por imprensa | jan 29, 2026 | Notícias, Outros
No dia 5 de março de 2026, o Bioparque Pantanal, em Campo Grande (MS), será palco do Seminário “O Sistema TIR como catalisador para integração e competitividade no Corredor Bioceânico”, evento que reunirá autoridades públicas, especialistas internacionais, representantes do setor produtivo e lideranças do Transporte Rodoviário de Cargas para debater os impactos logísticos, comerciais e institucionais da implementação do sistema global de trânsito aduaneiro TIR em sinergia com o desenvolvimento do Corredor Bioceânico.
Com apoio institucional da Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística (NTC&Logística), o encontro tem como objetivo apresentar os benefícios que a adoção do TIR pode oferecer aos países que integram o Corredor, incluindo a conexão da rota sul-americana com mercados estratégicos da Ásia e da Europa, a facilitação do comércio internacional e o aumento dos fluxos de cargas de forma mais segura, previsível e eficiente.
A programação terá início às 8h30, com o credenciamento, seguido da abertura oficial às 9 horas. Às 9h45, o senador Nelsinho Trad abordará o impacto do Corredor Bioceânico no desenvolvimento do Mato Grosso do Sul, destacando a importância da infraestrutura logística como vetor de crescimento econômico e integração regional.
Na sequência, Lucas Lagier, da União Internacional dos Transportes Rodoviários (IRU), apresentará os benefícios do sistema TIR para a competitividade do Corredor Bioceânico, enquanto Ana Luiza Taliberti, também da IRU, detalhará as etapas para a implementação do TIR nos países do Corredor, abordando os aspectos técnicos, regulatórios e operacionais do processo.
Após o intervalo para almoço, a programação será retomada às 14 horas, com a palestra “A adoção da Convenção TIR no Corredor Bioceânico de Capricórnio: uma avaliação estratégica da INFRA S.A. para a facilitação do comércio regional”, ministrada por Elaine Radel, da INFRA S.A. Em seguida, uma mesa-redonda reunirá representantes dos setores público e privado para discutir como ampliar a eficiência do Corredor Bioceânico no trânsito internacional, promovendo maior integração, redução de custos e fluidez logística.
O evento será encerrado com uma sessão aberta de perguntas e respostas, seguida de coquetel de relacionamento, entre 16h15 e 17h30.
O Seminário conta com a participação da União Internacional dos Transportes Rodoviários (IRU), organização sediada em Genebra desde 1948, que conecta mais de 100 países por meio de soluções voltadas à mobilidade e à logística segura, eficiente e sustentável. Por mandato da Organização das Nações Unidas (ONU), a IRU administra o TIR, considerado o único sistema global de trânsito aduaneiro capaz de facilitar o comércio internacional, reduzir barreiras burocráticas e promover a integração entre mercados e sociedades.
Mais informações e inscrições estão disponíveis na página oficial do evento, clicando aqui.
por imprensa | jan 29, 2026 | Notícias, Outros
Solução do SEST SENAT amplia conexões entre empresas e profissionais, fortalece a empregabilidade e aposta em inteligência artificial para o próximo ciclo
O portal Emprega Transporte encerrou 2025 com resultados expressivos na promoção da empregabilidade no setor de transporte. Ao longo do ano, 5.092 candidatos foram contratados por meio da plataforma, o equivalente a 20% dos profissionais cadastrados no período, consolidando o portal como um canal efetivo de aproximação entre empresas e trabalhadores.
O desempenho é reflexo da ampliação da base de usuários e do fortalecimento da atuação nacional do Emprega Transporte. Atualmente, a plataforma reúne 91.630 candidatos e 6.367 empresas, registrando crescimento relevante em relação a 2024, tanto no número de cadastros quanto na participação de empresas e na oferta de vagas.
Para a diretora executiva nacional do SEST SENAT, Nicole Goulart, os resultados confirmam a maturidade da iniciativa. “O Emprega Transporte avançou de forma consistente, com mais contratações, mais empresas participantes e processos mais eficientes. Esses números mostram que estamos no caminho certo ao usarmos a tecnologia para gerar oportunidades reais de trabalho e apoiar o desenvolvimento do setor”, afirma.
A iniciativa do SEST SENAT tem como objetivos estratégicos contribuir para o desenvolvimento das empresas e promover conhecimento e crescimento profissional aos trabalhadores. O portal opera como um ambiente integrado de recrutamento, simplificando o acesso às oportunidades e tornando os processos seletivos mais ágeis e transparentes.
Os resultados alcançados em 2025 são fruto da execução de um planejamento estruturado, que envolveu 37 ações entre melhorias, correções e atividades contínuas. As entregas incluíram a criação do Painel do Emprega Transporte, a implementação do gerenciamento do processo seletivo, a automação de notificações e emails, a funcionalidade de match entre candidato e vaga, além da reformulação do layout e das telas de cadastro, login e navegação.
Para 2026, o Emprega Transporte inicia uma nova etapa, com foco na consolidação do indicador de empregabilidade e no avanço da adoção de novas tecnologias, incluindo a implementação de inteligência artificial e recursos adicionais para o gerenciamento dos processos seletivos. A proposta é tornar a conexão entre empresas e profissionais ainda mais rápida e precisa, contribuindo diretamente para o fortalecimento do mercado de trabalho no transporte.
por imprensa | jan 29, 2026 | Notícias, Outros
Além da construção da ponte binacional que ligará o Brasil ao Oceano Pacífico, o Governo de Mato Grosso do Sul avança em mais uma frente logística considerada estratégica para o desenvolvimento regional. O estado confirmou a implantação de um porto multifuncional em Porto Murtinho, com investimento estimado em R$ 180 milhões, que reforça a integração da Rota Bioceânica com a hidrovia do rio Paraguai.
Porto multifuncional reforça logística e integração regional
O novo empreendimento recebeu licenciamento ambiental e autorização para instalação, permitindo o início das obras já no próximo ano. O porto será operado pelo PTP Group, maior operador da hidrovia do rio Paraguai, e terá perfil multiuso, com capacidade para movimentar grãos, fertilizantes e contêineres. Com a nova estrutura, Porto Murtinho passará a contar com três portos em operação, consolidando-se como polo logístico no eixo Brasil–América do Sul.
Hub logístico conectado à Rota Bioceânica
A proposta do porto está diretamente ligada à Rota Bioceânica, corredor que conecta o Centro-Oeste brasileiro aos portos do Chile, no Oceano Pacífico. A integração entre rodovias, hidrovia e infraestrutura portuária amplia a competitividade das exportações e cria condições para reduzir custos logísticos, além de estimular a entrada de mercadorias no país por meio de rotas alternativas.
Ponte binacional avança e acelera integração continental
Paralelamente ao novo porto, seguem em ritmo acelerado as obras da ponte binacional que liga Porto Murtinho, no Brasil, a Carmelo Peralta, no Paraguai. O empreendimento, considerado um dos mais estratégicos da integração sul-americana, já ultrapassou 80% de execução e deve ser concluído até o primeiro semestre de 2026. A expectativa é reduzir em até 23% o tempo de transporte de cargas até mercados asiáticos.
Investimentos públicos impulsionam desenvolvimento local
No lado brasileiro, o projeto inclui ainda a construção do acesso entre a BR-267 e a ponte, o contorno rodoviário de Porto Murtinho e a implantação de um Centro Aduaneiro. Somente essas obras somam mais de R$ 470 milhões em investimentos federais. Além disso, o governo estadual mantém cerca de R$ 80 milhões em obras de infraestrutura, saúde e educação no município.
Nova logística coloca Mato Grosso do Sul no centro das rotas globais
Com a combinação da ponte binacional e do novo porto de R$ 180 milhões, Mato Grosso do Sul fortalece sua posição como elo estratégico entre o Brasil, países vizinhos e o mercado internacional. A expectativa é que os investimentos transformem Porto Murtinho em um dos principais corredores logísticos do país, impulsionando a economia regional, atraindo novos empreendimentos e ampliando a competitividade do agronegócio brasileiro.
por imprensa | jan 29, 2026 | Notícias, Outros
Missão institucional em Lima reforça cooperação técnica, troca de boas práticas e compromisso com uma infraestrutura mais eficiente, humana e conectada às necessidades reais dos cidadãos
A integração da infraestrutura sul-americana deixou de ser apenas um conceito técnico para se tornar uma agenda concreta, com impacto direto na vida das pessoas. Foi com esse espírito que a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) concluiu, em Lima, no Peru, o primeiro dia de uma missão institucional estratégica voltada ao fortalecimento do diálogo regional, à troca de experiências regulatórias e à construção de caminhos mais eficientes para o desenvolvimento econômico e social. Os diretores da ANTT, Alex Azevedo e Felipe Queiroz, compõem a comitiva internacional.
No primeiro dia, a agenda constou de encontros de alto nível com instituições centrais da infraestrutura peruana, autoridades governamentais e representantes diplomáticos, em um esforço coordenado para alinhar visões, compartilhar soluções e discutir, de forma prática, como a integração logística pode gerar benefícios reais para usuários, produtores, investidores e cidadãos dos dois países.
O foco dessas reuniões foi tratar a infraestrutura como política pública que impacta vidas. A programação teve início com reunião na OSITRAN, agência responsável pela regulação e fiscalização da infraestrutura de transporte concedida no Peru. O encontro foi dedicado à troca de experiências sobre concessões, equilíbrio econômico-financeiro dos contratos, fiscalização técnica e proteção dos direitos dos usuários.
A atuação da OSITRAN, marcada pela previsibilidade regulatória e pela transparência, é referência regional e dialoga diretamente com os desafios enfrentados pelo Brasil. A aproximação entre as agências contribui para ambientes mais seguros, serviços de melhor qualidade e maior confiança para quem utiliza e para quem investe na infraestrutura de transporte.
Na sequência, a delegação brasileira visitou a Autoridad Nacional de Infraestructura (ANIN), órgão responsável por planejar e executar os principais projetos estratégicos do Peru. Reconhecida por seu modelo centralizado, técnico e orientado a resultados, a ANIN atua para reduzir gargalos históricos, acelerar obras de alto impacto e garantir qualidade, transparência e controle de custos e prazos.
O diálogo permitiu aprofundar temas sensíveis e estratégicos, como governança de grandes projetos, priorização de investimentos, gestão de riscos, parcerias com o setor privado e mecanismos de financiamento. Para a ANTT, conhecer de perto esse modelo amplia o repertório institucional e fortalece a capacidade de regulação e planejamento no Brasil, sempre com foco no usuário final – aquele que depende da estrada, do porto e da logística para trabalhar, produzir e se deslocar com segurança.
Encerrando o primeiro dia, a missão foi recebida na Embaixada do Brasil em Lima, pelo embaixador Clemente de Lima Baena Soares. O encontro reforçou o papel da diplomacia na construção de pontes institucionais e no alinhamento entre políticas públicas, interesses econômicos e integração regional. A infraestrutura, nesse contexto, deixa de ser apenas obra e passa a ser estratégia de Estado, conectando países, encurtando distâncias e ampliando oportunidades para pessoas e empresas.
Para o diretor da ANTT, Felipe Queiroz, a missão já apresenta resultados concretos. “Estamos terminando o primeiro dia da missão da ANTT, em Lima, no Peru. Tivemos encontro com a agência reguladora de transportes peruana, a autoridade de investimentos e infraestrutura, além de reuniões institucionais e da agenda na embaixada. Muita coisa boa está sendo discutida”, disse.
Em sua fala, o diretor Alex Azevedo destacou o simbolismo e a dimensão estratégica da integração. “Essa integração de infraestrutura entre Brasil e Peru, com uma possível saída para o Pacífico, tem um significado enorme. As reuniões foram muito produtivas e mostram a receptividade e a seriedade com que os peruanos têm tratado os temas apresentados pela nossa delegação”, completou.
Porto de Callao: onde a integração dos modais se concretiza
A missão segue nesta terça-feira (28/1) com visita técnica ao Porto de Callao, principal porto comercial do Peru e um dos mais relevantes da costa oeste da América do Sul. A agenda tem como objetivo avaliar, na prática, a integração entre os modais de transporte, considerando que todo o transporte terrestre, ao final de sua cadeia logística, converge para o porto – ponto de conexão fundamental entre rodovias, ferrovias e o comércio internacional.
A visita permitirá compreender como a infraestrutura portuária se articula com os corredores terrestres, especialmente no contexto do Corredor Bioceânico, reforçando a importância da finalização eficiente do transporte terrestre para garantir fluidez, competitividade e redução de custos logísticos.
No Terminal Sul, operado pela DP World, a delegação acompanha um exemplo concreto de eficiência logística: o terminal superou a marca de 2 milhões de TEUs movimentados em um único ano, lidera exportações agrícolas sensíveis ao tempo e impulsionou bilhões de dólares em atividade econômica no país. Já no Terminal Norte Multipropósito, operado pela APM Terminals, o foco é entender a operação integrada de diferentes tipos de carga, que sustenta grande parte do comércio exterior peruano ao longo de todo o ano.
Infraestrutura feita de pessoas, para pessoas
Mais do que reuniões técnicas, a missão da ANTT ao Peru reafirma uma visão que se consolidou na Agência: infraestrutura só faz sentido quando melhora a vida das pessoas. Cada estrada mais eficiente, cada porto mais integrado e cada contrato bem regulado representam menos custos, mais segurança, mais empregos e mais desenvolvimento.
Ao fortalecer o diálogo internacional e aprender com experiências bem-sucedidas, a ANTT avança no compromisso de construir uma regulação moderna, humana e acessível, capaz de conectar o Brasil ao futuro – e, sobretudo, às pessoas que fazem o país se mover.
por imprensa | jan 29, 2026 | Notícias, Outros
Mudanças nas regras de impostos sobre consumo, renda ou patrimônio podem encarecer produtos, reduzir a rentabilidade de investimentos e exigir ajustes no planejamento financeiro. Com o início da transição da reforma tributária no Brasil, em 2026, especialistas consultados pela Gazeta do Povo alertam que entender o cenário e se organizar financeiramente pode fazer diferença no bolso.
Mudanças tributárias são alterações nas normas que regem impostos, contribuições e obrigações fiscais. Elas podem ocorrer por decisões do Legislativo ou do Executivo, em nível federal, estadual ou municipal. Já as reformas tributárias – mais raras – envolvem transformações estruturais do sistema, como a extinção de tributos e a criação de novos modelos de arrecadação.
“Esses movimentos, em geral, buscam corrigir distorções, redistribuir arrecadação e aumentar a eficiência do poder público em captar recursos, mas acabam impactando todos os aspectos econômicos da sociedade, inclusive as finanças pessoais”, explica o advogado tributarista Luiz Gustavo Bichara em entrevista à Gazeta do Povo.
O que muda com a reforma tributária?
Em 2025, o Congresso Nacional regulamentou a reforma tributária, que passa a valer neste ano, em modo de transição. A principal transformação promovida pela medida será a unificação de tributos sobre o consumo, hoje cobrados separadamente. O Programa de Integração Social (PIS) e a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS) darão lugar à Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), de âmbito federal.
Já o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e o Imposto Sobre Serviços (ISS) serão substituídos pelo Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), compartilhado por estados e municípios. Atualmente, o ICMS é colhido pelos Estados, enquanto os municípios arrecadam o ISS.
O novo modelo prevê cobrança no destino, ou seja, o imposto será pago onde o bem ou serviço é consumido. Porém, para não gerar a chamada “cumulatividade plena”, o consumidor terá direito a créditos amplos ao longo da cadeia produtiva. A cumulatividade acontece quando o imposto é cobrado diversas vezes ao longo da produção e comercialização de um bem ou serviço.
A reforma também criou o Imposto Seletivo, voltado a produtos considerados prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente, como cigarros, bebidas alcoólicas e combustíveis fósseis. A transição começa em 2026, com alíquotas de teste e adaptação dos sistemas fiscais, e se estende até 2033, quando o novo sistema passa a vigorar.
Como a reforma tributária afeta o orçamento das famílias?
Mudanças na tributação do consumo tendem a afetar diretamente o custo de vida. Segundo Bichara, alterações em alíquotas ou na forma de cobrança podem encarecer produtos e serviços, além de impactar a rentabilidade de investimentos e o planejamento patrimonial.
O advogado cita, por exemplo, mudanças recentes na tributação da renda, como a discussão sobre a tributação de dividendos, que podem levar empresas a alterar seus modelos de remuneração.
“Essas mudanças podem encarecer o custo de vida, a rentabilidade de investimentos e exigir diferentes estratégias, seja no âmbito empresarial, seja no próprio controle das finanças pessoais”, diz Bichara.
Já na tributação do patrimônio, ajustes em impostos como Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) e Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) podem exigir reavaliações no planejamento de quem possui imóveis, veículos ou heranças. Há ainda os chamados tributos extrafiscais, criados para induzir comportamentos.
“O aumento de impostos sobre carros mais poluentes, por exemplo, busca incentivar o consumo de veículos elétricos ou híbridos. Já a maior tributação sobre cigarros e bebidas visa reduzir o consumo desses produtos”, explica o advogado.
Planejamento é a principal proteção em tempo de reforma tributária
Para o economista e especialista em educação financeira Gean Duarte, da Me Poupe!, o principal instrumento de proteção em períodos de mudança tributária é o planejamento. “Quando impostos, preços e margens mudam, viver sem planejamento costuma sair caro”, afirma à Gazeta do Povo.
Segundo o economista, olhar a vida financeira com antecedência, ao menos para os próximos 12 meses, ajuda a sair do improviso e a criar margem para imprevistos, como reajustes inesperados de custos ou queda de renda.
Dessa forma, a reserva de emergência ganha ainda mais importância. A recomendação é ter o equivalente a pelo menos seis meses do custo de vida aplicado em investimentos de liquidez diária e baixo risco, como o Tesouro Selic. “Essa reserva funciona como um colchão financeiro, que evita que qualquer mudança de imposto vire dívida”, diz.
Para quem trabalha como pessoa jurídica ou de forma autônoma, o cuidado precisa ser maior. Mudanças na tributação do consumo e da renda podem alterar significativamente a margem de lucro de serviços e negócios.
“Não dá para precificar olhando só para quanto se quer ganhar no mês. É preciso considerar os impostos no cálculo da renda, inclusive antecipando mudanças que estão vindo”, explica Duarte. “Quando isso não entra na conta, o resultado costuma ser trabalhar muito e sentir que o dinheiro nunca sobra. Antecipar essa análise ajuda a proteger a renda e a manter o negócio de pé mesmo em períodos de transição.”
Diversificação de investimentos
Bichara reforça que não existe uma estratégia única. Um aumento de IPTU, por exemplo, pode levar investidores a diversificar o portfólio e reduzir a concentração em imóveis. Já mudanças na tributação sobre serviços podem exigir revisão do portfólio de ações ou do modelo de negócios.
A principal estratégia para passar por um período de reforma tributária está na diversificação dos investimentos. Ao não concentrar todo o patrimônio em um único ativo ou setor, o investidor reduz a exposição a mudanças tributárias que afetem especificamente determinada atividade econômica.
Outra recomendação é acompanhar o noticiário econômico e as movimentações legislativas. Segundo Bichara, isso permite antecipar decisões. O advogado lembra que, diante da possibilidade de tributação de dividendos a partir de 2026, algumas empresas se anteciparam e realizaram pagamentos ainda em 2025, dentro das regras que mantinham a isenção.
Já o economista Gean Duarte recomenda o controle total dos gastos do dia a dia. “Quando o assunto são ferramentas e hábitos de educação financeira, a boa notícia é que não precisa de nada sofisticado. Pode ser planilha, aplicativo ou até um caderno. Saber exatamente quanto entra, quanto sai e onde o dinheiro está sendo gasto dá clareza para ajustar o orçamento quando o cenário muda. O erro é fingir que nada mudou e manter o orçamento engessado enquanto a realidade já é outra”, diz.
Duarte destaca que buscar apoio profissional faz parte de uma estratégia financeira saudável. O contador pode ajudar a organizar a parte tributária e identificar o melhor enquadramento dentro da lei, até para reduzir o total pago em impostos. Já o planejador financeiro ou assessor de investimentos auxilia a conectar essas decisões aos objetivos de vida, ao orçamento familiar e aos planos de médio e longo prazo.
“Planejar é sair do susto, ganhar clareza e tomar decisões com mais consciência, antes que o problema apareça”, resume Duarte.
por imprensa | jan 28, 2026 | Notícias, Outros
Encontro institucional reforça a aproximação com o mercado, promove troca de informações e amplia o diálogo sobre o setor de transporte e o cenário dos consórcios no Brasil
O presidente da NTC&Logística, Eduardo Rebuzzi, recebeu, na terça-feira, 27 de janeiro, na subsede da entidade em São Paulo, representantes da Ademicon Consórcios para uma visita institucional. Conduzido pelo presidente, acompanhado do vice-presidente, Antonio Luiz Leite; do diretor jurídico, Dr. Marcos Aurélio Ribeiro, e da assessora executiva da presidência, Elisete Balarini, o encontro integrou a agenda estratégica da nova gestão, voltada à aproximação com o mercado e ao fortalecimento do relacionamento com parceiros institucionais.
Durante a reunião, foi explanada a atuação da NTC&Logística, sua representatividade nacional e o papel estratégico da entidade no desenvolvimento do Transporte Rodoviário de Cargas (TRC). Também foram debatidos temas relacionados ao cenário atual do setor, seus desafios, perspectivas e o comportamento do mercado transportador.
Para o presidente Eduardo Rebuzzi, o encontro reforça o compromisso da entidade com o diálogo aberto e a construção de parcerias. “Receber a Ademicon é uma oportunidade importante para ampliarmos a troca de informações, entendermos melhor as soluções disponíveis no mercado e construirmos caminhos conjuntos que contribuam para o fortalecimento do setor de Transporte Rodoviário de Cargas. Esse relacionamento próximo com empresas de diferentes segmentos faz parte da diretriz da nossa gestão”, destacou.
Representaram a Ademicon Consórcios, no encontro, Manoel Vitorino Pereira Novis, Thiago Costa e Luiz Garcia, que atuam na consultoria de negócios da marca. Na ocasião, os executivos compartilharam informações sobre o funcionamento do sistema de consórcios no Brasil, suas tendências e oportunidades, especialmente para empresas de transporte.
A Ademicon é a maior administradora independente de consórcios do Brasil em volume de créditos ativos, com mais de 30 anos de atuação nos segmentos de imóveis, veículos e serviços. A empresa também opera com o modelo CaaS (Consortium as a Service), em parceria com grandes marcas de diversos setores, e conta atualmente com 264 unidades distribuídas em todo o território nacional, ampliando o acesso ao consórcio e contribuindo para o planejamento financeiro, a renovação de frota e os investimentos das transportadoras.
A visita integra a agenda institucional da gestão da NTC&Logística, que tem priorizado o estreitamento de laços com o mercado, a construção de parcerias estratégicas e o fortalecimento do diálogo com empresas que atuam de forma complementar ao setor de Transporte Rodoviário de Cargas.
por imprensa | jan 28, 2026 | Notícias, Outros
A Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística (NTC&Logística) deu início a uma nova edição da Pesquisa de Mercado do Transporte Rodoviário de Cargas (TRC), voltada às empresas transportadoras de todo o país. O levantamento tem como objetivo avaliar a situação econômica do setor ao longo de todo o ano de 2025, identificando os principais desafios enfrentados, além de oportunidades, tendências e indicadores que impactam diretamente o desenvolvimento e a sustentabilidade das operações.
A coleta de informações será realizada por meio de um questionário objetivo e de fácil preenchimento, com perguntas de múltipla escolha, garantindo uma participação prática e acessível para as empresas. A colaboração do setor é essencial para que o estudo retrate com precisão a realidade do transporte de cargas no Brasil e forneça dados consistentes para a formulação de políticas públicas e estratégias empresariais.
Os resultados consolidados serão apresentados durante a primeira edição de 2026 do CONET&Intersindical (Conselho Nacional de Estudos em Transporte, Custos, Tarifas e Mercado), que será realizada no dia 26 de fevereiro, em Brasília (DF).
Clique aqui e participe.
por imprensa | jan 28, 2026 | Notícias, Outros
Projeto de lei segue em análise na Câmara
A Comissão de Viação e Transportes (CVT) da Câmara dos Deputados aprovou, em dezembro, o Projeto de Lei 1001/20, que obriga a administração pública a manter pontos de apoio permanente a motoristas caminhoneiros em rodovias federais, durante estado de calamidade pública.
A proposta, do ex-deputado Heitor Freire (CE), foi aprovada por recomendação do relator, deputado Zé Trovão (PL-SC).
“É louvável a iniciativa de propor medidas para a preservação das condições de trabalho de tão relevante categoria de profissionais, cujos serviços são indispensáveis especialmente em tempos de emergência sanitária”, defendeu o relator.
Zé Trovão lembrou que a proposta foi apresentada durante a pandemia de Covid-19. “Mesmo diante das restrições impostas pela pandemia, os motoristas mantiveram suas atividades, garantindo o abastecimento nacional e evitando um colapso logístico e econômico.”
Na mesma votação, foram rejeitados os PLs 1295/20, 1525/20, 1658/20 e 3844/21, que tramitam em conjunto e tratam do mesmo assunto.
Próximos passos
O PL 1001/20 ainda será analisado pelas Comissões de Integração Nacional e Desenvolvimento Regional (CINDRE), e de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC), em caráter conclusivo. Para virar lei, precisa ser aprovado pelos deputados e pelos senadores.
por imprensa | jan 28, 2026 | Notícias, Outros
Meta é descarbonizar operações e aumentar segurança
O Porto de Santos vive um momento de transformação estratégica ao unir inovação tecnológica e responsabilidade ambiental. A Autoridade Portuária de Santos (APS) executa um pacote de projetos que posiciona o complexo como um verdadeiro Porto Inteligente (Smart Port).
Alinhada às diretrizes do Ministério de Portos e Aeroportos (MPor), a APS avança em projetos que incluem a implantação de redes privativas 5G, Gêmeos Digitais e a oferta de energia limpa para navios atracados, seguindo as melhores práticas internacionais de eficiência logística e transição energética.
“O que estamos vendo em Santos é a materialização do conceito de ‘Porto do Futuro’. Não existe mais separação entre crescer e preservar” – Silvio Costa Filho, ministro de Portos e Aeroportos.
Monitoramento digital e conectividade
Um dos pilares da modernização é a segurança da navegação. A APS avança na contratação do VTMIS (Vessel Traffic Management Information System), sistema que atua como uma verdadeira torre de controle marítima, utilizando radares, câmeras e sensores para monitorar o tráfego de embarcações em tempo real.
Essa gestão será potencializada por redes 5G e pela tecnologia de Gêmeo Digital, que cria uma réplica virtual dinâmica do porto, permitindo simulações operacionais, previsão de manutenções e otimização do fluxo logístico.
“Estamos dotando o principal ativo logístico do país com inteligência de dados e infraestrutura sustentável” – Alex Ávila, secretário nacional de Portos.
Logística de baixo carbono
O porto avança também no projeto de eletrificação do cais (Onshore Power Supply), permitindo que navios desliguem seus motores a combustão enquanto atracados, reduzindo emissões e ruídos na área portuária.
A energia utilizada será 100% renovável, gerada pela Usina Hidrelétrica de Itatinga, que passa por repotencialização e estudos para produção de hidrogênio verde (H2V).
Incentivo verde
Para estimular a adesão do mercado, a APS ampliou os descontos tarifários para navios verdes, embarcações bem avaliadas no Índice Ambiental de Navios (ESI), incentivando armadores a investir em frotas menos poluentes.
As iniciativas em Santos servem de modelo para o setor portuário nacional, mostrando que é possível ampliar a movimentação de cargas com inovação, segurança e proteção ambiental.
por imprensa | jan 28, 2026 | Notícias, Outros
Concessionária responsável pela BR-101/SC aceita o pagamento de várias empresas operadoras do sistema
Período de férias é sinônimo de fluxo intenso nas rodovias em todo o País. Com isso, os usuários da BR-101, em Santa Catarina, têm a opção de agilizar, ainda mais, suas viagens com o pagamento da tarifa de pedágio por meio do sistema automático. Com isso, a passagem pela praça é reduzida sensivelmente.
As conhecidas tags – instaladas no para-brisa do veículo – oferece facilidade e praticidade, pois elimina a necessidade de parar nas cabines para realizar o pagamento. Nas praças da concessionária CCR ViaCosteira, as pistas automáticas são identificadas com sinalização específica para facilitar a orientação dos condutores.
Apesar de ser uma passagem ágil nessas pistas automáticas, o usuário precisa estar atento e manter uma distância segura de 30 metros do veículo à frente. Além disso, o respeito ao limite de velocidade máxima de 40km/h tem que ser mantido. Caso contrário, é possível que o leitor não identifique a tag e a passagem não seja liberada.
Para saber quais as operadoras que aceitam o pagamento nos ´pedágio da BR-101/SC, o usuário deve visitar o site: https://rodovias.grupoccr.com.br/viacosteira/servicos/calcular-pedagio/.
Autoatendimento
Outra opção de pagamento que agiliza a passagem pelas praças de pedágio é o autoatendimento, onde o motorista mesmo faz o pagamento sem apoio de um atendente, com o uso de cartão de crédito ou débito. No fim do ano passado, foi aumentado o número de cabines para essa modalidade, dando mais opções de escolhas para quem trafega pelo trecho. Mais informações no site da concessionária, por meio do telefone 0800 255 5550 e WhatsApp (48) 3211-3130.
por imprensa | jan 27, 2026 | Notícias, Outros
Desde 1936, entidade atua na representação dos transportadores e para o avanço do setor
“Há exatos 90 anos, empresários do transporte rodoviário de cargas decidiram romper com o lugar comum. Se organizaram para juntos conquistar melhores condições e mais infraestrutura para suas operações de transporte”, lembrou o presidente do Conselho Superior e de Administração do SETCESP, Marcelo Rodrigues.
Fundado em 1936 por Manoel Diegues, o SETCESP é o maior sindicato empresarial de transporte rodoviário de carga na América Latina e o protagonista de uma história com grandes conquistas e credibilidade reconhecida por outras entidades, órgãos governamentais e esferas políticas.
“Só estamos aqui porque eles começaram esta história. E o que estamos construindo agora será o legado para os transportadores de amanhã”, acrescentou Rodrigues.
Com atuação em 50 municípios, incluindo a Grande São Paulo, a entidade acumula importantes avanços em prol do setor, como a exclusão do ICMS e do ISS da base de cálculo do PIS/Cofins; o aumento do VUC (Veículo Urbano de Carga) de 6,30 metros para 7,20 metros, além de sua liberação do rodízio municipal em São Paulo; e, mais recentemente, a implementação do comprovante de entrega em formato eletrônico.
Atualmente, representa 42 mil transportadoras e possui iniciativas em ESG reconhecidas no segmento, como o Prêmio de Sustentabilidade e o Movimento Vez & Voz, que buscam aumentar a responsabilidade socioambiental, inclusão e a diversidade..
Além disso, a entidade oferece aos seus associados serviços como Consultoria Jurídica, Planejamento de Custos e Tarifas, Teste de Opacidade, Certificado Digital, Exame Toxicológico entre outros, que fazem dela uma central de soluções para empresas de transporte. Fora isso, também é um posto autorizado de atendimento da ANTT.
NTC&Logística parabeniza o SETCESP pelos 90 anos e reforça parceria histórica
“Celebrar os 90 anos do SETCESP é reconhecer uma trajetória marcada por liderança, representatividade e compromisso permanente com o desenvolvimento do Transporte Rodoviário de Cargas no Brasil. Nove décadas de uma história sólida, pautada pelo associativismo, pela inovação e pela defesa dos interesses do setor. A parceria entre a NTC&Logística e o SETCESP, de longa data, é fortalecida pela atuação conjunta em pautas fundamentais para o avanço do transporte. Meus cumprimentos a todos os líderes que, ao longo do tempo e com suas trajetórias, consolidaram esse legado tão relevante para o País”, registra o presidente da NTC&Logística, Eduardo Rebuzzi.
por imprensa | jan 27, 2026 | Notícias, Outros
Levantamento identificou 2.146 ocorrências em 2025, queda de 12,3% em relação ao ano anterior, indicando avanços na infraestrutura viária
O número de pontos críticos, nas rodovias brasileiras, apresentou queda em 2025, de acordo com o Radar CNT do Transporte – Pontos Críticos 2025. Elaborado a partir da Pesquisa CNT de Rodovias 2025, o estudo registrou 2.146 ocorrências em todo o país, o que representa uma redução de 12,3% em relação a 2024, quando foram identificados 2.446 pontos.
Os pontos críticos correspondem a situações graves da infraestrutura rodoviária que comprometem a segurança dos usuários e interferem diretamente no fluxo do tráfego. A diminuição observada neste ano reforça a percepção de que os investimentos recentes começam a produzir efeitos positivos na conservação das estradas.
Os buracos grandes seguem como o principal problema mapeado, com 1.716 registros, o equivalente a mais de 80% do total. Apesar da predominância, o volume é inferior ao verificado na edição anterior da Pesquisa, o que indica avanço no tratamento dos defeitos de pavimento.
Também foi observada redução em outras ocorrências de alto risco, como erosões na pista, que somaram 248 registros, e quedas de barreiras, com 82 casos. Esses problemas costumam afetar trechos com maior fragilidade estrutural e risco geotécnico.
Na análise da geometria das vias, a Pesquisa CNT de Rodovias identificou 57 pontes estreitas, que permanecem como gargalos de capacidade e segurança, especialmente para o transporte de cargas. O levantamento também registrou uma ponte caída, ocorrência pontual, porém com elevado impacto logístico.
Para a diretora executiva da CNT, Fernanda Rezende, a tendência de queda, ainda que gradual, sinaliza uma mudança de cenário. “A redução no número de pontos críticos é um indicativo de que os investimentos começam a reverter um problema que se manteve por muitos anos nas rodovias brasileiras”, afirma.
A CNT disponibiliza um painel interativo com o georreferenciamento de todas as ocorrências identificadas no estudo. A ferramenta permite consultas detalhadas por tipo de ponto crítico e localização e pode ser acessada em cnt.org.br/painel-ponto-critico
por imprensa | jan 27, 2026 | Notícias, Outros
O governo federal apresentou por meio do ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) e vice-presidente da República, Geraldo Alckmin o programa Move Brasil, que assegura a destinação de R$ 10 bilhões em créditos com o objetivo de renovar as frotas do país, incentivar a efetividade logística, além de apoiar a redução de poluentes por meio da troca de caminhões com mais de 20 anos de utilização.
A estrutura do programa foi determinada na medida provisória 1.328/2025, publicada pelo Diário Oficial da União em 16 de dezembro de 2025. Os artifícios abrange pessoas físicas e jurídicas que atuam no setor do Transporte Rodoviário de Cargas, como é o caso das empresas, cooperados e autônomos, que agora, por se tratar de profissionais que acumulam o maior número de veículos antigos em circulação, terão R$1 bilhão destinados de forma exclusiva. Contudo, o financiamento de caminhões novos será limitado para produção nacional.
O controle dos capitais será de domínio do Ministério da Fazenda, que contará com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) como responsável financeiro, além disso, as negociações poderão ser intermediadas pelo Fundo Garantidor de Investimentos (FGI), que promete garantia de até 80% do valor financiado.
As condições determinam uma margem de até R$ 50 milhões por beneficiário, com um período de até cinco anos e déficit de até seis meses, ainda contam com as taxas de juros anuais que alternam entre 13% e 14%, baseado na avaliação de risco do financiado, contando com os gastos financeiros e spread bancário.
Para José Alberto Panzan, diretor da Anacirema Transportes e da Federação das Empresas de Transporte de Cargas do Estado de São Paulo (FETCESP) , o programa Move Brasil é um bom recurso para profissionais do setor sob o ponto de vista administrativo, porém há outros fatores que podem interferir a longo prazo no decorrer da medida, analisando principalmente as consequências finais.
“O Move Brasil é positivo do ponto de vista estrutural, pois cria uma linha dedicada à renovação de frota e sinaliza apoio ao setor. No entanto, seu efeito prático dependerá diretamente das taxas finais, prazos e carências, que precisam ser competitivos para realmente viabilizar investimentos. Dessa forma, a ideia pode se tornar limitada ou até ineficiente se o custo do capital continuar elevado”, diz o diretor.
O ano de 2025 foi de grande desconfiança por parte de muitos transportadores, que, por sua vez, viam a instabilidade econômica se tornar uma barreira na hora de assumir riscos com investimentos internos. Assim, a nova medida provisória ainda é um campo a ser explorado e pensado para os profissionais que sabem da importância de renovar, mas que muitas vezes ficam com receio de avançar.
Com o início do novo ano, a recomendação ainda é de cautela. Dessa forma, é necessário equilibrar as expectativas e traçar uma linha entre o capital das empresas, as estratégias e a realidade de cada negócio, com isso, os termômetros nortearão o resultado da nova medida provisória para os profissionais do setor. Os juros são determinantes, e o objetivo passa a ser: continuar rentável, evitar os gargalos, além de manter o controle para fechar as contas no azul.
“Este é um momento que exige muita conta, simulação e prudência. O empresário precisa avaliar se a operação gera caixa suficiente para sustentar a dívida, se o novo caminhão traz ganho real de produtividade e se o financiamento melhora ou piora o equilíbrio financeiro da empresa. Crédito é ferramenta, não solução. Em um ambiente de juros altos e demanda frágil, cautela é fundamental”, afirma José Alberto Panzan.
Nessa perspectiva é fundamental que, em 2026, os executivos das transportadoras trabalhem com um planejamento estratégico eficiente, entendendo as necessidades, calculando os benefícios a curto e longo prazo, entre outros.
Além desses fatores, é preciso pensar em sustentabilidade, elemento que move os debates por todo o mundo, e que hoje é pensado e defendido pelo TRC, além de estar presente como um dos critérios da MP 1.328/2025. A ideia é a redução do uso de diesel no setor, estimulando a troca de caminhões antigos por veículos novos e com menos impacto para o meio ambiente.
“Na Anacirema, a renovação é tratada com extrema racionalidade financeira, baseada em, análise rigorosa de TCO (custo total de propriedade), impacto direto no fluxo de caixa, relação entre capacidade contratada versus demanda real, avaliação se o novo ativo gera ganho de eficiência ou apenas aumento de endividamento. Ou seja, renovamos a frota quando a conta fecha, não apenas porque existe crédito disponível”, finalizou.
por imprensa | jan 27, 2026 | Notícias, Outros
Regulamentação amplia o portfólio de cursos, moderniza processos e garante credenciamento em âmbito nacional
O SEST SENAT passa a ampliar, de forma significativa, sua atuação na formação de condutores profissionais com a publicação da Resolução Contran nº 1.020/2025. As novas normas modernizam o modelo nacional de formação de condutores, abrem o mercado antes restrito às autoescolas (CFCs) e permitem o credenciamento direto de instituições junto à Senatran (Secretaria Nacional de Trânsito).
Com esse novo marco regulatório, o SEST SENAT foi oficialmente credenciado para atuar em âmbito nacional, conforme a Portaria Senatran nº 953/2025, publicada em 23 de dezembro. A medida fortalece o papel da Instituição na qualificação de motoristas, amplia o portfólio de cursos e traz ganhos relevantes de eficiência, padronização e segurança jurídica.
Acesso direto ao Renach e mais eficiência nos processos
Entre as principais vantagens do novo modelo, está a possibilidade de acesso direto ao Renach (Registro Nacional de Condutores Habilitados), eliminando a dependência dos Detrans estaduais para credenciamento, consultas e lançamento de dados. A mudança permitirá a unificação de processos, redução de retrabalho, maior rastreabilidade das informações e otimização dos sistemas utilizados pela Instituição.
A implantação desse novo fluxo ocorrerá de forma gradual, com uma fase de transição, seguida pelo acesso direto ao Renach e, posteriormente, pela integração completa entre os sistemas do SEST SENAT e a base nacional de condutores.
Ampliação da oferta de cursos antes restritos aos CFCs
A nova regulamentação também possibilita ao SEST SENAT ofertar cursos que, até então, eram exclusivos das autoescolas. Entre eles, estão formações voltadas às categorias C, D e E, como:
- Curso especializado prático de direção veicular para mudança de categorias C, D e E (presencial);
- Curso de reciclagem para condutores infratores (presencial);
- Curso preventivo de reciclagem (presencial);
- Curso teórico para a obtenção da Carteira Nacional de Habilitação ou da Autorização para Conduzir Ciclomotor (EaD).
Os cursos já estão adequados à nova matriz pedagógica definida pela Senatran, com conteúdos atualizados e cargas horárias padronizadas em nível nacional.
Transição planejada e padronização nacional
Para garantir uma implementação segura e uniforme, o SEST SENAT mantém alinhamento permanente com a Senatran e adotou uma estratégia de apoio técnico às unidades operacionais com representantes do NDP (Núcleo de Desenvolvimento Profissional) e unidades de referência em cada estado. A atuação conjunta permite adaptar as diretrizes nacionais às realidades regionais, mantendo o diálogo institucional com os Detrans.
Segundo o Departamento Executivo, todas as medidas adotadas neste momento têm caráter preventivo e transitório com o objetivo de assegurar a conformidade normativa, segurança institucional e continuidade da oferta de cursos durante o processo de transição.
Com a nova regulamentação, o SEST SENAT reforça seu compromisso com a formação de motoristas mais qualificados, por meio de processos modernos, integrados e alinhados às necessidades do transporte brasileiro.
por imprensa | jan 27, 2026 | Notícias, Outros
Migração dos meios de pagamento tem sido liderada pelas TAGs
O pagamento em dinheiro responde hoje por menos de 7,5% das transações nas praças de pedágio, segundo dados das principais concessionárias que operam no País. A oferta de cartões e Pix passou a ser obrigatória por portaria do governo federal há quase dois anos. À época, a implementação dos meios digitais encontrou resistência no setor, mas, desde então, têm ganhado espaço em detrimento do pagamento em espécie.
No começo de 2024, quando a medida foi lançada, as operadoras de rodovias demonstraram preocupação com entraves técnicos, especialmente para o Pix, citando dificuldades de conectividade, maiores despesas e risco de filas. A implementação, no entanto, mostra que parte dessas barreiras técnicas pôde ser superada, conforme avalia a secretária de Transportes Rodoviários, Viviane Esse.
Atualmente, 100% das concessões federais aceitam pagamento por cartão de débito, ante 85% em abril de 2024. No mesmo período, a aceitação de cartão de crédito avançou de 54% para 76%, enquanto o Pix passou de uma presença residual, disponível em apenas três das 174 praças, para 70% das concessionárias, segundo dados da Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias (ABCR) e do Ministério dos Transportes.
A adoção dessas alternativas não tem caráter obrigatório imediato para os contratos anteriores a 2024. Isso porque o tema está em discussão na Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), instância necessária para consolidar a regra. Já para os novos contratos, cartões e Pix são meios obrigatórios.
Viviane explica que parte relevante da receita de pedágio já era arrecadada por meios eletrônicos, especialmente via tags de passagem automática, mas usuários sem esses dispositivos ficavam restritos ao pagamento em dinheiro, o que ampliava a exposição a riscos em praças de cobranças, que são consideradas pontos críticos nas rodovias.
“Antes, era necessário prever nos contratos de concessão a guarda e o transporte de valores em espécie, o que elevava custos e riscos, inclusive de assaltos. Com os meios eletrônicos, há economia operacional e menor exposição a situações de violência”, afirma.
TAG domina
A migração dos meios de pagamento tem sido liderada pelas TAGs. No Sistema Ecovias, composto por 12 concessionárias, 82,4% dos pagamentos ocorrem por meio das pistas automáticas. Entre as também 12 rodovias administradas pela Motiva, a participação das TAGs avançou de 75% para 83% entre 2023 e 2025, enquanto, na Arteris, que faz a gestão de sete estradas, o dispositivo responde por 85,3% das transações.
Na sequência, aparecem os cartões de débito e crédito como alternativa para usuários sem TAG. Nas concessões da EcoRodovias, os cartões respondem por 10,8% das transações. Na Motiva, a participação conjunta de débito e crédito subiu de 7,8% para 11% nos últimos dois anos. Já na Arteris, o cartão de débito por aproximação representa cerca de 7% das operações.
Em contrapartida, a participação do dinheiro caiu de 13,1% para 4,7% do total nas rodovias administradas pela Motiva. Nas estradas da EcoRodovias, a forma de pagamento representa 6,2% do total e na Arteris, 7,5%.
A Motiva planeja zerar o uso de dinheiro físico até o final de 2026 e reforça que a utilização de cédulas vem caindo de forma consistente nos últimos anos. Segundo o CEO da Motiva Rodovias, Eduardo Camargo, a ampliação dos meios digitais tem sido bem recebida pelos usuários. “Vemos uma grande aceitação. Havia uma demanda reprimida”.
Segundo a Arteris, a adoção de novos métodos de pagamento segue critérios técnicos rigorosos, com foco na segurança viária e na estabilidade das transações. “A introdução dessas soluções é pautada por critérios de viabilidade técnica que garantam a plena atenção do usuário ao volante, a segurança e a estabilidade das transações”, afirma a companhia.
Baixa adesão ao Pix
Apesar de já ser aceito por 70% das concessionárias de rodovias federais, o uso do Pix ainda é limitado nas praças de pedágio. No Sistema Ecovias, a modalidade responde por 0,4% das transações. Na Arteris, onde a tecnologia ainda está em fase inicial de implantação, o Pix representa menos de 1% dos pagamentos.
A secretária de Transportes Rodoviários, Viviane Esse, afirma que a baixa participação está relacionada a desafios técnicos. “A operação exige totens em alturas diferentes, para atender desde veículos de passeio até caminhões, além de sinal de celular estável nas praças”, diz.
Uma das principais preocupações iniciais das concessionárias era o possível aumento do tempo de parada nas cabines. A experiência, segundo Viviane, mostrou o contrário. “A adoção de totens simplificou o processo: o veículo é identificado e o pagamento via Pix ocorre de forma tão rápida quanto no débito ou no crédito.”
por imprensa | jan 27, 2026 | Notícias, Outros
Ministério dos Transportes quer estrear modelagem ainda em 2026; primeira leva de leilões engloba trechos como a BR-101 no sul da Bahia, a BR-393 no Rio e a BR-070
O governo trabalha nos últimos ajustes de um novo modelo de concessão de rodovias federais menos favoráveis para a cobrança de pedágio, bancando parte das obras com recursos públicos e permitindo tarifas mais baratas ao usuário.
A ideia do Ministério dos Transportes é fazer o primeiro leilão nesse formato inovador, chamado internamente de “programa de concessões inteligentes”, ainda em 2026.
Um trecho da BR-101 no sul da Bahia, a BR-393 no Rio de Janeiro (conhecida como Rodovia do Aço), a BR-356 entre Minas e o Porto do Açu (RJ) e a BR-070 (Brasília-Mato Grosso) estão entre os trechos estudados para uma primeira leva de ofertas ao mercado.
De acordo com fontes do governo, o modelo de concessões “inteligentes” é um aperfeiçoamento da abordagem de concessões “light”, que vinha sendo avaliada anteriormente.
O ponto de partida é o mesmo: viabilizar a operação privada de rodovias em que o volume de tráfego é insuficiente para sustentar tarifas de pedágio consideradas aceitáveis para os usuários.
Isso pode desafogar o orçamento do Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes), autarquia responsável por cuidar da malha rodoviária federal não concedida.
Nas concessões “light”, a ideia era ter basicamente uma boa manutenção do pavimento, sem que houvesse a obrigação de oferecer serviços como guincho mecânico e ambulâncias.
Após uma análise mais aprofundada, o governo concluiu que esse modelo provavelmente seria mal recebido pelos usuários, com baixa percepção de melhoria na qualidade das estradas.
O modelo das concessões “inteligentes” prevê algumas intervenções viárias, como duplicações ou construção de terceira faixa em trechos pontuais, com o aporte de recursos públicos.
É diferente de uma PPP (parceria público-privada) clássica em que o governo paga contraprestações mensais ou anuais ao longo de todo o contrato. Nesses casos, o investimento da União é de uma vez e previsto para ocorrer na parte inicial do contrato.
Haverá ainda a oferta de ambulância, mas sem paramédicos 24 horas de plantão. Serviços de guincho estarão disponíveis. No entanto, só serão gratuitos quando um veículo parado causar bloqueio da pista. Se não for o caso, o guincho poderá ser acionado, mas mediante pagamento dos usuários.
Garantias
O governo pretende usar o modelo de concessões “inteligentes” em trechos de até 300 quilômetros ou, no máximo, 400 quilômetros.
No Centro-Oeste, o foco deve ser a ligação de regiões produtoras de grãos com terminais logísticos.
O Nordeste e o Matopiba (nova fronteira agrícola que abrange áreas do Maranhão, Tocantins, Piauí e oeste da Bahia) estão em análise pelo BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social).
Os estudos partem do diagnóstico de que a maioria das estradas consideradas atraentes para o setor privado já foi concedida. Em outras palavras, depois de repassado todo o “filé”, agora é a hora de viabilizar o “osso”.
Como há previsão de aportes públicos para bancar obras, um dos principais desafios do governo é oferecer garantias financeiras que deem segurança no contrato das futuras concessionárias. Sem isso, os leilões podem despertar baixo interesse do mercado.
Para solucionar isso, a ideia inicial do Ministério dos Transportes era tomar um crédito do BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento), com juros reais abaixo de 2% ao ano.
No entanto, a Casa Civil barrou a proposta na Cofiex (Comissão de Financiamentos Externos), colegiado presidido pelo Ministério do Planejamento que precisa aprovar todos os empréstimos internacionais.
Agora, o “plano A” virou o FDIRS (Fundo de Desenvolvimento da Infraestrutura Regional Sustentável), lançado em 2024 e vinculado ao Ministério da Integração e Desenvolvimento Regional.
Uma mudança no regulamento do fundo já foi aprovada. Ele poderá ter uma alavancagem financeira, levantando R$ 5 com a adesão de novos cotistas para cada R$ 1 oferecido pelo governo.
O dinheiro ficará disponível, em ação orçamentária específica, para servir como garantia aos projetos de concessões “inteligentes”.
por imprensa | jan 26, 2026 | Notícias, Outros
A Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística (NTC&Logística) deu início a uma nova edição da Pesquisa de Mercado do Transporte Rodoviário de Cargas (TRC), voltada às empresas transportadoras de todo o país. O levantamento tem como objetivo avaliar a situação econômica do setor ao longo de todo o ano de 2025, identificando os principais desafios enfrentados, além de
oportunidades, tendências e indicadores que impactam diretamente o desenvolvimento e a sustentabilidade das operações.
A coleta de informações será realizada por meio de um questionário objetivo e de fácil preenchimento, com perguntas de múltipla escolha, garantindo uma participação prática e acessível para as empresas. A colaboração do setor é essencial para que o estudo retrate com precisão a realidade do transporte de cargas no Brasil e forneça dados consistentes para a formulação de políticas
públicas e estratégias empresariais.
Os resultados consolidados serão apresentados durante a primeira edição de 2026 do CONET&Intersindical (Conselho Nacional de Estudos em Transporte, Custos, Tarifas e Mercado), que será realizada no dia 26 de fevereiro, em Brasília (DF).
Clique aqui e participe.
por imprensa | jan 26, 2026 | Notícias, Outros
A NTC&Logística (Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística) realizará a primeira edição do CONET&Intersindical 2026 nos dias 26 e 27 de fevereiro, no ROYAL TULIP BRASÍLIA ALVORADA, em Brasília (DF). O evento tem como entidade anfitriã a FENATAC – Federação Interestadual das Empresas de Transporte de Cargas e Logística, com o apoio dos Sindicatos filiados à entidade.
O CONET&Intersindical é dividido em duas etapas:
1. CONET: apresentação de pesquisas de mercado realizadas pelo Departamento de Custos Operacionais e Pesquisas Técnicas e Econômicas (DECOPE) da NTC&Logística, além de debates sobre custos e tarifas do setor;
2. Intersindical: discussão de temas relacionados ao desenvolvimento do Transporte Rodoviário de Cargas (TRC).
O CONET&Intersindical consolidou-se como um dos eventos mais importantes do setor, reunindo os principais protagonistas do TRC, promovendo debates estratégicos, troca de experiências e oportunidades para o fortalecimento de parcerias.
Condições de Inscrição
l Inscrições realizadas até 31 de dezembro
➝ Desconto de 15% sobre os valores de sócio, não sócio e extra jantar.
l Inscrições realizadas até 31 de janeiro
➝ Desconto de 5% sobre os valores de sócio, não sócio e extra jantar.
l Inscrições realizadas de 1º a 19 de fevereiro
➝ Valores integrais, sem desconto.
As inscrições se encerram em 19 de fevereiro.
Hospedagem – Tarifas Especiais
Para a compra de hospedagem com tarifas especiais, utilize o PROMOCODE:
CONETNTCBSB
Canal de contato para reservas:
l Segunda a sexta-feira: das 9h às 18 horas
l Sábado: das 10h às 14 horas
l E-mail: df.reservas@goldentulip.com.br
l Telefone: (61) 3424-7018
Patrocine o evento e impulsione a sua marca.
Fale com Elisete Balarini pelo telefone/WhatsApp (11) 99404-9647 ou pelos e-mails assessoria@ntc.org.br e comercial@ntc.org.br
Faça sua inscrição aqui.
Realização
l NTC&Logística (Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística)
Entidade Anfitriã
l FENATAC (Federação Interestadual das Empresas de Transporte de Cargas e Logística)
Apoio
l Sindicatos filiados à FENATAC
Patrocinadores
l Geotab
l Road Card – Pamcard
Apoios Institucionais
l Sistema Transporte (CNT – Confederação Nacional do Transporte; SEST SENAT – Serviço Social do Transporte e Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte; ITL – Instituto de Transporte e Logística)
l FuMTran (Fundação Memória do Transporte)
Apoio Logístico
l Braspress
por imprensa | jan 26, 2026 | Notícias, Outros
Parceria retoma Comando de Saúde Preventivo e fortalece Proteção, Mobilizações e Prevenção de Acidentes junto aos motoristas profissionais
O SEST SENAT e a PRF (Polícia Rodoviária Federal) firmaram, em dezembro do ano passado, um acordo de cooperação técnica para intensificar ações integradas de promoção da saúde, segurança viária e proteção social voltadas aos motoristas profissionais que trafegam pelas rodovias federais. O acordo tem vigência de 60 meses e prevê a integração de esforços para ampliar o alcance das iniciativas das duas instituições.
O principal eixo da cooperação é a retomada do Comando de Saúde Preventivo, que oferece atendimentos gratuitos de saúde, orientações para a melhoria da qualidade de vida e ações educativas voltadas à redução de acidentes. As atividades utilizam a estrutura do SEST SENAT e contam com o apoio operacional da PRF para a organização e abordagem nas rodovias, com a previsão de ao menos quatro edições ao longo deste ano, em trechos estratégicos com o maior índice de acidentes com veículos pesados.
O acordo também fortalece o projeto Proteção com campanhas de enfrentamento à exploração sexual de crianças e adolescentes, capacitação de motoristas como agentes de proteção e divulgação de canais de denúncia, como o Disque 100.
A cooperação ainda amplia a atuação de outras iniciativas do SEST SENAT voltadas à segurança e ao bem-estar dos trabalhadores do transporte. Entre elas, está o Programa de Mobilizações Nacionais, que promove ações presenciais de conscientização em saúde, segurança e prevenção de acidentes em locais estratégicos onde os profissionais do setor atuam. Essas mobilizações reúnem orientações, blitze educativas, palestras e atendimentos gratuitos de saúde em diversas regiões do país, com foco na promoção de práticas seguras no trabalho e nas estradas.
O acordo também potencializa o Programa de Prevenção de Acidentes, que engloba campanhas educativas para estimular atitudes seguras no trânsito e incorpora tecnologia, como experiências de realidade virtual para simulações de situações de risco, com o objetivo de conscientizar motoristas profissionais sobre os impactos de comportamentos imprudentes ao volante.
A parceria amplia o alcance das iniciativas ao unir a capilaridade do SEST SENAT, presente em todo o país, à atuação da PRF nas rodovias federais. Essa integração fortalece a comunicação com o público-alvo, potencializa os resultados das campanhas e contribui para a promoção da saúde, segurança no trânsito e proteção social dos motoristas profissionais.
Início das ações em 2026
A primeira agenda técnica da parceria ocorreu em 12 de janeiro e teve como foco a definição de datas e locais para a realização dos Comandos de Saúde.
Participaram da reunião, pelo Sistema Transporte, a gerente executiva de Negócios da CNT, Luciana Malamin; a coordenadora de Promoção Social do SEST SENAT, Lidiane Rodrigues; e o coordenador de Relacionamento Corporativo do SEST SENAT, João Paulo Barros. Pela PRF, estiveram presentes representantes das áreas de Prevenção de Sinistros, Direitos Humanos, Educação para o Trânsito e Fiscalização.
por imprensa | jan 26, 2026 | Notícias, Outros
A transportadora está usando telemetria e testes em rotas específicas para validar a transição para caminhões a GNV e elétricos, criando um modelo replicável de descarbonização que se torna vantagem competitiva junto a grandes clientes
Em um contexto em que o transporte rodoviário de cargas responde por mais de 90% das emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) do setor de transportes no Brasil, de acordo com dados do Observatório da Mobilidade da Confederação Nacional do Transporte (CNT), a descarbonização da logística deixou o campo das discussões teóricas para se tornar um imperativo técnico-operacional e um diferencial competitivo concreto.
Neste contexto, a West Cargo, especializada em operações para o Comércio Exterior, está executando uma transição energética metódica, fundamentada em critérios técnicos rigorosos e análise de dados em tempo real. A empresa iniciou em 2025 uma fase de testes operacionais com veículos a Gás Natural Veicular (GNV) e elétricos, projetando investimentos mais robustos a partir de 2026, em um movimento que visa alinhar eficiência logística, redução de custos no ciclo de vida (TCO – Total Cost of Ownership) e resultados ambientais auditáveis.
A estratégia foi concebida para mitigar os riscos inerentes à adoção de novas tecnologias em um mercado com infraestrutura ainda em consolidação. Conforme explica Hélio J. Rosolen, presidente da West Cargo, o plano é necessariamente gradual e ancorado em dados empíricos. “A transição energética no transporte de cargas exige uma abordagem segmentada, que considere a viabilidade técnica por tipo de rota e operação. Não se trata de uma substituição abrupta, mas de uma integração inteligente e segura, que começa pela capacitação das equipes e adequação da infraestrutura de apoio“, afirma o executivo. A empresa adquiriu dois caminhões a GNV e um veículo elétrico, inserindo-os em rotas previamente selecionadas com base em um rigoroso crivo analítico.
A seleção dessas rotas-piloto seguiu critérios operacionais, técnicos e financeiros bem definidos. Foram priorizados trajetos com perfil operacional previsível, autonomia compatível com a tecnologia empregada e relativa disponibilidade de infraestrutura de abastecimento ou recarga. A análise técnica considerou minuciosamente a arquitetura veicular, a capacidade de carga, o ciclo de operação (incluindo tempos de parada para recarga/abastecimento) e os índices de confiabilidade esperados. Financeiramente, a decisão foi pautada por uma avaliação abrangente do TCO, do retorno sobre o investimento (ROI), da relação entre custos de capital (CAPEX) e operacionais (OPEX) e, fundamentalmente, do custo por quilômetro rodado. “O objetivo é reduzir o risco tecnológico, validar a escalabilidade futura e comprovar, com métricas precisas, os ganhos em eficiência energética e a redução nas emissões de CO₂ equivalente (CO₂e)“, detalha Rosolen.
Para capturar e processar essas métricas, a West Cargo potencializa sua tecnologia de gestão de frota. Através de sistemas de telemetria avançada, são coletados em tempo real indicadores críticos como consumo energético (kWh/km ou m³ de GNV/km), custo operacional por quilômetro, disponibilidade mecânica e, de forma estimada com base em fatores de emissão validados, as emissões de CO₂e. A comparação lado a lado com a frota convencional a diesel é feita em dashboards específicos, que permitem análises comparativas segmentadas por perfil de rota, tipo de carga e condições de tráfego. “Essa ferramenta é indispensável. Ela transforma dados brutos em insights acionáveis, suportando decisões que são ao mesmo tempo técnicas, financeiras e ambientais, com precisão que afasta qualquer superficialidade“, ressalta o presidente.
Um pilar crucial dessa implementação, frequentemente subestimado em análises puramente tecnológicas, é o fator humano. A West Cargo estruturou um programa de treinamento técnico e comportamental para os motoristas, assegurando a compreensão profunda do funcionamento, dos limites operacionais e das melhores práticas de condução eficiente para cada nova tecnologia. A ergonomia dos cabines foi avaliada para garantir conforto e segurança, visando a redução da fadiga em operações de longa duração. “A percepção e aceitação dos colaboradores são críticas para o sucesso. Investimos em comunicação clara, acompanhamento inicial próximo e canais de feedback contínuo. O engajamento da equipe não apenas reduz riscos operacionais, mas potencializa os ganhos de eficiência que as tecnologias podem oferecer“, comenta Rosolen.
Entretanto, o principal gargalo externo para a escalabilidade identificado nos testes é a infraestrutura limitada de abastecimento de GNV e, especialmente, de recarga de alta potência para caminhões elétricos fora dos grandes eixos logísticos. Esta restrição impacta diretamente a autonomia operacional e aumenta a complexidade do planejamento de viagens. Para superar este obstáculo, Rosolen aponta a necessidade de modelos colaborativos. “A expansão depende de parcerias público-privadas, de financiamentos verdes e de investimentos conjuntos entre frotistas, montadoras e operadores de energia. A integração estratégica desta infraestrutura aos corredores logísticos é fundamental para reduzir custos, ampliar a capilaridade e viabilizar a adoção em larga escala no país“, analisa.
Os resultados ambientais dessa transição começam a ser quantificados e representam uma futura vantagem competitiva frente a clientes estratégicos cada vez mais pressionados por metas ESG em suas cadeias de suprimentos. A West Cargo adota metodologias padronizadas para mensurar a redução da pegada de carbono, utilizando indicadores como gramas de CO₂e por quilômetro-tonelada transportada. “A conversão em vantagem competitiva exige credibilidade. Portanto, nossa comunicação será sempre lastreada em dados técnicos auditáveis, com transparência total sobre a metodologia aplicada. Rejeitamos qualquer prática de greenwashing; nosso compromisso é com resultados mensuráveis e com a contribuição real para um sistema logístico de menor impacto“, enfatiza Rosolen.
Com base nos aprendizados técnicos e operacionais consolidados em 2025, a West Cargo projeta para 2026 um novo ciclo de investimentos em veículos sustentáveis. A empresa se posiciona como uma implementadora pragmática de uma transição energética complexa, onde a inovação deve andar de mãos dadas com a segurança operacional, a viabilidade econômica de longo prazo e a geração de valor ambiental tangível para toda a sua cadeia de clientes.
por imprensa | jan 26, 2026 | Notícias, Outros
Para o empresário, a violência, infraestrutura precária e erros estratégicos explicam a saída de players globais e a concentração do mercado no Brasil
Transporte Moderno – A saída da FedEx do transporte doméstico fracionado e o esvaziamento progressivo do papel dos Correios expõem limites estruturais desse mercado no Brasil. Na avaliação da Braspress, o que torna esse segmento economicamente tão difícil de sustentar no país — e por que poucos operadores conseguem escalar com rentabilidade?
Urubatan Helou – Essa é uma atividade que depende da conjunção da infraestrutura do Estado com alta tecnologia aplicada às operações. O transporte de cargas fracionadas é diferente dos demais, à medida que a carga, em si, é uma commodity. Já o transporte fracionado exige uma sofisticação de gestão muito mais acentuada do que qualquer outro modal existente no mundo. E isso não acontece apenas no Brasil, mas também na Europa e nos Estados Unidos.
A saída da FedEx do Brasil é resultante de uma série de erros estratégicos cometidos pela própria empresa quando decidiu entrar no país. Quando chegaram, adquiriram empresas de carga geral, mas a FedEx é, historicamente, uma empresa de carga fracionada, de partial service, reconhecida assim no mundo inteiro. Talvez a Mercúrio fosse a única com uma fração substancial da carteira voltada à carga fracionada. Já empresas como Cometa e Araçatuba eram eminentemente de carga geral. Ou seja, estrategicamente, começaram errando ao comprar empresas que contrariavam a especialidade da FedEx globalmente.
Além disso, o transporte de carga fracionada exige uma operação capilar em todo o território nacional. Estamos falando de um país com infraestrutura extremamente precária, em que o orçamento da União destinado a esse fim não passa de 0,2%. A ausência de infraestrutura, aliada à severidade do roubo de cargas e à violência, impõe um nível ainda maior de sofisticação às operações. As empresas precisam driblar essas limitações e criar mecanismos muito robustos de gerenciamento de riscos.
Transporte Moderno – O transporte fracionado é frequentemente apontado como um dos modelos mais complexos da logística, envolvendo alta capilaridade, múltiplos pontos de consolidação, custos fixos elevados e forte pressão por prazos. O que, na prática, faz esse segmento ser mais desafiador no Brasil do que em outros mercados?
Urubatan Helou – O principal opositor do transporte de carga fracionada no Brasil é, sem dúvida, a violência que paira entre as grandes cidades, somada à ausência de infraestrutura. Esse tipo de transporte não pode ser entendido apenas pelo modal rodoviário. Ele é uma conjunção de vários modais que permitem que a mercadoria transite da origem até o destino em um determinado tempo, e isso contraria a infraestrutura hoje disponível no país.
Por essa razão, existem empresas altamente sofisticadas em gestão, justamente para driblar o que acontece do muro da companhia para fora, onde estão os grandes problemas, como o roubo de cargas. Soma-se a isso uma demagogia política que, em várias cidades, desprioriza o abastecimento urbano, impondo restrições à mobilidade que acabam onerando ainda mais o transporte de carga fracionada.
Transporte Moderno – Com a verticalização acelerada das cadeias logísticas, em que marketplaces, grandes embarcadores e até terminais portuários passam a operar armazenagem, transporte e last mile, o operador logístico corre o risco de ser desintermediado ou passa a ocupar um papel ainda mais estratégico? Onde a Braspress se posiciona nesse cenário?
Urubatan Helou – A Braspress é um operador logístico completo porque é responsável pelo abastecimento do front de vendas, indo diretamente à gôndola da cadeia produtiva. Portanto, estamos muito bem posicionados nessa dinâmica. Hoje, a companhia é essencialmente B2B: cerca de 90% das nossas operações estão concentradas nesse modelo, que não vai acabar. Ele pode se sofisticar ainda mais e, à medida que isso acontece, agrega valor aos produtos comercializados.
Também observamos o B2C, mas atuamos apenas onde há rentabilidade e tarifas remuneratórias. Se olharmos o mercado hoje, não existe nenhuma empresa exclusivamente B2C com situação financeira saudável.
Transporte Moderno – Esse novo desenho tende a concentrar o transporte fracionado nas mãos de poucos grandes operadores, criando barreiras quase intransponíveis para empresas médias e regionais, ou ainda há espaço para competição baseada em especialização e tecnologia?
Urubatan Helou – Tecnologia, inteligência operacional e inteligência comercial são um mantra que todas as empresas de carga fracionada precisam carregar. Por outro lado, as empresas regionais — aquelas que atendem apenas dois pontos e operam no sistema FOB — continuarão existindo por muito tempo. Elas seguem sendo importantes balizadoras do mercado.
Transporte Moderno – Diante desse cenário de consolidação, a Braspress avalia movimentos de expansão orgânica, aquisições ou novos investimentos para ampliar sua presença no transporte doméstico fracionado e avançar em uma atuação mais multimodal?
Urubatan Helou – A Braspress já é uma empresa multimodal, operando nos modais rodoviário, fluvial e aéreo, todos integrados ao sistema rodoviário. Nossa política é operar dentro da capacidade instalada. Caso surja uma demanda maior por fluxos de transporte de encomendas dentro da companhia, avaliamos e promovemos a expansão dessa capacidade.
por imprensa | jan 26, 2026 | Notícias, Outros
Transporte de cargas: ANTT amplia diálogo com o setor e avança na modernização do transporte de cargas no Brasil
resente em cada elo da cadeia produtiva, o transporte rodoviário e multimodal de cargas sustenta o funcionamento da economia brasileira. É por meio das rodovias e da integração com outros modais que alimentos, medicamentos, combustíveis e insumos essenciais chegam diariamente a todas as regiões do país. Estima-se que mais de 60% da produção nacional circule pelas estradas, o que reforça o papel estratégico do setor para o desenvolvimento econômico e social do Brasil.
Nesse contexto, a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) atua para assegurar um ambiente regulatório equilibrado, seguro e eficiente, capaz de conciliar crescimento econômico, competitividade e interesse público. Em 2026, essa atuação ganha um novo impulso com uma agenda estruturante voltada à modernização do transporte de cargas e ao fortalecimento da governança do setor.
À frente dessa agenda está a Superintendência de Serviços de Transporte Rodoviário e Multimodal de Cargas (SUROC), responsável por estruturar a regulação do setor, organizar o mercado e promover condições mais justas e transparentes para transportadores, caminhoneiros autônomos, cooperativas e empresas. Essa atuação se consolida por meio do TRC 4.0 – Modernização, Eficiência e Competitividade Nacional, uma agenda integrada que orienta a transformação regulatória, digital e operacional do transporte de cargas no país.
“O transporte de cargas é a espinha dorsal da economia brasileira. Tudo o que sustenta a vida cotidiana da população passa, em algum momento, pelas rodovias e pela integração logística. Nosso papel é garantir que esse sistema funcione com segurança, previsibilidade regulatória e eficiência econômica, alinhado à realidade operacional do setor e aos desafios do desenvolvimento nacional”, destaca o superintendente da SUROC, Amaral Filho.
Dados que fortalecem a regulação moderna
A dimensão do transporte de cargas no Brasil é evidenciada por números expressivos. O Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Cargas (RNTRC), principal instrumento regulatório da ANTT, reúne milhões de transportadores cadastrados, entre autônomos, empresas e cooperativas, constituindo uma das maiores bases de dados logísticos do país.
Somente em 2025, a Agência realizou mais de 962 mil atendimentos relacionados ao RNTRC. Destes, 766 mil são relacionados à movimentação de frotas entre transportadores e 383 mil pedidos atendidos via ANTT digital. Essas informações permitem à ANTT conhecer com maior precisão o perfil do setor, orientar políticas regulatórias e planejar ações de fiscalização de forma cada vez mais inteligente e direcionada.
Além disso, existem cerca de 860 mil transportadores cadastrados (50,6 mil ETCs, 187,5 mil ETCs equiparadas a TAC, 620 mil TACs e 454 CTCs). A frota tem 1,7 milhão de veículos de tração e 1 milhão de implementos rodoviários
Outro indicador relevante é o avanço do Pagamento Eletrônico de Frete (PEF). No último ano, foram registrados cerca de 20 milhões de pagamentos eletrônicos, demonstrando maior transparência nas operações, fortalecimento das relações comerciais e redução de assimetrias no mercado. Em relação ao ano anterior, houve um aumento de 7,1%.
“Os dados são a base de uma regulação moderna. Eles permitem proteger quem atua dentro da legalidade, aprimorar a fiscalização e criar políticas públicas mais eficientes, reduzindo custos, aumentando a previsibilidade e fortalecendo o ambiente de negócios”, ressalta Amaral Filho.
Regulação construída com quem opera o sistema
Um dos pilares da atuação da ANTT no transporte de cargas é o diálogo permanente com o setor produtivo. A Agência mantém iniciativas conjuntas com entidades representativas, como a Confederação Nacional do Transporte (CNT), além de associações, cooperativas e empresas, promovendo escuta ativa, debates técnicos e a construção compartilhada de soluções regulatórias.
Essa aproximação garante que normas e procedimentos estejam alinhados à realidade operacional, promovendo segurança jurídica, previsibilidade regulatória e concorrência leal, além de combater a informalidade e fortalecer o ambiente econômico.
“A regulação só é efetiva quando considera a realidade de quem está na estrada e de quem depende da logística para produzir e gerar emprego. Por isso, buscamos construir soluções técnicas, equilibradas e aplicáveis na prática”, afirma o superintendente.
Multimodalidade, integração e eficiência logística
Além do transporte rodoviário, a ANTT atua para fortalecer a integração entre os diferentes modais, ampliando a eficiência da logística nacional. A regulação do transporte multimodal favorece a conexão entre rodovias, ferrovias e demais infraestruturas, contribuindo para a redução de custos logísticos, o aumento da competitividade e um modelo mais eficiente e sustentável de escoamento da produção.
Essa integração é elemento central da agenda TRC 4.0, que busca alinhar regulação, dados, tecnologia e planejamento logístico às prioridades nacionais de infraestrutura.
Segurança, desenvolvimento e impacto social
Regular o transporte de cargas é também cuidar de pessoas. Regras claras, fiscalização orientada por dados e estímulo à formalização contribuem para operações mais seguras, redução de riscos nas estradas e garantia de que mercadorias essenciais cheguem ao destino com qualidade, confiabilidade e segurança.
“Quando estruturamos um transporte de cargas mais organizado e eficiente, estamos promovendo desenvolvimento econômico, segurança viária e benefícios diretos para toda a sociedade”, conclui Amaral Filho.
Com uma atuação técnica, dialogada e orientada por dados, a ANTT reafirma seu papel como agente estratégico do desenvolvimento nacional, impulsionando um transporte de cargas mais moderno, eficiente e competitivo — à altura da importância que o setor tem para o Brasil.
por Fernando | jan 23, 2026 | Associados, Econômico, Planilhas Referenciais
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