por comjovem | out 1, 2022 | Artigos, Núcleo Curitiba
Com o crescimento e desenvolvimento da era digital e dos negócios online nos últimos anos, principalmente após a pandemia do covid-19 em 2020, o mercado tornou-se mais dinâmico e exige soluções eficientes e otimizações constantes.
Novas metodologias surgem como ferramentas de gestão para diminuir o desperdício de tempo e aumentar sua performance através de entregas rápidas e frequentes, ciclos de desenvolvimento curtos, otimização contínua dos processos e alinhamento entre todos os integrantes com um objetivo principal. Garantir a entrega mais rápida dos resultados e soluções oferecidas.
Um ditado popular que ganhou destaque no mundo das Startups diz: “Você não precisa ser o melhor. Mas precisa ser o primeiro”.
Exemplos destas metodologias ágeis são, Scrum; ferramenta utilizada principalmente para desenvolvimento de novos projetos e planejamento. Lean; foco em evitar desperdícios, gargalos e busca redução de custos. Kanban; é uma solução visual para gestão da execução de cada uma das etapas de um projeto ou processo.
Quando trazemos esta realidade para o nosso segmento do Transporte Rodoviário de Cargas, não é diferente. A logística 4.0 nos exige um aumento da produtividade, personalização e customização das soluções, agilidade na execução dos processos e entrega, compartilhamento on-time das informações e gestão ativa dos riscos envolvidos.
Estas metodologias, antes existentes e aplicadas somente no mercado digital, tem se mesclado com o mercado ainda em partes, analógico do TRC para facilitar o atingimento de todos estes objetivos.
Um exemplo aplicável é o Kanban. Implantado, testado e aprovado por pessoas que entende dos desafios do transporte. Em minha empresa montamos uma célula chamada PDC – Planejamento de Demanda Comercial. Nada mais é do que um Painel de Cargas Disponíveis. O time comercial capita as diversas cargas de FTL disponíveis no mercado em contratos existentes ou em modalidade spot. Estas cargas entram no painel como “disponíveis” e é neste momento que o trabalho dos operacionais começa alocando os veículos da frota, agregados ou terceiros. Profissionais espalhados a nível Brasil, tem acesso a estas informações e conforme forem contratando estes veículos, vão atualizado o status da carga para “em contratação/GR”, “veículo aguardando ordem de coleta”, “veículo em carregamento”, “aguardando expedição”, “veículo em viagem”. Neste instante, outro time, responsável pelo gerenciamento de risco e tráfego, inicia o seu trabalho de contato com os motoristas, traçando o plano da viagem e fazendo o monitoramento da carga e equipamento. Os status avançam para “chegada do veículo no destino”, “em processo de descarga”, “viagem concluída”. Nesta estação, outro grupo de colaboradores responsáveis pela administração recepcionam os canhotos digitalizados para dar sequência no encerramento do MDF-e e no faturamento e cobrança dos serviços prestados. Parte dos embarcadores possuem acesso as suas respectivas cargas o que permite a eles acompanharem o status da viagem e terem a confirmação da entrega realizada com sucesso.
Esta foi uma ferramenta que permitiu um entrosamento de todas as áreas da empresa em uma plataforma afim de agilizar o compartilhamento das informações entre as equipes com o intuito principal de atender nossos clientes de uma forma ágil e efetiva. Além de permitir aos gestores uma visualização on[1]time das demandas e dos atendimentos que estão em andamento, focando nos gargalos das cargas paradas ou próximas ao horário de coleta.
Uma torre de controle está envolvida em 100% do processo para garantir a execução e andamento das atualizações dos status. Regras de avisos foram criadas com degraus hierárquicos para escalar o tema conforme a necessidade.
Esta e outras metodologias podem e devem ser utilizadas no dia a dia da gestão de nossas empresas. E esta é uma característica COMJOVEM de Inovação. Tecnologia aplicada com conhecimento prático.
Por: Felipe Medeiros – COMJOVEM Curitiba
por comjovem | out 1, 2022 | Artigos, Núcleo Porto Alegre
Otimizar os processos logísticos e melhorar as operações são uma máxima em nosso setor. E para isso, as metodologias ágeis mostram-se o caminho para essas transformações. Por conceito, os métodos aceleram processos de um determinado projeto, envolvendo a divisão das entregas ao cliente em pequenos ciclos.
Com isso, quaisquer problemas podem ser corrigidos mais rapidamente e os planos podem ser revistos. Com o foco no cliente final e na entrega de valor, são projetados para incentivar o gerenciamento de processos, garantindo controle frequente e possíveis ajustes. Apresenta também, uma filosofia que promove o trabalho em equipe, a colaboração dos funcionários e a inteligência coletiva.
Esses métodos são um conjunto de práticas eficazes projetadas para entregar produtos de alta qualidade mais rapidamente, empregando estratégias que alinham o desenvolvimento do projeto com as necessidades do cliente e os objetivos da empresa, os dando a oportunidade de conhecer antecipadamente o resultado do trabalho, aumentando assim a sinergia entre a empresa, cliente e o projeto.
No transporte de cargas, sua aplicação, assim como em outras esferas do mercado, solicitam uma mudança de cultura na empresa, não sendo uma tarefa fácil na atualidade. Neste sentido, medir o real impacto que sua adoção causa na organização é fundamental, além dos benefícios serem palpáveis e necessários.
Alguns métodos eficazes para a logística de nossos negócios são: o Scrum, que favorece a segmentação de tarefas e a agilidade, como por exemplo o auxílio a manutenção corretiva de veículos; o Kanban, que dá prioridade à operação do gestor de maneira individual, sendo um bom método de organização pessoal; e o Lean Logistic, elaborado para desenvolver produtos de alta qualidade, e aplicado no uso de plataformas especializadas para acompanhar os abastecimentos feitos, por tempo e localização.
Essas e as demais ferramentas provenientes deste método, promovem aumentos significativos na produtividade, múltiplas entregas, qualidade do produto, maior engajamento dos colaboradores, redução de problemas e aumento na satisfação do cliente. Ter total clareza sobre o papel fundamental das metodologias ágeis nas empresas, garantem maior assertividade e competitividade no mercado.
Por: Lucas Scapini – COMJOVEM Porto Alegre
por comjovem | out 1, 2022 | ComJovem, Núcleo Campinas
Resumidamente, metodologia “Ágil” é uma forma diferente de pensar a colaboração e os fluxos de trabalho. Na prática, as metodologias “Ágil”, buscam entregar rapidamente pequenas funcionalidades para aumentar a satisfação do cliente. Mas isso não seria mais do mesmo, frente a tantos outros conceitos que já vimos e estudamos dentro e fora das organizações? A resposta para essa pergunta é: NÃO. E para entender melhor isso, precisamos entender como surgiram as metodologias “Ágil”.
Criado em 2001, o Manifesto Ágil surgiu de uma reunião de grandes nomes do mundo de desenvolvimento de software, que buscavam metodologias mais leves e menos burocráticas para o dia a dia no ambiente de programação. Esse manifesto trouxe valores e princípios, que uma vez aplicados nesse ambiente, fez dele um grande marco na indústria de desenvolvimento de softwares.
Essa mudança por sua vez foi tão impactante que as metodologias “Ágil” saíram do ambiente exclusivamente de programação e desenvolvimento de software e entraram para o mundo corporativo de forma geral, conquistando grandes líderes e profissionais das mais diversas áreas.
O que faz dessas metodologias um sucesso é especialmente o fato de que elas propõem uma grande mudança cultural. De forma bastante suscinta, elas buscam criar processos simples e ferramentas pragmáticas, através de equipes colaborativas e flexíveis, trazendo apenas aquilo que é necessário e que de fato agregue valor para a organização e seus stakeholders.
No Transporte Rodoviário de Cargas, o solo para inovações é fértil e ferramentas como essas podem ser a ponte de novas ideias para o setor. O método Scrum por exemplo, que é um dos tipos de metodologia “Ágil”, é muito útil em processos repletos de imprevistos e pode ser bastante aderente na gestão e manutenção de frota. O Kanban, outra metodologia do universo “Ágil”, pode trazer para o monitoramento operacional de coletas e entregas um diferencial na gestão a vista e envolver todos os responsáveis dentro do processo de uma forma bem clara e simples. O Agile Project Management, já é uma ferramenta que propõe solucionar questões de ordem de comunicação e alinhamento entre equipes, problemas esses que são bastante sensíveis para o mundo do transporte rodoviário de cargas. O leque de metodologias é grande, mas a mudança de cultura é a “cereja do bolo” na utilização das soluções “Ágil”. De nada adiantará se as empresas, ao utilizarem-nas, não renunciarem a antigos conceitos. É preciso criar um ambiente interno com times autônomos, com responsabilidades organizadas de forma horizontal e em rede, comunicação transparente e fluida, tudo isso empacotado por um ambiente emocionalmente saudável, onde todos possam, na busca de soluções criativas, opinar e até eventualmente errar sem que isso seja motivo de constrangimento. O grande desafio está aí e o TRC, por sua vez, está cada vez mais repleto de profissionais qualificados e prontos para assumi-lo.
Por: Natalia – COMJOVEM Campinas
por comjovem | out 1, 2022 | Artigos, Núcleo São José do Rio Preto
A evolução e as mudanças estão acontecendo cada vez mais rápidas e as empresas precisam estar preparadas para tomar decisões e reações mais rapidamente e ter melhor capacidade de adaptação.
A metodologia ágil tem se tornado cada vez mais conhecida e utilizada nas empresas de diversos setores justamente para atender um mercado em constante transformação. Esse modelo de gestão tem como objetivo acelerar os projetos e melhorar a produtividade utilizando uma forma de trabalho mais rápido, flexível e dinâmico.
As empresas com gestão baseada na metodologia ágil têm seu foco na melhoria contínua, trabalho baseado na cooperação de diferentes áreas e autonomia nas decisões para que consiga se adaptar mais rapidamente com entregas menores e frequentes para que sejam testadas e aprovadas.
O setor de transporte rodoviário de cargas (TRC) é formado principalmente por empresas familiares. Segundo a pesquisa Perfil Empresarial 2021, realizada pela CNT, 79,3% das empresas são administradas por gestão familiar.
As empresas familiares têm por característica decisões centralizadas em seus sócios e gestão tradicional com projetos baseados em mais planejamento e dependentes de aprovações, que causam maior demora nas tomadas de decisões e de realizar mudanças nas empresas.
A gestão familiar precisa se atualizar as novas práticas do mercado, porém a mudança de cultura possui resistências e precisa ser feito de forma gradativa. Por isso a implantação da metodologia ágil nas empresas tradicionais deve começar por pequenos processos secundários e se expandir para outras áreas.
A gestão ágil é uma grande oportunidade para que as empresas familiares tradicionais consigam inovar e acompanhar as mudanças do mercado com rapidez e aquelas que conseguirem implantar sairá à frente de seus concorrentes.
Por: Thiago Martineli – COMJOVEM São José do Rio Preto
por comjovem | out 1, 2022 | Artigos, Núcleo São José do Rio Preto
Nos últimos anos, a sustentabilidade vem se tornando tema importante e muito recorrente em todos os setores do mercado brasileiro, e também no setor do transporte rodoviário de cargas, e junto a isso, o ESG (Environment, Social and Governance), ou tradução para Meio Ambiente, Social e Governança, ganhou destaque, despertando o desejo por parte das empresas que apostam na conscientização ambiental e social. Esse conjunto de boas práticas visa definir se a operação de uma empresa é socialmente consciente, sustentável e gerenciada com ética e transparência.
O transporte rodoviário tem uma grande participação na logística do Brasil, e é acompanhado por seu grande potencial de poluição e impactos na sociedade. Hoje as empresas que se preocupam com a Governança Ambiental, Social e Corporativa são mais valorizadas e respeitadas pelo mercado e pelo público em geral.
Mas quais são os principais impactos e a importância dessa conscientização para o setor do transporte rodoviário de cargas e como adotar essas práticas sustentáveis?
Em relação a questão ambiental a empresa do transporte rodoviário de cargas poderá adotar medidas simples como por exemplo a separação de lixo; coleta seletiva; a gestão e correta destinação dos resíduos; o tratamento e reuso de água na lavagem dos veículos; a diminuição do consumo de recursos como papel e energia. Também podemos pontuar a importância do controle da poluição atmosférica através de testes de opacidade nos caminhões, de realizar as manutenções preventivas da frota, do melhor aproveitamento da capacidade dos veículos, adoção de tecnologias para otimização de rotas e um melhor planejamento logístico gerando redução de viagens e quilometragem.
Outras soluções, mas que demandam um maior investimento seria a renovação e modernização da frota, adotando veículos a gás e principalmente os veículos elétricos.
Em relação a questão social a empresa deve se preocupar com todos os envolvidos na operação, desde os colaboradores, fornecedores, parceiros e até as comunidades. Se atentar às relações pessoais, ou seja, cuidar bem de seus recursos humanos, e promover a diversidade, equidade, inclusão, boas condições de trabalho, o relacionamento e respeito aos direitos humanos e trabalhistas, cumprir requisitos de saúde e segurança do trabalho e apoiar causas sociais.
Por se falar em condições de trabalho, é dever da empresa olhar para os motoristas, e se preocupar com as condições precárias que muitos enfrentam como onde param e como descansam, além de promover treinamentos e reciclagens periódicas com o objetivo de conscientização de uma direção defensiva para que consigamos reduzir os acidentes nas estradas, conscientizar também em relação ao perigo da bebida alcoólica com direção, do uso de drogas ilícitas e do combate à exploração sexual infantil e prostituição na beira de estradas.
Finalmente, a Governança afetará diretamente a saúde das empresas com o fortalecimento de princípios como a ética empresarial, políticas anticorrupção, construção de códigos de conduta formais, transparência, proteção de dados e privacidade, e outros instrumentos de controle, agindo sempre com transparência e responsabilidade para transmitir as análises e metas definidas para o cumprimento de ações ambientais e sociais.
Assim como toda mudança, é necessário um certo tempo para adaptação aos novos costumes, ou seja, as dificuldades podem surgir na forma como as empresas irão investir na adesão da prática, por isso se faz necessário uma boa equipe de modo a amenizar as dificuldades a serem encontradas durante o processo de reestruturação e implantação do ESG.
Mas os benefícios são enormes: você atinge clientes, fornecedores e seus próprios colaboradores, porém quem realmente se beneficia é a sociedade como um todo. Essas práticas trazem resultados positivos a médio e longo prazo, e reduções nos custos operacionais.
O setor do transporte de cargas tem um grande escopo e responsabilidade em promover e divulgar as práticas ambientais e sociais e hoje, quem não é sustentável já enfrenta dificuldades no mercado.
Por: Thiago Martineli – COMJOVEM São José do Rio Preto
por comjovem | out 1, 2022 | Artigos, Núcleo Sul de Santa Catarina
O trinômio ESG, que alia práticas ambientalmente sustentáveis e socialmente responsáveis à governança corporativa, vem ganhando força exponencialmente nos últimos anos. Nos círculos majoritários, as práticas ESG têm ganhado protagonismo, sendo aceitas como o presente e o futuro dos investimentos e da governança corporativa. O termo – Environmental, social, and corporate governance – foi cunhado inicialmente para incorporar alguns dos fatores de risco associados aos investimentos, sob a ótica de que empresas que não aderem a boas práticas ESG estão mais expostas a risco no longo prazo.
Esse sistema vem gradualmente ganhando força econômica e, de acordo com informações da Morningstar reportadas pelo jornal Economist, o volume negociado em ETFs (Exchange Traded Funds) ESG já alcançava USD 2,8 trilhões no primeiro trimestre de 2022, o que é equivalente ao mercado total de criptomoedas. O jornal afirmou, porém, que, apesar da popularidade do ESG, os seus impactos nas emissões de carbono são desprezíveis e suas investidas sociais são difíceis de mensurar. Afirmou ainda, que a indústria ESG tem encontrado dificuldades em regular a si mesma.
Tentando abocanhar uma parte desse mercado trilionário, muitas empresas vêm adotando práticas escusas de divulgação de números e marketing em busca de uma aparência aderente às práticas ESG, mas sem fazer esforços reais de adequação. Essas práticas de maquiagem ambiental são chamadas de Greenwashing. De forma prática, o Greenwashing ocorre quando “uma empresa tem em um discurso ou coloca em uma embalagem de um produto que ela respeita o meio ambiente e tem práticas sustentáveis, mas, na prática, ainda agride o meio ambiente”.
O transporte, em todos os seus modais, vem recebendo cada vez mais atenção no que diz respeito às medidas de adequação aos padrões ESG. Isso acontece porque o transporte ainda é um dos grandes causadores de emissão de gases estufa, correspondendo em 2020 a 27% das emissões, a maior fatia entre todos os setores analisados. Com o aumento da pressão no setor de transporte por reduções na emissão de gases estufa, eletrificação de frotas e uso de biocombustíveis, surge também a tentação de adotar medidas mais brandas e menos custosas, mas também com impacto real reduzido ou inexistente, o Greenwashing.
Enquanto a adoção dessas ações de maquiagem ambiental possa parecer vantajosa à primeira vista, e com baixo risco, aos poucos os stakeholders vem qualificando suas análises, de modo a evitar investimentos em companhias que operam desta forma. Em um caso notório neste ano, Asoka Wöhrmann, CEO do DWS Group, a maior empresa de gestão de ativos da Alemanha, renunciou ao cargo depois de cerca de 50 policiais invadirem a sede da companhia sob denúncias de Greenwashing, que é especialmente grave no caso de empresas públicas. “O DWS negou qualquer irregularidade, mas mudou seus critérios ESG desde as revelações de Fixler. Em seu relatório anual de 2021, publicado em março de 2022, o DWS relatou apenas 115 bilhões de euros (R$ 583,3 bilhões) em ‘ativos ESG’ para 2021 –75% a menos que um ano antes, quando declarou que 459 bilhões de euros (R$ 2,3 trilhões) em ativos eram ‘integrados a ESG’”.
Felipe Donatti, da empresa de auditorias Deloitte, afirma que “o aumento nas denúncias de casos de greenwashing mostra como ter essa percepção de negócio sustentável se tornou importante para as empresas. No final das contas, os maiores prejudicados por essas práticas são exatamente aqueles que a praticam”. No entanto, destaca que é preciso diferenciar as empresas que estão desinformando daquelas que ainda estão aprendendo a divulgar seus dados.
Por fim, a melhor forma de combater o Greenwashing no transporte e em outros setores é promover a transparência. As empresas devem divulgar seus dados de impacto socioambiental com clareza, de modo a incentivar outros atores do segmento a fazerem o mesmo. Maquiar essas informações pode parecer simples, mas invariavelmente compromete a viabilidade do negócio no longo prazo.
THE ECONOMIST (London). A broken system needs urgent repairs. 2022. Disponível em: https://www.economist.com/special-report/2022/07/21/a-broken-system-needs-urgent-repairs. Acesso em: 13 set. 2022.
CNN BRASIL (São Paulo). Greenwashing: o que é e como identificar a prática da falsa sustentabilidade. 2021. Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/business/greenwashing-o-que[1]e-e-como-identificar-a-pratica-da-falsa-sustentabilidade/. Acesso em: 18 set. 2022
EPA. Sources of Greenhouse Gas Emissions. 2022. Disponível em: https://www.epa.gov/ghgemissions/sources-greenhouse-gas-emissions. Acesso em: 18 set. 2022
FOLHA DE S. PAULO (Hong Kong e Frankfurt). CEO de gestora do Deutsche Bank renuncia após operação policial contra greenwashing. 2022. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2022/06/ceo-de-gestora-do-deutsche-bank-renuncia-apos[1]operacao-policial-contra-greenwashing.shtml. Acesso em: 18 set. 2022.
Por: Guilherme Cesca Salvan – COMJOVEM Região Sul de Santa Catarina