Principais destaques foram Goiás, Minas Gerais, Ceará e Rio de Janeiro
A produção industrial cresceu em 11 dos 15 locais pesquisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de abril para maio deste ano. Os principais destaques ficaram com os estados de Goiás (4,8%), Minas Gerais (4,6%), Ceará (4,4%) e Rio de Janeiro (4,3%).
Também apresentaram altas acima da média nacional, de 1,4%, os estados de São Paulo (3,9%), Mato Grosso (3,4%) e do Espírito Santo (2,1%). Os demais locais com taxa de crescimento foram Pernambuco (1,4%), Amazonas (0,5%), Rio Grande do Sul (0,3%) e Santa Catarina (0,1%).
Por outro lado, quatro locais tiveram queda na produção de abril para maio: Pará (-2,1%), Bahia (-2,1%), Paraná (-1,4%) e Região Nordeste (-2,8%), a única região brasileira que tem sua produção analisada em conjunto.
Outras comparações
Na comparação com maio de 2020, a indústria cresceu em 12 dos 15 locais, com destaque para o Amazonas (98,2%) e Ceará (81,1%). Três locais tiveram queda no período: Bahia (-17,7%), Mato Grosso (-2,2%) e Goiás (-0,3%).
No acumulado do ano, houve altas em 11 dos 15 locais pesquisados, sendo as maiores delas no Amazonas (27,1%), em Santa Catarina (26,7%), no Ceará (25,3%) e Rio Grande do Sul (22,6%). Por outro lado, quatro locais tiveram queda, entre eles a Bahia (-16,3%), com o maior recuo.
No acumulado de 12 meses, houve avanços em dez dos quinze locais pesquisados, com destaque para Amazonas (13,3%) e Santa Catarina (12%). Dos cinco locais em queda, o maior recuo foi observado na Bahia (-9,3%)
O DECOPE – Departamento de Custos Operacionais e Pesquisas Técnicas e Econômicas da NTC&Logística é responsável por estudos técnicos, voltados à apuração de custos de transporte rodoviário de cargas e logística, estatística do setor, estudos macroeconômicos e formação de índices de custos referenciais que medem a inflação do setor, dentre eles os dois com mais destaque são o INCTF – Índice Nacional de Custos de Transporte de Carga Fracionada e o INCTL – Índice Nacional de Custos de Transporte de Carga Lotação.
Os INCTF e INCTL têm como objetivo principal medir a evolução dos custos operacionais de transporte rodoviário de cargas e são índices do setor de transporte com grande repercussão e credibilidade, publicado no site da NTC e por todas as entidades que representam o transporte (Sindicatos e Federações), bem como em outros meios de comunicação. Eles servem ainda como instrumento de atualização de contratos públicos e privados no mercado de frete.
O INCTL atingiu o seu maior valor em 12 meses desde a sua criação em 2003 atingindo 24,98% e, o INCTF, com 22,32%, só teve um valor superior a 26 anos, ou seja, em agosto de 1995.
É uma situação difícil para o setor, pois, é um índice inflacionário impossível de ser absorvido, mesmo com a adoção de medidas emergências de redução de custos, até porque, em virtude da pandemia, todas elas ao longo dos últimos meses já foram implementadas. Esta situação é resultado de aumentos nos principais insumos consumidos pelo setor: combustível, veículos e mão de obra que chegam a representar 90% dos custos envolvidos.
Agravando a situação verifica-se que em muitos segmentos de transporte o volume de carga transportado ainda está abaixo da normalidade. Contribui ainda para a dificuldade, os preços dos insumos, que mesmo em patamares altos, não garante a disponibilidade de produtos como pneus, veículos, peças, e até mão de obra de motorista e serviços de transportadores autônomos (terceiros). E tudo indica que ainda não atingimos o patamar máximo do INCT, pois o mercado aponta que estes insumos ainda devem continuar subindo por mais algum tempo.
INCT-F DECOPE/NTC DE JUNHO/20 A JUNHO/21
DA NTC&LOGÍSTICA comunica aos associados que a variação média do (INCTF DECOPE/NTC) acumula nos últimos doze meses 22,32% (vinte e dois vírgula trinta e dois por cento), entre julho de 2020 e junho de 2021 (junho de 2021*/- sobre junho de 2020 ou ainda, nos últimos doze meses).
O INCTF mede a evolução de todos os custos da carga fracionada, incluindo transferência, coleta e distribuição, custos administração e de terminais. Nesses custos não estão contemplados impostos, pedágios e margem de lucro.
INCTL – DECOPE/NTC DE JUNHO/20 A JUNHO/21
O INCTL reflete a variação dos custos do transporte rodoviário de cargas fechadas ou lotações, ou seja, ele mede a evolução de todos os custos da carga completa, incluindo a transferência, a administração (custos indiretos), gerenciamento de riscos e custo valor. Ele, assim como o INCTF, também não contempla impostos e margem de lucro na sua apuração.
A sua variação média foi de 24,98% (vinte e quatro vírgula noventa e oito por cento) de julho de 2020 a junho de 2021 (junho de 2021 sobre junho de 2020, ou ainda nos últimos doze meses).
COMPORTAMENTO DOS PREÇOS DOS COMBUSTÍVEIS
O preço por litro do óleo diesel S-10, registrou aumento de 0,37% no mês de junho/21, quando comparado com o mês anterior, sendo comercializado a R$ 4,562 p/litro.
No período de 12 meses (jun-20 contra jun-21), a variação acumulada é de 41,24%, resultado, principalmente ditado pela nova regra política da Petrobrás, a partir de setembro de 2015.
O aditivo Arla 32, utilizado para reduzir as emissões de poluentes não registrou variação em relação ao mês de junho/21. Desde março/12 até hoje, o aditivo já acumulou queda de (55,17%).
O óleo diesel comum, ainda consumido pela frota brasileira, teve variação acumulada de 42,93% nos 12 meses. No mês de junho o óleo foi comercializado a R$ 4,4980 p/litro, contra R$ 3,147 p/litro no mesmo período do ano anterior. A variação mensal foi de 0,31% no mês de junho/21 em relação a maio/21.
COMPORTAMENTO DOS PREÇOS DOS DEMAIS INSUMOS NA FRACIONADA
No mês, o veículo de transferência registrou variação de 3,83% e o veículo distribuição urbana variação de 0,66%, já os implementos de transferência e de distribuição não registram variação.
Considerando o período de 12 meses, os insumos que contribuíram para a variação do INCTF na operação de transferência foram: veículo 25,96%, carroceria baú 7,37%, pneu – 275/80 R 22,5 com variação de 25,88%, recapagem 2,50%, lavagem com 3,40%, salário do motorista 7,82% e seguro do casco 24,28%.
Na operação de coleta e distribuição, os insumos que tiveram variação foram: veículo com variação de 28,88%, carroceria ¾ baú de alumínio com variação de 5,75%, pneu 215/75 – R 17,5 com 24,17%, recapagem com 2,50%, lavagem com 3,40%, seguros do casco e contra terceiros com 26,70%, salário de motorista 7,82% e salário de ajudante 7,92%.
DESPESAS ADMINISTRATIVAS
As despesas administrativas de uma forma geral tiveram variação de 5,50% em junho de 2021, quando comparada com as despesas do mês anterior. Já as despesas administrativas, exceto os salários, variaram 1,72%.
Nos 12 meses, as despesas administrativas vêm registrando alta de 10,14%, agravado, principalmente, pelo o reajuste do IPTU para 2021. A evolução acumulada das despesas administrativas, exceto salários, foi de 14,79%.
COMPORTAMENTO DOS PREÇOS DOS PRINCIPAIS INSUMOS NA LOTAÇÃO
Considerando o mês de junho/21 contra maio/21, as despesas administrativas registraram variação de 5,64%, despesas administrativas (exceto salários) 4,68%, cavalo mecânico 7,57%, pneus (2,06%), seguros 6,55%. Nesse mesmo período, os insumos que não registraram variação foram: semirreboque baú de alumínio, rodoar, recapagem, lavagem, Arla 32, óleo de Cárter e óleo de câmbio.
ANÁLISE DE 12 MESES
Nos 12 meses (jun/21 contra jun/20), o cavalo mecânico teve variação de 19,54%, semirreboque 8,73%, seguros 18,02%, salários do DAT – 7,69%. As despesas administrativas e de terminais (exceto salários) tiveram variação de 31,84%, despesas administrativas e de terminais de forma geral – DAT registrou variação acumulada de 22,81%. Os demais insumos foram: recapagem com 2,50%, rodoar 3,89%, lavagem 3,40% e 18,87% pneus – 295/80 R22.
INCT-FR, INCT-FOU INCVT e INCT-FRIG
A evolução completa do INCTF, do INCTL e dos demais índices (INCTFR, INCTFOU, INCVT – Índice Nacional do Custo Variável do Transporte e INCTFRIG Índice Nacional do Custo do Transporte Frigorífico), assim como dos insumos do transporte encontra-se à disposição dos filiados da NTC&LOGÍSTICA na área restrita aos associados do site www.portalntc.org.br. Para acessar esta área, clique no canal Técnico e Econômico. Em seguida, clique “Downloads”.
O Departamento Técnico e Econômico da NTC&LOGÍSTICA (DECOPE) coloca-se à disposição das empresas e entidades associadas para prestar qualquer informação complementar pelo telefone (0xx11) 2632-1526/1536 ou pelo e-mail economia@ntc.org.br.
NTC&Logística é uma das associações de impacto nacional signatária da manifestação
Movimento articulado por 120 entidades do setor empresarial contra o projeto do governo que altera o Imposto de Renda enviou uma carta ao presidente da Câmara, Arthur Lira (Progressistas-AL), alertando para os impactos negativos da proposta e cobrando alterações no texto. As associações pedem que o Congresso vote primeiro a reforma administrativa, que mexe nas regras para contratar, promover e demitir os servidores públicos, antes do texto que prevê a taxação na distribuição de lucros e dividendos.
O setor produtivo pede na carta mais prazo e espaço para discussão transparente com a criação de uma comissão especial para discutir um projeto que traga “uma solução equilibrada, com impacto neutro sobre a arrecadação e, capaz de garantir crescimento com emprego e justiça social”. Entre os signatários estão a Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística (NTC&Logística), Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (Abia), Associação Brasileira das Companhias Abertas (Abrasca), Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee) e inúmeras entidades do setor de serviços, incluindo a Associação Brasileira de Rádio e Televisão (Abratel) e Associação Nacional de Jornais (ANJ).
A proposta entregue pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, no fim do mês passado, fixa em 20% a taxação de lucros e dividendos e extingue Juros sobre Capital Próprio, uma outra forma de remunerar os acionistas. O texto também prevê reduzir a alíquota do IRPJ para 12% em 2022 e 10% em 2023. Hoje, é de 15% e há cobrança de 10% sobre o lucro que exceder R$ 20 mil, que não seria alterada.
Os empresários não acreditam nos números do ministro de que não haverá aumento da carga tributária. Na carta, eles argumentam que a alíquota total sobre as empresas, de 34% (incluindo o IRPJ mais CSLL) subiria para 43,2%, com a adição da tributação sobre os dividendos. Segundo as entidades, o Brasil já figura entre “os países do mundo que mais tributam o consumo de bens e serviços, o emprego formal e o lucro dos empreendimentos”.
Ao presidente Lira, eles alertam que não é recomendável que uma proposta tão complexa, extensa e impactante tramite apressadamente, sob risco de serem cometidos graves erros, de difícil reparação futura. Lira já sinalizou que quer votar o projeto rapidamente e até admitiu a possibilidade que a votação ocorresse antes do recesso parlamentar das férias de julho. Essa posição do presidente deixou em estado de alerta os empresários que resolveram se unir.
Um grande evento de debates está sendo organizado para o próximo dia 18.”O Brasil não pode ter pressa para fazer algo que pode prejudicar o seu futuro”, diz a carta. As entidades alertam que o País sofrerá com menos crescimento econômico, empregos e aumento de preços. A carta foi disparada também por meio eletrônico para as lideranças da Câmara, onde o projeto tramita há cerca de 10 dias com a relatoria do deputado Celso Sabino (PSDB-SP). A articulação do setor empresarial na carta aponta dificuldades adicionais para aprovação da proposta. A grita maior é que haverá forte elevação da carga tributária sobre os investimentos no país.
Um dos principais alvos das críticas é o fim da isenção que existe hoje para lucros e dividendos com a fixação de uma alíquota de 20%. Os empresários alegam que há extenso rol de medidas negativas incluídas no projeto que “desestimulam a atração do investimento produtivo e no mercado de capitais e desfavorecem o empreendedorismo e a geração de empregos”.
O documento contém uma lista de 68 artigos no projeto com problemas. As entidades apontam também para o risco de aumento da burocracia, da complexidade e da insegurança jurídica. No ofício, são feitas diversas considerações sobre problemas identificados, com o impacto direto em pequenas empresas, profissionais liberais, financiamentos setoriais e organização empresarial.
As entidades citam que as dificuldades trazidas pela medida estão em linha com as duras críticas de três ex-secretários da Receita Federal: Everardo Maciel, Marcos Cintra e Jorge Rachid. Everardo é um dos conselheiros técnicos dessa articulação. Foi na sua gestão à frente da Receita que foi dada a isenção aos lucros e dividendos. Colunista do Estadão, Everardo é um dos mais ácidos críticos do texto.
Os empresários dizem que é consenso a necessidade de maior justiça fiscal, começando pela correção da tabela do Imposto de Renda da Pessoa Física, mas não é aceitável o limite do desconto simplificado para a classe média (em R$ 40 mil anuais), onerando substancialmente sua renda. “O valor de R$ 13,5 bilhões para a correção não deveria vir de aumento de impostos e sim, prioritariamente, da redução dos gastos públicos”, diz.
O ponto que os empresários querem convencer os parlamentares a não votar o projeto é o de que, se de um lado a proposta, traz algum alívio para os assalariados, de outro ameaça seus empregos, a geração de novas vagas de trabalho e ainda tende a aumentar o custo dos bens e serviços que a população consome.
Veja a lista completa das associações:
ABAP: Associação Brasileira de Agências de Publicidade
ABCFAV: Associação Brasileira de Cursos de Formação e Aperfeiçoamento de Vigilantes
ABCVP: Associação Brasileira de Controle de Vetores e Pragas
ABEO: Associação Brasileira de Empresas de Odontologia
ABERC: Associação Brasileira das Empresas de Refeições Coletivas
ABERT: Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão
ABES Software: Associação Brasileira das Empresas de Software
ABIA: Associação Brasileira da Indústria de Alimentos
Abicalçados: Associação Brasileira das Indústrias de Calçados
ABIH-SP: Associação Brasileira Indústria Hotéis São Paulo
ABIMAQ: Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos
Abinee: Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica
Abisemi: Associação Brasileira da Indústria de Semicondutores
ABIT: Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção
ABMES: Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior
ABPA: Associação Brasileira de Proteína Animal
ABRAFAC: Associação Brasileira de Facilities
ABRAFESTA: Associação Brasileira de Eventos Sociais
ABRAFI: Associação Brasileira das Mantenedoras das Faculdades
ABRALIMP: Associação Brasileira do Mercado Limpeza Profissional
ABRASCA: Associação Brasileira das Companhias Abertas
ABRASEL: Associação Brasileira de Bares e Restaurantes
ABRATEL: Associação Brasileira de Rádio e Televisão
ABREVIS: Associação Brasileira de Empresas de Segurança e Vigilância
ABRIESP: Associação Brasileira da Indústria do Esporte
ABRINQ: Associação Brasileira dos Fabricantes de Brinquedos
ABT: Associação Brasileira de Telesserviços
ABTV: Associação Brasileira das Empresas de Transporte de Valores
ALSHOP: Associação Brasileira de Logistas de Shoppings
AMB: Associação Médica Brasileira
ANACEU: Associação Nacional dos Centros Universitários
ANCORD: Associação Nacional das Corretoras de Valores
ANER: Associação Nacional de Editores de Revistas
ANFRAVIST: Associação Nacional dos Franqueadores de Serviços de Vistoria
ANJ: Associação Nacional de Jornais
Anjos do Brasil
ANPTrilhos: Associação Nacional dos Transportadores de Passageiros sobre Trilhos
APM: Associação Paulista de Medicina
APRAG: Associação dos Controladores de Vetores e Pragas Urbanas
Assespro: Federação das Associações das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação
CACB: Confederação das Associações Comerciais do Brasil
CEBRASSE: Central Brasileira do Setor de Serviços
Central de Outdoor
CICB: Centro das Indústrias de Curtume do Brasil
CNCOM: Confederação Nacional de Comunicação Social
CNS: Confederação Nacional de Serviços
Conexis: Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia
CONFENEN: Confederação Nacional dos Estabelecimentos de Ensino
Contic: Confederação Nacional da Tecnologia da Informação e Comunicação
Fabus: Associação Nacional dos Fabricantes de Ônibus
FACESP: Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo
FEADUANEIROS: Federação Nacional dos Despachantes e Aduaneiros
FEBRAC: Federação Nacional das Empresas de Serviços e Limpeza Ambiental
FEBRATEL: Federação Brasileira de Telecomunicações
FENACON: Federação Nacional das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas
FENAERT: Federação Nacional das Empresas de Rádio e Televisão
FENAINFO: Federação Nacional das Empresas de Informática
FENAJORE: Federação Nacional das Empresas de Jornais e Revistas
FENAPRO: Federação Nacional das Agências de Propaganda
FENASERHTT: Federação Nacional dos Sindicatos de Empresas de Recursos Humanos, Trabalho Temporário e Terceirizado
FENATAC: Federação Interestadual das Empresas de Transporte de Cargas
FENAVIST: Federação Nacional das Empresas de Segurança e Transporte de Valores
FENEP: Federação Nacional das Escolas Particulares
FENINFRA: Federação Nacional de Call Center, Instalação e Manutenção de Infraestrutura de Redes de Telecomunicações e de Informática
FEPRAG: Federação Brasileira das Associações de Controle de Vetores e Pragas Sinantrópicas
FETCESP: Federação das Empresas de Transporte de Cargas do Estado de São Paulo
FETRACAN: Federação das empresas de Transporte de Cargas e Logística do Nordeste
Fetranscarga: Federação do Transporte de Cargas do Estado do Rio de Janeiro
FETRANSCESC: Federação das Empresas de Transporte de Carga e Logística no Estado de Santa Catarina
FÓRUM: Fórum das Entidades Representativas do Ensino Superior Particular
GETA: Grupo de Estudos da Tributação no Agronegócio
IBDA: Instituto Brasileiro de Direito do Agronegócio
IBRACON: Instituto dos Auditores Independentes do Brasil
Instituto Brasil 200
Instituto Unidos Brasil
MPA: Motion Picture Association Brasil
NTC: Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística
NTU: Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos
P&D Brasil: Associação de Empresas de Desenvolvimento Tecnológico Nacional e Inovação
SEAC-ABC: Sindicato das Emp. de Asseio, Conservação e Afins do Grande ABCMD, RP e RGS
SEAC-BA: Sindicato das Empresas de Servços e Limpeza Ambiental do Estado da Bahia
SEAC-DF: Sindicato das Empresas de Asseio e Conservação do Distrito Federal
SEAC-ES: Sindicato das Empresas de Asseio e Conservação do Estado do Espírito Santo
SEAC-MG: Sindicato das Empresas de Asseio e Conservação de Minas Gerais
SEAC-MS: Sindicato das Empresas de Asseio e Conservação do Estado de Mato Grosso do Sul
SEAC-PA: Sindicato das Empresas de Serviços Terceirizáveis, Trabalho Temporário, Limpeza e Conservação Ambiental do Estado do Pará
SEAC-PE: Sindicato das Empresas de Asseio e Conservação do Estado de Pernambuco
SEAC-PR: Sindicato das Empresas de Asseio e Conservação no Estado do Paraná
SEAC-RJ: Sindicato das Empresas de Asseio e Conservação do Estado do Rio de Janeiro
SEAC-SC: Sindicato das Empresas de Asseio, Conservação e Serviços Terceirizados do Estado de Santa Catarina
SEAC-SP: Sindicato das Empresas de Asseio e Conservação do Estado de São Paulo
SEACEC: Sindicato das Empresas de Asseio e Conservação do Estado do Ceará
SECOVI: Sindicato da Habitação
SEJOPE: Sindicato das Empresas Editoras de Jornais do Estado de Pernambuco
SELUR: Sindicato das Empresas de Limpeza Urbana no Estado de São Paulo
SEMEESP: Sindicato das Empresas de Escolta do Estado de SP
SEMERJ: Sindicato das Entidades Mantenedoras dos Estabelecimentos de Ensino Superior no Estado do RJ
SEMESP: Sindicato das Entidades Mantenedoras de Estabelecimentos de Ensino Superior no Estado de São Paulo
SESCON-SP: Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas no Estado de São Paulo, Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas no Estado de São Paulo, Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas no Estado de São Paulo
SESVESP: Sindicato das Empresas de Seg. Privada Seg. Eletrônica e Cursos de Formação do Est. de SP
SINDASSEIO: Sindicato das Empresas de Asseio e Conservação do RGS
SINDEJOR-PR: Sindicato das Empresas Proprietárias de Jornais e Revistas do Estado do Paraná
SINDEJOR-SC: Sindicato das Empresas Proprietárias de Jornais e Revistas de Santa Catarina
SINDEPARK: Sindicato das Empresas de Garagens e Estacionamento do Estado de São Paulo
SINDEPRES: Sindicato das Empresas de Prestação de Serviços no Estado do Espírito Santo
SINDEPRESTEM: Sindicato das Empresas de Prestação de Serviços a Terceiros, Colocação e Administração de Mão-de-Obra e de Trabalho Temporário no Estado de São Paulo
SINDESP-CE: Sindicato das Empresas de Seguranças Privadas do Estado do Ceará
SINDESP-ES: Sindicato das Empresas de Segurança Privada
SINDESP-MG: Sindicato das Empresas de Segurança e Vigilância do Estado de Minas Gerais
SINDESP-RJ: Sind. das Empr. de Segurança Privada do Estado do Rio de Janeiro
SINDESP-RS: Sindicato das Empresas de Segurança e Vigilância do Estado do Rio Grande do Sul
SINDESP-SC: Sindicato das Empresas de Segurança Privada do Estado de Santa Catarina
SINDHOSP: Sindicato dos Hospitais, Clínicas, casas de saúde laboratório de pesquisa e análises clinicas e demais Estabelecimentos de serviços de saúde do estado de São Paulo
SINDICERV: Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja
SINDIJORE-RJ: Sindicato das Empresas Proprietárias de Jornais e Revistas do Município do Rio de Janeiro
SINDIJORES: Sindicato das Empresas Proprietárias de Jornais e Revistas do Espírito Santo
SINDIMOTOR: Sindicato de Remanufaturamento, Recondicionamente ou Retífica de Motores e seus Agregados e Periféricos no Estado de São Paulo
Sinditêxtil SP: Sindicato das Indústrias de Fiação e Tecelagem do Estado de São Paulo
SINDJORE: Sindicato das Empresas de Jornais e Revistas de São Paulo
SINDJORE-RS: Sindicato das Empresas Proprietárias de Jornais e Revistas no Estado do Rio Grande do Sul
SINDJORI: Sindicato das Empresas Proprietárias de Jornais e Revistas do Estado de São Paulo
SINDPRAG: Sindicato das Empresas Especializadas na Prestação de Serviços de Controle de Vetores e Pragas do Estado de São Paulo
SINEATA: Sindicato Nacional das Empresas Prestadoras de Serviços Auxiliares de Transporte Aéreo
SINFAC-SP: Sindicato das Sociedades de Fomento Mercantil – Factoring do Estado de São Paulo
SINHORES OSASCO: Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares do Município de Osasco e Região
Sinicom Sindicato Nacional da Indústria da Construção Pesada
SINSERHT – MG: Sindicato das Empresas de Prestação de Serviços à Terceiros, Colocação e Administração de Mão de Obra, Recursos Humanos e Trabalho Temporário no Estado de Minas Gerais
SINSTAL: Sindicato Nacional das Empresas Prestadoras de Serviços e Instaladoras de Sistemas e Redes de TV por assinatura- Cabo-MMDS-DTH e telecomunicação
O senador Espiridião Amin (PP-SC) foi o relator da indicação para a ANTT
Foi aprovado pelo Plenário do Senado nesta quarta-feira (7) a indicação (MSF 29/2021) do engenheiro Rafael Vitale Rodrigues para o cargo de diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). Foram 41 votos a favor, 1 voto contrário e 1 abstenção. Ele cumprirá mandato de cinco anos à frente da diretoria da Agência.
Também foi aprovada a nomeação de Guilherme Theo da Rocha Sampaio para integrar a diretoria da ANTT. Ele é ex-chefe de gabinete da presidência da Confederação Nacional do Transporte (CNT). Sampaio foi indicado (MSF 31/2021) para mandato que se inicia neste ano. Ele foi aprovado com 45 votos a favor, 4 contrários e 1 abstenção.
Ambos foram sabatinados pela Comissão de Infraestrutura (CI) na terça-feira (6).
Rafael Vitale Rodrigues é engenheiro civil com especialização em ferrovias. Ele passou pela iniciativa privada, pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) e pelo Ministério da Infraestrutura. Mais recentemente, estava na Subchefia de Articulação e Monitoramento da Casa Civil da Presidência da República. O relator da indicação foi o senador Esperidião Amin (PP-SC).
O indicado afirmou na sabatina a determinação de exercer uma gestão transparente à frente da ANTT, com alinhamento junto ao Ministério da Infraestrutura e harmonização entre os interesses do Estado, dos atores do setor de transportes e dos usuários.
— Considerando a minha formação acadêmica e experiência profissional, sinto-me apto a exercer o cargo de diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Terrestres. Caso esta nobre Casa me confira tal responsabilidade, exercerei uma gestão transparente, com independência, mas prestando obediência às leis e buscando alinhamento junto ao Ministério. Promoverei sempre o diálogo, buscando harmonizar os interesses do Estado, do governo, dos agentes regulados e dos usuários — prometeu Rodrigues.
Sampaio trabalhou como advogado, foi assessor jurídico do Sindicato das Empresas de Transporte de Carga de Minas Gerais e trabalhou na presidência da CNT de 2019 a 2021. Segundo o relator da sua indicação, o senador Wellington Fagundes (PL-MT), o indicado pode integrar a diretoria da ANTT porque foi apenas empregado da CNT, e não membro de conselho ou diretoria (a legislação veda que essas pessoas assumam cargos em agências reguladoras).
Na sabatina à CI, Sampaio prometeu que pautará sua atuação na ANTT com “autonomia e independência, interesse nacional e promoção do desenvolvimento econômico e social, unidade nacional e integração regional, proteção dos interesses dos usuários quanto à qualidade e à oferta de serviços de transporte, modicidade tarifária, preservação do meio ambiente, liberdade de escolha, estímulo à competitividade e estímulo à intermodalidade, em tudo buscando manter a sustentabilidade existente no sistema”.
Ele também afirmou que a ANTT tem o papel de implementar políticas públicas, garantir a movimentação de pessoas e de bens, e cumprir os padrões de eficiência, segurança, conforto, regularidade e pontualidade.
— Também pautarei a minha atuação, assim como a da agência, em harmonizar os objetivos dos usuários, das empresas, sempre preservando o interesse público, porque esta é a finalidade que se tem de exercer da agência. E ressalto a importância de interlocução com as demais agências reguladoras, com relação à implementação da intermodalidade, algo que esta Casa vem muito a prezar e estabelecer — disse Sampaio à CI.
O volume de vendas do comércio paranaense cresceu 8,9% nos primeiros cinco meses de 2021. É um comparativo com o mesmo período do ano passado, severamente impactado pela pandemia do novo coronavírus. O estudo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) foi divulgado nesta quarta-feira (07/07) e leva em consideração todos os setores, o chamado comércio ampliado, inclusive construção civil e automóveis/peças de automóveis, que foram os grandes indutores do resultado positivo.
Volume de vendas – O volume de vendas cresceu 3,6% em maio, na comparação com abril, e 8,8% em relação ao mesmo mês de 2020. O índice acumulado dos últimos 12 meses (junho de 2020 a maio de 2021 contra período exatamente anterior) foi de 5%. Os sucessivos aumentos apontam recuperação da economia e estímulo renovado nesse setor, nos mesmos moldes do crescimento da indústria.
Indicador – No indicador sem construção civil e automóveis, que têm peso muito grande sobre o cálculo final, o crescimento foi de 2,8% em maio (ante abril), 2,5% na comparação com maio de 2020, e de 1,6% no acumulado dos primeiros cinco meses do ano e nos últimos 12 meses.
Construção civil – Nas lojas de construção civil, o crescimento das vendas alcançou 23,1% na comparação com maio de 2020 e 24,3% nos primeiros cinco meses. Em relação ao setor de veículos, partes e peças, os aumentos foram de 20,6% em maio e 22,8% entre janeiro e maio de 2021.
Retomada – O governador Carlos Massa Ratinho Junior disse que os números refletem um momento de retomada econômica já indicado pelo crescimento de quase 16 mil carteiras assinadas em maio, tendo o comércio como grande propulsor. O Produto Interno Bruto (PIB) paranaense cresceu 1,07% no trimestre, terceira alta consecutiva.
Novo momento – “Esses números apontam novo momento, que esperamos que seja duradouro. A indústria está produzindo com intensidade e o comércio voltou a vender. O Estado implementou um auxílio emergencial para setores mais afetados e também tem linhas de crédito com juros reduzidos. A expectativa é de crescimento ainda mais significativo a partir do segundo semestre”, disse.
Setores – Segundo o IBGE, o crescimento acumulado do ano e mensal foi impulsionado pelos setores de construção e veículos/peças. No primeiro caso, são cinco meses seguidos de avanços comparativos (10% em janeiro, 17,8% em fevereiro, 30,9% em março, 43,2% em abril e 23,1% em maio), o que significa que os cinco meses de 2021 foram melhores que 2020. Em veículos, foi a terceira alta seguida (43,2% em março, 106,6% em abril e 20,6 em maio).
Itens – Setorialmente, o crescimento nos cinco primeiros meses de 2021 teve como condutores materiais de construção (24,3%); veículos, motocicletas, partes e peças (22,8%); artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (22,6%); móveis (17,2%); artigos de uso pessoal e doméstico (14,4%); móveis e eletrodomésticos (11,3%); tecidos, vestuário e calçados (7,6%); e equipamentos para escritório, informática e comunicação (5,3%).
Mensal – Já o crescimento setorial mensal (diferença do volume de vendas entre maio de 2020 e maio de 2021) foi impulsionado por tecidos, vestuário e calçados (40%); artigos de uso pessoal e doméstico (30%); materiais de construção (23,1%); artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (28,8%); veículos, motocicletas, partes e peças (20,6%); livros, jornais, revistas e papelaria (5,7%); e combustíveis e lubrificantes (5,2%).
Nacional – O volume de vendas do comércio varejista nacional cresceu 1,4%, em maio frente a abril, na série com ajuste sazonal. A média móvel trimestral foi de 1,1% no trimestre encerrado em maio. O acumulado no ano foi a 6,8% e o acumulado em 12 meses, a 5,4%. Sete das oito atividades pesquisadas tiveram alta.
Comércio varejista – No comércio varejista ampliado também foi o segundo mês seguido de alta, sendo que o volume de vendas cresceu 3,8% em relação a abril. Frente a maio de 2020, houve alta de 26,2%. No ano, o varejo ampliado acumula alta de 12,4% e, em 12 meses, as vendas subiram 6,8%. Nacionalmente, também tiveram desempenho positivo veículos, motos, partes e peças e materiais de construção. (Agência de Notícias do Paraná)
Aconteceu, ontem (6) o evento online realizado pela Revista Transporte Mundial, em parceria com a Fabet – Fundação Adolpho Bósio de Educação no Transporte. O 1º Fórum Transporte Responsável, é uma ação que faz parte da 9ª edição do Prêmio Transporte Responsável. O fórum tem como objetivo debater as mudanças no transporte impulsionadas pela pandemia e expor ideias, fatos e atitudes sobre como o setor vem superando o momento.
A NTC&Logística foi representada no segundo bloco do evento pelo diretor financeiro, Marcelo Rodrigues, que ressaltou a transformação operacional digital. “A pandemia trouxe a digitalização de como se comunicar com os públicos, seja da NTC ou de entidades pelo Brasil. Até mesmo para aqueles que não possuíam mais afinidade com a tecnologia. Foi uma grande transformação”. Além disso, ressaltou os trabalhos realizados pela entidade no ano de 2020 para munir de informação para o transportador brasileiro frente à pandemia.
A ocasião foi dividida em três blocos e contou com a participação do presidente do SETCESP – Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas de São Paulo, Tayguara Helou, do presidente do SETCERGS – Sindicato das Empresas de Transportes de Carga e Logística no Estado do Rio Grande do Sul, Sérgio Gabardo e do conselheiro da Fabet, Tibério Pereira. Todos os debates contaram com a participação e intermediação do editor da Transporte Mundial, Marcos Villela e do editor da Revista Carreteiro, João Geraldo.