Concessões rodoviárias e renovação ferroviária marcam agenda da ANTT em 2026

Concessões rodoviárias e renovação ferroviária marcam agenda da ANTT em 2026

Agência amplia investimentos e ações regulatórias no transporte terrestre brasileiro

A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) encerrou o primeiro quadrimestre de 2026 com avanços em concessões rodoviárias e ferroviárias, fiscalização do transporte de cargas e ações voltadas à segurança viária. O período também foi marcado pela ampliação de investimentos em infraestrutura e pela consolidação de novos modelos regulatórios no setor de transporte terrestre.

No segmento de concessões, a Agência realizou novos leilões e assinou contratos que ampliam a malha concedida no país. Em março, a Ecorodovias venceu o leilão da Rota das Gerais, em Minas Gerais, com previsão de R$ 13 bilhões em investimentos ao longo do contrato. No Paraná, a concessão da Via Campo, Lote 5, prevê cerca de R$ 11 bilhões para melhorias em aproximadamente 432 quilômetros de rodovias.

A ANTT também assinou contratos ligados aos corredores logísticos Rota Sertaneja e Rota Agro, operados pela Way Brasil, além de autorizar o edital da Rota dos Sertões, envolvendo trechos das BRs 116 e 324 entre Bahia e Pernambuco.

Entre as entregas operacionais, a Rota dos Cristais concluiu obras iniciais antes do prazo previsto e registrou redução nos acidentes durante feriados. Já a Motiva Pantanal antecipou a liberação de faixa adicional na BR-163, em Mato Grosso do Sul. No Rio de Janeiro, a ANTT formalizou aditivo contratual com a Arteris Fluminense para novas intervenções na BR-101.

Ferrovias

No setor ferroviário, a Agência avançou na renovação antecipada da Ferrovia Centro-Atlântica, projeto que prevê cerca de R$ 24 bilhões em investimentos. Também acompanhou o início das obras da primeira autorização ferroviária efetivada no Mato Grosso do Sul e a entrega de locomotivas na FCA, com aporte de R$ 700 milhões.

A Transnordestina Logística avançou nas obras em direção ao Porto de Pecém, no Ceará, enquanto a ANTT monitorou operações logísticas no Maranhão e discutiu alternativas para recuperação da Malha Sul após os impactos das chuvas na região.

Transporte de Cargas

Na área de transporte de cargas, a Agência implementou novas regras para fiscalização do piso mínimo do frete. Em parceria com o Ministério dos Transportes, a ANTT regulamentou a obrigatoriedade do CIOT e passou a bloquear operações abaixo do piso mínimo ainda na origem da contratação. A tabela do frete também foi reajustada após atualização do preço do diesel.

As ações de segurança viária incluíram campanhas educativas, operações integradas de fiscalização e ampliação da cobertura de telefonia móvel em cerca de 1.800 quilômetros de rodovias concedidas. Em Minas Gerais, operações contra o transporte clandestino retiraram veículos irregulares de circulação.

Em sustentabilidade e governança, a ANTT iniciou discussões para implantação de um programa voltado ao setor regulado, apresentou o projeto do primeiro Corredor Logístico Sustentável Multimodal do Brasil e recebeu reconhecimento em premiações ligadas à gestão pública e infraestrutura.

O fortalecimento institucional da Agência também marcou o início de 2026, com a nomeação de novos especialistas para as áreas de fiscalização, regulação e atendimento ao usuário.

Portos preveem R$ 10 bi em obras para aumentar capacidade e receber navios maiores

Portos preveem R$ 10 bi em obras para aumentar capacidade e receber navios maiores

Terminais portuários brasileiros que movimentam contêineres preveem investir mais de R$ 10 bilhões até 2029 para expandir capacidade e aumentar a profundidade dos canais de acesso aos portos. As obras buscam contornar a infraestrutura saturada dos terminais e possibilitar a operação de navios de nova geração.

O levantamento foi feito pela consultoria Solve Shipping, que atua nos setores logístico e de comércio exterior. No total, os aportes serão feitos em portos de nove estados, nas regiões Sudeste, Nordeste e Sul.

Leandro Carelli, sócio da Solve Shipping, aponta os investimentos previstos para o porto Itapoá (SC) como uma das obras mais importantes do segmento.

O terminal privado prevê R$ 500 milhões para conclusão da sua quarta fase de expansão, que inclui ampliação do cais e aquisição de portêineres, equipamento essencial para a movimentação de contêineres em navios de grande porte.

Em paralelo, o terminal aguarda a finalização da obra de dragagem do canal de acesso ao Complexo Portuário da baía da Babitonga. O aprofundamento da passagem, que custou mais de R$ 324 milhões, vai permitir que navios maiores atraquem na região.

O aporte maior, de R$ 300 milhões, veio do porto Itapoá e será devolvido de forma parcelada até 2037.

O porto de São Francisco do Sul, localizado na margem oposta da baía e ligado ao governo estadual, custeou o restante (R$ 24 milhões) da obra.

Segundo Alberto Machado, gerente de Comunicação e Relações Institucionais do porto Itapoá, a expectativa é que a dragagem seja concluída entre junho e julho. “Depois tem período de testes, homologação. A gente está imaginando, no segundo semestre, já ter esse canal 100% aprofundado.”

Com o fim das obras, a profundidade do canal externo crescerá de 14 metros para 16 metros, permitindo a navegação de embarcações de até 366 metros de comprimento, navios maiores e mais novos no mercado.

De acordo com Carelli, da Solve Shipping, a mudança pode facilitar a logística de grandes navios que vêm de outras partes do mundo, como a Ásia. Ele explica que as embarcações podem usar o terminal de Itapoá para descarregar um pouco da carga e seguir, mais leves, para outros portos que possuem calados (profundidade) menores e que, por isso, não recebem navios maiores que operam em plena capacidade.

O levantamento elaborado pela Solve Shipping exclui o Tecon Santos 10, o megaterminal de contêineres projetado para o porto de Santos (SP), que é alvo de divergências de modelagem do leilão e ainda não teve a data do certame marcada.

Carelli diz, no entanto, que, para garantir aumento da capacidade no segmento de contêineres, esse e outros projetos terão de sair do papel. “Se não vier o Tecon Santos 10 e mais algum outro terminal até 2035, a gente vai continuar andando acima da capacidade operacional”, afirma.

Somente na Portonave, terminal privado de contêineres em Navegantes (SC), serão investidos mais de R$ 2 bilhões. Com o aporte, o cais será adequado para operar com até 17 metros de profundidade, o que o tornará apto a receber navios de até 400 metros, de acordo com o terminal. Hoje o porto opera com um calado menor que 14 metros.

“Nós teremos isso formatado para receber a nova geração de navios, de 366 metros, que já está começando a entrar em alguns terminais no Brasil. Até então, nós só podemos receber navios de 350 metros”, diz Osmari de Castilho Ribas, diretor superintendente administrativo da Portonave.

Além disso, haverá infraestrutura para futura instalação de um sistema que permitirá o fornecimento de energia elétrica aos navios atracados.

A Portonave também usará os recursos para a aquisição de nove novos equipamentos, entre eles guindastes e scanners de contêineres.

Com as obras previstas, o terminal prevê expandir a capacidade operacional anual de 1,5 milhão para 2 milhões de TEUs (unidade equivalente a um contêiner de 20 pés).

Em Pernambuco, a APM Terminals constrói um novo terminal de contêineres no porto de Suape, com início de operação previsto para o segundo semestre deste ano e investimento de R$ 2,1 bilhões.

Em entrevista à Agência Folhapress, o diretor de Investimentos para as Américas da APM Terminals, Leonardo Levy, disse que o novo terminal mira o futuro da navegação no Brasil, com operação de navios maiores. A mudança, porém, precisa abranger outros portos, afirmou.

“O terminal vai estar preparado para receber navios maiores. Mas não adianta um porto, um terminal só estar preparado para isso no Brasil. A gente tem que ter vários portos preparados para isso, porque o navio que vem para cá não escala um terminal só”, diz Levy.

Inscrições abertas para a segunda edição do CONET&Intersindical 2026, que será realizada em Ouro Preto (MG)

Inscrições abertas para a segunda edição do CONET&Intersindical 2026, que será realizada em Ouro Preto (MG)

Evento promovido pela NTC&Logística acontecerá em agosto, reunindo lideranças e empresários do Transporte Rodoviário de Cargas de todo o Brasil

A NTC&Logística (Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística) realizará, entre os dias 27 e 28 de agosto de 2026, a segunda edição do CONET&Intersindical 2026, no Hotel Vila Galé, em Ouro Preto (MG). O evento terá como entidade anfitriã a FETCEMG – Federação das Empresas de Transportes de Cargas e Logística do Estado de Minas Gerais, com o apoio dos sindicatos filiados à federação.

Consolidado como um dos mais importantes encontros do Transporte Rodoviário de Cargas no Brasil, o CONET&Intersindical reúne empresários, lideranças, representantes de entidades e especialistas para debater os principais desafios, tendências e oportunidades do setor.

A programação do evento é dividida em duas etapas. O CONET contempla a apresentação de pesquisas de mercado, estudos técnicos e levantamentos econômicos desenvolvidos pelo DECOPE (Departamento de Custos Operacionais e Pesquisas Técnicas e Econômicas) da NTC&Logística, além de debates relacionados aos custos operacionais e tarifas do setor. Já a Intersindical é voltada às discussões institucionais e estratégicas sobre o desenvolvimento do Transporte Rodoviário de Cargas.

O presidente da NTC&Logística, Eduardo Rebuzzi, destacou a relevância da realização do encontro em Minas Gerais e a importância da participação do setor no evento.

“Realizar o CONET&Intersindical em Ouro Preto, em Minas Gerais, tem um significado muito especial para o nosso setor. Trata-se de um estado pujante, com forte representatividade econômica e relevância para o Transporte Rodoviário de Cargas no Brasil. Estar em uma cidade histórica como Ouro Preto, patrimônio vivo da humanidade e do país, reforça ainda mais o propósito deste encontro. Será uma excelente oportunidade para ampliarmos o diálogo com lideranças, discutirmos os desafios do TRC e avançarmos na construção de soluções que contribuam para o crescimento sustentável do transporte de cargas. Convidamos todos os empresários e representantes de entidades a estarem conosco nesse importante momento”, afirmou.

As inscrições para o evento estão abertas, clique aqui e faça parte do evento.

As reservas de hospedagem também estão disponíveis. Garanta sua participação realizando a reserva no hotel do evento, clicando aqui.

Realização

l NTC&Logística (Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística)

Entidade Anfitriã

l FETCEMG – Federação das Empresas de Transportes de Cargas e Logística do Estado de Minas Gerais

Apoio

l Sindicatos filiados à FETCEMG

Patrocínio

l FENATRAN

l GEOTAB

l MERCEDES-BENZ

l ROADCARD

l TRANSPOCRED

Apoios Institucionais

l  Sistema Transporte (CNT – Confederação Nacional do Transporte / SEST SENAT – Serviço Social do Transporte e Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte / ITL – Instituto de Transporte e Logística)

l  FuMTran (Fundação Memória do Transporte)

Apoio Logístico

l  Braspress

Empresas que transportam o Brasil agora também precisam comprovar eficiência ambiental

Empresas que transportam o Brasil agora também precisam comprovar eficiência ambiental

Pressão do mercado, novas exigências ambientais e transformação das cadeias logísticas colocam as transportadoras no centro da agenda sustentável do país

A sustentabilidade deixou de ser apenas uma pauta institucional para se tornar um fator estratégico dentro das operações logísticas e das relações comerciais. No Transporte Rodoviário de Cargas, esse movimento já começa a impactar diretamente a competitividade das empresas, a manutenção de contratos e o posicionamento das transportadoras diante do mercado.

Responsável por cerca de 65% do transporte de cargas no Brasil, segundo dados do setor logístico nacional, o Transporte Rodoviário de Cargas ocupa hoje uma posição central nas discussões sobre eficiência operacional, redução de emissões e sustentabilidade nas cadeias produtivas.

Grandes empresas, especialmente multinacionais e companhias abertas, vêm ampliando suas exigências ambientais sobre fornecedores e parceiros logísticos. Na prática, isso significa que transportadoras passam a ser avaliadas também pela capacidade de mensurar emissões, estruturar indicadores ESG e demonstrar iniciativas voltadas à eficiência ambiental e operacional.

Esse cenário ganhou ainda mais força com a regulamentação do Mercado Brasileiro de Redução de Emissões (MBRE), instituído pela Lei nº 15.042/2024, que estabeleceu novas diretrizes relacionadas ao inventário e reporte de emissões de gases de efeito estufa no Brasil.

Ao mesmo tempo, estudos recentes sobre descarbonização apontam que o Transporte Rodoviário de Cargas será um dos setores mais estratégicos no processo de transição energética brasileira nas próximas décadas. A modernização da operação logística, o uso de combustíveis alternativos, a eficiência de rotas e o controle de emissões passam a integrar não apenas a agenda ambiental, mas também a estratégia de crescimento das empresas.

A transformação já é percebida dentro do próprio setor. Publicações recentes voltadas à logística e transporte destacam que práticas sustentáveis deixaram de ser apenas diferencial competitivo e passaram a representar fator relevante para permanência e crescimento no mercado.

Diante desse novo cenário, a Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística (NTC&Logística) firmou parceria com a Domani Global, empresa especializada em soluções ESG e gestão de emissões voltadas ao setor de transportes.

A iniciativa busca facilitar o acesso das empresas associadas a ferramentas práticas e tecnológicas para gestão ambiental, acompanhamento de indicadores ESG, inventário de emissões e estratégias de descarbonização, respeitando a realidade operacional de micro, pequenas, médias e grandes transportadoras.

Soluções disponíveis para empresas associadas à NTC&Logística
  • Inventário de Emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE)
  • Mensuração das emissões nos escopos 1, 2 e 3, conforme padrões técnicos e exigências regulatórias.
  • Plataforma Domani SaaS – Sustainability as a Service
  • Ferramenta digital para gestão ESG, monitoramento de indicadores e geração automatizada de relatórios.
  • Diagnóstico ESG e Plano de Descarbonização
  • Estruturação de estratégias para redução e compensação de emissões.
  • Treinamentos e capacitações corporativas
  • Formação técnica e estratégica para equipes operacionais, administrativas e comerciais.
  • Certificação e Selo Carbono Neutro
  • Reconhecimento para empresas que realizarem compensação de emissões por meio de projetos certificados.
  • Atendimento especializado para o Transporte Rodoviário de Cargas
  • Suporte técnico alinhado às necessidades operacionais e regulatórias do setor.

Associadas da NTC&Logística contam com condições especiais e desconto exclusivo na contratação dos serviços da Domani Global.

Serviço

Domani Global – Sustentabilidade para o Transporte de Cargas

E-mail: contato@domani.global

Telefone/WhatsApp: (11) 99559-8402

Site: www.domani.global

Código de desconto exclusivo para associadas da NTC&Logística: NTC15

Vale-pedágio por placa avança e chega ao Rio Grande do Sul

Vale-pedágio por placa avança e chega ao Rio Grande do Sul

Vale-pedágio obrigatório por placa passa a operar no Rio Grande do Sul com a entrada da CSG e amplia a digitalização do transporte rodoviário de cargas. Integrado pela plataforma MeuPedágio e alinhado às diretrizes da ANTT, o modelo substitui meios físicos por identificação veicular e avança para tornar a operação mais simples, segura, interoperável e eficiente

O Vale-Pedágio Obrigatório (VPO) por placa segue avançando no Brasil e chega ao Rio Grande do Sul, ampliando a presença do novo modelo de cobrança digital no transporte rodoviário de cargas.

A operação no estado agora conta com a participação da Caminhos da Serra Gaúcha – CSG, concessionária que administra 271 km de rodovias entre o Vale do Caí e Serra Gaúcha, e ocorre no contexto da expansão da solução MeuPedágio, plataforma responsável pela interoperabilidade do vale-pedágio por identificação veicular. O modelo permite que o benefício seja vinculado diretamente à placa do caminhão, eliminando a necessidade de cartões, tags ou outros dispositivos físicos.

A implementação está sendo conduzida juntamente com as Fornecedoras de Vale-Pedágio Obrigatório (FVPOs homologadas), conforme as diretrizes da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), e contempla a validação dos fluxos operacionais em ambiente real, incluindo emissão, integração sistêmica e autorização de passagem nas praças de pedágio.

Segundo Eder Leonidas, diretor de negócios da MeuPedágio, a chegada ao estado representa mais um passo importante na consolidação do modelo.

“A expansão para o Rio Grande do Sul reforça que o projeto está evoluindo de forma estruturada. Estamos avançando com responsabilidade, garantindo que cada etapa seja implementada com segurança operacional e aderência regulatória, sempre com foco em simplificar a jornada do transportador”, afirma.

Para Alexandre Cavenaghi, gerente de pesquisa e inovação da CSG, a iniciativa reflete o compromisso da concessionária com a evolução do setor.

“Aqui na CSG, nós abraçamos a inovação sempre com muita responsabilidade e com o olhar voltado para o nosso cliente. A chegada do vale-pedágio por placa é mais um passo nessa direção, buscando tornar a experiência nas rodovias mais simples e eficiente”, destaca.

Novas etapas de implantação já estão em andamento, com a expansão do modelo prevista para avançar progressivamente em outras rodovias ao longo dos próximos meses.

A chegada ao Rio Grande do Sul reforça a construção de um ecossistema rodoviário mais digital, interoperável e eficiente, trazendo ganhos relevantes para embarcadores, transportadores e caminhoneiros em todo o país.

ANTT autoriza reajuste e início de cobrança de pedágio em vias de GO e PR

ANTT autoriza reajuste e início de cobrança de pedágio em vias de GO e PR

A ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) aprovou, em reunião extraordinária da diretoria nesta sexta-feira (15), o reajuste da TBP (Tarifa Básica de Pedágio) e o início da cobrança de pedágio em duas concessões. Na Rota Verde Goiás, que compreende as BR-060/452/GO e está em operação desde abril do ano passado, o acréscimo sobre a tarifa foi de 12,02%.

A cobrança foi autorizada para sete praças de pedágio já no modelo free flow (sem cancelas). Os pórticos estão localizados em Abadia de Goiás/Goiânia, Indiara/Cezarina, Acreúna/Jandaia, Acreúna/Santo Antônio da Barra, Rio Verde/Santa Helena de Goiás, Goiatuba/Bom Jesus de Goiás e Bom Jesus de Goiás/Itumbiara.

A concessão de 426 quilômetros foi arrematada no fim de 2024 por consórcio formado pelas empresas Aviva Fundo de Investimentos e Participações Infraestrutura e Tecpav Tecnologia e Pavimentação.

O segundo contrato analisado na reunião da ANTT foi o da Via Campo, que levou o lote 5 das rodovias do Paraná e agora administra 432 quilômetros da BR-163/369/467 e PR-158/317/467/977/978. A concessão, da gestora Pátria, foi assinada em março deste ano.

O reajuste autorizado para a TBP quilométrica foi de 12,03%, e a concessionária foi autorizada a iniciar a cobrança de pedágio em três praças existentes, que ficam nas cidades paranaenses de Corbélia, Mamborê e Floresta.

Estava previsto ainda, para a reunião extraordinária, o processo de reajuste da tarifa e início da cobrança de pedágio em duas novas praças do contrato da PRVias, concessionária da Motiva que administra as BR-369/373/376/PR e PR-090/170/323/445 – o lote 3 das rodovias do Paraná. Contudo, o item foi retirado de pauta.