A primeira edição de 2026 do Seminário Itinerante da NTC&Logística ocorrerá no estado de Pernambuco, recepcionada pela Federação das Empresas de Transporte de Cargas e Logística do Nordeste – FETRACAN, pelo Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas, Entregas, Armazenagem e Logística do Estado de Pernambuco – SETCEPE e pelo Núcleo da COMJOVEM Recife, no dia 19 de março, às 8h30, no Complexo Industrial Portuário de Pernambuco (SUAPE), localizado no litoral sul, abrangendo os municípios de Ipojuca e Cabo de Santo Agostinho.
Criado em 2004, o Seminário Itinerante tem o propósito de levar a NTC&Logística – Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística a diversas regiões do país, promovendo capacitação técnica e oportunidades de negócios para empresários e executivos do setor de transporte de cargas e logística.
A programação contará com temas relevantes para o setor e que impactam diretamente as atividades das empresas. A organização do evento também conta com o apoio da COMJOVEM – Comissão de Jovens Empresários e Executivos do Transporte Rodoviário de Cargas da NTC&Logística.
Ratificando a missão da NTC&Logística de estar ao lado do transportador rodoviário de cargas, de Norte a Sul do Brasil, o Seminário Itinerante já percorreu diversos estados ao longo de mais de duas décadas.
Para o presidente da NTC&Logística, Eduardo Rebuzzi, “a primeira edição do Seminário Itinerante de 2026, que ocorrerá no estado de Pernambuco, marca o início de um novo ciclo de encontros, reafirmando o compromisso da entidade de estar próxima do transportador rodoviário de cargas em todas as regiões do país. Abrir o calendário em um Estado estratégico para a logística do Nordeste reforça a importância do diálogo regional e da troca de experiências. Ao longo deste ano, o Seminário Itinerante passará por três cidades, promovendo encontros qualificados, debates relevantes e aprendizados práticos para empresários, executivos e lideranças do setor. Estamos confiantes de que o Seminário Itinerante em Pernambuco dará o tom de mais uma temporada de sucesso, contribuindo de forma efetiva para o fortalecimento do Transporte Rodoviário de Cargas no Brasil”.
O evento será realizado presencialmente, no Complexo Industrial Portuário de Pernambuco (SUAPE) – Rodovia Indonésia, S/N – Bairro: Distrito Industrial de Ipojuca – Suape Ipojuca – Pernambuco (PE). A participação é aberta a todos os empresários da região, que contribuem para um Transporte Rodoviário de Cargas cada vez mais forte.
8h30 | 9h | Recepção com Café de Boas-Vindas e Credenciamento
9h | 11h30 | Visita Técnica – Porto de Suape
• Apresentação institucional
• Visita guiada às operações
• Ênfase em eficiência logística, integração multimodal
e relação porto–TRC
11h30 | 12h15 | Palestra: BR do Mar e os Impactos para a Cabotagem
e a Competitividade Logística
Palestrante Convidado: a ser definido
12h30 | 14h | Almoço de Relacionamento
Local: a ser definido
PERÍODO DA TARDE – CONTEÚDO TÉCNICO E MERCADO
Local: Prédio administrativo do Porto de Suape – Rodovia Indonésia, S/N – Bairro: Distrito Industrial de Ipojuca – Suape Ipojuca – Pernambuco (PE)
14h15 | 14h30 | Abertura Oficial
• Boas-vindas institucionais
• Contextualização do encontro
• Importância do associativismo e das conexões logísticas regionais
14h30 | 15h45 | Palestra: Mercado e Tarifa
Palestrante: Engo Lauro Valdivia, Assessor Técnico da NTC&Logística
Conteúdo:
• Atualização do INCT (Índice Nacional de Custos do Transporte)
• Apresentação da Pesquisa de Mercado DECOPE2026
• Demonstração Aplicações práticas da Plataforma de Cálculo de Frete
15h45 | 16h15 | Intervalo
16h15 | 17h30 | NTC TALKS – Soluções para o TRC
Participantes: Transpocred – Crédito e soluções financeiras para o TRC
NDD – Tecnologia, gestão fiscal e documentos eletrônicos
The – Soluções corporativas e apoio à gestão empresarial
Apvida – Saúde e bem-estar para empresas e colaboradores
Pamcard – Meios de pagamento e gestão de benefícios para o transporte
17h30 | 19h30 | Happy Hour de Encerramento
Realização
NTC&Logística – Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística
FETRACAN – Federação das Empresas de Transporte de Cargas e Logística do Nordeste
SETCEPE – Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas, Entregas, Armazenagem e Logística do Estado de Pernambuco
Patrocínio
FENATRAN
Transpocred
Apoio Institucional
Sistema Transporte – CNT / Confederação Nacional do Transporte / SEST SENAT – Serviço Social do Transporte e Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte / ITL – Instituto de Transporte e Logística
A Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística (NTC&Logística) deu início a uma nova edição da Pesquisa de Mercado do Transporte Rodoviário de Cargas (TRC), voltada às empresas transportadoras de todo o país. O levantamento tem como objetivo avaliar a situação econômica do setor ao longo de todo o ano de 2025, identificando os principais desafios enfrentados, além de oportunidades, tendências e indicadores que impactam diretamente o desenvolvimento e a sustentabilidade das operações.
O questionário poderá ser respondido até o dia hoje, 13 de fevereiro de 2026.
A coleta de informações será realizada por meio de um questionário objetivo e de fácil preenchimento, com perguntas de múltipla escolha, garantindo uma participação prática e acessível para as empresas. A colaboração do setor é essencial para que o estudo retrate com precisão a realidade do transporte de cargas no Brasil e forneça dados consistentes para a formulação de políticas públicas e estratégias empresariais.
Os resultados consolidados serão apresentados durante a primeira edição de 2026 do CONET&Intersindical (Conselho Nacional de Estudos em Transporte, Custos, Tarifas e Mercado), que será realizada no dia 26 de fevereiro, em Brasília (DF).
Entre os presentes, esteve o deputado federal Mendonça Filho (União Brasil-PE), relator da PEC da Segurança Pública, que apresentou sua visão sobre o alcance e a importância da proposta
O presidente do Sistema Transporte, Vander Costa, participou, nessa terça-feira (10), em Brasília, de um encontro institucional que reuniu empresários e parlamentares para discutir a pauta da segurança pública e seus desdobramentos no Congresso Nacional. Entre os presentes, esteve o deputado federal Mendonça Filho (União Brasil-PE), relator da PEC da Segurança Pública, que apresentou sua visão sobre o alcance e a importância da proposta.
Durante o debate, Mendonça Filho destacou que a PEC representa um arcabouço macro para o país, com potencial de fortalecer a base constitucional da política de segurança pública. Segundo ele, o Projeto de Lei Antifacção deve estar incorporado a esse conjunto constitucional, garantindo coerência normativa e maior efetividade no enfrentamento ao crime organizado.
A segurança pública é tema permanente na agenda da CNT, especialmente em razão dos impactos diretos sobre o setor transportador. A entidade tem participado das discussões no Congresso Nacional, por meio de análises técnicas em fóruns institucionais e da apresentação de propostas voltadas ao enfrentamento das facções criminosas, com foco na proteção de trabalhadores do transporte, usuários e empresas.
Vander Costa reforçou a relevância do tema para o desenvolvimento do país. “O Sistema Transporte entende que a segurança pública é condição para o desenvolvimento econômico e social. Temos defendido, no Congresso, que qualquer avanço legislativo precisa considerar a realidade do setor e garantir a proteção de quem transporta e de quem é transportado”, afirmou.
O encontro foi realizado na Casa ParlaMento, iniciativa da Esfera que busca aproximar projetos e propostas de impacto dos tomadores de decisão, fortalecendo o diálogo institucional com o Congresso Nacional e promovendo a construção de pontes entre o setor produtivo e o Poder Legislativo.
Novas obras estruturais podem fortalecer os avanços nas rotas entre os estados e melhorar a logística
O ano de 2025 foi marcado por avanços importantes na infraestrutura logística da região Centro-Oeste, com destaque para os investimentos que ampliam a malha rodoviária e impulsionam o Transporte Rodoviário de Cargas (TRC), modal responsável por mais de 65% da movimentação de produtos no Brasil. Com um papel estratégico no escoamento da produção nacional, especialmente do agronegócio, a região passou a contar com novas rotas que prometem otimizar trajetos, reduzir custos operacionais e fortalecer sua conexão com os principais corredores de exportação do país.
Parte dessas melhorias é resultado direto de aportes públicos e privados, viabilizados por meio de leilões estruturantes que movimentaram R$ 28 bilhões em 2025. As concessões da Rota Agro, Rota Sertaneja e Rota da Celulose simbolizam um novo ciclo logístico para Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e Distrito Federal, criando um ambiente mais competitivo e eficiente para o setor de transporte de cargas.
Para as transportadoras que atuam na região Centro-Oeste, as melhorias em infraestrutura viária representam um avanço fundamental do ponto de vista financeiro, operacional e estratégico. A modernização das rotas tem potencial para reduzir significativamente os gargalos logísticos, contribuir com o aumento da produtividade nas entregas e favorecer a competitividade das empresas diante das exigências do mercado nacional e internacional.
Na avaliação de Ludymila Mahnic, diretora comercial e operacional da Mahnic Soluções Logísticas, empresa com mais de 50 anos de história e sede no estado de Goiás, os investimentos em infraestrutura impactam diretamente a performance das operações. “Estradas em melhores condições reduzem o tempo de viagem, o consumo de combustível, o desgaste dos veículos e os riscos de atrasos causados por congestionamentos, acidentes e até mesmo veículos quebrados na estrada. A maior integração entre os estados também aumenta a previsibilidade das operações, permitindo melhor planejamento de rotas, maior giro da frota e redução de custos operacionais indiretos, como diárias, entregas e paradas não programadas”, destaca a executiva.
De acordo com o Balanço 2025, publicado pela Assessoria Especial de Comunicação do Ministério dos Transportes, os investimentos anunciados para as principais rotas do Centro-Oeste consolidam um novo momento para a infraestrutura logística da região. A Rota Agro, que fortalece o corredor logístico entre Goiás e Mato Grosso, receberá um aporte de R$ 7,6 bilhões ao longo de seus 490 quilômetros. Já a Rota Sertaneja, considerada estratégica para o escoamento da produção agrícola e industrial, contará com investimentos da ordem de R$ 10,4 bilhões. Por sua vez, a Rota da Celulose, que prevê a modernização de 870 quilômetros de rodovias federais e estaduais nos estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, terá um investimento total estimado em R$ 10,1 bilhões.
Com o aprimoramento das estradas e expansão das rotas logísticas estratégicas, muitas empresas do setor de transporte se veem estimuladas a investirem mais e pensar em novos artifícios para as operações, levando em consideração a localização, o fortalecimento na atuação regional e o relacionamento com os clientes e novos parceiros.
“A transformação da malha logística no Centro-Oeste abre oportunidades importantes para a Mahnic expandir suas operações e fortalecer sua atuação regional. Além do ganho operacional no transporte rodoviário, nós identificamos oportunidades para a construção de novos armazéns, aproveitando nossa localização estratégica na região central do país. Isso permite atender aos clientes com mais agilidade e eficiência, tornando o escoamento de mercadorias para Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Tocantins e Distrito Federal mais rápido e previsível”, finaliza Ludymila Mahnic.
Calendário foi divulgado pela PRF e inclui datas importantes
Veículos comerciais estão proibidos de trafegarem pelas estradas federais brasileiras em algumas datas especiais em 2026. Diante disso, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) publicou o calendário oficial de restrições de tráfego.
Segundo a corporação, a medida atinge aos veículos e combinações de veículos que excedem os limites regulamentares de peso ou dimensões, visando reduzir o risco de sinistros de trânsito graves em períodos de maior fluxo de veículos leves nas rodovias de pista simples.
De acordo com a PRF, as restrições – estratégicas para a segurança viária –, ocorrem em datas como Carnaval, Semana Santa e festas de fim de ano. O descumprimento constitui infração média, sujeita a multa e retenção do veículo até o término do horário restritivo.
Quem precisa ficar atento?
A proibição de circulação aplica-se aos veículos que possuam alguma das seguintes características:
Largura superior a 2,60 metros
Altura superior a 4,40 metros
Comprimento total superior a 19,80 metros
Peso Bruto Total Combinado (PBTC) superior a 58,5 toneladas
Principais períodos de restrição em 2026
Confira as datas das primeiras operações do ano:
Importante: em alguns estados da região Norte (Acre, Amazonas, Amapá, Pará e Roraima), não haverá restrição de circulação, conforme as diretrizes da portaria vigente.
Restrição é necessária?
A presença de veículos de grande porte em rodovias de pista simples, especialmente durante feriados prolongados, dificulta ultrapassagens e aumenta o tempo de viagem para os demais usuários. Ao restringir esses veículos em horários de pico, a PRF busca padronizar o fluxo e prevenir colisões frontais, saídas de pista e outros sinistros de trânsito. Confira a tabela completa, clicando aqui.
Gasolina, etanol e diesel têm formações diferentes, mas todos chegam à bomba após somar custos de produção, impostos, logística, mistura obrigatória e margem do posto; entenda
Na hora de abastecer, o valor exibido na placa do posto parece um número único. Na prática, porém, o preço final é resultado de uma cadeia longa e regulada, que começa na produção ou importação do combustível e termina na bomba. Ao longo do caminho entram tributos federais e estaduais, despesas com mistura obrigatória de biocombustíveis, custos logísticos e a margem de distribuição e revenda.
Como a precificação é livre em cada etapa – dentro das regras do setor – a participação de cada parcela varia por região e ao longo do tempo. Ainda assim, dados públicos consolidados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis do Brasil (ANP) permitem entender a lógica da formação e visualizar percentuais médios do que o consumidor paga na hora de comprar gasolina, etanol ou diesel.
Como o preço do litro da gasolina é definido?
Na gasolina comum, o preço médio nacional costuma se dividir da seguinte forma:
Combustível na refinaria ou importado (cerca de 30%): essa parcela reflete o custo do derivado antes de impostos e logística. Ela é influenciada principalmente pelos preços internacionais de derivados de petróleo, pela cotação do dólar e pelas condições de oferta e demanda.
Etanol anidro (entre 15% a 17%): aqui não se trata da composição física, mas da fatia do preço final correspondente ao etanol anidro misturado à gasolina. Pela regra atual, a gasolina brasileira contém 27% de etanol anidro em volume, mas essa parcela representa cerca de 15% a 17% do valor pago pelo consumidor, dependendo do preço do etanol no período.
Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços – ICMS (aproximadamente 25%): tributo estadual cobrado por litro, com valor fixo definido de R$ 1,57 em todo o Brasil.
Tributos federais – PIS/Cofins e Cide (em torno de 11%): são impostos definidos pelo governo federal e aplicados de forma uniforme em todo o país.
Distribuição e margem do posto (cerca de 18%): inclui custos de transporte, armazenamento, operação do posto, funcionários, energia, aluguel e lucro. A concorrência local influencia diretamente essa parcela.
Atualmente, de acordo com a Petrobras, o preço médio do litro da gasolina é de R$ 6,31 no Brasil. Na prática, a composição de preços está dividida da seguinte forma:
Distribuicão e Revenda – R$ 1,21 (19,2%)
Custo do Etanol Anidro – R$ 1,05 (16,6%)
Imposto Estadual – R$ 1,57 (24,9%)
Impostos Federais – R$ 0,68 (10,8%)
Parcela Petrobras – R$ 1,80 (28,5%)
Como o preço do litro do diesel é definido?
No diesel, a estrutura média é diferente:
Combustível na refinaria ou importado (cerca de 45%): o peso do custo inicial é maior, tornando o diesel mais sensível a variações internacionais e cambiais.
Biodiesel (cerca de 14%): o diesel vendido no Brasil contém biodiesel em percentual obrigatório, atualmente definido por política pública. Esse percentual em volume é menor do que na gasolina, mas o biodiesel costuma ter custo elevado, fazendo com que sua participação no preço final seja significativa.
ICMS (em torno de 19%): assim como na gasolina, tem preço fixo e, nesse caso, de R$ 1,17.
Tributos federais (cerca de 5%): menores do que na gasolina, reduzem o peso total dos impostos no diesel.
Distribuição e margem do posto (cerca de 16%): custos logísticos e operacionais que variam conforme a região e a estrutura de abastecimento.
Como o preço do litro do etanol é definido?
No etanol hidratado, vendido diretamente ao consumidor, a formação é mais simples, mas bastante variável:
Custo de produção na usina (45% a 50%): depende da safra da cana-de-açúcar, produtividade agrícola, clima e custos industriais.
ICMS (20% a 30%): é o principal tributo do etanol e tem o mesmo custo de R$ 1,57.
Tributos federais: têm peso reduzido ou podem estar zerados em determinados períodos.
Distribuição e margem do posto (20% a 25%): o etanol é especialmente sensível à logística: quanto maior a distância das usinas, maior tende a ser o preço final.
Por que o preço do combustível varia de acordo com o estado?
Em médias históricas e períodos comparáveis, os dados da ANP mostram que São Paulo costuma apresentar preços de gasolina e etanol cerca de 5% a 10% menores do que os observados em estados mais distantes dos principais polos produtores, como Mato Grosso do Sul. Essa diferença não é fixa, mas recorrente ao longo das séries.
A explicação está na estrutura do mercado: São Paulo concentra refinarias, bases de distribuição e grande parte das usinas de etanol do país, o que reduz custos logísticos e de transporte. Já em estados mais afastados desses centros, o combustível percorre distâncias maiores até chegar aos postos, elevando o frete por litro.
Além disso, o nível de concorrência local entre postos também influenciam o preço final, contribuindo para variações regionais mesmo quando os demais custos são semelhantes.
O que faz o custo de produção do combustível variar?
As oscilações no preço do petróleo no mercado internacional são apenas um dos fatores que influenciam o custo dos combustíveis. No caso da gasolina e do diesel, o valor do barril é importante, mas não atua sozinho: entram também o câmbio, os preços internacionais dos derivados já refinados, custos de refino, importação e disponibilidade de produto no mercado global.
No etanol, a lógica é diferente. O custo de produção está ligado principalmente à safra da cana-de-açúcar, às condições climáticas, à produtividade agrícola e à demanda do setor sucroenergético. Por isso, o preço do etanol pode subir ou cair mesmo em períodos de estabilidade do petróleo.
Já o biodiesel, misturado ao diesel, tem custo influenciado pela oferta de matérias-primas, como óleos vegetais, além de regras de mistura obrigatória e da demanda do setor de transporte.
Essas diferenças explicam por que cada combustível reage em ritmos distintos às mudanças de cenário. Entre variações no custo de produção, decisões comerciais e estoques ao longo da cadeia, o impacto final na bomba tende a ocorrer de forma gradual – e nem sempre simultânea entre gasolina, diesel e etanol.