por imprensa | set 16, 2026 | Notícias, Rodoviário
Motoristas que circulam pelas rodovias do Rio Grande do Sul precisam ficar atentos às mudanças envolvendo pedágios e fiscalização de trânsito. Entre os principais assuntos, estão o sistema de cobrança automática Free Flow, novas regras para a fiscalização da Lei Seca e a intensificação das operações nas estradas.
No sistema Free Flow, utilizado em rodovias estaduais do Rio Grande do Sul, o motorista passa por pórticos equipados com sensores, sem a necessidade de parar em uma praça de pedágio. O pagamento da tarifa continua obrigatório, mesmo durante o período de transição criado neste ano.
Uma das principais mudanças é justamente essa fase excepcional de regularização. Até 16 de novembro de 2026, não estão sendo geradas novas autuações por inadimplência no Free Flow dentro do sistema abrangido pela regra federal. Também ficam suspensos os efeitos relacionados a pontos na Carteira Nacional de Habilitação. A partir de 17 de novembro, a sistemática normal volta a ser aplicada.
No Rio Grande do Sul, o assunto ganhou ainda mais repercussão após a invalidação de mais de 700 mil multas relacionadas ao Free Flow nas rodovias estaduais ERS-240, ERS-122 e ERS-446. O acordo firmado entre órgãos públicos prevê a suspensão de procedimentos relacionados à pontuação, suspensão ou cassação da CNH e às multas por evasão de pedágio.
Outra mudança que merece atenção é a atualização das regras da Lei Seca. Em agosto, o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) regulamentou novos procedimentos de fiscalização. A norma prevê uma etapa inicial de triagem, que pode utilizar teste passivo de alcoolemia. Esse primeiro resultado tem caráter orientativo e, sozinho, não pode fundamentar uma autuação. É necessária a continuidade dos procedimentos previstos na regulamentação para a comprovação da infração.
A fiscalização nas rodovias federais também segue sendo reforçada. Em setembro, durante a Operação Independência, a Polícia Rodoviária Federal realizou mais de 54 mil testes de alcoolemia em todo o país e autuou 993 motoristas por embriaguez ao volante, recusa ao teste ou constatação de embriaguez.
Além da fiscalização de álcool, a PRF mantém trechos considerados críticos para operações com radares portáteis. O mapeamento leva em consideração fatores como histórico e risco de sinistros e locais onde há recorrente desrespeito aos limites de velocidade.
Para quem pega a estrada no Estado, a recomendação é acompanhar as regras de cobrança dos pedágios, verificar eventuais débitos do Free Flow e respeitar os limites de velocidade e demais normas de trânsito. A combinação entre novas tecnologias de cobrança e procedimentos atualizados de fiscalização deve deixar a atenção dos motoristas ainda mais importante nas rodovias gaúchas.
por imprensa | set 16, 2026 | Notícias, Outros
Levantamento que será apresentado pelo Observatório Nacional de Segurança Viária na Paving 2026 estima economia de até R$ 90,3 bilhões em cinco anos com a instalação de medidas de baixo custo em rodovias brasileiras, e indica que os sinistros com vítimas fatais se concentram em cerca de 5% da malha federal pavimentada
A instalação direcionada de alguns dispositivos de baixo custo para a segurança nas rodovias brasileiras pode evitar mais de 50 mil mortes e 600 mil feridos, além de gerar economia estimada em até R$ 90,3 bilhões em cinco anos.
Os números integram um estudo voluntário do Grupo Imtraff, coordenado pelo doutor em Engenharia de Transportes, Frederico Rodrigues, em parceria com o Observatório Nacional de Segurança Viária, sobre o impacto dos sinistros de trânsito nas contas públicas, e que será apresentado na Paving 2026, em São Paulo.
O levantamento cruza informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF), da Confederação Nacional do Transporte (CNT), do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), do Programa Internacional de Avaliação de Rodovias (iRAP), do Portal da Transparência e do Banco Central. A combinação dessas bases procura demonstrar que o custo de um sinistro não se encerra no acostamento: alcança o Sistema Único de Saúde (SUS), a Previdência Social, o orçamento das famílias e a capacidade produtiva do país.
Um estudo do Ipea sobre custos hospitalares, perda de produção, danos materiais e despesas institucionais mostra que a sociedade perde cerca de R$ 50 bilhões por ano com sinistros de trânsito. Em média, cada ocorrência custou à sociedade brasileira R$ 261.689, sendo que uma ocorrência envolvendo vítima fatal teve um custo médio de R$ 664.821. Esse tipo de sinistro respondeu por menos de 5% do total de ocorrências, mas representou cerca de 35% dos custos totais.
“Cada sinistro tem uma vítima, mas também tem uma conta pública. Investir em infraestrutura segura significa preservar vidas, liberar capacidade do sistema de saúde e proteger recursos que poderiam atender outras prioridades sociais”, afirma Paulo Guimarães, CEO do Observatório Nacional de Segurança Viária.
Onde o risco se concentra
O balanço da PRF referente a 2025 contabilizou 72.483 sinistros e 6.044 mortes nas rodovias federais, com queda ante o ano anterior. Na Pesquisa CNT Rodovias 2025, foram identificados 23.042 registros relacionados à saída de pista e a desdobramentos como capotamento, colisão com objeto e tombamento, enquanto outros 4.739 envolveram colisões frontais.
O levantamento da Fundação Dom Cabral do período entre 2018 e 2024 aponta que as ocorrências em rodovias federais cresceram em 9% durante esse período. Mais da metade das ocorrências (52,38%) aconteceram em rodovias de pista simples, seguidas pelas colisões em pistas duplas (39,53%) e múltiplas (8,09%). Entre os tipos de colisão, a frontal responde pela maior parcela da taxa de severidade, com 18,33%, seguida pela colisão traseira, com 15,60%.
Sinalização e proteção lateral
Dados da Pesquisa CNT de Rodovias de 2025 indicam que a segurança depende de uma combinação de elementos. Nas rodovias sob gestão pública, 64,4% apresentam algum problema no pavimento, levando, em média, a um aumento de custos operacionais de até 35,8%. A má qualidade do pavimento gera desperdício anual estimado em R$ 7,2 bilhões somente com o consumo adicional de diesel, que é da ordem de 1,2 bilhão de litros.
A pesquisa é realizada anualmente pela Confederação Nacional do Transporte (CNT) e é a mais completa análise da infraestrutura rodoviária brasileira, servindo como referencial estratégico para orientar o planejamento das operações das empresas do transporte de cargas e de passageiros e investimentos públicos e privados em infraestrutura de transporte.
Cenários de investimento
Foram modelados dois cenários alternativos, e não cumulativos, para rodovias federais, estaduais e municipais. No primeiro, balizadores somados a sistemas de contenção lateral demandariam R$ 20,1 bilhões, com benefício de R$ 110,4 bilhões em seis anos e relação benefício-custo de 5,5 vezes. No segundo, balizadores associados a sonorizadores exigiriam R$ 2,6 bilhões, com benefício de R$ 70,2 bilhões e relação de 26,8 vezes. No recorte das rodovias federais, os cenários apontam R$ 6,2 bilhões de investimento para R$ 32 bilhões de benefício e R$ 800 milhões para R$ 20,6 bilhões.
“A qualidade de uma rodovia não pode ser medida apenas pelo estado do asfalto. Uma infraestrutura que salva vidas também orienta, alerta, separa fluxos, perdoa erros e protege as pessoas quando uma falha acontece”, completa Frederico Rodrigues, CEO da Imtraff e membro do comitê técnico do Observatório.
O debate ocorre em meio a avanços parciais no cenário internacional. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgados em julho de 2026, a taxa global de mortes no trânsito caiu 21% entre 2011 e 2025, ainda que os sinistros tenham vitimado 1,16 milhão de pessoas no último ano. O ritmo segue insuficiente para a meta da Década de Ação pela Segurança no Trânsito, que prevê reduzir pela metade mortes e lesões graves até 2030.
Para o ONSV, organização que ocupa cadeira junto ao Conselho Econômico e Social (ECOSOC) da Organização das Nações Unidas (ONU), os resultados sustentam a necessidade de tratar a segurança viária como critério permanente de planejamento, orçamento, concessão, manutenção e fiscalização. Isso exige integrar bases de dados, identificar trechos críticos, medir resultados e priorizar intervenções capazes de evitar o sinistro ou de reduzir sua gravidade.
Os autores registram que os valores de 2025 e os benefícios projetados são estimativas dependentes das premissas de custo, extensão de intervenção e eficácia dos dispositivos.
por imprensa | set 16, 2026 | Notícias, Outros
Conclusão é de estudo divulgado nesta terça-feira pela CNI
O Brasil precisa mais que dobrar os investimentos em infraestrutura para reduzir o déficit histórico do setor e se aproximar dos padrões internacionais. É o que aponta o estudo Financiamento dos Investimentos em Infraestrutura no Brasil, da Confederação Nacional da Indústria (CNI), que propõe um novo regime de financiamento para ampliar a participação do capital privado e sustentar projetos de longo prazo.
Em 2024, foram investidos R$ 266,8 bilhões em infraestrutura, equivalentes a 2,27% do PIB. Segundo a CNI, o país precisaria elevar esse patamar para 4,65% do Produto Interno Bruto (PIB), cerca de R$ 550 bilhões por ano, e mantê-lo por pelo menos duas décadas.
Do total investido em 2024:
- R$ 188,1 bilhões (70,5%) vieram do setor privado;
- R$ 78,6 bilhões foram investimentos públicos;
- Estados e municípios responderam pela maior parte dos aportes públicos.
Novo modelo
Para a CNI, nenhuma fonte de recursos, isoladamente, é capaz de atender às necessidades do país. O novo regime deveria combinar recursos públicos e privados, ampliar o mercado de capitais e criar condições para investimentos de longo prazo.
Em nota, o presidente da CNI, Ricardo Alban, defende estabilidade econômica e institucional para atrair capital.
“O Brasil precisa de responsabilidade fiscal, instituições sólidas e segurança jurídica para criar condições de mobilizar mais recursos privados para o setor de infraestrutura, sem abrir mão do papel estratégico dos investimentos públicos”, ressalta.
Alban também defende uma estratégia de Estado para garantir continuidade aos projetos. Segundo ele, a modernização da infraestrutura demanda esforço contínuo, sistemático e de longo prazo, com uma política de Estado, conduzida por diversos governos.
Fontes privadas
O estudo mostra uma mudança na composição do financiamento da infraestrutura de 2010 a 2024. Em valores atualizados para 2024, as fontes privadas passaram de uma média de R$ 88,6 bilhões no período de 2010 a 2014 para R$ 184,5 bilhões em 2024.
No mesmo intervalo, os recursos públicos recuaram de R$ 208,5 bilhões para R$ 107 bilhões. As instituições multilaterais responderam por R$ 8,4 bilhões em 2024.
Na última década, houve uma mudança estrutural no financiamento da infraestrutura brasileira. A participação das fontes privadas passou de 29,3%, entre 2010 e 2014, para 61,5% em 2024.
Medidas propostas
A CNI aponta que o novo regime deve incluir:
- estabilidade macroeconômica e fiscal, para reduzir riscos e o custo do capital;
- fortalecimento do mercado de capitais, com mais investidores institucionais;
- expansão do crédito privado, com modelos que distribuam riscos de forma mais eficiente;
- carteira maior de projetos estruturados para concessões e parcerias;
- segurança jurídica e previsibilidade regulatória;
- autonomia técnica das agências reguladoras.
O estudo também destaca o papel do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e de outras instituições públicas de desenvolvimento na redução de riscos, estruturação de projetos e mobilização de capital privado.
Lições externas
A análise reúne experiências de Reino Unido, Chile, Austrália, México, Espanha, Índia e França. Apesar das diferenças entre os modelos, a CNI identifica fatores comuns nos países que conseguiram ampliar a capacidade de financiamento da infraestrutura: estabilidade econômica, instituições confiáveis, previsibilidade regulatória, mercado de capitais desenvolvido e instrumentos de longo prazo.
Segundo a CNI, os recursos públicos devem atuar de forma estratégica para atrair investimentos privados. Pela sugestão da entidade, o investimento público continuará sendo fundamental, mas o país precisa avançar para um modelo em que esses recursos tenham maior capacidade de mobilizar capital privado.
por imprensa | set 15, 2026 | Eventos, Notícias, Outros
O tradicional encontro do Transporte Rodoviário de Cargas reunirá empresários, executivos e lideranças de todo o Brasil
A NTC&Logística abriu as inscrições para o Congresso NTC 2026 – XIX Encontro Nacional da COMJOVEM (Comissão de Jovens Empresários e Executivos da NTC&Logística), um especial encontro de aprendizado e expansão de conhecimento do Transporte Rodoviário de Cargas (TRC) brasileiro. A edição deste ano será realizada entre os dias 26 e 29 de novembro de 2026, no Mavsa Resort Convention SPA, em Cesário Lange (SP).
Promovido anualmente pela NTC&Logística, por meio da COMJOVEM, o Congresso consolidou-se como um importante ambiente de integração, desenvolvimento profissional, networking e fortalecimento do associativismo. Durante os quatro dias de evento, empresários, executivos, sucessores, lideranças sindicais e representantes do setor de todo o país terão a oportunidade de compartilhar experiências, ampliar relacionamentos e debater os desafios e as oportunidades que impactam o Transporte Rodoviário de Cargas.
A programação será voltada ao desenvolvimento de lideranças e à troca de conhecimentos, reunindo conteúdos relevantes para a gestão das empresas, inovação, sucessão empresarial e temas estratégicos para o setor. Além das atividades técnicas, os participantes poderão desfrutar da estrutura do Mavsa Resort Convention SPA, reconhecido pela excelência em hospedagem, lazer e infraestrutura para eventos.
Para o presidente da NTC&Logística, Eduardo Rebuzzi, o Congresso representa um momento significativo do calendário institucional da entidade.
“O Congresso NTC 2026 e o Encontro Nacional COMJOVEM representam a força da renovação do nosso setor e a importância de prepararmos as lideranças que darão continuidade ao trabalho desenvolvido ao longo das últimas décadas. É um ambiente de aprendizado, integração e construção de ideias, onde empresários de todas as regiões do país se encontram para fortalecer o associativismo e contribuir para o desenvolvimento do Transporte Rodoviário de Cargas. Tenho a convicção de que esta será mais uma edição de grande sucesso.”
O coordenador nacional da COMJOVEM, Hudson Rabelo, destaca que o encontro é uma oportunidade única para fortalecer conexões e incentivar o protagonismo dos jovens empresários.
“Este evento é o momento em que conseguimos reunir lideranças de todas as regiões do Brasil para compartilhar experiências, ampliar conhecimentos e fortalecer os laços que unem o nosso setor. É um ambiente de muito aprendizado, relacionamento e inspiração para quem acredita no futuro do transporte de cargas. Convido todos os integrantes da COMJOVEM e empresários do TRC a estarem conosco nesta edição, que está sendo preparada com muito cuidado para proporcionar uma experiência inesquecível.”
As reservas de hospedagem poderão ser realizadas até o dia 25 de outubro de 2026, com possibilidade de parcelamento em até quatro vezes no cartão de crédito. Após essa data, as novas reservas estarão sujeitas à disponibilidade e deverão ser pagas integralmente no ato da confirmação.
Para realizar a reserva, basta informar o nome do evento e entrar em contato diretamente com o Mavsa Resort Convention SPA pelos seguintes canais:
l WhatsApp: (15) 99103-0899
l E-mail: comercial@mavsaresort.com.br
A NTC&Logística convida empresários, executivos e lideranças do Transporte Rodoviário de Cargas de todo o Brasil a participarem de mais uma edição do Congresso NTC – XIX Encontro Nacional da COMJOVEM. As inscrições já estão abertas e podem ser realizadas pelo portal da entidade, clicando aqui.
Patrocínio
I FENATRAN
I GEOTAB
I MERCEDES-BENZ
I TGID
I TRANSPOCRED
I TRUCKPAG
Apoios Institucionais
l Sistema Transporte (CNT – Confederação Nacional do Transporte / SEST SENAT – Serviço Social do Transporte e Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte / ITL – Instituto de Transporte e Logística)
l FuMTran (Fundação Memória do Transporte)
Apoio Logístico
l Braspress
por imprensa | set 15, 2026 | Comissões, Notícias, Outros
Iniciativa cria um novo espaço de participação para troca de experiências e desenvolvimento de boas práticas voltadas ao mercado do Transporte Rodoviário de Cargas
A NTC&Logística está convidando suas empresas e entidades associadas a participarem do Comitê de Mercado e Tarifas, iniciativa criada para ampliar as discussões sobre questões mercadológicas que fazem parte da realidade do Transporte Rodoviário de Cargas (TRC).
A criação do Comitê teve como base as discussões e informações apresentadas no CONET&Intersindical, um dos principais fóruns técnicos da NTC&Logística para análise do mercado do TRC. A nova estrutura servirá também como apoio ao trabalho desenvolvido no CONET, contribuindo para ampliar a participação das empresas, aprofundar as análises sobre o mercado e incorporar às discussões a experiência de quem atua diretamente na atividade transportadora.
O Comitê será um espaço dedicado ao desenvolvimento de boas práticas e ao fortalecimento da gestão de custos, preços, tarifas e comercialização dos serviços de transporte, com atenção especial às operações de cargas do tipo lotação ou fechada.
A proposta é aproximar empresas e profissionais que atuam diretamente nessas áreas, possibilitando o compartilhamento de experiências e a discussão de temas que contribuam para aprimorar práticas comerciais e de gestão no setor.
Neste primeiro momento, a NTC&Logística está realizando um levantamento para identificar as empresas e entidades associadas interessadas em integrar o Comitê de Mercado e Tarifas.
As associadas interessadas devem preencher o formulário indicando os dados do representante que participará das atividades e discussões do Comitê.
Participe do Comitê de Mercado e Tarifas da NTC&Logística.
Preencha o formulário de interesse: https://forms.gle/3xeENNbyPLo5Lay78
A participação das empresas será fundamental para a construção das atividades do Comitê e para o desenvolvimento de uma agenda alinhada às demandas e aos desafios enfrentados pelo Transporte Rodoviário de Cargas.
por imprensa | set 15, 2026 | Notícias, Outros
Rede presente em todas as regiões do país oferece serviços de saúde, educação profissional, esporte e lazer para trabalhadores do transporte, seus dependentes e a comunidade
O SEST SENAT completa 33 anos nesta segunda-feira (14), com uma rede de 176 Unidades Operacionais distribuídas por todas as regiões do país. Em 2025, a instituição registrou mais de 21 milhões de atendimentos, crescimento de 24,61% em relação ao ano anterior. Desse total, mais de 11 milhões foram realizados nas áreas de saúde e qualidade de vida, enquanto mais de 10 milhões estiveram relacionados ao desenvolvimento profissional.
A presença em diferentes territórios permite ampliar o acesso a serviços de saúde, qualificação profissional, esporte e lazer. Em municípios menores, a instalação de uma Unidade também contribui para ampliar a oferta de serviços e cursos, e para formar profissionais alinhados às necessidades das empresas e do mercado de trabalho local.
A capilaridade é uma das principais características da rede do SEST SENAT. As Unidades estão distribuídas por municípios de diferentes portes e regiões, aproximando os serviços dos trabalhadores do transporte, de seus dependentes e da comunidade.
Em 2025, foram inauguradas sete Unidades Operacionais: Lucas do Rio Verde e Primavera do Leste, em Mato Grosso; Muriaé, em Minas Gerais; Guarapuava, no Paraná; Ijuí e Novo Hamburgo, no Rio Grande do Sul, e Porto Velho, em Rondônia. Em 2026, até o momento, outras quatro Unidades foram inauguradas: Três Barras e Tubarão, em Santa Catarina; Aracaju, em Sergipe, e Cachoeira do Sul, no Rio Grande do Sul.
A expansão segue o plano de crescimento e melhoria da rede física do SEST SENAT, que busca levar os serviços da instituição a novas localidades e, ao mesmo tempo, fortalecer a estrutura já existente.
“As nossas Unidades seguem um padrão de atendimento e estrutura, contribuindo para o desenvolvimento das regiões onde estão instaladas. Queremos continuar levando serviços de qualidade aos profissionais do transporte e contribuindo para o fortalecimento do setor”, afirma Vander Costa, presidente do Sistema Transporte.
Saúde, esporte e qualidade de vida
A rede oferece serviços de odontologia, fisioterapia, psicologia, nutrição e radiologia, além de atividades esportivas e de lazer. Em 2025, foram mais de 11 milhões de atendimentos relacionados à assistência e à promoção da saúde, à prevenção de doenças, ao esporte, ao lazer e à qualidade de vida.
O resultado representa crescimento de 25% em relação a 2024. A odontologia presencial registrou mais de 2,2 milhões de atendimentos, alta de 18,9%, enquanto a fisioterapia chegou a mais de 1,3 milhão, crescimento de 23,02%. Na radiologia, foram cerca de 88 mil atendimentos, alta de 77,2%. A psicologia contabilizou mais de 440 mil atendimentos, crescimento de 29,1%, e a nutrição teve pouco mais de 273 mil, alta de 19,8%.
Em localidades onde há menos opções de atendimento, a presença de uma Unidade amplia o acesso a esses serviços para trabalhadores do transporte, seus dependentes e a comunidade.
“Cuidar da saúde dos trabalhadores do transporte é também contribuir para a qualidade e a continuidade da atividade. Em muitos municípios, especialmente nos menores, o SEST SENAT é um dos poucos locais que oferecem serviços de saúde, esporte, lazer e qualidade de vida. Quando uma Unidade chega a uma região, esses atendimentos passam a estar mais próximos das pessoas e contribuem para o desenvolvimento local”, afirma Nicole Goulart, diretora-executiva nacional do SEST SENAT.
A atuação das Unidades também inclui iniciativas esportivas. Em Taubaté (SP), o Polo Olímpico Esportivo do SEST SENAT atende mais de 200 alunos nas modalidades de taekwondo e judô. Em agosto de 2026, duas atletas do projeto conquistaram medalhas no Campeonato da Federação Brasileira de Taekwondo, realizado em Brasília.
Larissa Torino, de 13 anos, conquistou o ouro na categoria cadete, faixa preta, até 55 kg. Laryssa Alexandra, de 18 anos, ficou com a prata na categoria adulto, faixa colorida, até 57 kg. Larissa integra a equipe do SEST SENAT Taubaté desde 2024 e, em 2026, tornou-se titular da Seleção Brasileira Cadete. No Pan-Americano realizado no Rio de Janeiro, conquistou a medalha de bronze, a primeira medalha internacional de um atleta do SEST SENAT.
“O esporte mudou minha vida, e o SEST SENAT tem contribuído demais. Desde pequena, fui treinando, vendo minha evolução e conquistando mais títulos, o que foi me dando vontade de continuar até o final”, afirma.
Formação profissional em sintonia com o setor
A rede também amplia a oferta de cursos de formação profissional em diferentes regiões do país. Em 2025, foram mais de 751 mil matrículas presenciais e cerca de 45,4 milhões de horas de treinamento, aumento de 43,21% em relação a 2024. Na educação a distância, foram mais de 1 milhão de matrículas e mais de 22,1 milhões de horas de treinamento, alta de 29,81% na comparação com o ano anterior.
A oferta de cursos atende às necessidades das empresas do transporte e cria oportunidades de qualificação para moradores das regiões onde as unidades estão instaladas.
“Quando levamos cursos e capacitação para todo o país, contribuímos para que as empresas encontrem profissionais preparados e para que os moradores tenham acesso a novas oportunidades de trabalho. Em alguns municípios, a chegada de uma Unidade do SEST SENAT representa também a chegada de desenvolvimento profissional na região”, afirma Vinicius Ladeira, diretor-adjunto nacional do SEST SENAT.
Um exemplo desse percurso é o de Larissa de Oliveira, de 26 anos, analista de Recursos Humanos da Bel-Tour Turismo.
Larissa começou a trabalhar em um balcão de padaria. Quando encontrou uma vaga no Programa Jovem Aprendiz do SEST SENAT, manteve os dois empregos para pagar o aluguel. Após o contrato de aprendizagem, foi efetivada como auxiliar de Recursos Humanos. Em seguida, cursou Gestão de Recursos Humanos, foi promovida a assistente e chegou ao cargo de analista.
Hoje, ela gerencia os jovens aprendizes da empresa e participa de encontros promovidos pelo SEST SENAT para compartilhar sua experiência. “Poder inspirar outras pessoas é algo que me enche de orgulho”, afirma.
Serviços para todo o Brasil
Os serviços oferecidos pelo SEST SENAT são gratuitos para os trabalhadores do transporte e têm valores abaixo da média de mercado para seus dependentes e para a comunidade. A rede reúne opções de atendimento em saúde, educação profissional, esporte, lazer e qualidade de vida em unidades presentes em todas as regiões do país.
Para conhecer os serviços disponíveis, encontrar a Unidade mais próxima e consultar as opções de atendimento, acesse o site do SEST SENAT e saiba mais.