Últimos dias para participar da Pesquisa de Mercado do TRC 2026. Participe!

Últimos dias para participar da Pesquisa de Mercado do TRC 2026. Participe!

A NTC&Logística deu início a uma nova edição da Pesquisa de Mercado do Transporte Rodoviário de Cargas (TRC), com o objetivo de avaliar o cenário econômico do setor no primeiro semestre de 2026 e reunir informações estratégicas sobre os desafios, oportunidades e tendências que impactam as empresas transportadoras em todo o país. 

O levantamento está sendo realizado por meio de um questionário objetivo e de fácil preenchimento, composto por perguntas de múltipla escolha. A iniciativa busca ampliar o conhecimento sobre a realidade do transporte rodoviário de cargas, contribuindo para a elaboração de análises, estudos e ações voltadas ao fortalecimento do setor.

A participação das empresas é fundamental para garantir a representatividade dos dados coletados e permitir a construção de um panorama atualizado e confiável da atividade transportadora no Brasil. As informações obtidas também servirão de base para discussões institucionais e para o desenvolvimento de estratégias que atendam às demandas do segmento.

Os resultados consolidados da pesquisa serão apresentados durante a segunda edição de 2026 do CONET&Intersindical (Conselho Nacional de Estudos em Transporte, Custos, Tarifas e Mercado), que será realizada no dia 27 de agosto, em Ouro Preto (MG).

A NTC&Logística convida todas as empresas transportadoras a participarem da pesquisa e contribuírem para o fortalecimento da representação e do desenvolvimento do Transporte Rodoviário de Cargas. O questionário estará disponível até o dia 20 de agosto.

Acesse o questionário e participe:

https://forms.gle/ktGbDcBM3KQfMPyB7

ANTT abre Tomada de Subsídios para revisão dos pisos mínimos do Transporte Rodoviário de Cargas

ANTT abre Tomada de Subsídios para revisão dos pisos mínimos do Transporte Rodoviário de Cargas

A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), por meio da Superintendência de Serviços de Transporte Rodoviário e Multimodal de Cargas (Suroc), realizará a Tomada de Subsídios nº 3/2026 com o objetivo de obter dados técnicos das operações de transporte para subsidiar a revisão da Resolução nº 5.867/2020. A norma estabelece as regras gerais, a metodologia e os coeficientes dos pisos mínimos referentes ao quilômetro rodado no serviço de transporte rodoviário remunerado de cargas, por eixo carregado, no âmbito da Política Nacional de Pisos Mínimos do Transporte Rodoviário de Cargas.

A coleta de dados será realizada entre as 9h do dia 17 de agosto e as 18h do dia 26 de agosto de 2026, e representa uma oportunidade para que o setor forneça informações da realidade operacional que possam contribuir tecnicamente para o processo de revisão. A documentação e a planilha para preenchimento dos dados estarão disponíveis no portal ParticipANTT, no espaço destinado à Tomada de Subsídios nº 003/2026.

Confira a publicação completa: https://www.in.gov.br/web/dou/-/aviso-de-tomada-de-subsidios-n-3/2026-725113951 

Inclusão feminina no transporte exige qualificação, infraestrutura e articulação institucional

Inclusão feminina no transporte exige qualificação, infraestrutura e articulação institucional

Diretora-executiva nacional do SEST SENAT defende formação profissional, melhores condições de trabalho e articulação entre governo, empresas e entidades para ampliar a participação das mulheres no setor

A ampliação da participação feminina no transporte passa por um conjunto de ações que envolve qualificação profissional, infraestrutura adequada e articulação entre poder público, empresas e entidades formadoras. Essa foi a principal mensagem da diretora executiva nacional do SEST SENAT, Nicole Goulart, durante o painel “Governança em Setores Regulados: poder, articulação institucional e impacto territorial”, realizado nessa quarta-feira (12), no evento Elas em Ação: Mulheres que Transformam o Futuro, em Brasília.

O debate reuniu lideranças de diferentes setores estratégicos para discutir como a governança, as políticas públicas, os investimentos e a cooperação institucional contribuem para o desenvolvimento regional e o fortalecimento de cadeias produtivas. Além de Nicole Goulart, participaram do painel a diretora de Relações Governamentais da Sanofi, Tatiana Porto; a gerente-geral do Cenpes (Centro de Pesquisas da Petrobras), Roberta Mendes; a advogada e professora Celita Oliveira Sousa, e a palestrante Jaqueline Rodrigues.

Durante sua apresentação, Nicole destacou a atuação do SEST SENAT na qualificação profissional e na promoção da saúde dos trabalhadores do transporte, ressaltando que a instituição contribui para a formação de mão de obra qualificada e para que as empresas atendam às exigências regulatórias do setor.

Ao abordar a presença feminina no transporte, Nicole afirmou que a inclusão das mulheres depende de mudanças estruturais que garantam condições adequadas para o exercício da profissão. Segundo ela, iniciativas como o Elas em Ação ampliam o debate sobre a ocupação de espaços de liderança, mas também evidenciam desafios que ainda precisam ser superados para que essa participação ocorra de forma efetiva.

Entre os exemplos citados, está a necessidade de ampliar a infraestrutura de apoio aos motoristas profissionais nas rodovias. Para Nicole, a oferta de pontos de parada seguros e adequados deve integrar a estratégia de ampliação da participação feminina no transporte rodoviário.

“Não adianta trazer dados que dizem faltar cerca de 1,5 milhão de motoristas profissionais no nosso setor e dizer que a gente precisa incluir mulheres sem olhar para uma colaboração entre entes governamentais, empresas privadas e entidades formadoras”, afirmou.

Formação profissional é condição para a inclusão

Nicole também defendeu que políticas de inclusão sejam acompanhadas de investimentos em capacitação e desenvolvimento profissional.

“Políticas de inclusão precisam estar acompanhadas de formação e de condições concretas para o exercício das atividades. Não adianta ter política de cotas, por exemplo, se a gente não capacita a mulher para ocupar esse espaço”, disse.

A diretora ressaltou ainda que as instituições de ensino e qualificação têm papel fundamental na transformação da percepção sobre as profissões do transporte, contribuindo para que a presença feminina em atividades historicamente ocupadas por homens seja encarada com naturalidade.

“O meu papel, enquanto instituição formadora, é diminuir esse espanto. Tem que ser normal ver mulheres ocupando funções que, historicamente, foram associadas aos homens”, afirmou.

Sobre o Elas em Ação

Realizado nos dias 11 e 12 de agosto, no Teatro Nacional Cláudio Santoro, em Brasília, o Elas em Ação: Mulheres que Transformam o Futuro é um encontro nacional, independente e apartidário que reúne lideranças do governo, da indústria, do agronegócio, da sociedade civil e da iniciativa privada para discutir temas relacionados à liderança feminina, inovação, ESG, comunicação estratégica, desenvolvimento institucional e políticas públicas. O evento busca fortalecer a participação das mulheres em espaços de decisão e promover a troca de experiências entre profissionais que atuam em áreas estratégicas para o desenvolvimento do país.

ABTLP acende alerta para falta de controle em plataformas de aplicativos que ameaçam segurança de transportes perigosos

ABTLP acende alerta para falta de controle em plataformas de aplicativos que ameaçam segurança de transportes perigosos

O avanço das plataformas digitais de transporte por aplicativo começa a alcançar o transporte de produtos perigosos, atividade que exige veículos adequados, equipamentos específicos, documentação obrigatória, gerenciamento de riscos e motoristas devidamente capacitados. O crescimento desse tipo de alternativa ocorre em um cenário que ainda exige atenção à segurança, segundo a associação nacional do setor, que  defende uma fiscalização mais rigorosa e regras mais claras para garantir a segurança nas plataformas digitais de transporte por aplicativo. A associação lembra que, somente no Estado de São Paulo, foram registrados 467 acidentes envolvendo o transporte rodoviário de produtos perigosos em 2025, dos quais 30 resultaram em vítimas fatais, segundo dados do Panorama de Sinistros no Transporte Rodoviário de Produtos Perigosos no Estado de São Paulo, compilados pela Associação Brasileira de Transporte e Logística de Produtos Perigosos (ABTLP).

Diante desse cenário desafiador, a ABTLP alerta que a falta de mecanismos efetivos para verificar o cumprimento das exigências legais e regulatórias aplicáveis a esse tipo de transporte pode comprometer a segurança das operações. A entidade tem recebido relatos indicando que cargas classificadas como perigosas estariam sendo transportadas por plataformas digitais sem evidências de que a regularidade do transportador, do veículo, do condutor e da documentação tenha sido previamente verificada. Segundo o presidente da associação, Oswaldo Caixeta, o assunto também tem aparecido de forma recorrente em fóruns técnicos e institucionais dos quais a associação participa. “Trata-se de uma situação extremamente preocupante, especialmente no contexto do transporte de produtos perigosos, atividade submetida a rigorosos requisitos legais e de segurança“, explica o dirigente. Caixeta ressalta ainda que, por envolver produtos potencialmente poluidores, eventuais irregularidades podem resultar, inclusive, em responsabilização criminal nos termos da Lei de Crimes Ambientais, consideradas as condutas e responsabilidades de cada agente envolvido.

Nesse contexto, a atenção, diz, não deve se concentrar apenas no transportador contratado por meio da plataforma. O cumprimento das exigências aplicáveis ao transporte de produtos perigosos envolve diferentes participantes da cadeia, cada um com deveres específicos previstos na regulamentação. Por isso, a adoção de mecanismos capazes de verificar previamente a regularidade da operação é considerada essencial para reduzir riscos e evitar que cargas sejam movimentadas fora dos padrões exigidos.

Caixeta destaca que os riscos próprios dos produtos perigosos são ampliados quando a operação não segue as normas vigentes: “Antes de tudo, é importante destacar que todo risco inerente a um produto classificado como perigoso é potencializado quando seu transporte ocorre em desacordo com a regulamentação vigente. Nessas situações, a exposição ao risco se estende a todas as pessoas que, direta ou indiretamente, tenham contato com a carga, comprometendo não apenas a segurança da operação, mas também a saúde pública, o meio ambiente e a integridade do patrimônio público e privado”.

Além dos impactos sobre a segurança, o presidente da ABTLP aponta que a ausência de controles pode provocar desequilíbrios no mercado, uma vez que, em muitos casos, as plataformas não exigem o cumprimento dos requisitos regulatórios aplicáveis, reduzindo os custos das operações de transporte. “Isso gera uma concorrência desleal, ao permitir que operadores irregulares ofereçam preços artificialmente reduzidos por não arcarem com as obrigações legais, operacionais e de segurança impostas ao transporte de produtos perigosos”, aponta Caixeta. Para a ABTLP, a inovação tecnológica deve seguir os mesmos padrões regulatórios exigidos das transportadoras: “A ABTLP espera que a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) intensifique a fiscalização e adote medidas preventivas para impedir operações irregulares, sem bloquear o uso responsável da tecnologia no transporte de cargas”, destaca o alerta da associação.

Caiado recebe propostas do transporte de cargas em encontro com empresários de SP

Caiado recebe propostas do transporte de cargas em encontro com empresários de SP

FETCESP entregou ao candidato à Presidência documento com sete eixos de prioridades do setor, no primeiro encontro do Projeto Eleições 2026

A Federação das Empresas de Transporte de Cargas do Estado de São Paulo (FETCESP) recebeu, na quarta-feira (12), o candidato à Presidência da República Ronaldo Caiado (PSD) em sua sede, em São Paulo. O encontro marcou a abertura do Projeto Eleições 2026, iniciativa da entidade que pretende reunir candidatos à Presidência e ao Governo de São Paulo para debater propostas para o transporte, a logística e a competitividade do país.

O que pede o setor de transporte de cargas

Na ocasião, a FETCESP entregou a Caiado o documento “Diretrizes para o Transporte Rodoviário de Cargas”, elaborado em conjunto com os 14 sindicatos que compõem a base territorial da federação. O texto está organizado em sete eixos: ambiente regulatório e segurança jurídica; reforma e simplificação tributária; investimentos estruturantes em infraestrutura; segurança pública e combate ao roubo de cargas; renovação de frota e transição para veículos menos poluentes; sustentabilidade econômica diante da pressão de custos e geração de empregos com desoneração da folha de pagamento (redução dos impostos que incidem sobre a contratação de funcionários).

Entre as reivindicações estão mais previsibilidade regulatória, redução de burocracia, uma transição tributária segura, mais investimentos em rodovias e corredores logísticos, integração das forças de segurança no combate ao roubo de cargas, linhas de financiamento para renovação de frota e políticas voltadas à preservação de empregos e à competitividade das transportadoras.

Panzan: rodovias precárias oneram o frete

Ao abrir o encontro, o presidente da FETCESP, Carlos Panzan, defendeu que o transporte de cargas ocupe lugar central nas discussões sobre o futuro do país. O transporte rodoviário, ou seja, o feito por caminhões, responde por cerca de 65% de toda a carga movimentada no Brasil e tem papel direto no abastecimento, na produção industrial, no agronegócio e no comércio.

“O transporte rodoviário de cargas é a artéria vital da economia brasileira. Garantir a saúde financeira, a segurança jurídica e a eficiência desse setor significa baratear o alimento na mesa do cidadão, proteger empregos e tornar o produto brasileiro competitivo globalmente”, afirmou.

Panzan citou ainda dados da Pesquisa CNT de Rodovias, da Confederação Nacional dos Transportes, segundo a qual as deficiências da malha rodoviária elevam em cerca de 31% os custos operacionais do transporte de cargas no país.

“A infraestrutura precisa ser tratada como uma questão estratégica para o desenvolvimento. Quando uma rodovia apresenta problemas, o impacto não fica restrito à transportadora. Ele chega ao custo do frete, à competitividade dos produtos e, no final da cadeia, ao consumidor”, destacou.

Caiado defende planejamento de longo prazo e cita caminhões autônomos

Em sua apresentação, Ronaldo Caiado defendeu maior planejamento de longo prazo para a infraestrutura do país, tratando o tema como uma das condições para o Brasil recuperar competitividade. O candidato chamou atenção para o baixo nível de investimentos no setor e seus efeitos sobre os custos das transportadoras.

“Não podemos querer disputar espaço entre as grandes economias sem oferecer uma infraestrutura compatível com essa ambição. As deficiências das rodovias aumentam custos, reduzem produtividade e acabam chegando ao preço do frete”, afirmou.

O candidato também comentou a necessidade de o país acompanhar transformações tecnológicas já em curso em outras economias, citando o desenvolvimento de caminhões autônomos como exemplo. Para ele, avançar nesse campo exige combinar infraestrutura adequada, segurança jurídica e regras atualizadas.

“Enquanto grandes economias já discutem caminhões autônomos e novas tecnologias, nós ainda enfrentamos dificuldades básicas de infraestrutura e de atualização regulatória. Precisamos criar condições para que inovação, investimento e desenvolvimento avancem juntos”, disse.

Próximos passos

Ao encerrar o encontro, Panzan reforçou a intenção da federação de manter as demandas do transporte de cargas no debate eleitoral.

“Esperamos que essas questões sejam consideradas na construção do próximo governo, com um ambiente de negócios moderno, seguro e previsível. O transporte rodoviário de cargas estará sempre disposto a esse diálogo”, disse.

A FETCESP afirma que pretende receber outros candidatos à Presidência da República e ao Governo de São Paulo nos próximos meses, em encontros de caráter institucional, plural e apartidário, com igualdade de tratamento entre os participantes. O documento completo com as propostas do setor pode ser consultado no site da federação.

Últimos dias para participar da Pesquisa de Mercado do TRC 2026. Participe!

Últimos dias para participar da Pesquisa de Mercado do TRC 2026. Participe!

A NTC&Logística deu início a uma nova edição da Pesquisa de Mercado do Transporte Rodoviário de Cargas (TRC), com o objetivo de avaliar o cenário econômico do setor no primeiro semestre de 2026 e reunir informações estratégicas sobre os desafios, oportunidades e tendências que impactam as empresas transportadoras em todo o país. 

O levantamento está sendo realizado por meio de um questionário objetivo e de fácil preenchimento, composto por perguntas de múltipla escolha. A iniciativa busca ampliar o conhecimento sobre a realidade do transporte rodoviário de cargas, contribuindo para a elaboração de análises, estudos e ações voltadas ao fortalecimento do setor.

A participação das empresas é fundamental para garantir a representatividade dos dados coletados e permitir a construção de um panorama atualizado e confiável da atividade transportadora no Brasil. As informações obtidas também servirão de base para discussões institucionais e para o desenvolvimento de estratégias que atendam às demandas do segmento.

Os resultados consolidados da pesquisa serão apresentados durante a segunda edição de 2026 do CONET&Intersindical (Conselho Nacional de Estudos em Transporte, Custos, Tarifas e Mercado), que será realizada no dia 27 de agosto, em Ouro Preto (MG).

A NTC&Logística convida todas as empresas transportadoras a participarem da pesquisa e contribuírem para o fortalecimento da representação e do desenvolvimento do Transporte Rodoviário de Cargas. O questionário estará disponível até o dia 20 de agosto.

Acesse o questionário e participe:

https://forms.gle/ktGbDcBM3KQfMPyB7