por COMJOVEM NTC | jul 15, 2026 | Artigos, Núcleo Santos
Quando um grupo de pessoas, uma determinada região ou local passam por momentos de calamidade pública, a comoção e a vontade de ajudar geram ondas de doação em todos os cantos do país. Milhares de peças de roupas, quilos de alimentos, água, itens de higiene pessoal e a própria mão de obra são doados, arrecadados e reunidos com a intenção mais nobre: ajudar quem precisa.
É nesse momento em que o setor de transporte rodoviário de carga entra com o papel fundamental de se tornar a ponte entre quem mais precisa, e quem pode ajudar. A logística se torna uma linha de frente importante e essencial na distribuição com urgência e precisão de todos os insumos.
Com 1,7 milhão de quilômetros de estrada em todo o território nacional, o transporte rodoviário consegue alcançar locais em que nenhum outro modal conseguiria. Com a sua flexibilidade e agilidade, a logística terrestre consegue transformar as doações em ajuda efetiva, entregando esperança, alívio e muitas vezes, sendo a diferença entre o desespero e a recuperação.
Além disso, o setor contribui para manter a economia funcionando em meio ao caos. Garantindo o abastecimento de centros urbanos e rurais, mesmo em situações adversas, conseguindo ajudar a preservar empregos, evitar o colapso de serviços essenciais e manter a circulação dos itens fundamentais.
O papel do transporte rodoviário em emergências vai muito além da logística tradicional. Ele exige sensibilidade, agilidade e compromisso com o bem-estar coletivo. Em tempos difíceis, é esse setor que carrega, literalmente, a força da solidariedade pelas estradas do país.
por COMJOVEM NTC | jun 22, 2026 | ComJovem, Núcleo Santos
A COMJOVEM Núcleo Santos realizou sua sexta reunião mensal de 2026 em formato externo nesta sexta-feira (19), na sede da Terra Master Terminais. O encontro reuniu participantes do núcleo para conhecer de perto a estrutura da empresa e, na sequência, seguiu com uma visita técnica ao terminal.
A reunião foi um convite de Gabriel Veneziani, Coordenador Financeiro da Terra Master e membro da COMJOVEM Santos. “É uma honra receber a COMJOVEM aqui, agradecer sempre pela nossa parceria. Vamos conhecer um pouco da empresa, da história, dos nossos aposentos aqui. Espero que seja um dia de muito enriquecimento para todo mundo”, disse Veneziani.
Gabriel Alves, Coordenador do Núcleo Santos, destacou o porte da empresa visitada e agradeceu a recepção. “Conhecer toda a estrutura da empresa, uma empresa enorme, renomada aqui na Baixada Santista. Só agradecer pela recepção”, afirmou.
Os participantes também tiveram a oportunidade de ouvir um pouco da trajetória de Fernanda Veneziani, CEO da Terra Master, fundada em 2005 e conduzida como um negócio de família. “A gente trabalhou num processo aqui de governança corporativa para estruturar bem o modelo de sucessão. Nós temos um acordo de sócios muito bem definido, muito bem estruturado”, explicou.
Outro ponto abordado por Fernanda, que é advogada de formação, foi a importância da conformidade regulatória no setor. “As leis existem para serem cumpridas, independente de eu aceitar, de eu concordar. Os CIOTs, os fretes mínimos. A gente vai se adaptar rapidamente para cumprir”, afirmou, citando as recentes mudanças do CIOT.
Também participaram do encontro representantes da Transpocred, cooperativa de crédito especializada no segmento de transportes, logística e correios, que apresentaram aos membros da COMJOVEM Santos soluções de financiamento e crédito voltadas ao setor, como linhas para aquisição e renovação de frota, capital de giro e produtos de gestão financeira desenvolvidos especificamente para atender às necessidades do segmento de transportes e logística.
Após a reunião, o grupo seguiu para uma visita técnica ao terminal da Terra Master, conhecendo de perto a operação e a estrutura logística da empresa. Encontros como esse reforçam o propósito da COMJOVEM de aproximar jovens executivos do setor de transporte rodoviário de cargas e ampliar o conhecimento sobre diferentes modelos de negócio e operação na região da Baixada Santista.
por COMJOVEM NTC | dez 2, 2024 | Artigos, Núcleo Santos
A segurança cibernética é um assunto de extrema importância no desenvolvimento de empresas, porém muitas vezes é deixada de lado, principalmente em cenários onde os investimentos são limitados, sendo priorizados para ações focadas em ganho de produtividade e aumento de faturamento. Em empresas de transporte rodoviário de cargas, não é diferente. O mercado do transporte, que historicamente possui margens de lucro baixas, com custos operacionais muito elevados, os assuntos relacionados à segurança cibernética muitas vezes são deixados de lado.
As transportadoras lidam com uma grande quantidade de informações, incluindo detalhes sobre cargas, rotas, clientes e operações financeiras. O uso de tecnologias como rastreamento em tempo real e telemetria, usadas para aumentar a segurança e eficiência, também aumentam a vulnerabilidade a ataques cibernéticos. Uma invasão no sistema pode resultar em graves consequências, como prejuízo nas operações, perda de dados confidenciais dos clientes, perdas financeiras e danos à reputação da empresa.
Links maliciosos podem ser acessados a qualquer momento pelos funcionários de forma acidental, possibilitando a invasão de hackers dentro do sistema das empresas. Uma vez dentro dos servidores, esses malwares acessam informações confidenciais, podendo até subtrai-las das empresas para uso indevido ou para a cobrança de resgate. Esse tipo de invasão pode paralisar toda operação de empresas do setor, causando grandes perdas financeiras e também mostrando insegurança para seus clientes.
Dentro deste cenário, é cada vez mais evidente que as empresas precisam investir na sua segurança cibernética, o que pode futuramente, evitar grandes prejuízos financeiros. O primeiro passo seria treinamento para funcionários, evidenciando a importância da confidencialidade das informações e o cuidado com acessos indevidos, possibilitando a identificação de ameaças à segurança. Investimento em segurança tecnológica como a instalação de firewalls, sistemas de detecção de intrusão e software antivírus em todos os dispositivos conectados à rede da empresa também é muito importante. Sistemas de segurança funcionam como uma segunda barreira, após o erro humano de acessar links maliciosos, e garantem que esses malwares não consigam avançar dentro do sistema informacional das empresas. Por último, supervisionar em tempo real todas as atividades digitais da empresa pode ajudar a identificar rapidamente qualquer comportamento suspeito.
Os fatores mencionados acima podem ser grandes desafios para empresas de pequeno e médio porte, por se tratarem de investimentos elevados. Por este motivo, uma solução viável seria a contratação de serviços de segurança cibernética que ofereçam monitoramento 24 horas por dia, garantindo a detecção de qualquer invasão.
Mudar a cultura das empresas para realocar investimentos e destinar capital para segurança cibernética é um outro desafio, porém é de extrema importância que as transportadoras consigam investir nesse tipo de segurança. A mentalidade deve ser a mesma em relação aos investimentos em rastreadores e gerenciadoras de risco, pois são custos altos, porém necessários, e quando funcionam, podem evitar grandes prejuízos. Proteger-se contra ameaças não é apenas uma questão de tecnologia, mas uma necessidade estratégica para garantir a continuidade dos negócios e a proteção dos dados.
Em resumo, a segurança cibernética em uma transportadora de médio porte exige uma abordagem integrada que combine tecnologia, treinamento e uma forte cultura de segurança. Com essas práticas, a empresa estará mais bem equipada para proteger suas operações e garantir que seus clientes continuem a confiar em seus serviços. Investir em segurança cibernética é garantir a longevidade e a solidez da empresa no mercado, mesmo diante dos desafios digitais cada vez maiores.
por COMJOVEM NTC | dez 2, 2024 | Artigos, Núcleo Santos
Nos últimos anos, o Big Data tem sido amplamente discutido em diversas indústrias, à medida que as organizações buscam formas de coletar grandes volumes de dados para obter informações valiosos. Ao mesmo tempo, a análise preditiva surgiu como uma ferramenta que utiliza esses dados para prever tendências e comportamentos futuros.
Conceitos Fundamentais Big Data
Big Data é o conjunto de dados que são tão grandes e complexos que se tornam difíceis de gerenciar e analisar utilizando técnicas tradicionais de gerenciamento de dados. Esses conjuntos de dados são frequentemente caracterizados pelas “cinco Vs” a seguir:
Volume: É a quantidade massiva de dados gerados e coletados.
Variedade: É a diversidade dos dados, que podem vir em formatos estruturados, semiestruturados ou não estruturados.
Velocidade: Se relaciona à velocidade com que os dados são gerados e precisam ser processados.
Veracidade: Refere-se à qualidade e confiabilidade dos dados.
Valor: É o potencial dos dados para fornecer insights e criar valor para a organização.
Análise Preditiva
A análise preditiva é uma técnica analítica que utiliza modelos estatísticos e algoritmos de machine learning para analisar dados históricos e fazer previsões sobre eventos futuros. Essa técnica envolve três etapas principais:
Coleta de dados: Agrega dados relevantes que serão utilizados para a construção do modelo preditivo.
Modelagem: Aplicação de técnicas de machine learning e estatísticas para criar um modelo que consiga prever resultados com base nos dados históricos.
Validação e Implementação: Teste e ajuste do modelo para garantir sua precisão antes de sua aplicação no ambiente real.
A relação entre Big Data e Análise Preditiva
Big Data e análise preditiva estão profundamente interligados. Big Data fornece a vasta quantidade de dados necessária para alimentar modelos preditivos, enquanto a análise preditiva utiliza esses dados para identificar padrões e fazer previsões. O grande volume e a variedade de dados disponíveis por meio de Big Data permitem que os modelos preditivos
sejam mais precisos e robustos, uma vez que podem ser treinados com um maior conjunto de variáveis e cenários.
Aplicações Práticas Finanças
No setor financeiro, a análise preditiva é usada para prever o risco de crédito, detectar fraudes e otimizar carteiras de investimento. Com o auxílio de Big Data, as instituições financeiras podem analisar padrões históricos de transações e comportamento do cliente para prever quais clientes têm maior probabilidade de inadimplência ou fraude.
Saúde
Na área da saúde, a análise preditiva é empregada para prever surtos de doenças, identificar pacientes com alto risco de complicações e otimizar o planejamento de recursos. Ao utilizar grandes volumes de dados de pacientes, hospitais e instituições de saúde podem tomar decisões mais informadas e melhorar a qualidade do atendimento.
Varejo
Empresas de varejo utilizam a análise preditiva para prever demandas de estoque, otimizar a gestão da cadeia de suprimentos e personalizar campanhas de marketing. Ao analisar os dados de vendas e comportamento do cliente, os varejistas podem prever quais produtos terão maior demanda em diferentes épocas do ano e ajustar suas estratégias de acordo.
Conclusão
Big Data e análise preditiva representam uma combinação poderosa que pode transformar a forma como as organizações operam e tomam decisões. Apesar dos desafios significativos na coleta, integração e análise de grandes volumes de dados, as recompensas potenciais são substanciais. À medida que as tecnologias de Big Data e análise preditiva continuam a evoluir, espera-se que seu impacto nas diversas indústrias se torne ainda mais profundo e transformador.
Referências
- Provost, F., & Fawcett, T. (2013). Data Science for Business: What You Need to Know about Data Mining and Data-Analytic Thinking. O’Reilly Media.
- Dean, J., & Ghemawat, S. (2008). MapReduce: Simplified Data Processing on Large Clusters. Communications of the ACM, 51(1), 107-113.
- Witten, I. H., Frank, E., & Hall, M. A. (2016). Data Mining: Practical Machine Learning Tools and Techniques. Morgan Kaufmann.
- IBM. (2021). Big Data & Analytics. Retrieved from IBM official website.
- SAS Institute. (2020). Predictive Analytics: What it is and why it matters. Retrieved from SAS official website.
por comjovem | set 4, 2023 | Artigos, ComJovem, Núcleo Santos
O transporte rodoviário de cargas (TRC) desempenha um papel fundamental da rede logística, que move as economias em todo o mundo. No entanto, com as crescentes preocupações sobre as mudanças climáticas e a necessidade de reduzir as emissões de gases de efeito estufa estão pressionando o setor de TRC a buscar alternativas mais sustentáveis ao meio ambiente. Uma das soluções mais promissoras para o transporte é usar fontes renováveis de energia para impulsionar os caminhões nas estradas. São elas:
Biocombustíveis: Os biocombustíveis, como o biodiesel, têm ganhado popularidade. Eles podem ser produzidos a partir de fontes renováveis, como óleo de cozinha usado e culturas de biomassa, reduzindo em escala significativa as emissões de carbono em comparação com os combustíveis tradicionais.
Baterias Renováveis: O desenvolvimento de baterias avançadas em tecnologias de armazenamento tem sido um grande impulsionador no TRC. Os veículos elétricos e híbridos estão se tornando mais viáveis para o transporte de cargas, com baterias de longa duração e estações de recarga cada vez mais acessíveis.
Energia Solar: A energia solar tem se destacado como uma das fontes renováveis para os caminhões. Os painéis solares podem ser instalados nos telhados dos veículos, aproveitando a energia do sol para alimentar os sistemas internos. Isso não apenas reduz os custos operacionais, mas também ajuda a diminuir as emissões de carbono.
A adoção de fontes renováveis no TRC oferece diversos benefícios:
Redução de Emissões de Gases de Efeito Estufa
Redução de Custos Operacionais
Sustentabilidade
É possível detalhar cada benefício das fontes renováveis, porém a aquisição desses meios no transporte também enfrenta desafios, como custos iniciais mais altos para veículos elétricos e a necessidade de políticas de incentivo.
O futuro do TRC está se orientando cada vez mais para fontes de energia mais sustentáveis e renováveis. Com a tecnologia em constante evolução e o aumento do foco na sustentabilidade, podemos esperar ver uma transição significativa para veículos de transporte mais amigos do meio ambiente nos próximos anos.
Por: Gabriel Alves Pinto – COMJOVEM Santos
por comjovem | set 30, 2022 | Artigos, Núcleo Santos
O presente artigo tem por finalidade tratar a respeito de ESG, posto isto o ESG se traduz como Environmental (Ambiental, E), Social (Social, S) e Governance (Governança)G, entretanto no Brasil também se é utilizado a sigla ASG, possuindo o mesmo significado.
Deste modo, passando a conceituar a sigla supracitada, podemos citar que Environmental ou Ambiental se refere as práticas da empresa ou entidade inerentes ao meio ambiente de um modo geral englobando Assuntos como o aquecimento global; emissão de gases poluentes, como o carbono e metano; poluição do ar e da água; desmatamento; gestão de resíduos; eficiência energética; biodiversidade; entre outros.
Diferentemente de Social, este está diretamente relacionado a responsabilidade social, como o próprio nome já sugere, deste modo se visualiza o impacto que as empresas trazem para sociedade, assim neste quesito se pode identificar assuntos que se deferentes a dignidade da pessoa humana, além da proteção de dados e privacidade; satisfação dos clientes; investimento social; e relacionamento com a comunidade local. E por última a Governance ou Governança está ligado às políticas, processos, estratégias e orientações de administração das empresas e entidades.
Não delimitando a tradução da sigla, insta salientar que o termo vem a ser muito mais. Do que todo o elencando até o momento, vez que a sigla em questão tem se tornado sinônimo de responsabilidade socioambiental, reputação e credibilidade para as empresas.
Deste modo a sigla as empresas que adotam o ESG trazem um bem-estar não só para os colaboradores ali inseridos, mas para toda a sociedade, sendo de suma importância a conscientização e a maior vinculação de informação, a fim de que o tema seja mais adotado e discutido e posteriormente mais adotado em outras empresas.
Posto a conceituação inframencionada acerca do tema em questão, cabe citar como surgiu a questão em tela, assim fora no de 2004 que a sigla passou a ser adotada em um relatório feito pelo Pacto Global, braço da Organização das Nações Unidas (ONU) que possui como finalidade buscar que empresas, bem como outros tipos de organizações insiram nestas princípios inerentes aos direitos humanos englobando neste áreas ligadas ao meio ambiente, buscando-se assim um bem estar coletivo.
Por: COMJOVEM Santos