por comjovem | out 1, 2022 | Artigos, Núcleo Chapecó
ESG sigla para Environmental (Ambiente), Social (Social) e Governance (Governança Corporativa), representa e resume a sustentabilidade no universo corporativo. O ESG nasceu em janeiro de 2004, quando Kofi Anna, ex-secretário-geral das Nações Unidas, convidou mais de 50 CEOs de grandes instituições financeiras para participar de uma iniciativa conjunta para buscar integrar o ESG no mercado de capitais. A premissa é que a integração de fatores ambientais, sociais e de governança nos mercados de capitais faça sentido para os negócios e assim, os leva a mercados mais sustentáveis e que proporcionem melhores resultados sociais. Assim sendo o ESG, difundiu-se nos meios empresariais da Europa e dos Estados Unidos, especialmente no setor financeiro, e assim ganha cada vez mais força e espaço no ambiente empresarial brasileiro, e pode-se dizer que ditará os próximos passos para empresas na implementação dessas novas ações.
O ESG representa uma mudança clara e significativa para um modo de pensar sustentável, considerado um conjunto de práticas de engajamento social, comercial e ambiental. Do ponto de vista do mercado, o cumprimento deste indicador demonstra a capacidade da empresa em interpretar efetivamente os valores na sociedade e integrá-los nas operações do negócio, sem apenas manter o foco no lucro preocupando-se com suas responsabilidades sociais e ambientais.
Este tema tornou-se pauta de discussões, conferências, eventos e reuniões, e passou a ser aplicado de forma significativa no campo do transporte de cargas e logística, com interesse em discutir as diversas formas de impacto deste setor, principalmente ao meio ambiente.
Esta discussão despertou cada vez mais o desejo de valorização das empresas para investir na consciência ambiental e na sua própria gestão. Este conjunto de normas e boas práticas tem como objetivo determinar se as operações de uma empresa são socialmente responsáveis, sustentáveis e adequadamente geridas.
Hoje, ainda, a empresa que mostra seu comprometimento com as causas do ESG tem um diferencial na hora de fechar novos negócios e parcerias, no entanto logo deixará de ser um diferencial e passara a ser um critério padrão, pois cada vez mais, investidores e grandes embarcadores buscam parceiros que estejam engajados em todas as áreas de ESG. Isso desperta uma grande responsabilidade nas empresas e demonstra o enorme papel que os agentes de transformação desempenham. Pode se dizer que o transporte principalmente é uma das áreas que mais precisa de um ambiente melhor, uma vez que segundo relatório divulgado pelo Observatório do Clima em 2018, a frota de caminhões foi responsável pela emissão da maior parte dos poluentes climáticos no Brasil em 2016.
Frente a isso, como o transporte pode efetivamente pôr em pratica ações que andem junto as premissas do ESG? Um estudo conduzido pelo Instituto FSB Pesquisa ouviu 401 empresários de diferentes segmentos e regiões do país e concluiu que 79% das empresas afirmaram que questões socioambientais fazem parte da estratégia de negócios. Já 47% participam de ações pelo desenvolvimento sustentável, sendo reciclagem a mais citada (13%), seguido de treinamentos sobre meio ambiente (10%). Entende-se que qualquer uma das ações mencionadas dependem de pessoas para executá-las, logo deixa[1]se de lado a questão mais importante que é o treinamento, desenvolvimento e capacitação do capital mais valioso de uma empresa, o capital humano. O Trabalho de conscientização dos funcionários frente a visão e valores da empresa precisa ser passado no momento em que o colaborador passa a integrar a equipe, ele precisa ter a certeza que a empresa para qual ele vai trabalhar tem esses valores como premissas básicas e que de fato são importantes para a sociedade como um todo. Além disso a empresa precisa desenvolver e passar essas novas práticas aos colaboradores que já estão inseridos na instituição, e assim garantir que os valores não se percam com o passar do tempo.
Dentro de cada um dos 3 pilares do ESG existem várias ações que podem ser aplicadas e trabalhadas dentro da instituição.
O pilar ambiental, são as ações da empresa com foco no meio ambiente e nos recursos naturais. Ou seja, tudo que se faz para assegurar o crescimento sustentável e redução dos impactos ambientais resultantes das atividades da empresa. Pode ser: gestão de resíduos sólidos, gestão de efluentes, eficiência energética, emissões atmosféricas, uso consciente dos recursos naturais, práticas de sustentabilidade. Bons exemplos na prática para o transporte é realizar o gerenciamento do ciclo de vida dos pneus que visa segurança, economia e descarte correto, controle e medição do nível de emissão de fumaça que inclusive ganha suporte incrível do programa Despoluir mantido pelo Sest Senat (Serviço Social do Transporte Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte) e CNT (Confederação Nacional do Transporte) e é oferecido de forma gratuita aos transportadores.
O pilar social abrange todas as práticas que a empresa aprimora e que são voltadas para as questões sociais. É basicamente a relação da empresa com os funcionários, clientes, fornecedores e a sociedade, de modo que direciona ações com foco nas relações pessoais. Importante citar: diversidade da equipe, processos equânimes de oportunidades para todos os colaboradores, inclusão social, direitos humanos, relação com a comunidade, relação com funcionários, políticas de trabalho, proteção de dados e satisfação dos clientes.
Por fim, o pilar governance, ou governança, diz respeito a questões relacionadas à alta gestão da empresa, fatores que a empresa utiliza para realizar sua gestão, como: independência, diversidade no conselho, remuneração dos executivos, relação com órgãos públicos, transparência e ética, canal de denúncias e auditorias fiscais.
Essas e outras ações não apenas contribuem para o bom funcionamento dos serviços, mas visam também a preparação de um cenário melhorado para as gerações futuras. Priorizar e alinhar os termos de sustentabilidade, gera reconhecimento social.
Bem, se você chegou até o final deste artigo é porque está entendendo a importância da ESG e quer começar a ter boas práticas ou aprimorar as já existentes. No entanto, é indispensável que se desenvolva uma nova cultura organizacional e se estimule a mudança de pensamento e atitude entre todos os níveis da organização.
A primeira pergunta que você deve fazer é: O que a minha empresa tem feito para planejar e implementar um desenvolvimento sustentável?
“O desenvolvimento sustentável é aquele que satisfaz as necessidades presentes, sem comprometer a capacidade das gerações futuras de suprir suas próprias necessidades”. – Organização das Nações Unidas (ONU).
Por: Ana Paula Pellizza – COMJOVEM Chapecó
por comjovem | out 1, 2022 | Artigos, Núcleo Curitiba
Atualmente com a velocidade que as mudanças nos processos vêm acontecendo, o mercado exige que as empresas se tornem ágeis em seus processos, mas sempre com a visão de soluções simples e que atendam as exigências, como algumas alternativas para a padronização de processos logísticos e a melhoria nas operações.
Cada vez mais, o mercado demanda a inovação, onde a mesma deve nortear as estratégias das organizações. Se a transformação digital era vista com um projeto futuro, a pandemia acelerou a adoção de novas tecnologias para garantir a sobrevivência de muitas empresas.
O conceito de metodologias ágeis nada mais é do que padronização de processos, aumento de eficiência, melhoria de processos para entregar serviços de qualidade superior com o objetivo de apresentar alternativas que viabilizem entregas mais rápidas, garantindo a segurança em toda a cadeia e redução de custos.
A identificação dos objetivos e necessidades da organização, são princípios relevantes para que aplicação seja funcional, e ao utilizar uma das metodologias ágeis, as entregas se tornam mais previsíveis e o trabalho mais coordenado, facilitando a mensuração dos resultados, resultando em indicadores mais precisos e otimização dos processos.
O Design Thinking é uma das ferramentas no qual as pessoas se colocam na posição do cliente para entender seus problemas, desafiar suposições e criar estratégias.
No momento de estipular uma metodologia ágil para o setor de logística, é necessário saber quais são as funções desempenhadas no setor, já que é importante ter clareza na finalidade da implementação do recurso, já que quando adotadas corretamente, são excelentes soluções para atender as expectativas e necessidades dos projetos, proporcionando aumento da produtividade e otimização do tempo.
O segmento de logística ganha em dinâmica, agilidade e flexibilidade, quando se utiliza a metodologia, resultando em uma melhor experiência ao cliente. Promove o baixo custo, prazo reduzido e a viabilidade de alterações nos processos logísticos sem gerar impactos diretos no planejamento inicial, por meio da resposta direta do time responsável pela execução das atividades.
Devido o ciclo de trabalho ser, geralmente, menor em um processo que é realizado por da metodologia ágil, as entregas se tornam mais efetivas e frequentes, resultando a atividade mais organizado e claro para avaliar os resultados. Os indicadores tornam-se mais confiáveis, oportunizando diversas melhorias na otimização das etapas que constituem o setor logístico.
Por: Valéria Melnik – COMJOVEM Curitiba
por comjovem | out 1, 2022 | Artigos, Núcleo Centro Oeste Mineiro
O TRC ( transporte rodoviário de cargas) representa 60% das movimentações de cargas em nosso pais, um setor tão relevante para economia está em um continuo processo de mudanças, adaptação e inovação para melhorar a cada dia o nível de prestação de um serviço essencial para o Brasil.
Atentos as melhores práticas de gestão o TRC utiliza a Metodologia de Gestão Ágil em suas rotinas diárias, rotinas que vão muito além de disponibilizar um caminhão com um condutor para transportar cargas por todo nossa malha rodoviária de 1.720.909,0 km. Somos um setor que investe em tecnologia, inovação gestão e valorização humana massivamente.
O ponto de partida para a criação da Metodologia Ágil ocorreu em 2001, quando um grupo de desenvolvedores de softwares se reunirem para buscar uma forma de dar celeridade no desenvolvimento de softwares assinando o Manifesto Ágil, baseado em 4 valores e 12 princípios analisados na sequência. Com os resultados positivos obtidos pelos desenvolvedores de softwares, o Método Ágil foi aderidos por diversos setores e o TRC foi um deles.
Os 4 valores do Manifesto Ágil:
- “Indivíduos e interações mais que processos e ferramentas”. Integrar a equipe possibilitando uma comunicação sem ruídos e direta. Uma ligação breve e não um e-mail. Um diálogo rápido de pé mesmo, comunicação síncrona!
- “Software em funcionamento mais que documentação abrangente” Entregar um serviço de qualidade e não somente uma documentação de qualidade, foco no resultado, certamente respeitando as legislações vigentes.
- “Colaboração com o cliente mais que negociação de contratos” Não abandonar os contratos, mas estreitar o relacionamento com o cliente permitindo modificações no projeto adequando as necessidades.
- “Responder a mudanças mais que seguir um plano”.
Avaliar o andamento do projeto frequentemente para possibilitar mudanças com objetivo de superar expectativas e atender as necessidades dos clientes.
Os 12 princípios, foco em satisfazer o cliente com entregas contínuas. Resiliência. Entregas fracionadas do projeto com frequência. Interação entre todos os membros da equipe durante todo o projeto. Motivar as pessoas criado um ambiente de confiança na capacidade de entrega de cada indivíduo. Fomentar à comunicação clara e objetiva sem ruídos. Assegurar o fluxo de entrega do serviço. Trabalhar em sinergia com todas as áreas da empresa. Processos executados com excelência. Simplicidade. Autonomia, times auto-organizáveis. Reuniões frequentes, curtas e objetivas.
Das diversas ferramentas o Lean, Kanban, PDCA e Scrum são as mais conhecidas e aplicadas no TRC, devendo ser analisadas de forma qualitativa para aplicação em nossas empresas com objetivo de obter celeridade nos projetos nas organizações.
Por: Eider Castro – COMJOVEM Centro Oeste Mineiro
por comjovem | out 1, 2022 | Artigos, Núcleo Centro Oeste Mineiro
A sustentabilidade é um tema que cada vez está sendo discutida pelo mercado, tornando pauta de bate papos, reuniões e cobranças, e não sendo diferente no setor de transporte de cargas e logística, com a preocupação de como o meio ambiente é prejudicado nesse segmento.
Junto com a discussão, o ESG, que significa environmental, social and governance, ou, em português, “ambiental, social e governança”, ganhou visibilidade nas empresas, despertando cada vez mais o desejo de valorização por parte dos empresários que apostam na conscientização ambiental e na própria liderança.
O transporte de cargas que não é sustentável enfrenta dificultades no mercado, gerando responsabilidade nas empresas e dando responsabilidade a essa transformação que o mercado requer para o futuro.
Alguns itens podem ser adotados para aplicar a ESG nas empresas de logística, como: Investir em práticas de impacto social; Ensinar e incluir práticas, bem como princípios anticorrupção na empresa; Reduzir a emissão de gases que provocam o efeito estufa.
Por: Hudson Mateus Almeida Rabelo – COMJOVEM Centro Oeste Mineiro
por comjovem | out 1, 2022 | Artigos, Núcleo Curitiba
O ESG é uma sigla, derivada do inglês, que significa Governança Ambiental, Social e Corporativa e surgiu no mercado financeiro como forma de medir o impacto que as ações de sustentabilidade geram no resultado das empresas. Trata-se de um comprometimento das empresas para que sua atuação econômica não resulte em impactos negativos ao meio-ambiente e ao bem-estar social. Elementos que compõem esse tripé de compromissos, tem por objetivo trabalhar a favor de um impacto ainda mais positivo nas ações por um futuro de sustentabilidade, inclusão e valorização das pessoas.
A sustentabilidade se tornou parte obrigatória das estratégias de crescimento das empresas. São ações que podem ser critérios de escolha para os todos os stakeholders. É utilizado como uma métrica para mensurar boas práticas nos negócios, além do desenvolvimento profissional dos funcionários.
No segmento Logístico, especialmente para o Transporte, o tópico sobre Meio Ambiente (Environmental) está diretamente relacionado com as práticas ambientais, ou seja, como a empresa está preocupada em reduzir questões como Controle e Consumo de combustível, controle de emissão de CO², gestão de resíduos, controle de produtividade, treinamentos de direção econômica com os motoristas, certificações de pautas ambientais.
Já o tópico sobre social (Social) se refere como as empresas se relacionam com seu público, seja parceiro, cliente, fornecedor e colaborador. Nesta pauta, os temas giram em torno de diversidade, inclusão, engajamento dos colaboradores, políticas de tratamento de dados, treinamentos, relações com a comunidade etc.
No tópico sobre governança (Governance), os temas tratados estão relacionados às melhores práticas de gestão corporativa, tais como conselho, transparência, auditorias fiscais, entre outros.
Ao adotar a pauta ESG a empresa tem maior credibilidade entre consumidores e investidores, todavia, a empresa deve comprometer-se na adoção de novas práticas e valores para o negócio.
No segmento logístico e de transportes percebe-se um movimento expressivo para adoção das práticas ESG inicialmente como diferenciais competitivos, entretanto no curtíssimo prazo serão consideradas obrigatórias para competitividade e sobrevivência. Deve-se realizar um estudo aprofundado para que o impacto das ações não gere prejuízos financeiros, inclusive devendo ser pauta de discussão com os clientes que exigirem adequações desta natureza, uma vez existir uma certa dificuldade para uma composição tarifária justa para ambas as empresas.
Segundo especialistas a Pandemia de COVID-19 catapultou este movimento para outro patamar, tratando o ESG como o novo normal para negócios e finanças.
O mais importante é deixar claro que este movimento pode ser realizado por qualquer perfil, tamanho e porte de empresa, claramente ações compatíveis com seu negócio e porte, porém que realmente colocarão quem seguir em outro nível de competição e sustentabilidade.
ESG não é questão de luxo é questão de sobrevivência.
Referências Bibliográficas
AMARAL, Flavio. ESG No dia a dia da Logística e Supply Chain.
TRIGUEIRO, Felipe. ESG como estratégia para logística e cadeia de suprimentos.
SOUZA, Argemiro R. Integrando ESG aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).
Revista – Mundo Logística – nº 90 – Ano XV / outubro 2022.
Por: Alexandre Loureiro Aliski / Amabelli Basso – COMJOVEM Curitiba
por comjovem | out 1, 2022 | Artigos, Núcleo Porto Alegre
No final dos anos 80 surgia o conceito do mundo VUCA, no começo, a metodologia era utilizada pelo exército americano e significava um mundo volátil, incerto, complexo e ambíguo, depois, diversas empresas passaram a adotar o termo para orientar a tomada de decisão em meio as mudanças rápidas e aceleradas pela tecnologia. Mas o mundo VUCA existe há anos, pode não funcionar na nova era em que vivemos, por isso um novo conceito ganhou espaço: O Mundo BANI, que é uma nova forma de caracterizar o mundo como: frágil, ansioso, não-linear e incompreensível.
O mundo BANI exigirá que os negócios sejam cada vez mais adaptativos e estratégicos, por isso o título deste artigo nos convida a pensarmos como uma STARTUP e explorarmos mais as metodologias ágeis em nossa cultura organizacional, isso se faz necessário para aprendermos com esses novos modelos de negócio a gerar reposta rápidas, com valor para nossos clientes e assim mantermos a diferenciação, lembre-se, se você for diferente, vai se destacar. Mas afinal como é pensar como uma startup e o que são as metodologias ágeis?
De uma forma bem objetiva o penso de uma STARTUP resumisse em pensar simples e agir rápido. Nesse modelo de negócio perseguisse um propósito claro procurando ideias em todas as partes para testá-las com as metodologias ágeis, eliminando os passos desnecessários. E o que são essas metodologias e como aplicar nas empresas de logística?
Quando pensamos em sermos ágeis estamos imputando em nossa cultura um estado de prontidão, com reações rápidas as mudanças e uma incrível capacidade de adaptação. A metodologia ágil nada mais é que um conjunto de princípios e ferramentas que nasceu a partir do manifesto de 2001. Nele, nomes de destaque no segmento de TI propõem uma nova abordagem para o desenvolvimento de softwares, mais prática e menos burocrática, focada em gerar valor para o cliente e sempre aberto a adaptações e mudanças.
Essa nova modelagem ganhou uma abrangência muito além da área de TI, exatamente por ser uma forma de acelerar entregas de um determinado projeto, seja de novos produtos e serviços ou para manter a qualidade e a diferenciação continua nos negócios. Ela consiste em um fracionamento de entregas para clientes finais em um ciclo menor de tempo. Com isso, problemas eventuais podem ser corrigidos mais rapidamente e os planejamentos serem revistos com agilidade e serem adaptados ao momento.
As metodologias mais utilizadas no mercado são: Canvas, Scrum, Kanban, Design Thinking, Canvas, eXtreme Programming (XP), Lean, Dynamic Systems Development Methology (DSDM), Feature Driver Development, Adaptative Software Development (ASD), Scale Agile Framework (SAFe).
Mas neste artigo destacarei as metodologias que identifiquei serem as mais simples e rápidas de serem incorporadas nas rotinas de nossas empresas, indo desde o planejamento do modelo de negócio a execução de projetos de melhoria contínua e de apoio a ideação de novas frentes.
1. Canvas – é uma solução bastante eficiente que ajuda a empresa a visualizar melhor as questões estratégicas do negócio. Ela tem o objetivo de estruturar um modelo inovador de plano de negócios, trazendo praticidade e principalmente dinamicidade na análise das organizações, inicie com ela e terás insights valiosos sobre seu modelo.
2. SCRUM – propõe que um projeto seja dividido em diversos (pequenos) ciclos de atividades, com reuniões frequentes para que a equipe possa alinhar o que vem fazendo e pensar formas de melhorar o processo com agilidade, no entanto ele por si só não é uma metodologia ágil e sim um framework (ou uma ferramenta) que é usada para implementar o desenvolvimento Àgil.
3. KANBAN – o método Kanban é um sistema de gestão incremental que tem uma série de princípios para melhorar os processos, o KANBAN é um cartão que representa as atividades, que busca conduzir cada tarefa por um fluxo pretendido de trabalho, minha sugestão é construí-lo na ferramenta Trello, disponível gratuitamente, onde conseguimos desenhar os quadros da metodologia, como exemplo: A Fazer, Em andamento e Feito, e o time todo poderá contribuir e trabalhar de forma cooperada e organizada de forma online de onde estiver.
4. Lean Logistic – o Lean está relacionado a trazer resultados expressivos através da criação de processos logísticos adequados aos clientes, principalmente evitando desperdícios. Com intuito de trabalhar com operações enxutas e mais eficientes, a logística lean visa otimizar constantemente os processos rotineiros de supply chain por meio de redução de custos.
5. Design Thinking – é uma nova abordagem voltada para redirecionar o pensamento das empresas e seu desenvolvimento de soluções. Nela, o foco são as pessoas e o objetivo é a inovação. O resultado esperado? Uma solução criativa e eficiente.
Para empresas de logística, o uso de painéis de tarefas, como os do Kanban, a troca próxima dentro da equipe e o feedback do cliente são especialmente importantes. Do mesmo modo, a capacidade de resposta às mudanças de prioridades e demandas, a aceleração da entrega e uma coordenação mais intensa entre os departamentos de TI e de negócios tornam os processos do supply chain mais efetivos, sendo algumas das vantagens:
• Visualizar o trabalho que está sendo executado e, assim, identificar facilmente cada etapa do ciclo;
• Medir o lead time entre os processos, ou seja, o tempo que leva para concluir cada fase;
• Criar serviços e valor para a jornada dos clientes.
Agora que você entendeu melhor o que é a metodologia ágil na logística dos negócios e os tipos que podem ser encontrados no mercado e suas principais vantagens, não espere mais para pesquisar sobre a melhor ferramenta de acordo com as demandas, necessidades e características do seu negócio, com o intuito de aperfeiçoar o trabalho executado e, dessa forma, garantir a competitividade e sucesso, como já dizem as STARTUPS: Seja o pioneiro ou seja o melhor!
Por: Taís Lorenz – COMJOVEM Porto Alegre