por imprensa | jul 2, 2026 | Logística, Notícias, Rodoviário
Abrir mercados só produzirá resultados duradouros se o país fortalecer a indústria, investir em inovação e colocar os pequenos negócios no centro da estratégia de desenvolvimento
O Brasil vive um momento decisivo para ampliar sua inserção na economia global. A entrada em vigor do Acordo Comercial Interino (ITA) entre Mercosul e União Europeia representa muito mais do que a redução de tarifas ou o aumento das exportações. Trata-se de uma oportunidade histórica para fortalecer a indústria nacional, ampliar mercados e consolidar um modelo de desenvolvimento baseado na inovação, na competitividade e na geração de emprego e renda.
Os números demonstram que já existe uma relação comercial consolidada. Em 2025, 8.769 empresas brasileiras exportaram, para a União Europeia, o equivalente a quase três em cada dez empresas exportadoras do país. Para aproveitar ainda mais todo esse potencial, o Conexões Produtivas – Oportunidades para a Indústria no Acordo Mercosul-União Europeia, iniciativa do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) e do Sebrae, percorrerá diferentes regiões do país para aproximar o setor
produtivo das oportunidades abertas pelo acordo comercial. Itajaí (SC) está nesse roteiro. E não é por acaso.
O empreendedorismo segue em ritmo acelerado em Santa Catarina. Dados do Observatório de Negócios do Sebrae/SC mostram que o Estado registrou a abertura de 94.332 pequenos negócios no primeiro trimestre de 2026, um crescimento de 14,8% em relação ao mesmo período de 2025. O desempenho coloca Santa Catarina acima da média nacional, que avançou 12,6% no período. Em comparação com 2024, o avanço é ainda mais expressivo, pois, em dois anos, o número de novos pequenos negócios no Estado cresceu 49,6%, evidenciando a força e a resiliência do ambiente empreendedor catarinense.
Em Itajaí, a geração de empregos pelos pequenos negócios teve um saldo estimado de 2.500 vagas no primeiro trimestre de 2026. São quase 62 mil pequenos negócios no município, que têm como estratégia o desenvolvimento sustentável de empreendimentos ligados ao mar e aos recursos hídricos, impulsionando inovação, competitividade e faturamento. Em Itajaí, o projeto Economia Azul, do Sebrae, está muito focado no setor naval e de defesa, no qual o município é referência nacional.
A criação do programa Conexões Produtivas aproxima empresários das novas possibilidades de negócios e representa um passo importante para que o Brasil amplie sua presença em um dos maiores mercados consumidores do mundo.
Para Santa Catarina, Estado com forte vocação industrial, agrícola e exportadora, o acordo representa perspectivas ainda mais promissoras. Setores como móveis, mel, café industrializado, alimentos processados e diversos segmentos da indústria de transformação terão acesso facilitado ao mercado europeu, ampliando investimentos e fortalecendo cadeias produtivas locais.
É justamente nesse ponto que as políticas públicas fazem toda a diferença.
O acordo foi negociado preservando importantes instrumentos de proteção aos interesses nacionais. Outro aspecto extremamente relevante é que o tratado reconhece formalmente as micro, pequenas e médias empresas como protagonistas do desenvolvimento econômico.
Pela primeira vez, um acordo comercial dessa dimensão dedica um capítulo específico às MPMEs, estabelecendo mecanismos para reduzir burocracias, ampliar a transparência, simplificar procedimentos aduaneiros e facilitar o acesso às informações necessárias para exportar.
O Brasil reúne condições únicas para competir globalmente. Temos uma indústria diversificada, um agronegócio altamente eficiente, capacidade empreendedora e milhões de pequenos negócios que movimentam nossa economia diariamente.
Mas a competitividade não nasce apenas do esforço individual dos empreendedores. Ela depende de investimentos públicos, políticas industriais consistentes, crédito, infraestrutura, inovação, educação profissional e instituições fortes capazes de apoiar quem produz.
O acordo entre Mercosul e União Europeia deve ser visto exatamente dessa forma: não como um ponto de chegada, mas como o início de uma nova etapa de desenvolvimento econômico.
Se aproveitarmos esse período de transição para modernizar nossas empresas, aumentar a produtividade e fortalecer os pequenos negócios, o Brasil chegará ainda mais preparado para disputar mercados internacionais, gerar empregos de qualidade e construir um crescimento econômico sustentável.
O futuro do comércio internacional pertence aos países que conseguem combinar abertura econômica com fortalecimento da produção nacional. O Brasil tem todas as condições para ocupar esse espaço. E nossos pequenos negócios serão protagonistas dessa nova fase.
por imprensa | jul 2, 2026 | Aquaviário, Logística, Notícias
Desenvolvido em parceria com a Universidade Federal do Maranhão (UFMA), projeto oferece subsídios para o planejamento estratégico e o fortalecimento da resiliência do setor portuário
Em um cenário marcado por mudanças climáticas, tensões geopolíticas, transformação digital e novas exigências do comércio internacional, antecipar riscos tornou-se uma condição essencial para garantir a competitividade dos portos. Com esse objetivo, a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ) aprovou o projeto “Riscos Globais Portuários”, estudo inédito que identifica os principais desafios capazes de impactar o setor portuário brasileiro até 2035 e oferece subsídios estratégicos para o planejamento de longo prazo.
Integrante da Agenda Ambiental e de Segurança Aquaviária para o biênio 2025-2026, o projeto foi desenvolvido no âmbito do Acordo de Cooperação Técnica firmado entre a Agência e a Universidade Federal do Maranhão (UFMA). Após ser encaminhado à ANTAQ, o estudo foi analisado pela Superintendência de ESG e Inovação (SESGI). A proposta, relatada pelo diretor Alber Vasconcelos, destaca a importância da antecipação de riscos para o setor: “Os portos brasileiros estão inseridos em um ambiente cada vez mais complexo e sujeito a mudanças rápidas. Antecipar riscos é uma condição essencial para fortalecer o planejamento, aumentar a resiliência do setor e garantir que a regulação acompanhe essa nova realidade”, afirma o diretor.
Mais do que mapear ameaças, o estudo consolida uma ferramenta de inteligência regulatória que permitirá orientar decisões de investimento, políticas públicas e estratégias de gestão de riscos, fortalecendo a capacidade de adaptação e de
resposta do setor portuário diante de um ambiente global cada vez mais complexo e dinâmico.
Inteligência para antecipar cenários
O levantamento adaptou à realidade brasileira a metodologia utilizada pelo Fórum Econômico Mundial em seu relatório anual de riscos globais. Para isso, reuniu revisão da literatura científica, análise de relatórios de sustentabilidade publicados por portos brasileiros e contribuições de 125 especialistas e gestores do setor portuário.
Como resultado, foram elaborados um Relatório Completo e um Relatório Executivo, documentos que passam a servir como referência para o desenvolvimento de políticas públicas, ações regulatórias e estratégias voltadas ao fortalecimento do sistema portuário nacional.
Os riscos que já preocupam o setor
O estudo identificou seis riscos classificados como críticos no curto prazo, todos com elevada percepção entre os especialistas consultados:
- aumento da carga tributária;
- interrupções em infraestruturas digitais críticas;
- falhas nas cadeias globais de suprimentos.
Outro dado chama atenção: 73,7% dos riscos avaliados permanecem elevados tanto no curto quanto no longo prazo, demonstrando que a maior parte dos desafios enfrentados pelos portos brasileiros possui caráter estrutural e exigirá respostas permanentes: “Mais do que identificar riscos, este projeto oferece diretrizes para fortalecer a capacidade de adaptação do setor portuário. É um trabalho que transforma diagnóstico em planejamento e conhecimento em melhores decisões regulatórias”, afirma o diretor-relator Alber Vasconcelos.
Mudanças climáticas e transformação digital lideram tendências
Na dimensão ambiental, as mudanças climáticas aparecem como o principal risco para 2035. Eventos extremos, elevação do nível do mar, erosão costeira, escassez
de recursos naturais e os desafios da descarbonização do transporte marítimo tendem a influenciar diretamente a infraestrutura e as operações portuárias.
Já na dimensão tecnológica, o estudo aponta que a crescente digitalização dos portos amplia a necessidade de investimentos em segurança cibernética, proteção das infraestruturas críticas, integração entre sistemas digitais e operacionais, e qualificação de profissionais para acompanhar o avanço da automação e da inteligência artificial.
Na esfera econômica, fatores como instabilidade política, excesso regulatório, aumento de impostos e perda de competitividade internacional figuram entre os principais desafios para o setor. No cenário geopolítico, conflitos comerciais e alterações nas rotas globais de comércio podem modificar significativamente os fluxos logísticos mundiais.
Planejamento para um setor mais resiliente
Além do diagnóstico, o projeto apresenta recomendações voltadas ao fortalecimento da resiliência do sistema portuário brasileiro. Entre elas estão a implementação de estratégias integradas de adaptação climática e modernização digital; a criação de um sistema contínuo de monitoramento de riscos; o fortalecimento de parcerias com universidades e centros de pesquisa; o incentivo ao desenvolvimento de soluções inovadoras e a incorporação da gestão de riscos aos processos de planejamento estratégico das autoridades portuárias.
As recomendações também incluem mecanismos de financiamento para investimentos em infraestrutura resiliente e capacitação de recursos humanos, reconhecendo que a preparação para os desafios futuros dependerá da atuação coordenada entre poder público, autoridades portuárias, operadores, armadores e demais agentes da cadeia logística.
Os resultados do estudo passam a integrar a base técnica da ANTAQ para orientar a formulação de políticas regulatórias e poderão servir de referência ao Ministério de Portos e Aeroportos na elaboração de políticas públicas para o setor. No âmbito da Agência, os achados também poderão ser considerados na avaliação da pertinência de fatores relacionados às análises de reequilíbrio dos contratos, fortalecendo uma atuação regulatória cada vez mais baseada em evidências e contribuindo para a modernização do setor portuário diante dos desafios globais.
por imprensa | jul 2, 2026 | Notícias, Outros
Execução de 11 intervenções incluem uso de perfuratrizes em trechos para perfurar rochas e estabilizar encostas e taludes
A segurança viária da Rota do Sol está sendo reforçada com a execução de obras de contenção destinadas à estabilização de encostas e taludes. Financiadas com recursos do Fundo do Plano Rio Grande (Funrigs), as 11 intervenções em andamento na RSC-453 e na ERS-486 integram um conjunto de ações de recuperação da infraestrutura rodoviária da região, que somam investimentos de R$ 1 bilhão.
Esta matéria faz parte de uma série de conteúdos sobre investimentos de mais de R$ 3,1 bilhões do governo do Estado que estão tornando o Rio Grande do Sul um canteiro de obras em rodovias e pontes.
As obras têm como objetivo reduzir o risco de deslizamentos, especialmente nos trechos mais suscetíveis, aumentando a resiliência da rodovia diante de eventos meteorológicos extremos. Em todo o Rio Grande do Sul, o governo do Estado investe R$ 3,1 bilhões em 48 empreendimentos, entre recuperação de rodovias e implantação
de pontes, executados pelo Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem (Daer), vinculado à Secretaria de Logística e Transportes (Selt).
As intervenções foram definidas a partir de estudos geotécnicos e hidrológicos realizados após o evento meteorológico de 2024, quando deslizamentos bloquearam rodovias e isolaram comunidades. Ao longo dos mais de 150 quilômetros da Rota do Sol, abrangendo trechos da RSC-453 e da ERS-486, os serviços incluem corte e estabilização de taludes, perfuração de rochas e implantação de estruturas de contenção. As máquinas que operam no local – altamente tecnológicas – são perfuratrizes dotadas de manipulação telescópica. Ou seja, elas sobem e descem, mediante ajuste de altura, de acordo com a necessidade do movimento a ser executado para contemplar o serviço.
O titular da Selt, Clóvis Magalhães, destacou que a Rota do Sol é um dos principais corredores logísticos do Estado e sofreu impactos significativos durante as chuvas de 2024. “Tudo o que aconteceu nos mostrou onde precisamos intervir para garantir trafegabilidade e segurança durante eventos meteorológicos extremos. Estamos executando essas obras para que a população conte com uma infraestrutura mais segura, resiliente e preparada para enfrentar novos desafios.”
O diretor-geral do Daer, Luciano Faustino, explicou que as contenções combinam barreiras estruturais e sistemas de drenagem para estabilizar o solo, reduzir infiltrações e prevenir processos erosivos. “A região da Rota do Sol apresenta características geológicas que exigem soluções técnicas específicas. Por isso, o Daer acompanha e fiscaliza todas as etapas, desde os estudos preliminares e o desenvolvimento dos projetos até a execução das obras, assegurando que os serviços atendam aos padrões de segurança e qualidade.”
por imprensa | jul 1, 2026 | Notícias, Outros
Reunião conjunta do Conselho Superior e da Diretoria abordou temas jurídicos, institucionais, financeiros, internacionais e de representatividade do setor
A NTC&Logística realizou, nesta terça-feira (30), reunião conjunta do Conselho Superior e da Diretoria, em formato híbrido, conduzida pelo presidente da entidade, Eduardo Rebuzzi. A abertura do encontro contou com a participação remota do presidente do Sistema Transporte, Vander Costa, que cumprimentou a todos antes do início da pauta. Estiveram presentes membros do Conselho Superior, da Diretoria e da Diretoria-Executiva – o vice-presidente, Antonio Luiz Leite, e o diretor financeiro, José Maria Gomes –, bem como o conselheiro vitalício da NTC&Logística e vice-presidente de Transporte Rodoviário de Cargas da CNT, Flávio Benatti, assessores e representantes da entidade, para debater pautas estratégicas voltadas ao fortalecimento institucional e ao desenvolvimento do Transporte Rodoviário de Cargas.
Na pauta do Conselho Superior, Eduardo Rebuzzi conduziu a deliberação sobre os indicados à Medalha de Mérito do Transporte – NTC, edição 2026. A tradicional homenagem reconhece personalidades que contribuem significativamente para o desenvolvimento do Transporte Rodoviário de Cargas no Brasil. O evento acontecerá em Brasília, no dia 16 de setembro de 2026.
O diretor jurídico da NTC&Logística, Marcos Aurélio Ribeiro, apresentou as principais atualizações relacionadas à Medida Provisória nº 1.343, abordando os desdobramentos envolvendo o Piso Mínimo de Frete, o Código Identificador da Operação de Transporte (CIOT) e o Seguro RC-V, temas que seguem sendo acompanhados de forma permanente pela entidade.
Na sequência, a assessora executiva da presidência da NTC&Logística, Elisete Balarini, apresentou um panorama dos eventos promovidos pela entidade, destacando o andamento das ações e o planejamento das próximas iniciativas que integram o calendário institucional. Foram ressaltadas a programação do CONET&Intersindical, que acontecerá nos dias 27 e 28 de agosto em Ouro Preto, Minas Gerais, e a divulgação do local do Congresso NTC 2026 – 19º Encontro Nacional da COMJOVEM, que ocorrerá em Cesário Lange, interior de São Paulo, no Mavsa Resort, de 26 a 29 de novembro de 2026.
O diretor financeiro da entidade, José Maria Gomes, apresentou aos dirigentes o fechamento financeiro referente ao mês de maio de 2026, compartilhando o desempenho das contas e o acompanhamento da gestão financeira da NTC&Logística.
O coordenador nacional da COMJOVEM, Hudson Rabelo, apresentou os resultados alcançados pelo movimento, destacando as metas gerais; as ações de comunicação; as reuniões de alinhamento realizadas nos Núcleos de São José do Rio Preto, Toledo, Cascavel e Passageiros; a integração de novos membros; as atividades do Conselho dos Ex-Coordenadores e Ex-Vice-Coordenadores, e a visita técnica do SINDIPESA. Também foram apresentados os preparativos para os próximos eventos com a participação da COMJOVEM, entre eles o Seminário Itinerante no Rio Grande do Sul e o CONET&Intersindical, que será realizado em Ouro Preto (MG).
O vice-presidente regional da NTC&Logística para o Estado de São Paulo, Carlos Panzan, presidente da FETCESP, compartilhou informações sobre o cenário envolvendo a utilização do biodiesel no transporte rodoviário de cargas. Também expôs uma atualização sobre a Medida Provisória relacionada ao Piso Mínimo de Frete, tema que segue em discussão e acompanhado pela entidade.
O relato do vice-presidente extraordinário de Relações Internacionais, Danilo Guedes, enfatizou a participação da NTC&Logística na Assembleia Geral da União International de Transportes Rodoviários (IRU), realizada em Genebra, e no 1º Encontro do TRIC (Transporte Rodoviário Internacional de Cargas) – 2026, além das tratativas para a participação da IRU na Fenatran, nos dias 11 e 12 de novembro.
Representando a área de Relações Institucionais, o vice-presidente extraordinário José Hélio Fernandes e a assessora Edmara Claudino expuseram atualizações sobre o andamento das principais articulações desenvolvidas pela NTC&Logística junto aos Poderes Executivo e Legislativo, reforçando o trabalho permanente da entidade na defesa dos interesses do Transporte Rodoviário de Cargas.
O assessor jurídico da NTC&Logística, Narciso Figueirôa Junior, atualizou os presentes quanto à tramitação da PEC 221/2019 e do Projeto de Lei nº 1.838/2026, que tratam da jornada de trabalho, e da PEC 22, que institui a Política Nacional de Apoio à Atividade de Transporte Rodoviário Profissional, exigindo que as rodovias ofereçam pontos de parada e descanso estruturados para motoristas e proibindo a penalização do condutor por descumprimento de pausas obrigatórias caso não haja estrutura adequada na via. O assessor ressaltou o acompanhamento permanente dessas matérias pela entidade, diante dos impactos diretos para o setor transportador.
Encerrando os relatos, o vice-presidente extraordinário de Segurança da NTC&Logística, Roberto Mira, acompanhado do delegado e especialista em Segurança, Waldomiro Milanesi, apresentou dados sobre o trabalho desenvolvido pela entidade na área de segurança pública e uma análise das ocorrências de roubo de cargas registradas no Brasil durante o primeiro semestre de 2026. Na oportunidade, também foi reforçada a realização do 3º Encontro Nacional de Segurança no TRC, que acontecerá no dia 6 de agosto, na subsede da NTC&Logística, em São Paulo.
Ao final da reunião, Eduardo Rebuzzi ratificou a importância do alinhamento permanente entre o Conselho Superior, a Diretoria e as áreas técnicas da NTC&Logística, destacando que o acompanhamento contínuo das pautas legislativas, institucionais e estratégicas fortalece a atuação da entidade na defesa dos interesses do Transporte Rodoviário de Cargas em todo o Brasil.
por imprensa | jul 1, 2026 | Eventos, Notícias, Rodoviário
Estreantes diversificam a oferta de produtos e serviços do evento, que espera receber mais de 70 mil visitantes no São Paulo Expo
A 25ª edição da Fenatran retorna ao São Paulo Expo, entre os dias 9 e 13 de novembro, reunindo 700 marcas expositoras, sendo 100 delas estreantes. Considerada a principal plataforma de negócios para o transporte rodoviário de cargas e logística da América Latina, a Feira apresentará os principais lançamentos e inovações para toda a cadeia do setor.
O número de marcas representa um crescimento de 16,7% em relação à edição de 2024, que contou com 600 expositores. Organizada e promovida pela RX do Brasil, a expectativa é receber mais de 70 mil visitantes ao longo dos cinco dias de evento.
A chegada das novas empresas reforça, ainda mais, o papel da Fenatran como principal plataforma de geração de negócios do setor, além de refletir as transformações que vêm impulsionando o transporte rodoviário de cargas nos últimos anos, com uma maior demanda por conectividade, gestão de frotas, eficiência operacional e descarbonização. Para os participantes, representa acesso a uma oferta mais diversificada de produtos, tecnologias e serviços voltados à evolução do transporte e da logística.
“Os números da 25ª edição demonstram a confiança do mercado na Fenatran e sua capacidade de reunir os principais players da cadeia de transporte e logística. A presença de 100 novas marcas amplia a diversidade de empresas presentes e fortalece nosso compromisso de oferecer uma experiência cada vez mais relevante para expositores, visitantes e parceiros”, destaca Thiago Braga Ferreira, gerente executivo da Fenatran.
Novas montadoras apostam no mercado brasileiro
Entre as empresas estreantes na Fenatran 2026, a participação da JAC Caminhões marca um novo momento da companhia no Brasil, com a ampliação de sua atuação no segmento de veículos comerciais.
“A Fenatran é um dos mais importantes eventos do setor de transporte e logística do Brasil e faz parte da estratégia da JAC Caminhões para divulgação e crescimento da marca no mercado de caminhões do Brasil”, comenta Adriano Chiarini, head comercial e desenvolvimento de rede da JAC Caminhões. “Vamos mostrar o nosso portfólio de produtos diversificado e direcionado ao consumidor brasileiro”, complementa.
A BYD também escolheu a Fenatran para ampliar sua presença no segmento de veículos pesados no Brasil e fortalecer o relacionamento com clientes, parceiros, operadores, gestores de frota e lideranças do setor. Para Bruno Paiva, diretor de Vendas de Ônibus e Caminhões da BYD Brasil, a participação da empresa no evento reforça o compromisso de longo prazo da companhia com o país e com a evolução do setor de transporte.
“A BYD chega à Fenatran para participar de uma discussão essencial: como tornar o transporte brasileiro mais eficiente, tecnológico e sustentável. A eletrificação já é uma realidade em diferentes mercados do mundo, e o Brasil tem todas as condições para avançar nesse caminho, combinando produtividade, redução de emissões e menor custo operacional”, afirma.
Bosch retorna à Fenatran após sete anos
Com presença garantida entre os expositores da Fenatran em 2026, a Bosch retorna ao evento após sete anos de ausência – sua última participação foi em 2019. Segundo Gastón Diaz Perez, CEO e presidente da Bosch América Latina, o transporte comercial no país passa por um processo de evolução alavancado pela renovação de frotas e por iniciativas recentes, como o programa Move Brasil, que estimulam a modernização do setor.
“A participação da Bosch na Fenatran 2026 reflete o momento de transformação do setor. A expectativa é de avanço nos próximos anos, impulsionando demandas por eficiência energética, conectividade e soluções integradas. Nesse cenário, a Bosch planeja investir, em 2026, 1 bilhão de reais em digitalização, pesquisa, desenvolvimento e ampliação da capacidade produtiva na América Latina, incluindo o desenvolvimento de componentes e motores elétricos de propulsão para veículos comerciais”, explica.
Conteúdo e experiências
A 25ª edição da Fenatran contará com uma programação de conteúdo ampliada. Entre as novidades, destaque para o painel Frotas Conectadas, voltado à tecnologia aplicada à gestão de frotas. O encontro reunirá empresários, diretores e gestores, com foco em inovação no transporte de veículos comerciais leves e pesados.
A agenda inclui ainda a Rota Fenatran, o Fórum Transporte Sustentável, o Seminário da NTC e o Fórum de Mulheres no Transporte e Logística, uma iniciativa voltada a promover a inclusão e acelerar a chegada de mulheres aos cargos de liderança, que tem o apoio do SETCESP.
por imprensa | jul 1, 2026 | Notícias, Outros
Interdições parciais por manutenção asfáltica reduzem velocidade para 40 km/h na BR-365, BR-452 e outras rodovias importantes da região
Motoristas que trafegam pelas rodovias do Triângulo Mineiro precisam ter paciência redobrada nos próximos dias. A concessionária EPR Triângulo iniciou uma nova etapa de manutenção viária em diversos corredores logísticos importantes. Como resultado direto dessa operação, o fluxo de veículos enfrentará pontos de lentidão devido a interdições parciais e à implementação temporária do sistema pare e siga. As intervenções atingem pelo menos cinco vias fundamentais para a integração da região.
Os trabalhos de recuperação asfáltica e melhoria de infraestrutura se concentram em locais estratégicos que ligam polos produtivos. De acordo com a concessionária, o cronograma intensivo de melhorias viárias visa garantir asfalto de qualidade e evitar acidentes graves a longo prazo. No entanto, enquanto as máquinas estiverem na pista, a velocidade máxima permitida nesses trechos cai drasticamente para 40 km/h. Por essa razão, a atenção deve ser constante.
Lista das rodovias afetadas pelas obras nesta semana
Para ajudar no planejamento da sua viagem, listamos abaixo as rodovias que passam por intervenções e exigem atenção redobrada:
- BR-365: recebe reparos localizados no pavimento asfáltico em pontos próximos a Monte Carmelo e Romaria.
- BR-452: conta com aplicação de microrrevestimento e correção de ondulações na pista perto de Nova Ponte e Santa Juliana.
- LMG-782: apresenta movimentação de operários para trabalhos de conservação e limpeza de acostamento.
- LMG-798: registra estreitamento de pista devido aos serviços de sinalização horizontal e vertical.
- MG-190: passa por operações de tapa-buracos e correções estruturais em pontos específicos do pavimento.
Trechos interditados e horários de operação nas pistas
As atividades diárias de manutenção asfáltica acontecem sempre das 8h às 17 horas, desde que as condições meteorológicas permaneçam favoráveis. Se chover de forma intensa, os serviços poderão ser reprogramados para datas futuras. Como as BRs e rodovias estaduais registram fluxo intenso, as equipes de engenharia de tráfego recomendam manter uma distância segura em relação ao carro da frente. Esse cuidado simples previne colisões traseiras causadas por paradas repentinas.
Além disso, a concessionária disponibiliza canais de atendimento e telefones de emergência para motoristas que necessitarem de suporte mecânico ou informações atualizadas sobre o andamento dos bloqueios. Recomenda-se planejar a viagem com antecedência para evitar atrasos indesejados nos trajetos cotidianos.