ANTT inaugura Centro Nacional de Supervisão Operacional

ANTT inaugura Centro Nacional de Supervisão Operacional

2570.jpgCerimônia de inauguração do centro Foto: EBC

A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) inaugurou, nesta terça-feira (17), o Centro Nacional de Supervisão Operacional (CNSO). O Centro será um aliado na fiscalização de rodovias e vai receber imagens das câmeras instaladas nas estradas e ferrovias em todo o país.

O Centro é um ambiente físico e tecnológico que tem como objetivo armazenar, analisar e transformar um grande volume de dados em informações estratégicas. O levantamento será usado para fiscalizar, modernizar e agilizar o processo de auditoria; inovar os serviços de transportes terrestres; integrar as bases de dados em tempo real; e promover a gestão inteligente da informação e a interoperabilidade com entes externos.

“Isso aumenta o poder de fiscalização da agência reguladora sobre os concessionários. É a tecnologia de informação vindo ao encontro da regulação e ajudando a Agência nessa tarefa”, explicou o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas.

A intenção é, cada vez mais, aumentar o diálogo com outros agentes externos, como a Polícia Rodoviária Federal, o ministério da Justiça e Segurança Pública, o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) e a Receita Federal.

“Essa ferramenta vai possibilitar infinitas operações e parcerias. A ANTT quer também maior aproximação das concessionárias para ter acesso a informações e monitoramento dos contratos”, afirmou a diretora da ANTT, Elizabeth Braga.

Um dos desafios do novo Centro é a modernização da malha rodoviária e ferroviária, além da fiscalização dos serviços de transporte terrestre, como monitoramento das rodovias, transporte de passageiros e transporte de cargas.

Segundo dados da ANTT, o Brasil tem hoje 9.696 km de rodovias concedidos à iniciativa privada. Nos próximos anos, mais dezesseis mil quilômetros devem ter a mesma destinação. No transporte ferroviário, são 30.576 quilômetros de ferrovias no país. Nos próximos anos 1,5 mil quilômetros de ferrovias devem ser destinados à administração de grupos privados.

Para o diretor-geral da Agência, Mario Rodrigues Junior, o Centro é um divisor de águas no Brasil. “É um marco. Não temos nada parecido no Brasil, nem ficamos devendo pra nenhum país do mundo”.

Japão inicia testes de drone que pode transportar cargas pesadas

Japão inicia testes de drone que pode transportar cargas pesadas

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Nos últimos tempos, são várias as funções que têm sido atribuídas a drones, como combate à malária ou proteção de animais. Agora, uma empresa japonesa começou a testar os objetos voadores em uma nova possibilidade: transporte de cargas pesadas.

Com sede em Tóquio, a SkyDrive desenvolveu a aeronave, com capacidade de carregar pacotes de até 30 kg. Outro recurso presente no modelo é a capacidade de descarregar sem precisar pousar. O trabalho todo fica por conta de um sistema de cabos.

A expectativa de aplicação do drone experimentado é na entrega de cargas em lugares onde o carro não consegue chegar. Entre os exemplos de locais, estão subidas íngremes de montanhas. Inclusive, os testes iniciados neste mês são feitos ao levar materiais de construção em uma região montanhosa no centro do país oriental.

Segundo a companhia que criou o objeto voador, a intenção consiste em sustentar uma carga de até 100 kg. No entanto, não há um prazo estipulado para esse objetivo ser alcançado pela SkyDrive.

Enquanto isso, em ilhas desabitadas no próprio Japão, uma outra empresa especializada em tecnologia da informação começou a realizar entregas de alimentos e outros produtos a turistas por meio de drones, neste ano.

Transportadores do norte do Mato Grosso recebem palestra do Assessor Jurídico da NTC&Logística

Transportadores do norte do Mato Grosso recebem palestra do Assessor Jurídico da NTC&Logística

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O Advogado, Narciso Figueirôa Filho, assessor jurídico da NTC, levou pela segunda vez conhecimento técnico para transportadores associados ao SINDMAT

O Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas do Estado do Mato Grosso – SINDMAT organizou a palestra “A lei trabalhista e o transporte rodoviário de cargas” com o Assessor Jurídico da NTC&Logística, Narciso Figueirôa Júnior e “Manifesto eletrônico de documentos fiscais” com o Palestrante, Daniel Carvalho na última semana em Sinop, interior do Mato Grosso, uma das principais cidades da região norte do estado. O Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas do Estado do Mato Grosso – SINDMAT organizou a palestra “A lei trabalhista e o transporte rodoviário de cargas” com o Assessor Jurídico da NTC&Logística, Narciso Figueirôa Júnior e “Manifesto eletrônico de documentos fiscais” com o Palestrante, Daniel Carvalho na última semana em Sinop, interior do Mato Grosso, uma das principais cidades da região norte do estado.

O objetivo foi continuar atualizando os transportadores do mato grossenses sobre as alterações no MDF-e e a Reforma Trabalhista e como elas interferem diretamente nas empresas de Transporte Rodoviário de Cargas em todo o Brasil.

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Eleus Viera de Amorim, Presidente do SINDMAT comentou que “o evento foi muito importante e trouxe ao norte do Mato Grosso informações que impactam as empresas. Com as mudanças do MDF-e, nossos associados estavam com muitas dúvidas de como aplicar as alterações e as implicações para os negócios”. 

MDFe é a sigla para Manifesto de Documentos Fiscais Eletrônicos, criado para substituir o “Manifesto de Carga modelo 25” e a “Capa de Lote Eletrônico – CLe”. O documento faz parte do projeto SPED e foi instituído por meio do Ajuste SINIEF 21/2010.

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A finalidade do documento é a vinculação de documentos fiscais em transporte interestadual. Dessa forma, agiliza-se o registro em lote de documentos fiscais em transporte, como NFe e CTe. Normalmente se utiliza em cargas que haja mais de um CTe ou NFe, registrando assim um lote de documentos. No caso do transporte ser realizado em veículos próprios, arrendados ou com contratação de transportador autônomo, também deve ser realizada a emissão.

O Assessor Jurídico da NTC, Narciso Figueirôa Junior, apresentou ao público informações sobre as mudanças na Reforma Trabalhista e comentou sobre os efeitos e impacto nas atividades empresariais. Ele também deu detalhes dos resultados práticos que a reforma trouxe. Segundo ele, na esfera processual, já houve redução de cerca de 34% de processos na justiça do trabalho, o que ele considera um grande avanço positivo para as empresas.

Na oportunidade Figueirôa também deu detalhes sobre as mudanças do Direito Material que afeta o Transporte Rodoviário de Cargas e comentou amplamente do trabalho desenvolvido pela NTC&Logística e a CNT no que diz respeito a Reforma Trabalhista e o acompanhamento permanente das entidades. A Terceirização em qualquer atividade, após dois julgamentos no Supremo Tribunal Federal autorizando, inclusive na atividade fim, também foi pautado na palestra.

“Foi imprescindível esses esclarecimentos, muitos utilizam essas medidas de maneira imprópria e a explicação com total propriedade do Dr. Narciso, fez a diferença para todos que estiveram presentes, uma vez que várias dúvidas foram sanadas por ele”, ressaltou Eleus.

A alteração na lei No 6.019, de 3 de Janeiro de 1974, que relata sobre a terceirização mão de obra, a mudanças subcontratação envolvendo as empresas transportadoras e o trabalho autônomo e a Medida Provisória 905 que traz informações sobre o contrato verde amarelo, também foram assuntos tratados na palestra.

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Vice-Presidente Executivo do SINDIPESA visita Geraldo Vianna, Presidente da FuMTran

Vice-Presidente Executivo do SINDIPESA visita Geraldo Vianna, Presidente da FuMTran

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No último dia 11 de dezembro, o Vice-Presidente Executivo do SINDIPESA, Dasio de Souza e Silva Junior, visitou o Presidente da Fundação Memória do Transporte (FuMTran), Dr. Geraldo Vianna. Perguntado sobre o encontro, Dasio declarou que uma hora com Vianna vale por um mês de aula da história do transporte rodoviário de cargas no Brasil.

Fundada em 7 de março de 1996, pela Resolução Normativa nº 19/96, da Confederação Nacional do Transporte – CNT, a FuMTran visa tornar perene o legado de conquistas daqueles que ajudaram a construir os alicerces de um dos setores fundamentais para esse país, o de transportes. Preservar a memória é imortalizar feitos e passar para as futuras gerações os valores da cultura e da história.

Dentre seus objetivos estão organizar, preservar e tornar acessíveis os registros históricos da atividade dos transportes e, ainda, contribuir para a manutenção do patrimônio histórico-cultural do Brasil por meio da conservação da memória e da cultura do transporte brasileiro em todos os modais – rodoviário, ferroviário, aquaviário e aeroviário – , seja de carga ou de passageiros, tornando-os acessíveis à população.

Geraldo Vianna

Com vasta experiência e liderança no transporte brasileiro, Geraldo Aguiar de Brito Vianna atua no setor desde 1970, tendo sido advogado, diretor e sócio de diversas empresas e dirigente de outras entidades representativas.

Foi também Subsecretário de Estado dos Transportes do Rio de Janeiro, ministro suplente do Tribunal Superior do Trabalho (ao tempo da representação classista) e membro do Conselho Nacional de Seguridade Social, da Comissão Tripartite de Saúde e Segurança no Trabalho, do Conselho Consultivo da Artesp, do Conselho do Sesi-SP, entre outras representações em órgãos colegiados.

Elaborou os estudos e textos que deram origem aos principais diplomas legais referentes ao Transporte Rodoviário de Cargas em nosso país: Leis 6.813/80, 8.706/93 – que criou o SEST/SENAT, 11.442/07, 12.619/12, 13.103/15, além do Decreto 89.874/84 e das Resoluções da ANTT – Agência Nacional dos Transportes Terrestres que resultaram na implantação do RNTRC – Registro Nacional dos Transportadores Rodoviários de Carga, em suas várias versões.

Participou, como palestrante, em centenas de eventos, no Brasil e no Exterior.

É autor de artigos sobre transporte e logística publicados em revistas especializadas, na grande imprensa e na mídia digital, bem como do livro “O mito do rodoviarismo brasileiro” (2007).

Caminhoneiro é a 5ª profissão mais ameaçada pela automação

Caminhoneiro é a 5ª profissão mais ameaçada pela automação

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A automação pode acabar com 27 milhões de postos de trabalho em todo o país nas próximas duas décadas, e a profissão de caminhoneiro está entre as ameaçadas

 A profissão de caminhoneiro é uma das mais ameaçadas pela evolução da automação. Esse é um dos resultados do levantamento feito pelo laboratório do Futuro, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).  O estudo foi publicado no domingo (8) pelo jornal O Globo.

De acordo com o estudo, 27 milhões de trabalhadores podem ter suas tarefas assumidas por robôs ou sistemas de inteligência artificial até 2040. Cerca de 60% dos profissionais ameaçados têm carteira assinada, segundo o levantamento.

O estudo da UFRJ ainda revela que a profissão de motorista de caminhão tem 79% de chances de ser substituída pela automação. Se isso acontecesse hoje, 877 mil caminhoneiros ficariam desempregados no Brasil.

A automação também vai impactar em até 96% profissões como assistente administrativo e auxiliar de escritório, por exemplo.

Caminhões a serviço da automação

Algumas fabricantes caminhões e de tecnologias dos Estados Unidos e da Europa começaram a fazer testes práticos com veículos autônomos. No futuro, os caminhões poderão rodar sozinhos, sem necessidade de motorista.

A Daimler, por exemplo, já iniciou testes com caminhões autônomos da Mercedes-Benz em vias públicas. A empresa anunciou que planeja lançar a tecnologia no mercado em cerca de dez anos. Para isso, criou recentemente um grupo focado em estudos sobre caminhões sem motorista.

O Grupo Volvo criou uma área de negócios para o fortalecimento de soluções de transporte autônomo. Chamada Volvo Autonomous Solutions, a estratégia é acelerar o desenvolvimento e comercialização desse tipo de veículo.

A nova área da Volvo vai oferecer soluções em setores como mineração, portos e transporte entre centros de logística. A ideia é complementar os atuais produtos e serviços que marca já tem nessas áreas.

Em operação

O Grupo Volvo já demonstrou uma série de tecnologias diferentes em transporte autônomo. No projeto Electric Site, a manipulação de material em uma mina a céu aberto foi automatizada e eletrificada. O resultado foi um ambiente de trabalho mais seguro e a redução de quase 40% no custo de operação.

Na mina de Brønnøy Kalk, na Noruega, caminhões Volvo FH autônomos estão transportando calcário em um percurso de cinco quilômetros. Outra iniciativa pioneira é um veículo autônomo, conectado e elétrico – o VERA. Ele faz o transporte de bens de um centro de logística para um terminal portuário em Gotemburgo, na Suécia.

No Brasil automação é nível dois

 No Brasil, sete caminhões Volvo VM autônomos operam na colheita de cana de açúcar, reduzindo perdas por pisoteio de mudas graças a precisão de direção.No entanto, por esses caminhões estarem no nível dois de automação, ainda é necessária a intervenção do motorista para colocar o caminhão no modo autônomo

A Grunner, empresa de tecnologia para o agronegócio, desenvolveu o primeiro caminhão autônomo do Brasil em 2010 para uso no canavieiro. E agora, em parceria com a Mercedes-Benz, desenvolveu no ano passado o Axor 3131 autônomo para recolhimento de cana.

A proposta é também reduzir o pisoteio de mudas por meio de sistema de georreferenciamento. A tecnologia mantém velocidade a constante e distância entre as rodas mais larga para andar apenas nas valetas que intercalam a plantação.

Para se ter uma ideia, com a tecnologia, o produtor que antes colhia 70 toneladas de cana por hectare, hoje colhe 120 toneladas.

Para um futuro próximo

A Mercedes-Benz e a Grunner já estão desenvolvendo caminhões com nível quatro de automação, em que o motorista controla o veículo à distância, por controle remoto. Nesse nível é possível atender demandas de mineração e de áreas de risco no transporte.

Para Paulo Cardamone, presidente da Bright Consulting, o caminhão autônomo está distante de se tornar realidade nas estradas brasileiras. “Eles serão realidade em ambientes controlados, como já existe no agronegócio, porém, ainda haverá a necessidade de motoristas”.

Na visão do executivo, para que os caminhões autônomos se tornem reais no nível máximo de autonomia serão necessários muito desenvolvimento de tecnologias, softwares e de inteligência artificial.

“Terá de ser feita uma regulamentação ética para que esses caminhões autônomos possam trafegar nas estradas. Algo que ainda não existe em nenhum lugar do mundo”, explica.

Cardamone completa ainda que existem cerca de dois milhões de caminhoneiros no Brasil. Isso significa que para que 79% desse montante perca seus empregos seriam necessários uma média de 1,5 milhão de caminhões autônomos no Brasil. “E a indústria brasileira não terá escala para isso nos próximos anos. Os caminhoneiros podem ficar sossegados”

Níveis de automação

No nível um, o caminhão mantém a velocidade e a distância que o motorista determinar do veículo à frente. Monitora mudança involuntária de faixa, identifica cansaço do condutor e freia automaticamente em caso de risco de acidente.

Volvo FH, Mercedes-Benz Actros e Scania R e S têm essas tecnologias. No novo Actros, que será lançado em 2020 elas serão de série.

No nível dois, o motorista  pode retirar as mãos do volante por períodos curtos. O automóvel desvia de obstáculos, impede ultrapassagem se outro veículo estiver se aproximando e estaciona sozinho.

Volvo VM e Axor 3131 possuem essa tecnologia para trafegar em ambientes controlados nos canaviais.

No nível três o condutor pode largar o volante e ler ou falar ao telefone. O sistema o monitora só para saber se está apto a reassumir o controle caso seja necessário e manda sinais se entender que há risco de acidente caso o motorista durma.

No nível quatro, o motorista é dispensável na maior parte do tempo. Ele só será acionado caso o carro não saiba lidar com alguma situação, como decidir se prossegue ou não em meio a uma nevasca, por exemplo. O veículo é capaz de agir em emergências, pois o motorista pode não estar pronto para assumir o volante.

O caminhão Future Truck 2025, da Mercedes-Benz que é ainda um conceito tem essa tecnologia.

O nível cinco é o máximo da automação porque não há necessidade de motorista. O caminhão não tem volante, pedais nem alavanca de câmbio. A condução é 100% automatizada e segue comandos.

Inaugurada sede do SEST SENAT em Cajazeiras que beneficiará trabalhadores do transporte e população

Inaugurada sede do SEST SENAT em Cajazeiras que beneficiará trabalhadores do transporte e população

2499_int.jpgFoi inaugurada na tarde desta sexta-feira (29) a unidade do
Serviço Social do Transporte e Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte em Cajazeiras.

Foi inaugurada na tarde desta sexta-feira (29) a unidade do Serviço Social do Transporte e Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte (SEST-SENAT) de Cajazeiras, no Sertão paraibano. Com capacidade para 53.802 mil atendimentos por ano, o SEST SENAT oferece serviços de qualificação profissional e de saúde gratuitos para trabalhadores do transporte e seus dependentes.

Conhecida como a cidade que ensinou a Paraíba a ler, Cajazeiras recebe a valorosa alcunha de terra da cultura, pelo seu passado marcado por muito teatro, música e literatura. Mas o município também é um dos maiores entroncamentos de passagem do transporte de cargas do Nordeste. A cidade é cortada pela famosa BR-230, a Transamazônica. Todas essas importantes características levaram o SEST SENAT a inaugurar, nesta sexta-feira (29), a sua nova unidade operacional, desta vez no município paraibano. Essa é a terceira unidade no estado e a 151ª em todo o Brasil.

Acompanhado de autoridades e personalidades locais, o presidente da CNT e dos Conselhos Nacionais do SEST e do SENAT, Vander Costa, conduziu a inauguração da nova instalação. Na sua fala, Costa ressaltou a importância estratégica da região para o setor e para o desenvolvimento socioeconômico do Nordeste.

“O SEST SENAT é um indutor do desenvolvimento do setor, pois oferece formação profissional e cuidados com a saúde. Nossos serviços são gratuitos para os trabalhadores do transporte e isso só é possível pela contribuição paga pelos transportadores. Temos a responsabilidade de transformar esses recursos em resultados. E é isso que estamos fazendo. O nosso trabalho contribui para aumentar a segurança no trânsito, melhorar a eficiência do transporte e reduzir os custos operacionais das empresas.”

O presidente do Conselho Regional Nordeste do SEST SENAT, Eudo Laranjeiras, celebra a entrega de mais uma unidade do SEST SENAT. “Essa unidade é mais um exemplo do retorno que os transportadores estão dando para a sociedade. Neste dia 29 de novembro de 2019, estamos escrevendo, juntos, um novo capítulo na história do município de Cajazeiras e de todo o sertão paraibano.”

Sobre a relevância da chegada do SEST SENAT, o prefeito de Cajazeiras, José Aldemir Meireles de Almeida, destacou que não somente a cidade como os 15 municípios das imediações se beneficiarão dos serviços de saúde e de qualificação profissional. “Estou certo de que a vinda da terceira unidade da Paraíba para a nossa cidade, o SEST SENAT, com a sua grande estrutura e reputação, vai preparar nossos trabalhadores e habitantes com equipamentos de última geração, como o simulador de direção.”

Homenagem merecida

A nova unidade leva o nome de José Nello Zerinho Rodrigues, ex-prefeito de Cajazeiras e figura marcante para o setor de transporte da região Nordeste. Zerinho, como é popularmente conhecimento, é sócio-fundador da Marajó Transportes, presidente da Associação das Empresas de Transporte de Cargas do Estado da Paraíba. Presente (e muito bem disposto) na solenidade de inauguração desta tarde, Zerinho foi homenageado pelo seu filho, o empresário Arlan Rodrigues. “Todos devemos aprender com os ensinamentos de superação do Zerinho, cuja história é marcada por coragem e ousadia.”

Estrutura

Com capacidade para realizar 53.802 mil atendimentos ao ano, a unidade oferece serviços de qualificação profissional e de saúde gratuitos para os trabalhadores do transporte e seus dependentes. A comunidade dos municípios ao entorno também poderá usufruir dos serviços.

A nova estrutura tem 1.956,77 m2 de área construída e conta com sala de treinamento em um simulador de direção de caminhão, carreta e ônibus, com capacidade para 15 alunos; três salas de aula, com capacidade para 25 alunos cada uma; e uma sala de treinamento de EaD, com capacidade para 18 alunos. Na área da saúde, a unidade possui 4 clínicas odontológicas, 1 de fisioterapia, 1 de nutrição e 1 de psicologia. Tudo isso para proporcionar mais qualidade de vida aos trabalhadores do transporte.

Expansão

A inauguração da unidade de Cajazeiras integra o plano de expansão do SEST SENAT em todo o Brasil. Desde 2017, outras 22 unidades já foram inauguradas: Porto Ferreira (SP), Paragominas (PA), Duque de Caxias (RJ), Limeira (SP), Mossoró (RN), Picos (PI), Carazinho (RS), Teotônio Vilela (AL), Serra Talhada (PE), Lages (RS), Sobral (CE), Itumbiara (GO), Guarujá (SP), Maringá (PR), Vilhena (RO), Ourinhos (SP) e Votuporanga (SP), Serra (ES), João Câmara (RN), Concórdia (SC), Toledo (PR) e Arapiraca (AL).