por imprensa | abr 23, 2026 | Notícias
Posicionamento da Agência Nacional de Transportes Terrestres reforça segurança jurídica e reconhece as especificidades do transporte de granéis sólidos com descarga pressurizada
A NTC&Logística – Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística encaminhou à Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) um pedido formal de esclarecimento sobre a obrigatoriedade do pagamento do Piso Mínimo de Frete no retorno vazio em operações de transporte de granéis sólidos com descarga pressurizada.
A demanda foi construída a partir de discussões técnicas no âmbito da Câmara Técnica de Granel Sólido (CTGS), considerando as particularidades operacionais desse tipo de transporte, que envolve veículos especializados, custos adicionais e limitações logísticas relevantes.
Em resposta inicial, por meio do Ofício nº 15578/2026, a ANTT reconheceu a pertinência do pleito e destacou que, diante das especificidades da operação, a análise sobre o retorno vazio deveria considerar o contexto de cada operação, incluindo fatores como a possibilidade de obtenção de carga de retorno e os custos envolvidos. O documento também apontou que, na impossibilidade de contratação de frete de retorno em razão da especificidade do equipamento, o pagamento do retorno vazio deveria ocorrer.
No entanto, diante de dúvidas geradas pela redação do primeiro posicionamento, a NTC&Logística solicitou novo esclarecimento à Agência, visando maior segurança jurídica e uniformidade de entendimento no setor.
Em complemento, a ANTT emitiu o Ofício nº 15847/2026, no qual reforça de forma mais objetiva que a consideração do pagamento do retorno vazio deve ser aplicada às operações de transporte de granéis sólidos com descarga pressurizada, exceto quando houver a contratação de carga compatível para o retorno ao ponto de origem .
Com isso, o entendimento da Agência passa a conferir maior previsibilidade às relações entre transportadores e contratantes, reconhecendo que a natureza desses equipamentos, em muitos casos, limita a obtenção de frete de retorno, o que justifica a inclusão do retorno vazio na composição dos custos operacionais.
A NTC&Logística reforça que seguirá atuando de forma técnica e institucional junto aos órgãos reguladores, buscando garantir condições mais equilibradas, seguras e sustentáveis para as operações do Transporte Rodoviário de Cargas no Brasil.
por imprensa | abr 23, 2026 | Notícias
Associação Brasileira destaca padrões rigorosos de segurança após avanços regulatórios iniciados nos anos 1980
O transporte de materiais radioativos voltou ao centro do debate público após a repercussão da série “Emergência Radioativa”, da Netflix, que revisita o acidente radiológico de Goiânia ocorrido em 1987, considerado um dos mais graves do mundo. O episódio deixou quatro mortes diretas, centenas de pessoas contaminadas e milhares impactadas direta e indiretamente pelo Césio-137, tornando-se um marco para a forma como o Brasil passou a tratar o controle, o manuseio e o transporte de substâncias perigosas.
O acidente ocorreu um ano antes da publicação do Decreto nº 96.044, que estabeleceu diretrizes mais claras para o transporte de produtos perigosos no país. Desde então, o Brasil passou a estruturar um arcabouço regulatório mais rigoroso, com normas técnicas e exigências operacionais voltadas à redução de riscos e ao aumento da segurança nesse tipo de operação.
Eduardo Leal, secretário executivo da Associação Brasileira de Transporte e Logística de Produtos Perigosos (ABTLP), explica que a atividade é estruturada sob rígido controle técnico e regulatório. “O transporte de produtos radioativos é uma atividade altamente controlada pela Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN), que estabelece normas rigorosas para garantir a segurança. Trata-se de uma operação especializada, que exige cumprimento técnico em todas as etapas e integração com regras de outros órgãos, como a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT)”, afirma Leal.
Atualmente, esse modelo operacional envolve critérios técnicos rigorosos, que incluem classificação adequada dos materiais, padrões específicos de acondicionamento, rotulagem, rastreabilidade e definição de protocolos operacionais. “O episódio em Goiânia evidenciou, de forma dramática, os riscos associados à falta de controle, informação e preparo técnico no manuseio de substâncias perigosas”, explica o executivo.
No Brasil, materiais radioativos são amplamente utilizados em diferentes áreas estratégicas, especialmente na saúde, indústria e pesquisa. Na medicina, estão presentes em exames de diagnóstico por imagem, como cintilografias, e em tratamentos como a radioterapia para combate ao câncer. Na indústria, são aplicados em processos de medição de densidade, controle de qualidade, inspeção de soldas e estruturas metálicas, além de esterilização de produtos. Já na pesquisa e na agricultura, são utilizados em estudos científicos, desenvolvimento de tecnologias e controle de pragas.
Entidades como a ABTLP atuam na consolidação de um ambiente operacional mais seguro, incentivando a integração entre os diferentes agentes do setor e o alinhamento contínuo com as exigências regulatórias. A atuação institucional contribui para fortalecer a governança das operações e ampliar a previsibilidade em atividades que exigem alto nível de controle técnico.
Leal destaca que o esforço é permanente e estruturado. “A ABTLP promove a conscientização por meio de treinamentos, simulados e da disseminação de boas práticas, além de atuar de forma integrada com órgãos reguladores, como a ANTT, no aprimoramento contínuo das normas do setor. Nosso foco é fortalecer a cultura de segurança e a corresponsabilidade em toda a cadeia do transporte de produtos perigosos, envolvendo empresas, motoristas, embarcadores e demais agentes”, conclui.
por imprensa | abr 23, 2026 | Notícias
A Braspress, tradicional transportadora de encomendas nacional, lidera desde 1998 um movimento de inclusão no setor de transportes com a inserção de mulheres na função de motoristas, por meio do programa “Rainhas do Volante”.
A iniciativa partiu de Urubatan Helou, diretor-presidente da Companhia, que, ao observar uma mulher conduzindo um ônibus articulado no exterior, impulsionou uma mudança cultural significativa na Organização.
O projeto, que se tornou referência no setor, nasceu como uma estratégia de marketing, mas rapidamente evoluiu para um dos principais diferenciais operacionais da Organização.
Estudos internos demonstraram que motoristas mulheres tendem a conduzir com maior cuidado, contribuindo para a redução de custos com manutenção, menor consumo de combustível, diminuição de acidentes, e a construção de um relacionamento mais cordial com os clientes.
“Atiramos no que vimos e acertamos no que não vimos, pois a presença feminina elevou significativamente o padrão de qualidade dos serviços prestados pela Companhia”, afirmou Urubatan Helou, que criou e difundiu o lema de que “Competência não tem Sexo”, consolidando-o como um dos pilares culturais da Organização, que atualmente possui 138 mulheres em seu quadro de motoristas.
A Companhia também investe na capacitação de novas motoristas por meio de parcerias com autoescolas, custeando a obtenção ou mudança de categoria da CNH, além de oferecer treinamentos teóricos e práticos em simuladores de direção, acompanhamento médico e psicológico diários realizados pelo CAMB (Centro de Apoio ao Motorista Braspress), sala de amamentação para as lactantes e infraestrutura adequada com dormitórios e vestiários femininos.
“Não fizemos tudo isso apenas em nome da equidade, da inclusão ou da diversidade, pois nunca tivemos qualquer tipo de preconceito de gênero, raça, credo ou orientação sexual.
Hoje, podemos dizer que o programa “Rainhas do Volante” quebrou paradigmas em um setor historicamente masculino, transformando-o em um ambiente mais inclusivo, justo e seguro”, finalizou o diretor-presidente.
por imprensa | abr 23, 2026 | Notícias
Empresas passam a estruturar suas operações com foco em processos, integração entre áreas e gestão orientada por dados
Expandir a operação e ampliar a cobertura já não são suficientes para sustentar a competitividade no transporte de cargas no Brasil, setor que tem enfrentado pressão por eficiência e redução de custos. As despesas logísticas representam cerca de 15,5% do PIB, segundo a consultoria Ilos, o que intensifica a necessidade de maior controle por parte das transportadoras. Empresas que crescem sem estrutura enfrentam perda de controle operacional e dificuldade em manter o padrão de serviço. Nesse cenário, a governança e a padronização de processos ganham protagonismo na estratégia das companhias.
Mais do que organizar rotinas, práticas estruturadas de gestão tornaram-se um vetor direto de eficiência e previsibilidade nas operações logísticas. O monitoramento de indicadores reduz variabilidades, antecipa desvios e garante maior consistência nas entregas. As transportadoras estão de olho nessas questões, de modo que se tornam cada vez mais analíticas e orientadas por dados.
Este é o caso do Mira Transportes que, ao ampliar sua operação em 2026 para cerca de 3.700 cidades no Brasil, tem buscado garantir alto nível de controle, qualidade e eficiência em cada etapa de suas operações. “No Mira, o crescimento é conduzido com base em planejamento, disciplina operacional e governança. A expansão da malha e das operações é acompanhada de padronização de processos, uso intensivo de tecnologia e integração entre áreas”, explica Jansen de Jesus, diretor comercial da transportadora.
Na visão do dirigente, as recentes transformações do setor e a busca por governança estão ligadas ao aumento da sofisticação nas operações. “Hoje, a complexidade das demandas exige controle, previsibilidade e consistência na execução. A governança passa a ser essencial para garantir que o crescimento aconteça com qualidade, sem comprometer o nível de serviço, os custos e a experiência do cliente. Sem estrutura, a expansão tende a gerar ineficiências operacionais e perda de competitividade”, afirma.
Os impactos de uma expansão desestruturada já são percebidos no dia a dia das operações. Transportadoras que crescem sem processos bem definidos acabam apresentando aumento em retrabalhos, inconsistências nas entregas, desvios no padrão de qualidade e dificuldade no controle de processos. Do ponto de vista gerencial, esses fatores dificultam a tomada de decisões focadas na expansão de um negócio.
Para sustentar um modelo de crescimento voltado para a governança, as ferramentas tecnológicas têm tido um papel decisivo. “A tecnologia é um dos principais pilares desse processo. Ferramentas como CRM e BI permitem acompanhar indicadores em tempo real, identificar gargalos e tomar decisões mais rápidas e assertivas. No transporte, isso se traduz em maior controle da operação, melhor gestão de contratos e mais previsibilidade nas entregas. A tecnologia não substitui a gestão, mas potencializa a capacidade de execução com base em dados”, destaca Jansen de Jesus.
Outro fator determinante está na integração entre áreas, especialmente em operações que exigem alto nível de coordenação. “A integração entre comercial, operação e atendimento é fundamental para garantir que o que foi negociado seja executado com precisão. Quando essas áreas trabalham de forma alinhada, há menos ruptura na operação, maior clareza de informações e mais eficiência na entrega. Isso reduz erros, melhora o nível de serviço e fortalece o relacionamento com o cliente, que passa a perceber consistência em toda a jornada”, completa o dirigente.
por imprensa | abr 23, 2026 | Notícias, Notícias
Com investimento de cerca de R$ 1,25 bi, governo aposta em novo modelo para baratear transporte e manutenção
O Governo de Mato Grosso do Sul projeta reduzir custos no transporte e na manutenção da malha rodoviária estadual com a implantação do programa Rodar MS, que começa a sair do papel com a contratação de empréstimo junto ao Banco Mundial BIRD (Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento). A proposta prevê a recuperação de praticamente 1 mil quilômetros de rodovias, com pavimento em melhores condições de trafegabilidade e custo até 38% menor em comparação ao modelo tradicional de gestão.
A iniciativa também deve gerar impacto direto no setor produtivo. A expectativa é de redução significativa nos custos operacionais do transporte de cargas, que podem cair em até quatro vezes, conforme estudos do próprio Banco Mundial, responsável por balizar o projeto. Além da economia, o programa incorpora critérios de segurança viária e conforto aos usuários.
O modelo adotado é o Crema (Contrato de Restauração e Manutenção de Rodovias), considerado inovador por integrar diferentes etapas em um único contrato. “A maior vantagem que Mato Grosso do Sul terá ao adotar o Crema é que a empresa contratada é quem irá executar o projeto executivo. Ela fecha o contrato através de um projeto básico e propõe o projeto executivo, que segue para aprovação da Agesul (Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos). Daí é que ela [a empresa] executa os primeiros dois anos de restauração da rodovia”, afirma o secretário de Infraestrutura e Logística, Guilherme Alcântara.
Segundo o secretário, o modelo cria um incentivo direto à qualidade das obras. “Quanto melhor for a restauração, menos custo terá para a manutenção. Daí a vantagem de a empresa fazer um ótimo projeto e uma excelente execução”, completa.
O Rodar MS prevê investimento total de US$ 250 milhões, sendo US$ 200 milhões financiados pelo Banco Mundial e US$ 50 milhões como contrapartida do Estado. Ao todo, 22 municípios serão impactados direta ou indiretamente, com destaque para 18 cidades da região leste, no Vale do Ivinhema, e outras quatro no Bolsão, região do Vale da Celulose.
No eixo principal do programa, que segue o modelo DBM (Design, Build, Maintain), serão contemplados 730,3 quilômetros de rodovias, sendo 686,4 km de trechos principais e 43,8 km de travessias urbanas, conforme detalhado nas tabelas do projeto. Entre os municípios atendidos estão Anaurilândia, Angélica, Bataguassu, Brasilândia, Deodápolis, Fátima do Sul, Glória de Dourados, Ivinhema, Jateí, Naviraí, Nova Andradina, Novo Horizonte do Sul, Rio Brilhante, Santa Rita do Pardo, Taquarussu e Vicentina, com intervenções em diferentes rodovias estaduais.
Nesse modelo, os contratos terão duração de 10 anos e incluem desde a elaboração do projeto até a execução das obras e manutenção. O pagamento às empresas será condicionado ao cumprimento de indicadores de desempenho, o que significa que não depende apenas da execução, mas também da qualidade dos serviços prestados.
Já na região do Bolsão, o programa será executado por meio de Parceria Público-Privada (PPP), com contratos de 30 anos. Nesse caso, serão atendidos 208,7 quilômetros das rodovias MS-377 e MS-240, nos trechos entre Água Clara, Inocência e Paranaíba. A empresa responsável deverá garantir condições adequadas de tráfego e segurança ao longo de todo o período contratual.
O Rodar MS também inclui ações voltadas à segurança viária no entorno de escolas públicas. Ao todo, 24 unidades de ensino estaduais e municipais receberão intervenções para melhorar a acessibilidade e reduzir riscos de acidentes. As medidas incluem melhorias para travessia de pedestres, organização do tráfego e adequações que beneficiam estudantes, profissionais da educação e a comunidade.
De acordo com o projeto, as intervenções permitirão deslocamentos mais seguros para pedestres e ciclistas, além de promover inclusão. Um diagnóstico técnico também será realizado para orientar a aplicação dos recursos com base em evidências, priorizando áreas mais críticas. Com isso, o governo espera não apenas melhorar a infraestrutura rodoviária, mas também reduzir custos logísticos, aumentar a segurança e otimizar o uso de recursos públicos ao longo dos próximos anos.
por imprensa | abr 22, 2026 | Eventos, Notícias, Outros
Evento celebra 25 edições desde 1999 e reúne lideranças para debater os principais desafios e caminhos do Transporte Rodoviário de Cargas no Brasil
No dia 6 de maio de 2026, às 8h30, será realizada, em Brasília (DF), a 25ª edição do Seminário Brasileiro do Transporte Rodoviário de Cargas, no Auditório Nereu Ramos, da Câmara dos Deputados.
Consolidado como um dos mais importantes fóruns de discussão do setor, o Seminário chega à sua edição comemorativa de 25 realizações, marcando uma trajetória iniciada em 1999, sempre pautada pelo diálogo institucional e pela construção de soluções para o Transporte Rodoviário de Cargas no Brasil.
A iniciativa é promovida pela Comissão de Viação e Transportes (CVT) da Câmara dos Deputados, em parceria com a NTC&Logística – Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística, e conta com o apoio institucional do Sistema Transporte (CNT / SEST SENAT / ITL) e da FuMTran (Fundação Memória do Transporte).
Ao longo de sua história, o evento tem desempenhado papel fundamental na aproximação entre o setor produtivo e o poder público, contribuindo para o avanço de pautas estratégicas e para o fortalecimento do Transporte Rodoviário de Cargas como pilar do desenvolvimento econômico e social do país.
Nesta edição, os debates estarão centrados em temas de alta relevância para o setor, como a aplicação prática da Lei nº 14.599/2023, no que se refere a seguro de cargas – com foco na insegurança jurídica e nos conflitos interpretativos –, e a análise da Lei nº 13.703/2018, que institui a Política Nacional dos Pisos Mínimos do Transporte Rodoviário de Cargas, abordando seus desafios regulatórios, entraves jurídicos e impactos no mercado.
Para o presidente da NTC&Logística, Eduardo Rebuzzi, esta edição carrega um significado especial por simbolizar a continuidade e pertinência do Seminário ao longo de décadas.
“Celebrar a 25ª edição deste Seminário é reconhecer a força de um espaço que, desde 1999, promove o diálogo qualificado entre o setor e o poder público. Ao longo dessas edições, acompanhamos transformações importantes e contribuímos ativamente para o desenvolvimento do Transporte Rodoviário de Cargas. Ao trazer, para o centro de debates, temas sensíveis como o seguro de cargas e o piso mínimo de frete, esta edição ratifica nosso compromisso com a segurança jurídica, a previsibilidade e o equilíbrio nas relações do setor, além da construção de um ambiente cada vez mais eficiente, seguro e sustentável para a atividade” – enfatiza Rebuzzi.
A edição de 2026 reafirma o empenho das entidades organizadoras em dar continuidade a esse legado, promovendo debates consistentes e alinhados às demandas do Transporte Rodoviário de Cargas no Brasil.
Faça sua inscrição aqui.
Programação Preliminar
9h às 10h | Solenidade de Abertura
Composição da Mesa (convidados)
l Deputado Federal Hugo Motta – Presidente da Câmara dos Deputados (a confirmar)
l Deputado Federal Cláudio Cajado – Presidente da Comissão de Viação e Transportes
l Deputado Federal Gilberto Abramo – Autor do requerimento para realização da 25ª edição do Seminário
l George Santoro – Ministro dos Transportes (a confirmar)
l Vander Costa – Presidente do Sistema Transporte (CNT / SEST SENAT / ITL)
l Eduardo F. Rebuzzi – Presidente da NTC&Logística
l Guilherme Theo Sampaio – Diretor-Geral da ANTT
10h às 11h | 1º Painel
Tema: Seguro no Transporte Rodoviário de Cargas: a aplicação da Lei nº 14.599/2023 na prática
Abordagem
Insegurança jurídica, conflitos interpretativos e seus reflexos para os transportadores
Presidente da Mesa
l Deputado Federal Cláudio Cajado – Presidente da Comissão de Viação e Transportes
Coordenação
l Eduardo F. Rebuzzi – Presidente da NTC&Logística
Palestrantes convidados
l Alessandro Serafin Octaviani Luis – Superintendente da SUSEP
l Marcos Aurélio Ribeiro – Diretor Jurídico da NTC&Logística
11h às 12h | 2º Painel
Tema: Lei nº 13.703/2018 – Institui a Política Nacional dos Pisos Mínimos do Transporte Rodoviário de Cargas
Abordagem
Entre a regulação e a realidade do Transporte Rodoviário de Cargas: análise das distorções interpretativas, entraves jurídicos e reflexos no mercado
Presidente da Mesa
l Deputado Federal Cláudio Cajado – Presidente da Comissão de Viação e Transportes
Coordenação
l Eduardo F. Rebuzzi – Presidente da NTC&Logística
Participação a convite
l Luiz Fux – Ministro do Supremo Tribunal Federal (a confirmar)
Palestrantes convidados
l Guilherme Theo Sampaio – Diretor-Geral da ANTT
12h | Encerramento
Realização
● Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados
Apoio
● NTC&Logística – Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística
Apoio Institucional
● Sistema Transporte (CNT – Confederação Nacional do Transporte / SEST SENAT – Serviço Social do Transporte e Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte / ITL – Instituto de Transporte e Logística)
● FuMTran – Fundação Memória do Transporte
Apoio Logístico
● Brasspress