Governo federal prevê R$ 229 mi de investimentos em primeiro leilão de terminais portuários do ano

Governo federal prevê R$ 229 mi de investimentos em primeiro leilão de terminais portuários do ano

Quatro terminais deverão ser arrendados durante o pregão

O governo federal marcou para 26 de fevereiro, na B3 (a Bolsa de Valores de São Paulo), o primeiro leilão de terminais portuários do ano. O Ministério de Portos e Aeroportos estima que, no total, os projetos gerarão cerca de R$ 229 milhões em investimentos.

Quatro terminais deverão ser arrendados pela iniciativa privada. Eles estão localizados nos Portos de Santana (AP), de Natal, Porto Alegre e do Recife.

O terminal amapaense MCP01 tem investimentos estimados em R$ 150,2 milhões e contrato de 25 anos. O terminal será usado para o escoamento da produção de grãos e de cavaco de madeira.

Já o terminal NAT01, em Natal, tem previsão de investimentos de cerca de R$ 55,17 milhões. O contrato é de 25 anos e tem foco no escoamento de granéis minerais, especialmente minério de ferro.

O terminal POA26, em Porto Alegre, será destinado à movimentação e à armazenagem de granel sólido vegetal, com previsão de mais de R$ 21 milhões em investimentos. O arrendamento valerá por 10 anos.

O terminal do Porto do Recife, por sua vez, será destinado à movimentação de passageiros, com previsão de investimentos de R$ 2,3 milhões e prazo de 25 anos de concessão. Segundo o Ministério de Portos e Aeroportos, o projeto visa fortalecer o circuito de cruzeiros do Nordeste, integrando Recife aos terminais de Fortaleza, Maceió e Salvador.

Modalidade de privatização das operações portuárias, o arrendamento concede áreas públicas localizadas dentro dos portos para exploração por um prazo determinado.

Os arrendamentos passam pelas etapas de estudos, audiência e consulta pública, análise do TCU (Tribunal de Contas da União) e publicação do edital para depois chegarem à parte de recebimento de propostas e realização do leilão.

Acordo Mercosul-União Europeia inicia novo ciclo de crescimento para o Transporte Rodoviário de Cargas

Acordo Mercosul-União Europeia inicia novo ciclo de crescimento para o Transporte Rodoviário de Cargas

Com potencial de ampliar exportações em mais de US$ 7 bilhões e reduzir tarifas para mais de 500 produtos, acordo Mercosul-UE deve elevar a demanda por transporte rodoviário de cargas

O recente acordo entre Mercosul e União Europeia, atualmente em fase de ratificação, pode gerar reflexos diretos na cadeia logística do país. Segundo a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), a eliminação tarifária prevista no tratado pode ampliar as exportações brasileiras em mais de US$ 7 bilhões no curto prazo, abrindo novas oportunidades para diversos setores produtivos e ampliando a movimentação de mercadorias e a demanda por fretes no transporte de cargas brasileiro.

Segundo o levantamento da ApexBrasil, mais de 500 produtos brasileiros poderão ter tarifas reduzidas, o que tende a ampliar o fluxo de mercadorias em direção aos portos. O transporte rodoviário de cargas, principal elo entre a indústria, o agronegócio e os terminais portuários, deve registrar aumento significativo no escoamento das cargas para o modal aquaviário. A tendência inicial é de fortalecimento dos corredores já consolidados, sobretudo aqueles voltados aos portos do Sul e Sudeste, como Paranaguá, Itapoá, Itajaí, Navegantes, Santos e Rio Grande, além dos eixos rodoviários que conectam polos industriais e agrícolas a esses terminais.

De acordo com o vice-presidente do Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas no Estado do Paraná (SETCEPAR), Luiz Gustavo Nery, o acordo representa um marco para o comércio exterior brasileiro e terá reflexos diretos sobre o setor de transporte de cargas. “O acordo proporciona previsibilidade e segurança jurídica, estimulando investimentos produtivos e logísticos. Isso permite que transportadoras ampliem frotas e invistam em tecnologia, rastreabilidade e conformidade, elevando o padrão operacional do setor. É uma oportunidade para que o transporte rodoviário se posicione de forma ainda mais estratégica na integração internacional do Brasil”, afirma.

Segundo dados do Governo Federal, o total de importações e exportações entre Brasil e União Europeia alcançou cerca de US$ 100 bilhões em 2025. Desse montante, US$ 49,8 bilhões correspondem às vendas brasileiras ao bloco europeu. A formalização do novo tratado cria condições para aprofundar essa relação, ao reduzir custos de acesso ao mercado europeu e ampliar a previsibilidade regulatória, o que tende a estimular investimentos e consolidar a presença brasileira em segmentos estratégicos.

Apesar do cenário positivo, Nery reforça que o setor precisará se preparar para absorver esse crescimento. “O efeito multiplicador deste crescimento impactará toda a cadeia logística, incluindo armazenagem, terminais retroportuários, operações de consolidação e serviços aduaneiros. Para absorver esse aumento de demanda, será fundamental focar na capacidade operacional, eficiência e planejamento, garantindo que o setor mantenha a qualidade, o cumprimento de prazos e a competitividade”, diz o executivo.

O avanço do acordo também insere o Brasil em uma agenda mais ampla de integração comercial com mercados de alto padrão regulatório, o que tende a elevar o nível de exigência sobre processos, prazos e conformidade. Sob essa ótica, a logística passa a ter papel ainda mais estratégico na consolidação da imagem do país como fornecedor confiável e competitivo no comércio internacional.

Para o executivo, o tratado exigirá maior profissionalização e acompanhamento de perto do setor. “O aumento de volume virá acompanhado de exigências mais rígidas em padrões operacionais, sanitários, ambientais e de rastreabilidade. As empresas que investirem em eficiência, tecnologia e integração da cadeia logística terão vantagem competitiva. Se bem aproveitado, o acordo pode representar um avanço qualitativo para o transporte rodoviário brasileiro”, conclui Nery.

Mercado reduz previsão da inflação para 3,95% este ano

Mercado reduz previsão da inflação para 3,95% este ano

Estimativa para o PIB é 1,8% em 2026

A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – referência oficial da inflação no país – passou de 3,97% para 3,95% em 2026. A estimativa está no Boletim Focus desta quarta-feira (18), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.

Para 2027, a projeção da inflação se manteve em 3,8%. Para 2028 e 2029, as previsões são de 3,5% para os dois anos.

Pela sexta semana seguida, a previsão para a inflação de 2026 foi reduzida e está dentro do intervalo da meta para a variação de preços que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5%, e o superior, 4,5%.

Em janeiro, a alta dos preços da conta de luz e da gasolina fizeram a inflação oficial do mês fechar em 0,33%, mesmo patamar de dezembro. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o resultado fez o IPCA acumular alta de 4,44% em 2025, dentro da meta do CMN.

Taxa Selic

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros (Taxa Selic), definida atualmente em 15% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do BC. Apesar do recuo da inflação e do dólar, o colegiado não mexeu nos juros pela quinta vez seguida na última reunião, no fim de janeiro.

A taxa está no maior nível desde julho de 2006, quando estava em 15,25% ao ano. Em comunicado, o Copom confirmou que começará a reduzir os juros na reunião de março, caso a inflação se mantenha sob controle e não haja surpresas no cenário econômico.

A estimativa dos analistas de mercado é que a taxa básica caia para 12,25% ao ano até o final de 2026, a mesma previsão do boletim Focus da semana passada. Para 2027 e 2028, a previsão é que a Selic seja reduzida novamente para 10,5% ao ano e 10% ao ano, respectivamente. Em 2029, a taxa deve chegar a 9,5% ao ano.

Quando o Copom aumenta a Selic, a finalidade é conter a demanda aquecida; isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia. Os bancos ainda consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.

Quando a Taxa Selic é reduzida, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, diminuindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.

PIB e câmbio

Nesta edição do Boletim Focus, a estimativa das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira este ano permanece em 1,8%. Para 2027, a projeção para o Produto Interno Bruto (PIB, a soma dos bens e serviços produzidos no país) também ficou em 1,8%. Para 2028 e 2029, o mercado financeiro estima expansão do PIB em 2% para os dois anos.

Puxada pelas expansões da indústria e da agropecuária, no terceiro trimestre de 2025, a economia brasileira cresceu 0,1%, o que é considerado pelo IBGE como estabilidade. A divulgação do PIB consolidado de 2025 está agendada para 3 de março.

Em 2024, o PIB fechou com alta de 3,4%. O resultado representa o quarto ano seguido de crescimento, sendo a maior expansão desde 2021, quando o PIB alcançou 4,8%.

A previsão da cotação do dólar está em R$ 5,50 para o fim deste ano. No fim de 2027, estima-se que a moeda norte-americana fique nesse mesmo patamar.

Últimos dias para participar da primeira edição do CONET&Intersindical de 2026, em Brasília

Últimos dias para participar da primeira edição do CONET&Intersindical de 2026, em Brasília

A NTC&Logística (Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística) realizará a primeira edição do CONET&Intersindical 2026 nos dias 26 e 27 de fevereiro, no ROYAL TULIP BRASÍLIA ALVORADA, em Brasília (DF). O evento tem como entidade anfitriã a FENATAC – Federação Interestadual das Empresas de Transporte de Cargas e Logística, com o apoio dos Sindicatos filiados à entidade. As inscrições vão até o dia 24 de fevereiro.

O CONET&Intersindical consolidou-se como um dos eventos mais importantes do setor, reunindo os principais protagonistas do TRC, promovendo debates estratégicos, troca de experiências e oportunidades para o fortalecimento de parcerias.

Confira a programação preliminar.

PROGRAMAÇÃO PRELIMINAR

CONET&INTERSINDICAL | EDIÇÃO BRASÍLIA

26 e 27 de fevereiro de 2026

26 de fevereiro de 2026 | CONET

10h – Credenciamento

10h30 | 12h – Abertura Oficial

Composição da Mesa

12h | 13h – Almoço

13h30 | 14h30 – Painel: MERCADO E TARIFAS

Palestrante:

Engo Lauro Valdivia, Assessor Técnico da NTC&Logística

l Atualização do INCT (Índice Nacional de Custos do Transporte)

l Apresentação da Pesquisa de Mercado DECOPE 2026

l Demonstração e Aplicações práticas da Plataforma de Cálculo de Frete

14h30 | 14h45 – Painel: INOVAÇÃO E NOVOS NEGÓCIOS

Palestrante:

André de Simone, Vice-Presidente de Inovação e Novos Negócios

14h45 | 15h30 TALKS FORNECEDORES DA CADEIA PRODUTIVA DO TRC

O que esperar do ano de 2026 e como os produtos, serviços e soluções

podem contribuir para

o  Redução de custos operacionais

o  Ganhos de eficiência e produtividade

o  Gestão, tecnologia, segurança e sustentabilidade

nas empresas do TRC

15h30 | 16h – Intervalo

16h | 17h ENCONTRO COM EMPRESÁRIOS DO TRC

l Carga Lotação

Antonio Luis da Silva Junior, CEO da Tora Transportes

l Carga Fracionada

Marcelo Patrus, CEO da Patrus Transportes

l Carga Líquida e Perigosa

Oswaldo Vieira Caixeta Junior, CEO da Transac Transportes

e Presidente da ABTLP – Associação Brasileira de Transporte e

Logística de Produtos Perigosos

Foco:

·  Cenário de mercado e desafios operacionais

·  Expectativas para 2026

17h|18h30 – Palestra Magna:

CENÁRIO ECONÔMICO E PERSPECTIVAS PARA

O TRANSPORTE RODOVIÁRIO DE CARGAS

Palestrante: Eric Klein, Jornalista da CNBC Brasil

Jornalista com sólida trajetória na cobertura de grandes acontecimentos nacionais e internacionais. Passou pela Record, onde consolidou experiência em reportagens investigativas e transmissões ao vivo de alto impacto. Atualmente integra o time da CNBC Brasil, atuando com análise aprofundada e informação em tempo real, reforçando credibilidade e precisão editorial. Sua expertise abrange política, economia e temas sociais, sempre com rigor jornalístico e capacidade de conectar fatos a contextos mais amplos – qualidades que agregam profundidade e relevância a qualquer projeto de comunicação ou conteúdo estratégico.

19h – Considerações Finais e Encerramento

27 de fevereiro de 2026 | INTERSINDICAL

9h – Abertura da INTERSINDICAL

9h30 | 12h Painel 1: INFRAESTRUTURA

Palestrantes convidados:

CNT – Confederação Nacional do Transporte

l  Apresentação da Pesquisa CNT

Palestrante: Fernanda Rezende, Diretora Executiva

INFRA S.A.

l  Status do Plano Nacional de Logística (PNL)

Palestrante: George Lavor Teixeira, Coordenador

ANTT – Agência Nacional de Transportes Terrestres

l  Fiscalização no Transporte Rodoviário de Cargas:

piso mínimo de frete e seguros

Palestrante: Hugo Leonardo Cunha Rodrigues,

Superintendente de Fiscalização de Serviços de Transporte

Rodoviário de Cargas e Passageiros (SUFIS)

Debates

12h | 13h30 – Almoço

13h30 | 15h Painel 2: TRABALHISTA

Palestrante:

Dr. Narciso Figueirôa Junior, Assessor Jurídico da NTC&Logística

o Atualizações da legislação

Perguntas e respostas

15h30 | 17h30 Painel 3: TRIBUTÁRIO

Palestrante:

Dr. Marcos Aurélio Ribeiro, Diretor Jurídico da NTC&Logística

Convidados:

Dra. Talita Pimenta Félix, Advogada, Mestre e Doutora em Direito pela PUC/SP, e Coordenadora do Instituto Brasileiro de Estudos Tributários – IBET Goiânia

Dr. Ângelo de Angelis, Mestre em Economia pela Universidade Estadual de Campinas – UNICAMP (SP)

o Atualizações do cenário tributário

Perguntas e respostas

18h – Considerações Finais – Encerramento

20h30 – Jantar de Encerramento

Condições de Inscrição

l  Inscrições realizadas até 31 de dezembro
➝ Desconto de 15% sobre os valores de sócio, não sócio e extra jantar.

l  Inscrições realizadas até 31 de janeiro
➝ Desconto de 5% sobre os valores de sócio, não sócio e extra jantar.

l  Inscrições realizadas de 1º a 19 de fevereiro
➝ Valores integrais, sem desconto.

As inscrições se encerram em 19 de fevereiro.

Hospedagem – Tarifas Especiais

Para a compra de hospedagem com tarifas especiais, utilize o PROMOCODE:

CONETNTCBSB

Canal de contato para reservas:

l  Segunda a sexta-feira: das 9h às 18 horas

l  Sábado: das 10h às 14 horas

l  E-mail: df.reservas@goldentulip.com.br

l  Telefone: (61) 3424-7018

Patrocine o evento e impulsione a sua marca.

Fale com Elisete Balarini pelo telefone/WhatsApp (11) 99404-9647 ou pelos e-mails assessoria@ntc.org.br e comercial@ntc.org.br

Faça sua inscrição aqui.

Realização

l  NTC&Logística (Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística)

Entidade Anfitriã

l FENATAC (Federação Interestadual das Empresas de Transporte de Cargas & Logística)

Apoio

l  Sindicatos filiados à FENATAC

Patrocinadores

l  FENATRAN

l  Geotab

l  Road Card – Pamcard

l  Transpocred

l  TGID

l  Volkswagen Caminhões e Ônibus

l  Wisevia

Apoios Institucionais

l Sistema Transporte (CNT – Confederação Nacional do Transporte; SEST SENAT – Serviço Social do Transporte e Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte; ITL – Instituto de Transporte e Logística)

l  FuMTran (Fundação Memória do Transporte)

Apoio Logístico

l  Braspress

Participe da primeira edição de 2026 do Seminário Itinerante da NTC&Logística, em Pernambuco 

Participe da primeira edição de 2026 do Seminário Itinerante da NTC&Logística, em Pernambuco 

A primeira edição de 2026 do Seminário Itinerante da NTC&Logística ocorrerá no estado de Pernambuco, recepcionada pela Federação das Empresas de Transporte de Cargas e Logística do Nordeste – FETRACAN, pelo Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas, Entregas, Armazenagem e Logística do Estado de Pernambuco – SETCEPE e pelo Núcleo da COMJOVEM Recife, no dia 19 de março, às 8h30, no Complexo Industrial Portuário de Pernambuco (SUAPE), localizado no litoral sul, abrangendo os municípios de Ipojuca e Cabo de Santo Agostinho.

Criado em 2004, o Seminário Itinerante tem o propósito de levar a NTC&Logística – Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística a diversas regiões do país, promovendo capacitação técnica e oportunidades de negócios para empresários e executivos do setor de transporte de cargas e logística.

A programação contará com temas relevantes para o setor e que impactam diretamente as atividades das empresas. A organização do evento também conta com o apoio da COMJOVEM – Comissão de Jovens Empresários e Executivos do Transporte Rodoviário de Cargas da NTC&Logística.

Ratificando a missão da NTC&Logística de estar ao lado do transportador rodoviário de cargas, de Norte a Sul do Brasil, o Seminário Itinerante já percorreu diversos estados ao longo de mais de duas décadas.

Para o presidente da NTC&Logística, Eduardo Rebuzzi, “a primeira edição do Seminário Itinerante de 2026, que ocorrerá no estado de Pernambuco, marca o início de um novo ciclo de encontros, reafirmando o compromisso da entidade de estar próxima do transportador rodoviário de cargas em todas as regiões do país. Abrir o calendário em um Estado estratégico para a logística do Nordeste reforça a importância do diálogo regional e da troca de experiências. Ao longo deste ano, o Seminário Itinerante passará por três cidades, promovendo encontros qualificados, debates relevantes e aprendizados práticos para empresários, executivos e lideranças do setor. Estamos confiantes de que o Seminário Itinerante em Pernambuco dará o tom de mais uma temporada de sucesso, contribuindo de forma efetiva para o fortalecimento do Transporte Rodoviário de Cargas no Brasil”.

O evento será realizado presencialmente, no Complexo Industrial Portuário de Pernambuco (SUAPE) – Rodovia Indonésia, S/N – Bairro: Distrito Industrial de Ipojuca – Suape Ipojuca – Pernambuco (PE). A participação é aberta a todos os empresários da região que contribuem para um Transporte Rodoviário de Cargas cada vez mais forte.

Clique aqui e faça já a sua inscrição

PROGRAMAÇÃO PRELIMINAR

PERÍODO DA MANHÃ – VISITA TÉCNICA

8h30 | 9h | Recepção com Café de Boas-Vindas e Credenciamento

9h | 11h30 | Visita Técnica – Porto de Suape

• Apresentação institucional

• Visita guiada às operações

• Ênfase em eficiência logística, integração multimodal

e relação porto–TRC

11h30 | 12h15 | Palestra: BR do Mar e os Impactos para a Cabotagem

e a Competitividade Logística

Palestrante Convidado: a ser definido

12h30 | 14h | Almoço de Relacionamento

Local: a ser definido

PERÍODO DA TARDE – CONTEÚDO TÉCNICO E MERCADO

Local: Prédio administrativo do Porto de Suape – Rodovia Indonésia, S/N – Bairro: Distrito Industrial de Ipojuca – Suape Ipojuca – Pernambuco (PE)

14h15 | 14h30 | Abertura Oficial

• Boas-vindas institucionais

• Contextualização do encontro

• Importância do associativismo e das conexões logísticas regionais

14h30 | 15h45 | Palestra: Mercado e Tarifa

Palestrante: Engo Lauro Valdivia, Assessor Técnico da NTC&Logística

Conteúdo:

• Atualização do INCT (Índice Nacional de Custos do Transporte)

• Apresentação da Pesquisa de Mercado DECOPE 2026

Demonstração Aplicações práticas da Plataforma de Cálculo de Frete

15h45 | 16h15 | Intervalo

16h15 | 17h30 | NTC TALKS – Soluções para o TRC

Participantes: Transpocred – Crédito e soluções financeiras para o TRC

NDD – Tecnologia, gestão fiscal e documentos eletrônicos

The – Soluções corporativas e apoio à gestão empresarial

Apvida – Saúde e bem-estar para empresas e colaboradores

Pamcard – Meios de pagamento e gestão de benefícios para o transporte

17h30 | 19h30 | Happy Hour de Encerramento

Clique aqui e faça já a sua inscrição

Realização

  • NTC&Logística – Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística
  • FETRACAN – Federação das Empresas de Transporte de Cargas e Logística do Nordeste
  • SETCEPE – Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas, Entregas, Armazenagem e Logística do Estado de Pernambuco

Patrocínio

  • FENATRAN
  • Transpocred

Apoio Institucional

  • Sistema Transporte – CNT / Confederação Nacional do Transporte / SEST SENAT – Serviço Social do Transporte e Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte / ITL – Instituto de Transporte e Logística
  • FuMTran – Fundação Memória do Transporte

Apoio Logístico

  • Braspress
Posicionamento da CNT sobre a discussão da jornada 6 x 1

Posicionamento da CNT sobre a discussão da jornada 6 x 1

A Confederação Nacional do Transporte acompanha com atenção o debate sobre a possível mudança da jornada de trabalho e o fim da escala 6×1. O setor produtivo está aberto ao diálogo, mas reforça que qualquer alteração deve ser conduzida com responsabilidade, previsibilidade e compromisso com o país.

O transporte é uma atividade essencial, estratégica para a economia e para a qualidade de vida da população. O setor garante o direito constitucional de locomoção e viabiliza o deslocamento de absolutamente tudo que é produzido, consumido e utilizado no Brasil – incluindo saúde, educação, alimentos, medicamentos, insumos industriais e serviços públicos. Trata-se de uma atividade contínua, que opera 24 horas por dia para atender todas as áreas da economia e assegurar o funcionamento do país.

Nesse contexto, a redução da jornada sem considerar as especificidades do transporte pode gerar impactos relevantes para toda a sociedade. O setor já enfrenta dificuldades significativas de reposição de mão de obra qualificada.

Pesquisas do Sistema Transporte evidenciam o desafio das empresas:

  • Transporte Rodoviário de Cargas (Pesquisa CNT – 2021)
    65,1% relatam falta de motoristas profissionais;
    19,2%, falta de mecânicos/manutenção;
    15,1%, falta de gerentes operacionais;
    14,4%, falta de profissionais administrativos.
  • Transporte Urbano de Passageiros (Pesquisa CNT – 2023)
    53,4% apontam escassez de motoristas;
    63,2% relatam falta de mecânicos e profissionais de manutenção;
    41,4%, falta de qualificação;
    40,8%, baixa experiência;
    33,3%, baixa atratividade da profissão.

Diante desse quadro, reduzir a jornada sem haver trabalhadores suficientes para suprir a demanda amplia o déficit, eleva custos e pode comprometer a regularidade dos serviços prestados à população.

Outro ponto fundamental a ser destacado é o aumento do custo com a máquina pública, uma vez que a alteração da jornada não diz respeito apenas ao setor privado. Uma medida aplicada de forma ampla, em um cenário de forte restrição fiscal – incluindo a administração pública –, teria impacto direto na máquina estatal, exigindo novas contratações e aumentando despesas com pessoal.

A CNT entende que o caminho mais adequado para tratar da jornada de trabalho é a negociação coletiva. Esse instrumento permite que trabalhadores e empregadores ajustem as condições de trabalho às necessidades específicas de cada setor, região e empresa, garantindo equilíbrio, segurança jurídica e respeito às particularidades de cada uma das atividades econômicas.  É importante destacar ainda que nos setores onde a jornada 5×2 é factível, ela já é praticada.

A Confederação reafirma que está à disposição para contribuir tecnicamente com o Parlamento e com o governo federal, reforçando a importância de que o debate seja guiado por critérios técnicos e pela proteção da sociedade brasileira, sem precipitação ou decisões que possam gerar impactos negativos ao país.

Movimento Vez & Voz realiza levantamento para o Índice de Equidade no TRC

Movimento Vez & Voz realiza levantamento para o Índice de Equidade no TRC

Como está a participação das mulheres na sua empresa? Para ampliar essa reflexão e incentivar práticas mais inclusivas no setor, o Movimento Vez & Voz, em parceria com o IPTC (Instituto Paulista do Transporte de Cargas) e a NTC&Logística, convida as empresas de transporte rodoviário de cargas a participarem do Índice de Equidade no TRC.

A iniciativa consiste em um indicador desenvolvido especialmente para avaliar o compromisso das empresas com o avanço, a inclusão e a retenção de mulheres no setor de transporte rodoviário de cargas. O preenchimento do questionário é fundamental para a construção de um TRC mais diverso, equitativo e representativo.

Todas as informações fornecidas serão tratadas com total confidencialidade, em conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

As empresas interessadas podem responder diretamente à pesquisa por meio do link:

👉 https://x.gd/51Nsb

Também é possível fazer o download prévio do questionário, permitindo a coleta antecipada das informações antes do preenchimento do formulário oficial:

👉 https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2025/01/Questionario_vf.pdf

Como forma de reconhecimento pela participação, ao final do estudo, cada empresa receberá um relatório individual com seus resultados, possibilitando a identificação de boas práticas já adotadas e de pontos que podem ser aprimorados no fortalecimento da participação feminina.

O Movimento Vez & Voz e seus parceiros reforçam o convite às empresas para se engajarem nessa jornada de transformação e contribuírem ativamente para um setor de transporte rodoviário de cargas mais justo, inclusivo e sustentável.

Reforma tributária: com extinção do PIS, Cofins e IPI, R$ 40 bilhões em benefícios fiscais deixarão de existir em 2027

Reforma tributária: com extinção do PIS, Cofins e IPI, R$ 40 bilhões em benefícios fiscais deixarão de existir em 2027

Valor equivale a cerca de 6,5% dos benefícios fiscais concedidos pelo governo. Ideia da reforma é que fim de benefícios seja absorvido por desoneração de exportações e investimentos

Com a extinção do PIS, da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) e do Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI) no fim deste ano, no âmbito da reforma tributária sobre o consumo, cerca de R$ 40 bilhões em benefícios fiscais também deixarão de existir.

Incentivos fiscais são valores que deixam de ingressar nos cofres públicos, por conta de leis aprovadas, beneficiando setores específicos da economia, regiões ou contribuintes por meio da isenção ou redução de tributos.

Como esses tributos acabarão em 2026 e os benefícios não foram renovados, não será mais possível conceder incentivos com base neles no próximo ano – quando eles serão substituídos pela Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), novo tributo federal sobre o consumo que entrará no lugar desses impostos, e pelo imposto seletivo (chamado também de “imposto do pecado”).

De acordo com dados do Demonstrativo de Gastos Tributários (DGT) da Secretaria da Receita Federal, que consta no orçamento deste ano, os R$ 40 bilhões em benefícios fiscais que serão extintos representam cerca de 6,5% do valor total de R$ 612,8 bilhões (4,4% do Produto Interno Bruto).

O DGT, porém, não engloba todos os benefícios fiscais existentes. Estudo divulgado pela Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil (Unafisco Nacional), no fim do ano passado, estimou, por exemplo, que os incentivos fiscais somarão quase R$ 1 trilhão em 2026.

Se, por um lado, esses segmentos perderão benefícios fiscais, por outro todos os setores da economia serão beneficiados por uma premissa básica da reforma tributária, segundo o governo: a desoneração completa dos investimentos e das exportações.

Ao mesmo tempo, como a reforma prevê um regime não cumulativo, as empresas também serão ressarcidas dos tributos pagos em cadeias anteriores da produção – algo que não acontece atualmente.

“O que o novo sistema vai fazer? Vai migrar, salvo as exceções, como o Simples Nacional, para um sistema não cumulativo. Não tem incidência no meio da cadeia, não tem incidência na origem, só no destino das exportações, e não tem incidência nos investimentos. A gente muda a lógica, e vai ficar transparente”, afirmou o diretor de Programa da Secretaria Extraordinária da Reforma Tributária do Ministério da Fazenda, Rodrigo Orair.

Qual o impacto?

Com o fim do PIS, Cofins e do IPI, e dos benefícios fiscais ligados a eles, em tese haverá aumento de arrecadação na mesma proporção no próximo ano, ou seja, de cerca de R$ 40 bilhões em 2027.

Outro fator que elevará a arrecadação, no próximo ano, será o imposto seletivo (chamado de “imposto do pecado”) para produtos nocivos, como álcool, tabaco, bebidas açucaradas e combustíveis poluentes. O imposto seletivo ainda tem de ser regulamentado pelo Congresso Nacional.

Em contrapartida, a reforma tributária manteve vários benefícios existentes, como o Simples Nacional e a Zona Franca de Manaus (ZFM), além de defensivos agrícolas, entidades filantrópicas, livros, equipamentos médicos, transporte coletivo e de passageiros, táxis e automóveis para portadores de deficiência. Mais de R$ 150 bilhões em benefícios foram mantidos pelo Congresso Nacional.

Ao mesmo tempo, o Legislativo também definiu reduções adicionais de impostos para cesta básica e medicamentos, além de ter estabelecido subsídios para alguns setores da economia.

“Na grande maioria dos casos, você uniformizou ou diminuiu [os benefícios]. Mas não é que acabaram todos os tratamentos favorecidos. Boa parte deles foi trazida para o novo modelo. Em alguns casos, até ampliados. Por exemplo, a cesta básica e redução de alíquotas para medicamentos serão maiores do que hoje, são dois casos que aumentaram. E tem várias coisas que continuam, como o Simples e a Zona Franca”, explicou Rodrigo Orair, do Ministério da Fazenda.

Serão beneficiados, por exemplo, produtos da cesta básica com alíquota zero, como carnes, peixes (com exceção de salmão, atum e bacalhau, entre outros), arroz, leite e feijão, além de uma série de outros produtos. Vários itens, como amido de milho, óleos e pão de forma, por sua vez, terão tributação reduzida.

Uma lista com mais de 300 remédios também contará com isenção do futuro imposto sobre o consumo do governo federal, segundo texto aprovado pelo Legislativo. Na lista, estão medicamentos populares como losartana (usado para o tratamento de pressão alta), insulina (para o controle da diabetes), isotretinoína (para controle da acne), além de remédios para ansiedade, como Diazepan. Há ainda outros medicamentos com imposto reduzido.

Outro fator que reduzirá a arrecadação será o chamado “cashback”, a devolução de impostos, para a população carente. Serviços essenciais, como água, gás encanado e energia elétrica já terão desconto embutido nas faturas, e haverá devolução de parte do valor do imposto em compras em supermercados e farmácias, por exemplo.

Além disso, alguns setores foram beneficiados com alíquota reduzida (como serviços privados de saúde e educação), ou seja, pagarão menos do que o restante da economia, assim como algumas categorias de profissionais liberais – reduzindo a arrecadação final do futuro imposto sobre o consumo.

Futura alíquota do imposto sobre o consumo

No fim das contas, tanto as reduções de incentivos e o imposto seletivo – que elevarão a arrecadação – e os novos benefícios (investimentos, exportações, cesta básica, remédios e setores da economia) aprovados pelo Congresso Nacional, atuando para reduzir as receitas, serão considerados para o cálculo da futura alíquota da CBS — novo tributo federal sobre o consumo, que começará em 2027.

O objetivo da reforma tributária é manter o atual peso dos impostos sobre o consumo que já existe – que é um dos maiores do mundo. Com isso, estimativas apontam que a futura alíquota da CBS e do IBS dos estados e municípios será com uma das maiores do planeta, em cerca de 28%.

A consequência da concentração maior da carga tributária brasileira sobre o consumo no Brasil é o alto grau de “regressividade” (arrecada-se proporcionalmente mais de quem ganha menos).

Em países mais desenvolvidos, há um peso maior da tributação sobre a renda, algo que não foi implementado no Brasil mesmo com a isenção de até R$ 5 mil no IR e a taxação dos mais ricos para compensar essa perda de arrecadação.

“Imposto seletivo mais a CBS vão ter que gerar o mesmo tanto de arrecadação que o PIS, Cofins e o IPI. Quanto mais benefícios eu dei, maior terá de ser a alíquota sobre os bens e serviços em geral. Como eu tenho a meta de arrecadação, se eu reduzir a alíquota para o serviço prestado pelo profissional liberal, vou ter que tributar mais a camiseta, o sabonete, o artigo mobiliário e assim sucessivamente”, disse Orair, do Ministério da Fazenda.

O cálculo da alíquota da CBS, que começa em 2027, está sendo feita pela Receita Federal com técnicos do Tribunal de Contas da União (TCU) e será divulgado até meados deste ano.

De 2029 a 2032, haverá a transição do ICMS estadual e do ISS municipal para o IBS (o futuro tributo sobre consumo dos estados e municípios) –, que terá alíquota cheia a partir de 2033.

Antes disso, o Congresso Nacional terá de regulamentar o imposto seletivo, fixando alíquotas adicionais para cada produto nocivo à saúde, para que a Receita e o TCU possam considerar esses valores para estimar a alíquota da CBS que valerá em 2027.

Com o início do futuro imposto federal sobre o consumo no ano que vem, os valores serão pagos pelas empresas de imediato, ou seja, no ato da compra dos produtos e serviços pela população. É o chamado “split payment”, algo que reduzirá a sonegação de impostos.

Desde o início deste ano, uma mega plataforma do governo para operacionalizar o pagamento dos tributos, o “cashback” para a população de baixa renda e a devolução de impostos pagos em cadeia anteriores já está em funcionamento em fase de testes.

São Paulo lidera ranking nacional de imprudência em ano recorde de multas nas rodovias federais

São Paulo lidera ranking nacional de imprudência em ano recorde de multas nas rodovias federais

Estado é o epicentro de um balanço que ultrapassou 10 milhões de infrações no Brasil em 2025; excesso de velocidade e falhas de manutenção são os principais vilões

As rodovias federais brasileiras nunca testemunharam tamanha desobediência quanto em 2025. Segundo balanço divulgado pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), o país atingiu o recorde histórico de 10.277.088 infrações ao Código de Trânsito Brasileiro (CTB). O número equivale a um salto de 7,79% ante 2024.

No centro dessa estatística alarmante, o estado de São Paulo consolida-se como o ponto crítico. A BR-381, em território paulista, foi alçada ao posto de trecho mais imprudente do Brasil, acumulando sozinha mais de 131 mil flagrantes de irregularidades.

O cenário desenhado pelos números revela uma perigosa cultura de urgência. O excesso de velocidade, motor silencioso das tragédias rodoviárias, respondeu por mais de 7,1 milhões de autuações. Somam-se a isso as 195 mil manobras de ultrapassagem em faixa contínua, que segue como a principal gênese das colisões frontais de alta letalidade.

Quando o recorte se fecha sobre o eixo Rio-São Paulo, a gravidade se acentua ainda mais. A combinação da BR-381 (SP) com a BR-101 (RJ) e a BR-116 cria um corredor de risco que, somado, ultrapassa a marca de 5,8 milhões de autuações.

O ranking da negligência ao volante

A análise detalhada dos dados revela ainda que a imprudência brasileira é multifacetada. O top 10 das infrações cometidas em 2025 mostra que o desrespeito começa na pressa e termina no descuidado com o próprio veículo.

O excesso de velocidade em até 20% lidera com folga, somando mais de 6,1 milhões de casos, seguido pelos quase 1 milhão de motoristas que aceleraram entre 20% e 50% acima do limite. No entanto, o terceiro lugar no ranking acende um alerta sobre a regularidade da frota: 248 mil veículos circulavam sem o devido licenciamento nas rodovias federais.

Além disso, a manutenção precária ganha destaque negativo. O mau estado de conservação dos veículos e problemas em sistemas de iluminação e sinalização somam, juntos, mais de 270 mil infrações. O ranking é encerrado por um dado alarmante de segurança passiva: mesmo após décadas de obrigatoriedade, mais de 112 mil pessoas ainda insistem em não utilizar o cinto de segurança.

O cerco à embriaguez e o rigor operacional

Segundo a PRF, 4,6 milhões de veículos foram fiscalizados e 5,4 milhões de pessoas abordadas em todo o País. O foco na alcoolemia trouxe resultados expressivos e severos. Dos 3,5 milhões de testes de bafômetro realizados, 51 mil resultaram em infrações e 3.643 motoristas foram detidos em flagrante por embriaguez ao volante.

Nas abordagens, os policiais mantêm um “pente-fino” que observa desde as condições mecânicas até a forma como passageiros são transportados. Para as autoridades, o recorde de 2025 não é apenas um dado estatístico, mas um chamado para uma mudança de comportamento, especialmente em São Paulo, onde a densidade do tráfego transforma qualquer deslize em um potencial desastre.

Participe da primeira edição de 2026 do Seminário Itinerante da NTC&Logística, em Pernambuco

Participe da primeira edição de 2026 do Seminário Itinerante da NTC&Logística, em Pernambuco

A primeira edição de 2026 do Seminário Itinerante da NTC&Logística ocorrerá no estado de Pernambuco, recepcionada pela Federação das Empresas de Transporte de Cargas e Logística do Nordeste – FETRACAN, pelo Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas, Entregas, Armazenagem e Logística do Estado de Pernambuco – SETCEPE e pelo Núcleo da COMJOVEM Recife, no dia 19 de março, às 8h30, no Complexo Industrial Portuário de Pernambuco (SUAPE), localizado no litoral sul, abrangendo os municípios de Ipojuca e Cabo de Santo Agostinho.

Criado em 2004, o Seminário Itinerante tem o propósito de levar a NTC&Logística – Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística a diversas regiões do país, promovendo capacitação técnica e oportunidades de negócios para empresários e executivos do setor de transporte de cargas e logística.

A programação contará com temas relevantes para o setor e que impactam diretamente as atividades das empresas. A organização do evento também conta com o apoio da COMJOVEM – Comissão de Jovens Empresários e Executivos do Transporte Rodoviário de Cargas da NTC&Logística.

Ratificando a missão da NTC&Logística de estar ao lado do transportador rodoviário de cargas, de Norte a Sul do Brasil, o Seminário Itinerante já percorreu diversos estados ao longo de mais de duas décadas.

Para o presidente da NTC&Logística, Eduardo Rebuzzi, “a primeira edição do Seminário Itinerante de 2026, que ocorrerá no estado de Pernambuco, marca o início de um novo ciclo de encontros, reafirmando o compromisso da entidade de estar próxima do transportador rodoviário de cargas em todas as regiões do país. Abrir o calendário em um Estado estratégico para a logística do Nordeste reforça a importância do diálogo regional e da troca de experiências. Ao longo deste ano, o Seminário Itinerante passará por três cidades, promovendo encontros qualificados, debates relevantes e aprendizados práticos para empresários, executivos e lideranças do setor. Estamos confiantes de que o Seminário Itinerante em Pernambuco dará o tom de mais uma temporada de sucesso, contribuindo de forma efetiva para o fortalecimento do Transporte Rodoviário de Cargas no Brasil”.

O evento será realizado presencialmente, no Complexo Industrial Portuário de Pernambuco (SUAPE) – Rodovia Indonésia, S/N – Bairro: Distrito Industrial de Ipojuca – Suape Ipojuca – Pernambuco (PE). A participação é aberta a todos os empresários da região, que contribuem para um Transporte Rodoviário de Cargas cada vez mais forte.

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PROGRAMAÇÃO PRELIMINAR

PERÍODO DA MANHÃ – VISITA TÉCNICA

8h30 | 9h | Recepção com Café de Boas-Vindas e Credenciamento

9h | 11h30 | Visita Técnica – Porto de Suape

• Apresentação institucional

• Visita guiada às operações

• Ênfase em eficiência logística, integração multimodal

e relação porto–TRC

11h30 | 12h15 | Palestra: BR do Mar e os Impactos para a Cabotagem

e a Competitividade Logística

Palestrante Convidado: a ser definido

12h30 | 14h | Almoço de Relacionamento

Local: a ser definido

PERÍODO DA TARDE – CONTEÚDO TÉCNICO E MERCADO

Local: Prédio administrativo do Porto de Suape – Rodovia Indonésia, S/N – Bairro: Distrito Industrial de Ipojuca – Suape Ipojuca – Pernambuco (PE)

14h15 | 14h30 | Abertura Oficial

• Boas-vindas institucionais

• Contextualização do encontro

• Importância do associativismo e das conexões logísticas regionais

14h30 | 15h45 | Palestra: Mercado e Tarifa

Palestrante: Engo Lauro Valdivia, Assessor Técnico da NTC&Logística

Conteúdo:

• Atualização do INCT (Índice Nacional de Custos do Transporte)

• Apresentação da Pesquisa de Mercado DECOPE2026

Demonstração Aplicações práticas da Plataforma de Cálculo de Frete

15h45 | 16h15 | Intervalo

16h15 | 17h30 | NTC TALKS – Soluções para o TRC

Participantes: Transpocred – Crédito e soluções financeiras para o TRC

NDD – Tecnologia, gestão fiscal e documentos eletrônicos

The – Soluções corporativas e apoio à gestão empresarial

Apvida – Saúde e bem-estar para empresas e colaboradores

Pamcard – Meios de pagamento e gestão de benefícios para o transporte

17h30 | 19h30 | Happy Hour de Encerramento

Realização

  • NTC&Logística – Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística
  • FETRACAN – Federação das Empresas de Transporte de Cargas e Logística do Nordeste
  • SETCEPE – Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas, Entregas, Armazenagem e Logística do Estado de Pernambuco

Patrocínio

  • FENATRAN
  • Transpocred

Apoio Institucional

  • Sistema Transporte – CNT / Confederação Nacional do Transporte / SEST SENAT – Serviço Social do Transporte e Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte / ITL – Instituto de Transporte e Logística
  • FuMTran – Fundação Memória do Transporte

Apoio Logístico

  • Braspress

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Último dia para participar da Pesquisa de Mercado 2025 da NTC&Logística

Último dia para participar da Pesquisa de Mercado 2025 da NTC&Logística

A Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística (NTC&Logística) deu início a uma nova edição da Pesquisa de Mercado do Transporte Rodoviário de Cargas (TRC), voltada às empresas transportadoras de todo o país. O levantamento tem como objetivo avaliar a situação econômica do setor ao longo de todo o ano de 2025, identificando os principais desafios enfrentados, além de oportunidades, tendências e indicadores que impactam diretamente o desenvolvimento e a sustentabilidade das operações.

O questionário poderá ser respondido até o dia hoje, 13 de fevereiro de 2026.

A coleta de informações será realizada por meio de um questionário objetivo e de fácil preenchimento, com perguntas de múltipla escolha, garantindo uma participação prática e acessível para as empresas. A colaboração do setor é essencial para que o estudo retrate com precisão a realidade do transporte de cargas no Brasil e forneça dados consistentes para a formulação de políticas públicas e estratégias empresariais.

Os resultados consolidados serão apresentados durante a primeira edição de 2026 do CONET&Intersindical (Conselho Nacional de Estudos em Transporte, Custos, Tarifas e Mercado), que será realizada no dia 26 de fevereiro, em Brasília (DF).

Clique aqui e participe.

Encontro com parlamentares e empresários para debater segurança pública tem a presença do Sistema Transporte

Encontro com parlamentares e empresários para debater segurança pública tem a presença do Sistema Transporte

Entre os presentes, esteve o deputado federal Mendonça Filho (União Brasil-PE), relator da PEC da Segurança Pública, que apresentou sua visão sobre o alcance e a importância da proposta

O presidente do Sistema Transporte, Vander Costa, participou, nessa terça-feira (10), em Brasília, de um encontro institucional que reuniu empresários e parlamentares para discutir a pauta da segurança pública e seus desdobramentos no Congresso Nacional. Entre os presentes, esteve o deputado federal Mendonça Filho (União Brasil-PE), relator da PEC da Segurança Pública, que apresentou sua visão sobre o alcance e a importância da proposta.

Durante o debate, Mendonça Filho destacou que a PEC representa um arcabouço macro para o país, com potencial de fortalecer a base constitucional da política de segurança pública. Segundo ele, o Projeto de Lei Antifacção deve estar incorporado a esse conjunto constitucional, garantindo coerência normativa e maior efetividade no enfrentamento ao crime organizado.

A segurança pública é tema permanente na agenda da CNT, especialmente em razão dos impactos diretos sobre o setor transportador. A entidade tem participado das discussões no Congresso Nacional, por meio de análises técnicas em fóruns institucionais e da apresentação de propostas voltadas ao enfrentamento das facções criminosas, com foco na proteção de trabalhadores do transporte, usuários e empresas.

Vander Costa reforçou a relevância do tema para o desenvolvimento do país. “O Sistema Transporte entende que a segurança pública é condição para o desenvolvimento econômico e social. Temos defendido, no Congresso, que qualquer avanço legislativo precisa considerar a realidade do setor e garantir a proteção de quem transporta e de quem é transportado”, afirmou.

O encontro foi realizado na Casa ParlaMento, iniciativa da Esfera que busca aproximar projetos e propostas de impacto dos tomadores de decisão, fortalecendo o diálogo institucional com o Congresso Nacional e promovendo a construção de pontes entre o setor produtivo e o Poder Legislativo.

Infraestrutura no Centro-Oeste fortalece o Transporte Rodoviário de Cargas em 2026

Infraestrutura no Centro-Oeste fortalece o Transporte Rodoviário de Cargas em 2026

Novas obras estruturais podem fortalecer os avanços nas rotas entre os estados e melhorar a logística

O ano de 2025 foi marcado por avanços importantes na infraestrutura logística da região Centro-Oeste, com destaque para os investimentos que ampliam a malha rodoviária e impulsionam o Transporte Rodoviário de Cargas (TRC), modal responsável por mais de 65% da movimentação de produtos no Brasil. Com um papel estratégico no escoamento da produção nacional, especialmente do agronegócio, a região passou a contar com novas rotas que prometem otimizar trajetos, reduzir custos operacionais e fortalecer sua conexão com os principais corredores de exportação do país.

Parte dessas melhorias é resultado direto de aportes públicos e privados, viabilizados por meio de leilões estruturantes que movimentaram R$ 28 bilhões em 2025. As concessões da Rota Agro, Rota Sertaneja e Rota da Celulose simbolizam um novo ciclo logístico para Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e Distrito Federal, criando um ambiente mais competitivo e eficiente para o setor de transporte de cargas.

Para as transportadoras que atuam na região Centro-Oeste, as melhorias em infraestrutura viária representam um avanço fundamental do ponto de vista financeiro, operacional e estratégico. A modernização das rotas tem potencial para reduzir significativamente os gargalos logísticos, contribuir com o aumento da produtividade nas entregas e favorecer a competitividade das empresas diante das exigências do mercado nacional e internacional.

Na avaliação de Ludymila Mahnic, diretora comercial e operacional da Mahnic Soluções Logísticas, empresa com mais de 50 anos de história e sede no estado de Goiás, os investimentos em infraestrutura impactam diretamente a performance das operações. “Estradas em melhores condições reduzem o tempo de viagem, o consumo de combustível, o desgaste dos veículos e os riscos de atrasos causados por congestionamentos, acidentes e até mesmo veículos quebrados na estrada. A maior integração entre os estados também aumenta a previsibilidade das operações, permitindo melhor planejamento de rotas, maior giro da frota e redução de custos operacionais indiretos, como diárias, entregas e paradas não programadas”, destaca a executiva.

De acordo com o Balanço 2025, publicado pela Assessoria Especial de Comunicação do Ministério dos Transportes, os investimentos anunciados para as principais rotas do Centro-Oeste consolidam um novo momento para a infraestrutura logística da região. A Rota Agro, que fortalece o corredor logístico entre Goiás e Mato Grosso, receberá um aporte de R$ 7,6 bilhões ao longo de seus 490 quilômetros. Já a Rota Sertaneja, considerada estratégica para o escoamento da produção agrícola e industrial, contará com investimentos da ordem de R$ 10,4 bilhões. Por sua vez, a Rota da Celulose, que prevê a modernização de 870 quilômetros de rodovias federais e estaduais nos estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, terá um investimento total estimado em R$ 10,1 bilhões.

Com o aprimoramento das estradas e expansão das rotas logísticas estratégicas, muitas empresas do setor de transporte se veem estimuladas a investirem mais e pensar em novos artifícios para as operações, levando em consideração a localização, o fortalecimento na atuação regional e o relacionamento com os clientes e novos parceiros.

“A transformação da malha logística no Centro-Oeste abre oportunidades importantes para a Mahnic expandir suas operações e fortalecer sua atuação regional. Além do ganho operacional no transporte rodoviário, nós identificamos oportunidades para a construção de novos armazéns, aproveitando nossa localização estratégica na região central do país. Isso permite atender aos clientes com mais agilidade e eficiência, tornando o escoamento de mercadorias para Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Tocantins e Distrito Federal mais rápido e previsível”, finaliza Ludymila Mahnic.

Veículos pesados têm restrição de tráfego nas BRs, em datas especiais deste ano

Veículos pesados têm restrição de tráfego nas BRs, em datas especiais deste ano

Calendário foi divulgado pela PRF e inclui datas importantes

Veículos comerciais estão proibidos de trafegarem pelas estradas federais brasileiras em algumas datas especiais em 2026. Diante disso, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) publicou o calendário oficial de restrições de tráfego.

Segundo a corporação, a medida atinge aos veículos e combinações de veículos que excedem os limites regulamentares de peso ou dimensões, visando reduzir o risco de sinistros de trânsito graves em períodos de maior fluxo de veículos leves nas rodovias de pista simples.

De acordo com a PRF, as restrições – estratégicas para a segurança viária –, ocorrem em datas como Carnaval, Semana Santa e festas de fim de ano. O descumprimento constitui infração média, sujeita a multa e retenção do veículo até o término do horário restritivo.

Quem precisa ficar atento?

A proibição de circulação aplica-se aos veículos que possuam alguma das seguintes características:

Largura superior a 2,60 metros

Altura superior a 4,40 metros

Comprimento total superior a 19,80 metros

Peso Bruto Total Combinado (PBTC) superior a 58,5 toneladas

Principais períodos de restrição em 2026

Confira as datas das primeiras operações do ano:

Importante: em alguns estados da região Norte (Acre, Amazonas, Amapá, Pará e Roraima), não haverá restrição de circulação, conforme as diretrizes da portaria vigente.

Restrição é necessária?

A presença de veículos de grande porte em rodovias de pista simples, especialmente durante feriados prolongados, dificulta ultrapassagens e aumenta o tempo de viagem para os demais usuários. Ao restringir esses veículos em horários de pico, a PRF busca padronizar o fluxo e prevenir colisões frontais, saídas de pista e outros sinistros de trânsito.
Confira a tabela completa, clicando aqui.

Como os preços de gasolina, etanol e diesel são definidos no Brasil?

Como os preços de gasolina, etanol e diesel são definidos no Brasil?

Gasolina, etanol e diesel têm formações diferentes, mas todos chegam à bomba após somar custos de produção, impostos, logística, mistura obrigatória e margem do posto; entenda

Na hora de abastecer, o valor exibido na placa do posto parece um número único. Na prática, porém, o preço final é resultado de uma cadeia longa e regulada, que começa na produção ou importação do combustível e termina na bomba. Ao longo do caminho entram tributos federais e estaduais, despesas com mistura obrigatória de biocombustíveis, custos logísticos e a margem de distribuição e revenda.

Como a precificação é livre em cada etapa – dentro das regras do setor – a participação de cada parcela varia por região e ao longo do tempo. Ainda assim, dados públicos consolidados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis do Brasil (ANP) permitem entender a lógica da formação e visualizar percentuais médios do que o consumidor paga na hora de comprar gasolina, etanol ou diesel.

Como o preço do litro da gasolina é definido?

Na gasolina comum, o preço médio nacional costuma se dividir da seguinte forma:

Combustível na refinaria ou importado (cerca de 30%): essa parcela reflete o custo do derivado antes de impostos e logística. Ela é influenciada principalmente pelos preços internacionais de derivados de petróleo, pela cotação do dólar e pelas condições de oferta e demanda.

  • Etanol anidro (entre 15% a 17%): aqui não se trata da composição física, mas da fatia do preço final correspondente ao etanol anidro misturado à gasolina. Pela regra atual, a gasolina brasileira contém 27% de etanol anidro em volume, mas essa parcela representa cerca de 15% a 17% do valor pago pelo consumidor, dependendo do preço do etanol no período.
  • Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços – ICMS (aproximadamente 25%): tributo estadual cobrado por litro, com valor fixo definido de R$ 1,57 em todo o Brasil.
  • Tributos federais – PIS/Cofins e Cide (em torno de 11%): são impostos definidos pelo governo federal e aplicados de forma uniforme em todo o país.
  • Distribuição e margem do posto (cerca de 18%): inclui custos de transporte, armazenamento, operação do posto, funcionários, energia, aluguel e lucro. A concorrência local influencia diretamente essa parcela.

Atualmente, de acordo com a Petrobras, o preço médio do litro da gasolina é de R$ 6,31 no Brasil. Na prática, a composição de preços está dividida da seguinte forma:

  • Distribuicão e Revenda – R$ 1,21 (19,2%)
  • Custo do Etanol Anidro – R$ 1,05 (16,6%)
  • Imposto Estadual – R$ 1,57 (24,9%)
  • Impostos Federais – R$ 0,68 (10,8%)
  • Parcela Petrobras – R$ 1,80 (28,5%)

Como o preço do litro do diesel é definido?

No diesel, a estrutura média é diferente:

  • Combustível na refinaria ou importado (cerca de 45%): o peso do custo inicial é maior, tornando o diesel mais sensível a variações internacionais e cambiais.
  • Biodiesel (cerca de 14%): o diesel vendido no Brasil contém biodiesel em percentual obrigatório, atualmente definido por política pública. Esse percentual em volume é menor do que na gasolina, mas o biodiesel costuma ter custo elevado, fazendo com que sua participação no preço final seja significativa.
  • ICMS (em torno de 19%): assim como na gasolina, tem preço fixo e, nesse caso, de R$ 1,17.
  • Tributos federais (cerca de 5%): menores do que na gasolina, reduzem o peso total dos impostos no diesel.
  • Distribuição e margem do posto (cerca de 16%): custos logísticos e operacionais que variam conforme a região e a estrutura de abastecimento.

Como o preço do litro do etanol é definido?

No etanol hidratado, vendido diretamente ao consumidor, a formação é mais simples, mas bastante variável:

  • Custo de produção na usina (45% a 50%): depende da safra da cana-de-açúcar, produtividade agrícola, clima e custos industriais.
  • ICMS (20% a 30%): é o principal tributo do etanol e tem o mesmo custo de R$ 1,57.
  • Tributos federais: têm peso reduzido ou podem estar zerados em determinados períodos.
  • Distribuição e margem do posto (20% a 25%): o etanol é especialmente sensível à logística: quanto maior a distância das usinas, maior tende a ser o preço final.

Por que o preço do combustível varia de acordo com o estado?

Em médias históricas e períodos comparáveis, os dados da ANP mostram que São Paulo costuma apresentar preços de gasolina e etanol cerca de 5% a 10% menores do que os observados em estados mais distantes dos principais polos produtores, como Mato Grosso do Sul. Essa diferença não é fixa, mas recorrente ao longo das séries.

A explicação está na estrutura do mercado: São Paulo concentra refinarias, bases de distribuição e grande parte das usinas de etanol do país, o que reduz custos logísticos e de transporte. Já em estados mais afastados desses centros, o combustível percorre distâncias maiores até chegar aos postos, elevando o frete por litro.

Além disso, o nível de concorrência local entre postos também influenciam o preço final, contribuindo para variações regionais mesmo quando os demais custos são semelhantes.

O que faz o custo de produção do combustível variar?

As oscilações no preço do petróleo no mercado internacional são apenas um dos fatores que influenciam o custo dos combustíveis. No caso da gasolina e do diesel, o valor do barril é importante, mas não atua sozinho: entram também o câmbio, os preços internacionais dos derivados já refinados, custos de refino, importação e disponibilidade de produto no mercado global.

No etanol, a lógica é diferente. O custo de produção está ligado principalmente à safra da cana-de-açúcar, às condições climáticas, à produtividade agrícola e à demanda do setor sucroenergético. Por isso, o preço do etanol pode subir ou cair mesmo em períodos de estabilidade do petróleo.

Já o biodiesel, misturado ao diesel, tem custo influenciado pela oferta de matérias-primas, como óleos vegetais, além de regras de mistura obrigatória e da demanda do setor de transporte.

Essas diferenças explicam por que cada combustível reage em ritmos distintos às mudanças de cenário. Entre variações no custo de produção, decisões comerciais e estoques ao longo da cadeia, o impacto final na bomba tende a ocorrer de forma gradual – e nem sempre simultânea entre gasolina, diesel e etanol.

Relatório Mensal do Índice Nacional de Custos do Transporte – (INCTF E INCTL) | Janeiro/26

Relatório Mensal do Índice Nacional de Custos do Transporte – (INCTF E INCTL) | Janeiro/26

O DECOPE – Departamento de Custos Operacionais e Pesquisas Técnicas e Econômicas da NTC&Logística é responsável por estudos técnicos, voltados à apuração de custos de transporte rodoviário de cargas e logística, estatística do setor, estudos macroeconômicos e formação de índices de custos referenciais que medem a inflação do setor, dentre eles os dois com mais destaque são o INCTF – Índice Nacional de Custos de Transporte de Carga Fracionada e o Índice Nacional de Custos de Transporte de Carga Lotação, o INCTL.

O INCTF e INCTL têm como objetivo principal medir a evolução dos custos operacionais de transporte rodoviário de cargas e são índices do setor de transporte com grande repercussão e credibilidade, publicado no site da NTC e por todas as entidades que representam o transporte (Sindicatos e Federações), bem como em outros meios de comunicação. Eles servem ainda como instrumento de atualização de contratos públicos e privados no mercado de frete.

INFORMECom a decisão do Governo Federal de encerrar o programa de desoneração da folha de pagamento, que permitia a substituição da contribuição previdenciária de 20% sobre a folha de salários, por alíquota sobre a receita bruta da empresa, desse modo o INCT já contempla a segunda etapa do processo de reoneração da folha de pagamento.

O fechamento do Acordo de Convenção Coletiva dos trabalhadores em transporte rodoviário de carga – São Paulo, base do SETCESP em junho/25, acordaram índice de 7,0% (sete por cento) para o reajuste dos salários de motoristas e outras categorias profissionais.

INCT-F DECOPE/NTC DE JANEIRO/25 A JANEIRO/26

A NTC&LOGÍSTICA comunica aos associados que a variação média do (INCTF[1] DECOPE/NTC) foi de 1,38% no mês de janeiro e acumula nos últimos doze meses 5,34% (cinco virgula trinta e quatro por cento), entre fevereiro de 2025 e janeiro de 2026 (janeiro de 2026*/- sobre janeiro de 2025 ou ainda, nos últimos doze meses).

O INCTF mede a evolução de todos os custos da carga fracionada, incluindo transferência, coleta e distribuição, custos administração e de terminais. Nesses custos não estão contemplados impostos, pedágios e margem de lucro.

INCTL – DECOPE/NTC DE JANEIRO/25 A JANEIRO/26

O INCTL[2] reflete a variação dos custos do transporte rodoviário de cargas fechadas ou lotações, ou seja, ele mede a evolução de todos os custos da carga completa, incluindo a transferência, a administração (custos indiretos), gerenciamento de riscos e custo valor. Ele, assim como o INCTF, também não contempla impostos e margem de lucro na sua apuração.

A sua variação média foi de 2,81% (dois vírgula oitenta e um por cento) de fevereiro de 2025 a janeiro de 2026 (janeiro de 2026 sobre janeiro de 2025, ou ainda nos últimos doze meses) e no mês variando (0,15%).

COMPORTAMENTO DOS PREÇOS DOS COMBUSTÍVEIS

O preço por litro do óleo diesel S-10, teve uma ligeira variação de 0,49% no mês de janeiro/26, quando comparado com o mês anterior, sendo comercializado a R$ 6,11 p/litro. No período de 12 meses (jan-26 contra jan-25), a variação acumulada é de (0,97%), resultado, principalmente ditado pela nova regra política da Petrobrás.

O aditivo Arla 32, utilizado para reduzir as emissões de poluentes não registrou variação no mês. Desde março/12 até hoje, o aditivo já acumulou queda de (20,93%).

O óleo diesel comum, ainda consumido pela frota brasileira, teve variação acumulada em (0,82%) nos 12 meses. No mês de janeiro, o óleo foi comercializado a R$ 6,04 p/litro, contra R$ 6,01 p/litro no mesmo período do ano anterior, já o período mensal registrou variação de 0,50%.

COMPORTAMENTO DOS PREÇOS DOS DEMAIS INSUMOS NA FRACIONADA

No mês, o veículo de transferência registrou variação 4,01% e o veículo de distribuição urbana uma variação de 3,64%, já os implementos tanto de transferência como o de distribuição não registrou variação, pneu – 275/80 R 22,5 com variação de (0,87%), recapagem 0,96%, salário do motorista 0,00%, seguro 3,42%.

Considerando o período de 12 meses, os insumos que contribuíram para a variação do INCTF na operação de transferência foram: veículo 3,48%, carroceria baú 3,99%,pneu – 275/80 R 22,5 com variação de (0,80%), recapagem (7,54%), rodoar 5,45%, lavagem com 3,40%, salário do motorista 7,00% e seguro do casco 3,51%.

Na operação de coleta e distribuição, os insumos que tiveram variação foram: veículo com variação de 7,14%, carroceria ¾ baú de alumínio com variação de 3,89%, pneu 215/75 – R 17,5 com 7,97%, recapagem com 18,66%, lavagem com 3,40%, seguros do casco e contra terceiros com 6,93%, salário de motorista 7,00% e salário de ajudante 7,00%.

DESPESAS ADMINISTRATIVAS

As despesas administrativas de uma forma geral registraram em dezembro variação 2,22% de 2026, quando comparada com as despesas do mês anterior. Já as despesas administrativas, exceto os salários, variaram 0,17%.

Nos 12 meses, as despesas administrativas vêm registrando alta de 7,61%, agravado principalmente, pelo reajuste do IPTU para 2026. A evolução acumulada das despesas administrativas, exceto salários, foi de 2,19%.

COMPORTAMENTO DOS PREÇOS DOS PRINCIPAIS INSUMOS NA LOTAÇÃO

Considerando a variação mensal, as despesas administrativas registraram variação de 1,11%, despesas administrativas (exceto salários) 0,15%, cavalo mecânico (2,18%), pneus 0,0%, Rodoar 0,0%, semirreboque 0,0%, recapagem 0,0%, lavagem 0,0%, seguros (1,89%).

ANÁLISE DE 12 MESES

Nos 12 meses (jan/26 contra jan/25), o cavalo mecânico teve variação de (4,85%), semirreboque 4,22%, óleo cárter 0,0%, óleo câmbio 0,00%, seguros (3,72%), DAT – 4,38%, recapagem com (4,16%), lavagem 3,40%, rodoar 5,45% e 0,58% pneus – 295/80 R22.

INCT-FR, INCT-FOU INCVT e INCT-FRIG

A evolução completa do INCTF, do INCTL e dos demais índices (INCTFR, INCTFOU, INCVT – Índice Nacional do Custo Variável do Transporte e INCTFRIG Índice Nacional do Custo do Transporte Frigorífico), assim como dos insumos do transporte encontra-se à disposição dos filiados da NTC&LOGÍSTICA na área restrita aos associados do site www.portalntc.org.br. Para acessar esta área, clique no canal Técnico e Econômico. Em seguida, clique “Downloads”.

O Departamento Técnico e Econômico da NTC&LOGÍSTICA (DECOPE) coloca-se à disposição das empresas e entidades associadas para prestar qualquer informação complementar pelo telefone (0xx11) 2632-1526/1536 ou pelo e-mail economia@ntc.org.br.

São Paulo, 31 de janeiro de 2026.

DECOPE/NTC&LOGÍSTICA


[1] É livre a reprodução total ou parcial desta nota em qualquer meio de comunicação, desde que não sejam omitidos ou alterados aspectos essenciais à compreensão da mesma e desde que seja citada a fonte como segue: DECOPE/NTC&LOGÍSTICA – Departamento de Custos Operacionais e Pesquisas Técnicas e Econômicas/Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística.

[2] Este custo inclui custo peso, GRIS, custo valor para mercadorias de baixo valor (R$ 5.946,70 TON.) e PIS/COFINS. Não inclui taxa de lucro e pedágios. Franquia de 6 horas para carga e descarga. Acima disso, o custo adicional é de R$ 234,36 p/hora útil parada, ou R$ 9,74 por tonelada por hora útil.


Segundo dia do Geotab Connect 2026 aprofunda debate sobre inteligência artificial e consolida nova fase da telemática

Segundo dia do Geotab Connect 2026 aprofunda debate sobre inteligência artificial e consolida nova fase da telemática

Programação destacou IA como infraestrutura de negócio, manutenção preditiva, segurança baseada em dados e expansão do ecossistema tecnológico da Geotab

O segundo dia oficial do Geotab Connect 2026, realizado ontem, 11 de fevereiro, em Las Vegas (EUA), aprofundou a discussão sobre o papel da inteligência artificial como eixo estruturante da nova geração da telemática. A programação reforçou que o setor vive uma transição definitiva: a tecnologia deixou de ser apenas ferramenta operacional e passou a atuar como infraestrutura estratégica de inteligência para a gestão de frotas e para o Transporte Rodoviário de Cargas.

A palestra de abertura foi conduzida por Neil Cawse, CEO e fundador da Geotab, que apresentou uma visão clara sobre a evolução do setor. Segundo ele, a telemática entrou em uma nova fase estratégica impulsionada pela inteligência artificial. O debate deixou de ser sobre rastreamento e passou a ser sobre infraestrutura de inteligência operacional, combinando escala global, dados de alta qualidade e aplicação prática de IA nos desafios reais do transporte. Cawse destacou ainda que os próximos cinco anos deverão evoluir mais rapidamente que os últimos vinte e cinco, exigindo das empresas capacidade de adaptação organizacional e tecnológica.

A programação também evidenciou a telemática como infraestrutura de negócio, com integração direta aos sistemas corporativos, dados confiáveis e acionáveis, e suporte estratégico como diferenciais competitivos. A inteligência artificial foi apresentada como transformação estrutural – já executando tarefas reais dentro das organizações – e não apenas como tendência. Outro ponto de destaque foi o conceito de “gêmeo digital” (Digital Twin), permitindo análise contextual do comportamento do motorista, manutenção preditiva baseada em múltiplas variáveis e gestão de segurança com inteligência combinada entre sensores, vídeo e contexto operacional.

Na sequência, Mike Branch, vice-presidente de Dados e Análises da Geotab, trouxe uma abordagem prática sobre escalabilidade tecnológica. Utilizando a jornada de crescimento de uma frota como exemplo, demonstrou como a plataforma evolui da simplicidade operacional inicial para soluções avançadas de IA, vídeo, manutenção preditiva, roteirização inteligente e gestão de veículos elétricos. A mensagem central foi que sofisticação não pode significar complexidade, mas sim capacidade de crescimento estruturado com inteligência aplicada e resultados mensuráveis.

Também ganhou destaque a apresentação de Robin Kinsey, vice-presidente associada de Marketplace da Geotab, que aprofundou o papel do ecossistema como diferencial competitivo. Foi reforçado que nenhuma plataforma isolada resolve todos os desafios de uma frota moderna e que o marketplace, com centenas de integrações, funciona como mecanismo estratégico para adaptar a solução à realidade específica de cada operação. A ampliação do monitoramento de ativos não motorizados, navegação inteligente para veículos comerciais, gestão digital de sinistros e integração com múltiplos fornecedores foram alguns dos exemplos apresentados.

Ao longo do dia, também foram detalhadas evoluções no portfólio da Geotab, incluindo ampliação das capacidades de vídeo com visão computacional, treinamento preditivo automatizado para motoristas, rastreamento de trailers e contêineres, compartilhamento de dados em ambientes de nuvem como AWS, Google Cloud e Microsoft, além da integração com assistentes externos de inteligência artificial.

O evento recebe a comitiva da NTC&Logística, a convite da Geotab Brasil, formada por integrantes da COMJOVEM, membros da diretoria da entidade e empresários associados, que acompanham de perto os principais debates e conteúdos da programação, reforçando a importância da atualização estratégica do setor brasileiro

A Assessora Executiva da Presidência da NTC&Logística, Elisete Balarini, que acompanha o evento em Las Vegas, destacou a relevância do conteúdo apresentado: “Hoje, tivemos a oportunidade de acompanhar a abertura do Connect Geotab 2026 com o CEO da empresa, Neil Cawse, e conhecer inovações que mostram claramente para onde o transporte de cargas está caminhando. Como responsável pelas relações institucionais e comerciais da NTC&Logística com a Geotab, é impressionante ver o que já está sendo desenvolvido para apoiar as empresas e os motoristas. Também tivemos a oportunidade de visitar a feira com as marcas que fazem parte do ecossistema Geotab, reunindo empresas com muita tecnologia e inovação. Foi um dia de atualização não só sobre o presente, mas principalmente sobre o futuro do setor”.

O Geotab Connect 2026 se encerra hoje, 12 de fevereiro, consolidando-se como um dos principais fóruns globais de discussão sobre inteligência operacional, segurança baseada em dados, conectividade ampliada e integração total de sistemas, pilares que vêm moldando o futuro do Transporte Rodoviário de Cargas em escala mundial.

Última semana para participar da Pesquisa de Mercado 2025 da NTC&Logística

Última semana para participar da Pesquisa de Mercado 2025 da NTC&Logística

A Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística (NTC&Logística) deu início a uma nova edição da Pesquisa de Mercado do Transporte Rodoviário de Cargas (TRC), voltada às empresas transportadoras de todo o país. O levantamento tem como objetivo avaliar a situação econômica do setor ao longo de todo o ano de 2025, identificando os principais desafios enfrentados, além de oportunidades, tendências e indicadores que impactam diretamente o desenvolvimento e a sustentabilidade das operações.

O questionário poderá ser respondido até o dia 13 de fevereiro de 2026.

A coleta de informações será realizada por meio de um questionário objetivo e de fácil preenchimento, com perguntas de múltipla escolha, garantindo uma participação prática e acessível para as empresas. A colaboração do setor é essencial para que o estudo retrate com precisão a realidade do transporte de cargas no Brasil e forneça dados consistentes para a formulação de políticas públicas e estratégias empresariais.

Os resultados consolidados serão apresentados durante a primeira edição de 2026 do CONET&Intersindical (Conselho Nacional de Estudos em Transporte, Custos, Tarifas e Mercado), que será realizada no dia 26 de fevereiro, em Brasília (DF).

Clique aqui e participe.

Adequação ambiental no Transporte Rodoviário de Cargas passa a ser prioridade para as empresas

Adequação ambiental no Transporte Rodoviário de Cargas passa a ser prioridade para as empresas

Parceria entre a NTC&Logística e a Domani Global oferece soluções práticas para atender às exigências da nova legislação climática e fortalecer a competitividade das transportadoras

As exigências ambientais impostas às empresas brasileiras avançaram de forma significativa nos últimos anos e, agora, passam a impactar diretamente o Transporte Rodoviário de Cargas. A criação do Mercado Brasileiro de Redução de Emissões (MBRE), por meio da Lei nº 15.042/2024, estabeleceu novas regras para a gestão e o reporte das emissões de gases de efeito estufa, tornando o tema parte integrante da governança e da estratégia empresarial.

Com a regulamentação, empresas que registram emissões superiores a 10 mil toneladas de CO₂ equivalente (CO₂e) por ano passam a ter a obrigação de elaborar e reportar seus inventários de emissões. Já aquelas que ultrapassam 25 mil toneladas anuais devem, adicionalmente, apresentar planos de mitigação e compensação, alinhados às diretrizes do mercado regulado de carbono no Brasil.

Esse novo ambiente regulatório exige organização, dados confiáveis e planejamento. Para apoiar as transportadoras nesse processo, a Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística (NTC&Logística) estabeleceu uma parceria com a Domani Global, empresa especializada em soluções ESG e gestão de emissões, com foco em oferecer apoio técnico, ferramentas digitais e condições acessíveis às empresas do setor.

O movimento acompanha uma tendência mais ampla do mercado. De acordo com a PwC Brasil (2024), 62% das grandes empresas brasileiras já contam com práticas ESG estruturadas, e essa exigência vem sendo gradualmente transferida para fornecedores e operadores logísticos. No transporte de cargas, atender a essas demandas deixou de ser um diferencial e passou a ser um fator decisivo para manutenção de contratos, acesso a financiamentos e competitividade no mercado.

A parceria entre a NTC&Logística e a Domani Global foi estruturada para atender empresas de todos os portes, respeitando a realidade operacional do transporte e oferecendo soluções escaláveis, que permitem avançar na agenda ESG de forma gradual, segura e financeiramente previsível.

Soluções disponíveis para empresas associadas à NTC&Logística

Inventário de Emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE)
Mensuração das emissões nos escopos 1, 2 e 3, conforme padrões técnicos e exigências legais.

Plataforma Domani SaaS – Sustainability as a Service
Sistema digital para gestão ESG, monitoramento mensal e geração automática de relatórios.

Diagnóstico ESG e Plano de Descarbonização
Avaliação de riscos e oportunidades, com definição de estratégias para redução e compensação de emissões.

l Treinamentos e capacitações corporativas
Formação técnica e estratégica para equipes operacionais, administrativas e comerciais, com certificação.

l Certificação e Selo Carbono Neutro
Para empresas que realizarem a compensação de suas emissões por meio de projetos certificados.

Atendimento especializado para o Transporte Rodoviário de Cargas
Suporte técnico com foco nas particularidades operacionais e regulatórias do setor.

Os pacotes foram desenvolvidos para micro, pequenas, médias e grandes transportadoras, com condições diferenciadas para associadas da NTC&Logística, permitindo que a adequação às exigências ambientais ocorra de forma planejada, estruturada e alinhada às demandas do mercado.

Serviço

Domani Global – Sustentabilidade para o Transporte de Cargas

E-mail: contato@domani.global

Telefone/WhatsApp: +55 11 99559-8402

Site: www.domani.global

Redes sociais: LinkedIn, Instagram e demais plataformas oficiais

Código de desconto exclusivo para associadas da NTC&Logística: NTC15

Congresso inicia ano legislativo com pautas estratégicas acompanhadas pelo setor de transporte

Congresso inicia ano legislativo com pautas estratégicas acompanhadas pelo setor de transporte

CNT monitora temas trabalhistas e regulatórios e reforça agenda que inclui marco do transporte público e segurança

O início dos trabalhos do Congresso Nacional em 2026 colocou em evidência propostas com potencial impacto sobre a atividade transportadora, especialmente na área trabalhista e regulatória. A mensagem do Poder Executivo e a definição de prioridades da Câmara dos Deputados e do Senado Federal indicam o direcionamento da agenda legislativa, enquanto a instalação das comissões permanentes abre caminho para a análise de matérias setoriais.

Entre os temas prioritários, estão possíveis mudanças na jornada de trabalho e a regulamentação das atividades mediadas por plataformas digitais, propostas que podem afetar diretamente a organização operacional, os custos de mão de obra e a dinâmica de prestação de serviços no transporte e na logística.

Diante desse cenário, a CNT (Confederação Nacional do Transporte) atua no monitoramento das discussões e defende que alterações regulatórias sejam construídas com base técnica e previsibilidade jurídica. Segundo o diretor de Relações Institucionais da CNT, Valter Souza, a participação ativa no debate legislativo busca assegurar que as decisões considerem a realidade operacional do setor. “O transporte acompanha de perto a pauta do Congresso e contribui tecnicamente para que temas estratégicos avancem com segurança jurídica e equilíbrio regulatório. Nosso objetivo é garantir condições para que o setor continue competitivo e capaz de atender às demandas da sociedade”, afirmou.

A entidade sustenta que medidas relacionadas a relações de trabalho, obrigações normativas e encargos setoriais devem considerar os impactos sobre produtividade, competitividade e sustentabilidade das empresas transportadoras.

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), indicou a intenção de avançar na análise de temas trabalhistas e econômicos, enquanto o presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União-AP), destacou a apreciação de projetos estruturantes nas áreas econômica e social como eixo do ano legislativo.

No plano institucional, a instalação das comissões permanentes marca o início da fase técnica da tramitação e concentra a atenção do setor transportador. Colegiados ligados à infraestrutura, desenvolvimento econômico e relações de trabalho passam a conduzir debates, audiências públicas e análise de proposições que tratam de regulação, investimentos e políticas públicas, definindo o ritmo de avanço das matérias.

Transporte rodoviário inicia 2026 com altos custos e sucesso no setor exigirá novo patamar de maturidade na gestão

Transporte rodoviário inicia 2026 com altos custos e sucesso no setor exigirá novo patamar de maturidade na gestão

Apesar dos gargalos macroeconômicos e tributários, lideranças do setor enxergam oportunidades em tecnologia, ESG e amadurecimento da gestão como caminhos de crescimento sustentável

O ano de 2026 começa com uma combinação de desafios econômicos e regulatórios que impactam diretamente o desempenho do Transporte Rodoviário de Cargas (TRC). Embora os indicadores econômicos indiquem estabilidade, com crescimento do PIB em torno de 1,8%, inflação estimada em 4,02%, o fim da desoneração da folha de pagamento, a transição para a reforma tributária e os custos crescentes com obrigações fiscais e operacionais impõem novos desafios ao setor.

A leitura feita pelas lideranças do setor reforça que esse cenário macroeconômico mais restritivo já começa a se refletir no dia a dia das transportadoras. Para a presidente executiva do Sindicato das Empresas de Transportes de Carga de São Paulo e Região (SETCESP), Ana Jarrouge, os reflexos mais imediatos vêm da inadimplência recorde registrada em 2025, sobretudo nos atrasos no pagamento de fretes, o que pressiona o caixa das empresas logo nos primeiros meses do ano e nas adaptações tributárias que já vêm acontecendo. “Além das obrigações fixas, como IPVA, o primeiro trimestre é historicamente marcado por uma demanda mais baixa. Somado a isso, tivemos um 2025 com inadimplência recorde, os custos gerados pela adaptação aos novos sistemas tributários e a nova etapa da reoneração da folha, que deve gerar impacto acumulado de até 3% nos custos, segundo o DECOPE da Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística (NTC&Logística)”, afirma.

O ambiente regulatório também segue pressionando. As multas aplicadas pela ANTT em relação ao piso mínimo do frete aumentaram, enquanto as incertezas sobre o seguro RC-V continuam afetando a operação, com dúvidas sobre critérios, fiscalização e disponibilidade de apólices no mercado. A PEC 22/2025, que trata da jornada e descanso dos motoristas profissionais, será outra pauta central em 2026, com as entidades buscando maior segurança jurídica para o setor.

“Será um ano que exigirá muito planejamento e conhecimento técnico. As empresas precisam acompanhar as atualizações legais, precificar com base em todos os impactos e promover uma recomposição tarifária que permita manter a saúde financeira e investir”, reforça Ana.

Na avaliação de Joyce Bessa, diretora de Estratégia e Gestão da TransJordano e vice-presidente extraordinária da Pauta ESG da NTC&Logística, 2026 exigirá um novo patamar de maturidade na gestão. “O fim da desoneração, a reforma tributária e a pressão por eficiência vão expor fragilidades operacionais. Empresas sem controle de custos, sem processos estruturados e sem dados confiáveis tendem a sofrer”, destaca.

A executiva reforça que a preparação deve começar agora, com simulações tributárias, revisão de contratos, investimento em tecnologia e formação de equipes capazes de lidar com um cenário mais exigente.

Apesar dos desafios, o setor também enxerga oportunidades. Programas como o Move Brasil, voltado à renovação de frota com linhas de crédito atrativas, e a crescente adoção de tecnologias como telemetria, IA e analytics podem gerar ganhos de eficiência relevantes. A transição energética, com o uso de biometano e GNV, também tende a avançar, desde que bem planejada e tecnicamente adequada.

A valorização dos profissionais será outro ponto crítico. Com a entrada em vigor da nova NR-1 em maio, que amplia a responsabilidade das empresas sobre saúde mental e bem-estar, a gestão de pessoas ganhará mais relevância. “Ambientes hostis, insalubres e sem preparo das lideranças deixarão de ser tolerados. A cultura organizacional será decisiva para atrair e reter talentos”, pontua Jarrouge.

Joyce acrescenta que investir em bem-estar, segurança, treinamento e estrutura deixará de ser diferencial e passará a ser pré-requisito. “Crescer em 2026 exigirá coerência entre discurso e prática. Empresas que tratam segurança, governança, ESG e pessoas como parte do núcleo do negócio serão mais resilientes e atrativas no médio e longo prazo”, finaliza.

CNT reforça cuidados para um ano com muitos feriados prolongados e lança o Guia Viagem Segura 2026

CNT reforça cuidados para um ano com muitos feriados prolongados e lança o Guia Viagem Segura 2026

Publicação reúne análises da infraestrutura, dados atualizados de acidentes e recomendações práticas para reduzir riscos nas rodovias brasileiras

O calendário de 2026 será marcado por uma sequência de feriados prolongados, muitos deles concentrados em quintas, sextas e segundas-feiras, o que tende a impulsionar o volume de viagens rodoviárias em todo o país. Diante desse cenário, a CNT lança o Guia CNT de Segurança nas Rodovias Brasileiras 2026, publicação voltada a orientar motoristas e contribuir para um trânsito mais seguro durante férias e feriados prolongados.

O Guia reúne informações essenciais sobre fatores de risco, condições das vias e boas práticas de condução, reforçando a importância do planejamento prévio e da atenção redobrada ao volante. O material destaca que conhecer antecipadamente o trecho a ser percorrido – incluindo o estado do pavimento, a geometria da via e a sinalização existente – é fundamental para mitigar riscos e tornar a viagem mais segura.

Para apoiar esse planejamento, a CNT disponibiliza ferramentas como a Pesquisa CNT de Rodovias 2025 e o Painel CNT de Acidentes Rodoviários, que permitem avaliar a infraestrutura viária, mapear pontos críticos e identificar os melhores trajetos sob os critérios de segurança e conservação.

Retrato da Segurança Viária

A publicação também apresenta um retrato preocupante da segurança viária no país. Entre janeiro e dezembro de 2025, as rodovias federais brasileiras registraram 72.476 acidentes, que resultaram em 6.040 mortes e 83.490 pessoas feridas. Os dados indicam uma média aproximada de 199 acidentes e 16 óbitos por dia no período analisado, reforçando a necessidade de atenção redobrada por parte de todos os usuários das rodovias.

As colisões permanecem como o tipo de ocorrência mais frequente, com 44.755 registros (61,8% do total). Já a principal causa de mortes foi transitar na contramão, responsável por 958 óbitos (15,9%). O levantamento aponta ainda que a ausência de reação do condutor foi a causa mais recorrente de acidentes, com 11.456 ocorrências (15,8%). Os números evidenciam o impacto direto do comportamento dos motoristas na segurança viária e reforçam a importância da direção defensiva.

O estudo identifica a BR-101 como a rodovia federal com maior volume de acidentes, somando 13.006 ocorrências (17,9%), além de liderar também o número de mortes, com 760 óbitos (12,6%) no período analisado. O dado reforça a necessidade de atenção especial nos trechos com maior fluxo e histórico elevado de risco.

Recomendações Práticas

Além do diagnóstico, o Guia Viagem Segura 2026 apresenta orientações práticas para que motoristas reconheçam trechos perigosos, interpretem corretamente a sinalização e adotem condutas preventivas. Entre as recomendações, estão cuidados básicos com a manutenção preventiva do veículo, planejamento da viagem, respeito aos limites de velocidade e atenção redobrada à presença de usuários vulneráveis (pedestres, ciclistas e motociclistas).

Para a diretora executiva da CNT, Fernanda Rezende, os dados reforçam que boa parte dos acidentes poderia ser evitada com atitudes simples. “Planejar o trajeto, revisar o veículo e respeitar a sinalização não são apenas recomendações: são ações que salvam vidas. Por isso reforçamos a importância da atenção contínua à via e da direção responsável. Nosso compromisso é oferecer informações que ajudem motoristas e transportadores a viajar com mais segurança e consciência”, explicou.

Geotab Connect 2026 tem início em Las Vegas com foco em dados, segurança e inteligência operacional

Geotab Connect 2026 tem início em Las Vegas com foco em dados, segurança e inteligência operacional

Primeiro dia do evento apresentou a visão estratégica da Geotab, avanços em videotelemetria, inteligência artificial e soluções voltadas à eficiência e à tomada de decisão no transporte e na logística

O Geotab Connect 2026 teve início ontem, 10 de fevereiro, em Las Vegas (EUA), com uma programação intensa e altamente estratégica, reunindo lideranças globais, especialistas e executivos do setor para discutir o uso inteligente de dados, tecnologia e inovação aplicadas à gestão de frotas e à logística. O evento recebe a comitiva da NTC&Logística, a convite da Geotab Brasil, formada por integrantes da COMJOVEM, membros da diretoria da entidade e empresários associados, que acompanham de perto os principais debates e conteúdos da programação.

A abertura do Geotab Connect ficou a cargo de Eduardo Canicoba, vice-presidente da Geotab no Brasil, que apresentou a visão estratégica da empresa, seu posicionamento global e os pilares que estruturam a plataforma. Em sua apresentação, Canicoba destacou a Geotab como uma plataforma aberta e escalável, organizada em pilares como produtividade, otimização de ativos, segurança, sustentabilidade e expansibilidade, com foco no uso inteligente dos dados – e não apenas na coleta de informações. “O Geotab Connect é um espaço para discutir como transformar dados em decisões reais. Não se trata apenas de tecnologia, mas de oferecer capacidade de gestão baseada em dados, conectando segurança, eficiência operacional e sustentabilidade em um único ecossistema”, afirmou Canicoba, ao contextualizar o papel do evento como um ambiente de troca de experiências e construção de visão de longo prazo.

Ainda no primeiro dia, a programação avançou para temas ligados à videotelemetria e segurança proativa, mostrando como o uso do vídeo integrado à telemetria permite compreender o contexto dos eventos, reduzir falsos positivos e acelerar o retorno sobre investimento. Foram apresentados dados que indicam impactos diretos na redução de acidentes e ganhos operacionais, especialmente em mercados complexos, como o brasileiro, no qual a leitura do contexto é decisiva para avaliações mais justas e eficientes.

Outro destaque foi a apresentação sobre planejamento, otimização e execução de rotas, que posicionou a roteirização moderna como uma camada estratégica de decisão. As soluções demonstradas evidenciaram como algoritmos avançados, integrados a sistemas corporativos, permitem lidar com múltiplas variáveis operacionais em tempo real, reduzindo custos, quilômetros rodados e horas extras, além de aumentar a previsibilidade das operações.

A programação do dia também apresentou a plataforma Geotab como um centro único de visibilidade e decisão, integrando dados de frota, comportamento, segurança, custos e manutenção em um único ambiente. O conteúdo reforçou o uso de inteligência artificial, scorecards comportamentais, reconstrução de eventos e integração com ferramentas analíticas como pilares para uma gestão mais estratégica e conectada à realidade das operações.

Da esquerda para direita: Hudson Rabelo, coordenador Nacional da COMJOVEM; Eduardo Canicoba, vice-presidente da Geotab Brasil; Daniela Signoretti, gerente de contas da Geotab Brasil e Elisete Balarini, assessora executiva da Presidência da NTC&Logística

Para o vice-presidente extraordinário de Assuntos dos Jovens Empresários da NTC&Logística e coordenador nacional da COMJOVEM, Hudson Rabelo, o primeiro dia do Geotab Connect evidenciou a maturidade do debate global sobre tecnologia aplicada ao transporte. “O que vimos, neste primeiro dia, foi uma abordagem muito clara sobre como dados, tecnologia e inteligência artificial deixam de ser tendência e passam a ser ferramentas práticas de gestão. Segurança, eficiência operacional, redução de custos e tomada de decisão baseada em evidências estiveram no centro das discussões. A oportunidade de participar desse evento, a convite da Geotab Brasil, permite que a NTC&Logística, por meio da COMJOVEM, da diretoria e de empresários associados, acompanhe de perto essas transformações e leve esses aprendizados para a realidade das empresas brasileiras”, avalia.

A programação do Geotab Connect 2026 segue ao longo do dia de hoje (11), com novos painéis e apresentações, e será concluída na quarta-feira, 12 de fevereiro, aprofundando debates sobre inteligência artificial aplicada à frota, sustentabilidade baseada em dados, segurança viária e gestão avançada de operações. A cobertura do evento acompanha essa participação institucional, conectando o Transporte Rodoviário de Cargas brasileiro às principais discussões globais sobre o futuro da logística.

Primeira edição 2026 do CONET&Intersindical receberá Eric Klein para debater os rumos econômicos do TRC

Primeira edição 2026 do CONET&Intersindical receberá Eric Klein para debater os rumos econômicos do TRC

A NTC&Logística – Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística realizará a primeira edição do CONET&Intersindical 2026 nos dias 26 e 27 de fevereiro, no Royal Tulip Brasília Alvorada, em Brasília (DF). O evento terá como entidade anfitriã a FENATAC – Federação Interestadual das Empresas de Transporte de Cargas e Logística, com o apoio dos sindicatos filiados.

Reconhecido por reunir lideranças, empresários e representantes do Transporte Rodoviário de Cargas (TRC), o CONET&Intersindical se consolida como um espaço estratégico para o debate de temas relevantes ao setor, promovendo a troca de experiências, o compartilhamento de boas práticas e a construção de soluções que contribuem para o desenvolvimento econômico e social.

Em seu formato tradicional, o evento é estruturado em duas frentes complementares: o CONET – voltado à discussão empresarial de custos, no qual o DECOPE – Departamento de Custos Operacionais e Pesquisas Técnicas e Econômicas da NTC&Logística apresenta pesquisas de mercado e analisa direcionamentos relacionados ao frete – e a Intersindical, dedicada ao debate de temas essenciais para o desenvolvimento das atividades do setor.

Entre os destaques da programação do CONET, está a palestra “Cenário Econômico e Perspectivas para o Transporte Rodoviário de Cargas”, a ser ministrada pelo jornalista Eric Klein, da CNBC Brasil. Com sólida trajetória na cobertura de acontecimentos nacionais e internacionais, Klein passou pela Record, onde consolidou experiência em reportagens investigativas e transmissões ao vivo de grande impacto. Atualmente, integra o time da CNBC Brasil, atuando com análises aprofundadas e informação em tempo real, com foco em economia, política e temas sociais.

Tendo por base o panorama econômico nacional, a palestra de Eric Klein apresentará projeções de mercado, expectativas para o segundo semestre de 2026 e possíveis impactos para o Transporte Rodoviário de Cargas.

PROGRAMAÇÃO PRELIMINAR

CONET&INTERSINDICAL | EDIÇÃO BRASÍLIA

26 e 27 de fevereiro de 2026

26 de fevereiro de 2026 | CONET

10h – Credenciamento

10h30 | 12h – Abertura Oficial

Composição da Mesa

12h | 13h – Almoço

13h30 | 14h30 – Painel: MERCADO E TARIFAS

Palestrante:

Engo Lauro Valdivia, Assessor Técnico da NTC&Logística

l Atualização do INCT (Índice Nacional de Custos do Transporte)

l Apresentação da Pesquisa de Mercado DECOPE 2026

l Demonstração e Aplicações práticas da Plataforma de Cálculo de Frete

14h30 | 14h45 – Painel: INOVAÇÃO E NOVOS NEGÓCIOS

Palestrante:

André de Simone, Vice-Presidente de Inovação e Novos Negócios

14h45 | 15h30 TALKS FORNECEDORES DA CADEIA PRODUTIVA DO TRC

O que esperar do ano de 2026 e como os produtos, serviços e soluções

podem contribuir para

o  Redução de custos operacionais

o  Ganhos de eficiência e produtividade

o  Gestão, tecnologia, segurança e sustentabilidade

nas empresas do TRC

15h30 | 16h – Intervalo

16h | 17h ENCONTRO COM EMPRESÁRIOS DO TRC

l Carga Lotação

Antonio Luis da Silva Junior, CEO da Tora Transportes

l Carga Fracionada

Marcelo Patrus, CEO da Patrus Transportes

l Carga Líquida e Perigosa

Oswaldo Vieira Caixeta Junior, CEO da Transac Transportes

e Presidente da ABTLP – Associação Brasileira de Transporte

e Logística de Produtos Perigosos

Foco:

·  Cenário de mercado e desafios operacionais

·  Expectativas para 2026

17h|18h30 – Palestra Magna:

CENÁRIO ECONÔMICO E PERSPECTIVAS PARA

O TRANSPORTE RODOVIÁRIO DE CARGAS

Palestrante: Eric Klein, Jornalista da CNBC Brasil

Jornalista com sólida trajetória na cobertura de grandes acontecimentos nacionais e internacionais. Passou pela Record, onde consolidou experiência em reportagens investigativas e transmissões ao vivo de alto impacto. Atualmente integra o time da CNBC Brasil, atuando com análise aprofundada e informação em tempo real, reforçando credibilidade e precisão editorial. Sua expertise abrange política, economia e temas sociais, sempre com rigor jornalístico e capacidade de conectar fatos a contextos mais amplos – qualidades que agregam profundidade e relevância a qualquer projeto de comunicação ou conteúdo estratégico.

19h – Considerações Finais e Encerramento

27 de fevereiro de 2026 | INTERSINDICAL

9h – Abertura da INTERSINDICAL

9h30 | 12h Painel 1: INFRAESTRUTURA

Palestrantes convidados:

CNT – Confederação Nacional do Transporte

l  Apresentação da Pesquisa CNT

Palestrante: Fernanda Rezende, Diretora Executiva

INFRA S.A.

l  Status do Plano Nacional de Logística (PNL)

Palestrante: George Lavor Teixeira, Coordenador

ANTT – Agência Nacional de Transportes Terrestres

l  Fiscalização no Transporte Rodoviário de Cargas:

piso mínimo de frete e seguros

Palestrante: Hugo Leonardo Cunha Rodrigues,

Superintendente de Fiscalização de Serviços de Transporte

Rodoviário de Cargas e Passageiros (SUFIS)

Debates

12h | 13h30 – Almoço

13h30 | 15h Painel 2: TRABALHISTA

Palestrante:

Dr. Narciso Figueirôa Junior, Assessor Jurídico da NTC&Logística

o  Atualizações da legislação

Perguntas e respostas

15h30 | 17h30 Painel 3: TRIBUTÁRIO

Palestrante:

Dr. Marcos Aurélio Ribeiro, Diretor Jurídico da NTC&Logística

Convidados:

Dra. Talita Pimenta Félix, Advogada, Mestre e Doutora em Direito pela PUC/SP,

e Coordenadora do Instituto Brasileiro de Estudos Tributários – IBET Goiânia

Dr. Ângelo de Angelis, Mestre em Economia pela Universidade Estadual de

Campinas – UNICAMP (SP)

o  Atualizações do cenário tributário

Perguntas e respostas

18h – Considerações Finais – Encerramento

20h30 – Jantar de Encerramento

Condições de Inscrição

l  Inscrições realizadas até 31 de dezembro
➝ Desconto de 15% sobre os valores de sócio, não sócio e extra jantar.

l  Inscrições realizadas até 31 de janeiro
➝ Desconto de 5% sobre os valores de sócio, não sócio e extra jantar.

l  Inscrições realizadas de 1º a 19 de fevereiro
➝ Valores integrais, sem desconto.

As inscrições se encerram em 19 de fevereiro.

Hospedagem – Tarifas Especiais

Para a compra de hospedagem com tarifas especiais, utilize o PROMOCODE:

CONETNTCBSB

Canal de contato para reservas:

l  Segunda a sexta-feira: das 9h às 18 horas

l  Sábado: das 10h às 14 horas

l  E-mail: df.reservas@goldentulip.com.br

l  Telefone: (61) 3424-7018

Patrocine o evento e impulsione a sua marca.

Fale com Elisete Balarini pelo telefone/WhatsApp (11) 99404-9647 ou pelos e-mails assessoria@ntc.org.br e comercial@ntc.org.br

Faça sua inscrição aqui.

Realização

l  NTC&Logística (Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística)

Entidade Anfitriã

l FENATAC (Federação Interestadual das Empresas de Transporte de Cargas & Logística)

Apoio

l  Sindicatos filiados à FENATAC

Patrocinadores

l  FENATRAN

l  Geotab

l  Road Card – Pamcard

l  Transpocred

l  TGID

l  Volkswagen Caminhões e Ônibus

l  Wisevia

Apoios Institucionais

l Sistema Transporte (CNT – Confederação Nacional do Transporte; SEST SENAT – Serviço Social do Transporte e Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte; ITL – Instituto de Transporte e Logística)

l  FuMTran (Fundação Memória do Transporte)

Apoio Logístico

l  Braspress

Relatório “Transporte e a COP30” evidencia participação histórica do setor na agenda climática global

Relatório “Transporte e a COP30” evidencia participação histórica do setor na agenda climática global

Publicação reflete desempenho do setor de transporte na Conferência do Clima no Brasil

O protagonismo do Sistema Transporte na COP30, realizada em Belém (PA), ganhou registro oficial no Relatório da Atuação Técnica e Institucional do Transporte e a COP30, publicação que consolida ações, articulações e resultados do setor na agenda climática global. O documento evidencia a presença qualificada do transporte brasileiro no maior evento climático do planeta e reforça o papel do Brasil como liderança na construção de soluções voltadas à descarbonização e à mobilidade sustentável.

Ao longo de meses de preparação e atuação durante a Conferência, o Sistema Transporte participou de diálogos técnicos, firmou parcerias com organismos nacionais e internacionais e esteve presente, de forma ativa, em painéis decisivos, ampliando sua influência nos debates estratégicos sobre o futuro da mobilidade e da transição energética.

Os principais números

Durante a COP30, mais de 24 mil pessoas circularam pelos espaços promovidos pelo Sistema Transporte, que incluíram a Estação do Desenvolvimento, na Green Zone; o Pavilhão Internacional do Transporte, na Blue Zone, além de eventos de networking e atividades culturais realizadas na Jambu Arena. Ao todo, foram promovidos 101 painéis técnicos, com a participação de 148 instituições, 28 parceiros e patrocinadores, mais de 7,5 mil interações em ativações e representantes de 39 nacionalidades.

Na Green Zone, a Estação do Desenvolvimento recebeu mais de 10 mil visitantes, com uma programação que reuniu palestras, debates, ativações e cases de boas práticas em transporte sustentável, apresentados por meio do Mural de Soluções e de experiências interativas. Já na Blue Zone, o Pavilhão Internacional do Transporte – o primeiro da história de uma Conferência das Partes – atraiu cerca de 2.300 pessoas e se consolidou como espaço estratégico de articulação política e institucional com governos e organismos internacionais.

O presidente do Sistema Transporte, Vander Costa, destacou o caráter transformador da participação do setor no evento. “A COP30 é o marco de uma transformação profunda e definitiva na matriz de transporte brasileira. Precisamos ampliar o uso de alternativas limpas, fortalecer os transportes ferroviário e hidroviário, e avançar na multimodalidade. Essa mudança exige planejamento, segurança jurídica e cooperação entre governo, órgãos reguladores, entidades e empresas do setor. O transporte brasileiro assumiu seu papel na essência, que é ser parte da solução para a descarbonização, da competitividade e da sustentabilidade, deixando um legado duradouro para o país e o mundo.”

Preparação para a próxima edição da Conferência

Com os resultados alcançados na COP30, o Sistema Transporte já iniciou a organização interna para sua participação na COP31, que será realizada entre os dias 9 e 20 de novembro de 2026, em Antalya, na Turquia, sob um arranjo de presidência compartilhada com a Austrália. A presença brasileira nesse novo ciclo reforça o papel de liderança do setor nas discussões climáticas globais e evidencia a capacidade do transporte nacional de influenciar os rumos da mobilidade sustentável no cenário internacional.

Para o presidente Vander, “esse protagonismo significa assumir responsabilidades estratégicas na construção de soluções coletivas, fortalecendo a imagem do transporte brasileiro como ator comprometido com a descarbonização, a competitividade e a sustentabilidade”.

Acesse o relatório completo.