por comjovem | set 16, 2019 | Artigos, Núcleo Cascavel
- Seu negócio corre risco de reclamatórias trabalhistas pela jornada dos motoristas?
- A jornada dos motoristas ainda gera reclamatórias trabalhistas?
Reclamatórias trabalhistas em função da jornada de trabalho não precisam ser um ponto de interrogação para os transportadores. Motorista e empregador têm salvaguardados o respeito ao expediente de trabalho e o cumprimento das obrigações acessórias com as novas ferramentas desenvolvidas para fazer o controle eletrônico do ponto dos profissionais que vivem na estrada e em atendimento à Lei 13.013 e à CLT. A palavra de ordem é, mais uma vez, tecnologia.
A legislação trabalhista é complexa e a Lei do Motorista traz uma série de peculiaridades que demandam orientações corretas aos profissionais e o cumprimento adequado da carga horária de trabalho. Fazer um controle fiel da jornada realizada por motoristas ainda é um desafio para muitos transportadores quando a jornada é feita manualmente, por meio de diário de bordo, papeleta ou ficha de trabalho externo.
Esses casos significam para o profissional de Recursos Humanos uma verdadeira corrida contra o tempo para o fechamento da folha de pagamento do motorista. É preciso contabilizar as horas de jornada, o tempo de direção, os intervalos realizados a cada 5,5 horas, os intervalos para refeição, o tempo de espera e os valores e/ou percentuais diferenciados de cada uma dessas situações.
E, para que o pagamento salarial seja feito na data correta (até o 5º dia útil do mês subsequente), com valores adequados à jornada de trabalho cumprida pelo profissional do volante, o RH depende que o motorista esteja de volta à sede da empresa entre os dias 1º e 4 de todo mês, munido de todas as anotações realizadas ao longo do mês.
Por essa razão, muitas transportadoras optam por antecipar a folha de pagamento, o que possibilita ao RH um prazo maior para conferir relatórios, fazer o lançamento das horas de trabalho, extras, intervalos, etc., e fazer o pagamento da remuneração ao motorista até a data estipulada em lei.
O problema é que antecipar a folha de pagamento pode gerar um enorme passivo trabalhista e previdenciário que, com o advento do eSocial, será facilmente identificado pelos sistemas de apuração do governo federal. Portanto, até que o cruzamento dos dados seja efetivamente realizado e automaticamente fiscalizado pelo Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas (eSocial), as empresas poderão recolher os prejuízos gerados aos trabalhadores por essa prática em reclamatórias trabalhistas. Mas ninguém quer continuar perdendo recursos financeiros em multas, ações e honorários advocatícios, ou quer?
Bem, os mais prevenidos já estão cientes de que a tecnologia é a grande aliada nesse e em demais processos de cumprimento de obrigações acessórias. Não seria diferente na área de recursos humanos.
Empresas dos mais variados portes já utilizam sistemas de controle de ponto eletrônicos. As novas ferramentas, cada vez mais atualizadas e tecnológicas, permitem ao empregador um monitoramento mais eficaz, seguro e confiável.
Evidentemente, a legislação que ampara os motoristas é particularizada e é por esse motivo que exige tanto dos profissionais de RH na hora de fazer o fechamento da folha. Apesar de alguns empregadores considerarem o tacógrafo, a delimitação de rotas e o rastreamento por satélite para controle da jornada do motorista (ou para confrontar ações trabalhistas), eles não são instrumentos criados para essa finalidade.
Muitas empresas de softwares desenvolveram ferramentas de controle da jornada do motorista adequadas à Lei 13.013 e com resguardo para ações trabalhistas que permitem a integralização com sistemas de RH.
Assim, esses sistemas propiciam ao gestor o acompanhamento integral da jornada de trabalho dos motoristas, verificando em tempo real se o expediente é cumprido em respeito ao que determina a legislação.
Você já sabe tudo sobre Big Data? Sobre softwares e inteligência artificial? Não precisa ser nenhum especialista nesses assuntos para garantir que sua empresa avance, pelo menos, perto da velocidade que a tecnologia tem nos permitido. Mas uma coisa é certa: se nos traz otimização de recursos, pessoas e processos, é no mínimo válido conhecer o que as novas ferramentas podem propiciar a longo prazo para sua empresa.
Falando-se em preços, é verdade que os investimentos nessa área, de fato, não são “populares”. Quem sabe em breve se tornem mais acessíveis. Enquanto isso não acontece, o ideal é fazer as contas e pesar na balança o que pode ser mais seguro e vantajoso para o seu negócio.
Responsável: Rafael de Brittos Brito
por imprensa | set 13, 2019 | Notícias, Notícias
- Fonte: NTC&Logística
- Evento

A NTC&Logística em conjunto com a COMJOVEM Nacional realizou ontem (12), no SINDISAN- Sindicato das Empresas de Transporte Comercial de Carga do Litoral Paulista, o Seminário Itinerante edição Santos.
O coordenador do Núcelo da COMJOVEM de Santos, José Carlos Priante, o vice-coordenador da COMJOVEM Nacional, Antonio Ruyz e o Presidente do SINDISAN, André Luís Neiva, deram as boas vindas aos participantes e iniciaram o evento.
O encontro contou com as palestras: Apresentação da COMJOVEM Nacional, por Antonio Ruyz; Mercado de Caminhões pós Crise e ferramentas da Indústria para a sustentação do negócio, pelo Gerente de estratégia Corporativa da Volkswagen Caminhões e Ônibus, João Herrmann; Tecnologia embarcada como ferramenta de redução de custos e melhoria de performance, pelo Technical Partner da Autotrac, Adilson Mota; Planejamento Financeiro e mecanismos de proteção patrimonial das empresas e dos sócios pelo CEO da Lifetime Asset Managment, Fernando Katsonis; Uma volta ao redor da terra por semana, isso é logtec, pelo Diretor Comercial da Cargo X, Kauê dos Santos; E Contratação de seguros como vantagem competitiva para o transportador, por Lilliam Lorosa da Trade Vale Seguros.

O Seminário Itinerante COMJOVEM edição Santos foi patrocinado pela Autotrac, Cargo X, Trade Vale e Volkswagen Caminhões e Ônibus, contou com o apoio institucional do Fetcesp e do Sindisan, teve o Núcleo da COMJOVEM de Santos e Baixada Santista como entidade Anfitriã e organização da DBA&C Associados.
por Bruno Benite | set 13, 2019 | Eventos, Notícias

A NTC&Logística em conjunto com a COMJOVEM Nacional realizou ontem (12), no SINDISAN- Sindicato das Empresas de Transporte Comercial de Carga do Litoral Paulista, o Seminário Itinerante edição Santos.
O coordenador do Núcelo da COMJOVEM de Santos, José Carlos Priante, o vice-coordenador da COMJOVEM Nacional, Antonio Ruyz e o Presidente do SINDISAN, André Luís Neiva, deram as boas vindas aos participantes e iniciaram o evento.
O encontro contou com as palestras: Apresentação da COMJOVEM Nacional, por Antonio Ruyz; Mercado de Caminhões pós Crise e ferramentas da Indústria para a sustentação do negócio, pelo Gerente de estratégia Corporativa da Volkswagen Caminhões e Ônibus, João Herrmann; Tecnologia embarcada como ferramenta de redução de custos e melhoria de performance, pelo Technical Partner da Autotrac, Adilson Mota; Planejamento Financeiro e mecanismos de proteção patrimonial das empresas e dos sócios pelo CEO da Lifetime Asset Managment, Fernando Katsonis; Uma volta ao redor da terra por semana, isso é logtec, pelo Diretor Comercial da Cargo X, Kauê dos Santos; E Contratação de seguros como vantagem competitiva para o transportador, por Lilliam Lorosa da Trade Vale Seguros.

O Seminário Itinerante COMJOVEM edição Santos foi patrocinado pela Autotrac, Cargo X, Trade Vale e Volkswagen Caminhões e Ônibus, contou com o apoio institucional do Fetcesp e do Sindisan, teve o Núcleo da COMJOVEM de Santos e Baixada Santista como entidade Anfitriã e organização da DBA&C Associados.
por comjovem | set 10, 2019 | Artigos, Núcleo Porto Ferreira
Os meios de transporte são utilizados na deslocação de pessoas e mercadorias. Foi preciso o homem inventar vários tipos de meios de transporte para que pudéssemos nos deslocar e carregar grandes cargas com maior facilidade e de maneira mais rápida, mas nem sempre foi assim como conhecemos hoje.
No princípio, o homem se locomovia apenas caminhando. A pé, ele venceu grandes distâncias, muitas vezes descalço. À medida que se desenvolvia intelectualmente, pôde aperfeiçoar seu transporte anatômico, produzindo os primeiros sapatos com couro de animais para proteger os pés, o que dava resistência para chegar mais longe. Segundo alguns estudiosos, o primeiro meio de transporte inventado foi aquático, ainda na Pré-História. Para construir as canoas e botes usados para atravessar rios e lagos, os homens usavam troncos de madeira, bambus e juncos.
Um elemento muito importante é a roda. Ela proporcionou, a partir de sua invenção, em 3000 a. C., na Mesopotâmia, uma revolução. Apesar de rudimentar e muito pesada, foi possível tornar o transporte mais eficaz. Ao longo dos séculos, os povos foram encontrando meios que facilitassem a locomoção e a navegação. Um dos meios de transporte mais usados é o marítimo, principalmente pela sua capacidade de levar uma grande quantidade de carga entre um porto e outro, visando melhorar a circulação de mercadorias. Os transportes evoluíram principalmente durante a Revolução Industrial, a partir de 1760. Inicialmente, a maioria das invenções estava restrita à Inglaterra e com a 2ª Revolução Industrial (1850-1900), conquistou outros países da Europa, na América e na Ásia. Inclusive no transporte marítimo e terrestre, com a criação dos navios e da locomotiva. Com a 3ª Revolução Industrial que aconteceu a partir de 1900, o mundo participou dessa etapa evolutiva da história e muitos inventos foram aperfeiçoados. Com isso, começaram a surgir às ferrovias e as vias férreas em vários lugares no mundo. As ferrovias foram responsáveis pela ligação de vários países e possibilitaram a ligação de lugares remotos com os grandes centros da época. Além disso, o surgimento da aviação também reduziu a dependência do transporte marítimo.
Nos dias atuais, mares, lagos e rios são constantemente cortados por embarcações dos mais diferentes tipos, desde os imponentes navios até as humildes barcaças. Cada um desses veículos foi planejado e construído de forma a preencher certos requisitos que lhe deem o máximo de eficiência na tarefa que lhe cabe. Além dos transportes aquáticos, existem os terrestres e aéreos. A ferrovia é um sistema de transporte terrestre baseado em trens ou comboio correndo sobre carril ou trilhos previamente dispostos. O transporte ferroviário é predominante em regiões altamente industrializadas, como a Europa, o extremo leste da Ásia e ainda em locais altamente populosos como a Índia. As ferrovias são o meio de transporte terrestre com maior capacidade de transporte de carga e de passageiros. Em muitos países em desenvolvimento, da África e da América Latina, as ferrovias foram trocadas pelas rodovias como tipo de transporte predominante. Um dos meios de transportes mais importantes para a exportação de produtos são os aviões (transporte aéreo), pois é um meio rápido, prático e eficiente. Algumas vezes é utilizado para transportar grande quantidade de produtos, mas isso também gera muito gastos e poluição.
A tecnologia tem transformado muito os nossos meios de transporte desde a antiguidade até aqui. O transporte é um meio muito utilizado e por isso também é muito procurado por todas as gerações. Ele também tem trazido muitos benefícios pra o ser humano trazendo mais conforto e acessibilidade para todos, os transportes tem evoluído muito e ainda vão evoluir cada vez mais, com o intuito sempre de poder oferecer o melhor para a sociedade.
Os avanços tecnológicos tem transformado a vida da sociedade ao longo dos anos. A tecnologia nos da flexibilidade, no meio de transporte, pois através dela ficou mais fácil, prático e seguro se locomover, para longas distâncias. O futuro assim como o presente, será ainda mais movido pela tecnologia, o que modificará ainda mais os nossos meios de transportes.
Os meios de transporte são o reflexo da sociedade. Conforme o homem evoluí, a maneira de transportar se transforma.
Responsável: Gabriel Carandina
por comjovem | set 10, 2019 | Artigos, Núcleo Porto Ferreira
Nos últimos anos, a qualidade de vida e as ações voltadas ao bem-estar do colaborador tem sido muito discutida e aplicada nas organizações.
Ela tem por objetivo a melhoria dos resultados, e também na qualidade de vida, assim criando interesse e autoconhecimento de cada colaborador. As ações e os programas de qualidade de vida têm apoiado algumas organizações a conquistarem novos espaços profissionais, e o aumento da sua competitividade no mercado em que estão inseridas.
A qualidade de vida tem sido uma das ferramentas mais utilizadas nas organizações, servindo para identificar o grau de satisfação dos colaboradores, principalmente dos motoristas, em seu ambiente de trabalho, tornando um indicador de experiências humanas.
O processo de trabalho do motorista pode levar a grandes prejuízos à saúde, proporcionando um estilo de vida pouco saudável, apresentando questões de natureza comportamental, tais como: dieta, sedentarismo, dependência química – tabaco, álcool e outras drogas.
Mesmo que a legislação vigente 13.103/15 normatizando uma jornada de trabalho e um controle de uso de bebidas alcóolicas e drogas através de exames toxicológicos e bafômetros, a venda, o consumo de álcool e a comercialização de anfetaminas ainda é frequente e está relacionado a três fatores principais: econômico (dirigir por um período maior), pressão das empresas (cargas perecíveis) e a própria dependência química.
O uso desses medicamentos é o principal motivo dos graves acidentes nas estradas, pois está relacionado com o fato de dormirem ao volante, já que se sentem obrigados a cumprir com suas atividades no menor tempo possível e assim retornarem para sua vida pessoal.
Os motoristas devem ser orientados sobre os riscos causados por essas substâncias (álcool e drogas psicoativas “ribites”), e as empresas de transporte precisam desenvolver ações educativas para a melhoria dos hábitos desses colaboradores, orientando para práticas de cuidado a saúde proporcionando condições mais ampla de trabalho. Essas ações devem envolver todos os motoristas e as áreas de saúde, fonoaudiologia, psicologia, nutrição fisioterapia, medicina entre outros.
. Além disso, é necessário que haja fiscalização por partes de órgãos responsáveis em postos nas estradas, a fim de impedir a comercialização de substâncias.
Diante do apresentado sobre qualidade de vida dos motoristas, nota-se que as empresas de transportes precisam ter um olhar diferenciado diante dos seus colaboradores, para quebrar o paradigma de que os motoristas não recebem as orientações necessárias, bem como o cuidado com sua qualidade de vida.
Responsável: Amanda Juliani
por comjovem | set 10, 2019 | Artigos, Núcleo Porto Ferreira
Inicialmente os meios de transporte eram limitadores do alcance das práticas comerciais, até mesmo na comercialização de produtos perecíveis. Com a evolução do capitalismo, com as técnicas reproduzidas os meios de transporte foram ganhando novas formas, funções e tecnologias mais avançadas. No século XX, por sua vez, surgia o desenvolvimento rodoviário e aéreo, sobretudo com a Terceira Revolução Industrial. Através disso, cargas, produtos e pessoas puderam ser mais facilmente deslocados.
Um aspecto a ser considerado é a espécie de um mercado financeiro criado a partir da união de diversos mercados de diferentes países, que surgiu como consequência da tecnologia. Todavia, aliados à evolução de sistemas de comunicação, os transporte permitiram a ocorrência daquilo que se assinalou como ‘compressão de tempo e espaço’, em que as distâncias do mundo “encurtaram”, ou seja, percorrem mais facilmente, reduzindo gastos principalmente, fator atrativamente importante já que presenciamos uma crise econômica no Brasil. Outrossim, o avanço comunicativo passou a ser um álibi do sistema de segurança não só pela linha de rádio, mas também pela possível disponibilidade de radares, câmeras de vídeo, senhas de estacionamentos e assim por diante. Além do mais, outro grande marco a ser pautado é o aplicativo GPS (Sistema de Posicionamento Global), que torna possível traçar uma rota exata, calculando uma estimativa de tempo que será gasto. Fatores essenciais para garantir uma viagem livre de problemas e imprevistos, mais uma vez a tecnologia facilitando nossas vidas.
Ainda vale ressaltar o uso do aplicativo Uber, que trouxe as pessoas um modo fácil e econômico de se locomover através de um simples toque. Daí a importância da digitalização que, até agora nos proporcionou inúmeros impactos logísticos, como: redução de estoques, serviços digitais, mídias sociais, restrições do uso de papel, agilidade de informações, integrações de sistemas diferenciados e etc. Ademais, toda essa tecnologia melhora a infraestrutura não apenas pela redução de custos para os usuários, mas também para o meio ambiente. Estima-se que uma estrada com pavimento de qualidade resulta na economia de 30% a 40% no gasto de óleo diesel, por exemplo.
Sendo assim, podemos chamar tais aspectos de globalização, pois ela envolve uma dinâmica de transformação cada vez mais acelerada e produtora de uma independência. Isto se trata da modificação das práticas humanas a partir das técnicas transformadas, que atuam no processo de constituição das práticas sociais. Além disso, ser globalizado é estar presente em um mundo repletos de rápidas informações, ou seja, que gira em torno da necessidade tecnológica. Para comprar um produto a longa distância precisamos fazer o uso da internet primeiro, para que ele seja realizado, produzido e depois exportado, onde entra o transporte, exemplificando.
Diante do exposto, portanto, é culminante o uso tecnológico e essa era globalizada em nossa sociedade contemporânea. Sem todos esses avanços e saltos que pudemos perceber não seria possível o acesso a diversas “coisas” que se tornaram essenciais em nossas vidas ou até mesmo costumes. E nos meios de transporte, também, não seria diferente, uma extinção de tecnologia nos levaria novamente a era que hoje tratamos como “primitiva”. No entanto, se a tendência é beneficiadora e podemos alcançar isso, porque não digitalizar, globalizar e atualizar ainda mais seu mundo empresarial, com o intuito de ser o diferencial no mercado de trabalho, agora, tecnológico.
Responsável: André Juliani