por imprensa | maio 26, 2026 | Notícias, Outros
Com mais de 21 mil empresas ativas, transporte rodoviário ganha protagonismo na economia paraibana e amplia discussão sobre eficiência e qualidade de vida dos motoristas
O transporte de cargas na Paraíba vive um momento de fortalecimento em meio às transformações do setor logístico brasileiro e às discussões sobre jornada de trabalho nas estradas. Responsável por conectar indústrias, comércio e centros de distribuição, o segmento se consolidou como uma das engrenagens mais importantes da economia estadual.
Dados do setor apontam que a Paraíba possui atualmente 21.038 empresas ativas ligadas ao transporte rodoviário de cargas, o equivalente a 0,9% do mercado nacional. O estado ocupa a 18ª posição no ranking brasileiro do segmento.
Além do crescimento operacional, o setor acompanha debates nacionais relacionados à Lei do Motorista e às novas regras para tempo de direção e períodos obrigatórios de descanso. As mudanças têm exigido adaptação logística das empresas e, ao mesmo tempo, ampliado a discussão sobre segurança e qualidade de vida dos profissionais das estradas.
Para representantes do setor, a regulamentação da jornada tende a gerar impactos positivos no médio e longo prazo, especialmente na redução de acidentes, na melhoria das condições de trabalho e na atração de novos profissionais para o mercado.
O transporte rodoviário segue sendo o principal modal logístico da Paraíba e do Brasil, responsável por grande parte do escoamento de mercadorias. No estado, as operações atendem desde cargas secas até alimentos perecíveis, medicamentos e veículos.
Os custos de frete variam conforme distância e complexidade da operação. No transporte de longa distância entre João Pessoa e grandes centros do país, como São Paulo, os valores podem variar entre R$ 1 mil e R$ 5 mil. Já operações regionais, como entre João Pessoa e Campina Grande, seguem modelo de cotação sob demanda.
O avanço do setor também acompanha investimentos em gestão de frotas, monitoramento logístico e modernização operacional, fatores considerados fundamentais para manter competitividade diante das novas exigências trabalhistas e do crescimento da demanda por eficiência no transporte de mercadorias.
Com a expansão econômica da Paraíba e o fortalecimento de cadeias produtivas regionais, o transporte de cargas amplia seu papel estratégico na movimentação da economia estadual e no abastecimento do mercado nordestino.
por imprensa | maio 25, 2026 | Notícias, Outros
Na hipótese de indisponibilidade técnica do sistema da ANTT, a empresa poderá gerar o CIOT em contingência por meio do “executável” disponibilizado e instalado na máquina da empresa. Neste momento, não é necessário realizar a transmissão.
Este CIOT gerado em contingência deverá ser validado posteriormente, no prazo máximo de 168 horas ( 07 dias), observando-se a regularização dentro desse período para evitar inconsistências operacionais.
Nessa hipótese, o número do CIOT gerado em contingência deverá constar no campo apropriado do MDF-e ou no campo observações, a fim de preservar documental da operação.
Sugere-se a seguinte redação:
CIOT número xxxx gerado em contingência em 24/05/2026, devido à indisponibilidade técnica no sistema da ANTT.
NTC&Logística
Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística
por imprensa | maio 25, 2026 | Notícias, Outros
A NTC&Logística informa que está atuando e monitorando, junto à ANTT – Agência Nacional de Transportes Terrestres, instabilidades no sistema de emissão do CIOT (Código Identificador da Operação de Transporte), inclusive em modo de contingência.
A entidade protocolou, em 15/05/2026, pedido de prorrogação de prazo (Ofício PRE/EFR/rca/1223/26), considerando as dificuldades operacionais relatadas pelas empresas. No entanto, até o momento, não houve retorno oficial da ANTT.
Ressaltamos que a geração do CIOT já se encontra em ambiente de produção desde o dia 24/05/2026, com as validações previstas nas Portarias SUROC nº 06 e nº 16/2026.
Diante das instabilidades, solicitamos que os associados que estiverem enfrentando problemas encaminhem à NTC&Logística prints (capturas de tela) com as mensagens de erro apresentadas, para consolidação e envio à ANTT.
Seguiremos acompanhando a situação e manteremos todos informados.
NTC&Logística
Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística
por imprensa | maio 25, 2026 | Notícias, Outros
Evento promovido pela NTC&Logística acontecerá em agosto, reunindo lideranças e empresários do Transporte Rodoviário de Cargas de todo o Brasil
A NTC&Logística (Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística) realizará, entre os dias 27 e 28 de agosto de 2026, a segunda edição do CONET&Intersindical 2026, no Hotel Vila Galé, em Ouro Preto (MG). O evento terá como entidade anfitriã a FETCEMG – Federação das Empresas de Transportes de Cargas e Logística do Estado de Minas Gerais, com o apoio dos sindicatos filiados à federação.
Consolidado como um dos mais importantes encontros do Transporte Rodoviário de Cargas no Brasil, o CONET&Intersindical reúne empresários, lideranças, representantes de entidades e especialistas para debater os principais desafios, tendências e oportunidades do setor.
A programação do evento é dividida em duas etapas. O CONET contempla a apresentação de pesquisas de mercado, estudos técnicos e levantamentos econômicos desenvolvidos pelo DECOPE (Departamento de Custos Operacionais e Pesquisas Técnicas e Econômicas) da NTC&Logística, além de debates relacionados aos custos operacionais e tarifas do setor. Já a Intersindical é voltada às discussões institucionais e estratégicas sobre o desenvolvimento do Transporte Rodoviário de Cargas.
O presidente da NTC&Logística, Eduardo Rebuzzi, destacou a relevância da realização do encontro em Minas Gerais e a importância da participação do setor no evento.
“Realizar o CONET&Intersindical em Ouro Preto, em Minas Gerais, tem um significado muito especial para o nosso setor. Trata-se de um estado pujante, com forte representatividade econômica e relevância para o Transporte Rodoviário de Cargas no Brasil. Estar em uma cidade histórica como Ouro Preto, patrimônio vivo da humanidade e do país, reforça ainda mais o propósito deste encontro. Será uma excelente oportunidade para ampliarmos o diálogo com lideranças, discutirmos os desafios do TRC e avançarmos na construção de soluções que contribuam para o crescimento sustentável do transporte de cargas. Convidamos todos os empresários e representantes de entidades a estarem conosco nesse importante momento”, afirmou.
As inscrições para o evento estão abertas, clique aqui e faça parte do evento.
As reservas de hospedagem também estão disponíveis. Garanta sua participação realizando a reserva no hotel do evento, clicando aqui.
Realização
l NTC&Logística (Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística)
Entidade Anfitriã
l FETCEMG – Federação das Empresas de Transportes de Cargas e Logística do Estado de Minas Gerais
Apoio
l Sindicatos filiados à FETCEMG
Patrocínio
l FENATRAN
l GEOTAB
l MERCEDES-BENZ
l ROADCARD
l TRANSPOCRED
Apoios Institucionais
l Sistema Transporte (CNT – Confederação Nacional do Transporte / SEST SENAT – Serviço Social do Transporte e Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte / ITL – Instituto de Transporte e Logística)
l FuMTran (Fundação Memória do Transporte)
Apoio Logístico
l Braspress
por imprensa | maio 25, 2026 | Notícias, Outros
O governo do Acre, por meio da Secretaria de Indústria, Ciência e Tecnologia (Seict), reuniu representantes do setor de logística e transporte de cargas para discutir estratégias voltadas à melhoria da infraestrutura, redução de entraves e ampliação da competitividade no estado. O encontro ocorreu na quinta-feira (21) e contou com a participação do deputado estadual Luiz Gonzaga e representantes do Sindicato das Empresas de Logística e Transportes de Carga e Transportadores Autônomos de Cargas do Estado do Acre (Setacre).
Entre as principais pautas debatidas, estiveram a criação de um espaço destinado ao setor na Zona de Processamento de Exportação (ZPE), em Senador Guiomard; a inclusão das empresas de transporte no Programa de Compras Governamentais de Incentivo à Indústria do Acre (Comprac); a implantação de um polo logístico em Rio Branco e a destinação de recursos específicos para fortalecer o segmento.
O secretário da Seict, Márcio Valter Agiolfi, destacou a importância estratégica do setor para o desenvolvimento econômico do estado. Segundo ele, o transporte é peça fundamental para garantir competitividade, reduzir custos e fortalecer a cadeia produtiva acreana.
“Não adianta a indústria produzir sem transporte com segurança, qualidade e custo competitivo. Melhorar o ambiente de negócios dessas empresas representa ganhos econômicos e fortalece a economia do Acre”, afirmou o secretário, ressaltando que as propostas serão analisadas em articulação com outras instituições governamentais.
A presidente do Setacre, Nazaré Cunha, defendeu a criação de políticas públicas que permitam às empresas acreanas acompanhar o crescimento esperado com a integração internacional. Ela explicou que o setor já utiliza uma estrutura no Ceasa, em Rio Branco, mas precisa de um espaço mais adequado para atender caminhões e carretas.
Segundo a dirigente, a expectativa é de aumento na movimentação econômica impulsionada pela conexão com o Peru e pelo acesso ao mercado asiático por meio do porto de Chancay, no Pacífico.
O deputado Luiz Gonzaga reforçou que a logística será determinante para que o Acre aproveite oportunidades comerciais abertas pela rota de integração internacional. O parlamentar também defendeu ajustes no Comprac e a reestruturação da ZPE como medidas para fortalecer o ambiente produtivo e estimular o crescimento econômico do estado.
por imprensa | maio 25, 2026 | Notícias, Outros
Os dados são do ministro João Carlos Parkinson, diplomata de carreira do Ministério das Relações Exteriores, antecipados ao Campo Grande News. O mapeamento será apresentado na segunda-feira, 25, em Campo Grande, no decorrer do 3° Fórum Centro-Oeste de Segurança Rodoviária.
A tendência, segundo o diplomata, é de que haja uma migração gradual dos embarques via terrestre, principalmente da Paraíba, Rio Grande do Norte, Ceará, Bahia, Rondônia e Tocantins, que exportaram US$ 1,1 bilhão em 2025 para os países vizinhos pelos tradicionais corredores da região Sul do País.
Comércio exterior – O montante significa 2,6% do comércio exterior de produtos brasileiros escoados por rodovias no ano passado, que somou US$ 43,1 bilhões, o equivalente a 26% do total exportado. O restante dos embarques ocorreu por vias áreas e marítimas.
Esse cenário deve ser um dos efeitos mais imediatos do corredor internacional. “Não fará sentido percorrer um trajeto mais longo levando cargas originadas nas regiões Norte e Nordeste do país até São Borja (RS) ou Uruguaiana (RS). Com o corredor, você reduz distância, diminui o tempo de entrega e ganha competitividade”, analisa o diplomata, que também é coordenador nacional dos Corredores Rodoviários e Ferroviários Bioceânicos no âmbito do Itamaraty.
Hoje, a maioria (60%) das exportações brasileiras via terrestre depende de corredores que passam pela região Sul do país para acessar mercados sul-americanos, como Paraguai, Argentina e Chile, que são países parceiros do Brasil na Rota Bioceânica.
No Rio Grande do Sul, São Borja responde por 29% do fluxo total, seguido por Uruguaiana, responsável por 27% do total. Foz do Iguaçu, no Paraná, representa 19% do fluxo.
Como exemplo hipotético, Parkinson traçou o trajeto de uma carga da Bahia em direção à Argentina, cujo tempo pode ser reduzido em dois a três dias pelo Corredor Bioceânico em relação às rotas da região Sul do país. Ou seja, a carga sairia da Bahia em direção ao Centro-Oeste e, em Mato Grosso do Sul, pegaria a ponte sobre o Rio Paraguai que conectará Porto Murtinho à cidade paraguaia Carmelo Peralta. Daí seguiria até a Argentina, utilizando uma rota mais curta em relação às da região Sul do país para acessar países vizinhos. A obra está em fase de conclusão.
Benefícios e projeções – O mesmo cenário se aplica a produtores dos países vizinhos, que poderão ampliar as vendas para o Norte e Nordeste via Corredor Bioceânico.
Ou seja, o comércio exterior do eixo Norte-Nordeste e, especificamente, o dos países sul-americanos podem se beneficiar do corredor internacional bioceânico, que os quatro países projetam transformar em uma grande via de escoamento de produtos e mercadorias entre a América do Sul e os mercados asiáticos. As previsões para esse trajeto apontam redução de 30% a 40% nos custos logísticos e de até 15 dias em relação a rotas marítimas tradicionais, como o Canal do Panamá.
O entendimento do diplomata é que, além de fortalecer Mato Grosso do Sul como eixo estratégico de integração logística entre o Brasil e os mercados sul-americanos, a consolidação do Corredor Bioceânico pode alterar significativamente a logística terrestre brasileira.
O chamado Corredor Rodoviário de Capricórnio é uma rota rodoviária com extensão de 2,3 mil quilômetros, que conecta o Oceano Atlântico aos portos de Antofagasta e Iquique, no Chile, cortando o Brasil, Paraguai e Argentina.
Apesar do avanço das obras físicas, o empreendimento ainda depende de acordos entre os quatro países para solucionar entraves institucionais e regulatórios e, assim, viabilizar processos transfronteiriços entre todas as partes envolvidas.