por imprensa | maio 6, 2026 | Notícias, Outros
Selo ESG Cargas, objeto da AP nº 005/2025, avalia desempenho ambiental, social e de governança; audiência pública recebe contribuições até 18 de maio pelo ParticipANTT
A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) dá um passo concreto na agenda de sustentabilidade do transporte rodoviário de cargas. Entre 4 e 18 de maio de 2026, a Agência realiza audiência pública para colher contribuições sobre a criação do Selo ESG Cargas – primeiro instrumento regulatório do setor voltado ao reconhecimento de transportadores que adotam práticas responsáveis nos pilares ambiental, social e de governança.
Vinculado ao Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Cargas (RNTRC), o Selo é de adesão voluntária e se dirige a transportadores em situação ativa. A proposta parte de um princípio direto: a atividade econômica do transporte e a preservação do meio ambiente não são opostos – e quem demonstrar esse equilíbrio merece reconhecimento.
O que será avaliado
A certificação considera três fatores. O Fator Ambiental (E) abrange o uso racional de recursos naturais e a redução de emissões de poluentes. O Fator Social (S) contempla saúde e segurança do trabalho, diversidade, inclusão e impacto nas comunidades. O Fator de Governança (G) avalia a conformidade e a regularidade do transportador perante as regras que disciplinam a atividade.
Quem atender os três fatores recebe o Selo completo. Quem cumprir um ou dois também será reconhecido – a ANTT definirá, em edital específico, a forma de valorizar esse desempenho parcial. A medida amplia o alcance do programa e estimula a evolução gradual de todo o setor.
A avaliação levará em conta a categoria do transportador no RNTRC, seu porte e mercado de atuação, com uso de informações de bases de dados internas e externas. Para o pilar ambiental, o Selo MelhorAr – concedido pela Infra S.A. no âmbito do Programa MelhorAR, instituído pela Portaria MT nº 192, de 27 de fevereiro de 2025 – será aceito como comprovação integral dos critérios desse fator.
Princípios que orientam a certificação
O Selo é pautado por 11 princípios, entre os quais a mitigação de impactos socioambientais, a redução de emissões de gases de efeito estufa, a promoção da resiliência climática, a segurança viária e a saúde do trabalhador. Diversidade, equidade, inclusão e transparência completam o conjunto de diretrizes que orientarão a avaliação.
A Unidade Organizacional competente da ANTT publicará o edital de convocação com os critérios detalhados de participação, seleção e período de validade do Selo. A Agência poderá firmar parcerias estratégicas nas fases de implementação.
Como participar
As contribuições podem ser enviadas entre 4/5 e 18/5, das 9h às 18 horas, pelo canal ParticipANTT. A participação da sociedade qualifica o processo e contribui para que o instrumento chegue ao setor com critérios aderentes à realidade de quem move as cargas do Brasil.
por imprensa | maio 5, 2026 | Notícias, Outros
Critérios ESG passam a impactar diretamente a escolha de fornecedores logísticos, e transportadoras que se antecipam ganham vantagem competitiva no mercado
A sustentabilidade deixou de ser apenas uma pauta institucional para se tornar um fator decisivo nas relações comerciais. No Transporte Rodoviário de Cargas, essa mudança já é perceptível: empresas contratantes estão incorporando critérios ambientais, sociais e de governança (ESG) na escolha de seus parceiros logísticos.
Grandes companhias – especialmente multinacionais e empresas de capital aberto – vêm adotando novos padrões de reporte climático e ambiental, ampliando a exigência de transparência em toda a cadeia produtiva. Na prática, isso significa que essas organizações precisam medir, monitorar e divulgar as emissões associadas às suas operações, o que inclui diretamente os serviços de transporte.
Esse movimento reposiciona o papel das transportadoras dentro da cadeia logística. Mais do que executar a operação, passa a ser necessário comprovar eficiência ambiental, controle de emissões e compromisso com práticas sustentáveis.
Para as empresas do setor, essa nova realidade traz desafios, mas também abre oportunidades relevantes. Transportadoras que conseguem estruturar sua gestão ambiental e apresentar dados confiáveis tendem a:
- fortalecer o relacionamento com clientes estratégicos;
- aumentar a competitividade em processos de contratação e licitações;
- acessar novas oportunidades de negócio, especialmente com grandes embarcadores.
Por outro lado, a gestão de indicadores ambientais exige novas ferramentas, organização de dados e conhecimento técnico – o que ainda representa uma barreira para muitas empresas.
Diante desse cenário, a Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística (NTC&Logística) firmou parceria com a Domani Global, especializada em soluções tecnológicas e estratégicas em ESG, com foco em atender empresas de todos os portes do Transporte Rodoviário de Cargas.
A iniciativa tem como objetivo facilitar o acesso das transportadoras a ferramentas que permitam mensurar emissões, acompanhar indicadores ESG e estruturar planos de ação, de forma prática e alinhada à realidade operacional do setor.
Soluções disponíveis para empresas associadas à NTC&Logística
- Inventário de Emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE)
Mensuração das emissões nos escopos 1, 2 e 3, conforme padrões técnicos.
- Plataforma Domani SaaS – Sustainability as a Service
Sistema digital para gestão ESG, controle de indicadores e geração de relatórios.
- Diagnóstico ESG e Plano de Descarbonização
Estruturação de estratégias para redução e compensação de emissões.
- Treinamentos e capacitações corporativas
Formação técnica para equipes com foco em práticas sustentáveis.
- Certificação e Selo Carbono Neutro
Reconhecimento para empresas que compensam suas emissões.
- Atendimento especializado para o Transporte Rodoviário de Cargas
Suporte técnico alinhado às necessidades do setor.
Além disso, empresas associadas à NTC&Logística contam com condições especiais e desconto exclusivo na contratação dos serviços.
Serviço
Domani Global – Sustentabilidade para o Transporte de Cargas
E-mail: contato@domani.global
Telefone/WhatsApp: (11) 99559-8402
Site: www.domani.global
Redes sociais: LinkedIn, Instagram e demais plataformas oficiais
Código de desconto para associadas da NTC&Logística: NTC15
por imprensa | maio 5, 2026 | Notícias, Outros
Último dia de imersão contou com aula que destacou como divergências podem ser canalizadas de forma produtiva no ambiente corporativo
Nesta sexta-feira (1º), último dia da programação acadêmica da Missão Internacional do Transporte, a delegação de empresários brasileiros recebeu lições sobre gestão de conflitos no mundo corporativo.
“Em um cenário global marcado por tensões crescentes, a capacidade de gerir conflitos tornou-se uma competência essencial para líderes e empresários”, introduziu Raphael Müller, professor de Negociação na ISE Business School (instituição que representa a IESE na cidade de São Paulo). E, em seguida, fez uma provocação: “Precisamos de conflitos, desde que sejam produtivos”.
Para ele, organizações com maior diversidade tendem a apresentar melhores soluções justamente por reunirem visões distintas. O desafio da liderança, portanto, não é eliminar divergências, mas criar ambientes em que essas diferenças possam ser canalizadas de forma construtiva.
O conceito de conflito, segundo o especialista, envolve a existência de posições opostas decorrentes de percepções divergentes sobre interesses e perspectivas. Nesse sentido, o chamado “consenso superficial” – quando há concordância aparente, sem engajamento real – pode ser mais prejudicial do que o embate aberto. “As soluções criativas nascem do confronto de ideias”, destacou.
Para lidar com esse ambiente, habilidades como empatia e escuta ativa tornam-se fundamentais. Mais do que se colocar no lugar do outro, é preciso compreender o mundo a partir da perspectiva do interlocutor. Essa capacidade permite ao líder adaptar sua comunicação e considerar os impactos de suas decisões sobre diferentes perfis de pessoas.
Müller também chamou a atenção para a complexidade das chamadas “conversas difíceis”. Segundo ele, não se trata de torná-las fáceis, mas de estruturá-las melhor. “Estamos lidando com emoções, não apenas com racionalidade. Preparar-se para essas interações reduz a imprevisibilidade e aumenta a qualidade dos resultados”, afirmou.
Como ferramenta prática, o professor apresentou um modelo baseado em quatro perfis comportamentais predominantes: determinação, controle, energia e afetividade. Cada um possui características específicas, pontos fortes e riscos associados. Indivíduos com alta determinação, por exemplo, tendem a ser diretos e orientados a resultados, mas podem se tornar inflexíveis. Já os de alta afetividade valorizam relações e harmonia, mas podem enfrentar dificuldades na tomada de decisão.
Apesar da categorização, Müller alertou para o risco de rotular pessoas. “Todos transitamos entre os perfis, embora tenhamos predominâncias. O objetivo é adaptar a comunicação para gerar conexão e compreensão”, explicou. A proposta dessas classificações, segundo ele, é utilizar esse conhecimento para ajustar a forma de transmitir mensagens, aumentando a eficácia da interação.
Os participantes da Missão tiveram a oportunidade de testar essa abordagem em um exercício prático, envolvendo quatro casos que demandavam uma tomada de decisão. Após a sessão, Marcio Pasquali, diretor na Bravo, ressaltou: “Conflito e tomada de decisão estão presentes o tempo todo nas operações logísticas. Nessas circunstâncias, saber modular a fala é fundamental para criar engajamento. Não se faz nada sozinho”.
“Técnicas de gestão de conflito, como as que foram mostradas, ajudam muito nas relações. Fala-se muito sobre empatia, mas, se não conhecermos um pouco sobre o outro e como ele processa as informações, fica difícil construir pontes”, sintetizou George Ramos, diretor no Grupo Petrópolis.
por imprensa | maio 5, 2026 | Notícias, Outros
Braspress contempla transporte aéreo, rodoviário, rodoaéreo e fluvial para atender regiões remotas
A transformação da logística no Brasil passa, cada vez mais, pela integração de diferentes modais de transporte. Em um cenário marcado por grandes distâncias e pela demanda por entregas mais rápidas, a Braspress vem consolidando sua atuação por meio da intermodalidade.
Tradicionalmente reconhecida por sua presença nas rodovias brasileiras, a companhia ampliou sua capacidade operacional no último ano ao incorporar o modal aéreo, com a criação da BAC (Braspress Air Cargo).
– A iniciativa não substitui, mas complementa a nossa estrutura tradicional, permitindo uma operação mais ágil e eficiente em rotas de longa distância, como Campinas (SP)–Manaus (AM) –, afirma o diretor-presidente da Braspress, Urubatan Helou.
Em três pontos, entenda como a operação intermodal da companhia se destaca no mercado.
Dimensão da frota
A Braspress sustenta a operação intermodal com uma frota robusta e diversificada, que promete entregar escala e eficiência ao transporte de cargas em todo o país.
No modal aéreo, a companhia ampliou sua capacidade com a incorporação de mais uma aeronave à BAC (Braspress Air Cargo), totalizando três Boeings 737-400. O reforço visa atender à crescente demanda do mercado e ampliar a agilidade nas rotas de longa distância.
Na malha rodoviária, por sua vez, a empresa conta com 3.090 veículos próprios, que operam diariamente em trajetos urbanos, regionais e de transferência, além de cerca de 2 mil veículos agregados. Essa estrutura tem o intuito de assegurar capilaridade e flexibilidade à operação.
Transporte fluvial
A integração entre os modais também se apoia em soluções complementares, como o transporte fluvial e rodofluvial. Em um país de dimensões continentais como o Brasil, essas soluções se consolidam como alternativa estratégica, especialmente em regiões onde a infraestrutura rodoviária é limitada ou impõe desafios operacionais.
A Braspress incorpora esses modais à operação visando assegurar capilaridade e continuidade no fluxo de cargas, ampliando sua atuação para além das rodovias. No Norte do país, onde os rios são determinantes para a mobilidade, a companhia, em parceria com o Grupo Chibatão, usa rotas fluviais, com barcos e balsas como extensão natural da malha logística.
– Nesses trechos, os rios se tornam verdadeiras vias de escoamento, permitindo o transporte de grandes volumes por longas distâncias e garantindo o atendimento a localidades onde o acesso terrestre é restrito ou inexistente – comenta Helou.
Ganhos concretos
A integração entre os modais se traduz em resultados concretos para a operação da Braspress, com impactos diretos em prazos, eficiência e cobertura logística.
Na prática, o modelo intermodal funciona de forma coordenada: as encomendas são coletadas por caminhões em diferentes regiões, seguem por via aérea até destinos estratégicos e, em seguida, são redistribuídas por transporte terrestre até a entrega final, com o suporte das 112 filiais da companhia.
Os ganhos são expressivos. Em algumas rotas, o tempo de entrega caiu de 15 dias para intervalos entre 36 horas e quatro dias, especialmente em destinos no Norte do país, historicamente mais desafiadores do ponto de vista logístico.
– Este é mais um passo importante que consolida a companhia como player estratégico do transporte de cargas no país. O sistema amplia nossa capacidade operacional e permite que possamos oferecer ainda mais agilidade, confiabilidade e cobertura aos clientes – conclui Helou.
por imprensa | maio 5, 2026 | Notícias, Outros
Capacitação será realizada no dia 9 de maio e abordará estratégias para tornar operações mais eficientes e lucrativas
Em um cenário de margens cada vez mais pressionadas e custos operacionais elevados, o Sindicato das Empresas de Transportes de Carga e Logística de Minas Gerais (Setcemg) promove, no dia 9 de maio, o curso presencial “Empresas de Transportes Mais Lucrativas e Rentáveis através da Viagem Perfeita”. A capacitação será realizada das 9h às 12h30 e é voltada para empresários, gestores e profissionais do setor que buscam aprimorar a gestão operacional e aumentar a rentabilidade das operações de transporte.
Com foco na melhoria dos resultados financeiros, o treinamento apresenta estratégias práticas para otimizar o desempenho das viagens e reduzir desperdícios. A proposta é mostrar como uma gestão mais eficiente pode impactar diretamente a lucratividade no transporte rodoviário de cargas.
Entre os conteúdos abordados está o conceito de “viagem perfeita”, que envolve a padronização de processos desde o planejamento até a entrega final, além da adoção de medidas para reduzir a ociosidade da frota, como a eliminação de viagens com veículos vazios e a redução de tempos de espera em operações de carga e descarga. O curso também destaca a importância da manutenção preventiva como forma de evitar interrupções nas operações e perdas de receita.
Na parte financeira, a capacitação aborda o cálculo detalhado dos custos operacionais, com a distinção entre despesas fixas e variáveis, além da identificação do ponto de equilíbrio por rota. Também serão discutidas estratégias de precificação do frete que garantam não apenas a cobertura de custos, mas a geração de margem, além da análise de rentabilidade por cliente, veículo e motorista, com base em indicadores de desempenho e retorno sobre investimento.
A capacitação será conduzida por Carlos Augusto Silveira, profissional com trajetória no setor de transporte e logística desde 1982, com atuação nas áreas de transporte, armazenagem e distribuição, em funções operacionais e gerenciais.
Inscrições
A capacitação é gratuita para associados, com limite de dois participantes por empresa, e tem investimento de R$ 400 para não associados. As inscrições devem ser feitas no site do Setcemg. Informações pelo telefone (31) 3490-0330.
por imprensa | maio 5, 2026 | Notícias, Outros
Pórticos de cobrança ficam em quatro praças do Lote 4 das Rodovias Integradas do Paraná. Tarifas custam entre R$ 9,90 e R$ 17,10
Começaram a operar nesta segunda-feira (4) os pórticos do sistema de pedágio eletrônico, chamado de Free Flow, em rodovias do Norte e Noroeste do Paraná. Eles ficam na BR-376, em Presidente Castelo Branco e Mandaguari, e na BR-369 em Arapongas e Jataizinho.
Os trechos fazem parte do Lote 4 das Rodovias Integradas do Paraná e estão sob responsabilidade da concessionária EPR. Atualmente, o sistema também funciona em cidades do Oeste e Sudoeste.
Com o Free Flow, houve a substituição das praças físicas por pórticos eletrônicos que realizam a leitura automática dos veículos. Com isso, a cobrança do pedágio será realizada no sistema de livre passagem, sem que o motorista precise parar em cabines e passar por cancelas. Entenda como o sistema funciona abaixo.
O início da cobrança foi autorizado pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), após a avaliação técnica de condições de infraestrutura, como a qualidade do pavimento, sinalização, faixa de domínio e o funcionamento dos pórticos.
A ANTT também aprovou o reajuste da Tarifa Básica de Pedágio (TBP) para as quatro praças. Os valores foram calculados a partir da variação acumulada do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Veja quais são os valores:
- BR-376 em Presidente Castelo Branco: R$ 13,50;
- BR-376 em Mandaguari: R$ 9,90;
- BR-369 em Arapongas: R$ 10,50;
- BR-369 em Jataizinho: R$ 17,10.
No fim de abril, o Ministério dos Transportes anunciou a suspensão de 3,4 milhões de multas em rodovias no free flow.
A medida deu aos motoristas até 200 dias para quitar débitos do pedágio eletrônico e suspendeu a aplicação de multas desse sistema durante esse período. Segundo o governo, a medida tem como objetivo assegurar prazo adequado para a integração e o pleno funcionamento dos sistemas.
Como funciona o pagamento pelo sistema Free Flow?
Com o sistema Free Flow, não existem praças físicas e cancelas. Neste modelo, os veículos passam por pórticos que identificam automaticamente TAGs ou placas, e a cobrança é feita de forma eletrônica.
Com a TAG, a tarifa é debitada automaticamente. O motorista que não tiver a TAG instalada no veículo deve fazer o pagamento online, em até 30 dias após a passagem pelo pórtico.
Para realizar o pagamento, o usuário pode optar pelo aplicativo ou pela consulta e quitação de débitos online no site da EPR. Em caso de dúvidas, a concessionária informa que é possível entrar em contato por meio do telefone 0800 369 0376, que também funciona como WhatsApp.
O não pagamento dentro do prazo caracteriza evasão de pedágio, com possibilidade de multa.
Quem tem direito a descontos?
Segundo a EPR, todos os veículos com TAG, independentemente da categoria ou da quantidade de viagens, recebem automaticamente 5% de desconto ao passarem pelos pórticos do pedágio eletrônico. O benefício é válido para qualquer uma das praças sob concessão da EPR no Paraná.
Também há o Desconto de Usuário Frequente (DUF), que é aplicado de forma progressiva, conforme a frequência mensal em que o mesmo veículo passa pela praça de pedágio, na mesma direção. O desconto acontece a partir da segunda passagem pela pista automática e pode chegar a até 93%.
Conforme a concessionária, a opção é válida para usuários de veículos de passeio ou leves – carros, caminhonetes e similares usados para transporte apenas de pessoas – que utilizarem TAG.
Em Rolândia, a ANTT definiu que não haverá cobrança de pedágio para deslocamentos exclusivamente urbanos entre bairros. A medida é definitiva e será implementada por meio da instalação de validadores complementares aos pórticos.