas de modernização, segurança viária e tecnologia para os próximos anos

A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) participou, na manhã desta terça-feira (3/2), de um encontro estratégico promovido pela Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias (ABCR) e as principais lideranças das concessionárias para alinhar as diretrizes do setor para o biênio 2025-2026. O evento teve como foco central o fortalecimento do relacionamento institucional e a apresentação de um balanço das atividades da Agência, que hoje administra 31 contratos de concessão, somando mais de 15 mil quilômetros de rodovias, consolidando um ciclo de resolução de passivos e entrega de novos investimentos, além de panorama para ações a curto e médio prazo.

Durante a reunião, o diretor-geral da ANTT, Guilherme Sampaio, destacou a mudança de perfil da regulação, que deixou de apenas gerir problemas antigos para focar na entrega de valor real a quem trafega pelas estradas. Segundo ele, o nível de exigência aumentou, e o setor precisa responder à altura. “O usuário está muito mais exigente e tem que estar. Ele não quer apenas pavimento de qualidade ou obras de engenharia, ele quer experiência. Ele quer usufruir aqui do que vê de melhor fora do país, e nós estamos trabalhando para garantir essa entrega”, afirmou.

A pauta da segurança viária e o uso intensivo de tecnologia também dominaram as discussões. Foi apresentado um panorama que aponta para a redução de acidentes, reforçando a necessidade de combater narrativas equivocadas sobre a fiscalização eletrônica. Para os participantes, ferramentas como radares e o sistema Free Flow não são para punir, e sim essenciais para salvar vidas. O presidente da ABCR, Marco Aurélio Barcelos, reforçou esse compromisso conjunto. “O poder público quer salvar vidas, e nós apostamos na tecnologia. Ela melhora o pavimento, traz modernidade para o transportador, evita paralisações, reduz emissões e disciplina o trânsito de forma segura”, explicou.

No campo técnico, a Agência apresentou avanços na modernização dos contratos e na adaptação da infraestrutura às mudanças climáticas. O superintendente de Infraestrutura Rodoviária, Fernando Bezerra, detalhou iniciativas que visam simplificar a gestão contratual e aumentar a resiliência das rodovias frente a eventos climáticos extremos. “O objetivo é criar processos mais ágeis e transparentes, garantindo que as obras de manutenção e ampliação aconteçam com a celeridade que a sociedade espera, apoiadas por mecanismos modernos de verificação”, disse.

O encontro reafirmou ainda a segurança jurídica dos projetos e destacou o impacto econômico positivo das concessões. O diretor Severino Medeiros defendeu a robustez técnica do programa e o benefício direto ao cidadão. “Um pavimento de qualidade e um serviço operacional exigente conseguem reduzir a depreciação do veículo em torno de 30%, além de diminuir o consumo de combustível e o valor do seguro. Precisamos mostrar para a sociedade que o programa traz o desenvolvimento necessário para o país”, enfatizou.

Ao final, a Diretoria da ANTT lançou um desafio ambicioso ao setor: trabalhar para que, nos próximos quatro anos, a maioria das rodovias eleitas como as melhores do Brasil estejam sob gestão federal regulada pela Agência. Além disso, tanto a ANTT quanto a ABRC e as concessionárias saíram com encaminhamentos para entregas práticas. O tom de encerramento foi de otimismo e parceria, consolidando a visão de que a ANTT e as concessionárias devem atuar como um time único em prol do desenvolvimento da infraestrutura nacional.

Confira a programação preliminar da primeira edição do CONET&Intersindical de 2026, em Brasília

Confira a programação preliminar da primeira edição do CONET&Intersindical de 2026, em Brasília

A NTC&Logística (Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística) realizará a primeira edição do CONET&Intersindical 2026 nos dias 26 e 27 de fevereiro, no ROYAL TULIP BRASÍLIA ALVORADA, em Brasília (DF). O evento tem como entidade anfitriã a FENATAC – Federação Interestadual das Empresas de Transporte de Cargas e Logística, com o apoio dos Sindicatos filiados à entidade.

O CONET&Intersindical consolidou-se como um dos eventos mais importantes do setor, reunindo os principais protagonistas do TRC, promovendo debates estratégicos, troca de experiências e oportunidades para o fortalecimento de parcerias.

Confira a programação preliminar.

PROGRAMAÇÃO PRELIMINAR

CONET&INTERSINDICAL | EDIÇÃO BRASÍLIA

26 e 27 de fevereiro de 2026 

26 de fevereiro de 2026 | CONET

10hCredenciamento

10h30 | 12h –  Abertura Oficial 

  • Composição da Mesa

12h | 13h – Almoço

13h30 | 14h30 Painel: MERCADO E TARIFAS

Palestrante: Engo Lauro Valdivia, Assessor Técnico da NTC&Logística

  • Atualização do INCT (Índice Nacional de Custos do Transporte)
  • Apresentação da Pesquisa de Mercado DECOPE 2026
  • Demonstração e Aplicações práticas da Plataforma de Cálculo de Frete

14h30 | 14h45 –  Painel: INOVAÇÃO E NOVOS NEGÓCIOS 

Palestrante: André de Simone, Vice-Presidente de Inovação e Novos

Negócios

14h45 | 15h30 TALKS FORNECEDORES DA CADEIA PRODUTIVA DO TRC

  • O que esperar do ano de 2026 e como os produtos, serviços e soluções podem contribuir para
  • Redução de custos operacionais
  • Ganhos de eficiência e produtividade 
  • Gestão, tecnologia, segurança e sustentabilidade nas empresas do TRC

15h30 | 16h – Intervalo

16h | 17h ENCONTRO COM EMPRESÁRIOS DO TRC

  • Carga Lotação
  • Carga Fracionada – Marcelo Patrus, CEO da Patrus Transportes
  • Carga Geral

Foco: 

  • Cenário de mercado e desafios operacionais
  • Expectativas para 2026

17h|18h30 – Palestra Magna:

CENÁRIO ECONÔMICO E PERSPECTIVAS PARA

O TRANSPORTE RODOVIÁRIO DE CARGAS

Palestrante: Eric Klein, jornalista da CNBC Brasil

Jornalista com sólida trajetória na cobertura de grandes acontecimentos nacionais e internacionais. Passou pela Record, onde consolidou experiência em reportagens investigativas e transmissões ao vivo de alto impacto. Atualmente integra o time da CNBC Brasil, atuando com análise aprofundada e informação em tempo real, reforçando credibilidade e precisão editorial. Sua expertise abrange política, economia e temas sociais, sempre com rigor jornalístico e capacidade de conectar fatos a contextos mais amplos – qualidades que agregam profundidade e relevância a qualquer projeto de comunicação ou conteúdo estratégico.

19h – Considerações Finais e  Encerramento das atividades do dia

27 de fevereiro de 2026 | INTERSINDICAL

9h – Abertura da INTERSINDICAL

9h30 | 12h Painel 1: INFRAESTRUTURA

Palestrantes convidados:

CNT – Confederação Nacional do Transporte

  • Apresentação da Pesquisa CNT

Palestrante: Fernanda Rezende, Diretora Executiva

              INFRA S.A.

  • Status do Plano Nacional de Logística (PNL)

Palestrante: George Lavor Teixeira, Coordenador/SUPET/COELT

ANTT – Agência Nacional de Transportes Terrestres

  • Fiscalização no Transporte Rodoviário de Cargas: piso mínimo de frete e seguros

Palestrante: Hugo Leonardo Cunha Rodrigues, Superintendente de Fiscalização de Serviços de Transporte Rodoviário de Cargas e Passageiros (SUFIS)

Debates

12h | 13h30  – Almoço

13h30 | 15h Painel 2: TRABALHISTA

Palestrante: Dr. Narciso Figueirôa Junior, Assessor Jurídico da

NTC&Logística

  • Atualizações da legislação

Perguntas e respostas

15h30 | 17h30 Painel 3: TRIBUTÁRIO

Palestrante: Dr. Marcos Aurélio Ribeiro, Diretor Jurídico da

NTC&Logística

Convidada: Dra. Talita Pimenta Felix, Advogada, Mestre e Doutora em Direito pela PUC/SP, e Coordenadora do Instituto Brasileiro de Estudos Tributários – IBET Goiânia

  • Atualizações do cenário tributário 

Perguntas e respostas

18hConsiderações Finais Encerramento

20h30Jantar de Encerramento

Condições de Inscrição

Inscrições realizadas até 31 de dezembro
➝ Desconto de 15% sobre os valores de sócio, não sócio e extra jantar.

Inscrições realizadas até 31 de janeiro
➝ Desconto de 5% sobre os valores de sócio, não sócio e extra jantar.

Inscrições realizadas de 1º a 19 de fevereiro
➝ Valores integrais, sem desconto.

As inscrições se encerram em 19 de fevereiro.

Hospedagem – Tarifas Especiais

Para a compra de hospedagem com tarifas especiais, utilize o PROMOCODE:

CONETNTCBSB

Canal de contato para reservas:

l  Segunda a sexta-feira: das 9h às 18 horas

l  Sábado: das 10h às 14 horas

l  E-mail: df.reservas@goldentulip.com.br

l  Telefone: (61) 3424-7018

Patrocine o evento e impulsione a sua marca.

Fale com Elisete Balarini pelo telefone/WhatsApp (11) 99404-9647 ou pelos e-mails assessoria@ntc.org.br e comercial@ntc.org.br

Faça sua inscrição aqui.

Realização

NTC&Logística (Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística)

Entidade Anfitriã

l FENATAC (Federação Interestadual das Empresas de Transporte de Cargas e Logística)

Apoio

Sindicatos filiados à FENATAC

Patrocinadores

Geotab

Road Card – Pamcard

Transpocred

Apoios Institucionais

l Sistema Transporte (CNT – Confederação Nacional do Transporte; SEST SENAT – Serviço Social do Transporte e Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte; ITL – Instituto de Transporte e Logística)

FuMTran (Fundação Memória do Transporte)

Apoio Logístico

Braspress

SEST SENAT inaugura nova unidade em Três Barras com foco em saúde e qualificação

SEST SENAT inaugura nova unidade em Três Barras com foco em saúde e qualificação

A cidade de Três Barras, no Planalto Norte catarinense, passa a contar, a partir deste mês, com uma nova unidade do SEST SENAT (Serviço Social do Transporte e Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte). A estrutura substitui a antiga unidade, inaugurada em 2014 e localizada no bairro João Paulo II, e marca um novo patamar de atendimento à população da região.

Com sede própria, moderna e mais ampla, a nova unidade foi projetada para expandir o acesso a serviços de saúde e qualificação profissional, beneficiando diretamente os trabalhadores do transporte e seus familiares, que contam com atendimento gratuito, além da comunidade em geral, que poderá utilizar a estrutura por valores acessíveis.

A inauguração oficial será realizada no dia 5 de fevereiro, às 11 horas, na Rodovia Doutor Osvaldo de Oliveira, nº 885 – Barra Grande.

Estrutura moderna e capacidade ampliada

O empreendimento recebeu investimento de R$ 17,7 milhões e tem área construída de 1.957,90 m², com capacidade para realizar 53.802 atendimentos por ano.

Na área da saúde, a unidade oferecerá serviços de Odontologia, Fisioterapia – incluindo Pilates – Nutrição e Psicologia. Já na área educacional, contará com salas de aula modernas, ambientes para ensino presencial e educação a distância (EaD), com capacidade para 34.650 matrículas anuais.

A nova unidade também foi concebida com foco em sustentabilidade, dispondo de placas fotovoltaicas para geração de energia limpa e sistema de captação e reúso de água pluvial, reforçando o compromisso ambiental do SEST SENAT.

Localização estratégica para o transporte e a logística

A escolha de Três Barras para receber a nova unidade reforça o papel estratégico do município para o setor de transporte. A cidade está situada em um ponto logístico privilegiado, com acesso direto à BR-116, importante eixo de ligação entre as regiões Sul e Sudeste do país, além da proximidade com as rodovias SC-120 e SC-477, que facilitam o escoamento da produção industrial para portos e grandes centros urbanos.

A forte presença da indústria de papel e celulose, uma das maiores da América Latina, aliada à oferta de mão de obra qualificada e ao elevado PIB per capita, consolida Três Barras como um polo industrial e de transporte no Planalto Norte catarinense.

Autoridades e lideranças confirmadas

A cerimônia de inauguração contará com a presença de autoridades locais, como a prefeita Ana Claudia Quege (MDB), além de lideranças empresariais e representantes do setor de Transporte.

Para o presidente do Sistema Transporte (CNT / SEST SENAT / ITL), Vander Costa, que estará presente no evento, a entrega da nova unidade simboliza cuidado com as pessoas e fortalecimento do setor.

“Estamos entregando uma unidade moderna, ampla e acessível, que representa cuidado e desenvolvimento. O SEST SENAT de Três Barras vai oferecer serviços de saúde e, sobretudo, oportunidades de qualificação de mão de obra, preparando profissionais para os desafios do transporte e da logística. É um investimento que fortalece o setor e garante que os trabalhadores tenham mais qualidade de vida e condições de crescer junto com a região”, afirma.

Já o presidente do Conselho Regional do SEST SENAT em Santa Catarina e da Federação das Empresas de Transporte de Carga e Logística no Estado de Santa Catarina – FETRANCESC, Dagnor Schneider, destaca o impacto social da nova estrutura.

“A nova unidade assegura que os trabalhadores do transporte e suas famílias tenham acesso a serviços essenciais, próximos de casa. Ao mesmo tempo, abre suas portas para a comunidade, tornando-se parte da vida da cidade. Essa entrega reforça nosso compromisso com o desenvolvimento regional e com a valorização das pessoas que constroem o futuro de Santa Catarina”.

Homenagem a empresário local

A inauguração também será marcada por uma homenagem ao engenheiro e empresário Gerson Francisco Marcinichen Gallotti (1961-2011), figura central na história da infraestrutura e do transporte da região. Fundador do Sindicato das Empresas de Transportes Rodoviário e de Cargas do Vale de Canoinhas – SINDIVALE, Gallotti foi responsável por iniciar as tratativas para a instalação do SEST SENAT no Planalto Norte, deixando um legado de avanços para o setor e para a comunidade.

A homenagem será conduzida por sua filha, Nathalia Steilein Gallotti, atual presidente do SINDIVALE, que fará um discurso em memória do pai.

Sobre o SEST SENAT

Com presença consolidada em todas as regiões do Brasil, o SEST SENAT conta com 174 unidades operacionais dedicadas à formação, qualificação e promoção da saúde dos trabalhadores do transporte. Reconhecida pela excelência na formação profissional, a instituição adota metodologias inovadoras e conteúdos atualizados de acordo com as mudanças do setor. Sua oferta de cursos, tanto presenciais quanto a distância, contempla áreas como transporte, logística, gestão, segurança e desenvolvimento pessoal.

Em Santa Catarina, o SEST SENAT está presente em 12 cidades: Blumenau, Catanduvas, Chapecó, Concórdia, Criciúma, Florianópolis, Itajaí, Joinville, Lages, Rio Negrinho, Três Barras e Videira.

A inauguração em Três Barras integra o plano de modernização da rede física, ampliando o acesso dos trabalhadores do transporte a serviços de qualidade no estado.

SERVIÇO

Inauguração da nova unidade do SEST SENAT em Três Barras (SC)

Data: 5 de fevereiro (quinta-feira)

Horário: 11 horasLocal: Rodovia Doutor Osvaldo de Oliveira, 885 – Barra Grande

Grupo SADA e ArcelorMittal firmam acordo para ampliar logística reversa

Grupo SADA e ArcelorMittal firmam acordo para ampliar logística reversa

Contrato envolve processamento, armazenagem e gestão logística de sucata metálica, e reforça estratégia de economia circular no setor do aço

O Grupo SADA, conglomerado de logística automotiva de veículos zero quilômetro, e a ArcelorMittal firmaram um contrato estratégico, que amplia o uso de sucata metálica na cadeia produtiva do aço e marca um novo passo na agenda de economia circular no país. O acordo envolve a IGAR, empresa do Grupo SADA localizada em Igarapé (MG).

Pelos termos do contrato, a IGAR será responsável pelo processamento de sucata destinada à ArcelorMittal, além da implantação de um entreposto para armazenamento e movimentação do material. A gestão logística da sucata – tanto a processada quanto a originada no entreposto – ficará a cargo do Grupo SADA, com destino às operações da produtora de aço.

“Esse contrato é um passo concreto em direção à industrialização verde no Brasil. Estamos unindo a experiência logística do Grupo à liderança produtiva da ArcelorMittal para dar vida nova ao aço, além de impulsionar a sustentabilidade, reduzindo impactos ambientais, conservando recursos e gerando valor por meio da economia circular”, afirma Daniela Medioli, vice-presidente do Grupo SADA.

Redução da pegada de carbono na produção de aço

Para a ArcelorMittal, a ampliação do uso de sucata metálica está no centro da estratégia de sustentabilidade e de redução da pegada de carbono. “A utilização da sucata é um pilar central da nossa estratégia de circularidade. Cada tonelada reaproveitada representa uma redução direta de emissões, acelera a transição para uma produção mais limpa e fortalece a economia circular no setor do aço. A parceria com a IGAR e o Grupo SADA amplia nossa capacidade de transformar insumos em matéria-prima, reforçando nosso compromisso com um modelo industrial mais eficiente, inovador e ambientalmente responsável”, afirma Everton Negresiolo, CEO da ArcelorMittal Aços Longos LATAM.

Mercado financeiro projeta inflação para abaixo de 4% em 2026

Mercado financeiro projeta inflação para abaixo de 4% em 2026

Boletim Focus informa crescimento econômico de 1,8% para este ano

A projeção do mercado financeiro para a inflação em 2026 caiu para menos de 4% na edição do Boletim Focus desta segunda-feira (2). O documento com as apostas de analistas e economistas, divulgado pelo Banco Central, traz a expectativa de 3,99% para o IPCA, índice oficial de inflação no fim do ano. Uma leve redução de apenas 0,01% em relação à semana passada.

Os outros índices do Boletim também demonstram uma cautela do mercado financeiro sobre a economia brasileira, mais uma vez sem mudanças nas previsões. Crescimento econômico de 1,80%, dólar a R$ 5,50 e taxa básica de juros em 12,25% este ano.

De acordo com o professor de economia Adalmir Marquetti, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, a política de juros apertada e o real subindo em relação ao dólar têm levado à queda da inflação.

“Pode esperar, ao longo do ano, uma continuidade da queda da inflação. Em função disso, a expectativa inflacionária também tem caído de modo rápido. Portanto, eu acho que há espaço para uma redução mais acentuada da taxa de juros. Mas a questão que se coloca é em que medida o Copom e o Banco Central vão reduzir a Selic”.

Mas o professor Adalmir não acredita que o Banco Central vá mudar a visão conservadora tão rápido. Para ele, em março, o corte nos juros deve ser de 0,25 ou, no máximo, 0,5%.

“Eles vão ver o efeito disso e vão ver como as coisas estão acontecendo no Brasil e no mundo. Se as coisas se acalmarem, se a taxa de juros nos Estados Unidos se mantiver ou tiver uma pequena redução, se a taxa de inflação continuar nessa tendência de queda, daí eu acho que, para as próximas reuniões, para o meio do ano, a gente pode esperar uma redução um pouco maior, de 0,75”.

As projeções para 2027, 28 e 29 seguem sem alterações significativas, apenas variações em relação ao valor do dólar, mas também em torno de R$ 5,50.

Indústria nacional recua 1,2% em dezembro e fecha 2025 com alta de 0,6%

Indústria nacional recua 1,2% em dezembro e fecha 2025 com alta de 0,6%

A produção industrial recuou 1,2% na passagem de novembro para dezembro de 2025, acentuando o comportamento predominantemente negativo observado desde setembro de 2025, período em que acumulou uma perda de 1,9%. Essa foi a queda mais intensa desde julho de 2024 (-1,5%). Em relação a dezembro do ano anterior, a indústria avançou 0,4%, interrompendo dois meses consecutivos de taxas negativas: novembro (-1,4%) e outubro de 2025 (-0,5%). A média móvel trimestral em dezembro foi de -0,5%.

Em 2025, a indústria acumulou crescimento de 0,6%, terceiro ano seguido de alta, após registrar 3,1% em 2024 e 0,1% em 2023. Com o resultado de dezembro, a produção industrial se encontra 0,6% acima do patamar pré-pandemia (fevereiro de 2020), mas ainda está 16,3% abaixo do nível recorde alcançado em maio de 2011.

Os dados são da Pesquisa Industrial Mensal (PIM), divulgada hoje (3) pelo IBGE.

De acordo com André Macedo, gerente da PIM, “ao longo de 2025, verificou-se uma clara perda de ritmo, com o setor industrial passando de uma expansão de 1,2% nos seis primeiros meses para uma variação nula no segundo semestre. Esse menor dinamismo guarda uma relação importante com a política monetária mais restritiva, especialmente marcada pelo aumento na taxa de juros, o que impacta diretamente as decisões de investimento por parte das empresas e de consumo por parte das famílias”.

Em 2025, o avanço de 0,6% frente a 2024 mostrou resultados positivos em duas das quatro grandes categorias econômicas, 15 dos 25 ramos, 42 dos 80 grupos e 49,6% dos 789 produtos pesquisados. Entre as atividades, as principais influências positivas vieram de indústrias extrativas (4,9%) e produtos alimentícios (1,5%). Por outro lado, entre as dez atividades com redução na produção, a de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-5,3%) exerceu a maior influência na formação da média da indústria.

“O setor extrativo, especialmente impulsionado pelo petróleo, é o principal destaque positivo. É o que garante o avanço do total do setor industrial, ao passo que a indústria de transformação teve uma perda de 0,2% no ano de 2025”, avalia Macedo.

Entre as grandes categorias econômicas, o perfil dos resultados para os 12 meses de 2025 mostrou maior dinamismo para os segmentos de bens de consumo duráveis (2,5%) e de bens intermediários (1,5%). Por outro lado, os setores produtores de bens de consumo semi e não duráveis (-1,7%) e de bens de capital (-1,5%) assinalaram as taxas negativas.

Com queda em veículos, indústria recua 1,2% em dezembro

Na redução de 1,2% da atividade industrial na passagem de novembro para dezembro de 2025, as quatro grandes categorias econômicas e a maior parte (17) dos 25 ramos pesquisados tiveram recuo na produção. “Dezembro mostrou um perfil disseminado de taxas negativas. Esse espalhamento de 17 atividades em queda é o maior desde setembro de 2022, quando foram 19”, analisa o gerente.

Adequação ambiental no Transporte Rodoviário de Cargas passa a ser prioridade para as empresas

Adequação ambiental no Transporte Rodoviário de Cargas passa a ser prioridade para as empresas

Parceria entre a NTC&Logística e a Domani Global oferece soluções práticas para atender às exigências da nova legislação climática e fortalecer a competitividade das transportadoras

As exigências ambientais impostas às empresas brasileiras avançaram de forma significativa nos últimos anos e, agora, passam a impactar diretamente o Transporte Rodoviário de Cargas. A criação do Mercado Brasileiro de Redução de Emissões (MBRE), por meio da Lei nº 15.042/2024, estabeleceu novas regras para a gestão e o reporte das emissões de gases de efeito estufa, tornando o tema parte integrante da governança e da estratégia empresarial.

Com a regulamentação, empresas que registram emissões superiores a 10 mil toneladas de CO₂ equivalente (CO₂e) por ano passam a ter a obrigação de elaborar e reportar seus inventários de emissões. Já aquelas que ultrapassam 25 mil toneladas anuais devem, adicionalmente, apresentar planos de mitigação e compensação, alinhados às diretrizes do mercado regulado de carbono no Brasil.

Esse novo ambiente regulatório exige organização, dados confiáveis e planejamento. Para apoiar as transportadoras nesse processo, a Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística (NTC&Logística) estabeleceu uma parceria com a Domani Global, empresa especializada em soluções ESG e gestão de emissões, com foco em oferecer apoio técnico, ferramentas digitais e condições acessíveis às empresas do setor.

O movimento acompanha uma tendência mais ampla do mercado. De acordo com a PwC Brasil (2024), 62% das grandes empresas brasileiras já contam com práticas ESG estruturadas, e essa exigência vem sendo gradualmente transferida para fornecedores e operadores logísticos. No transporte de cargas, atender a essas demandas deixou de ser um diferencial e passou a ser um fator decisivo para manutenção de contratos, acesso a financiamentos e competitividade no mercado.

A parceria entre a NTC&Logística e a Domani Global foi estruturada para atender empresas de todos os portes, respeitando a realidade operacional do transporte e oferecendo soluções escaláveis, que permitem avançar na agenda ESG de forma gradual, segura e financeiramente previsível.

Soluções disponíveis para empresas associadas à NTC&Logística

  • Inventário de Emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE)
    Mensuração das emissões nos escopos 1, 2 e 3, conforme padrões técnicos e exigências legais.
  • Plataforma Domani SaaS – Sustainability as a Service
    Sistema digital para gestão ESG, monitoramento mensal e geração automática de relatórios.
  • Diagnóstico ESG e Plano de Descarbonização
    Avaliação de riscos e oportunidades, com definição de estratégias para redução e compensação de emissões.
  • Treinamentos e capacitações corporativas
    Formação técnica e estratégica para equipes operacionais, administrativas e comerciais, com certificação.
  • Certificação e Selo Carbono Neutro
    Para empresas que realizarem a compensação de suas emissões por meio de projetos certificados.
  • Atendimento especializado para o Transporte Rodoviário de Cargas
    Suporte técnico com foco nas particularidades operacionais e regulatórias do setor.

Os pacotes foram desenvolvidos para micro, pequenas, médias e grandes transportadoras, com condições diferenciadas para associadas da NTC&Logística, permitindo que a adequação às exigências ambientais ocorra de forma planejada, estruturada e alinhada às demandas do mercado.

Serviço

Domani Global – Sustentabilidade para o Transporte de Cargas

E-mail: contato@domani.global

Telefone/WhatsApp: +55 11 99559-8402

Site: www.domani.global

Redes sociais: LinkedIn, Instagram e demais plataformas oficiais

Código de desconto exclusivo para associadas da NTC&Logística: NTC15

Últimas semanas para participar da Pesquisa de Mercado 2025 da NTC&Logística

Últimas semanas para participar da Pesquisa de Mercado 2025 da NTC&Logística

A Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística (NTC&Logística) deu início a uma nova edição da Pesquisa de Mercado do Transporte Rodoviário de Cargas (TRC), voltada às empresas transportadoras de todo o país. O levantamento tem como objetivo avaliar a situação econômica do setor ao longo de todo o ano de 2025, identificando os principais desafios enfrentados, além de oportunidades, tendências e indicadores que impactam diretamente o desenvolvimento e a sustentabilidade das operações. O questionário poderá ser respondido até o dia 13 de fevereiro de 2026.

A coleta de informações será realizada por meio de um questionário objetivo e de fácil preenchimento, com perguntas de múltipla escolha, garantindo uma participação prática e acessível para as empresas. A colaboração do setor é essencial para que o estudo retrate com precisão a realidade do transporte de cargas no Brasil e forneça dados consistentes para a formulação de políticas públicas e estratégias empresariais.

Os resultados consolidados serão apresentados durante a primeira edição de 2026 do CONET&Intersindical (Conselho Nacional de Estudos em Transporte, Custos, Tarifas e Mercado), que será realizada no dia 26 de fevereiro, em Brasília (DF).

Clique aqui e participe.

Nova plataforma CNT Data amplia acesso a informações estratégicas do transporte

Nova plataforma CNT Data amplia acesso a informações estratégicas do transporte

Ferramenta centraliza informações técnicas e estudos da CNT em formato moderno e acessível para facilitar a consulta, a análise e o compartilhamento de dados do setor

O CNT Data foi lançado oficialmente como a nova plataforma de dados e inteligência voltada à consolidação, organização e ampliação do acesso às informações estratégicas do setor de transporte. Em um ambiente digital integrado, a ferramenta reúne mais de 600 publicações da Confederação, distribuídas em painéis interativos, estudos técnicos e indicadores atualizados, com foco em agilidade, confiabilidade e facilidade de uso para empresários, gestores públicos, pesquisadores, jornalistas e demais públicos interessados.

Criado para se tornar a principal fonte de referência sobre dados do transporte no país, o CNT Data conta com atualização contínua das informações e uma infraestrutura digital segura e estável, preparada para altos volumes de acessos. Disponível no endereço data.cnt.org.br, o portal concentra conteúdos organizados de forma clara, com navegação intuitiva e experiência orientada ao usuário.

Entre os principais diferenciais estão os novos painéis interativos, desenvolvidos com tecnologias e recursos avançados de visualização. As ferramentas permitem acompanhar indicadores de forma dinâmica, utilizar mapas georreferenciados, , além de compartilhar conteúdos diretamente nas redes sociais. O ambiente também incorpora mecanismos de avaliação, que estimulam a participação dos usuários e contribuem para o aprimoramento contínuo da plataforma.

As publicações técnicas da CNT passaram por um processo de modernização e agora podem ser consultadas diretamente na tela, sem necessidade de download. Os estudos contam com recursos de busca por palavras-chave, localização automática de termos, diferentes opções de impressão, zoom e navegação facilitada, ampliando a usabilidade e o acesso à informação.

Todo o ecossistema do CNT Data está organizado em uma página centralizada, estruturada por botões informativos que destacam indicadores de alto impacto para o setor. A disposição dos conteúdos permite localizar rapidamente temas como infraestrutura, logística, transporte, mobilidade urbana, segurança viária, sustentabilidade e desempenho econômico, entre outros.

Além de qualificar o acesso aos dados, a plataforma foi concebida para evoluir constantemente. O CNT Data já está preparado para incorporar, de maneira progressiva, serviços baseados em inteligência artificial, capazes de interagir com o usuário, responder a perguntas específicas e gerar recortes personalizados de informações sobre o transporte.

Para a diretora executiva da CNT, Fernanda Rezende, a nova ferramenta representa um avanço na democratização e na qualificação do acesso aos dados do setor. “Reunimos, em uma única plataforma, dados confiáveis, atualizados e apresentados de forma clara, para apoiar empresários, gestores públicos, pesquisadores e a sociedade na tomada de decisões. É uma ferramenta que reforça o nosso compromisso com a inovação, a transparência e o apoio ao desenvolvimento do transporte”, destacou.

O CNT Data já está disponível para todos os usuários, via cadastro prévio, por meio do link: https://data.cnt.org.br

BNDES aprova R$ 1,3 bilhão para renovação da frota de caminhões em um mês

BNDES aprova R$ 1,3 bilhão para renovação da frota de caminhões em um mês

Os financiamentos atenderam caminhoneiros autônomos, cooperativas e empresas de transporte rodoviário de cargas em 532 municípios de todas as regiões do país

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou R$ 1,3 bilhão em crédito para renovação da frota de caminhões em apenas um mês de operação do programa BNDES Renovação da Frota, iniciativa que integra o Move Brasil, política de mobilidade verde lançada pelo governo federal.

O avanço do programa recoloca no centro da agenda econômica a discussão sobre a idade da frota nacional. No Brasil, os caminhões têm, em média, cerca de 13 anos de uso, com milhares de veículos em circulação há mais de duas décadas — cenário que, historicamente, tem desafiado políticas públicas de renovação, marcadas por crédito caro, alcance limitado e descontinuidade.

Em janeiro, foram realizadas 1.152 operações, com tíquete médio de R$ 1,1 milhão. Os financiamentos atenderam caminhoneiros autônomos, cooperativas e empresas de transporte rodoviário de cargas em 532 municípios de todas as regiões do país. Os recursos podem ser usados na compra de caminhões novos, mais eficientes e menos poluentes, além de seminovos fabricados a partir de 2012 e alinhados às exigências ambientais do Proconve 7.

Lançado em dezembro, o Move Brasil dispõe de R$ 10 bilhões, sendo R$ 6 bilhões em recursos do Tesouro Nacional e R$ 4 bilhões captados pelo banco a taxas de mercado. As condições incluem juros estimados entre 13% e 14% ao ano, prazo de pagamento de até 60 meses e carência de até seis meses. O valor máximo por beneficiário é de R$ 50 milhões.

Do total disponível, R$ 1 bilhão foi reservado exclusivamente para caminhoneiros autônomos e pessoas físicas ligadas a cooperativas. A autorização para o uso de recursos do Tesouro foi concedida por meio da Medida Provisória 1.328, publicada em dezembro de 2025.

Política permanente?

Diante da adesão inicial, o governo avalia tornar o Move Brasil uma política permanente. Em entrevista a jornalistas durante evento que celebrou os 90 anos do Sindicato das Empresas de Transporte de São Paulo (Setcesp), o vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, afirmou que a intenção é transformar o programa em uma ação estrutural de longo prazo.

“O limite hoje é o teto do recurso, os R$ 10 bilhões. Mas o governo já trabalha para tornar esse programa perene, nem que seja mais para frente, porque precisamos retirar de circulação os caminhões Euro 0, Euro 2 e Euro 3”, disse.

Até a semana passada, o programa já havia liberado R$ 602 milhões em crédito, com 515 contratos fechados — cerca de 6% do total disponível. Para Alckmin, o desempenho inicial indica potencial para estimular o mercado e modernizar o transporte rodoviário de cargas.

O vice-presidente destacou ainda que a renovação da frota tem impacto direto sobre custos logísticos, segurança viária e emissões. “Melhora a logística, reduz o custo Brasil, diminui acidentes, polui menos e gera emprego”, afirmou. Segundo ele, a estimativa inicial de venda adicional de cerca de 6 mil caminhões pode ser conservadora, diante do crescimento da produção agrícola e do comércio exterior.

O Brasil tem hoje a sexta maior indústria de caminhões do mundo, e o governo aposta que a ampliação do crédito pode ajudar a sustentar a atividade do setor em um cenário ainda marcado por juros elevados e demanda desigual entre os segmentos do transporte.

Rodovias do Sul de Minas recebem novas frentes de obras até domingo

Rodovias do Sul de Minas recebem novas frentes de obras até domingo

EPR Vias do Café intensifica obras para ampliar segurança em rodovias do Sul de Minas

A EPR Vias do Café programou novas frentes de obras com foco na ampliação da segurança viária e na prevenção de acidentes em quatro rodovias da região. Até o próximo domingo (8), equipes da concessionária executam serviços de reparos, aplicação de tachas, reforço da sinalização e outras intervenções voltadas à melhoria das condições de tráfego e conforto dos usuários.

As ações ocorrem nas rodovias BR-146, BR-265, MGC-369 e MGC-491, abrangendo trechos localizados nos municípios de Alfenas, Areado, Arceburgo, Boa Esperança, Campos Gerais, Coqueiral, Elói Mendes, Fama, Guaranésia, Guaxupé, Itamogi, Lavras, Monte Belo, Monte Santo de Minas, Muzambinho, Nepomuceno, Paraguaçu, Santana da Vargem, São Sebastião do Paraíso, Três Corações e Varginha.

Os serviços serão realizados diariamente das 7h às 17h e poderão provocar interdições temporárias no tráfego, com operação no sistema Pare e Siga, além da movimentação de trabalhadores próximos à pista. O cronograma será mantido desde que haja condições operacionais e climáticas favoráveis, com liberação do tráfego ao fim das atividades diárias.

Durante a execução das obras, a velocidade máxima permitida nos trechos em intervenção será reduzida para 40 km/h. As rodovias estarão devidamente sinalizadas, com placas indicativas de desvios, manobras e limites de velocidade. Segundo a concessionária, o objetivo é promover uma convivência mais segura no trânsito, reduzir riscos de acidentes e preservar vidas.

Confira o cronograma previsto para a semana:

BR-146De segunda a sexta-feira (02/02/2026 a 06/02/2026), do km 505,29 ao km 532,23, serviço de monitoração de sinalização horizontal, nos municípios de Guaxupé e Muzambinho.

MGC-369De segunda a sexta-feira (02/02/2026 a 06/02/2026), do km 124,4 ao km 188,15, serviço de monitoração de sinalização horizontal, em Boa Esperança, Campos Gerais e Alfenas.Na segunda-feira (02/02/2026), no km 172, serviço de poços de inspeção, em Alfenas.De segunda a terça-feira (02/02/2026 a 03/02/2026), no km 153, serviço de poços de inspeção, em Campos Gerais.

BR-265De segunda a sexta-feira (02/02/2026 a 06/02/2026), do km 338,4 ao km 403,08, serviço de monitoração de sinalização horizontal, em Lavras, Nepomuceno,

Coqueiral, Santana da Vargem e Boa Esperança.Na quinta-feira (05/02/2026) e na sexta-feira (06/02/2026), do km 351 ao km 354, serviço de equipe de reciclagem, em Nepomuceno.Na quarta-feira (04/02/2026), do km 360 ao km 377, serviço de reparo localizado, em Nepomuceno e Coqueiral.Na sexta-feira (06/02/2026), do km 400 ao km 398, serviço de reparo localizado, em Boa Esperança.

MGC-491De sábado a domingo (07/02/2026 a 08/02/2026), do km 244 ao km 251, serviço de supressão vegetal, em Varginha.De segunda a sexta-feira (02/02/2026 a 06/02/2026), do km 4,7 ao km 259,6, serviço de monitoração de sinalização horizontal, em São Sebastião do Paraíso, Itamogi, Monte Santo de Minas, Arceburgo,

Guaranésia, Guaxupé, Muzambinho, Monte Belo, Areado, Alfenas, Fama, Paraguaçu, Elói Mendes, Varginha e Três Corações.Na segunda-feira (02/02/2026), do km 200 ao km 204, serviço de equipe de reciclagem, em Paraguaçu.Na terça-feira (03/02/2026), do km 204 ao km 206, serviço de equipe de reciclagem, em Paraguaçu.Na quarta-feira (04/02/2026), do km 218 ao km 220, serviço de equipe de reciclagem, em Elói Mendes.Na segunda-feira (02/02/2026), do km 70 ao km 60, serviço de reparo localizado, em Guaranésia.Na terça-feira (03/02/2026), do km 120 ao km 135, serviço de reparo localizado, em Monte Belo.Na quinta-feira (05/02/2026), do km 148 ao km 137, serviço de reparo localizado, em Monte Belo e Areado.De segunda a quarta-feira (02/02/2026 a 04/02/2026), no km 168,8, serviço de poços de inspeção, em Alfenas.

Confira a programação preliminar da primeira edição do CONET&Intersindical de 2026, em Brasília

Confira a programação preliminar da primeira edição do CONET&Intersindical de 2026, em Brasília

A NTC&Logística (Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística) realizará a primeira edição do CONET&Intersindical 2026 nos dias 26 e 27 de fevereiro, no ROYAL TULIP BRASÍLIA ALVORADA, em Brasília (DF). O evento tem como entidade anfitriã a FENATAC – Federação Interestadual das Empresas de Transporte de Cargas e Logística, com o apoio dos Sindicatos filiados à entidade.

O CONET&Intersindical consolidou-se como um dos eventos mais importantes do setor, reunindo os principais protagonistas do TRC, promovendo debates estratégicos, troca de experiências e oportunidades para o fortalecimento de parcerias.

Confira a programação preliminar.

26 de fevereiro de 2026 | CONET

10h – Credenciamento

10h30 | 12h –  Abertura Oficial

12h | 13h  – Almoço

13h30 | 14h30 Painel: MERCADO E TARIFAS

Palestrante: Engenheiro Lauro Valdivia, Assessor Técnico da NTC

· Atualização do INCT (Índice Nacional de Custos do Transporte)

· Apresentação da Pesquisa de Mercado DECOPE 2026

· Demonstração e Aplicações práticas da Plataforma de Cálculo de Frete

14h30 | 14h45 –  Painel: INOVAÇÃO E NOVOS NEGÓCIOS

Palestrante: André de Simone, Vice-Presidente de Inovação e

Novos Negócios

14h45 | 15h30 – TALKS FORNECEDORES DA CADEIA PRODUTIVA DO TRC

·    O que esperar do ano de 2026 e como os produtos, serviços e soluções podem contribuir para

o   Redução de Custos Operacionais

o   Ganhos de Eficiência e Produtividade

o Gestão, Tecnologia, Segurança e Sustentabilidade nas empresas do TRC

15h30 | 16h –  Intervalo

16h | 17h – ENCONTRO COM EMPRESÁRIOS DO TRC

· Carga Lotação

· Carga Fracionada

· Carga Geral

Foco:

o   Cenário de Mercado e Desafios Operacionais

o   Expectativas para 2026

17h | 18h30 – Palestra Magna:

CENÁRIO ECONÔMICO E PERSPECTIVAS

PARA O TRANSPORTE RODOVIÁRIO DE CARGAS

Palestrante: a confirmar

19h – Considerações Finais e Encerramento

27 de fevereiro de 2026 | INTERSINDICAL

9h – Abertura da Intersindical

9h30 | 12h Painel 1: INFRAESTRUTURA

Palestrantes Convidados

CNT – Confederação Nacional do Transporte

·    Apresentação da Pesquisa CNT de Rodovias 2025

INFRA S.A.

·    Status do Plano Nacional de Logística (PNL) – 2025

ANTT – Agência Nacional de Transportes Terrestres

·    Fiscalização no Transporte Rodoviário de Cargas:

Piso Mínimo de Frete e Seguros

Debates

12h | 13h30 – Almoço

13h30 | 15h Painel 2: TRABALHISTA

Palestrante: Dr. Narciso Figueirôa Junior, Assessor Jurídico da NTC&Logística

o   Atualizações da Legislação

Perguntas e respostas

15h30 | 17h30 Painel 3: TRIBUTÁRIO

Palestrante: Dr. Marcos Aurélio Ribeiro, Diretor Jurídico da NTC&Logística

e Convidado

o   Atualizações do Cenário Tributário

18hConsiderações Finais – Encerramento

20h30Jantar de Encerramento

Condições de Inscrição

Inscrições realizadas até 31 de dezembro
➝ Desconto de 15% sobre os valores de sócio, não sócio e extra jantar.

Inscrições realizadas até 31 de janeiro
➝ Desconto de 5% sobre os valores de sócio, não sócio e extra jantar.

Inscrições realizadas de 1º a 19 de fevereiro
➝ Valores integrais, sem desconto.

As inscrições se encerram em 19 de fevereiro.

Hospedagem – Tarifas Especiais

Para a compra de hospedagem com tarifas especiais, utilize o PROMOCODE:

CONETNTCBSB

Canal de contato para reservas:

l  Segunda a sexta-feira: das 9h às 18 horas

l  Sábado: das 10h às 14 horas

l  E-mail: df.reservas@goldentulip.com.br

l  Telefone: (61) 3424-7018

Patrocine o evento e impulsione a sua marca.

Fale com Elisete Balarini pelo telefone/WhatsApp (11) 99404-9647 ou pelos e-mails assessoria@ntc.org.br e comercial@ntc.org.br

Faça sua inscrição aqui.

Realização

NTC&Logística (Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística)

Entidade Anfitriã

l FENATAC (Federação Interestadual das Empresas de Transporte de Cargas e Logística)

Apoio

Sindicatos filiados à FENATAC

Patrocinadores

Geotab

Road Card – Pamcard

Transpocred

Apoios Institucionais

l Sistema Transporte (CNT – Confederação Nacional do Transporte; SEST SENAT – Serviço Social do Transporte e Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte; ITL – Instituto de Transporte e Logística)

FuMTran (Fundação Memória do Transporte)

Apoio Logístico

Braspress

Seminário debate o Sistema TIR como motor de integração e competitividade no Corredor Bioceânico, com apoio da NTC&Logística

Seminário debate o Sistema TIR como motor de integração e competitividade no Corredor Bioceânico, com apoio da NTC&Logística

No dia 5 de março de 2026, o Bioparque Pantanal, em Campo Grande (MS), será palco do Seminário “O Sistema TIR como catalisador para integração e competitividade no Corredor Bioceânico”, evento que reunirá autoridades públicas, especialistas internacionais, representantes do setor produtivo e lideranças do Transporte Rodoviário de Cargas para debater os impactos logísticos, comerciais e institucionais da implementação do sistema global de trânsito aduaneiro TIR em sinergia com o desenvolvimento do Corredor Bioceânico.

Com apoio institucional da Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística (NTC&Logística), o encontro tem como objetivo apresentar os benefícios que a adoção do TIR pode oferecer aos países que integram o Corredor, incluindo a conexão da rota sul-americana com mercados estratégicos da Ásia e da Europa, a facilitação do comércio internacional e o aumento dos fluxos de cargas de forma mais segura, previsível e eficiente.

A programação terá início às 8h30, com o credenciamento, seguido da abertura oficial às 9 horas. Às 9h45, o senador Nelsinho Trad abordará o impacto do Corredor Bioceânico no desenvolvimento do Mato Grosso do Sul, destacando a importância da infraestrutura logística como vetor de crescimento econômico e integração regional.

Na sequência, Lucas Lagier, da União Internacional dos Transportes Rodoviários (IRU), apresentará os benefícios do sistema TIR para a competitividade do Corredor Bioceânico, enquanto Ana Luiza Taliberti, também da IRU, detalhará as etapas para a implementação do TIR nos países do Corredor, abordando os aspectos técnicos, regulatórios e operacionais do processo.

Após o intervalo para almoço, a programação será retomada às 14 horas, com a palestra “A adoção da Convenção TIR no Corredor Bioceânico de Capricórnio: uma avaliação estratégica da INFRA S.A. para a facilitação do comércio regional”, ministrada por Elaine Radel, da INFRA S.A. Em seguida, uma mesa-redonda reunirá representantes dos setores público e privado para discutir como ampliar a eficiência do Corredor Bioceânico no trânsito internacional, promovendo maior integração, redução de custos e fluidez logística.

O evento será encerrado com uma sessão aberta de perguntas e respostas, seguida de coquetel de relacionamento, entre 16h15 e 17h30.

O Seminário conta com a participação da União Internacional dos Transportes Rodoviários (IRU), organização sediada em Genebra desde 1948, que conecta mais de 100 países por meio de soluções voltadas à mobilidade e à logística segura, eficiente e sustentável. Por mandato da Organização das Nações Unidas (ONU), a IRU administra o TIR, considerado o único sistema global de trânsito aduaneiro capaz de facilitar o comércio internacional, reduzir barreiras burocráticas e promover a integração entre mercados e sociedades.

Mais informações e inscrições estão disponíveis na página oficial do evento, clicando aqui.

Veja como funciona o IPVA 2026 para veículos de carga

Veja como funciona o IPVA 2026 para veículos de carga

Próximas datas de pagamento são 20 de março para a 1ª parcela e 22 de abril para cota única sem desconto

O pagamento do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) para veículos de carga (caminhões e caminhões-tratores) tem prazos diferentes dos demais. Os motoristas que optaram por fazer o pagamento integral em janeiro tiveram concedido o desconto de 3%. Já para os que optaram por pagar em cota única, sem desconto, o vencimento será em 22 de abril.

Para os proprietários de caminhões que escolheram fazer o parcelamento em três, quatro ou cinco vezes, sem desconto, os vencimentos são em 20 de março, 20 de maio, 20 de julho, 20 de agosto e 20 de setembro (veja a tabela abaixo).

Calendário será retomado em fevereiro

O calendário de pagamento em janeiro foi encerrado no dia 23 para os proprietários de veículos que tiveram a oportunidade de quitar a cota única, com desconto de 3%, ou de pagar a primeira parcela do IPVA de 2026 no estado de São Paulo.

Os contribuintes devem ficar atentos às datas de vencimento nos demais meses para regularizar o imposto. O calendário de pagamento será retomado a partir de 12 de fevereiro, quando os motoristas poderão quitar o IPVA em cota única sem desconto ou pagar a segunda parcela do imposto.

A consulta do valor pode ser realizada em toda a rede bancária, a partir do número de Renavam (Registro Nacional de Veículo Automotor) ou diretamente no portal da Secretaria da Fazenda e Planejamento do Estado de São Paulo (Sefaz-SP), clicando aqui, mediante o Renavam e placa do veículo (leia mais abaixo).

O pagamento segue o final da placa do veículo e pode ser parcelado em até 5 vezes, de acordo com o valor do imposto devido.

Assim como no ano passado, a fim de facilitar o pagamento do contribuinte que opta pelo parcelamento do tributo, a Sefaz-SP definiu todos os vencimentos no mesmo dia do mês – a placa 0, por exemplo, tem vencimento em 23 de janeiro, 23 de fevereiro, 23 de março, 23 de abril e 23 de maio. Caso o vencimento ocorra em finais de semana ou feriados, o pagamento poderá ser feito no próximo dia útil.

A Sefaz-SP reforça que as páginas verdadeiras para informações do IPVA 2026 estão no domínio “sp.gov.br”. Não caia em golpes. Para mais informações, os proprietários dos veículos podem entrar em contato com a Secretaria pelos canais do Fale Conosco.

Quanto vou pagar

As alíquotas do imposto no estado de São Paulo para veículos particulares novos e usados continuam as mesmas do ano passado: 4% para carros de passeio; 2% para motocicletas e similares, caminhonetes cabine simples, micro-ônibus, ônibus e maquinário pesado; 1,5% para caminhões e 1% para os veículos de locadoras.

Para saber o valor venal do veículo, o proprietário pode consultar o Sistema de Veículos (Sivei), uma página simplificada no site da Sefaz-SP.

O valor do imposto a ser pago pode ser consultado diretamente pelo Internet Banking, no caixa eletrônico do banco ou na página da Sefaz-SP, mediante a apresentação do número do Renavam.

Parcelamento

O parcelamento do IPVA pode ser feito em até cinco vezes, de janeiro a maio, desde que o valor total do imposto seja igual ou superior a 10 Unidades Fiscais do Estado de São Paulo (Ufesps). Para 2026, a Ufesp foi fixada em R$ 38,42, de acordo com a Secretaria da Fazenda e Planejamento de São Paulo. Em caso de valores menores, o parcelamento poderá ser feito em quatro ou três parcelas.

A tabela de pagamento para proprietários de veículos de carga é diferente. O pagamento pode ser feito, sem desconto, até 22 de abril, ou parcelado em até cinco vezes, com data fixada no dia 20 de cada mês.

Como pagar

Para efetuar o pagamento do IPVA 2026, basta o contribuinte utilizar a rede bancária credenciada, com o número do Renavam (Registro Nacional de Veículo Automotor).

No estado de São Paulo, o Pix é a forma preferencial de pagamento, sendo mais rápido, fácil e confirmado imediatamente. Ao obter o QR code, gerado exclusivamente no site da Sefaz-SP, o recolhimento pode ser feito junto a mais de 900 instituições financeiras, contemplando especialmente os cidadãos com contas digitais e que não possuem conta nos grandes bancos.

As tradicionais formas de pagamento estão mantidas. É possível efetuar o recolhimento pela internet, nos terminais de autoatendimento ou outros canais oferecidos pela instituição bancária. Também é possível realizar o pagamento em casas lotéricas e com cartão de crédito nas empresas credenciadas à Sefaz-SP.

Atraso no pagamento

O contribuinte que deixar de recolher o imposto fica sujeito a multa de 0,33% por dia de atraso e juros de mora com base na taxa Selic. Passados 60 dias, o percentual da multa fixa-se em 20% do valor do imposto.

Permanecendo a inadimplência do IPVA, o débito será inscrito na Dívida Ativa, além da inclusão do nome do proprietário no Cadin Estadual, impedindo-o de aproveitar eventual crédito que possua por solicitar a Nota Fiscal Paulista. A partir do momento em que o débito de IPVA estiver inscrito, a Procuradoria Geral do Estado poderá vir a cobrá-lo mediante protesto.

Licenciamento 

Os proprietários que desejam antecipar o licenciamento anual deverão quitar todos os débitos que recaiam sobre o veículo, incluindo o IPVA, a taxa de licenciamento e, se for o caso, multas de trânsito. 

Isenção de motos até 180 cilindradas

O Governo de SP sancionou em dezembro a lei que isenta motocicletas, ciclomotores e motonetas com até 180 cilindradas – de propriedade de pessoas físicas – do pagamento do IPVA. A isenção já vale para 2026 para os veículos que estejam em situação regular de registro e de licenciamento. A medida beneficia milhões de motociclistas e tem forte impacto no orçamento de quem utiliza a moto como instrumento de trabalho, especialmente entregadores e prestadores de serviço do estado de São Paulo.

Todas as informações sobre IPVA podem ser consultadas na página do IPVA no portal da Sefaz-SP.

Concessão da BR-116/324 avança e promete mais segurança e qualidade viária na Bahia

Concessão da BR-116/324 avança e promete mais segurança e qualidade viária na Bahia

Diretoria da ANTT aprovou envio do projeto Rota 2 de Julho para análise do TCU

A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) aprovou, na última quinta-feira (29/01), durante a Reunião de Diretoria da ANTT (ReDir), o encaminhamento ao Tribunal de Contas da União (TCU) do processo de desestatização do Sistema Rodoviário das rodovias BR-116 e BR-324, na Bahia, denominado Rota 2 de Julho.

Com a decisão, a Diretoria autoriza o envio ao TCU do conjunto de documentos jurídicos do projeto – incluindo as minutas do Edital, seus anexos e o Contrato de Concessão – já atualizados e consolidados, em conformidade com as diretrizes técnicas e institucionais do Ministério dos Transportes e com as manifestações jurídicas da Procuradoria Federal junto à ANTT.

O projeto da Rota 2 de Julho integra o Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), conforme a Resolução CPPI nº 342/2025, e tem como base os Estudos de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental (EVTEA), elaborados pela Infra S.A. e aprovados pelo Ministério dos Transportes. Ao longo de 2025, o empreendimento também contou com ampla participação social, por meio da Audiência Pública nº 002/2025, realizada de forma híbrida em diferentes municípios da Bahia e em Brasília.

Entre os principais pontos aprovados pela Diretoria, estão mudanças no Plano de Outorga e no Edital para tornar o processo de concessão mais transparente e seguro. A Diretoria Colegiada também tomou ciência do Plano de Outorga do projeto, aprovado pelo Ministério dos Transportes por meio da Portaria nº 841, publicada no Diário Oficial da União, documento essencial para a conformação do modelo concessório.

Com o encaminhamento ao Tribunal de Contas da União, o projeto avança para uma etapa decisiva de controle e validação, reforçando o compromisso do Governo Federal, do Ministério dos Transportes e da ANTT com a adoção de um modelo de concessão sólido e transparente. A iniciativa busca assegurar investimentos que resultem em rodovias mais seguras, eficientes e com melhor nível de serviço, trazendo benefícios diretos aos usuários e contribuindo para o desenvolvimento econômico e social da Bahia.

Juros altos levam montadoras de caminhões a rever estoques e destravar capital de giro

Juros altos levam montadoras de caminhões a rever estoques e destravar capital de giro

Análises indicam excesso de até 20% em suprimentos e pressionam mudança histórica na gestão de peças e veículos pesados

A indústria automotiva brasileira, especialmente o segmento de caminhões, iniciou um movimento de revisão de práticas tradicionais de gestão para preservar capital de giro em um ambiente de juros elevados.

Um dos principais focos está nos estoques de peças e componentes, historicamente mantidos em níveis elevados para garantir produção contínua e atendimento ao pós-venda, mas que agora passam a ser recalculados à luz de critérios financeiros mais rigorosos.

Estudos conduzidos pela Mirow & Co. em montadoras de veículos leves e pesados indicam que até 20% dos volumes estocados podem ser eliminados sem comprometer a operação industrial ou a assistência ao mercado. O redesenho, segundo a consultoria, libera recursos relevantes em um momento em que o custo do dinheiro pressiona margens e decisões de investimento.

“Historicamente, as montadoras mantêm estoques com cobertura acima do necessário para atender às demandas de produção e pós-vendas, visando evitar o desabastecimento do mercado e impactos na marca, além de atrasos na fábrica. A mentalidade sempre foi de ‘não pode faltar’, então as montadoras carregavam nos estoques”, afirma Elmar Gans, sócio da Mirow & Co.

Cultura da abundância sob pressão financeira

A prática de manter estoques elevados também foi moldada por exigências legais e pela jurisprudência associada ao Código de Defesa do Consumidor, que obriga fabricantes e importadores a assegurarem a oferta de peças mesmo após o fim da produção dos modelos, o que, ao longo dos anos, ajudou a consolidar a lógica da abundância como uma espécie de seguro operacional e reputacional.

“Prevalecia a cultura do ‘melhor sobrar do que faltar’. O fornecedor logístico pouco era questionado caso peças excessivas ficassem obsoletas, mas levava a culpa quando a falta de componentes colocava a produção em risco. Ou seja, o estoque nunca foi um problema, mas agora, devido aos juros, passou a ser cobrado”, complementa Gans.

Segundo o executivo, a normalização das cadeias após o choque de abastecimento do período pandêmico, combinada ao aperto monetário, criou as condições para uma revisão mais profunda da eficiência na cadeia de suprimentos – uma das áreas de maior concentração de capital na indústria automotiva, incluindo o setor de caminhões.

Dados redefinem a gestão de peças

A mudança, contudo, não se resume a cortes lineares. A análise estratégica de dados permite identificar excessos pontuais em determinadas famílias de peças, preservando níveis de serviço e estabilidade da produção.

“Não se trata de um simples corte, mas de uma mudança de viés nessa gestão. Há estoques com R$ 400 milhões em reposição que podem continuar entregando os mesmos resultados operando com R$ 70 milhões a menos. Esses recursos podem ser redirecionados a outros projetos, em um momento em que tomar dinheiro emprestado está mais caro e a indústria inicia programas relevantes de investimento em novas tecnologias”, diz Gans.

Nos caminhões, o impacto é mais sensível nas peças importadas, cujo prazo de entrega pode chegar a seis semanas, o que historicamente justificou níveis mais altos de estocagem. Já os componentes nacionais, que operam majoritariamente em sistemas just in time ou com lead times de três a cinco dias, exigem menos volume, embora concentrem parcela significativa do capital imobilizado.

Transição tecnológica entra no radar

Além da pressão financeira imediata, o redesenho dos estoques também considera a transição tecnológica da frota. A eletrificação e a coexistência, por um longo período, de caminhões a combustão, elétricos e híbridos ampliam a complexidade da gestão de peças e a necessidade de espaço físico.

“Com a eletrificação, haverá uma troca grande de modelos em circulação. Por muito tempo, as montadoras terão que armazenar peças de veículos a combustão ao lado das peças dos modelos elétricos e dos flex. Repensar volumes melhora o capital de giro e prepara melhor a operação para esse futuro”, afirma Gans.

Pátios cheios e vendas mais lentas

O cenário de juros elevados também afeta diretamente o mercado de caminhões novos. O encarecimento do crédito tem levado transportadores e grandes frotistas a postergar renovações, alongando a idade média dos veículos em operação. “Entre os pesados, a idade média das frotas passou de sete para oito anos”, observa o consultor.

Com a demanda mais contida, não apenas os estoques de peças, mas também os de veículos acabados passaram a pressionar a gestão das montadoras. A resposta tem sido o uso mais intensivo de dados para prever volumes e, sobretudo, o mix de vendas, priorizando a produção dos modelos com maior probabilidade de saída e reduzindo a ocupação de pátios em fábricas e concessionárias.

Segundo Gans, aliviar o custo de capital nessas frentes é essencial para preservar competitividade e capacidade de investimento do setor. A exceção permanece nos semicondutores, considerados estratégicos após as crises de abastecimento entre 2021 e 2022 e os episódios de instabilidade geopolítica em 2024. “Ninguém vai questionar estoques mais conservadores nesse item. É um componente crítico para manter a operação rodando”, conclui.

RS foi o estado que mais recebeu recursos federais para rodovias em 2025, diz Ministério dos Transportes

RS foi o estado que mais recebeu recursos federais para rodovias em 2025, diz Ministério dos Transportes

Ministro Renan Filho vistoriou trechos na Serra e na Região Metropolitana de Porto Alegre. Durante a visita, fez o anúncio de novos editais

O Rio Grande do Sul foi o estado que recebeu o maior volume de recursos federais para obras rodoviárias em 2025. De acordo com o Ministério dos Transportes, foram destinados cerca de R$ 570 milhões ao RS, sendo mais de R$ 460 milhões aplicados na BR-116.

O ministro Renan Filho esteve no estado nesta quinta-feira (29) para acompanhar os trabalhos em andamento na Região Metropolitana e na Serra.

Em Canoas, ele afirmou que o investimento federal na rodovia seguirá neste ano. “Nós vamos investir aqui na BR-116, na Região Metropolitana de Porto Alegre, aproximadamente 300 milhões de reais neste ano.”

O ministro reforçou a importância da rodovia para o estado, destacando que a Região Metropolitana concentra fluxo diário elevado de veículos e atende grande parcela da população gaúcha – fatores que, segundo ele, justificam a prioridade na execução das obras.

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Durante visita a Caxias do Sul, o ministro anunciou a autorização para a circulação de caminhões com tração auxiliar elétrica no país. Ele também tratou de novos editais para a região: o governo prevê lançar, em abril, a licitação para construção de um viaduto no entroncamento da BR-116 com a Perimetral Norte. Até junho, deve ser publicado o edital para duplicação da rodovia no bairro Planalto.

Renan Filho comparou, ainda, o volume de recursos aplicado pela gestão atual com o período anterior. “No governo passado, eles investiam aqui neste estado 500 milhões de reais por ano, no máximo. 500 milhões. A gente, no ano passado, investiu 2.2 bi em um ano, mais do que 4 [anos] do governo passado.”

Também nesta quinta, na BR-470, entre Bento Gonçalves e Veranópolis, Renan Filho acompanhou o andamento das obras no trecho da Serra.

O ministro também passou por São José dos Ausentes, onde visitou as intervenções da BR-285. Segundo ele, o governo federal trabalha para entregar o trecho gaúcho da rodovia em setembro.

Confira a programação preliminar da primeira edição do CONET&Intersindical de 2026, em Brasília

Confira a programação preliminar da primeira edição do CONET&Intersindical de 2026, em Brasília

A NTC&Logística (Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística) realizará a primeira edição do CONET&Intersindical 2026 nos dias 26 e 27 de fevereiro, no ROYAL TULIP BRASÍLIA ALVORADA, em Brasília (DF). O evento tem como entidade anfitriã a FENATAC – Federação Interestadual das Empresas de Transporte de Cargas e Logística, com o apoio dos Sindicatos filiados à entidade.

O CONET&Intersindical consolidou-se como um dos eventos mais importantes do setor, reunindo os principais protagonistas do TRC, promovendo debates estratégicos, troca de experiências e oportunidades para o fortalecimento de parcerias.

Confira a programação preliminar

26 de fevereiro de 2026 | CONET

10h – Credenciamento

10h30 | 12h –  Abertura Oficial

12h | 13h  – Almoço

13h30 | 14h30 Painel: MERCADO E TARIFAS

Palestrante: Engenheiro Lauro Valdivia, Assessor Técnico da NTC

·     Atualização do INCT (Índice Nacional de Custos do Transporte)

·     Apresentação da Pesquisa de Mercado DECOPE 2026

·     Demonstração e Aplicações práticas da Plataforma de Cálculo de Frete

14h30 | 14h45 –  Painel: INOVAÇÃO E NOVOS NEGÓCIOS

                      Palestrante: André de Simone, Vice-Presidente de Inovação e Novos Negócios

14h45 | 15h30 – TALKS FORNECEDORES DA CADEIA PRODUTIVA DO TRC

·     O que esperar do ano de 2026 e como os produtos, serviços e soluções podem contribuir para

o   Redução de Custos Operacionais

o   Ganhos de Eficiência e Produtividade

o Gestão, Tecnologia, Segurança e Sustentabilidade nas empresas do TRC

15h30 | 16h –  Intervalo

16h | 17h – ENCONTRO COM EMPRESÁRIOS DO TRC

·     Carga Lotação

·     Carga Fracionada

·     Carga Geral

Foco:

o   Cenário de Mercado e Desafios Operacionais

o   Expectativas para 2026

17h | 18h30 – Palestra Magna:

CENÁRIO ECONÔMICO E PERSPECTIVAS PARA O TRANSPORTE RODOVIÁRIO DE CARGAS

Palestrante: A confirmar

19h – Considerações Finais e Encerramento

27 de fevereiro de 2026 | INTERSINDICAL

9h – Abertura da Intersindical

9h30 | 12h Painel 1: INFRAESTRUTURA

Palestrantes Convidados

CNT – Confederação Nacional do Transporte

·     Apresentação da Pesquisa CNT de Rodovias 2025

INFRA S.A.

·     Status do Plano Nacional de Logística (PNL) – 2025

ANTT – Agência Nacional de Transportes Terrestres

·     Fiscalização no Transporte Rodoviário de Cargas:

Piso Mínimo de Frete e Seguros

Debates

12h | 13h30 – Almoço

13h30 | 15h Painel 2: TRABALHISTA

Palestrante: Dr. Narciso Figueirôa Junior, Assessor Jurídico da NTC&Logística

o   Atualizações da Legislação

Perguntas e respostas

15h30 | 17h30 Painel 3: TRIBUTÁRIO

Palestrante: Dr. Marcos Aurélio Ribeiro, Diretor Jurídico da NTC&Logística

e Convidado

o   Atualizações do Cenário Tributário

18h – Considerações Finais – Encerramento

20h30 – Jantar de Encerramento

Condições de Inscrição

Inscrições realizadas até 31 de dezembro
➝ Desconto de 15% sobre os valores de sócio, não sócio e extra jantar.

Inscrições realizadas até 31 de janeiro
➝ Desconto de 5% sobre os valores de sócio, não sócio e extra jantar.

Inscrições realizadas de 1º a 19 de fevereiro
➝ Valores integrais, sem desconto.

As inscrições se encerram em 19 de fevereiro.

Hospedagem – Tarifas Especiais

Para a compra de hospedagem com tarifas especiais, utilize o PROMOCODE:

CONETNTCBSB

Canal de contato para reservas:

l  Segunda a sexta-feira: das 9h às 18 horas

l  Sábado: das 10h às 14 horas

l  E-mail: df.reservas@goldentulip.com.br

l  Telefone: (61) 3424-7018

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Fale com Elisete Balarini pelo telefone/WhatsApp (11) 99404-9647 ou pelos e-mails assessoria@ntc.org.br e comercial@ntc.org.br

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Realização

NTC&Logística (Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística)

Entidade Anfitriã

FENATAC (Federação Interestadual das Empresas de Transporte de Cargas e Logística)

Apoio

Sindicatos filiados à FENATAC

Patrocinadores

Geotab

Road Card – Pamcard

Transpocred

Apoios Institucionais

Sistema Transporte (CNT – Confederação Nacional do Transporte; SEST SENAT – Serviço Social do Transporte e Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte; ITL – Instituto de Transporte e Logística)

FuMTran (Fundação Memória do Transporte)

Apoio Logístico

Braspress

Fiscalização do frete mínimo é intensificada e exige atenção redobrada de transportadores e embarcadores

Fiscalização do frete mínimo é intensificada e exige atenção redobrada de transportadores e embarcadores

Norma entrou em vigor dia 20 de janeiro e redefine parâmetros que impactam diretamente transportadores, embarcadores e o preço dos produtos no país

A Agência Nacional de Transportes Terrestres – ANTT concluiu a revisão da Resolução nº 5.867/2020, que regulamenta a Política Nacional de Pisos Mínimos do Transporte Rodoviário de Cargas, em decorrência da Audiência Pública nº 08/2025, atualizando a metodologia e os coeficientes usados no cálculo do frete mínimo por quilômetro rodado, conforme previsto na Lei nº 13.703/2018.

Fiscalização eletrônica

Com as validações inseridas no manifesto de documentos fiscais eletrônicos (MDF-e) pela NT. 2025.01, a partir de 06/10/2025, a fiscalização pela ANTT passou a ser 100% de forma eletrônica, o que aumentou consideravelmente as autuações pelo descumprimento das regras do Piso Mínimo de Frete.

Notificações via Edital

Muitas Transportadoras e Embarcadores estão sendo notificados via edital (Diário Oficial da União), cujo prazo para defesa é de 30 dias a contar da data da notificação.

Sendo assim, reforçamos aqui a importância de realizar consultas  periódicas dessas publicações na Imprensa Nacional (link abaixo), com os seguinte filtros: Seção 3 / Ministério dos Transportes / Agência Nacional de Transporte Terrestres / Edital de Notificação – https://www.in.gov.br/leiturajornal?secao=dou3&data=29-01-2026&org=Minist%C3%A9rio%20dos%20Transportes&org_sub=Ag%C3%AAncia%20Nacional%20de%20Transportes%20Terrestres&ato=Edital%20de%20Notifica%C3%A7%C3%A3o, a fim de evitar perda do prazo para apresentação de defesa.

Consulta ao BI do SIFAMA ANTT

Por meio do link abaixo, é possível acompanhar  os autos de infração registrados no SIFAMA da ANTT. A consulta permite filtro por nome, por data e por tipo de infração – https://app.powerbi.com/view?r=eyJrIjoiNDk2NTI3MTEtMjJkOC00MTg0LWIzYjctMDI2ZGEzOTZkYWIyIiwidCI6Ijg3YmJlOWRlLWE4OTItNGNkZS1hNDY2LTg4Zjk4MmZiYzQ5MCJ9&disablecdnExpiration=1769726436

Participe da Pesquisa de Mercado 2025 da NTC&Logística

Participe da Pesquisa de Mercado 2025 da NTC&Logística

A Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística (NTC&Logística) deu início a uma nova edição da Pesquisa de Mercado do Transporte Rodoviário de Cargas (TRC), voltada às empresas transportadoras de todo o país. O levantamento tem como objetivo avaliar a situação econômica do setor ao longo de todo o ano de 2025, identificando os principais desafios enfrentados, além de oportunidades, tendências e indicadores que impactam diretamente o desenvolvimento e a sustentabilidade das operações.

A coleta de informações será realizada por meio de um questionário objetivo e de fácil preenchimento, com perguntas de múltipla escolha, garantindo uma participação prática e acessível para as empresas. A colaboração do setor é essencial para que o estudo retrate com precisão a realidade do transporte de cargas no Brasil e forneça dados consistentes para a formulação de políticas públicas e estratégias empresariais. 

Os resultados consolidados serão apresentados durante a primeira edição de 2026 do CONET&Intersindical (Conselho Nacional de Estudos em Transporte, Custos, Tarifas e Mercado), que será realizada no dia 26 de fevereiro, em Brasília (DF).

Clique aqui e participe.

Dutra, 75 anos: a rodovia que conecta o Brasil pelas pessoas

Dutra, 75 anos: a rodovia que conecta o Brasil pelas pessoas

Pioneira na integração entre São Paulo e Rio de Janeiro, a Rodovia Presidente Dutra celebra 75 anos como caminho de histórias, trabalho e desenvolvimento; ANTT reforça compromisso com uma regulação feita de pessoas, para pessoas

naugurada em janeiro de 1951, a Rodovia Presidente Dutra (BR-116) é uma das rodovias mais antigas e emblemáticas do Brasil moderno. Pioneira na integração rodoviária entre os estados de São Paulo e Rio de Janeiro, dois dos principais centros econômicos do país, a Dutra marcou um novo momento da mobilidade nacional, conectando pessoas, economias e territórios em uma escala inédita à época.

Ao longo de seus 402 quilômetros, a rodovia se consolidou como muito mais do que um eixo logístico estratégico. Tornou-se caminho diário de milhões de brasileiros — trabalhadores a caminho do emprego, motoristas profissionais que mantêm o país em movimento, famílias em viagens de reencontro, estudantes, empresários, fiéis em peregrinação e comunidades inteiras que se desenvolveram ao longo de seu traçado. Cada viagem carrega uma história. Cada trajeto envolve vidas.

A Rodovia Presidente Dutra conecta os estados do Rio de Janeiro e São Paulo. No trecho paulista, estende-se do km 231, na Marginal Tietê, até o km 0, na divisa com o estado do Rio de Janeiro. Já no trecho fluminense, compreende do km 339,60, na divisa com São Paulo, até o km 214,70, administrados pela RioSP, uma empresa Motiva. Sendo que o segmento entre os km 214,70 e 168,10 está sob responsabilidade da concessionária Ecovias Rio Minas.

Desde a implementação do modelo de concessões rodoviárias federais, a Dutra passou por diferentes contratos ao longo de sua história. Atualmente, a rodovia possui trechos concedidos a distintas concessionárias, sob regulação e fiscalização da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).

O principal segmento da rodovia é administrado pela RioSP, concessionária vencedora de leilão realizado pelo governo federal, com contrato de concessão de 30 anos. Sob esse contrato, está em curso um amplo conjunto de investimentos voltados à ampliação da capacidade, modernização da infraestrutura, implantação de tecnologia, com conectividade para os clientes do trecho, além de melhoria da segurança viária com iluminação em todo trecho e elevação da qualidade dos serviços prestados aos usuários.

A concessão da RioSP vem promovendo um expressivo aumento de capacidade no trecho paulista, entre os km 231 e 51,20, com a ampliação da plataforma viária, que passa, de forma geral, de duas faixas de rolamento mais acostamento para quatro faixas de rolamento mais acostamento. Em municípios de maior porte, como Guarulhos, São José dos Campos, Taubaté e Resende, está prevista ainda a implantação de duas faixas marginais adicionais, com foco na melhoria do tráfego local e da mobilidade urbana.

Outro destaque é a obra da Nova Serra das Araras, que apresenta andamento acima do cronograma previsto. A intervenção transformará o trecho em uma rodovia mais moderna e segura, com aumento da velocidade operacional da descida dos atuais 40 km/h para 80 km/h. O segmento passará a contar com quatro faixas de rolamento mais acostamento, além de sistema de iluminação, duas rampas de escape e cobertura de acesso à internet ao longo de toda a rodovia.

O trecho sob concessão da Ecovias Rio Minas também será contemplado com obras de ampliação e melhorias, seguindo o mesmo padrão de modernização, aumento de capacidade e segurança viária adotado nos demais segmentos da Rodovia Presidente Dutra.

Ao celebrar os 75 anos da Dutra, a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) destaca que sua atuação vai além da infraestrutura e dos contratos. A regulação da rodovia é pensada a partir do impacto real na vida das pessoas que utilizam a via todos os dias.

“A Dutra não é apenas uma das rodovias mais importantes do país. Ela é um espaço de circulação de vidas. Cada decisão regulatória precisa considerar quem está na estrada diariamente — trabalhadores, famílias, motoristas profissionais. Regular é cuidar de pessoas”, destacou o diretor-geral da ANTT, Guilherme Theo Sampaio.

Como agência reguladora, a ANTT acompanha de forma permanente a execução dos contratos de concessão, fiscaliza o cumprimento das obrigações das concessionárias e atua para garantir que obras, serviços, sistemas de segurança, atendimento ao usuário e melhorias operacionais avancem com responsabilidade, transparência e foco no cidadão.

Celebrar esse marco histórico é também reafirmar compromissos permanentes: a segurança viária, a qualidade dos serviços prestados, a eficiência logística, a sustentabilidade e a proteção do interesse público. A Dutra é estratégica para o desenvolvimento econômico do país, mas, acima de tudo, é essencial para a rotina de milhões de brasileiros.

A atuação da Agência envolve diálogo constante com concessionárias, órgãos públicos, governos locais e a sociedade, buscando soluções técnicas que conciliem fluidez do tráfego, modernização da rodovia e respeito às comunidades do entorno. “Quando falamos da Dutra, falamos de histórias reais. De gente que trabalha, que sonha, que sustenta suas famílias. A missão da ANTT é garantir que essa rodovia continue evoluindo com segurança, eficiência e respeito às pessoas”, reforçou o diretor-geral.

Dos 75 anos de história ao futuro da mobilidade no Brasil, a ANTT segue trabalhando para que a Rodovia Presidente Dutra continue sendo um caminho de desenvolvimento, integração e cidadania. Porque rodovias não são apenas faixas de asfalto — são espaços onde a vida acontece. E é por isso que a atuação da ANTT é feita de pessoas, para pessoas.

Mesorregião Metropolitana de Belo Horizonte exporta US$ 15,8 bilhões em 2025

Mesorregião Metropolitana de Belo Horizonte exporta US$ 15,8 bilhões em 2025

A região abriga metade dos dez principais municípios exportadores do Estado, que se destacaram principalmente em atividades como a mineração e indústria

Composta por 105 municípios, a Mesorregião Metropolitana de Belo Horizonte se consolidou como a principal zona exportadora de Minas Gerais. Em 2025, os envios totalizaram US$ 15,8 bilhões, correspondendo por 38,3% de todas as vendas externas realizadas no Estado.

Apesar de expressivo, o montante foi ligeiramente inferior (-1,86%) ao acumulado em 2024, quando os envios da mesorregião totalizaram US$ 16,1 bilhões. O recuo foi impactado principalmente pela queda nos envios de Conceição do Mato Dentro, que caíram 50% frente a 2024.

Os dados fazem parte do Panorama do Comércio Exterior de Minas Gerais, divulgado nesta quarta-feira, (28), pelo governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede-MG). A região abriga metade dos dez principais municípios exportadores do Estado, que se destacaram principalmente em atividades como a mineração e indústria.

Nova Lima, na Grande BH, lidera o grupo mesorregional, com US$ 2,5 bilhões em exportações, apresentando um crescimento de 21% em relação ao ano anterior. O avanço no município, terceiro maior exportador do Estado, reflete, sobretudo, o peso da mineração, com destaque para os embarques de minério de ferro e ouro, que sustentam a liderança do município no comércio exterior do Estado.

Betim e Ouro Preto também se destacaram em 2025, acumulando US$ 2,5 bilhões e US$ 2,4 bilhões em envios, respectivamente. Com mineração pujante, a cidade histórica obteve um dos maiores crescimentos no Estado, de 36%, enquanto Betim somou 16% frente a 2024.

Itabira (US$ 1,2 bilhão) e Conceição do Mato Dentro (US$ 1,1 bilhão), que fazem parte da mesorregional, também figuram entre os dez principais municípios exportadores de Minas Gerais. O ranking estadual é liderado por Varginha (Sul de Minas), que acumulou US$ 3,3 bilhões em envios. Juntos, os dez principais municípios atingiram um crescimento de 36,4%, equivalente a US$ 4,6 bilhões.

China, Estados Unidos e Alemanha estão entre principais destinos dos envios no Estado

Vale lembrar que as exportações de Minas Gerais alcançaram US$ 45,6 bilhões em 2025, um novo recorde na série histórica. Os dez principais parceiros comerciais do Estado foram China, Estados Unidos, Alemanha, Argentina, Canadá, Japão, Países Baixos (Holanda), Reino Unido, Itália e Bélgica.

Juntos, esses países foram responsáveis por 70,8% do valor total exportado no último ano, somando um montante de US$ 32,3 bilhões. As exportações para esses dez mercados tiveram um crescimento de 10,8% em relação a 2024.

Com mercados localizados em longas distâncias, o transporte marítimo permanece como a principal via de escoamento. Com isso, o levantamento do governo ressalta a importância de manutenção e aperfeiçoamento das rotas portuárias utilizadas pelas empresas do Estado.

O documento aponta ainda que esse movimento de crescimento está em linha com os resultados nacionais, já que as exportações brasileiras registraram alta de 3,5%. Além disso, o comércio exterior mineiro manteve a relevância em relação aos anos anteriores, preservando participação similar no fluxo comercial do País e consolidando-se como o terceiro maior estado exportador e o quinto maior importador do Brasil.

Mercado industrial brasileiro atinge picos de ocupação e valorização em 2025

Mercado industrial brasileiro atinge picos de ocupação e valorização em 2025

Preços de galpões batem recorde e vacância recua para 6,56% em 2025, com SP liderando absorção de 1 mi de m² no setor

O segmento de imóveis logísticos de alto padrão no Brasil consolidou um ciclo de expansão sustentada ao longo de 2025, culminando em indicadores de desempenho que sinalizam um ambiente de maturidade e pressão de demanda sobre estoques qualificados. Dados do relatório Market Beat Industrial – 4º Trimestre de 2025, publicado pela consultoria global Cushman & Wakefield, detalham uma absorção líquida anual agregada de 1,63 milhão de metros quadrados (m²). Este desempenho foi impulsionado por uma absorção trimestral de 422,8 mil m² no período outubro-dezembro, refletindo a continuidade do momentum positivo.

A análise geográfica evidencia a preponderância da Região Sudeste, responsável por 310,1 mil m² da absorção líquida do último trimestre. O estado de São Paulo reafirma sua condição de epicentro do mercado nacional, com uma absorção líquida de 331,5 mil m² apenas no quarto trimestre – superando a marca regional – e totalizando 1,01 milhão de m² no ano, o que corresponde a aproximadamente 62% do volume nacional. Estados como Minas Gerais e Rio de Janeiro, embora tenham registrado movimentos de ajuste pontuais no final do ano, encerraram o ciclo com balanço acumulado positivo.

O cenário de demanda robusta exerceu pressão descendente sobre a vacância disponível. A taxa média nacional encerrou dezembro de 2025 em 6,56%, representando uma contração significativa frente aos 8,03% apurados no fechamento do exercício anterior. Este declínio é atribuído à conjugação entre a forte absorção e a capacidade do mercado em assimilar novo stock entregue ao longo do ano. A análise regional da vacância revela disparidades, já que enquanto a Região Sul apresentou uma das reduções mais acentuadas, chegando a 2,9%, e o Nordeste manteve nível restrito de 3,2%, a Região Norte registrou virtual inexistência de áreas disponíveis, indicando escassez crítica de estoques modernos.

A dinâmica de oferta e demanda exerceu impacto direto na valoriação dos ativos. O preço médio pedido nacional alcançou patamar histórico, sendo fixado em R$ 27,89/m² ao final de 2025, ante R$ 24,83/m² em 2024, valorização que reflete a seletividade do mercado por imóveis com especificações superiores. São Paulo, principal mercado, ultrapassou a barreira simbólica de R$ 30/m², fechando o ano em R$ 30,54/m². Minas Gerais e Rio de Janeiro seguiram a tendência de alta, com médias de R$ 26,09/m² e R$ 23,07/m², respectivamente.

Do lado da demanda, o volume bruto de locações (incluindo renovações e novas ocupações) totalizou 2,44 milhões de m² em 2025. A segmentação por tipo de ocupante demonstra a hegemonia do setor de Comércio, Atacado e Varejo, responsável pela absorção de 850,8 mil m². Operadores Logísticos Terceirizados (3PL) consolidaram-se como segunda força motriz, com 481,8 mil m², seguidos pelo segmento de Veículos Automotivos e Não-Automotivos, com 159,7 mil m². Em São Paulo, eixos logísticos consagrados – como Guarulhos, Grande ABC, Cajamar e Sorocaba – concentraram os maiores volumes transacionados.

Conforme análise de Dennys Andrade, Head de Inteligência de Mercado da Cushman & Wakefield para o Brasil, “Os dados de 2025 delineiam um mercado em estágio avançado de maturação, onde a seletividade é a norma. Ativos com localização estratégica, infraestrutura de conexão robusta e atributos construtivos de excelência, como pé-direito elevado, claraboias e capacidade geradora diferenciada, experimentam liquidez imediata. Mesmo diante de eventuais movimentos de consolidação ou devolução de espaços, a demanda estrutural por modernos facilities logísticos mantém solidez inquestionável em todas as praças principais“.