NTC&Logística participa do lançamento do Corredor Verde da associada TransJordano em Sumaré (SP)

NTC&Logística participa do lançamento do Corredor Verde da associada TransJordano em Sumaré (SP)

Projeto cria eixo de abastecimento de biometano entre o interior paulista e a região do Porto de Santos, e amplia alternativas para a descarbonização do Transporte Rodoviário de Cargas

A NTC&Logística participou, nesta quarta-feira (7), em Sumaré (SP), do lançamento do Corredor Verde, projeto desenvolvido pela TransJordano, empresa associada à entidade, para ampliar a utilização do biometano no Transporte Rodoviário de Cargas e estruturar um novo eixo de abastecimento entre o interior paulista e a região do Porto de Santos.

Representando o presidente da NTC&Logística, Eduardo Rebuzzi, e a entidade, esteve no evento o assessor de Comunicação e Imprensa, Rodrigo Bernardino, que acompanhou a apresentação da iniciativa, os pronunciamentos das empresas e instituições envolvidas e o primeiro abastecimento a biometano da nova frota.

O evento reuniu autoridades, empresários, fornecedores, representantes do setor financeiro e entidades do transporte. Participaram o prefeito de Sumaré, Henrique do Paraíso; Maria Caroline Rangel, do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), financiador do projeto por meio do Fundo Clima, além de representantes da Ultragaz; Scania; Quinta Roda; Librelato; MAT; Peixe Gás, da Confederação Nacional do Transporte (CNT); da Federação das Empresas de Transporte de Cargas do Estado de São Paulo (FETCESP) e de outras organizações ligadas à cadeia de transporte e logística.

Para o presidente da NTC&Logística, Eduardo Rebuzzi, iniciativas como o Corredor Verde mostram como a inovação, a infraestrutura e a participação das empresas podem contribuir para a evolução da agenda de sustentabilidade no transporte.

“A transição energética no Transporte Rodoviário de Cargas é um processo que exige planejamento, infraestrutura, investimento, tecnologia e, principalmente, soluções que sejam aplicáveis à realidade das operações. O Corredor Verde representa um passo importante porque reúne esses elementos e cria condições concretas para ampliar a utilização do biometano no setor. Para a NTC&Logística, é motivo de satisfação acompanhar uma iniciativa desenvolvida por uma empresa associada como a TransJordano, que demonstra, na prática, como o setor pode avançar na busca por mais eficiência e redução de emissões”, destaca Rebuzzi.

Com aproximadamente 450 quilômetros, o Corredor Verde conectará Ribeirão Preto, Sumaré e Cubatão, criando pontos de abastecimento capazes de ampliar a utilização do biometano em importantes corredores logísticos paulistas.

A cerimônia marcou o chamado Marco Zero do Corredor Verde e o início da implantação operacional do projeto. A previsão é que a iniciativa conte com 100 caminhões movidos a biometano até dezembro de 2026. O primeiro ponto de abastecimento entra em operação em Sumaré neste mês, seguido por Ribeirão Preto, em novembro, e Cubatão, em dezembro.

Os veículos terão autonomia de até 700 quilômetros, ampliando o raio das operações realizadas a partir dos três polos e permitindo atender diferentes regiões do Estado de São Paulo e áreas próximas.

Durante o lançamento, o fundador e presidente da TransJordano, João Bessa, destacou que a decisão de investir no biometano acompanha uma transformação que já ocorre entre os próprios contratantes do transporte, especialmente diante das metas de redução de emissões estabelecidas pelas empresas.

“Os clientes mudaram e, hoje, têm metas de redução de emissões, e o transporte entra diretamente nessa conta. Decidimos olhar para o futuro e criar uma solução que pudesse funcionar de verdade na operação. Até dezembro, teremos 100 caminhões movidos a biometano, mas entendemos que não bastava ter os veículos: era preciso garantir onde abastecer. É por isso que o Corredor Verde nasce aberto aos nossos clientes, parceiros e também a outras transportadoras. Ninguém descarboniza a logística sozinho”, afirma João.

Infraestrutura aberta ao setor

Um dos principais diferenciais da iniciativa é que os pontos de abastecimento do Corredor Verde estarão disponíveis também para outras empresas transportadoras, ampliando o alcance da infraestrutura criada inicialmente a partir das necessidades operacionais da TransJordano.

A estrutura será operada pela GarageLog, empresa do Grupo TransJordano que já atua com garagem compartilhada, abastecimento e estruturas de apoio aos motoristas. Na unidade de Cubatão, por exemplo, são recebidos mais de 300 veículos diariamente e movimentados mais de 360 mil litros de combustível por mês.

A proposta é contribuir para enfrentar um dos principais desafios para a expansão do biometano no transporte de cargas: a disponibilidade de infraestrutura de abastecimento ao longo das rotas.

Com os três polos, o projeto amplia as possibilidades de atendimento a regiões como Campinas, Grande São Paulo, Baixada Santista, norte paulista, Sul de Minas e região de Uberlândia.

Para Jordano Bessa, diretor de Novos Negócios da TransJordano, a iniciativa nasceu justamente da identificação dessa necessidade.

“Quando começamos a estudar o biometano, percebemos que um dos maiores obstáculos era não ter onde abastecer nas rotas. Como já tínhamos a experiência da GarageLog e operações importantes em Cubatão, Sumaré e Ribeirão Preto, desenhamos os três pontos e estruturamos o Corredor Verde. O que nasceu para atender nossa operação hoje pode ser utilizado também por outros transportadores e contribuir para a descarbonização da logística brasileira”, explica.

O desenvolvimento da iniciativa começou em junho de 2025 e envolveu estudos com fornecedores, análise de tecnologias, estruturação financeira e adequações destinadas a aumentar a autonomia dos caminhões. Os veículos receberam cilindros adicionais e poderão alcançar aproximadamente 700 quilômetros de autonomia.

Redução de emissões e novas tecnologias

Com a frota completa, o projeto deverá evitar aproximadamente 6.486 toneladas de CO₂ equivalente por ano, segundo verificação independente do Bureau Veritas.

A iniciativa também está relacionada às metas de redução das emissões de Escopo 3 dos grandes embarcadores, uma vez que a substituição do diesel pelo biometano reduz as emissões associadas às operações de transporte inseridas na cadeia de valor dos clientes.

Segundo Joyce Bessa, diretora de ESG e Relações Institucionais da TransJordano, a inauguração demonstra a necessidade de associar os compromissos ambientais a planejamento, mensuração e capacidade de execução.

“Chegar à inauguração do Corredor Verde significa transformar uma estratégia de descarbonização em uma estrutura concreta, que pode ser acompanhada e mensurada. Existe um trabalho muito grande por trás disso, envolvendo financiamento, tecnologia, operação, indicadores e muitas pessoas. Para nós, sustentabilidade precisa chegar à prática e produzir resultados que possam ser comprovados ao longo do tempo”, destaca Joyce.

Durante a programação, a Ultragaz, responsável pelo fornecimento do biometano utilizado no projeto, apresentou informações sobre o combustível e os aspectos de segurança relacionados ao abastecimento.

A Scania abordou a evolução dos veículos a gás no Brasil, a necessidade de ampliar a infraestrutura disponível no País e a incorporação de 100 caminhões Scania G 460 6×4 à frota da TransJordano.

A WLM Quinta Roda também apresentou o suporte previsto para a operação e anunciou a instalação de um ponto de manutenção dentro da GarageLog, além do atendimento aos veículos ao longo das rotas por meio da rede de concessionárias Scania preparada para essa tecnologia.

Finalizando os pronunciamentos, o prefeito de Sumaré, Henrique do Paraíso, destacou o potencial do projeto para reforçar a posição estratégica do município na logística paulista e atrair novos investimentos associados à sustentabilidade.

O Corredor Verde reúne, em uma mesma iniciativa, transportadoras; fornecedores de veículos e combustíveis; operadores de infraestrutura; embarcadores; instituições financeiras e entidades representativas, demonstrando a importância da articulação entre diferentes elos da cadeia para que novas alternativas energéticas possam ganhar escala no Transporte Rodoviário de Cargas.

Setor produtivo alerta para aumento da inflação, desemprego e alta no preço de produtos e serviços caso a redução da jornada de trabalho seja aprovada

Setor produtivo alerta para aumento da inflação, desemprego e alta no preço de produtos e serviços caso a redução da jornada de trabalho seja aprovada

CNI, CNT, CNC, CNA, CNseg e OCB consideram a discussão importante, mas manifestam preocupação com votação em período eleitoral. Tema precisa ser debatido com mais tempo

O setor produtivo brasileiro considera legítima a discussão da escala 6×1, mas manifesta preocupação com a inclusão na pauta de votações do Senado Federal da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/2019, em pleno período eleitoral. A PEC prevê a redução da jornada semanal de trabalho de 44 para 40 horas e a adoção de dois descansos remunerados por semana, proibindo a escala 6×1.

As confederações empresariais alertam que o tema precisa ser debatido com tempo e cuidado, pois decisões dessa dimensão precisam levar em conta seus efeitos sobre a economia, os investimentos e a criação de empregos formais. Para as instituições que assinam esse manifesto, não há justificativa plausível para que uma matéria de tamanho impacto sobre os setores econômicos seja votada sem um amplo e aprofundado debate, especialmente em um momento marcado pela pressão das urnas.

Os efeitos de uma eventual redução da jornada de trabalho serão significativos para setores como indústria, comércio, transporte, agricultura, cooperativismo, saúde e serviços em geral, provocando aumento dos custos de produção, redução das contratações formais e a consequente pressão sobre a inflação.

Estimativas da Confederação Nacional da Indústria (CNI) dimensionam os impactos de uma eventual aprovação da PEC. Somente a redução da jornada para 40 horas semanais, com manutenção dos salários, elevará os custos de produção em até R$ 267,2 bilhões e resultará em uma queda de 0,7% do PIB brasileiro, equivalente a R$ 76,9 bilhões.

Dados da CNI mostram também que os preços para o consumidor terão alta de 6,2% em média caso o limite semanal de horas de trabalho seja reduzido para 40 horas semanais, impactando no aumento dos preços de compras em supermercado, por exemplo, que podem ficar 5,7% mais caras. Os produtos industrializados terão alta de 6% em média – no caso de roupas e calçados, a alta de preços pode alcançar 6,6%.

Já a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) estima alta da inflação de pelo menos 13%, enquanto a Confederação Nacional do Transporte (CNT) projeta um aumento inicial de R$ 11,9 bilhões de custos com mão de obra só para o setor.

Na agropecuária, a mudança ocorreria em um setor que já enfrenta forte escassez de mão de obra. Pesquisa do Cepea/Esalq/USP, em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), mostra que 94,8% dos produtores têm dificuldade de contratação e 88,3% já percebem impactos na produção. Nesse cenário, a redução da jornada poderá induzir a produção de alimentos que possuem menor demanda por mão de obra, pressionando assim, os preços dos produtos e ampliando os desafios para o controle da inflação no país.

A essas projeções deve ser acrescido, ainda, o aumento de custos com o emprego formal decorrente da criação de um segundo dia de descanso semanal remunerado. Somente esse trecho da PEC deve acarretar outro aumento de custos com os empregos formais, estimado em 9,1%, inclusive para empresas e para o setor público, que já operam em 40 horas e 5 dias de trabalho semanais.

O setor produtivo reconhece a importância da discussão sobre jornada e escala de trabalho, mas defende que eventuais mudanças no tema considerem as profundas diferenças entre setores, atividades e processos produtivos, bem como a possibilidade de adaptação da jornada por negociação coletiva e de regras de transição mais flexíveis, o que requer mais tempo para discussão.

O Brasil não pode ir na contramão das economias que buscam recuperar espaço nos mercados. Precisamos ser produtivos e competitivos. Não há espaço para retroceder, especialmente nesse momento. O pós-eleição obrigará o país a fazer algumas correções de rumo que certamente impactarão a inflação e a economia brasileira.

As confederações empresariais, portanto, consideram inoportuna a decisão de votar a PEC em um momento em que o debate público estará marcado pela polarização em torno do segundo turno das eleições presidenciais. Somente com maturidade e diálogo social será possível avançar na construção de um futuro do trabalho mais justo, produtivo e equitativo para todos os brasileiros.

Confederação Nacional da Indústria (CNI)

Confederação Nacional do Transporte (CNT)

Confederação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC)

Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA)

Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg)

Organização das Cooperativas do Brasil (OCB)

ANTT representa Brasil em reunião sobre modernização do transporte terrestre na América do Sul

ANTT representa Brasil em reunião sobre modernização do transporte terrestre na América do Sul

Encontro reuniu sete países signatários do Acordo sobre Transporte Internacional Terrestre (ATIT) e resultou em seis resoluções para atualizar as regras do transporte rodoviário e ferroviário internacional

Representantes da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) integraram a delegação brasileira na XXVIII Reunião da Comissão de Acompanhamento do Artigo 16 do Acordo sobre Transporte Internacional Terrestre (ATIT), realizada nos dias 30 de setembro e 1º de outubro, em Montevidéu, no Uruguai. O encontro reuniu Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Paraguai, Peru e Uruguai na sede da Associação Latino-Americana de Integração (ALADI).

A Gerência de Relacionamento Institucional e Internacional (Gerin) representou a Agência, com a participação do Gerente Paulo Rychardson e o Coordenador de Relações Institucionais e Estudos Avançados, Andre Dolci Gonçalves. A reunião resultou na aprovação de seis resoluções voltadas à modernização do marco normativo do transporte terrestre internacional na região. Entre os principais avanços, estão a atualização do regulamento de funcionamento da Comissão, a revisão de protocolos do Acordo e o novo capítulo sobre o transporte internacional de mercadorias por ferrovia.

Também foram criadas três subcomissões para aprofundar as discussões sobre seguros, modernização do Conhecimento Internacional de Transporte Rodoviário (CRT) e revisão de acordos ministeriais históricos.

Brasil contribui para modernização das regras

A delegação brasileira teve participação ativa nas discussões técnicas, com propostas voltadas à simplificação de procedimentos, à digitalização de documentos e ao aperfeiçoamento das regras aplicáveis às operações internacionais.

No transporte ferroviário, os países analisaram o novo capítulo do ATIT, elaborado por especialistas ao longo de quatro reuniões realizadas em 2026. O Brasil manifestou concordância com o texto negociado e apresentou sua posição sobre o modelo de entrada em vigor das novas regras.

Já no transporte rodoviário, o Brasil propôs a adoção do CRT como documento operacional único, medida que pode contribuir para reduzir a burocracia e ampliar a digitalização dos procedimentos. A delegação também apoiou a adoção de listas digitais de passageiros e apresentou proposta para aperfeiçoar as regras de seguro de cargas em operações realizadas por transportadores subcontratados.

A agenda incluiu ainda discussões sobre inspeção técnica veicular, requisitos ambientais para veículos, permissões internacionais, documentos de transporte, assinatura digital e aplicação de multas.

Seis resoluções e próximos passos

Entre as principais decisões do encontro, está a aprovação do novo Regulamento de Funcionamento da Comissão do Artigo 16. O texto estabelece regras para reuniões presenciais, virtuais ou híbridas, define prazos para aprovação de atas e organiza a formalização das decisões por meio de resoluções adotadas por consenso.

Os países também avançaram na revisão dos mecanismos de assinatura e entrada em vigor dos protocolos do ATIT, com o objetivo de tornar mais ágil a implementação das decisões. As seis resoluções aprovadas abrangem o novo regulamento da Comissão, a atualização do anexo ferroviário e a revisão de quatro protocolos de modificação do Acordo.

A participação da ANTT reforça a atuação brasileira na construção de um ambiente regulatório mais moderno e harmonizado para o transporte terrestre internacional, com foco na simplificação das operações, na segurança jurídica e na integração logística entre os países sul-americanos.

Como Secretaria Técnica do ATIT, a ALADI presta apoio às delegações e acompanha o processo de atualização do Acordo. As discussões terão continuidade nas subcomissões técnicas e nas próximas reuniões da Comissão, com foco em ampliar a eficiência, a conectividade e a integração do transporte regional.

Terminal de Paranaguá registra recorde de movimentação em setembro

Terminal de Paranaguá registra recorde de movimentação em setembro

A TCP movimentou 152.347 TEUs em setembro, recorde mensal do Terminal de Paranaguá. No acumulado do ano, o volume cresceu 4%

A TCP, empresa que administra o Terminal de Contêineres de Paranaguá, movimentou 152.347 TEUs em setembro, recorde mensal da operação. O volume superou em 2,5% a marca anterior, de 148.690 TEUs, registrada em outubro de 2025.

O Terminal também registrou recordes diários: em 17 de setembro, a ferrovia alcançou 488 transações de contêineres; no dia 21, a movimentação total chegou a 10.640 TEUs.

De janeiro a setembro, a TCP movimentou 1,279 milhão de TEUs, 4% acima do mesmo período de 2025, quando foram registrados 1,228 milhão. No acesso rodoviário, as transações cresceram 3%, para 489 mil. A ferrovia contabilizou 1.010 encostes, também 3% a mais. O volume de cargas cheias transportadas por esse modal aumentou 25%, de 964 mil para 1,210 milhão de toneladas.

Até setembro, 760 navios atracaram no Terminal, que opera 22 linhas marítimas regulares.

Exportações e importações

As exportações de cargas cheias somaram 6,363 milhões de toneladas, alta de 6% em relação ao mesmo período de 2025. Carnes e congelados responderam por 2,973 milhões de toneladas, crescimento de 8% e 47% do volume exportado. Madeira e produtos florestais movimentaram 1,064 milhão de toneladas, alta de 6%. Papel e celulose somaram 824 mil toneladas, avanço de 10%.

A movimentação de contêineres refrigerados cresceu 6%, chegando a 112.315 unidades. O pátio tem 5.280 tomadas para contêineres refrigerados. As obras de ampliação para 6.000 tomadas estão em andamento, com conclusão prevista até o fim de 2027.

As importações totalizaram 2,440 milhões de toneladas, aumento de 5%. O segmento automotivo movimentou 454 mil toneladas, 7% acima do período equivalente de 2025. Bens de consumo avançaram 17%, de 144 mil para 168 mil toneladas.

NTC&Logística participa da 43ª Assembleia Geral Ordinária da CIT, em Santiago

NTC&Logística participa da 43ª Assembleia Geral Ordinária da CIT, em Santiago

Encontro internacional reúne delegações de diferentes países para discutir os principais desafios e transformações do transporte e da logística

A Câmara Internacional de Logística e Transportes (CIT) inicia nesta quarta-feira, 7 de outubro, em Santiago, no Chile, sua 43ª Assembleia Geral Ordinária (AGO), encontro que reúne representantes do setor de transporte e logística de diferentes países para trocar experiências, fortalecer a cooperação internacional e discutir temas estratégicos para o desenvolvimento da atividade.

A NTC&Logística participa da programação por meio de seu presidente, Eduardo Rebuzzi, reforçando a presença da entidade em ambientes internacionais de diálogo, relacionamento institucional e discussão sobre temas que impactam o Transporte Rodoviário de Cargas e a logística.

Nesta edição, a Asociación de Empresarios del Transporte de Carga Internacional de Chile (AGETICH), entidade anfitriã do Capítulo CIT Chile, recebe os participantes e acompanha a CIT na realização da programação, que acontece no Espacio Riesco, em Santiago.

A abertura oficial está prevista para as 11h e contará com a participação de Paulo Vicente Caleffi, secretário-geral da CIT; Juan Monasterio Salinas, presidente do Capítulo CIT Chile; representantes dos diferentes capítulos da Câmara, diretores regionais, entidades do setor e autoridades convidadas.

Transporte, inovação e negócios em um mesmo espaço

Paralelamente à programação da 43ª Assembleia, o Espacio Riesco receberá uma exposição de marcas e instituições ligadas ao ecossistema do transporte, ampliando as oportunidades de relacionamento empresarial, apresentação de produtos e soluções e intercâmbio entre os participantes.

Essa integração também estará presente na agenda do evento por meio dos espaços “Marcas, Tecnologia e Negócios”, criados para aproximar o setor empresarial das discussões relacionadas à inovação, à logística e ao transporte no Chile e em outros mercados internacionais.

A presença do presidente Eduardo Rebuzzi no encontro também contribui para ampliar a troca de experiências da NTC&Logística com entidades e lideranças de outros países, acompanhar tendências internacionais e fortalecer a participação do Transporte Rodoviário de Cargas brasileiro em debates sobre integração, tecnologia, segurança e desenvolvimento do setor.

Agenda internacional

A programação do primeiro dia colocará em debate alguns dos temas que vêm transformando o transporte e a logística. Entre os assuntos previstos estão o impacto da inteligência artificial no transporte, a segurança no transporte de cargas dentro da Comunidade Andina, a participação ativa do transporte nas políticas públicas e a indústria do transporte terrestre no Chile.

As atividades dos dias 7 e 8 de outubro serão realizadas no Espacio Riesco. Na sexta-feira, 9 de outubro, a programação prevê uma visita técnica a Los Libertadores, destinada aos participantes estrangeiros, encerrando as atividades da 43ª Assembleia Geral Ordinária.

Transmissão ao vivo

Para ampliar o acesso aos debates e permitir o acompanhamento por participantes de diferentes países, a 43ª AGO da CIT será transmitida ao vivo pelo canal oficial da Câmara Internacional de Logística e Transportes no YouTube, durante a programação dos dias 7 e 8 de outubro.

A participação da NTC&Logística, representada por Eduardo Rebuzzi, integra o trabalho da entidade de acompanhar discussões internacionais, ampliar o relacionamento com organizações do transporte de diferentes países e contribuir para agendas voltadas ao fortalecimento do setor e da integração logística.

Faça parte da NTC&Logística e fortaleça a representação da sua empresa no TRC

Faça parte da NTC&Logística e fortaleça a representação da sua empresa no TRC

Associados têm acesso a conhecimento técnico, espaços de participação, relacionamento institucional, eventos e benefícios voltados ao desenvolvimento das empresas

Fazer parte da Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística (NTC&Logística) significa integrar uma rede de empresas e entidades que trabalham diariamente pelo fortalecimento do Transporte Rodoviário de Cargas (TRC) brasileiro.

Com mais de seis décadas de atuação, a NTC&Logística acompanha as transformações do setor e participa das principais discussões que impactam a atividade transportadora. Questões regulatórias, jurídicas, econômicas, trabalhistas, tributárias, de segurança, inovação, sustentabilidade e gestão constam entre os temas permanentemente acompanhados pela entidade.

Para as empresas associadas, essa atuação representa a possibilidade de estar mais próxima das informações e dos debates que influenciam diretamente o ambiente de negócios do transporte.

Informação técnica para apoiar decisões

Um dos diferenciais da associação é o acesso ao trabalho desenvolvido pelas assessorias e áreas técnicas da NTC&Logística, que acompanham temas de interesse das transportadoras e produzem orientações, análises, estudos e informações para auxiliar as empresas diante das constantes mudanças do setor.

Os associados também acompanham levantamentos econômicos e técnicos, pesquisas, indicadores, conteúdos relacionados aos custos operacionais e às principais alterações regulatórias que podem impactar suas operações.

Em um mercado cada vez mais complexo, ter acesso a informações especializadas contribui para que empresários e gestores tomem decisões com maior conhecimento e segurança.

Participação nos debates do setor

Ser associado também significa ter oportunidade de participar mais ativamente da construção das discussões conduzidas pela entidade.

A NTC&Logística mantém comissões, comitês, câmaras técnicas e grupos de trabalho dedicados a diferentes áreas do Transporte Rodoviário de Cargas. Esses ambientes reúnem empresários, especialistas e lideranças para compartilhar experiências, identificar desafios e contribuir para a formulação de propostas.

Temas como mercado e tarifas, ESG, seguros, inovação, tributação, segurança, relações de trabalho e novas tecnologias fazem parte desses espaços de discussão, que vêm sendo ampliados de acordo com as novas demandas das empresas e do mercado.

Representação institucional

Outro importante eixo de atuação é a representação dos interesses do Transporte Rodoviário de Cargas junto aos espaços de decisão.

A NTC&Logística mantém diálogo permanente com órgãos públicos, agências reguladoras, Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, Sistema Transporte e entidades empresariais, acompanhando pautas que podem produzir impactos diretos sobre as transportadoras.

Esse trabalho permite levar aos formuladores de políticas públicas as necessidades, os desafios e as contribuições das empresas que vivem diariamente a realidade do transporte.

Relacionamento e troca de experiências

Os associados também passam a integrar uma ampla rede de relacionamento formada por transportadoras, federações, sindicatos, empresários, executivos, especialistas e parceiros de diferentes regiões do Brasil.

Ao longo do ano, a NTC&Logística promove encontros, reuniões técnicas, seminários, congressos e eventos institucionais que criam oportunidades para atualização profissional, networking, troca de experiências e geração de novos relacionamentos.

A entidade também mantém uma agenda de parcerias comerciais e institucionais que amplia os benefícios disponibilizados às empresas associadas.

Uma entidade construída com a participação do setor

A força de uma entidade representativa está diretamente relacionada à participação das empresas que representa. Quanto maior a integração entre empresários, sindicatos, federações e lideranças, maior também a capacidade de compreender diferentes realidades e construir propostas que atendam às necessidades do Transporte Rodoviário de Cargas.

Por isso, associar-se à NTC&Logística não significa apenas acessar serviços e benefícios. Significa também participar de uma estrutura de representação que trabalha para fortalecer as empresas e contribuir para o desenvolvimento do TRC brasileiro.

Empresas interessadas em conhecer os benefícios e saber como fazer parte da NTC&Logística podem entrar em contato com a área comercial da entidade.

E-mail: comercial@ntc.org.br

WhatsApp: (11) 97174-2095 – Erica Rodrigues

Saiba mais e seja associado:

Faça parte da NTC&Logística e esteja mais próximo das informações, discussões, relacionamentos e oportunidades que movimentam o Transporte Rodoviário de Cargas.