Encontro realizado na subsede da entidade apresentou a atuação da NTC&Logística, o trabalho desenvolvido pela COMJOVEM e a importância da participação das novas lideranças no Transporte Rodoviário de Cargas
A NTC&Logística recebeu, na última terça-feira (16), em sua subsede, em São Paulo, integrantes do núcleo da COMJOVEM do Sindicato Nacional das Empresas de Transporte e Movimentação de Cargas Pesadas e Excepcionais (SINDIPESA). O encontro teve como objetivo promover a troca de experiências, apresentar a estrutura de atuação da entidade e fortalecer o relacionamento com as novas lideranças do setor.
Representando a Diretoria Executiva da NTC&Logística, participaram da reunião o vice-presidente, Antonio Luiz Leite, e o diretor financeiro, José Maria Gomes. O encontro contou ainda com a presença da diretora executiva do SINDIPESA, Cinthia Ambra; da coordenadora da COMJOVEM SINDIPESA, Alana Gonzalez; da assessora executiva da Presidência da NTC&Logística, Elisete Balarini; da assessora comercial, Erica Rodrigues, e da assessora da COMJOVEM, Isabela Costa.
Durante a visita, os participantes informaram-se sobre a história da NTC&Logística, sua representatividade nacional e a atuação desenvolvida em defesa do Transporte Rodoviário de Cargas em todo o Brasil. Também foram apresentados detalhes do funcionamento do Sistema Transporte, as principais pautas institucionais conduzidas pela entidade e as diversas frentes de atuação que contribuem para o fortalecimento e desenvolvimento do setor.
O encontro também proporcionou um momento de diálogo sobre os desafios e oportunidades do transporte, além da importância da participação dos jovens empresários e executivos na construção do futuro da atividade.
Para o vice-presidente da NTC&Logística, Antonio Luiz Leite, iniciativas como essa fortalecem a integração entre as entidades e contribuem para a formação de novas lideranças. “Receber os integrantes da COMJOVEM SINDIPESA é uma grande satisfação para a NTC&Logística. Esses encontros permitem compartilhar experiências, aproximar as lideranças e apresentar o trabalho que desenvolvemos em prol do Transporte Rodoviário de Cargas em todo o país. Investir na formação e no engajamento das novas gerações é fundamental para garantir a continuidade do fortalecimento institucional do nosso setor”, destacou.
Seminário realizado no Paraguai reúne autoridades e especialistas de quatro países, e prepara o setor para a aplicação das novas regras do bloco
A segurança de quem viaja pelas rodovias, trabalha no transporte de cargas e vive nas cidades cortadas por corredores logísticos passa, muitas vezes, por normas que atuam nos bastidores. É justamente para fortalecer essa proteção que a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) participa, nesta semana, da reunião do Subgrupo de Trabalho nº 5 (SGT-5) do Mercosul, realizada em Assunção, no Paraguai. O SGT-5 é o fórum do Mercosul responsável pela discussão dos temas relacionados ao transporte internacional de cargas e passageiros.
No Brasil, os trabalhos são coordenados pela ANTT, que atua em conjunto com órgãos governamentais e representantes do setor para construir soluções que tornem o transporte cada vez mais seguro, eficiente e integrado em toda a região. Como coordenadora brasileira do fórum de Transportes do Mercosul, a Agência integrou a delegação nacional e levou ao encontro a experiência brasileira na regulamentação e fiscalização do transporte terrestre de produtos perigosos, sendo responsável pela condução do 3º Seminário sobre Transporte Rodoviário de Produtos Perigosos no Mercosul.
O evento foi promovido pela delegação paraguaia, que convidou o Brasil para compartilhar o conhecimento técnico acumulado ao longo dos anos. A iniciativa reuniu cerca de 100 participantes, entre representantes dos governos, autoridades de transporte, órgãos de metrologia, portos, setor privado e especialistas do Paraguai, Brasil, Argentina e Uruguai.
Mais do que um encontro técnico, o objetivo do seminário foi preparar empresas, transportadores e órgãos fiscalizadores para a plena implementação das novas regras do Mercosul para o transporte de produtos perigosos.
A norma, que entrou em vigor em fevereiro de 2025 após ser internalizada por todos os países do bloco, estabelece critérios harmonizados para classificação; identificação; documentação; embalagens; sinalização; equipamentos de segurança e fiscalização de cargas que podem representar riscos à saúde, à segurança das pessoas e ao meio ambiente.
Entre os temas discutidos, estiveram a definição do que caracteriza uma mercadoria perigosa, os procedimentos de classificação dos produtos, as exigências documentais, as regras de embalagem, as quantidades limitadas, as proibições aplicáveis, a sinalização dos veículos, os conjuntos de equipamentos obrigatórios e as responsabilidades dos diversos agentes envolvidos na cadeia logística.
Segundo as diretrizes do Mercosul, são consideradas mercadorias perigosas todas aquelas que apresentam potencial de causar danos às pessoas, ao patrimônio ou ao meio ambiente durante o transporte terrestre, conforme os critérios técnicos estabelecidos pela Decisão CMC nº 15/2019.
É importante destacar que o foco principal da regulamentação e das ações de fiscalização não é a aplicação de penalidades, mas a promoção da segurança nas operações de transporte. O objetivo é garantir que todos os agentes envolvidos atuem de forma preventiva e responsável, contribuindo para a proteção da sociedade, dos trabalhadores do setor e do meio ambiente.
Embora a regulamentação já esteja em vigor no bloco, os países decidiram postergar o início da fiscalização punitiva até 1º de setembro de 2026. A medida busca garantir um período adicional de adaptação e capacitação para órgãos públicos e operadores do setor, promovendo uma implementação mais segura, uniforme e eficiente das novas exigências.
Nesta edição do encontro, a delegação da ANTT foi composta por Allan Duarte Milagres Lopes, assessor especial de Relações Institucionais, Internacionais e de Comunicação (AESRIC); Gabriel Pimenta Gadea, assessor e chefe de gabinete do diretor Alex Azevedo; Cálicles Mânica, coordenador-geral de Relações Internacionais; André Dolci Gonçalves Maia, coordenador de Representação de Protocolo; Maycon Casal, coordenador de Transporte Rodoviário Internacional de Cargas, e Leize Athayde Braga, coordenadora de Autorização e Operações do Transporte Internacional de Passageiros – Substituta.
Para a Agência, harmonizar procedimentos entre os países do Mercosul significa mais do que simplificar operações logísticas. Significa reduzir riscos, aumentar a segurança nas estradas, proteger trabalhadores, comunidades e o meio ambiente, além de fortalecer a integração regional por meio de regras claras, modernas e alinhadas entre os países do bloco.
Primeira contratação federal a reunir, em um único contrato de desempenho de 20 anos, operação e manutenção rodoviária, monitoramento territorial permanente e suporte aos órgãos públicos em corredor amazônico
A Infra S.A. apresentou nesta terça-feira (16), em Brasília, a modelagem preliminar da primeira Parceria Público-Privada federal a integrar, em um único contrato de desempenho, operação e manutenção rodoviária, monitoramento ambiental e territorial permanente, e suporte logístico e tecnológico aos órgãos públicos atuantes na área de influência da BR-319, entre Manaus (AM) e Porto Velho (RO). A proposta prevê investimentos estimados em R$ 9,1 bilhões ao longo de 20 anos e atua sobre uma área de abrangência de aproximadamente 8,3 milhões de hectares, distribuída em 16 municípios dos estados do Amazonas e de Rondônia.
O evento foi realizado na sede da Infra S.A. e contou com a participação de representantes da estatal, da Casa Civil da Presidência da República, do Ministério dos Transportes e do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima. A modelagem parte da premissa institucional de que a pavimentação do Trecho do Meio permanece sob responsabilidade do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), inclusive quanto ao licenciamento ambiental e às obrigações da fase de implantação. À futura concessionária caberão a manutenção e operação rodoviária à medida que os trechos sejam entregues e, desde o início do contrato, a estruturação das capacidades permanentes de governança socioambiental e territorial sobre o corredor.
Um modelo desenhado para preencher um vácuo institucional
Durante a abertura do evento, o diretor-presidente da Infra S.A., Jorge Bastos, afirmou que a proposta marca uma mudança no modo como o Estado se organiza para atuar na Amazônia. “A BR-319 é, antes de tudo, um desafio institucional. Estamos criando um modelo que organiza, em um único contrato, a operação rodoviária e a presença permanente do Estado no território – monitoramento, apoio à fiscalização e suporte às políticas públicas. É a primeira vez que o País enfrenta um corredor amazônico com esse grau de coordenação”, afirmou.
Presença do Estado em território de alta sensibilidade
Para o subsecretário de Sustentabilidade do Ministério dos Transportes, Clóvis Eduardo Benevides, o diferencial da proposta está em traduzir a presença do Estado em infraestrutura operacional permanente. “A combinação de monitoramento contínuo, apoio à fiscalização e fortalecimento da governança territorial preenche um vazio histórico de presença pública no corredor – protege, ao mesmo tempo, a floresta, as comunidades e o próprio ativo logístico federal”, afirmou.
A modelagem prevê a implantação de três portais integrados de fiscalização ao longo da BR-319, além de uma sede multiagência em Humaitá para atuação conjunta de órgãos federais. A operação será apoiada por um Centro de Comando e Controle, que integrará sensores, torres de observação, estações meteorológicas e uma plataforma de dados georreferenciados. A área de abrangência da PPP recobre extensos territórios protegidos: considerados, na integralidade, os limites das Unidades de Conservação interceptadas pelo recorte, essas áreas representam parcela majoritária do corredor – concentrando o esforço de governança onde a sensibilidade socioambiental é mais alta.
Sociobioeconomia e desenvolvimento territorial
A secretária-executiva do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Anna Flávia de Senna Franco, destacou o caráter estruturante da iniciativa. “O desafio é assegurar que o avanço da infraestrutura no corredor seja acompanhado por proteção efetiva e por uma capacidade contínua de monitoramento. São as ações voltadas ao ordenamento territorial e à conservação ambiental que sustentam um desenvolvimento de longo prazo em uma das regiões mais estratégicas da Amazônia”, afirmou.
O eixo socioambiental inclui apoio à Avaliação Ambiental Estratégica do interflúvio Purus-Madeira, conduzida por instituições científicas da Amazônia, e ações coordenadas com o Serviço Florestal Brasileiro, o INCRA e os órgãos ambientais federais e estaduais.
Manutenção e operação rodoviária
Para o secretário especial do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), Roberto Nami Garibe Filho, a proposta reflete um esforço inédito de articulação. “A BR-319 exige atuação coordenada do Estado. A modelagem reúne, em um mesmo arranjo, conectividade, proteção da floresta e capacidade institucional permanente – três frentes que, isoladas, não dão conta da escala do desafio amazônico”, pontuou.
No eixo rodoviário, a futura concessionária assumirá progressivamente, à medida que os ativos forem entregues, a operação, manutenção e recuperação do corredor. O avanço da pavimentação definitiva do Trecho do Meio segue sob responsabilidade do DNIT, observadas todas as etapas de licenciamento ambiental e diálogo com as comunidades.
O diretor de Empreendimentos da Infra S.A., André Ludolfo, destacou que a abertura antecipada do debate é parte da estratégia de construção do projeto. “A proposta resulta de um amplo processo técnico, com diálogo permanente entre órgãos federais e instituições científicas da Amazônia. Estamos abrindo o debate público antes mesmo da conclusão dos estudos de viabilidade porque acreditamos que esse é o caminho para uma modelagem mais robusta, transparente e socialmente legítima”, afirmou.
A modelagem segue em desenvolvimento pela Infra S.A. e prevê realização de consulta pública ainda este ano. A expectativa é que o processo de contratação seja concluído em 2027, com início da execução contratual em 2028.
Carteira já soma R$ 268,7 bilhões e deve chegar a R$ 396 bilhões até o fim de 2026
O ministro dos Transportes, George Santoro, participou nesta quarta-feira (17) da abertura da Bienal das Rodovias, evento que reúne autoridades, especialistas, investidores e representantes do setor para discutir os desafios e as perspectivas das concessões rodoviárias no Brasil.
Santoro destacou os avanços promovidos pelo Ministério dos Transportes para ampliar a segurança jurídica dos projetos, modernizar os modelos de concessão e fortalecer o ambiente de investimentos em infraestrutura.
“O Brasil tem se notabilizado por ter uma regulação moderna e eficaz. Evoluímos muito nos últimos anos com a Política Nacional de Outorgas Rodoviárias, construindo uma agenda exitosa, que dá mais segurança jurídica e previsibilidade aos projetos”, afirmou.
O presidente da Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias (ABCR), Marco Aurélio Barcelos, ressaltou a relevância do diálogo entre o setor público e a iniciativa privada para o desenvolvimento da infraestrutura nacional.
“Precisamos de agências reguladoras fortes. O mercado reage às políticas de Estado, e os números do investimento privado têm acompanhado uma crescente constante. Em 2025, tivemos recordes de mobilização de recursos nas rodovias concedidas, chegando a R$ 29 bilhões, e 2026 será o ano em que atravessaremos a marca de R$ 30 bilhões em investimentos”, disse.
Modernização do setor
Nos últimos anos, o Ministério dos Transportes promoveu mudanças para tornar os projetos de concessão mais modernos, transparentes e atrativos para investidores. Um dos principais marcos desse processo foi o lançamento da Política Nacional de Outorgas Rodoviárias, instituída em 2023 pela Portaria nº 995/2023, que estabeleceu diretrizes para padronizar os contratos, ampliar a previsibilidade regulatória, fortalecer a segurança jurídica dos projetos e incorporar mecanismos voltados à sustentabilidade contratual, ambiental e social.
“O grande diferencial deste ciclo foi a atuação do Ministério dos Transportes como articulador das políticas públicas para o setor rodoviário. A pasta passou a coordenar de forma mais integrada os diversos atores e instrumentos envolvidos nas concessões, promovendo maior alinhamento entre planejamento, regulação e execução dos projetos e ampliando a confiança dos investidores”, ressalta a secretária nacional de Transporte Rodoviário, Viviane Esse, que também participou do evento.
Entre as inovações previstas, estão critérios padronizados para a modelagem dos contratos e mecanismos de compartilhamento de riscos. As medidas também incentivam a infraestrutura resiliente e a transição energética. O pacote amplia ainda o uso de tecnologias, como sistemas de pedágio eletrônico de livre passagem, ferramentas digitais de monitoramento e soluções inteligentes para a operação rodoviária.
Ciclo histórico de concessões
A modernização do ambiente regulatório ajudou a impulsionar um dos maiores ciclos de concessões rodoviárias da história do país. Entre 2022 e 2025, o Ministério dos Transportes realizou 22 leilões de rodovias federais. Em 2026, outros dois projetos já foram concedidos.
Os 24 contratos firmados até o momento abrangem 11.815 quilômetros de rodovias e somam mais de R$ 268,7 bilhões em investimentos privados. Os recursos serão destinados à ampliação da capacidade logística, à melhoria da segurança viária e ao aumento da qualidade da infraestrutura de transportes.
“A carteira de projetos é muito robusta. Em 24 leilões, tivemos 18 novos players que ganharam concessões, o que demonstra que geramos competição, novas possibilidades e a entrada do setor financeiro de forma bastante impactante”, finalizou Santoro.
A expectativa é que, até o fim de 2026, a atual gestão alcance a marca de 35 concessões rodoviárias. Os projetos previstos representam cerca de R$ 396 bilhões em investimentos, reforçando o papel das parcerias com a iniciativa privada no fortalecimento da malha federal e na ampliação da competitividade da economia brasileira.
Equipamentos contam com tecnologia que realiza a leitura de placas de veículos de forma automatizada 24 horas por dia
A partir da segunda metade de junho, 133 radares distribuídos em 78 pontos de monitoramento começarão a fiscalizar a RJ-106.
A via conecta o município de São Gonçalo ao litoral norte fluminense e passa por Saquarema, Iguaba Grande, Maricá, Araruama, São Pedro da Aldeia, Macaé, Casimiro de Abreu e Cabo Frio.
Atualmente em fase de testes, os radares foram colocados em pontos escolhidos pelo Departamento de Estradas de Rodagem do Estado do Rio de Janeiro (DER-RJ) a partir de critérios técnicos de instalação que incluem desde volume de tráfego e histórico de acidentes até a circulação de pedestres e a proximidade com escolas e unidades de saúde.
Todos os equipamentos contam com tecnologia de Reconhecimento Óptico de Caracteres (OCR), que realiza a leitura de placas de veículos de forma automatizada 24 horas por dia.
O sistema permite informar às forças de segurança sobre a passagem de veículos sob monitoramento em tempo real.
Representantes da entidade prestigiaram o encontro realizado em São Paulo, que reuniu lideranças do setor
A NTC&Logística esteve presente no SINDIPESA Conecta, realizado nesta terça-feira (16), na sede do Sindicato Nacional das Empresas de Transporte e Movimentação de Cargas Pesadas e Excepcionais (SINDIPESA), em São Paulo. Representaram a entidade o vice-presidente da NTC&Logística, Antonio Luiz Leite, e a assessora executiva da Presidência, Elisete Balarini.
Da esquerda para a direita: Julio Eduardo Simões; Cinthia Ambra; Elisete Balarini e Antonio Luiz Leite
O encontro reuniu associados, mantenedores e lideranças do setor de transporte e movimentação de cargas pesadas e excepcionais para uma programação voltada ao fortalecimento institucional da entidade, ao debate de temas estratégicos para as empresas e à ampliação do relacionamento entre os participantes.
Um dos principais momentos da programação foi a realização da eleição da diretoria do SINDIPESA para o triênio 2027-2029. Os associados presentes reconduziram a atual gestão para mais um mandato, reafirmando a confiança no trabalho desenvolvido pela entidade e na continuidade das ações em defesa do setor.
A diretoria reeleita continuará sendo liderada pelo presidente Julio Eduardo Simões, da Locar Transportes e Guindastes, tendo como vice-presidente Fabio Gaeta, da Transdata. A composição reúne representantes de empresas e lideranças de diferentes regiões do país, fortalecendo a representatividade nacional do Sindicato.
Para o vice-presidente da NTC&Logística, Antonio Luiz Leite, a reeleição da diretoria demonstra o reconhecimento do trabalho realizado pelo SINDIPESA em defesa das empresas que atuam no transporte e na movimentação de cargas pesadas e excepcionais.
“Gostaria de parabenizar o presidente Julio Eduardo Simões, toda a diretoria reeleita e o SINDIPESA pela realização de mais uma edição do SINDIPESA Conecta. O evento proporcionou debates extremamente relevantes para o setor, especialmente em um momento de importantes transformações regulatórias e econômicas. A recondução da atual gestão reflete a confiança dos associados no trabalho que vem sendo desenvolvido pela entidade. Desejamos sucesso neste novo ciclo e reforçamos a disposição da NTC&Logística em continuar atuando de forma integrada em pautas que contribuam para o fortalecimento do Transporte Rodoviário de Cargas em todo o país”, destacou.
Além da eleição, a programação contou com uma reunião voltada aos assuntos internos da entidade, oportunidade em que foram discutidas pautas relacionadas às atividades do Sindicato, ações em andamento e temas prioritários para o transporte e a movimentação de cargas pesadas e excepcionais.
Na sequência, associados e mantenedores acompanharam uma palestra sobre os impactos da Reforma Tributária para o setor. A apresentação trouxe uma análise das mudanças previstas na nova legislação tributária e dos reflexos que poderão impactar as empresas nos próximos anos.
Durante o encontro, foram abordados aspectos relacionados ao período de transição do novo sistema tributário, os desafios de adaptação das empresas, os impactos operacionais e financeiros esperados e a importância do planejamento para garantir maior segurança jurídica e previsibilidade diante das mudanças. O tema despertou amplo interesse dos participantes e proporcionou um importante momento de atualização, troca de informações e esclarecimento de dúvidas.