SETCEPAR completa 78 anos de representatividade

SETCEPAR completa 78 anos de representatividade

História de muitas conquistas tornam SETCEPAR a maior entidade do transporte rodoviário de carga do Estado

Ao completar 78 anos de atividades, o SETCEPAR se consolida como a maior entidade do segmento paranaense e a segunda mais importante no cenário nacional.

Sua fundação em 1943 em uma pequena sala no Edifício Asa, localizado no Centro de Curitiba, teve como finalidade trabalhar na defesa dos interesses dos empresários que atuavam no segmento. Da mínima estrutura da época, hoje a entidade representa 12 mil empresas sediadas em 265 cidades do Paraná.

Mas o SETCEPAR não se tornou apenas um sindicato patronal voltado a oferecer serviços aos associados. “Nessas quase oito décadas de atuação, a entidade transformou-se em instrumento de desenvolvimento, capacitação e eficiência em transporte de carga, proporcionando voz e vez a todos aqueles envolvidos no setor, além de contribuir para o crescimento econômico e social do país”, destaca o presidente, Marcos Egídio Battistella.

De acordo com ele, o SETCEPAR alterou seu sistema de trabalho ao longo dos anos visando a se aproximar mais dos associados e a provê-los de todo o suporte necessário à gestão do negócio. “A entidade se cercou de profissionais habilitados para oferecer assessoria jurídica, trabalhista, tributária, ferramentas de qualificação de mão de obra como cursos e treinamentos diferenciados, para o enfrentamento de problemas e desafios comuns ao setor”, relata.

O foco tem sido, e com mais força nos últimos anos, a qualificação dos colaboradores que atuam nas empresas associadas. “Acreditamos que os recursos humanos são a força motriz do crescimento, aperfeiçoamento do setor de logística do Paraná. Uma mão de obra capacitada e treinada contribui para a redução de custos, aumenta a segurança nas estradas e atende com mais qualidade os clientes”, ressalta o presidente.

Battistella destaca que a qualificação da mão de obra, principalmente, dos motoristas, também gira em torno das novas tecnologias embarcadas nos veículos. “É necessário orientar e treinar os profissionais para que utilizem as ferramentas tecnológicas disponíveis nos caminhões e, assim, usufruírem os benefícios para prestar um serviço de qualidade e eficiência aos clientes e revertê-los em menos custos e mais segurança”, assegura. Assim, “desenvolveremos a competência das pessoas para gerar transporte com eficiência”, frisa.

Uma das batalhas enfrentadas pelo setor é em relação à questão rodoviária. “Há a necessidade de investimentos em infraestrutura para que o segmento possa oferecer serviço de qualidade e com segurança”, observa. De acordo com Battistella, quando se fala em transporte de carga e, pensa-se apenas nas estradas. “Não podemos deixar de tratar aqui na mobilidade urbano, como fica a logística dentro das cidades”, indaga. Sobre isso, ele informa que o SETCEPAR está, em parceria com a Prefeitura Municipal de Curitiba, estudando projetos que possam contribuir para melhorar a mobilidade do transporte de carga nas vias urbanas.

Também ressalta que a entidade sempre manteve uma relação saudável em termos de reivindicações trabalhistas dos colaboradores. “A negociação sempre foi a palavra-chave nesses assuntos. Não atuamos de maneira unilateral, todos os ouvidos e os resultados devem ser bons para os dois lados”.

Sobre o contexto da pandemia, Battistella ressalta que o SETCEPAR precisou se reinventar. “Mas de tudo, sempre consegue se extrair um aprendizado. Por exemplo, a realização de cursos, reuniões e treinamentos em forma on-line, aliás, muito produtiva, resultou em redução de custos e na rapidez da transmissão de informações. Temos a expectativa que o país retome a normalidade ainda neste ano, que o nível de emprego cresça e que a economia entre nos eixos”, fala.

Com essa visão otimista, Battistella anuncia que o SETCEPAR segue preparando muitos projetos. “Vamos incrementar os cursos e treinamentos para motoristas e incentivar as profissionais mulheres a ingressarem no mercado do transporte de cargas”, conta. Outro projeto é auxiliar as empresas a adquirir insumos necessários à operacionalização do negócio e que com a pandemia tiveram muita elevação de preços.

“A proposta do SETCEPAR se mantém durante esses 78 anos, que é oferecer serviços que aprimoram, integram, orientação e formam a força representativa para o setor de transporte rodoviário de carga”, conclui.

Depoimentos

“O SETCEPAR é de extrema importância para as empresas de transporte. Com o sindicato, temos a certeza de que sempre estaremos amparados e informados sobre todas as mudanças, leis e novidades do setor. Estão sempre em busca de soluções, evoluções e apoio ao transportador. Temos a certeza de que nos próximos anos o transporte terá um grande crescimento e com essa parceria SETCEPAR-transportadoras, iremos muito além”, fala Sandra Mara de Lima, Gerente Administrativo da Transportadora 7 Flexas.

“O SETCEPAR está sempre ao lado das empresas em todas as circunstâncias. A tendência nos próximos anos é aumentar bastante os serviços e demandas do setor de transporte”, diz Osvaldo Pacheco Júnior, Diretor da Arocdex Serviços de Encomendas.

“Nos próximos anos vejo uma evolução nas relações comerciais entre as empresas do setor, automatização dos processos, inovação e tecnologia. Por isso é muito bom contar com um sindicato comprometido em atender, com ética, atenção e zelo as necessidades de seus associados”, diz Hannah Rebecca Leopold Lopes, Sócia da Prever Benefícios.

Santa Catarina: BR-101 em São José tem um dos trechos mais perigosos do País

Santa Catarina: BR-101 em São José tem um dos trechos mais perigosos do País

BR-101, com sete dos dez trechos mais perigosos, ostenta trágica marca entre as rodovias federais brasileiras; somente em 2020, o km 208, em São José, registrou 65 acidentes

A BR-101 nunca deixou de ser notícia, mas, recentemente, está ocupando um destaque vergonhoso para Santa Catarina. Dos dez trechos por quilômetro com mais acidentes nas rodovias federais, sete estão na 101. Um deles é o km 208, em São José. Só em 2020, esse trecho teve 65 acidentes, tornando-se o mais perigoso de todos, entre as estradas federais brasileiras.

Os números estão na reportagem de Luan Vosnhak, que fecha a série Raio-X das Rodovias, exibida nesta segunda-feira (12) no ND Notícias, sobre as vias da Grande Florianópolis.

Os trechos da 101 que aparecem nas primeiras posições da lista têm, em comum, a receita fatal: trânsito urbano rodoviário sem infraestrutura. Com o crescimento desordenado nas cidades do entorno, a 101, entre Biguaçu e Palhoça, virou uma grande avenida, que recebe tanto o movimento local quanto o tráfego de quem viaja nos dois sentidos.

A companhia que administra o trecho tem pressa para concluir o tão sonhado Contorno Viário e, com isso, desviar o tráfego dessa região crítica. A conclusão da obra estava prevista para 2012, mas o atraso vai completar uma década ano que vem. A nova previsão é dezembro de 2023.

Sob pena de multa, a concessionária iniciou a construção da terceira faixa da BR-101 até Biguaçu. Um estudo aponta que os frequentes congestionamentos têm provocado prejuízos milionários para o transporte de cargas.

“Na maior parte do percurso, nossos caminhões andam a uma média de 39 km/h e isso, logicamente, traz um prejuízo enorme, porque poderíamos andar a média de 80 km/h. Temos um custo hora fixo de R$ 100. Ou seja, é um pedágio não oficial que pesa para a sociedade”, avalia o presidente da Fetrancesc (Federação das Empresas de Transporte de Carga e Logística no Estado de Santa Catarina), Ari Rabaiolli.

A conclusão do contorno, entretanto, não deve acabar com os problemas na 101. “Deve haver uma diminuição de 25% aproximadamente do trânsito aqui nessa região. O bom é que os veículos de grande porte vão se deslocar para o anel. Temos que começar a pensar em uma mudança no nosso modal de transporte, tanto de carga quanto de passageiros”, disse o chefe de comunicação da PRF (Polícia Rodoviária Federal), Luiz Graziano.

Pedestres em risco na BR-282

A discussão também é levantada para outra rodovia federal da Grande Florianópolis: a BR-282. Um estudo conduzido pela Fiesc (Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina) sugere a criação de 69 km de terceiras faixas entre Lages e Palhoça.

“Pequenos investimentos podem melhorar a condição de trafegabilidade e segurança dessa importante rodovia. Se não houver recurso suficiente do governo federal, existem outras possibilidades, como parcerias público-privadas, ou a própria concessão”, propõe o presidente da Fiesc, Mario Aguiar.

A prioridade é o trecho de Santo Amaro da Imperatriz a Alfredo Wagner, onde o tráfego pesado passa no meio da cidade. O Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes) não informou previsão de recursos para que isso saia do papel. O investimento é de R$ 46 milhões.

Para o prefeito de Santo Amaro da Imperatriz, Ricardo Costa (MDB), este é o grande gargalo da 282 em relação à comunicação da Grande Florianópolis com o Oeste.

“Hoje, estamos usando as estradas secundárias para poder fugir da 101. A promessa de desviar o tráfego de dentro da cidade ficou lá atrás, há 30 anos”, lembra o prefeito.

Enquanto isso, sem nenhuma sinalização, pedestres se arriscam entre os veículos. “Aqui, tem dia que quase somos atropeladas, por causa das motocicletas que, às vezes, passam. É bem complicado aqui”, relata a doméstica Roselane Nilza da Silva Souza.

Os eternos alagamentos na SC-405

De uma manutenção simples a uma obra necessária para evitar os frequentes alagamentos que afetam motoristas e moradores. Há menos de um mês, a população do Rio Tavares, no Sul da Ilha, realizou um protesto bloqueando a SC-405. A reivindicação: um sistema de dragagem na via, que sempre fica alagada quando chove na região.

O município alega que, embora não seja de sua competência realizar o trabalho – a SC-405 é uma rodovia estadual – tem interesse na melhoria. E essa intenção se estende às oito rodovias estaduais que alcançam Florianópolis. Desde 2017, a prefeitura tenta a municipalização dos trechos, no entanto, quer uma contrapartida.

“Primeiramente, que o governo do Estado nos repasse o valor da manutenção que estão fazendo. Em segundo lugar, que a Polícia Rodoviária Estadual continue fazendo a fiscalização normal, como se fosse uma rodovia estadual, porque quem não pode sofrer é a população”, defende o secretário de Infraestrutura de Florianópolis, Valter Gallina.

Uma rodovia que ainda é estrada de chão

A SC-108, rodovia estadual, apresenta condições bem piores. O trajeto, que começa em Rancho Queimado, é asfaltado até Anitápolis. Mas de Anitápolis até Santa Rosa de Lima, a estrada é de terra, ou seja, 30 km de lama e muitos transtornos.

A prefeita de Anitápolis, Solange Back (MDB), disse que cobra a pavimentação da via, desde dezembro, do governo do Estado: “É uma questão de segurança para as crianças, os mais jovens e até para a população em geral, que usa essa rodovia para escoar sua produção, fazer suas compras nos municípios”.

O prefeito de Santa Rosa de Lima, Salésio Wimes (PT), disse que o governo tem sinalizado com a pavimentação para 2022. “Enquanto isso, é necessário fazer manutenção constante, semanal, ou mensal, para dar condições aos caminhões e automóveis”.

Mesmo sem infraestrutura, a rodovia é responsável pelo escoamento de 10% das aves abatidas por um grande frigorífico de São José, mas sair daqui é um tremendo obstáculo. “Todos os outros avicultores rezam para que não chova para poder conseguir tirar a produção, porque é complicado”, lamenta o agricultor Marcos Back.

Nova alta do IPCA assinala aumento do preço dos combustíveis

Nova alta do IPCA assinala aumento do preço dos combustíveis

O IPCA geral, no acumulado dos últimos 12 meses (8,35%), está bem acima do teto da meta (5,25%), definida pelo Conselho Monetário Nacional

O resultado do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) referente ao mês de junho de 2021, divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), traz dois alertas para as empresas do transporte. As informações estão no Radar CNT do Transporte, publicado pela Confederação Nacional do Transporte nesta segunda-feira, 12. O Índice é considerado o termômetro oficial da inflação no país, pois seu principal objetivo é monitorar a variação nos preços dos produtos de mercado para o consumidor final.

O primeiro alerta é em relação ao aumento do preço dos combustíveis registrado pelo Índice. O valor avança pelo segundo mês seguido, depois da queda pontual ocorrida em abril por conta das reduções dos impostos sobre o produto e da mistura de biodiesel no diesel de 13% para 10%. No resultado do IPCA acumulado de 12 meses – de junho de 2020 a junho de 2021 –, o setor de transporte foi o que mostrou a maior variação, de 15,05%, considerando todos os grandes grupos de atividades que compõem o Índice.

O segundo ponto que requer atenção do transportador diz respeito ao próprio Índice. O IPCA geral, no acumulado dos últimos 12 meses (8,35%), está bem acima do teto da meta (5,25%), definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Caso continue sofrendo pressões, ou seja, se a inflação continuar aumentando, o Banco Central pode rever para cima as metas da taxa básica de juros da economia brasileira (Selic), que já sofreu três aumentos em 2021, chegando ao nível atual de 4,25%.

Este cenário pode não ser favorável para o transportador. Para as empresas do setor, o impacto mais direto deve se dar na tomada de crédito com custo mais caro, dificultando investimentos em um período de crise global por conta da pandemia do novo coronavírus. Outro risco é a possível desaquecimento da economia, que potencialmente pode diminuir a procura pelas atividades e serviços do transporte, importante intermediário entre o produtor e o consumidor.

Saiba mais. Acesse o Radar CNT do Transporte

FETCESP e Raízen firmam parceria para oferecer benefícios às transportadoras

FETCESP e Raízen firmam parceria para oferecer benefícios às transportadoras

A FETCESP e a Raízen firmaram parceria para oferecer benefícios às empresas de transporte rodoviário de carga associadas a um dos 14 sindicatos filiados a federação paulista.

A assinatura do convênio aconteceu na quinta-feira, dia 8 de julho, na sede da entidade.

O presidente da FETCESP, Carlos Panzan, defende e incentiva a realização de parcerias com empresas fornecedoras de produtos e serviços para o setor. “Neste momento damos continuidade a um grande movimento que tenho desenvolvido na Federação para beneficiar as transportadoras. Ao mesmo tempo, a parceria com a Raízen marca uma nova fase nos relacionamentos entre as entidades e suas associadas, com benefícios para todos os envolvidos”,  disse Panzan.

O diretor nacional da Raízen, José Antonio Cardoso, ressaltou a importância da parceria. “Buscamos desenvolver uma proposta que possa atrair um maior número de empresas para a federação e sindicatos”.

A Raízen distribui e comercializa combustíveis por meio da marca Shell em postos, aeroportos e mercado B2B. As operações também incluem as lojas de conveniência Shell Select, para uma melhor experiência do consumidor.

Cardoso apresentou com detalhes o pacote preparado para a FETCESP que inclui:

–  condições especiais no Shell Evolux diesel;

– sistema de gestão inteligente de frotas pesadas através de uma solução que se adapta às particularidades de cada perfil de empresa e frota;

– acesso a uma assessoria completa para estruturar as instalações para armazenamento e abastecimento de combustíveis com total segurança e profissionalismo;

– treinamentos através de plataforma on-line;

– processos estruturados, equipamentos e fornecedores homologados, profissionais capacitados e consultoria de campo para garantir segurança;

– energia renovável

O evento foi híbrido com a participação presencial e on-line de presidentes e diretores de sindicatos e gerentes da Raízen.

Webinar do ITL mostra o caminho para empreender e inovar e inicia o Connect Now 2021

Webinar do ITL mostra o caminho para empreender e inovar e inicia o Connect Now 2021

Projeto conectará startups com soluções inovadoras a empresas do transporte de passageiros

Vivemos a era das transformações. A tecnologia mudou a forma como as coisas acontecem. Empreender e inovar estão cada vez mais relacionados à construção de negócios sustentáveis. Por isso, as empresas precisam entender a importância de investir em soluções inovadoras. Projetos de sucesso e que façam a diferença devem ser o objetivo de quem deseja empreender.

Por esse fio condutor foi conduzido o webinar “Como a inovação aberta pode contribuir com as empresas do setor de transporte de passageiros?”, realizado nesta quarta-feira (7), pelo ITL (Instituto de Transporte e Logística) e pela AGS (Associação Gaúcha de Startups).

“Inovação aberta é abrir as portas da empresa para o mercado”, fala o presidente da AGS, Wagner Bergozza. “Hoje temos mudanças no comportamento do usuário. A tecnologia vem muito forte. A pandemia nos forçou a inovar. O que antes havia resistência, hoje não tem como fugir. É preciso saber o que o usuário está buscando. Para o setor de transporte é preciso aproveitar os ativos físicos e as bases de clientes para levar tecnologia”, complementa.

Na Viação Águia Branca, o tema está presente, diz a CEO da empresa, Paula Barcellos. “Para o grupo foi importante investir em laboratórios de inovação. O transporte coletivo foi muito impactado pela pandemia. Primeiro tivemos que sobreviver diante da baixa demanda e nos readequarmos. Depois, tivemos que investir na biossegurança, com cuidado nas operações. E houve impacto positivo de as empresas acelerarem suas inovações, acompanhando o novo comportamento do cliente, tanto em tecnologia, quanto na cultura. Nesse processo, a inovação teve o seu maior valor ao impactar a experiência do cliente. A pandemia vai passar e as empresas estarão mais bem estabelecidas.”

Para o sócio-fundador da Innoscience Consultoria, Felipe Scherer, é preciso levantar a bandeira da inovação com processo, metodologia e abordagens estruturadas. “Empreendedores que trabalham de forma organizada. Acreditamos no poder de trazer prosperidade e crescimento no setor de transporte de passageiros. Sempre que levamos o tema às organizações, temos o entendimento de que ele deve ser levado da estratégia à prática, com esforços e recursos para alavancar o tema. Trata-se de sobrevivência e de uma oportunidade de crescimento. Temos visto um crescimento exponencial na geração de dados, com um ambiente em transformação que traz desafios para os negócios, seja no ponto de vista do custo, produtividade ou entrega. Ma, é um universo de oportunidades quando pensamos em novos modelos de atuação. É preciso enxergar isso como um desafio.”  

Connect Now 2021

Ser um espaço de conexões com as empresas e as startups e compartilhar experiência para trazer crescimento para o setor de transporte. Esse é o objetivo do Connect Now 2021, que foi lançado durante o webinar.  Voltado para o modal rodoviário de passageiros, a iniciativa conta com a promoção do ITL, em parceria com a AGS, o Setcergs (Sindicato das Empresas de Transportes de Carga e Logística no Estado do Rio Grande do Sul) e a COMJOVEM Porto Alegre (Comissão de Jovens Empresários e Executivos do Transporte Rodoviário de Cargas). Neste ano, todas as etapas da programação ocorrerão online.

“A pandemia acabou abrindo as nossas fronteiras”, fala Wagner Bergozza. “Conseguimos conectar startups com os mais diversos setores. Para fazer com que os modelos de negócio possam crescer de forma exponencial. Vamos trazê-las para perto do setor de transporte e logística.”

Paula Barcellos Tommasi Corrêa, fala que “será uma honra promover o encontro das startups com as grandes empresas, pois isso gera um aprendizado muito positivo”. Já Felipe Scherer afirma que as startups podem trazer uma relação em que todos ganham. “É preciso ter temas definidos e relevantes e que queiram ser executados. É preciso gerar algo que possa ser feito.”

Calendário

03/08, das 17h às 19h: Pitch Day

As startups selecionadas serão direcionadas para salas de apresentações nominais. Após o pitch, as empresas-âncora e as demais empresas participantes poderão escolher as startups que gostariam de convidar para a Etapa de Conexão.

06/08, das 8h30 às 12h30: Etapa de Conexão

Empresas e startups conectadas no Pitch Day terão a oportunidade de estabelecer uma conversação direta. A etapa acontecerá de forma online, em ambiente criado pelo Connect Now.

Setembro de 2021 (data a definir): Show Case

No Show Case, serão selecionadas as principais conexões para que empresas e startups apresentem os resultados das negociações. Ele será realizado, aproximadamente, 30 dias após a Etapa de Conexão.

Bolsonaro: Brasil ‘tem pressa’ para modernizar economia e sociedade

Bolsonaro: Brasil ‘tem pressa’ para modernizar economia e sociedade

Em discurso no Mercosul, presidente cobrou esforço dos países do bloco para concluir negociações e garantir o desenvolvimento local

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira (8), durante a cerimônia que oficializou o Brasil como comandante do Mercosul (Mercado Comum do Sul) até o fim de 2021, que a recuperação econômica brasileira “já começou” e disse contar com a colaboração dos países do bloco para o desenvolvimento da região.

“O Brasil não vai parar nos esforços para modernizar sua economia e sociedade”, garantiu ao pedir apoio do bloco formado por Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai. “Queremos que os nossos sócios de integração sejam nossos companheiros nessa caminhada para a prosperidade comum”, completou.

“Meu governo está empenhado em garantir a rápida e plena recuperação da economia neste momento, com a intensificação da imunização em massa. […] Com a graça de Deus, as mudanças e reformas oferecem base firme para a retomada econômica, juntamente com as medidas emergenciais de garantia do ganha-pão de boa parcela da população”, afirmou.

Bolsonaro ainda defendeu o bloco como instrumento de liberdade para os povos que habitam a América do Sul, “Não podemos deixar que o Mercosul continue sendo visto como sinônimo de ineficiência, desperdício de oportunidades e recessões comerciais”, disse ele.

Em tom crítico, Bolsonaro disse que faltou esforços do Mercosul para corresponder às expectativas e necessidades da região no último semestre. “Devíamos ter apresentado resultados concretos em dois temas que mais mobilizam nossos esforços recentes: a redução da tarifa externa comum e a adoção da flexibilidade para a adoção de negócios comerciais com parceiros externos”, ressaltou.

Ele afirma que “o Brasil tem pressa” e “sede por resultados”. “Precisamos lançar novas negociações e concluir os acordos comerciais pendentes”, defendeu. “Queremos e conseguiremos uma economia mais arejada e integrada ao mundo, com empresas mais competitivas, trabalhadores mais produtivos e consumidores mais satisfeitos”, disse.

Bolsonaro ainda sinalizou apoio à gestão do presidente Argentino, Alberto Fernandez, à frente do bloco e disse esperar recebê-lo ao final de 2021, após o avanço da vacinação contra a covid-19. “Agradeço a ele pela condução dos nossos trabalhos no último semestre”, disse Bolsonaro, ao lamentar que ainda não ter se encontrado pessoalmente com o chefe de estado.