Apresentada pelo deputado Duda Ramos (MDB), a proposta propõe o registro de indicadores de condução segura e histórico de boas práticas no trânsito dos profissionais
O Projeto de Lei 6860/25, apresentado pelo deputado Duda Ramos (MDB-RR) à Câmara dos Deputados, criará o “Cadastro Positivo de Motoristas Profissionais”, que poderá conceder benefícios e condições diferenciadas aos condutores que exercem atividade profissional de transporte. A proposta é destinada ao registro de indicadores de condução segura, histórico de boas práticas no trânsito e desempenho operacional desses motoristas.
De acordo com a Agência Câmara de Notícias, se autorizado pelo condutor, os dados poderão ser compartilhados com empregadores, cooperativas, plataformas de transporte, seguradoras e instituições financeiras. Isso possibilitará concessão de benefícios, incentivos ou condições diferenciadas concedidos por entes públicos ou privados.
Atualmente, o Registro Nacional Positivo de Condutores (RNPC) reúne cadastro de condutores que não tenham cometido infrações de trânsito por determinado período. Segundo o autor, o projeto busca valorizar motoristas profissionais “que transportam milhões de passageiros, cargas de grande valor e insumos essenciais”.
“A legislação brasileira contempla diversos mecanismos de punição, mas carece de instrumentos que promovam reconhecimento e recompensas a motoristas que apresentam desempenho exemplar”, afirmou o deputado.
COMO FUNCIONARÁ O CADASTRO POSITIVO DE MOTORISTAS PROFISSIONAIS?
O “Cadastro Positivo de Motoristas Profissionais” será administrado pelo órgão máximo executivo de trânsito da União, podendo contar com cooperação técnica de órgãos estaduais e municipais, conforme o descrito no Projeto de Lei.
Ramos ainda explicou, em justificativa, que a iniciativa não cria obrigação para o motorista, e tampouco produz efeitos restritivos, constituindo instrumento exclusivamente benéfico, baseado na transparência e na valorização profissional. Além disso, o texto observa a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD), garantindo privacidade e controle sobre o compartilhamento de informações.
“O projeto também permite ao Estado utilizar dados agregados para aperfeiçoar políticas de trânsito, capacitação profissional e prevenção de acidentes, sem violar a privacidade individual”, completa.
PRÓXIMOS PASSOS
Segundo a Agência Câmara de Notícias, o projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Viação e Transportes; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Se for aprovado pelas comissões, seguirá para o Senado.
A proposta precisa ser aprovada pelos deputados e pelos senadores, e ser sancionada pela presidência da República para se tornar lei.
Em parceria com a JSL, o programa Mulheres na Direção contribui para a inclusão feminina e renovação da mão de obra no transporte
O SEST SENAT tem intensificado sua atuação na formação de mulheres para o setor de transporte, contribuindo para ampliar a presença feminina em uma área ainda predominantemente masculina. Por meio de parcerias com empresas do setor, a instituição oferece capacitação técnica e prática voltada à condução de veículos pesados e à operação de outros equipamentos logísticos.
Um dos exemplos é o programa Mulheres na Direção, realizado em parceria com a JSL, que desde 2021 vem formando novas profissionais para a empresa e o mercado. Ao longo desse período, já foram realizadas 16 edições, sendo que uma está em andamento, e mais de 250 mulheres foram contratadas para atuar em diferentes operações da empresa em todo o país.
A preocupação com a diversidade de gênero na JSL surgiu a partir da constatação de que havia um número muito reduzido de mulheres atuando como motoristas carreteiras. Diante desse cenário, foi desenvolvido um projeto-piloto para capacitar mulheres para a função. Com o sucesso da ação, a empresa ampliou o projeto e, já na segunda edição, firmou uma parceria com o SEST SENAT para conduzir a formação dessas profissionais.
Atualmente, o processo começa com a seleção de mulheres em situação de vulnerabilidade social e financeira. Em seguida, elas passam pela Escola de Motoristas Profissionais, do SEST SENAT, na qual recebem capacitação técnica e preparação para o mercado. Após a formação, elas passam por um processo seletivo dentro da própria JSL. Segundo Daniella de Melo, especialista em Desenvolvimento Humano e Organização da empresa, a parceria com o SEST SENAT contribui para tornar esse processo ainda mais objetivo. “O SEST SENAT já conhece bem a realidade da empresa e o tipo de profissionais que buscamos. Isso faz com que a seleção seja mais assertiva, olhando para a formação e o potencial de cada candidata”, afirma.
Durante o período de formação, a JSL oferece uma bolsa educacional às participantes, garantindo suporte para que possam se dedicar ao curso. Embora o foco inicial tenha sido a formação de motoristas carreteiras, a iniciativa já se expandiu para outras funções, como operadoras de empilhadeira, motoristas de ônibus e mecânicas.
Para Daniella, investir na diversidade de gênero é também uma forma de transformar o ambiente de trabalho. “Quando você trabalha a diversidade de gênero, torna o ambiente mais humano, acolhedor e inovador. As diferenças não são ameaças, mas, sim, oportunidades, pois homens e mulheres se complementam. A mulher ocupa esse espaço por mérito, porque é capaz de entregar um bom trabalho”, destaca.
Para o diretor-executivo nacional interino do SEST SENAT, Vinicius Ladeira, “iniciativas voltadas à qualificação profissional feminina são fundamentais não só para promover inclusão, mas também para contribuir para a renovação da mão de obra no transporte. Ao investir na formação de mulheres, o SEST SENAT reforça seu papel como agente de transformação social e de desenvolvimento do setor”.
O programa Mulheres na Direção já percorreu diversas regiões do país. Em 2025, a iniciativa expandiu sua atuação ao chegar, pela primeira vez, ao Pará, ampliando o acesso à capacitação em novas localidades.
Restrição do Estreito de Ormuz gera impacto imediato ao preço do petróleo e aos custos logísticos
O preço do diesel voltou a ser foco nacional com os últimos conflitos internacionais. Diante do confronto no Oriente Médio, a paralisação do Estreito de Ormuz dificultou a distribuição do óleo para o restante do globo e aumentou a pressão sobre o preço dos combustíveis, com um aumento de 20% no valor do barril na primeira semana. A rota é um dos principais pontos de escoamento de milhões de barris por dia. No Paraná, o aumento do diesel atingiu um recorde histórico, subindo 25,5% entre os meses de fevereiro e março.
Apesar de ser um forte produtor de petróleo, o Brasil ainda depende da importação de derivados do óleo, como o diesel. O combustível é um dos principais custos logísticos das transportadoras, chegando a 50% das despesas da operação. Sendo o modal rodoviário responsável por cerca de 65% do que é transportado no país, o preço do combustível impacta diretamente a eficiência do setor. Segundo a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o país produz 4 milhões de barris por dia para uma demanda de 2,6 milhões. No entanto, o Estado importa 600 mil barris de derivados diariamente, com o diesel representando metade dessa quantidade.
Para o presidente do Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas e Logística do Oeste do Paraná (SINTROPAR), Edson Roberto Pilati, a preocupação reside na imprevisibilidade da duração das ações militares. “Nosso principal desafio é a imprevisibilidade, pois me parece que esse conflito tende a demorar mais do que o Ocidente previa. E sendo assim, com a questão do fechamento do Estreito de Ormuz, isso significa um represamento muito grande da produção mundial de petróleo”, comenta o executivo.
Outro ponto de atenção do presidente são os estoques de diesel das transportadoras. Ainda que estas consigam armazenar o combustível em tempos de normalidade, a quantidade ainda é muito pequena perto da necessidade das frotas. “Essa restrição tem um impacto imediato no preço do petróleo. E, como isso chega de imediato, os estoques das grandes e médias transportadoras, que conseguem ter um programa de estoque de combustível, ainda são ínfimos, perto do mercado total que o transporte movimenta”, completa Edson Pilati.
Sobre as consequências dessa imprevisibilidade na cadeia logística como um todo, Pilati reflete, em especial, sobre o agronegócio. “Não é só o transporte que sofre com essa questão da variação de preços do petróleo. No agronegócio, por exemplo, boa parte do fertilizante químico importado pelo Brasil vinha do Irã. Além dos fertilizantes, o diesel é muito importante também para as máquinas agrícolas, para plantio, para colheita – ele é diretamente alocado nessa questão da preparação”, afirma.
Numa tentativa de diminuir o impacto do preço do petróleo para o consumidor, o Paraná aderiu ao programa do Governo Federal que diminui a carga tributária sobre o diesel. A decisão tem como objetivo garantir o abastecimento para todo o estado e conter a instabilidade do preço do combustível. A ação prevê subsídio de R$ 1,20 por litro do óleo, sendo metade assumida pelo estado e a outra metade pela União. Inicialmente, a medida tem vigência de dois meses.
Edson Pilati também aponta para a possibilidade de repasse dos valores. “O diesel representa 50% dos nossos custos. Tendo esse custo tão alto e a movimentação diária tão imprevisível, nós sentimos muito no caixa e precisamos repassar. Nenhuma transportadora vai conseguir continuar trabalhando com os preços de frete normais”, Edson Pilati conclui. “Essa negociação de fretes tem que ser feita dia a dia. Outra possibilidade é repassar esse custo para o mercado consumidor, o que gera outro desafio, porque acaba gerando uma inflação. Então a cadeia toda acaba sentindo os efeitos do aumento do custo do diesel”, analisa o executivo.
Quanto ao papel do SINTROPAR, o presidente considera a entidade um pilar para divulgação de informações sobre o assunto e mantém a comunicação constante com seus associados. “Nós estamos acompanhando atentamente o desdobramento e os cenários dessa variação dos custos pertinentes ao transporte. Estamos ouvindo nossos associados – e acompanhando as outras entidades nos cenários regional e nacional –, tentando municiá-los de informação, que é o que nós conseguimos agora, para que eles também consigam tomar as melhores decisões”, comenta Pilati.
O executivo ainda reforça a importância da troca com os colaboradores: “Temos o papel de ponte muito importante para toda a cadeia, e essa é a importância da nossa comunicação. Estamos colocando na nossa sociedade quais as causas do aumento, o porquê das negociações dos fretes, o quão importante é o diálogo e a conversa com os fornecedores e com os clientes ”, finaliza Edson Pilati.
Dois novos equipamentos em rodovia do interior de São Paulo serão ‘ensinados’ a identificar esse tipo de infração
O Jornal do Carro já publicou uma reportagem sobre a ação de radares com inteligência artificial capazes de identificar infrações como falar ao celular, digitar e trafegar sem cinto. E agora dois novos radares, instalados entre abril e maio, terão a função de também registrar ônibus e caminhões que trafegarem pela faixa da esquerda.
Veículos pesados a priori podem ultrapassar pela esquerda, porém quando a rodovia possui sinalização vertical de regulamentação, como a placa R-27 (“Ônibus, caminhões e veículos de grande porte, mantenham-se à direita”), a ultrapassagem fica proibida. Ela determina que ônibus e caminhões devem circular obrigatoriamente pela faixa da direita, deixando as faixas da esquerda livres para ultrapassagens e veículos leves.
O descumprimento dessa determinação é considerado infração média, com acúmulo de quatro pontos na CNH e multa de R$ 130,16.
Estradas de pista dupla com múltiplas faixas e alto volume de tráfego de carga costumam aderir à placa R-27. É o caso da Rodovia Adhemar Pereira de Barros (SP-340) – que liga Campinas a Mococa e é administrada pela Renovias –, a mesma que já possui radares com IA e que terá também equipamentos para registrar a ultrapassagem proibida.
A intenção da Renovias é aumentar a segurança na rodovia e inibir a direção perigosa por parte dos motoristas de caminhões e ônibus.
As câmeras farão o registro das ultrapassagens proibidas, e as imagens são enviadas em tempo real para o centro de monitoramento da rodovia, local em que sempre está presente um agente de trânsito, que analisa as fotos e registra a infração.
Será que outras rodovias vão aderir a esses radares com IA para combater ultrapassagens perigosas?
Primeira edição do evento, promovida pela Associação Empresarial de Criciúma (ACIC), reuniu cerca de 500 participantes e destacou desafios estruturais, infraestrutura e formação profissional no setor
O setor de transporte e logística esteve no centro das discussões realizadas na primeira edição do Futuro em Rota, promovido pela Associação Empresarial de Criciúma (ACIC), nesta terça-feira (31). O evento reuniu cerca de 500 pessoas, entre empresários, lideranças e profissionais da área, consolidando-se como um importante espaço de conteúdo, relacionamento e construção de soluções para o Transporte Rodoviário de Cargas no Brasil.
A idealizadora do evento, Sil Citadin, salientou serem fundamentais iniciativas que promovam o diálogo sobre a dimensão do TRC na economia brasileira. “Debates como este fomentam o futuro do transporte e da logística. Estamos falando de um setor essencial, que precisa estar cada vez mais conectado às novas gerações e preparado para discutir os temas que realmente impactam o seu desenvolvimento”, afirmou.
A participação do presidente da NTC&Logística, Eduardo Rebuzzi, foi um dos destaques da programação, com uma análise abrangente do cenário do Transporte Rodoviário de Cargas no país. Em sua apresentação, Rebuzzi reforçou o papel do setor responsável por mais de 65% da movimentação de mercadorias no Brasil, além de destacar sua relevância para a competitividade da economia nacional.
Com base em dados da Confederação Nacional do Transporte – CNT, da Agência Nacional de Transportes Terrestres – ANTT e da própria NTC&Logística, o presidente chamou atenção para os impactos diretos das condições das rodovias nos custos operacionais, na produtividade e na segurança das operações.
“O Transporte Rodoviário de Cargas é um dos grandes motores da economia brasileira e precisa ser tratado como prioridade. Sem investimentos consistentes em infraestrutura, segurança e condições adequadas de operação, comprometemos não apenas o setor, mas o desenvolvimento do país”, destacou.
Rebuzzi também abordou temas estruturantes para o avanço do setor, como a necessidade de maior segurança jurídica, eficiência nas concessões rodoviárias e consolidação da imagem do transporte perante a sociedade. Outro ponto de destaque foi a escassez de mão de obra qualificada, ratificando a importância de iniciativas voltadas à formação e atração de novos profissionais, como programas direcionados a motoristas.
Além das palestras, o evento contou com uma roda de conversa que reuniu o presidente da NTC&Logística, Eduardo Rebuzzi; o presidente da Federação das Empresas de Transporte de Carga e Logística no Estado de Santa Catarina, Dagnor Schneider, e a idealizadora do evento, Sil Citadin. O momento promoveu um diálogo aberto sobre os desafios e avanços do Transporte Rodoviário de Cargas, ampliando o compartilhamento de experiências e perspectivas entre os participantes.
Na oportunidade, foi entregue um troféu em homenagem aos representantes do TRC pelas mãos do presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Implementos Rodoviários – ANFIR, José Carlos Sprícigo, um dos apoiadores do evento.
Da esquerda para a direita: Dagnor Schneider; Sil Citadin; Eduardo Rebuzzi e José Carlos Sprícigo
O presidente da Federação das Empresas de Transporte de Carga e Logística no Estado de Santa Catarina, Dagnor Schneider, também ressaltou a relevância da valorização do setor e os impactos da infraestrutura nas operações. “Nosso setor precisa ser levado a sério. O transporte move a economia, e defender investimentos em infraestrutura é defender o crescimento do Brasil”, afirmou.
Durante o evento, foram debatidos gargalos históricos das rodovias catarinenses, como trechos saturados, ausência de duplicações e necessidade de manutenção. Entre os pontos críticos citados estão as BRs 101, 282, 470, 280 e 153, além do Morro dos Cavalos, reforçando a urgência de soluções estruturais para a região.
Os painéis também destacaram a importância de um ambiente regulatório mais estável, maior previsibilidade para investimentos e o fortalecimento de iniciativas de qualificação profissional, como o projeto Motorista do Futuro, voltado à formação de novos condutores para o Transporte Rodoviário de Cargas.
Segunda edição confirmada
Com avaliação positiva e participação de representantes de diversas cidades da região Sul de Santa Catarina, o Futuro em Rota já tem nova edição confirmada. O próximo encontro será realizado em 16 de março de 2027, novamente em Criciúma.
“Estamos muito felizes com a repercussão do evento. Este é o início de um novo momento para o nosso ecossistema”, comemorou Sil Citadin.
Evento celebra 25 edições desde 1999 e reúne lideranças para debater os principais desafios e caminhos do Transporte Rodoviário de Cargas no Brasil
No dia 6 de maio de 2026, às 8h30, será realizada, em Brasília (DF), a 25ª edição do Seminário Brasileiro do Transporte Rodoviário de Cargas, no Auditório Nereu Ramos, da Câmara dos Deputados.
Consolidado como um dos mais importantes fóruns de discussão do setor, o Seminário chega à sua edição comemorativa de 25 realizações, marcando uma trajetória iniciada em 1999, sempre pautada pelo diálogo institucional e pela construção de soluções para o Transporte Rodoviário de Cargas no Brasil.
A iniciativa é promovida pela Comissão de Viação e Transportes (CVT) da Câmara dos Deputados, em parceria com a NTC&Logística – Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística, e conta com o apoio institucional do Sistema Transporte (CNT / SEST SENAT / ITL) e da FuMTran (Fundação Memória do Transporte).
Ao longo de sua história, o evento tem desempenhado papel fundamental na aproximação entre o setor produtivo e o poder público, contribuindo para o avanço de pautas estratégicas e para o fortalecimento do Transporte Rodoviário de Cargas como pilar do desenvolvimento econômico e social do país.
Nesta edição, os debates estarão centrados em temas de alta relevância para o setor, como a aplicação prática da Lei nº 14.599/2023, no que se refere a seguro de cargas – com foco na insegurança jurídica e nos conflitos interpretativos –, e a análise da Lei nº 13.703/2018, que institui a Política Nacional dos Pisos Mínimos do Transporte Rodoviário de Cargas, abordando seus desafios regulatórios, entraves jurídicos e impactos no mercado.
Para o presidente da NTC&Logística, Eduardo Rebuzzi, esta edição carrega um significado especial por simbolizar a continuidade e pertinência do Seminário ao longo de décadas.
“Celebrar a 25ª edição deste Seminário é reconhecer a força de um espaço que, desde 1999, promove o diálogo qualificado entre o setor e o poder público. Ao longo dessas edições, acompanhamos transformações importantes e contribuímos ativamente para o desenvolvimento do Transporte Rodoviário de Cargas. Ao trazer, para o centro de debates, temas sensíveis como o seguro de cargas e o piso mínimo de frete, esta edição ratifica nosso compromisso com a segurança jurídica, a previsibilidade e o equilíbrio nas relações do setor, além da construção de um ambiente cada vez mais eficiente, seguro e sustentável para a atividade” – enfatiza Rebuzzi.
A edição de 2026 reafirma o empenho das entidades organizadoras em dar continuidade a esse legado, promovendo debates consistentes e alinhados às demandas do Transporte Rodoviário de Cargas no Brasil.
l Deputado Federal Hugo Motta – Presidente da Câmara dos Deputados (a confirmar)
l Deputado Federal Cláudio Cajado – Presidente da Comissão de Viação e Transportes
l Deputado Federal Gilberto Abramo – Autor do requerimento para realização da 25ª edição do Seminário
l Renan Filho – Ministro dos Transportes (a confirmar)
l Vander Costa – Presidente do Sistema Transporte (CNT / SEST SENAT / ITL)
l Eduardo F. Rebuzzi – Presidente da NTC&Logística
l Guilherme Theo Sampaio – Diretor-Geral da ANTT
10h às 11h | 1º Painel
Tema: Seguro no Transporte Rodoviário de Cargas: a aplicação da Lei nº 14.599/2023 na prática
Abordagem
Insegurança jurídica, conflitos interpretativos e seus reflexos para os transportadores
Presidente da Mesa
l Deputado Federal Cláudio Cajado – Presidente da Comissão de Viação e Transportes
Coordenação
l Eduardo F. Rebuzzi – Presidente da NTC&Logística
Palestrantes convidados
l Alessandro Serafin Octaviani Luis – Superintendente da SUSEP
l Marcos Aurélio Ribeiro – Diretor Jurídico da NTC&Logística
11h às 12h | 2º Painel
Tema: Lei nº 13.703/2018 – Institui a Política Nacional dos Pisos Mínimos do Transporte Rodoviário de Cargas
Abordagem
Entre a regulação e a realidade do Transporte Rodoviário de Cargas: análise das distorções interpretativas, entraves jurídicos e reflexos no mercado
Presidente da Mesa
l Deputado Federal Cláudio Cajado – Presidente da Comissão de Viação e Transportes
Coordenação
l Eduardo F. Rebuzzi – Presidente da NTC&Logística
Participação a convite
l Luiz Fux – Ministro do Supremo Tribunal Federal (a confirmar)
Palestrantes convidados
l Guilherme Theo Sampaio – Diretor-Geral da ANTT
12h | Encerramento
Realização
● Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados
Apoio
● NTC&Logística – Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística
Apoio Institucional
● Sistema Transporte (CNT – Confederação Nacional do Transporte / SEST SENAT – Serviço Social do Transporte e Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte / ITL – Instituto de Transporte e Logística)