A Iveco lançou um novo portal e uma app associada, Iveco On, que não só eleva o nível de experiência digital dos clientes como garante o acesso a um vasto conjunto de serviços conectados da marca.
A Iveco lançou um novo portal Iveco On que garante o acesso a um conjunto vasto de serviços conectados da marca, desenvolvidos para ajudar os clientes a gerir as frotas e a sua atividade de forma mais eficiente.
O novo portal foi concebido para proporcionar uma experiência conectada e integra uma navegação mais fácil, além de um conjunto de novas tecnologias. O desenvolvimento beneficiou da tecnologia avançada e do conhecimento técnico da equipa de especialistas em sistemas digitais da marca de Turim. A app Iveco On, por sua vez, recebeu novas funcionalidades.
As melhorias introduzidas na experiência do utilizador incluem um desenho revisto e orientado para uma navegação fácil e intuitiva, um processo simplificado de registo e ativação, assim como criação de uma secção dedicada à gestão das permissões relacionadas com a utilização de funcionalidades como, por exemplo, os comandos do habitáculo.
O novo portal Iveco On disponibiliza ainda funcionalidades de condução segura, concebidas para melhorar a segurança da condução, com a inclusão de novos indicadores principais de desempenho baseados em sistemas avançados de assistência ao condutor (ADAS) do veículo. Esta atualização teve o objetivo de enriquecer os relatórios gerados para ajudar ops motoristas a adotar um estilo de condução mais seguro, permitindo aos gestores de frota implementar uma cultura de condução segura nas empresas.
Em complemento, a Iveco atualizou a app Iveco On Easy Way, introduzida na gama Iveco S-Way, que apresenta melhorias na experiência do utilizador, destacando-se a simplificação do registo e do login, assim como o emparelhamento automático do veículo com dispositivos móveis Android e iOS, ligação automática e navegação intuitiva.
Em nota, instituições alertam que a evolução obrigatória do percentual de biodiesel no diesel implicará maiores custos para o transporte de cargas e de passageiros
A CNT (Confederação Nacional do Transporte) manifesta, por meio de nota divulgada nesta quinta-feira (13), sua preocupação quanto às discussões sobre a evolução compulsória do teor de biodiesel no óleo diesel comercializado no Brasil – atualmente a mistura está em 13%. Subscrevem o documento nove entidades que representam mais de 200 mil transportadoras, empresas produtoras, distribuidoras, importadoras e revendedoras, além de indústrias relacionadas ao consumo de diesel.
De acordo com a nota, a evolução prevista do percentual de mistura implicará maiores custos para o transporte de cargas e de passageiros, o que aumentaria os preços de produtos para toda a sociedade. Segundo o posicionamento, essa elevação também poderá provocar danos a máquinas e motores, diminuição da sua vida útil e baixa performance de equipamentos.
O documento informa ainda que, a partir de 2022, entrarão em vigor, no Brasil, novos limites de emissão de poluentes com a adoção de tecnologias veiculares mais modernas (Fase P8 do Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores – Proconve), com as quais os altos percentuais elevados de biodiesel ainda não foram testados.
“Estudos recentes apontam que teores elevados de biodiesel promovem aumento das emissões de óxidos de nitrogênio, hidrocarbonetos e monóxido de carbono, com impactos negativos que afetam a saúde humana e o meio ambiente, além de elevar o consumo de combustível, gerando ainda mais emissões e custos adicionais que são transferidos a toda a população”, explica a nota.
Assinam o posicionamento a CNT, IBP, ANFAVEA, Fenabrave, Fecombustíveis, Sindipeças, BRASILCOM, ABICOM e SindTRR.
Contratações superiores às demissões são confirmadas pelo Painel CNT do Emprego no Transporte
Fundamental no abastecimento do país, especialmente neste momento conturbado da pandemia de Covid-19 (Coronavírus), o transporte rodoviário de cargas segue em crescimento. Prova disso, é saldo positivo na geração de empregos no segmento.
De acordo com levantamento mais recente do Painel do Emprego no Transporte, iniciativa da Confederação Nacional do Transporte (CNT), o transporte rodoviário de cargas brasileiro encerrou o primeiro trimestre de 2021 com 33.768 novos postos de trabalho. O saldo positivo é resultado das 145.634 admissões frente aos 111.866 desligamentos.
Considerando cada mês separadamente, março conquistou uma posição de destaque, graças as maiores contratações, 52.738 admissões, e as menores demissões, 36.886 desligamentos, números que resultaram em um saldo positivo de 15.852 novos postos de trabalho.
O Painel do Emprego no Transporte também traz dados relevantes por regiões e estados. Dentre as cinco regiões brasileiras, o Sudeste acumulou a maior parte dos novos postos de trabalho, 17.914 vagas no primeiro trimestre do ano, seguido pela região Sul com 7.723, Centro-Oeste com 4.632, Nordeste com 2.668 e Norte 801 novos postos de trabalho.
Já o levantamento por Estados revelou que 23 unidades federativas e o Distrito Federal registraram saldos positivos nas contratações de novos colaboradores. Apenas Alagoas, Piauí e Sergipe registraram mais demissões que admissões no primeiro trimestre de 2021.
Transporte urbano de passageiros
Ainda fortemente impactado pela pandemia de Covid-19, o transporte rodoviário de passageiros urbanos segue demitindo mais profissionais que contratando. Segundo o Painel do Emprego no Transporte, somente no primeiro trimestre de 2021 foram 9.985 postos de trabalho fechados, resultado das 24.023 demissões frente as 13.038 contratações.
Balanço geral do setor de transportes
No geral, ou seja, considerando todos os segmentos, o transporte brasileiro encerrou o primeiro trimestre do ano registrando uma boa recuperação no mercado de trabalho, após encerrar 2020 demitindo mais que contratando.
De acordo com o Painel do Emprego no Transporte, que se baseia nos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério da Economia, a diferença entre admissões (180.191) e desligamentos (158.700) de janeiro a março, resultou em um saldo positivo de 21.491 novos postos de trabalho nos três primeiros meses do ano.
Confira na íntegra os dados do Painel do Emprego no Transporte: CLIQUE AQUI
O resultado de maio encerra um ciclo de quatro quedas consecutivas e reverte parte da queda ocorrida entre janeiro e abril deste ano
A Confederação Nacional da Indústria (CNI) verificou que a confiança da indústria está maior e mais disseminada em maio. O Índice de Confiança do Empresário Industrial (Icei) subiu 4,8 pontos na comparação com o mês anterior, alcançando 58,5 pontos. Em uma escala de zero a cem, 50 pontos é a linha de corte entre a confiança e a falta de confiança.
O resultado de maio encerra um ciclo de quatro quedas consecutivas e reverte parte da queda ocorrida entre janeiro e abril deste ano, de 9,4 pontos. Na comparação com maio de 2020, mês em que as indústrias foram obrigadas a paralisar suas atividades devido à pandemia, o Icei registra alta de 23,8 pontos.
O gerente de Análise Econômica da CNI, Marcelo Azevedo, apontou que a confiança do empresário voltou a se afastar da linha divisória de 50 pontos, principalmente porque melhorou a percepção em relação ao Índice de Condições Atuais, que cresceu 5,3 pontos, atingindo 50,2 pontos em maio. Já o Índice de Expectativas cresceu 4,5 pontos e ficou em 62,6 pontos, bem acima da linha divisória de 50 pontos, o que indica otimismo em relação aos próximos seis meses.
Pela metodologia do estudo, índices superiores a 100 pontos demonstram otimismo do setor e, abaixo dessa marca, pessimismo
O Índice de Confiança do Agronegócio (IC Agro), divulgado pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e pela CropLife Brasil nesta terça-feira, fechou o primeiro trimestre de 2021 em 117,4 pontos, quatro abaixo do levantamento anterior.
O nível de confiança do setor, apesar da queda, supera em 17 pontos o índice do primeiro trimestre de 2020, no início da pandemia de covid-19, segundo a Fiesp. Pela metodologia do estudo, índices superiores a 100 pontos demonstram otimismo do setor e, abaixo dessa marca, pessimismo.
Segundo o diretor titular do Departamento do Agronegócio da Fiesp, Roberto Betancourt, a maior parte das entrevistas para o cálculo foi realizada em março.
“Pegamos a fase do avanço no número de casos de covid-19, o que levou à redução na atividade devido a lockdowns em várias regiões do País e às sucessivas revisões negativas das estimativas para o crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) em 2021”.
No período, houve um “descolamento” entre o otimismo dos produtores agropecuários e a percepção das indústrias. O real desvalorizado e a alta das commodities agrícolas no mercado externo impulsionaram os preços pagos a agricultores no Brasil. Mas as indústrias enfrentaram pressões sobre os custos e viram crescer os sinais de descontrole da inflação.
“(A inflação) é sempre uma ameaça aos planos de investimento e, no caso das empresas de alimentos, ao consumo das famílias”, argumenta a Fiesp.
O índice de confiança das indústrias inseridas nas cadeias agropecuárias caiu 6,2 pontos, para 110,7 pontos. Elas abrangem os segmentos “antes da porteira”, que fornecem insumos para a produção, e “depois da porteira”, que utilizam produtos agrícolas como matéria-prima.
No caso do índice de confiança das indústrias antes da porteira, a queda foi de 4,9 pontos no primeiro trimestre, para 108 pontos. O menor otimismo das empresas foi influenciado pelas condições do mercado no fim do trimestre, explica na nota o presidente executivo da Croplife Brasil, Christian Lohbauer, entidade que reúne de empresas de defensivos agrícolas. Segundo ele, após a compra antecipada de insumos agropecuários por agricultores no início do ano, muitas empresas tinham expectativa de crescimento no mercado.
As importações puxaram a movimentação de cargas pelos portos do Paraná no primeiro quadrimestre do ano. Com altas significativas na descarga de produtos dos segmentos de Carga Geral e Granéis Sólidos, os terminais de Paranaguá e Antonina movimentaram 18.262.189 toneladas, de janeiro a abril.
“Fechamos os primeiros quatro meses do ano com movimentação 1% maior que a registrada no mesmo período, em 2020. As chuvas e o atraso na chegada da soja prejudicaram as exportações, enquanto as importações tiveram alta de 12% no período”, explica o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.
Do volume total, entraram no Brasil 7.444.115 toneladas de cargas estrangeiras em 2021. No ano passado, foram 6.628.630 toneladas. “As compras de produtos diversos, que chegam em contêiner, por exemplo, cresceram 25%. Nos granéis sólidos, destaque para o desembarque de malte e cevada, que cresceu 21%, e de fertilizantes, 12%”.
ADUBOS – Os fertilizantes representaram cerca de 43% do total de produtos importados através dos Portos de Paranaguá e Antonina. Nos quatro primeiros meses do ano, foram 3.221.386 toneladas de fertilizantes importadas. No mesmo período, em 2020, foram 2.875.263 toneladas.
Considerando somente as importações de abril, foram descarregadas 830.191 toneladas de fertilizantes – 13% a mais que nos mesmos 31 dias, em 2020, com 734.234 toneladas.
O Porto de Paranaguá segue sendo a principal porta de entrada dos fertilizantes que chegam ao Brasil. As importações pelos terminais paranaenses respondem por mais de 30% do produto importado para os campos do país.
INDÚSTRIA CERVEJEIRA – Em menor volume, mas em maior percentual de aumento na comparação dos períodos de 2021 e 2020, a descarga de malte e cevada somou 234.977 toneladas neste ano. Os produtos são utilizados como matéria-prima da indústria cervejeira e tiveram 21% de alta na comparação com o primeiro quadrimestre do ano passado, quando foram 193.560 toneladas importadas.
Considerando a movimentação apenas no último mês de abril, o aumento registrado na importação chegou a 2.511%. Enquanto em abril de 2020 foram importadas 2.998 toneladas de cevada e malte; este ano, no mês, foram 78.260 toneladas.
CARGA GERAL – No segmento de carga geral, o primeiro quadrimestre de 2021 registrou 1.785.909 toneladas de produtos importados. No mesmo período, do ano anterior, foram 1.427.162 toneladas.
Somente no mês de abril, o aumento registrado na comparação 20/21 foi de 8%. No último mês, 422.838 toneladas de carga geral foram importadas. Em 2020, nos mesmos 31 dias, 391.333 toneladas.