II Encontro da COMJOVEM Sul supera expectativas

II Encontro da COMJOVEM Sul supera expectativas

O primeiro dia do II Encontro da COMJOVEM Sul foi marcado por muita troca de informação e experiência. Nas palestras que enriqueceram a programação, os discursos foram alinhados em temas como sucessão nas empresas de Transporte Rodoviário de Cargas, personificação do negócio com foco no cliente, uso de inteligência artificial e valor do negócio.

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O evento começou na tarde de quarta-feira, 10 de abril, e seguiu até sexta-feira, 12, em Florianópolis.

Ainda na abertura do evento, a coordenadora nacional da ComJovem, Ana Carolina Jarrouge, valorizou a iniciativa e fundamentou seu discurso no tripé ética, crítica e jovem. Termos que foram enaltecidos nas falas do vice-coordenador, Antônio Ruyz, e dos presidentes das federações do Paraná (Fetranspar) e Santa Catarina (Fetrancesc), Sérgio Malucelli e Ari Rabaiolli, além do presidente do Setcergs, João Jorge Couto da Silva.

Para Rabaiolli, que representa o Estado anfitrião do evento, valorizar o jovem é fundamental. Ele fez questão de enaltecer a atuação da COMJOVEM em SC e destacou que quer os núcleos ainda mais perto da federação. Além disso, ele salientou que os integrantes dos núcleos são fundamentais para a mudança no relacionamento com o cliente e o associado, “no olhar para o associado acima de tudo”.

Mindset – O cliente precisa experimentar o negócio para dar o verdadeiro valor a ele. Esta foi a defesa do diretor da Transpocred, Willian Oliveira, na palestra de abertura do Encontro. “Precisamos personificar o negócio e transformar a burocracia em exceção”, disse.

Oliveira explicou que para chegar neste objetivo é preciso estabelecer o negócio em humildade, diversidade, generosidade e urgência. “Isso tudo faz zelar pelo ciclo de vida do consumidor”, finalizou. 

Inteligência Artificial – O uso das informações certas é a chave para a comunicação eficaz e eficiente com o cliente, segundo Ebru Semizer, do marketing da MercedesBenz. Ela falou sobre o uso de inteligência artificial como aliado para os processos das empresas.

“Dados desestruturados comunicam para a massa. Mas, se eles forem estruturados, fazemos o marketing individual, acompanhando a jornada do cliente”, comentou ao reforçar que existem ferramentas para contribuir com este trabalho. Exemplo disso é a FleetBoard, ferramenta da própria MercedesBenz que monitora todos os dados do caminhão. 

Vender Valor – A venda de valor em um mercado que busca preço foi a defesa do diretor Comercial, Marketing e Pós-Venda da Autotrac, Márcio Toscano. Segundo ele, a evangelização da marca começa dentro de casa e é imprescindível no processo para colocá-la no “topo da cadeia de valor para o cliente”. Ele reforçou, inclusive, o discurso da primeira palestra, da Transpocred, ao afirmar que “não podemos vender preço. Precisamos oportunizar experiências. É isso que à Autotrac faz”.

Gestão de emoções 

Gestão de emoções foi o tema das discussões na manhã de quinta-feira, 11 de abril. A programação se estendeu ao longo de todo o dia com diversas palestras e networking.

Ainda pela manhã, os jovens empresários escutaram o diretor geral da Trade Vale, Daniel Andrade, sobre os riscos operacionais, técnicos e civis no Transporte Rodoviário de Cargas.

O segundo momento do evento, à tarde, foi para orientações sobre como deixar a frota do transportador mais eficiente, em uma palestra da Alelo. Em seguida, foi a vez de um workshop sobre produtividade, com César Urnani. Na abordagem, o foco foi em direção defensiva, segura e econômica.
E, por fim, os participantes tiveram a oportunidade de integrar uma rodada de negócios com todos os patrocinadores do evento.

Palestra Lucas Gonzalez

Um transportador que, cansado do cenário político, resolveu contribuir para transformação do Brasil. Lucas Gonzalez, eleito deputado federal por Minas Gerais em 2018, encerrou o II Encontro da COMJVOEM Sul, na manhã de sexta-feira, 12 de abril.Gonzalez falou sobre a trajetória no Transporte Rodoviário de Cargas, por meio do qual também integrou a COMJOVEM, e as razões pelas quais deixou a empresa de lado e ingressou na vida pública. “O futuro da política passa pela maior mobilização da sociedade civil. Portanto, se a gente quer uma nova política, a mudança tem que começar pela sociedade civil”, comentou.

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Ele explicou o dia a dia da vida de deputado e comentou as reformas estruturantes para o Brasil, com destaque para a Reforma da Previdência, em tramitação na Câmara dos Deputados. Segundo Gonzalez, ela está bem desenhada, no entanto, avaliou que os imbróglios ocorrem pela falta de diálogo entre Executivo e Legislativo.

“Tenho certeza de que, sendo aprovada, será possível injetar mais recursos nas áreas essenciais para a sociedade, como educação e saúde, hoje tão carentes de investimentos”, pontuou ao sinalizar que acredita em um desfecho ainda no primeiro semestre.

Lucas Gonzalez adiantou que a próxima Reforma será a Tributária e ela deverá ser sustentada em simplificação, primeiramente, seguida da diminuição da carga (ou enxugamento).

II Encontro da COMJOVEM Sul supera expectativas

II Encontro da COMJOVEM Sul supera expectativas

O primeiro dia do II Encontro da COMJOVEM Sul foi marcado por muita troca de informação e experiência. Nas palestras que enriqueceram a programação, os discursos foram alinhados em temas como sucessão nas empresas de Transporte Rodoviário de Cargas, personificação do negócio com foco no cliente, uso de inteligência artificial e valor do negócio.

 

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O evento começou na tarde de quarta-feira, 10 de abril, e seguiu até sexta-feira, 12, em Florianópolis.

Ainda na abertura do evento, a coordenadora nacional da ComJovem, Ana Carolina Jarrouge, valorizou a iniciativa e fundamentou seu discurso no tripé ética, crítica e jovem. Termos que foram enaltecidos nas falas do vice-coordenador, Antônio Ruyz, e dos presidentes das federações do Paraná (Fetranspar) e Santa Catarina (Fetrancesc), Sérgio Malucelli e Ari Rabaiolli, além do presidente do Setcergs, João Jorge Couto da Silva.

Para Rabaiolli, que representa o Estado anfitrião do evento, valorizar o jovem é fundamental. Ele fez questão de enaltecer a atuação da COMJOVEM em SC e destacou que quer os núcleos ainda mais perto da federação. Além disso, ele salientou que os integrantes dos núcleos são fundamentais para a mudança no relacionamento com o cliente e o associado, “no olhar para o associado acima de tudo”.

Mindset – O cliente precisa experimentar o negócio para dar o verdadeiro valor a ele. Esta foi a defesa do diretor da Transpocred, Willian Oliveira, na palestra de abertura do Encontro. “Precisamos personificar o negócio e transformar a burocracia em exceção”, disse.

Oliveira explicou que para chegar neste objetivo é preciso estabelecer o negócio em humildade, diversidade, generosidade e urgência. “Isso tudo faz zelar pelo ciclo de vida do consumidor”, finalizou. 

 

Inteligência Artificial – O uso das informações certas é a chave para a comunicação eficaz e eficiente com o cliente, segundo Ebru Semizer, do marketing da MercedesBenz. Ela falou sobre o uso de inteligência artificial como aliado para os processos das empresas.

“Dados desestruturados comunicam para a massa. Mas, se eles forem estruturados, fazemos o marketing individual, acompanhando a jornada do cliente”, comentou ao reforçar que existem ferramentas para contribuir com este trabalho. Exemplo disso é a FleetBoard, ferramenta da própria MercedesBenz que monitora todos os dados do caminhão. 

 

Vender Valor – A venda de valor em um mercado que busca preço foi a defesa do diretor Comercial, Marketing e Pós-Venda da Autotrac, Márcio Toscano. Segundo ele, a evangelização da marca começa dentro de casa e é imprescindível no processo para colocá-la no “topo da cadeia de valor para o cliente”. Ele reforçou, inclusive, o discurso da primeira palestra, da Transpocred, ao afirmar que “não podemos vender preço. Precisamos oportunizar experiências. É isso que à Autotrac faz”.

Gestão de emoções 

Gestão de emoções foi o tema das discussões na manhã de quinta-feira, 11 de abril. A programação se estendeu ao longo de todo o dia com diversas palestras e networking.

 

Ainda pela manhã, os jovens empresários escutaram o diretor geral da Trade Vale, Daniel Andrade, sobre os riscos operacionais, técnicos e civis no Transporte Rodoviário de Cargas.

O segundo momento do evento, à tarde, foi para orientações sobre como deixar a frota do transportador mais eficiente, em uma palestra da Alelo. Em seguida, foi a vez de um workshop sobre produtividade, com César Urnani. Na abordagem, o foco foi em direção defensiva, segura e econômica.
E, por fim, os participantes tiveram a oportunidade de integrar uma rodada de negócios com todos os patrocinadores do evento.

Palestra Lucas Gonzalez

Um transportador que, cansado do cenário político, resolveu contribuir para transformação do Brasil. Lucas Gonzalez, eleito deputado federal por Minas Gerais em 2018, encerrou o II Encontro da COMJVOEM Sul, na manhã de sexta-feira, 12 de abril.Gonzalez falou sobre a trajetória no Transporte Rodoviário de Cargas, por meio do qual também integrou a COMJOVEM, e as razões pelas quais deixou a empresa de lado e ingressou na vida pública. “O futuro da política passa pela maior mobilização da sociedade civil. Portanto, se a gente quer uma nova política, a mudança tem que começar pela sociedade civil”, comentou.

 

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Ele explicou o dia a dia da vida de deputado e comentou as reformas estruturantes para o Brasil, com destaque para a Reforma da Previdência, em tramitação na Câmara dos Deputados. Segundo Gonzalez, ela está bem desenhada, no entanto, avaliou que os imbróglios ocorrem pela falta de diálogo entre Executivo e Legislativo.

“Tenho certeza de que, sendo aprovada, será possível injetar mais recursos nas áreas essenciais para a sociedade, como educação e saúde, hoje tão carentes de investimentos”, pontuou ao sinalizar que acredita em um desfecho ainda no primeiro semestre.

Lucas Gonzalez adiantou que a próxima Reforma será a Tributária e ela deverá ser sustentada em simplificação, primeiramente, seguida da diminuição da carga (ou enxugamento).

II Encontro COMJOVEM Sul acontece de 10 a 12 de abril

Os três estados do Sul do Brasil têm núcleos muito ativos da Comissão de Jovens Empresários e Executivos de Transporte e Logística.  Neste cenário, o coordenador da COMJOVEM Porto Alegre, Marcus Vinicius Couto da Silva, informa que a partir dessa representatividade decidiram organizar um encontro regional, nos moldes dos eventos realizados em São Paulo. 

Segundo ele, este acontecimento denominado como II Encontro COMJOVEM Sul, programado para o período de 10 a 12 de abril de 2019, em Florianópolis (SC), está aberto para todos os núcleos, inclusive com participantes de outros estados brasileiros. “Porém, a organização é feita pelos grupos do Paraná, Santa Catarina e do Rio Grande do Sul”, observa.  Lembra que a primeira edição ocorreu durante a 20ª TranspoSul, no período de 27 a 29 de junho de 2018, em Bento Gonçalves, na Serra Gaúcha. 

“Nosso objetivo do Encontro Regional é proporcionar novas experiências envolvendo inovação, novos negócios e networking para os participantes”, destaca Marcus Vinicius.

Apoiadores  Ressalta que o evento tem o apoio da FETRANSUL, FETRANCESC e FETRANSPAR. Também conta com o aval da NTC e da COMJOVEM Nacional. “Todos os sindicatos que possuem núcleos da COMJOVEM nos três estados são parceiros do evento”, garante Marcus Vinicius. 

Com discussão sobre o futuro do setor, o encontro terá a participação dos presidentes das três federações e de vários sindicatos do Sul. 
Para o sucesso da programação, Marcus Vinicius anuncia a presença do presidente da CNT, Vander Costa. “Ele vai fazer o fechamento do primeiro dia, falando sobre a situação do setor e planos e metas na sua gestão à frente da Confederação”.

Também evidencia o comparecimento do deputado federal, de Minas Gerais, Lucas Gonzales. “Eleito pelo Partido Novo, o parlamentar vai palestrar no último dia do evento sobre o “Futuro da Política no Brasil”. “Cabe salientar que o parlamentar pertence ao Núcleo da COMJOVEM de Belo Horizonte”, informa o coordenador.

Estimando a presença de 120 participantes, onde cerca de 60% jovens empresários que pertence aos núcleos do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, Marcus Vinicius, explica a escolha por Florianópolis para sediar o segundo encontro. 

Patrocinadores 

O evento terá a cobertura dos canais oficiais da COMJOVEM Nacional, em todas as redes sociais e está contando com as seguintes empresas patrocinadoras:

Alelo Brasil

Autotrac Comércio e Telecomunicações

Consórcio Scania Brasil

Iveco BrasilIvo Recap  

MAN Latin América

Mercedes-Benz do Brasil

Trade Valle Seguros

Transpocred Cooperativa de Crédito 

Volvo Dicave

 

Programação

10 de abril

12 h – Almoço

14 h – Abertura do Evento

15h30 – Mindset do Ciclo da Prosperidade, como você e seu negócio podem ser transformadores na nova economia – TRANSPOCRED

16H30 – Coffee

16h30 – Inteligência Artificial no dia a dia – Data Driven Marketing – MERCEDES-BENZ

17h 45 – Case de Sucesso: Aumento da eficiência operacional em empresas do Sul – Entenda a diferença entre preço e valor – AUTOTRAC

18h45 – Pit Stop Patrocinadores

19h 30 – Encerramento

20h30 – Jantar

 

11 de abril

8h30 – Workshop Conquer – Gestão de Emoções

10h30 – Riscos Operacionais, Técnicos e Civis no Transporte Rodoviário de Cargas – TRADE VALLE

12h – Almoço14 h – Como deixar sua frota mais eficiente – ALELO

15 h – Workshop Conquer – Gestão da Produtividade

16h30 – Coffee 

16h45 – Rodada de Negócios – Patrocinadores

18h30 – Encerramento20 h – Confraternização

12 de abril

8h30 – Crescimento Acelerado /Desafios e Oportunidades em Empresas Familiares – Case BBM Logística S/A

9h30 – Gestão de Pneus e sua Importância – IVO RECAP

10h30 – Coffee

10h45 – O futuro da Política Brasileira – Deputado Federal (MG) Lucas Gonzáles

12h30 – Encerramento

Mais informações com as coordenações dos Núcleos COMJOVEM de Porto Alegre, Curitiba e Sul de Santa Catarina.

Associativismo

A expressão associativismo designa, por um lado à prática social da criação e gestão das associações (organizações providas de autonomia e de órgãos de gestão democrática: assembleia geral, direção, conselho fiscal) e, por outro lado, a apologia ou defesa dessa prática de associação, enquanto processo não lucrativo de livre organização de pessoas para a obtenção de finalidades comuns.

Para uma vertente mais empresarial, o associativismo empresarial pressupõe que as empresas utilizam a cooperação/colaboração para defender e potencializar o seu segmento e melhorar as suas estratégias competitivas.

O associativismo pode é e pode funcionar como uma ferramenta estratégica para o crescimento empresarial.

Os principais motivos que levam as empresas a associarem-se são:

  • Partilha de ideias e experiências para resolver problemas, com o objetivo de expansão e desenvolvimento do negócio;
  • Elaboração de pesquisas de mercado e campanhas promocionais com vista a aumentar a sua competitividade no mercado;
  • Procura de formação profissional, visando melhorias na gestão do negócio, na qualidade do trabalho e no atendimento dos clientes;
  • Partilha de custos para obtenção de maiores lucros;
  • Procura de independência e convergência de interesses.

Sob a perspectiva econômica, observa-se que a união de empresas permite-lhes obter melhores resultados, beneficiar de economias de escala, maior poder de negociação e redução de riscos. É por esta razão que os agentes econômicos procuram a cooperação para maximizarem a sua satisfação individual. É possível perceber a diversidade de benefícios que decorre do associativismo entre as empresas, sobretudo para as empresas de pequena dimensão:

  • Fortalecimento da capacidade de ação das empresas perante os mais diversos atores, através da união de esforços conjuntos;
  • Obtenção de economias de escala e ganhos relativos ao poder de mercado, nomeadamente maior poder de negociação junto de fornecedores e de clientes;
  • Criação e disponibilização de soluções coletivas, como por exemplo, serviços de garantia de crédito, prospecção de oportunidades de negócios, infraestruturas, desenvolvimento de produtos e sistemas de informação;
  • Redução de custos e riscos relativos de ações e investimentos que podem ser assumidos coletivamente. Por exemplo, diminuição dos custos de prospecção, produção, informação e inovação;
  • Acumulação de capital social pela partilha de normas e valores e pela criação de confiança entre os associados, proporcionando maior abertura para a discussão de problemas, igualdade na repartição dos resultados obtidos, partilha do poder, ajuda mútua e aprendizagem coletiva;
  • Condições mais favoráveis nas atividades de inovação, facilitando a interação e a parceria com diversas instituições nacionais e internacionais, tais como: governo, centros de tecnologia, universidades e empresas de grande dimensão.

Temos no TRC um grande exemplo de união. Trata-se do grupo G10 que está entre as cinco maiores empresas no ramo de transporte rodoviário do Brasil. Sediado em Maringá (PR) é um grupo formado por cinco empresas independentes que, afim de alinharem mais qualidade e agilidade ao modal, utilizam novas tecnologias somadas à competência de sua gente, para assim fazer da logística um elo ainda mais forte para geração de receitas no País. Nascido no ano 2000, o Grupo G10 tem a missão de prosperar na vanguarda tecnológica dos sistemas de gestão e transporte de cargas, com profissionalismo, excelência nos serviços e a constante criação de sólidas parcerias comerciais. Atualmente, as empresas do grupo contam com uma sede onde estão as respectivas matrizes, dois pátios de triagem, além de unidades distribuídas pelos principais pontos de embarque no País. A estrutura humana das empresas que compõem o Grupo G10 possui um quadro de colaboradores com 730 funcionários internos, mais de 1.500 motoristas especializados, além de um banco de dados com mais de 25.000 caminhões de terceiros cadastrados. A soma das frotas de veículos conta com 1.600 caminhões entre graneleiros, baús e tanques, todos novos, com menos de quatro anos de uso, equipados com o mais alto padrão de segurança, conforto e tecnologia.

Assim, podemos concluir que as maneiras e alternativas de cooperação são as mais variadas possíveis, e trazendo a máxima de que a união faz a força. Sempre!

Responsável: Fernando Rabello Natal

Atual Política de Preços da Petrobrás

A atual política começou a prevalecer em Outubro/2016, neste ano, a Petrobrás explicava que os reajustes eram embasados na equivalência do mercado internacional (volatilidade da taxa de câmbio, valores de estadias em portos, lucro e impostos/tributos), também ressaltava que os reajustes eram realizados somente uma vez ao mês. Porém durante o decorrer dos anos, na prática, estes reajustes eram realizados muitas vezes ao mês, sendo que em maio de 2018 foram feitas cinco altas consecutivas devido aos derivados no mercado internacional, variação do preço do petróleo e taxa de câmbio.

Com a política de preços instituída em 2016, a vantagem atendia somente os setores privados, produtores norte-americanos e importadores que ganhavam com isso, sendo que se torna desvantagem para os consumidores brasileiros que ficavam no prejuízo, em outras palavras, perdiam a maioria dos brasileiros que consumiam direta e indiretamente os combustíveis com preços altos, perdiam a União e os estados federados com os impactos recessivos e da arrecadação causados por preços elevados dos combustíveis.

Com esta nova adoção, anunciada em 2019, a mudança na política de preços com a minimização dos valores no mercado interno tem como potencial melhorar o desempenho corporativo, ou de ser neutra, caso esta redução nas refinarias seja significativa, por meio desta atual política de preços, a Petrobrás poderá recuperar o mercado entregue aos concorrentes e além de recuperar o mercado perdido, o tamanho deste tende a se expandir porque a demanda se aquece com preços mais baixos (vantagens).

A nota anunciada na mídia que “A Política de Preços pode variar, conforme a vontade do governo brasileiro”, torna-se uma vantagem, pois faz-nos acreditar que, futuramente, os valores praticados para os combustíveis (diesel e gasolina) passem a não acompanhar mais as variações externas. Sendo que, a desvantagem é que esta Companhia pode não dar garantias que a política de preços adotada e anunciada não venha sofrer modificações no futuro, subentendendo-se que a Petrobrás não cumprirá com esta nova política de preços, ao qual depende da vontade do governo brasileiro.

Responsável: Jhonatan Bongiolo Francisco

Política de Preços da Petrobras

Imaginem um grande setor da economia, e podemos exemplificar através da indústria. Está por sua vez passou por grandes transformações através do tempo e hoje mostra-se muito eficiente e competitiva mundialmente. Não estou de maneira alguma afirmando que não tem mazelas. Mas vamos ao nosso cenário imaginário. Esta mesma indústria eficaz tem a precificação do produto como fundamental para manutenção do negócio. Deve compor com propriedade seus custos, mas como produzir para vender onde seu maior insumo produtivo oscila diariamente para mais ou menos. Os contratos de venda já estão negociados. Não há como mudar nada! Quem irá ajudar a amortizar os custos encarecidos deste setor?

E é exatamente assim que estamos trabalhando desde primeiro de julho de 2017 quando a política de preços da Petrobrás com ajustes baseados no preço do dólar e barril de petróleo no mercado internacional passou a vigorar.

Para termos uma análise fiz um apanhado histórico até 8 de março de 2019.

Foram 240 ajustes, para mais ou menos, e o que representa em acréscimo em percentual de 47,87% sobre o preço praticado até aquele momento, considerando o aumento de 21 centavos em decorrência do PIS/COFINS em 20 de julho de 2017.

Ao comparar com anos anteriores, setembro de 2015 a junho de 2017, tivemos 10 ajustes e neste caso com de redução de 8,40%.

Alguém pode criticar meu posicionamento acerca dos números pois a governo a época comportava os aumentos e mascarava ao consumidor o que o mercado internacional praticava, mas também existem estudos que mostram que a realidade que a Petrobrás traz também não é legítima e o preço do diesel estaria majorado.

Também podemos criticar sobre a autenticidade de uma empresa estatal ter capital aberto e dar lucros exorbitantes. Esta por sua vez, deveria assumir o papel de trabalhar para o Brasil sendo auto-suficiente em produção e em desenvolvimento de tecnologias.

O que deve ser considerado é o fato de não existir a possibilidade de operar com tamanha flutuação sobre o maior insumo no transporte rodoviário brasileiro. Mas para não escrever somente criticando, uma sugestão que já ouvi e considero ser pertinente, é colocar um percentual sobre custo com diesel no TRC como passível de descontos sobre impostos federais. Enquanto isto não acontece os caminhões rodam e gastam diesel.

Responsável: Fernando Natal