por comjovem | out 1, 2021 | Núcleo Chapecó
Em uma era onde a tecnologia predomina, a informação se torna a maior matéria prima. Mais do que isso, para que essa informação seja de fato um ganho, é preciso inteligência para manusear esses dados.
Pode-se assim dizer que a maior riqueza está na capacidade de usar os dados de forma analítica. A inteligência por detrás, é o que irá determinar o valor que aquele dado possui, porque é a partir dele que serão extraídas informações capazes de transformar a realidade de organizações, negócios e até do próprio mercado.
Nos dias atuais, é grande a facilidade que se tem ao acesso a informações. As ferramentas tecnológicas que nos possibilitam isso, são diversas, e muitas vezes de fácil acesso. Localizar os dados deixou de ser um desafio, no entanto, eles precisam ser analisados de modo a identificar a melhor forma de fazer bom uso dessa fonte de possibilidades inesgotáveis.
Com a Lei 13.709/2018, Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), entrando em vigor, o acesso a essas informações tende a se tornar mais restrito, uma vez que se busca a mudança cultural de pessoas e empresas no quesito proteção de seus dados particulares e de seus colaboradores. Desde o fornecimento até o tratamento desses dados.
A legislação não irá proibir que dados sejam compartilhados ou acessados, no entanto, irá direcionar de que forma eles devem ser tratados, armazenados, colados e em casos específicos compartilhados. Evitando assim, que ocorra o vazamento de dados e sua utilização de forma indevida.
Dados são valiosos, e quem possuir inteligência no direcionamento de usa-los da melhor forma, tendem a ganhar olhares e espaços. Sendo assim, empresas e profissionais precisam estar em sintonia e atualização para que as informações sejam utilizadas em seu máximo potencial.
Por: Jerssica Marisa Gral – COMJOVEM Chapecó
por comjovem | out 1, 2021 | Núcleo Chapecó
Como sabemos, o setor de transporte de cargas é de grande importância para o desenvolvimento da economia brasileira. Segundo dados da CNT-Federação Nacional dos Transportes, esse setor representa cerca de 7% do PIB do país, o equivalente a 61,1% do total de mercadorias transportadas, e é considerado o principal meio de abastecimento da indústria e do comércio brasileiros.
Sabendo da importância desse setor para o nosso país se torna impossível não falar de futuro no transporte e de seus motoristas. É inevitável falar de futuro sem citar tecnologia, especialmente quando consideramos a velocidade de seu desenvolvimento e os retornos positivos em todos os setores que é implantada. O Transporte Rodoviário de Cargas não está excluído dessas transformações, como podemos perceber que dia após dia, temos uma tecnologia nova embarcada junto com nosso motorista e com nosso caminhão.
Em um contexto geral, se percebe que muitas pessoas e muitos segmentos tem uma dificuldade maior para se adaptarem aos novos processos, que de uma forma ou outra são transformadores e desafiadores para sua implantação e posterior aderência.
Porém para que consigamos nos manter ativos e dentro do segmento de Transportes, algumas mudanças são necessárias para que consigamos nos manter dentro do mercado de trabalho da melhor forma possível. Dentro do Transporte, muitas áreas estão tendo que se adaptar cada vez mais ao cenário atual, percebendo assim que cada vez mais as tecnologias podem influenciar no dia a dia do motorista profissional.
Com toda certeza a tecnologia está do lado dos transportadores e motorista, como um exemplo temo que os motoristas evitarão de fazer várias ações repetitivas durante uma viajem, pois, a tecnologia trabalha de forma inteligente nesses processos para automatizalos melhorando assim a direção do motorista. Algo muito mais à frente do que estamos falando hoje, é o que defende o Laboratório do Futuro da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) quando apontou que, até 2040, as tarefas de 27 milhões de trabalhadores poderão ser assumidas por robôs ou sistemas de inteligência artificial. Há 79% de chance de que os caminhões sejam substituídos pela automação.
Com base nesses dados, o questionamento sobre o futuro dos profissionais da área sem sombra de dúvidas vem à tona, trazendo assim uma insegurança no momento em que é tratado sobre tal mudança nos próximos anos. Com isso, entendo a necessidade de treinarmos intensamente nossos profissionais, para que eles possam desenvolver também habilidades analíticas, para que o efeito tecnologia não os pegue de surpresa.
Pois mesmo que nós contemos com a melhor tecnologia, o melhor robô e a melhor inteligência, a presença do motorista não será facilmente substituída, pois é a figura mais importante hoje no segmento de Transporte Rodoviário de Cargas. Muito pelo contrário, a tecnologia vem para ajudar o motorista e o empresário de transporte, automatizando o que as vezes é um retrabalho e uma redundância, trazendo mais segurança e conforto para a viagem, entre outras várias qualidades que virão junto a tecnologia e a inovação no meio do transporte.
Por: Leticia Marjorie Framento – COMJOVEM Chapecó
por comjovem | out 1, 2021 | Núcleo Campinas
O Motorista do Futuro vai ter que ser multifunção.
Ele terá que ter a competência, inteligência, maturidade e conhecimento global da logística como um todo. Desempenhar atividades extra volante, saber, conhecer e operacionalizar o veículo de forma consciente e dinâmica. Utilizar todo o sistema de telemetria e conhecimentos legais referente a sua função, tem que estar capacitado e treinado para utilizar todas as ferramentas e mídias e tecnologias embarcadas e trocar essas informações entre clientes, embarcadores, warehouses e demais envolvidos na cadeia logística.
Ter a capacidade de tomada de decisão sobre qualquer circunstância mesmo na direção, quanto na tecnologia embarcada (ex. controle de temperatura da caixa de carga, condução econômica etc.).
Com isso, deverá haver uma sinergia e interação na cadeia de suprimentos (coleta/entrega) tem a função de se deslocar com o melhor e menor tempo possível não gerando gargalo na sua entrega ou coleta.
Estar sempre conectado com o veículo, empresa e demais meios de comunicação e meios de transmissão de dados prezando pela rapidez e otimização tecnológica e jamais ser obsoleta prezando sempre pela sua segurança, veículo, carga e comunidades.
Aliás que toda essa perspectiva de motorista do futuro já é real, hoje nossos motoristas já devem estar se adequando a esse novo perfil e devem saber usar toda essa nova tecnologia de mídias digitais, inclusive embarcadas nos novos veículos, nos novos sistemas de freios, nas câmeras internas que monitoram inclusive a fadiga deles, enfim a tecnologia embarcada nos veículos hoje em dia é infinita. Depende do produto a ser transportado, da rodovia a ser trafegada, muda a tecnologia, então se o motorista não estiver preparado para fazer a leitura, ou seja, usar todos os benefícios dessa tecnologia embarcada, nada adianta, todas as informações coletadas, são desperdiçadas.
Claro que por outro lado, toda essa tecnologia embarcada para o motorista 4.0 tem que ser com mídias e linguagens de fácil assimilação, para que se torne atrativo a utilização e a transformação dos dados em informações.
O Motorista do Futuro tem que já estar se preparando hoje, pois a tecnologia embarcada nos veículos e sinergia EDi e tantos outros que estão por vir o futuro está cada dia mais próximo.
Por: Thays Boscatto – COMJOVEM Campinas
por comjovem | out 1, 2021 | Núcleo Belo Horizonte
O início do século XXI é conhecido pela continuação da Era da Informação. Uma das principais características dessa era é a modificação no mercado, que deixa de privilegiar a indústria tradicional para valorizar a informação e a tecnologia. Vivemos um cenário de transformações digitais e tecnológicas. O mundo está evoluindo a cada instante.
Segundo Amaral (2016, p. 4), “os dados são fatos coletados e normalmente armazenados.
Informação é o dado analisado e com significado. O conhecimento é a informação interpretada, entendida e aplicada para um fim”.
Essas definições são antigas e, mesmo com o decorrer do tempo e com os avanços tecnológicos, esses conceitos ainda podem ser utilizados. O que se alterou no decorrer do tempo foi o volume de dados gerados, que cresceu exponencialmente.
Ainda de acordo com Amaral, observamos o fenômeno da “massificação dos dados”, em que há o aumento considerável dos dados nos últimos tempos. Dessa forma, também se aumentou a importância da manipulação dessas informações por meio de métodos e do uso adequado da tecnologia para o tratamento de todo conhecimento que possa ser gerado. Um smartphone de hoje tem maior capacidade que um computador existente no ano de 1985.
Temos mais de seis bilhões de pessoas com telefones celulares. Mais de 1,7 bilhões de pessoas estão usando redes sociais. Quase três milhões de e-mails enviados por segundo. Cem horas de vídeos são carregados no youtube por minuto. Atualmente, há quinhentos milhões de tweets por dia. 92% dos dados do mundo foram criados nos últimos dois anos. 2,3 trilhões de GB de dados são criados por dia, cem terabytes de dados carregados por dia no facebook.
Segundo um levantamento divulgado recentemente pelo IDC (International Data Corporation), a produção de dados dobra a cada dois anos. No ano de 2020, foram gerados 350 zetabytes de dados, equivalentes à 35 trilhões de gigabytes.
Ao considerar os números, podemos compreender melhor a avalanche de dados que são gerados e tratados no mundo moderno. Geramos dados o tempo todo em nossas redes sociais, em mensagens, e-mails, dos quais podem gerar vários outros dados e até mesmo novos conhecimentos.
Com todo esse volume de dados, os usuários e empresas tendem a se preocupar com a segurança das suas informações, sejam em aplicativos, websites, dispositivos, dentre vários outros. E para onde estão indo nossos dados? Como estão sendo utilizados? Surgem uma série de perguntas. Portanto, há um cenário que não ocorria anteriormente e que, de fato, necessita de atenção, pois estamos falando sobre a privacidade.
Estamos passando por um momento de grandes mudanças, e uma delas é a lei 13.709/18, a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). Ela tem como objetivo estabelecer uma maior segurança da informação sobre o uso de dados pessoais e dados pessoais sensíveis. Dessa forma, a organização que realiza algum tipo de tratamento sobre esses dados deve seguir as regras e normas estabelecidas pela ANPD (Agência Nacional de Proteção de Dados), sendo este o órgão regulador.
Com esse avanço, a tendência é de que os titulares dos dados possuam uma maior autonomia sobre seus dados e que possam exigir uma maior transparência sobre a utilização de seus dados e de seus pessoais por parte das organizações. Muitos são os benefícios na implementação da LPGD, entre os quais: a confiabilidade na estrutura organizacional, sobretudo no ambiente de prestação de serviços, como o do transporte. Prevalecerá a
organização que perpetuará a ética, a integridade e o respeito à privacidade dos dados dos stakeholders.
Estamos apenas no início de uma longa jornada, que exige a transformação em vários âmbitos: nas esferas tecnológicas, processuais, jurídicas e culturais, dentre outras. Vamos trilhar novos caminhos, com novos desafios, mas certos de que será necessário zelar pela privacidade.
Por:
Túlio Lopes – COMJOVEM Belo Horizonte
por comjovem | out 1, 2021 | Núcleo Belo Horizonte
Recentemente a notícia de que a falta de motoristas profissionais no Reino Unido vem causando vários problemas de desabastecimento no país trouxe à tona um problema crônico que atinge também o Estados Unidos, o Brasil e vários outros países da Europa e do mundo.
No Reino Unido, especificamente o Brexit somado à crise causada pela pandemia de Covid-19 contribuíram significativamente para esse cenário.
A escassez de caminhoneiros está causando problemas para transportadoras e muitos outros empreendimentos comerciais. Isso ocorre porque a cada ano o número de motoristas que se aposentam é bem maior do que o número de novos motoristas que ingressam no mercado.
De acordo com relatório técnico do IPTC (Instituto Paulista de Transporte de Cargas) em parceria com o Setecesp (Sindicato das Empresas de Transporte de SP) e através de dados do CAGED (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) foi registrada uma queda significativa no número de profissionais habilitados para direção de caminhões na categoria C e complementares. Até 2015 o Brasil registrava um crescimento médio 1,4% ao ano no número de motoristas de caminhões, chegando a um total de 5.605.511 profissionais habilitados na categoria C e complementares. Contudo, entre 2015 e 2020 esse número começou a recuar em média 5,9% a cada ano, chegando a um total 4.541.998 profissionais.
O relatório também apresentou uma mudança no perfil de idade dos motoristas que em 2010 se concentravam na faixa entre 41 e 50 anos de idade e em 2020 passou a concentrar na faixa entre 51 e 60 anos de idade.
Não são apenas as condições de trabalho que estão por trás dessa tendência. Os cenários de ameaças resultantes do progresso tecnológico na direção autônoma apresentam um problema muito maior: esses são cenários em que caminhões elétricos navegam de forma autônoma, o que significa que os motoristas de caminhão de hoje podem se tornar excedentes para as necessidades. Vale a pena mudar de perspectiva aqui, pois a ameaça percebida abriga inúmeras oportunidades de desenvolvimento profissional, que simplesmente tem que acompanhar o tempo.
Segundo o site tkographix.com, perguntar se o caminhoneiro do futuro dirigirá um caminhão soa redundante. No entanto, é um questionamento válido. Quanto mais perto os carros e caminhões sem motorista se tornam uma realidade, mais confiável se torna a pergunta. A realidade é que, em um futuro não muito distante, os motoristas de caminhão podem não estar dirigindo caminhões. Se os motoristas de caminhão não estiverem dirigindo, o que farão?
Alguns acreditam que a chegada de caminhões autônomos deixará inúmeros profissionais sem emprego, inundando o mercado de vagas e causando turbulência econômica generalizada.
A chegada de caminhões autônomos não significa que todos os veículos estarão sem motorista. Isso significa que os veículos podem se dirigir sozinhos. Isso não elimina os motoristas de caminhão. Isso pode diminuir o número de motoristas necessários e, certamente, mudará as habilidades exigidas de um caminhoneiro.
Os carros e caminhões autônomos não serão introduzidos do dia para a noite. Eles passarão pelos diferentes estágios de implementação, desde a direção assistida ou parcialmente automatizada, que já é bastante comum hoje, até a direção altamente ou totalmente automatizada, até a direção totalmente autônoma.
A introdução de uma rede 5G contribuirá em termos de infraestrutura, inicialmente para a condução automatizada de caminhões em rodovias e, eventualmente, para uma condução totalmente autônoma. No entanto, também há uma ampla gama de atividades que continuarão a exigir um motorista de caminhão, ou, mais especificamente, gerente de caminhão. Um aspecto das funções do “gerente de caminhão” será, então, operar o
computador de bordo, bem como assumir a responsabilidade pelo monitoramento e segurança, semelhante ao que faz hoje um piloto de aeronave. Apesar de uma condução autônoma, outro aspecto passa pela necessidade física desse profissional acompanhar em todas as instâncias o carregamento, acondicionamento da carga e manutenção do veículo. E, em caso de dúvida, o gerente de caminhão também atuará como motorista nas ruas estreitas dos grandes centros.
A variedade e a natureza inovadora das tarefas realizadas pelo gerente de caminhão exigirão cada vez mais habilidades diferentes. Além de compreender os sistemas de acionamento elétrico, o gerente de caminhão também precisará de conhecimentos básicos de tecnologia da informação. Softwares modernos aumentarão o envolvimento desse profissional nos processos de informação, comunicação e organizacionais ao longo de toda a cadeia de valor logístico, especialmente se os processos de carga e descarga nas rampas também forem totalmente automatizados.
O único fato certo é que a mudança está chegando. Carros autônomos, comunicações V2V (veículo a veículo) e realidade aumentada estão chegando ao setor de transporte rodoviário.
A questão é como isso mudará a indústria de caminhões e a posição do motorista de caminhão e se os transportadores brasileiros estão preparados para essa mudança.
Por: Ana Paula de Souza – COMJOVEM Belo Horizonte
por comjovem | out 1, 2021 | Núcleo Belém
Ao pensar no futuro do transporte rodoviário de cargas, precisamos associa-lo a inovação e constante evolução da tecnologia aplicada as ferramentas de trabalho na logística, e ao analisar esse cenário TRC versus tecnologia, recaímos no papel do seu principal operador, o motorista.
O setor precisa estar preparado para essa evolução e pensar qual será o modelo de motorista do futuro. Aí surge alguns questionamentos, quais serão as suas habilidades, competências e perfil técnico? Como adapta-lo a uma nova realidade dinâmica, tecnológica e em constante evolução? Ainda teremos essa função? Todos esses questionamentos trazem à tona a real importância da discussão desse tema.
Muito se fala em futuro sem motorista, com a chegada de veículos autônomos que prometem movimentar cargas sem motoristas ao volante, a partir do comando de um sistema interligado a sensores de alta precisão e monitoramento via satélite capazes de ir do ponto A ao ponto B conforme o comando e programação dos usuários. Muitas montadoras, Daimler, Scania, Volvo entre outras, investem milhões nessa tecnologia, com várias unidades em testes e a cada ano que passa utilizam tecnologias de maior precisão com câmeras cada vez mais sensíveis, capazes de identificar a sinalização horizontal da faixa de trânsito, semáforo, distinguir cores e texturas, animais e pessoas na pista. Porém, esses aparelhos não são capazes de dirigir o caminhão, sendo necessário um “cérebro” artificial, um computador que recebe os dados e os processa, operando o veículo em tempo real. Um estudo da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) revela que a profissão de motorista de caminhão tem 79% de chances de ser substituída pela automação. “Se isso acontecesse hoje, mais de 877 mil caminhoneiros ficariam sem empregos no Brasil” revela o estudo. Mas será que toda essa tecnologia eliminará a mão de obra e intervenção humana em todas as operações?
Ao analisar esse cenário e todas essas possibilidades e questionamentos, muitas são as incertezas. Porém, arrisco dizer que vislumbro um motorista do futuro como um analista de dados, um operador de máquina treinado para fazer a gestão da máquina, analisando a operação e intervindo na máquina a qualquer momento e utilizando de sua experiência para qualquer necessidade imediata de intervenção na condução.
Observo que inúmeras empresas no Brasil já passam por um processo de transformação de seu perfil de motorista, treinando e exigindo cada vez desempenho operacional de seus profissionais para operar equipamentos cada vez mais conectados e eficientes. Neste sentido, o profissional que tiver resistência a mudança ou aversão a utilização a tecnologia terá seu cargo comprometido, configurando um problema para as transportadoras do nosso país, que já encontram dificuldade para encontrar mão de obra qualificada em determinadas regiões do país, que poderá ser agravada a cada ano que passa com a necessidade de um profissional cada vez mais técnico e com nível de escolaridade mais alto.
Devemos considerar que a realidade dos caminhões autônomos dependerá das condições de nossas rodovias, infraestrutura e sinalização para que esses novos equipamentos consigam desempenhar o seu trabalho autônomo de forma eficiente e segura e sabemos que ainda temos um longo trabalho pela frente e o país precisa de muitos investimentos para que essa realidade seja consolidada.
Por: Ricardo Filho – COMJOVEM Belém