Plano de redução de custos de poços da Petrobras economizou US$ 1 bilhão

O Programa de Redução de Custos de Poços (PRC-Poço) da Petrobras gerou economia de US$ 1 bilhão desde 2013, divulgou a companhia na noite de ontem (14). A atividade de construção de poços é a que exige mais recursos, chegando a 32% do total investido pela estatal atualmente.

Em 2013, o total economizado foi US$ 344 milhões, quantia que subiu para US$ 1 bilhão no fim do ano passado. A expectativa da Petrobras é que o valor economizado aumente com a construção de poços de desenvolvimento de produção nas áreas do pré-sal.

As ações que fazem parte do programa têm três áreas: a redução de custos unitários, a otimização de projetos e os ganhos de produtividade, que somam 23 iniciativas.

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A redução de custos unitários é feita em quatro ações, e, entre elas, a empresa destaca o uso de embarcações mais simples e de menor custo para substituir sondas de perfuração em algumas atividades, como a instalação de equipamentos a cabo. Operações em série e simplificações de projetos ajudam a otimizar os investimentos.

A nota informa também que ganhos de produtividade vêm sendo atingidos com a melhoria na disponibilidade de sondas flutuantes, cuja eficiência operacional atingiu 92% em 2014. Com o programa, esse indicador melhorou 2%, gerando economia de US$ 115 milhões.

Como a queda do petróleo afeta os negócios Brasil-Venezuela?

Como a queda do petróleo afeta os negócios Brasil-Venezuela?

A Venezuela é o país latino-americano que mais deve sofrer se os preços do petróleo se estabilizarem no atual patamar, bem mais baixo que há alguns meses. E não é difícil entender por quê.

O produto representa cerca de 95% das receitas de exportação do país e mais de 40% do orçamento do governo.

A recente queda do barril venezuelano – da casa dos US$ 100 para menos de US$ 50 – na prática significa um corte radical nas divisas para financiar importações, gastos sociais e demais despesas do governo.

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Além disso, a queda ocorre em um momento difícil para a economia do país.

A inflação venezuelana é hoje quase dez vezes maior que a brasileira, e a escassez de produtos básicos (resultado da queda na produção interna e restrições à importação) transforma uma simples compra de fralda ou leite em uma peregrinação por mercados.

Já há quem aposte até em um default venezuelano. A agência Fitch, por exemplo, recentemente rebaixou a classificação de crédito do país para CCC, que indica risco de moratória.

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"A Venezuela está à beira de uma insolvência cambial – com a queda da receita das suas exportações -, e uma moratória poderia ocorrer nos próximos meses", diz o professor Carlos Eduardo Carvalho, especialista em economia da América Latina da PUC-SP.

E o que a queda do petróleo – e esse aprofundamento da crise venezuelana – poderia significar para o Brasil e para os negócios entre os dois países?

Reflexos

Há certo consenso entre economistas e especialistas consultados pela BBC de que o Brasil deve ser afetado por uma deterioração do cenário político e econômico venezuelano.

Primeiro, em função do peso da relação econômica e do comercial bilateral. Hoje, a Venezuela é responsável pelo terceiro maior superávit bilateral da balança comercial brasileira, atrás apenas da China e da Holanda (porta de entrada de toda a Europa).

Não fosse esse saldo no comércio com o país, o déficit registrado na balança comercial brasileira seria quase o dobro do que foi no ano passado, de US$ 3,93 bilhões.

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Entre as empresas brasileiras que nos últimos anos se animaram a investir na Venezuela, estão a Gerdau, a Braskem, a Alcicla e o Grupo Ultra. E também há uma série de construtoras atuando no país (algumas apoiadas por recursos do BNDES).

Além disso, a Venezuela agora é membro do Mercosul. "E a crise venezuelana pode se tornar um grande desafio para o bloco", diz Carvalho.

"Acho difícil o presidente Nicolás Maduro resolver o caos em que está a economia do país hoje sem um ajuste selvagem, que envolva uma grande desvalorização. Mas as consequências desse ajuste são imprevisíveis. O pior cenário é o de um aumento da instabilidade política ou uma convulsão social – caso em que seria esperada uma atuação do Mercosul."

Reuters
Desabastecimento leva a filas e peregrinação por produtos

'Decisão em xeque'

Para José Augusto de Castro, presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB) "se a crise venezuelana se aprofundar, a decisão de incluir o país no Mercosul será colocada em xeque". A última barreira à participação plena do país no bloco sul-americano ocorreu em dezembro do ano passado, quando o Congresso paraguaio deu sinal verde à incorporação de Caracas ao grupo.

"Não houve aumento do comércio nos últimos anos, e uma Venezuela em crise vai dificultar ainda mais as negociações do Mercosul com outros países e blocos", diz Castro.

No que diz respeito ao comércio bilateral, especialistas esperam uma queda nas exportações de manufaturados e bens não essenciais para a Venezuela caso os preços do petróleo se mantenham nesse patamar mais baixo, em função do aumento da dificuldade do país de pagar por suas importações.

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Fernando Portela, diretor da Câmara de Comércio e Indústria Venezuelana-Brasileira (Cavenbra), por exemplo, acredita em uma queda de até 20% nas exportações no pior cenário.

Para Castro, da AEB, a expectativa é que haja uma redução de, no mínimo, 10%.

"Na realidade, as exportações para a Venezuela já vêm sofrendo uma queda – pequena, mas aparentemente consistente – em função da atual crise econômica vivida pelo país", diz Gabriel Kohlmann, da Consultoria Prospectiva.

"Isso pode se acentuar se o petróleo não subir."

Exportações

Em 2012, as exportações brasileiras para a Venezuela eram de US$ 5 bilhões. Em 2013 ficaram em US$ 4,8 bilhões e em 2012, em US$ 4,6 bilhões.

O impacto negativo da baixa do petróleo sobre as exportações, porém, poderia ser significativo não fosse uma mudança ocorrida na composição da cesta de produtos embarcada para a Venezuela nos últimos anos.

"Hoje, exportamos para o país principalmente alimentos e outros produtos de primeiríssima necessidade, que são prioridade para o governo", diz Castro, da AEB.

Ele diz que, em 2007, o Brasil exportou para a Venezuela US$ 576 milhões em produtos básicos e US$ 4 bilhões em manufaturados.

No ano passado, os básicos chegaram a US$ 2,1 bilhões e os manufaturados caíram para US$ 2,5 bilhões. "E isso que alguns produtos alimentícios processados são classificados como manufaturados', diz Castro.

Entre os principais itens embarcados para o país hoje, estão carne bovina congelada (19,51% do total), frango em pedaços (9,19%), animais vivos bovinos (7,40%) e açúcar (6,39%).

"Acho difícil que falte dólar para essas exportações de bens de necessidade básica, até porque isso poderia afetar a popularidade de Maduro – e em 2015 teremos eleições legislativas na Venezuela", diz Kohlmann.

AFP
Com menos receita do petróleo, governo tem dificuldades para gastar

Dificuldades comerciais

Não é de hoje que os venezuelanos têm encontrado dificuldades para pagar seus parceiros comerciais.

"As companhias aéreas, por exemplo, já tiveram problemas para receber (dólares para remessa para matrizes) – situação que poderia voltar a acontece", diz Portela.

O governo instituiu o sistema de câmbio fixo em 2003 com objetivo de obter um maior controle sobre os preços e evitar uma fuga de capitais.

As empresas e cidadãos venezuelanos só podem comprar dólares na taxa oficial através de uma agência do governo – e apenas para fins de importação de bens ou pagamento de viagens. Mas a escassez de divisas tem limitado essa liberação.

"Hoje, já há um total de dívidas antigas não quitadas com exportadores brasileiros da ordem US$ 1,5 bilhão", diz José Augusto, da AEB.

"Por isso, há empresas que só exportam para o país se receberem a vista ou adiantado."

Segundo Portela, a baixa do petróleo também deve complicar a situação de empresas que atuam na Venezuela e precisam importar equipamentos e matéria prima ou dependem de repasses do governo.

Incerteza

É provável que um orçamento mais apertado comprometa o ritmo de repasses para as obras públicas, por exemplo, o que deve afetar as construtoras brasileiras no país.

"O clima hoje é de grande incerteza. As empresas brasileiras estão numa espécie de limbo para ver se haverá desvalorização ou se conseguirão as licenças que precisam para importar", diz Portela, que vive em Caracas.

"Nas relações bilaterais, estamos vivendo um ciclo bem diferente que o da era Chávez-Lula, quando as empresas brasileiras fizeram planos ambiciosos para investir ou cooperar com a Venezuela", opina.

Mais otimista, o presidente da Federação de Câmaras de Comércio e Indústria Venezuela-Brasil (Fecamvenez), José Francisco Marcondes, aposta em uma recuperação dos preços do Petróleo.

"Quando o tema é negócios na Venezuela, cansei de ver pessimistas quebrarem a cara em suas previsões", diz ele.

"Acho que é cedo demais para acreditarmos que o petróleo vai se estabilizar nesses patamares tão baixos. Os grandes países produtores já estão se reunindo para discutir como impulsionar os preços e eles podem chegar a uma solução que evite esse cenário mais dramático."

A queda de cobre é adicionado ao óleo e os operadores para preparar novas perdas

Los precios del cobre ampliaron sus pérdidas el miércoles a su menor nivel en más de un lustro, ya que el desplome que ha castigado a otras materias primas como el petróleo alcanzó al metal, por lo que operadores se preparaban para más caídas.

El valor del cobre, que es considerado a menudo como un barómetro de la salud de la economía mundial porque se usa desde la construcción a los bienes de consumo, llegó a perder hasta un 8% en la sesión y se encaminaba a cerrar con la mayor caída diaria en más de tres años, luego que una revisión a la baja de los pronósticos para el crecimiento mundial sacudiera los mercados.

El Banco Mundial recortó el martes su panorama de crecimiento global para este año y el próximo, debido a desalentadoras perspectivas económicas en la zona euro, Japón y algunos mercados emergentes importantes.

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"Europa va bastante lenta, China aún tiene la resaca en el sector de propiedades y Japón entró en una recesión. Estados Unidos y Gran Bretaña están bien, por lo que es un panorama de crecimiento global irregular, pero es uno que definitivamente se ha deteriorado respecto de hace seis meses", dijo Daniel Morgan, analista de UBS en Sídney.

"Definitivamente no estamos en territorio de una crisis financiera global, donde el comercio mundial es afectado y no puede ser financiado. Todavía estamos viendo transacciones en las materias primas, sólo que a precios más bajos", agregó.

"TODAVÍA ESTAMOS VIENDO TRANSACCIONES EN LAS MATERIAS PRIMAS, SÓLO QUE A PRECIOS MÁS BAJOS", AFIRMÓ DANIEL MORGAN

El cobre referencial a tres meses en la Bolsa de Metales de Londres (LME) bajaba un 6% a 5.504 dólares por tonelada, luego de alcanzar más temprano su menor nivel desde julio de 2009.

El cobre en la Bolsa de Futuros de Shanghái cayó el límite diario de negociación de un 5 por ciento.

La salida de importantes bancos del mercado de materias primas en los últimos años también ha reducido la liquidez en el mercado, haciendo que la corriente descendente sea incluso más feroz, dijo el analista.

El petróleo cayó a mínimos de casi seis años esta semana, mientras que el mineral de hierro se hundió a su nivel más bajo en más de cinco años presionado por un exceso de suministros.

Aun así, según analistas, no es el mismo panorama para el cobre. Analistas han estado reduciendo abruptamente sus pronósticos para un superávit global de cobre este año -el primero en cinco años- tras una serie de revisiones a la baja de pronósticos de producción.

EL PETRÓLEO CAYÓ A MÍNIMOS DE CASI SEIS AÑOS ESTA SEMANA

Además, los precios se están hundiendo hacia la barrera de los 5.000 dólares, donde un cuarto de los productores mundiales perderían efectivo, según la consultora CRU, amenazando recortes "concretos".

El potencial de una escasez podría alentar la acumulación de reservas de agentes como la unidad de compras estratégicas de China. Datos de importaciones de China esta semana sugirieron que buscadores de oportunidades fueron los más beneficiados con la caída de precios.

No obstante, en el corto plazo, los precios pueden caer aún más por el pesimismo en el mercado, la posibilidad de una débil demanda física de cobre por una reducida demanda de China antes del Año Nuevo Lunar y mayores ventas técnicas, dijeron operadores.

As restrições à circulação de caminhões

 

Las excepciones y las rutas son las mismas y cuando dicen sentido ascendente es la dirección que toma como partida a la Capital Federal hacia el interior y cuando dice sentido descendente es cuando toma a Capital Federal como punto terminal.

Las restricciones que a continuación se informan no corresponde a la ruta 7 (RN7 AR)  desde la ciudad de Mendoza hasta el Túnel Internacional Cristo Redentor

Así de todo y según el flujo vehicular en cada sentido, los Coordinadores Zonales Regionales del Paso Internacional Cristo redentor tienen la facultad de regular el transito a criterio por razones de seguridad vial.

 

Restricciones a la circulación de camiones

RUTAS NACIONALES

 

De acuerdo a lo establecido por la Agencia Nacional de Seguridad Vial a través del  dictado de la Disposición Nº 300/14  se restringe la circulación de camiones de categorías N2, N3, O, O3 y O4  en fines de semanas largos  e inicios y finalizaciones de vacaciones, para el período julio 2014 / junio 2015, estableciendo para los fines de semana correspondientes   para el mes de enero,   el siguiente cronograma:.

 

 

Días y horarios en que se aplicará la veda:

 

Jueves, 15 de   Enero de 2015

18 a 23.59

Viernes, 16 de   Enero de 2015

8 a 14

Sábado, 31 de   Enero de 2015

18 a 23.59

Domingo, 01 de Febrero   de 2015

8 a 14

C) SECCION III –

FECHA

HORARIO

SENTIDO DEL FLUJO VEHICULAR EN:

·         Autopistas de Acceso a la Ciudad Autónoma de Buenos Aires en toda su extensión.

·         Autopista RN 7 desde ciudad de SAN LUIS a la ciudad de MENDOZA.

·         Autopista RN 9 desde el  km 0 hasta la Av. Circunvalación en la ciudad de CORDOBA.

·         Autovía RN 12 desde el km 80 al 159.91;

·         Autovía RN 12 desde el Km 1390,9 al 1396.11.

·         Autovía RN 12 desde el km 1636,87 a 1638,76.

·         Autovía RN 14 desde el km 0 al 504.38.

Jueves, 15 de   Enero de 2015

18 a 23.59

DESCENDENTE   (REGRESO)

Viernes, 16 de   Enero de 2015

8 a 14

ASCENDENTE   (SALIDA)

Sábado, 31 de   Enero de 2015

18 a 23.59

DESCENDENTE   (REGRESO)

Domingo, 01 de   Febrero de 2015

8 a 14

ASCENDENTE   (SALIDA)

 

 

 

Se exceptúan de la restricción  a los vehículos que a continuación se detallan:

a) De transporte de leche cruda, sus productos derivados y envases asociados;

b) De transportes de animales vivos;

c) De transportes de productos frutihortícolas en tránsito;

d) De transporte exclusivo de prensa y de unidades móviles de medios de comunicación audiovisual;

e) De atención de emergencias;

f) De asistencia de vehículos averiados o accidentados, en el lugar del suceso o en el traslado al punto más próximo a aquel donde pueda quedar depositado y en regreso en vacío;

g) Cisterna de traslado de combustible, de Gas Natural Comprimido y Gas Licuado de Petróleo;

h) De transporte de gases necesarios para el funcionamiento de centros sanitarios, así como de gases transportados a particulares para asistencias sanitarias domiciliaria, en ambos casos, cuando se acredite que se transportan a dichos destinos;

i) De transporte de medicinas;

j) De transporte de depósitos final de residuos sólidos urbanos;

k) De transporte que deba circular en cumplimiento directo e inmediato de una orden judicial;

 

 

B) SECCION II

 

RUTA NACIONAL Nº

TRAMO

3

Desde la CIUDAD AUTONOMA DE BUENOS AIRES hasta LA CIUDAD DE BAHIA BLANCA, Provincia de Bs. Aires

5

Desde CIUDAD AUTONOMA DE BUENOS AIRES hasta la CIUDAD DE TRENQUE LAUQUEN, Provincia de Buenos Aires.

7

Desde CIUDAD AUTONOMA DE BUENOS AIRES hasta la CIUDAD de SAN LUIS, Provincia de San Luis.

 

El tramo correspondiente a autovía desde la Ciudad de SAN LUIS, Provincia de SAN LUIS a la Ciudad de MENDOZA, Provincia de MENDOZA, se restringirá conforme el criterio establecido para autopistas en los sentidos y días previstos en la Sección III)

8

Desde la CIUDAD AUTONOMA DE BUENOS AIRES hasta la Ciudad de VILLA MERCEDES, Provincia de SAN LUIS.

9

 

Desde la CIUDAD AUTONOMA DE BUENOS AIRES hasta la Ciudad de LA QUIACA, en la Provincia de JUJUY.

 

Los tramos correspondientes a Autopista o Autovía, entre los kilómetros 0 hasta la Av Circunvalación en la Ciudad de CORDOBA, se restringirán conforme el criterio establecido para autopistas en los sentidos y días previstos en la Sección III)

 

11

Desde la Ciudad de ROSARIO, Provincia de SANTA FE, hasta la Ciudad de CLORINDA, Provincia de FORMOSA.

 

12

Desde el empalme de la Ruta Nacional Nº 9, en la Provincia de BUENOS AIRES, hasta la Ciudad de PUERTO IGUAZU, en la Provincia de MISIONES.

 

Los tramos correspondientes a Autovía, entre los kilómetros 80 a 159.91; 1390,9 a 1396.11 y 1636.87 a 1638.76 se restringirán conforme el criterio establecido para autopistas en los sentidos y días previstos en la Sección III)

 

 

14

Desde la Ciudad de CEIBAS, Provincia de ENTRE RIOS, hasta la Ciudad de SAN JOSE, Provincia de MISIONES.

 

Los tramos correspondientes a Autovía, entre los kilómetros 0 a 504,38 se restringirán conforme el criterio establecido para autopistas en los sentidos y días previstos en la Sección III).

 

19

Desde la Ciudad de SANTA FE, Provincia de SANTA FE, hasta la Ciudad de CORDOBA, Provincia de CORDOBA.

 

20

Desde la Ciudad de CORDOBA, Provincia de CORDOBA, hasta la Ciudad de SAN JUAN, Provincia de SAN JUAN.

 

22

Desde la Ciudad de BAHIA BLANCA, Provincia de BUENOS AIRES, hasta la Provincia del NEUQUEN.

33

Desde la Ciudad de ROSARIO, provincia de SANTA FE, hasta la Ciudad de BAHIA BLANCA, Provincia de BUENOS AIRES

34

Desde el empalme de la Ruta Nacional Nº 12, en la Provincia de SANTA FE, hasta la Ciudad de LA BANDA, Provincia de SANTIAGO DEL ESTERO, incluido el tramo de la Provincia de CORDOBA.

 

Desde su intersección con la RN 9 en la localidad de Güemes, Provincia de SALTA hasta la localidad de YUTO, en la Provincia de JUJUY.

 

 

35

Desde la Ciudad de RIO CUARTO, Provincia de CORDOBA hasta la Ciudad de SANTA ROSA, Provincia de LA PAMPA.

36

Desde la Ciudad de RIO CUARTO hasta la Ciudad de CORDOBA, ambas en la Provincia de CORDOBA.

38

Desde el empalme de la Ruta Nacional Nº 20, en la Provincia de CORDOBA hasta la Ciudad de S. M. DE TUCUMAN, en la Provincia de TUCUMAN.

40

Desde la Ciudad de SAN JUAN, Provincia de SAN JUAN hasta la Ciudad de MALARGÜE, Provincia de MENDOZA; y desde el EMPALME con la Ruta Nacional Nº 234 de la Provincia del NEUQUEN y la Ciudad de ESQUEL, Provincia del CHUBUT.

60

Desde el EMPALME con la Ruta Nacional Nº 9, Provincia de CORDOBA, hasta el EMPALME con la Ruta Nacional Nº 157, Provincia de CATAMARCA.

74

Desde el EMPALME con la Ruta Nacional Nº 38 y la Ciudad de CHILECITO, ambas en la Provincia de LA RIOJA.

105

Desde la Ciudad de SAN JOSE hasta la Ciudad de POSADAS, ambas en la Provincia de MISIONES.

127

Desde el EMPALME de la Ruta Nacional Nº 12, Provincia de ENTRE RIOS, hasta el EMPALME con la Ruta Nacional Nº 14, Provincia de CORRIENTES.

141

Desde el EMPALME con la Ruta Nacional Nº 79, en la Provincia de LA RIOJA, hasta la Ciudad de SAN JUAN, Provincia de SAN JUAN.

146

Desde el EMPALME de la Ruta Nacional Nº 20 de la Provincia de SAN LUIS hasta la Ciudad de SAN RAFAEL de la Provincia de MENDOZA.

147

Desde la Ciudad de SAN LUIS, Provincia de SAN LUIS, hasta el EMPALME de la Ruta Nacional Nº 20 ambas en la Provincia de  SAN LUIS.

148

Desde la Ciudad de VILLA DOLORES, Provincia de CORDOBA,  hasta el LIMITE de la Provincia de SAN LUIS.

157

Desde el EMPALME con la Ruta Nacional Nº 60 en la Provincia de CATAMARCA hasta la Ciudad de SAN MIGUEL DE TUCUMAN, Provincia de TUCUMAN.

 

158

Desde la Ciudad de SAN FRANCISCO, Provincia de CORDOBA, hasta la Ciudad de VILLA MERCEDES, Provincia de SAN LUIS.

174

Desde la Ciudad de ROSARIO, Provincia de SANTA FE, hasta la Ciudad de VICTORIA, Provincia de ENTRE RIOS.

188

Desde la Ciudad de SAN NICOLAS DE LOS ARROYOS, Provincia de BUENOS AIRES, hasta la Ciudad de GENERAL ALVEAR, Provincia de MENDOZA.

205

Desde la Ciudad de CAÑUELAS, Provincia de BUENOS AIRES, hasta la Ciudad de SAN CARLOS DE BOLIVAR, Provincia de BUENOS AIRES.

226

Desde la Ciudad de GENERAL VILLEGAS hasta el EMPALME con la RN Nº 29, ambas en la Provincia de BUENOS AIRES.

231

Desde el EMPALME con la Ruta Nacional Nº 40 hasta el PASO CARDENAL SAMORE, ambas en la Provincia del NEUQUEN.

237

Desde el EMPALME con la Ruta Nacional Nº 22 hasta el EMPALME con la Ruta Nacional Nº 40, ambas en la Provincia del NEUQUEN.

 Todas las Autopistas de acceso a la CIUDAD AUTONOMA DE BUENOS AIRES, en toda su extensión.

 

 

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CIRCULAR INFORMATIVA

 

VEDA A LA CIRCULACIÓN
El Dakar sin camiones en las rutas

En el marco de la realización del Rally Dakar 2015, la Agencia Nacional de Seguridad Vial (ANSV) dispuso la restricción a la circulación de camiones de más de 3.500 kilogramos en las ruta nacional 52. El objetivo de esta medida es prevenir riesgos en la circulación vehicular y garantizar una mayor seguridad vial en aquellos tramos donde se desarrollará la competencia.

Así, el Ministerio del Interior y Transporte estableció, según la disposición Nº 881/2014, que la fecha en la que regirá la veda es:

Ruta nacional 52: desde las 20 horas del martes 13 de enero, hasta las 20 horas del 14 de enero de 2015, desde la ciudad de Salta (provincia de Salta) hasta el Paso Internacional Jama (provincia de Jujuy).

A su vez, el Ministro del Interior y Transporte, Florencio Randazzo recordó que la ANSV realiza acciones de prevención y concientización durante el recorrido de la competencia y luego, sostuvo que “los espectadores deben mantener a los niños a su lado, presenciar el evento sólo desde la zona especialmente habilitada para ello, no cruzar la ruta ni transitarla”. “Bajo ese concepto, trabajamos en un spot con el piloto “Pato” Silva, para que la competencia se disfrute sin inconvenientes”, agregó el Ministro.

 

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PROVINCIA DE BUENOS AIRES

 

 

RESTRICCIONES A LA CIRCULACION

 

La Agencia Provincial del Transporte, de la Provincia de Buenos Aires,  mediante las resoluciones º39 y 440, ambas de 2014,  establece que los vehículos de transporte de cargas mayores de siete (7) toneladas de porte bruto no podrán circular por las Rutas Provinciales -con el objeto de incrementar el aprovechamiento  de la capacidad vial y el grado de seguridad en la circulación general, y disminuir la probabilidad de accidentes-,  conforme las fechas y horarios que se mencionan en el cuadro inserto más abajo, correspondientes al mes de Enero de 2015.  

 

PROXIMAS RESTRICCIONES:

 

b)    SECCION II

 

FECHAS

HORARIOS

SENTIDO DE FLUJO VEHICULAR EN ACCESO AL AREA METROPOLITANA

Jueves 1 de Enero de 2015

De 08:00 hasta 23:59

AMBOS SENTIDOS

Viernes 2 de Enero de 2015

De 17:00 Hasta 23:59

ASCENDENTE (SALIDA)

Sábado 3 de Enero de 2015

De 08:00 Hasta 18:00

ASCENDENTE (SALIDA)

Domingo 4 de Enero de 2015

De 08:00 Hasta 23:59

DESCENDENTE (REGRESO)

Lunes 5 de Enero de 2015

De 08:00 Hasta 18:00

DESCENDENTE (REGRESO)

Viernes 9 de Enero de 2015

De 17:00 Hasta 23:59

ASCENDENTE (SALIDA)

Sábado 10 de Enero de 2015

De 08:00 Hasta 18:00

ASCENDENTE (SALIDA)

Domingo 11 de Enero de 2015

De 08:00 Hasta 23:59

DESCENDENTE (REGRESO)

Viernes 16 de Enero de 2015

De 17:00 Hasta 23:59

ASCENDENTE (SALIDA)

Sábado 17 de Enero de 2015

De 08:00 Hasta 18:00

ASCENDENTE (SALIDA)

Domingo 18 de Enero de 2015

De 08:00 Hasta 23:59

DESCENDENTE (REGRESO)

Viernes 23 de Enero de 2015

De 17:00 Hasta 23:59

ASCENDENTE (SALIDA)

 

 

 

Sábado 24 de Enero de 2015

De 08:00 Hasta 18:00

ASCENDENTE (SALIDA)

Domingo 25 de Enero de 2015

De 08:00 Hasta 23:59

DESCENDENTE (REGRESO)

Viernes 30 de Enero de 2015

De 17:00 Hasta 23:59

ASCENDENTE (SALIDA)

Sábado 31 de Enero de 2015

De 08:00 Hasta 18:00

ASCENDENTE (SALIDA)

Domingo 1 de Febrero de 2015

De 08:00 Hasta 23:59

DESCENDENTE (REGRESO)

 

 

A) SECCION I

RUTA PROVINCIAL Nº

TRAMO

RP Nº 2 (AUTOVIA 2)

Desde Km. 59 (Distribuidor de Transito Etcheverry – La Plata) hasta el Km. 400 (Camet).

RP Nº 11

Desde intersección con RP Nº 36 (Pipinas) hasta el Km. 537 (Chapadmalal)

RP Nº 36

Desde Rotonda RP Nº 10 (Prolongación Av. 66 – La Plata) hasta la intersección con RP Nº 11 (Pipinas)

RP Nº 56

Desde su intersección con la RP Nº 11 (Gral. Conesa) hasta su intersección con la RP Nº 74 (Gral. Madariaga).

RP Nº 63

Desde Distribuidor de Transito con RP Nº 2 (Dolores) hasta Intersección con RP Nº 11 (Esquina de Crotto).

RP Nº 74

Desde su intersección con la RP Nº 56 (Maipu) hasta su intersección con la RP Nº 11 (Pinamar).

 

Se autoriza a la Dirección del Transporte de Cargas dependiente de la Dirección Provincial del Transporte a realizar en caso de excepción, debidamente justificado, el otorgamiento de Autorizaciones de Circulación en Áreas Restringidas.

 

Se exceptúa de dicha autorización a los vehículos que pretendan circular por la Ruta Provincial Nº 11 entre el kilómetro 191 y 225 de acuerdo a lo prescripto por la Resolución Nº 92/14 del registro de esta Agencia Provincial del Transporte, que establece que debido a tareas de mantenimiento sobre el Puente Arroyo Las Víboras en la Ruta Provincial Nº 11 en el Km 214, surge la necesidad de dictar una serie de medidas destinadas a prevenir y amortiguar las posibles demoras que pudieran generarse por la necesaria realización de un desvío del tránsito sobre el puente mencionado, situación que de no atenderse, podría ocasionar imprevistos difíciles de dimensionar en perjuicio de las personas que se desplazan por dicha ruta provincial,  por lo cual en su artículo 1º la mencionada norma establece que los vehículos mayores de cinco (5) toneladas de porte bruto, incluidos los ómnibus, no podrán circular sobre la Ruta Provincial Nº 11 desde Cerro de La Gloria (Km 191) hasta la  Esquina de Crotto (Km 225) en ambos sentidos de circulación, por el tiempo que duren las tareas de mantenimiento mencionadas.

 

 

Mercado cambiario: cruza entre o governo e os importadores

El presidente del Banco Central, Alejandro Vanoli, rechazó ayer la existencia de restricciones para acceder a dólares destinados al pago de compras de insumos y productos en el exterior, como denunciaron importadores.

Vanoli también rechazó que la autoridad monetaria mantenga una deuda de entre 5.200 y 5.500 millones de dólares con automotrices, fábricas de Tierra del Fuego y otros rubros de la actividad económica por importaciones ya efectuadas pero no abonadas.

El funcionario salió así al cruce del gerente de la Cámara de Importadores de Argentina (Cira), Miguel Ponce, quien había afirmado que hubo un proceso de "restricción total de divisas" entre el 20 de diciembre y el 5 de enero.

"Es absolutamente falso que no hayamos autorizado pagos de operaciones de importación entre el 20 de diciembre y el 5 de enero como afirmó Ponce, ya que en ese lapso autorizamos 1.334 millones dólares para esos fines", aclaró Vanoli.

Si bien dijo que no suele "entrar en este tipo de polémicas", el jefe del BCRA explicó que le causaron "particular indignación" los dichos de Ponce, ya que en ese período caracterizado por una cantidad menor de días hábiles se informaron autorizaciones de los pagos.

El 22 de diciembre se pagaron 338 millones dólares; el 23, unos 279 millones; el 24, 56 millones; el 30, 97 millones y el 2 de enero, 102 millones, como parte de los 1.334 millones autorizados en el período aludido, según Vanoli.

"Hay cosas que son opinables y las respeto, pero estas afirmaciones falsas tratan de crear un clima que pretende instalar que el Banco Central tiene deuda, que no cumple", se quejó en declaraciones difundidas a través de la agencia gubernamental de noticias.

Aclaró que cuando la autoridad monetaria recibe documentación certificada de los bancos y cada una de las operaciones de cambio cumple con todas las formalidades aduaneras y de importación, autoriza los pagos "inmediatamente".

Durante diciembre último, el pago total de importaciones fue de 4.581 millones de dólares, lo que supuso un incremento del 10 por ciento respecto de noviembre al que correspondieron pagos por 4.164 millones, puntualizó Vanoli.

Y apuntó el jefe del Banco Central que la entidad afrontó durante todo 2014 operaciones autorizadas de importación por 60.694 millones de dólares, cifra que "desmiente por sí sola cualquier tipo de deuda de la entidad".

Ponce vinculó ayer la falta de insumos y productos importados en algunos sectores de la industria con el "nivel de endeudamiento". Además, señaló que hubo un "proceso de restricción de divisas desde aproximadamente el 20 de diciembre hasta el 5 de enero" en el que "no se efectuaron pagos".

Copal pide "soluciones"

El presidente de la Coordinadora de Empresas de Industrias Alimenticias (Copal), Daniel Funes de Rioja, reclamó ayer “soluciones urgentes” por parte del gobierno nacional para atender los problemas de “competitividad” que enfrentan las fábricas de alimentos y bebidas por la pérdida de mercados externos y la falta de acuerdo con los holdouts. Funes de Rioja consignó que debido a que “desde el sector privado realizamos importantes esfuerzos, es que esperamos que el gobierno dé prioridad y resuelva los problemas que requieren una solución urgente”. “Estos son los problemas estructurales que afectan seriamente la competitividad del sector alimenticio, como la presión fiscal acumulada entre la Nación, provincias y municipios” y el ajuste en los costos sectoriales, indicó el dirigente.

Inflación de las consultoras

La inflación de 2014 osciló entre 36 y casi 40%, según las consultoras privadas, que coincidieron en que la mayor aceleración se evidenció en el primer trimestre por la devaluación de enero, y luego se moderó por el atraso cambiario, y una política monetaria “más contractiva”. Según el diagnóstico de los analistas en 2015 el gobierno intentará “anclar la inflación” manteniendo más quieto el tipo de cambio y por eso, prevén que la cifra baje al “30 o 35%”.