por comjovem | jun 26, 2019 | Artigos, Núcleo Campinas
Os impactos deste conflito nas empresas de transporte rodoviário de cargas e na vida da população dos grandes centros urbanos.
Atualmente estamos habituados a conviver com as mais diversas tecnologias, e através delas, constantemente surgem inovações de produtos e serviços que beneficiam os consumidores dos mais variados níveis. Porém, como nem tudo são flores, muitas vezes estas inovações esbarram em burocracias que desestimulam empreendedores em suas iniciativas.
Para exemplificar o contexto acima citado, podemos mencionar o recente caso ocorrido na cidade de São Paulo, envolvendo a empresa especializada em micromobilidade urbana, Grow Mobility, e a prefeitura do município. A start-up que conta com mais de 135 mil patinetes e bicicletas em sete países diferentes da América Latina, teve centenas de seus patinetes apreendidos pela prefeitura municipal de São Paulo. O motivo da apreensão segundo o órgão governamental, seria o fato de a empresa não ter realizado o credenciamento previsto na legislação, porém a empresa alega que a ação da prefeitura foi ilegal e fere o direito de escolha dos paulistanos.
No final das contas o que parece haver é um desequilíbrio entre as partes, pois há de se concordar que todos os negócios devem de fato seguir regras para que haja um ambiente saudável para os consumidores, porém a pergunta que fica é: até onde o estado deve intervir na iniciativa privada?
Regras que muitas vezes são no mínimo mal elaboradas, acabam por prejudicar a população, a quem os órgãos públicos devem servir. Exemplo disso é o fato de que os aplicativos de micromobilidade urbana podem auxiliar no desafogamento das vias da cidade paulistana, o que consequentemente acarreta na melhoria da qualidade de vida da população local, afinal de contas, o trânsito é um dos fatores que mais causam estresse nos indivíduos residentes em grandes cidades.
Os benefícios gerados pela utilização destes aplicativos podem se estender para empresas de transporte rodoviário de cargas que utilizam as malhas viárias das grandes cidades para realizar a distribuição de produtos nos pontos determinados, principalmente no modo fracionado de cargas. Sabemos que o último quilômetro da logística de distribuição (carga fracionada) é sempre o mais custoso, pois demanda maior quantidade de colaboradores e equipamentos, e pelo fato de quase sempre ter sua produtividade comprometida pelo trânsito denso.
Podemos concluir então que empresários do setor de transporte rodoviário de cargas, principalmente os que atuam em grandes centros urbanos, como é o caso da cidade de São Paulo, devem apoiar este tipo de iniciativa de micromobilidade urbana, através dos órgãos representantes da classe junto ao governo, para que tanto empresas quanto a população de forma geral, sejam beneficiados por iniciativas como a da empresa Grow.
Fontes: sites: G1 – Revista Exame – Pequenas Empresas Grandes Negócios.
Responsável: João Victor Dalanora Pequeno.
por comjovem | jun 18, 2019 | Artigos, Núcleo Campinas
Como Lucrar com sua equipe?
Nos perguntamos inúmeras vezes como fazer sua equipe ter performance elevadas e alcançar os melhores resultados.E não é possível ter sucesso e ser lucrativo sem uma boa equipe, e para construir uma equipe lucrativa é necessário saber quais resultados desejamos alcançar, definir estratégia e inserir as pessoas que se enquadra no perfil de cada setor.
Equipe Lucrativa. Como construir?
– Apresente aos colaboradores sua visão, onde quer chegar e quais resultados quer obter. Colaborador engajado é o primeiro passo para ter uma equipe de alta performance.
– Faça que o ambiente entre os colaboradores seja leve; Pratique o brainstorming na equipe, sempre haverá ideias brilhantes; Empodere seus colaboradores, todos no mesmo objetivo; Dê fedback constante para a equipe; Compartilhe conhecimento com todos;
– Treine sua equipe e os desafie com o intuito de buscar sempre o melhor para a empresa. Trasse planos de carreira, motive e reconheça. Uma equipe engajada e reconhecida, naturalmente o sucesso acompanhe e nos apresente os melhores resultados.
Responsável: Rider Marques Simões
por comjovem | jun 12, 2019 | Artigos, Núcleo Centro Oeste Mineiro
O Transporte é essencial na economia de qualquer país, pois é o responsável pela movimentação de matérias primas e produtos. No Brasil, o transporte rodoviário é o meio mais utilizado para a movimentação de cargas, devido à grande malha rodoviária, por causa da extensão do território nacional e por ter pouca disponibilidade dos outros modais de transporte (ferroviário, aéreo, aquaviário e dutoviário).
O Transporte Rodoviário é muito usado por causa do seu baixo custo e pela grande disponibilidade que temos no Brasil. E também, conforme Novaes (2007), uma das principais vantagens do transporte rodoviário é levar os produtos para todas as áreas que tenham expressão econômica e necessitam desse tipo de serviço.
Comparado aos outros modais de transporte o Transporte Rodoviário de Carga tem um custo pequeno de manutenção dos veículos que transportam as cargas e se destaca pela facilidade de entrega de mercadoria ao cliente podendo chegar a quase todo território.
Reduzir os custos e ter a satisfação do cliente torna a empresa altamente competitiva, mas para se manter assim é necessário reavaliar os custos constantemente. Entende-se que a maioria dos custos no transporte rodoviário de carga é de origem variável.
Segundo Fleury, Wanke e Figueiredo (2000, p. 251): “O principal desafio da logística moderna é conseguir gerenciar a relação entre custo e nível de serviço”. Cada vez mais os clientes estão exigindo serviços melhores, porém não estão dispostos a pagar mais por isso. O preço se tornou um qualificador e o nível do serviço um diferenciador, perante o mercado.
FLEURY, PAULO FERNANDO; WANKE, PETER; FIGUEIREDO, KLEBER FOSSATI
Logística empresarial. 1 ed. São Paulo: Atlas, 2000.
NOVAES, Antonio Galvão. Logística e gerenciamento da cadeia de distribuição: estratégia, operação e avaliação. 3 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007.
Responsável: Hudson Mateus Almeida Rabelo
por comjovem | jun 12, 2019 | Artigos, Núcleo Centro Oeste Mineiro
Com a globalização do mundo atual as empresas prestadoras de serviço estão cada vez mais buscando excelências em seus negócios, não apenas sendo bons prestadores de serviço ou vendedor de produtos bons, mas se organizando para ter algum diferencial na alta concorrência que o mercado traz pros dias de hoje. Desenvolver um controle de custo é essencial nessa batalha.
Para ter um controle de custo eficaz primeiro precisamos saber o que realmente é um Controle de Custos. “Controlar significa conhecer a realidade, compará-la ao que deveria ser, tomar conhecimento rápido das divergências e tomar medidas para a correção de tais desvios”. Com o conceito de Controle, temos as etapas a serem desenvolvidas para que esse controle seja eficaz. O principal item que devemos ter para fazer um controle de custos de sucesso é uma ferramenta que seja satisfatória, que tenha claramente um objetivo e que seja realmente útil para gestão de uma empresa. Deve se definir como esse controle deve ser alimentado e as pessoas envolvidas na alimentação deste controle de custos, que é de suma importância, que o sucesso de qualquer sistema de informações depende das pessoas que o alimentam e o fazem funcionar.
Treinamento de pessoal, informações simples e objetivas claras para quem irá alimentar o controle saber a importância do seu trabalho, são fatores fundamentais para o sucesso do controle de custos. O sistema deve ser implantado de forma gradativa, iniciando com formulários e informações simples, que sejam fáceis de obter. À medida que as resistências forem sendo vencidas e a utilização se tornar rotineira, evolui-se para uma próxima etapa, aumentando a complexidade das informações e, consequentemente, gerando relatórios mais completos para tomada de decisão.
Controlar os custos é fundamental para a sobrevivência de qualquer empresa. Saber de onde vem e porque ocorrem e fazer a avaliação periodicamente dos custos faz com que a empresa tenha mais comprometimento da sua receita/despesas. O controle de custos gera uma das principais informações para que a empresa não tenha prejuízo que é o quanto ela precisa faturar para começar a ter lucros. O ponto de equilíbrio financeiro é fundamental para o sucesso de qualquer empresa. O custo influencia diretamente no preço do produto. Alguns autores afirmam que o custo é o principal fator para compor o preço de venda como. O custo influencia diretamente no preço do produto.
Implementar a gestão de custos em uma empresa, leva a tomadas de decisões mais acertadas e faz com que a empresa possa se basear em uma gestão estratégica de custos.
Uma gestão eficiente é diferenciada por como os dados gerados para a empresa são informados e a sua relevância diante do que se precisa saber. É preciso conhecer não só o que se ganha, mas também o que é gasto e onde é gasto.
O maior trade-off, é justamente gerenciar a relação entre custos e o nível de seus serviços. A falta de informações de custos reais afetam diretamente a tomada de decisão e assim o controle das atividades são necessários conjunto de criação de ferramentas gerenciais de controle.
Para sua empresa definir que tipo de ferramenta de Controle de Custos que será usada, Quem irá tomar as decisões deve conhecer todas as informações que serão disponibilizadas nessa ferramenta e saber quais as decisões poderão ser tomadas a partir do conteúdo disponibilizado. O grau de importância desta ferramenta também influencia na criação da mesma, se ela será apenas uma planilha de cálculo ou se a empresa terá que investir em uma implementação de um sistema/software especifico para o controle.
Sabendo o que deve ser controlado, como será controlado e quais informações estes controles irão gerar, chega a parte de analisar como usar essas informações e de qual jeito tomar decisões sobre elas. Calcular os índices de desempenho e o equilíbrio entre faturamento e custos são alguma das informações que a gestão de custos irá trazer.. Em uma análise inicial dos dados coletados, é possível visualizar onde estão os maiores custos envolvidos, além disso, é possível perceber a relação dos custos envolvidos com o faturamento da empresa. Essas análises básicas dão início ao processo de gestão de custos, que será aprimorado no decorrer do tempo, conforme a empresa adquire experiência no manuseio dos dados coletados.
Responsável: Hudson Mateus Almeida Rabelo
por comjovem | jun 3, 2019 | Artigos, Núcleo Sul de Santa Catarina
O Transporte Rodoviário de Carga (TRC) movimenta em quantidade de produtos praticamente 61% de tudo que é transportado, segundo a Confederação Nacional de Transportes (CNT, 2017). Os produtos que são transportados no mundo em algum momento estarão sobre um caminhão, uma vez que nada chega a nossas casas através de barcos ou trens.
Assim, qualquer medida para reduzir os índices de consumo trará ganhos financeiros e aumentará a produtividade com a consequente rentabilidade do TRC. Além deste ponto de rentabilidade, que é muito importante, temos ainda a questão ambiental, pois todos os veículos são emissores de diversos gases nocivos à saúde do ser humano. Por estas razoes não podemos errar na especificação dos veículos e nunca deixar de treinar os motoristas para auxiliar na redução de emissões, e aumento da segurança nas estradas através da direção econômica.
O óleo diesel representa grande parte dos custos e sem grandes perspectivas em larga escala para substituição deste, a racionalização é de grande importância. O sistema de custos tem seu principal objetivo gerar informações sobre oportunidades de melhorias nos desempenhos das empresas, em termos do resultado econômico (BRUNI; FAMÃ, 2008).
Contudo, o fator mais elementar com efeitos sobre a economia é a maneira de dirigir. Para uma operação econômica, o veículo deve ser conduzido de uma forma previdente, evitando-se acelerações e frenagens frequentes e desnecessárias. A velocidade do veículo deve ser compatível com as condições de tráfego e as marchas devem ser selecionadas de forma criteriosa para assegurar o funcionamento do motor, sempre que possível, dentro do regime de rotação mais econômico (MERCEDES-BENZ, 2007).
Nos treinamentos de direção partimos do princípio do conhecimento adquirido pelo motorista, fica a ele o poder de decisão sobre aplicá-lo ou não de acordo com sua motivação para realização de sua tarefa. A motivação humana se refere às razões pelas quais as pessoas se comportam de certo modo. Em termos gerais, a motivação pode ser descrita pelo direcionamento e a persistência de determinada ação. Isto está relacionado com a escolha que as pessoas fazem de um particular curso de ação, e porque continuam muitas vezes por longos períodos, mesmo encontrando grandes dificuldades a fazerem as mesmas coisas (SILVA, 2004).
Assim, cabem as fábricas de veículos incorporarem, criar e desenvolver ferramentas que possam transformar os ativos imobilizados dos transportadores em softwares altamente parametrizáveis. Os caminhões precisam acima de tudo darem segurança nas rodovias para nossos motoristas e para terceiros, mas entregarem o resultado almejado, independente do operador. Embora o caminhão traga algumas ferramentas de gestão ainda somos muito dependentes dos condutores, e todo o mundo sabe o risco disto. Quem de nós nunca usou o celular ao volante para realizar uma ligação ou mesmo digitar uma mensagem? A tecnologia salvará vidas e trará excelentes resultados operacionais.
BRUNI, Adriano Leal; FAMÁ, Rubens. Gestão de custos e formação de preços: com aplicações na calculadora HP 12c e Excel. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2008.
CNT. Anuário CNT do Transporte 2017. Disponivel em: http://anuariodotransporte.cnt.org.br/2018/Rodoviario/1-1-/Principais-dados. Acesso em: 9 nov. 2018.
MERCEDES BENZ. Manual de operação. Campinas: Daimler Chrysler do Brasil Ltda, 2007.
SILVA, Reinaldo Oliveira da. Teorias da administração. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2004.
Responsável: Fernando Natal
por comjovem | jun 3, 2019 | Artigos, Núcleo Sul de Santa Catarina
Programa de Participação nos Resultados é uma ferramenta utilizada pelos empresários para incentivar os funcionários a atingir as metas de produtividade.
O conceito para Roberto Barchik Sócio-consultor da GO!BRZ Consultoria Empresarial:
O PPR é um programa que possibilita premiar os empregados a partir do atingimento ou superação de metas pré-estabelecidas e negociadas. Basicamente, utiliza valores pecuniários para remunerar o esforço das pessoas por atingir melhores resultados e assim, além da satisfação delas, eleva os níveis de resultados das empresas. Fonte: https://administradores.com.br/artigos/programa-de-participacao-nosresultados-muito-mais-que-um-beneficio-e-um-instrumento-de-gestao-paraalcance-dos-objetivos-empresariais
A modelagem simples de um Programa de PPR é o segredo de seu sucesso, pois assim poderá ser compreendido por todos os níveis hierárquicos da empresa, devendo também demonstrar transparência e ética por parte da empresa na condução do processo de implementação e manutenção desta nova política.
Contudo, a fórmula eficaz é aquela capaz de aguçar o espírito de equipe entre os empregados e estimular a ajuda mútua efetiva entre eles. Além de gerar uma cobrança por melhor performance. Tudo isso com uma mecânica simples e transparente, para que possa ser facilmente assimilada por todos.
Assim, o comprometimento dos funcionários faz com que a produção tenha o desempenho planejado pela direção da empresa, visto que o incentivo geral uma sintonia entre os funcionários, pois todos querem participar do crescimento e dos objetivos da empresa.
Temos exemplos de empresas que aumentaram significativamente a sua produção como citou o Sr. Filipe Colombo, da empresa Anjo Química, que um dos primeiros incentivos foi para a produção de massas plásticas, onde teve uma surpresa, pois teve equipe de funcionários que aumentou a produção em 300% (trezentos por cento) e esse com esse resultado que passou aplicar PPR em outras áreas da empresa.
No nosso ramo de transporte, especificamente com os motoristas de viagem, podemos aplicar com alguns parâmetros:
- Comissão por quantidade de viagens completadas;
- Comprometimento na entrega;
- Economia de combustível;
- Economia de lonas de freio;
- Economia de pneu;
- Conservação do veículo;
- Não ocorrência de acidentes de trânsito;
- Não ocorrência de avarias na carga;
É visível que para cada empresa existe um parâmetro para aplicar um Programa de Participação nos Resultados, podendo ser analisado conforme a combinação de eixos do veículo, a rota traçada, tipo de mercadoria transportada.
Todavia, ao aplicar o PPR devemos observar acordo ou convenções coletivas do sindicato e leis para que não seja praticado de forma ilegal, pois pode gerar problemas futuros.
Desta forma, o plano aplicado de forma adequada e equilibrada entre a empresa e seus funcionários cria integração entre ambos e faz com que alavanque os resultados da empresa.
Responsável: Kate Machado Mendes