Braspress investe R$ 14,8 milhões na renovação da frota urbana

Braspress investe R$ 14,8 milhões na renovação da frota urbana

A Braspress anunciou um novo investimento na modernização de sua operação logística com a aquisição de 50 veículos para reforçar a frota urbana. O aporte, que soma R$ 14.880.000, começou a ser colocado em prática com as primeiras entregas realizadas na última quinta-feira (12).

A nova frota é composta por 20 vans Mercedes-Benz Sprinter F 33A, 30 caminhões Volkswagen Delivery 9.180 e 30 implementos Facchini. Os veículos serão distribuídos em centros urbanos de diferentes regiões do Brasil, com o objetivo de fortalecer as operações de distribuição e otimizar as entregas de última milha até o fim de maio.

Segundo o diretor-presidente Urubatan Helou, a estratégia da empresa é reinvestir continuamente os recursos no próprio negócio, prática adotada desde a fundação da companhia, em 1977.

A renovação da frota faz parte de um plano contínuo de inovação e melhoria operacional. A empresa destaca que o investimento busca elevar o padrão de qualidade dos serviços, aumentar a produtividade e garantir maior eficiência no atendimento aos clientes.

Os novos veículos também irão reforçar a atuação dos Centros de Apoio Operacional Braspress (CAOBs), estruturas criadas para reduzir o volume de cargas nas unidades com maior movimentação nas grandes cidades. Com isso, a expectativa é aumentar a agilidade nos processos logísticos e melhorar o fluxo de distribuição nas regiões metropolitanas.

Além da modernização da frota, a Braspress tem ampliado sua atuação no setor de transporte rodoviário de cargas ao investir em tecnologia, infraestrutura e capacitação operacional. A companhia é reconhecida como uma das principais transportadoras de encomendas do Brasil, com presença nacional e foco em soluções logísticas integradas, atendendo diferentes segmentos da economia com rapidez e confiabilidade.

De acordo com a empresa, a renovação da frota urbana representa mais do que uma atualização de ativos, sendo parte de uma estratégia de crescimento sustentável. A meta é acompanhar a evolução das demandas logísticas no país, mantendo altos níveis de eficiência e qualidade nos serviços prestados.

Ministério dos Transportes inaugura duplicação na BR-222 e consolida investimentos de R$ 720 milhões no Ceará

Ministério dos Transportes inaugura duplicação na BR-222 e consolida investimentos de R$ 720 milhões no Ceará

Recursos também contemplam ampliação da BR-116 e requalificação de 406 quilômetros da BR-020

Os motoristas que trafegam pelo Ceará ganharam mais 24 quilômetros de pista duplicada na BR-222/CE. O ministro dos Transportes, Renan Filho, entregou o trecho nesta terça-feira (17), entre Caucaia e Pecém, vistoriou a ampliação da BR-116/CE e anunciou o início das obras de requalificação de 406 quilômetros da BR-020/CE. Os serviços somam cerca de R$ 720 milhões em investimentos do Governo do Brasil para melhorar a logística no estado.

“O Ceará já é uma potência em diversas áreas. Com suas entradas e saídas duplicadas, o estado amplia a infraestrutura e abre ainda mais possibilidades de crescimento. Em outras regiões do Brasil, isso já se passa; nosso trabalho é fazer com que o estado siga o mesmo caminho”, destacou Renan Filho.

Mais fluidez

A intervenção recebeu R$ 268,9 milhões e vai melhorar o tráfego de 11,6 mil motoristas por dia, com acessos mais seguros e maior fluidez até os portos do estado.

“O cidadão que trafegava por essa rodovia precisava disputar espaço com cargas para ir a outros estados do Nordeste. Motos e veículos compartilhavam a mesma faixa com os caminhões. A obra ficou três anos paralisada, mas, no governo do presidente Lula, colocamos a duplicação para andar e agora estamos entregando pronta”, afirmou o ministro.

A ação integra a estratégia do Ministério dos Transportes de estimular a intermodalidade e oferecer mais eficiência à logística do país. Com a duplicação da rodovia, o Porto do Mucuripe e o Porto do Pecém ficam melhor conectados, o que reduz o número de sinistros, o tempo de viagem e os pontos críticos.

Para a população de Caucaia, Região Metropolitana de Fortaleza, a inauguração representa um aumento na qualidade de vida. Alexsandra Gomes de Nojosa, 43 anos, comemora a entrega e destaca a expectativa de reduzir em pelo menos uma hora o trajeto da família até a capital do estado.

“Isso é o que o país precisa, não só em Caucaia, mas em todo o Brasil. Um agradecimento em nome do povo da cidade, pois essa obra é importante para a nossa infraestrutura”, ressaltou Naumi Amorim, prefeito de Caucaia.

No estado, foi registrado crescimento em logística de mais de 187% nos recursos, quando comparado ao último ano da gestão anterior, em 2022 (R$ 208 milhões), ante a expectativa de serem aportados R$ 598 milhões em 2026.

“Vamos colocar o Ceará, assim como o Brasil, em máxima histórica de investimentos em infraestrutura”, finalizou Renan Filho.

Trabalho contínuo

Na BR-222/CE também foram contratados os projetos de duplicação e adequação do trecho entre Primavera, Sobral e a divisa com o Piauí. A rodovia federal tem quase 2 mil quilômetros de extensão e interliga os estados do Ceará, Piauí, Maranhão e Pará, desde Fortaleza (CE) até Marabá (PA).

Em 2025, o chefe da pasta dos Transportes assinou a ordem de serviço para a revitalização de 157 quilômetros da BR-222/MA entre Miranda do Norte, Santa Inês e Santa Luzia, no Maranhão.

Presidente da NTC&Logística, Eduardo Rebuzzi, recebe representantes da PRF em São Paulo para fortalecer ações de combate ao roubo de cargas

Presidente da NTC&Logística, Eduardo Rebuzzi, recebe representantes da PRF em São Paulo para fortalecer ações de combate ao roubo de cargas

Encontro reuniu lideranças do Transporte Rodoviário de Cargas e autoridades de segurança para integração de estratégias no enfrentamento aos crimes contra o patrimônio

O presidente da NTC&Logística, Eduardo Rebuzzi, recebeu ontem (17), na subsede da entidade, em São Paulo, os inspetores Oliveira e Patriota, da Polícia Rodoviária Federal (PRF), coordenadores do Grupo de Enfrentamento aos Crimes contra o Patrimônio, com foco específico nos furtos, roubos e saques de cargas em todo o território nacional. O encontro contou ainda com a presença do vice-presidente extraordinário de Segurança da entidade, Roberto Mira, e do presidente do Conselho Superior e de Administração do SETCESP, Marcelo Rodrigues.

A reunião teve, como principal objetivo, intensificar a integração entre o setor público e o privado, destacando a relevância da participação do Transporte Rodoviário de Cargas nas estratégias de enfrentamento a esse tipo de crime. O Grupo de Trabalho apresentado pela PRF tem como finalidade promover o compartilhamento de dados, aprimorar a análise criminal e direcionar de forma coordenada as ações preventivas e repressivas relacionadas ao roubo de cargas.

Durante o encontro, os representantes da PRF detalharam o trabalho que vem sendo desenvolvido em âmbito nacional e reforçaram a importância da atuação conjunta entre as forças de segurança e o setor produtivo para ampliar a eficiência no combate aos crimes contra o patrimônio. Também foi salientada a necessidade de consolidar uma atuação cada vez mais integrada com o poder público, fortalecendo políticas e ações estruturadas para reduzir os índices de criminalidade.

Participaram do encontro o delegado de polícia e especialista em segurança, Dr. Waldomiro Milanesi, assim como o diretor jurídico da NTC&Logística, Dr. Marcos Aurélio Ribeiro, contribuindo com reflexões técnicas e estratégicas sobre o tema.

Para o presidente da NTC&Logística, Eduardo Rebuzzi, o encontro reforça a importância do alinhamento institucional e da construção conjunta de soluções para um dos principais desafios do setor. “A integração entre o setor público e o privado é fundamental para enfrentarmos, de forma efetiva, o roubo de cargas no Brasil. A atuação da Polícia Rodoviária Federal é essencial nesse processo, e iniciativas como esta, que promovem o compartilhamento de informações e o planejamento conjunto, fortalecem toda a cadeia logística. Seguiremos atuando de forma próxima às autoridades, com o objetivo de contribuir para um ambiente mais seguro para o Transporte Rodoviário de Cargas e para a economia do país”, destacou.

NTC&Logística entrega troféu do Prêmio NTC Fornecedores do Transporte 2025 à Vipal Borrachas, em São Paulo

NTC&Logística entrega troféu do Prêmio NTC Fornecedores do Transporte 2025 à Vipal Borrachas, em São Paulo

Reconhecimento, baseado em pesquisa do Instituto Datafolha, reforça a importância dos fornecedores para o desempenho do Transporte Rodoviário de Cargas

O presidente da NTC&Logística, Eduardo Rebuzzi, recebeu ontem (17/03), na subsede da entidade, em São Paulo, o diretor comercial da Vipal Borrachas, Ivanir Canevese, para a entrega oficial do troféu referente ao Prêmio NTC Fornecedores do Transporte 2025.

O encontro contou com a presença do vice-presidente da NTC&Logística, Antonio Luiz Leite; do diretor financeiro, José Maria Gomes; do diretor jurídico, Dr. Marcos Aurélio Ribeiro; da assessora executiva da Presidência, Elisete Balarini; do assessor de Comunicação e Imprensa, Rodrigo Bernardino, e do assessor técnico, Lauro Valdivia. Na ocasião, foi oferecido um almoço ao representante da Vipal Borrachas, fomentando o ambiente de diálogo e relacionamento institucional.

A entrega do Prêmio NTC Fornecedores do Transporte 2025 à Vipal Borrachas ocorreu posteriormente à cerimônia oficial da premiação, realizada em dezembro do ano passado, dada a impossibilidade de os representantes da empresa estarem presentes naquela ocasião.

Promovido anualmente pela NTC&Logística, o Prêmio é concedido às empresas fornecedoras que mais se destacam no atendimento ao Transporte Rodoviário de Cargas em todo o Brasil. A premiação é baseada em pesquisa conduzida pelo Instituto Datafolha, que ouve transportadores de diferentes regiões do país para identificar, na prática, quais empresas entregam qualidade, inovação e confiabilidade ao setor.

Na edição de 2025, a Vipal Borrachas foi a vencedora na categoria ‘Banda de Rodagem’. Fundada em 1973, no Rio Grande do Sul, a empresa é hoje uma referência mundial no segmento de reforma de pneus e produtos para reparos de borracha, com presença em mais de 90 países e mais de 3 mil colaboradores. Seu trabalho, marcado pelo investimento contínuo em tecnologia, centros próprios de pesquisa e pioneirismo em certificações de qualidade, contribui diretamente para o aumento da vida útil dos pneus, redução de custos operacionais e práticas mais sustentáveis no Transporte Rodoviário de Cargas.

A trajetória da Vipal no Prêmio NTC Fornecedores do Transporte ratifica sua consistência no setor, com reconhecimentos anteriores em 2014, na categoria ‘Banda de Rodagem e Recuperação de Pneus’, e em 2022, na categoria ‘Marcas de Recapagem de Pneus’.

Durante o encontro, o presidente da NTC&Logística destacou a relevância do Prêmio como instrumento de valorização do ecossistema do transporte.

“O Prêmio NTC Fornecedores do Transporte é uma iniciativa que reconhece, a partir da visão dos próprios transportadores, aqueles fornecedores que realmente fazem a diferença no dia a dia das operações. A Vipal Borrachas representa essa excelência, com uma atuação consistente, inovadora e alinhada às necessidades do Transporte Rodoviário de Cargas”, afirmou Eduardo Rebuzzi.

Setor de caminhões atravessa primeiro bimestre pressionado por juros, guerra e dólar

Setor de caminhões atravessa primeiro bimestre pressionado por juros, guerra e dólar

Vendas, produção e exportações caem no início do ano, enquanto custos logísticos e incertezas globais aumentam

O primeiro bimestre do ano chegou ao fim, mas não a crise que acomete o setor de caminhões no país, o qual viu os volumes de vendas e de produção caírem nos dois primeiros meses do ano. Na comparação com o bimestre do ano passado, as vendas no segmento recuaram 28,7%, e a produção nacional foi 27% menor, somando 20 mil unidades no período.

Até aí, nenhuma novidade, considerando que um cenário de dificuldades para o ano já era antevisto pela indústria.

No entanto, como diz o ditado popular, nada é tão ruim que não possa piorar. E, no caso do setor de caminhões, podem tornar as coisas mais críticas, o que o presidente da Anfavea, Igor Calvet, chamou de “fatores de volatilidade”.

Um deles é a taxa de juros, já exposta à exaustão como um inibidor dos financiamentos de veículos no país. Para o representante da entidade que agrupa as montadoras de veículos instaladas no país, as variações do Produto Interno Bruto (PIB) ao longo dos últimos meses não proporcionaram qualquer mudança na Selic como se podia esperar.

E isso, na sua análise, mostra que a compra de caminhões seguirá, ao longo do ano, afetada pelo atual patamar da taxa básica de juros a despeito da redução do PIB – muito se pensava a respeito de como a redução do consumo, no geral, poderia favorecer a redução da Selic, e isso acabou não se confirmando pelo menos no setor de caminhões.

À cesta de dificuldades enfrentadas pela indústria, que já conta com os juros altos, foram acrescentados outros dois fatores, indicou a Anfavea; estes, mais recentes.

A eclosão do conflito entre Estados Unidos e Irã fez o dólar e o preço dos combustíveis dispararem, impactando em custos logísticos e reduzindo a competitividade na indústria brasileira, afirmou Calvet.

Aumento de custo logístico, traduzindo para o idioma falado por transportadores de cargas no país, significa diesel mais caro. Com a composição operacional sendo onerada pelo conflito, o apetite para renovar a frota com modelos zero quilômetro praticamente desaparece ou se posterga para mais adiante.

No idioma das fabricantes, logística mais cara, com fechamento de rotas marítimas e elevação cambial, pode redundar no aumento do preço das peças importadas que compõem a produção local de caminhões. Como disse recentemente o vice-presidente de Operações da Volvo, tais lotes são negociados pela matriz em moeda estrangeira.

O terceiro fator de volatilidade apontado pela Anfavea é o fato de os conflitos bélicos terem o poder de melar o comércio exterior por causa da instabilidade política provocada por eles.

No primeiro bimestre, as exportações de caminhões caíram mais de 31% na comparação com os embarques realizados no mesmo período em 2025, somando 3,3 mil unidades. O resultado, no entanto, não é reflexo direto do caos global aparente, disse a Anfavea. Pelo menos por enquanto.

De qualquer forma, as demandas do mercado externo em queda representam uma porta fechada a mais para as operações comerciais das montadoras, que viam nas exportações uma forma de se escoar a produção e de compensar em algum nível as perdas no mercado doméstico.

“Ainda estamos aprendendo com as alíquotas [do imposto de importação], com a guerra, como isso está afetando a cadeia. E a Anfavea ainda não tem uma avaliação do quanto isso ainda vai nos impactar. Ainda não tenho relatos das empresas acerca da quebra da cadeia de fornecimento de peças”, contou Calvet na sexta-feira (6).

Há relatos, sim, a respeito da redução dos postos de trabalho na produção de caminhões por causa do volume menor das linhas. De acordo com a Anfavea, a indústria de veículos pesados encerrou os dois primeiros meses do ano com 180 vagas a menos.

“Quando tudo está perdido, sempre existe uma luz”, canta Renato Russo na canção A Via Láctea, da extinta banda Legião Urbana. E, no caso do segmento de caminhões, a luz é o fato de a produção ter apresentado alta de 14,5% ante a de janeiro. Sazonalidade à parte, é uma boa notícia. E a indústria precisa se apegar ao que tem para aspirar dias melhores.

Brasil e Bolívia podem reforçar cooperação em logística, agro e tecnologia

Brasil e Bolívia podem reforçar cooperação em logística, agro e tecnologia

Em 2025, exportações de produtos agropecuários do Brasil para a Bolívia somaram US$ 401,53 milhões

Autoridades e representantes do setor privado do Brasil e da Bolívia defenderam o reforço da cooperação bilateral em segmentos como logística, produção agropecuária e pesquisa e tecnologia. Os assuntos estiveram em discussão durante o Fórum Empresarial Brasil-Bolívia, na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), em São Paulo.

O evento reúne delegações empresariais dos dois países, além de autoridades dos dois governos. Integra a agenda oficial da visita de estado do presidente da Bolívia, Rodrigo Paz, ao Brasil. Na segunda-feira (16/3), Paz esteve em Brasília, onde se encontrou com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O ministro do Desenvolvimento Produtivo, Rural e Água da Bolívia, Óscar Mário Justiniano Pinto, disse que o país tem cadeias produtivas importantes e de valor, que podem se desenvolver com uma visão de que produtores locais consigam deixar a linha de pobreza.

“A Bolívia tem uma situação agroalimentar capaz de gerar grandes recursos. Está claro que tudo isso se atinge com segurança jurídica e regras claras”, disse ele.

O ministro classificou Brasil e Bolívia como países complementares. “A integração entre Brasil e Bolívia não é uma casualidade. É um trabalho importante de parceria”, afirmou.

O ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, afirmou que Brasil e Bolívia têm condições de ampliar a cooperação na agropecuária. Afirmou que o país vizinho tem potencial de crescimento, com posição de destaque em segmentos como alimentos e máquinas.

“Esse encontro ocorre em um momento estratégico. Nossas economias têm possibilidade de ampliar o intercâmbio no agro”, disse Fávaro.

No ano passado, as exportações de produtos agropecuários do Brasil para a Bolívia somaram US$ 401,53 milhões, de acordo com o sistema de estatísticas Agrostat, do Ministério da Agricultura. As importações de produtos agropecuários bolivianos por brasileiros totalizaram US$ 29,48 milhões.

Oswaldo Barriga Karlbaum, presidente da Câmara Nacional de Exportadores da Bolívia (Caneb), avaliou que a Bolívia tem a possibilidade de exportar para o Brasil insumos como fertilizantes e suplementação para animais. Pode ser também um parceiro estratégico do agro brasileiro na logística.

“Hoje, 40% da safra brasileira enfrentam dificuldades de movimentação. A Bolívia pode ser uma solução. Essa integração nos leva a uma situação de pensar não como dois países, mas como uma região produtiva, integrando também Paraguai, Argentina, Chile e Peru”, afirmou, defendendo a cooperação entre governos e entre entes privados dos dois países.

Klaus Frerking Adad, presidente da Câmara Agropecuária do Oriente, destacou a necessidade de a agricultura boliviana ampliar sua produtividade. Disse ainda que esse objetivo pode ser atingido com uma cooperação na área de pesquisa e tecnologia.

“Precisamos de uma Embrapa paralela na Bolívia. Laboratórios para tomar as melhores decisões e capacitar nosso pessoal técnico, junto com o pessoal da Embrapa”, afirmou.