por imprensa | maio 21, 2026 | Notícias, Outros
A Assembleia Geral Ordinária realizada nesta terça-feira (19/05), na sede do SETCEMG, elegeu a nova diretoria da entidade para o próximo triênio. Com a inscrição de chapa única, o atual presidente, Antonio Luis da Silva Junior (Toninho), foi reeleito para continuar à frente do Sindicato.
A nova composição da diretoria reforça o compromisso da entidade com a representatividade, o fortalecimento institucional e a defesa dos interesses do Transporte Rodoviário de Cargas em Minas Gerais.
Diretoria eleita
Presidente: Antonio Luis da Silva Junior
Vice-Presidente: Adalcir Ribeiro Lopes
Secretário: Warlon Nogueira Lima
Secretária Adjunta: Ana Paula de Souza
Tesoureiro: Antônio Augusto Andrade Lodi
Tesoureiro Adjunto: Liolgar Lino da Costa
Diretor Suplente: Sebastião Amilton de Lima
Conselho Fiscal
Membros Efetivos: Alfonso de Castro Gonzalez, Sérgio Luiz Pedrosa e Gladstone Viana Diniz Lobato
Membro Suplente: Ulisses Martins Cruz
por imprensa | maio 21, 2026 | Notícias, Outros
Investimento elimina gargalos operacionais e aumenta capacidade de processamento nos períodos de maior demanda
A Braspress concluiu a modernização de sua infraestrutura de tecnologia com investimentos de cerca de R$ 4 milhões em servidores e sistemas de armazenamento de dados. A atualização, finalizada em março, integra o plano de transformação digital da companhia e busca ampliar a capacidade operacional diante do crescimento do volume de emissões, da maior demanda por processamento de dados e da pressão por respostas mais rápidas nas operações de transporte.
Segundo a empresa, a substituição completa dos sistemas de storage e servidores eliminou gargalos operacionais que começavam a limitar a expansão das atividades em períodos de pico. De acordo com informações divulgadas, a nova estrutura já permite performances até dez vezes superiores em determinadas rotinas operacionais.
A modernização acompanha o avanço do e-commerce, das operações omnichannel e das entregas mais rápidas, que elevaram significativamente o volume de informações processadas diariamente pelas empresas de transporte, especialmente em atividades ligadas à emissão de documentos fiscais, rastreamento em tempo real, roteirização, integração com embarcadores e gestão de picos operacionais.
Estimativas da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm) indicam que o e-commerce brasileiro deve movimentar mais de R$ 250 bilhões em 2026, impulsionado pela expansão dos marketplaces, pela digitalização do varejo e pelo crescimento das operações direct-to-consumer (D2C).
Gargalos surgiram com crescimento das operações
Em entrevista à Agência Transporte Moderno, Luiz Scheliga, diretor de Tecnologia da Informação da Braspress, afirmou que parte da infraestrutura anterior já apresentava sinais de desgaste tecnológico diante do crescimento da operação.
“Parte dos equipamentos já depreciados começava a se tornar um dificultador do crescimento da operação. Ainda não havia impacto direto para o cliente, mas já existiam sinais de alerta que poderiam comprometer nossos padrões de qualidade e nível de serviço”, afirmou.
Segundo Scheliga, os maiores ganhos aparecem nos períodos de maior demanda operacional e em processos de processamento intensivo de dados, como fechamento mensal, emissão de documentos fiscais e rotinas de back-office.
“Com o aumento do volume de emissões que estamos experimentando, dias de maior movimento acabavam encontrando, em nossa infraestrutura, um gargalo para dar vazão a esse volume. Com a entrada em operação da nova infraestrutura, estamos preparados para ampliar nossos despachos sem deterioração nos tempos de resposta”, explicou.
Embora a empresa não divulgue indicadores detalhados de capacidade ou latência, a Braspress afirma que os ganhos já impactam diretamente a fluidez operacional, a estabilidade dos sistemas e o atendimento ao cliente.
Nuvem privada e estratégica
A nova arquitetura foi estruturada sobre uma nuvem privada própria. Segundo Scheliga, a decisão de manter uma infraestrutura própria está relacionada tanto aos investimentos já realizados ao longo dos últimos anos quanto à necessidade de maior controle sobre disponibilidade, segurança e estabilidade operacional.
“A utilização de uma nuvem privada é uma direção adotada há alguns anos e seguimos avaliando o mercado e eventuais estratégias híbridas. Hoje, já usamos serviços em nuvem para algumas soluções periféricas à operação, onde isso faz sentido do ponto de vista de funcionalidade e escalabilidade”, disse.
O executivo afirma que a migração para provedores públicos de nuvem ainda envolve desafios relacionados a custo, integração e arquitetura dos sistemas legados, realidade comum entre empresas de transporte e operadores logísticos com operações críticas altamente integradas.
A atualização também permitiu revisar toda a configuração do ambiente de banco de dados da companhia. Segundo Scheliga, parte da estrutura precisou ser recriada antes da migração definitiva para explorar integralmente a capacidade dos novos equipamentos.
“O projeto exigiu um planejamento muito cuidadoso para evitar qualquer impacto operacional. Conseguimos realizar a migração sem interrupções relevantes para a operação”, afirmou.
Segurança cibernética
O reforço da infraestrutura tecnológica também ocorre em meio ao aumento das preocupações do setor logístico com segurança cibernética e proteção de dados. Empresas de transporte concentram informações fiscais, dados de cargas, rastreamento de veículos, integrações bancárias e sistemas operacionais críticos, o que ampliou a exposição do setor a ataques digitais nos últimos anos.
Os investimentos recentes na Braspress também buscaram ampliar a resiliência dos sistemas, a disponibilidade da operação e a segurança das informações processadas diariamente pela companhia. “A estrutura está dimensionada para suportar o crescimento previsto pelos próximos anos, contemplando todas as iniciativas de negócio já planejadas, incluindo a expansão geográfica, que fazemos constantemente, além da oferta de novos serviços em nosso portfólio. Em termos de infraestrutura, não deveremos ter novos investimentos no curto prazo, estamos agora voltados à modernização de nossos sistemas e à incorporação de novas tecnologias aplicadas ao negócio”, diz o executivo.
IA, telemetria e analytics
De acordo com Scheliga, a Braspress já utiliza ferramentas de analytics, automação, telemetria e IoT em parte de suas operações e pretende ampliar o uso dessas tecnologias nos próximos anos. “O uso de Inteligência Artificial já está presente em alguns processos e tem sua evolução acompanhada de perto pelo nosso time. A ideia da modernização é facilitar cada vez mais a incorporação e integração de tecnologias que suportem o negócio na medida em que se tornem viáveis”, afirmou.
A companhia afirma que a nova infraestrutura já foi dimensionada para suportar os planos de expansão geográfica e a ampliação do portfólio de serviços previstos para os próximos anos. O foco agora, segundo a empresa, passa a ser a modernização dos sistemas e a incorporação de novas aplicações voltadas à eficiência operacional e à capacidade de resposta das operações logísticas.
por imprensa | maio 20, 2026 | Notícias, Outros
Evento promovido pela NTC&Logística acontecerá em agosto, reunindo lideranças e empresários do Transporte Rodoviário de Cargas de todo o Brasil
A NTC&Logística (Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística) realizará, entre os dias 27 e 28 de agosto de 2026, a segunda edição do CONET&Intersindical 2026, no Hotel Vila Galé, em Ouro Preto (MG). O evento terá como entidade anfitriã a FETCEMG – Federação das Empresas de Transportes de Cargas e Logística do Estado de Minas Gerais, com o apoio dos sindicatos filiados à federação.
Consolidado como um dos mais importantes encontros do Transporte Rodoviário de Cargas no Brasil, o CONET&Intersindical reúne empresários, lideranças, representantes de entidades e especialistas para debater os principais desafios, tendências e oportunidades do setor.
A programação do evento é dividida em duas etapas. O CONET contempla a apresentação de pesquisas de mercado, estudos técnicos e levantamentos econômicos desenvolvidos pelo DECOPE (Departamento de Custos Operacionais e Pesquisas Técnicas e Econômicas) da NTC&Logística, além de debates relacionados aos custos operacionais e tarifas do setor. Já a Intersindical é voltada às discussões institucionais e estratégicas sobre o desenvolvimento do Transporte Rodoviário de Cargas.
O presidente da NTC&Logística, Eduardo Rebuzzi, destacou a relevância da realização do encontro em Minas Gerais e a importância da participação do setor no evento.
“Realizar o CONET&Intersindical em Ouro Preto, em Minas Gerais, tem um significado muito especial para o nosso setor. Trata-se de um estado pujante, com forte representatividade econômica e relevância para o Transporte Rodoviário de Cargas no Brasil. Estar em uma cidade histórica como Ouro Preto, patrimônio vivo da humanidade e do país, reforça ainda mais o propósito deste encontro. Será uma excelente oportunidade para ampliarmos o diálogo com lideranças, discutirmos os desafios do TRC e avançarmos na construção de soluções que contribuam para o crescimento sustentável do transporte de cargas. Convidamos todos os empresários e representantes de entidades a estarem conosco nesse importante momento”, afirmou.
As inscrições para o evento estão abertas, clique aqui e faça parte do evento.
As reservas de hospedagem também estão disponíveis. Garanta sua participação realizando a reserva no hotel do evento, clicando aqui.
Realização
l NTC&Logística (Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística)
Entidade Anfitriã
l FETCEMG – Federação das Empresas de Transportes de Cargas e Logística do Estado de Minas Gerais
Apoio
l Sindicatos filiados à FETCEMG
Patrocínio
l FENATRAN
l GEOTAB
l MERCEDES-BENZ
l ROADCARD
l TRANSPOCRED
Apoios Institucionais
l Sistema Transporte (CNT – Confederação Nacional do Transporte / SEST SENAT – Serviço Social do Transporte e Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte / ITL – Instituto de Transporte e Logística)
l FuMTran (Fundação Memória do Transporte)
Apoio Logístico
l Braspress
por imprensa | maio 20, 2026 | Notícias, Outros
Obra desenvolvida pela Fundação Memória do Transporte (FuMtran) destaca como rios, rotas e soluções de mobilidade ajudaram a integrar a Amazônia ao desenvolvimento do Brasil
A Fundação Memória do Transporte (FuMTran) realizará, no próximo dia 27 de maio, durante a 3ª edição da TranspoAmazônia, o pré-lançamento do livro “A História do Transporte da Amazônia”. A obra escrita por Etelvina Garcia reúne um amplo levantamento histórico sobre a evolução dos transportes na região amazônica, destacando o papel estratégico dos diferentes modais na integração territorial, na circulação de mercadorias e no desenvolvimento econômico da região Norte ao longo das últimas décadas.
A publicação apresenta um estudo aprofundado sobre o processo de desenvolvimento amazônico desde o período colonial português. Compreendida como uma região de dinâmica logística própria, a Amazônia é retratada como um território marcado por desafios operacionais, longas distâncias e condições geográficas que exigiram soluções específicas de mobilidade e abastecimento ao longo do tempo.
Nesse contexto, o transporte surge como um dos principais vetores de estruturação regional, influenciando a formação de rotas comerciais, a conexão entre comunidades e a expansão das atividades econômicas. O modal fluvial ganha protagonismo na obra, com os rios assumindo função central na organização da circulação e no funcionamento logístico da região amazônica.
O livro também aborda a evolução da aviação regional, das conexões rodoviárias e da integração logística construída ao longo das décadas para aproximar comunidades muitas vezes isoladas e viabilizar atividades econômicas em uma das regiões mais complexas do planeta do ponto de vista operacional.
Outro ponto central da obra é o reconhecimento das populações amazônicas, trabalhadores, empresários, operadores logísticos e pioneiros que contribuíram para a construção dos sistemas de transporte e abastecimento da região. Ao longo do conteúdo, a publicação reforça que compreender a história da logística amazônica também significa compreender parte importante da formação econômica e territorial brasileira.
Para o presidente da FuMTran, Antonio Luiz Leite, “o livro contribui para preservar não apenas a trajetória dos meios de transporte na região, mas também uma parte essencial da própria formação histórica, econômica e social do Brasil. Registrar essa memória permite compreender como o transporte influenciou a ocupação do território, o desenvolvimento do comércio, os ciclos econômicos e a integração nacional”.
Segundo o dirigente, a obra também busca ampliar a reflexão sobre os desafios logísticos atuais da Amazônia a partir de experiências históricas desenvolvidas na própria região.
“A Amazônia sempre exigiu soluções adaptadas às suas características geográficas, ambientais e sociais. O resgate dessas memórias mostra que muitos desafios atuais já demandaram respostas criativas no passado e que essas experiências continuam relevantes para pensar sistemas logísticos mais eficientes, integrados e adequados à realidade amazônica”, afirma.
A publicação ainda contextualiza a importância histórica da Amazônia para o Brasil desde os primeiros registros de exploração territorial, destacando a presença de povos originários altamente organizados, com amplo conhecimento sobre agricultura, produção têxtil e utilização de ervas medicinais. A obra evidencia como esses saberes e a própria dinâmica de circulação regional influenciaram a construção das rotas logísticas amazônicas ao longo dos séculos.
Para Antonio Luiz Leite, preservar essa memória representa também um compromisso com o futuro do transporte brasileiro.
“Refletir sobre o transporte na Amazônia é um exercício de responsabilidade histórica. O livro nasce com o propósito de registrar, analisar e projetar os caminhos logísticos da região, reconhecendo o papel estratégico que a Amazônia ocupa no Brasil e no mundo”, ressalta.
A escolha da TranspoAmazônia para o pré-lançamento da obra também possui significado simbólico. O evento permitirá que a população da região Norte tenha acesso ao conteúdo antes do restante do país, valorizando o protagonismo amazônico na construção da logística nacional. Ao longo dos próximos meses, a entidade também realizará um lançamento oficial em São Paulo.
“Realizar esse pré-lançamento na TranspoAmazônia possui um significado muito importante para a FuMTran, porque estamos apresentando essa obra justamente na região onde essa história foi construída. É uma forma de reconhecer o protagonismo da Amazônia na formação logística do país e valorizar as pessoas que contribuíram para integrar esse território ao desenvolvimento nacional. Nos próximos meses, também teremos um lançamento oficial em São Paulo, acompanhado de um seminário para aprofundar os debates trazidos pelo livro e ampliar a discussão sobre os desafios e a importância estratégica do transporte amazônico para o Brasil”, conclui Antonio Luiz Leite.
por imprensa | maio 20, 2026 | Notícias, Outros
Empresa divulga indicadores, investimentos e iniciativas dos pilares Ambiental, Social e de Governança desenvolvidos entre 2024 e 2025
A agenda ESG deixou de ser apenas uma tendência corporativa para se tornar parte estratégica da operação e da competitividade das empresas. Segundo o relatório C-Suite Sustainability Report 2025, da Deloitte, sustentabilidade já figura entre as três principais prioridades das lideranças empresariais globais, ao lado de tecnologia e inteligência artificial, com crescimento dos investimentos voltados à geração de valor sustentável nos negócios.
No Brasil, o movimento também avança impulsionado por maior pressão regulatória, transparência corporativa e exigências do mercado. Pesquisa da Deloitte em parceria com o Instituto Brasileiro de Relações com Investidores (IBRI) apontou que 84% das empresas brasileiras esperam impactos significativos das novas normas internacionais de sustentabilidade IFRS S1 e S2, enquanto 50% das companhias já tratam governança corporativa e ESG como prioridade estratégica para os próximos anos.
Nesse contexto, a West Cargo lançou recentemente seu primeiro Relatório ESG, reunindo indicadores, ações, investimentos e projetos desenvolvidos entre 2024 e 2025 nos pilares Ambiental, Social e de Governança. O documento marca um novo momento da empresa ao consolidar, de forma estruturada, iniciativas ligadas à eficiência operacional, segurança, tecnologia, gestão de pessoas e responsabilidade socioambiental.
Especializada em transporte rodoviário voltado à cadeia de Comércio Exterior, a West Cargo atua em operações de importação, exportação e trânsito aduaneiro, com presença nos principais aeroportos e portos do país. Segundo o presidente da empresa, Hélio José Rosolen, a publicação do relatório representa um marco institucional e reforça o amadurecimento da agenda ESG dentro da companhia.
“A publicação desta primeira edição reforça a importância de divulgar o compromisso da companhia com o meio ambiente e a sociedade, além de estabelecer um novo parâmetro de comunicação institucional e consolidar o propósito das nossas ações, que interligam a sustentabilidade com a governança corporativa e eficiência logística. Transparecendo os nossos indicadores, reafirmamos que o crescimento da empresa também envolve a responsabilidade socioambiental, que faz parte do DNA da West Cargo”, afirma.
Entre os principais destaques ambientais apresentados no relatório, está o processo contínuo de renovação e expansão da frota, que passou de 223 veículos em 2022 para 300 veículos em 2025. Somente nos últimos dois anos, foram incorporados 61 veículos novos à operação. A empresa também iniciou testes com seu primeiro caminhão movido a GNV, considerado um projeto-piloto para a transição gradual para combustíveis alternativos. A iniciativa busca reduzir emissões de CO₂ e NOx, além de melhorar a eficiência operacional da frota.
“Enxergamos a transição energética como uma prioridade imediata. O futuro do setor depende da diversificação da matriz energética, com caminhões GNV e elétricos sendo pilares fundamentais para a redução da pegada de carbono. Nosso compromisso com essa iniciativa é provar que é possível manter o alto padrão da eficiência logística da empresa com a redução da emissão de carbono”, destaca Hélio José Rosolen.
A digitalização dos processos também aparece como um dos pilares de eficiência e sustentabilidade da companhia. Entre 2023 e 2024, a West Cargo reduziu em 95% o volume de impressões em papel após a implementação de processos digitais para checklist, abastecimento, controle de acesso e manutenção da frota.
No eixo social, o documento apresenta iniciativas voltadas à valorização das pessoas, segurança operacional e desenvolvimento humano. Atualmente, a West Cargo possui 350 colaboradores, sendo 158 motoristas. Em 2025, foram registradas mais de 10,6 mil horas de treinamentos, um crescimento de aproximadamente 164% em relação ao ano anterior.
“As pessoas são quem operacionalizam a agenda ESG determinada pela diretriz da empresa. Nosso foco no desenvolvimento humano e na valorização dos motoristas garante uma logística mais humana e segura, reduzindo os riscos da operação. O crescimento sustentável somente acontece quando gera valor e segurança para quem move a nossa operação diariamente, por isso investimos em pessoas e na qualificação dos profissionais da West Cargo”, explica o presidente.
Na área de governança, o relatório apresenta avanços relacionados à política de qualidade, auditorias externas, adequação à LGPD, fortalecimento do Código de Ética e manutenção de certificações estratégicas. Entre os reconhecimentos obtidos recentemente pela empresa, estão o selo Great Place to Work (GPTW), em 2024 e 2025, o selo internacional EcoVadis e premiações ligadas à eficiência logística e qualidade operacional.
Para o presidente da companhia, o próximo passo será aprofundar ainda mais a integração entre tecnologia, eficiência logística e sustentabilidade. “A evolução da West Cargo nos próximos anos será mensurada rigorosamente pela expansão de tecnologias que agreguem mais valor à cadeia de comércio exterior e que diminuam a emissão de carbono da empresa. A nossa meta daqui para frente é liderar essa transição energética no segmento, tornando o transporte rodoviário mais inteligente, seguro e comprometido com a sustentabilidade”, finaliza.
por imprensa | maio 20, 2026 | Notícias, Outros
O movimento Maio Amarelo, campanha nacional voltada à conscientização para a segurança viária, reforça neste ano a importância da prevenção também no transporte rodoviário de cargas. No segmento de produtos perigosos, o debate ganha dimensão ainda mais estratégica, já que a integridade operacional das atividades depende de uma ampla estrutura de gestão de risco, que envolve procedimentos técnicos, capacitação profissional e monitoramento operacional contínuo.
Para a Associação Brasileira de Transporte e Logística de Produtos Perigosos (ABTLP), reduzir ocorrências no setor vai muito além da condução segura do veículo. O transporte de produtos perigosos exige uma série de práticas preventivas integradas, que começam antes mesmo do início da viagem e seguem durante toda a operação.
Segundo Eduardo Leal, secretário executivo da ABTLP, a gestão de proteção nesse tipo de atividade deve ser tratada como um elemento central. “A segurança não pode ser vista apenas como uma exigência regulatória, mas como uma condição indispensável para que a operação aconteça. Sem procedimentos técnicos adequados, equipamentos específicos, capacitação contínua e rígido controle operacional, o transporte fica exposto a riscos que podem comprometer vidas, o meio ambiente, o patrimônio e a própria continuidade da operação”, afirma.
O dirigente destaca que campanhas de conscientização, como o Maio Amarelo, contribuem para fortalecer a cultura de prevenção no setor ao ampliar o debate sobre o cumprimento de normas específicas. “Campanhas educativas reforçam a importância da prevenção, da responsabilidade compartilhada e do cumprimento das normas de segurança. Isso está diretamente ligado às necessidades do transporte de produtos perigosos, onde qualquer falha operacional pode gerar impactos significativos”, explica.
Entre os principais fatores que contribuem para a redução de acidentes, estão a capacitação permanente dos motoristas, manutenção preventiva da frota, correta sinalização das cargas, análise prévia das rotas, gestão de risco e monitoramento constante das operações.
Para Leal, um dos principais efeitos positivos das campanhas de conscientização é justamente estimular a reflexão sobre os impactos das atitudes no trânsito. “As pessoas passam a refletir mais sobre as consequências que determinadas condutas imprudentes podem gerar, tanto para si quanto para os demais usuários das vias. Esse processo de conscientização é essencial para fortalecer uma cultura de prevenção no transporte”, pontua.
A ABTLP também reforça que a gestão de risco precisa começar antes mesmo da saída do veículo, por meio da avaliação criteriosa das condições da viagem, das rotas, dos equipamentos e dos procedimentos operacionais. Durante o Maio Amarelo, a entidade vem promovendo ações de conscientização voltadas ao setor, incluindo conteúdos técnicos, debates com associados e palestras com especialistas sobre segurança operacional e prevenção de acidentes. O objetivo é fomentar o debate ao longo do mês e reforçar a importância da prevenção no transporte.