A Fórmula 1 ao longo dos anos mostrou como a inovação pode mudar o esporte e transformar coadjuvantes em campeões. Tecnologias revolucionárias como controle de tração, suspensão ativa, carros com 6 rodas, difusores traseiros duplos, asas móveis e até mesmo o KERS, sistema de recuperação de energia pelo calor dos freios, ajudaram a moldar equipes campeãs como a Tyrrel, Williams, McLaren, Brawn GP e a Red Bull Racing, que até então ocupavam papéis secundários no grid. Essas inovações não apenas alteraram a dinâmica das corridas, como também impulsionaram o desenvolvimento de soluções que hoje fazem parte da indústria automotiva. A eletrificação parcial dos motores, a eficiência energética e sistemas avançados de monitoramento são exemplos claros de como o que antes estava restrito às pistas passou a impactar diretamente o transporte no dia a dia. Atualmente, essas tecnologias não se limitam apenas aos carros de passeio, mas começam a ganhar espaço também no setor de veículos pesados, abrindo caminho para uma transformação necessária no transporte rodoviário de cargas. Assim como em uma corrida de Fórmula 1, em que cada décimo de segundo faz a diferença entre a vitória e a derrota, o transporte rodoviário brasileiro também depende de eficiência e atualização constante para manter sua competitividade. Entretanto, enquanto as equipes de corrida renovam seus carros a cada temporada, a frota de caminhões do Brasil apresenta uma idade média superior a 15 anos. Essa defasagem traz impactos diretos para toda a cadeia logística: consumo elevado de combustível, emissões excessivas de poluentes, custos de manutenção cada vez mais altos e uma redução significativa da confiabilidade operacional. Em um cenário econômico competitivo, operar com veículos antigos significa estar sempre em desvantagem. Por isso, a renovação da frota e a adoção de veículos pesados de baixa emissão não são apenas uma tendência, mas uma necessidade urgente para o país. O transporte rodoviário responde por mais de 60% da movimentação de cargas no Brasil, o que o torna estratégico para a economia nacional. Substituir caminhões obsoletos por modelos modernos, equipados com tecnologias Euro 6, motores híbridos, movidos a gás natural ou até mesmo elétricos, pode gerar impactos diretos e mensuráveis. Estudos indicam que a economia de combustível pode chegar a 25% quando comparada aos modelos antigos. Além disso, veículos mais modernos contam com sistemas avançados de telemetria e diagnóstico, que permitem a manutenção preditiva e reduzem as paradas não programadas, aumentando a disponibilidade operacional. Essa combinação entre eficiência energética e previsibilidade de manutenção pode representar uma vantagem competitiva significativa para as transportadoras. A renovação da frota também tem um papel fundamental na redução dos custos logísticos. Veículos mais eficientes não apenas consomem menos combustível, como também reduzem o desgaste de componentes e diminuem a frequência de reparos complexos. Isso gera economia direta para as empresas, melhora os prazos de entrega e aumenta a confiabilidade junto aos clientes. Em um mercado no qual margens de lucro muitas vezes são estreitas e escalar o negócio é quase um imperativo, qualquer ganho de eficiência pode representar a diferença entre crescer ou apenas sobreviver. Além dos aspectos econômicos, a dimensão ambiental torna a renovação da frota ainda mais urgente. Caminhões antigos são grandes emissores de dióxido de carbono (CO₂), óxidos de nitrogênio (NOx) e material particulado, substâncias que impactam diretamente a saúde pública e contribuem para o aquecimento global. No entanto, assim como na Formula 1, que a partir de 2026 contará com o combustível sintético E-Fuel, o transporte já conta com alternativas seguras como o Diesel Verde, apresentado no painel do Encontro Nacional da COMJOVEM em 2024. A transição para veículos de baixa emissão tem potencial para reduzir em até 90% as emissões de poluentes atmosféricos locais, tornando o transporte rodoviário mais alinhado com os compromissos ambientais globais. Essa mudança não é apenas uma questão de responsabilidade social: grandes embarcadores e empresas globais já exigem cadeias de suprimentos mais limpas e estão priorizando fornecedores que adotam práticas sustentáveis. Entretanto, mesmo diante de tantos benefícios, a modernização da frota brasileira enfrenta desafios significativos. O primeiro deles é o custo de aquisição dos veículos. Caminhões movidos a gás natural, híbridos ou elétricos ainda têm um preço elevado quando comparados aos modelos tradicionais a diesel. Além disso, a infraestrutura de abastecimento e recarga no país ainda é limitada, o que dificulta a adoção de tecnologias como a eletrificação em larga escala. Para superar essas barreiras, é indispensável a participação do poder público com políticas de incentivo claras e eficazes. Programas de financiamento acessíveis, linhas de crédito específicas para renovação de frota e projetos de sucateamento com incentivos para retirada de caminhões antigos podem acelerar essa transição. Benefícios fiscais para aquisição de veículos de baixa emissão e investimentos em infraestrutura, como a expansão de pontos de abastecimento de gás natural e eletropostos, são igualmente necessários. Além disso, campanhas de conscientização voltadas para transportadores podem evidenciar que a renovação da frota não é apenas uma questão regulatória, mas também uma oportunidade real de aumentar a lucratividade e reduzir riscos operacionais. Nesse contexto, é possível traçar um paralelo direto com a Fórmula 1. Assim como as equipes de ponta entenderam que investir em inovação era a única forma de permanecer competitivas, o transporte rodoviário brasileiro precisa encarar a eletrificação e a modernização da frota como uma corrida pela sobrevivência no mercado. A diferença é que, neste caso, não se trata apenas de ganhar títulos ou bater recordes de pista, mas de garantir a competitividade econômica, reduzir impactos ambientais e preparar o país para um futuro logístico mais eficiente e sustentável. Portanto, a renovação da frota de caminhões no Brasil não deve ser vista como um custo, mas como um investimento estratégico, capaz de transformar todo o setor de transporte de cargas. Assim como a Fórmula 1 usou a eletrificação para redefinir os limites de desempenho e eficiência, o Brasil precisa acelerar rumo à modernização. Quem apostar na inovação agora largará na pole position e terá vantagem nessa corrida que não acontece nas pistas, mas nas estradas que conectam e sustentam a economia nacional.
A COMJOVEM Núcleo Santos realizou sua sexta reunião mensal de 2026 em formato externo nesta sexta-feira (19), na sede da Terra Master Terminais. O encontro reuniu participantes do núcleo para conhecer de perto a estrutura da empresa e, na sequência, seguiu com uma visita técnica ao terminal.
A reunião foi um convite de Gabriel Veneziani, Coordenador Financeiro da Terra Master e membro da COMJOVEM Santos. “É uma honra receber a COMJOVEM aqui, agradecer sempre pela nossa parceria. Vamos conhecer um pouco da empresa, da história, dos nossos aposentos aqui. Espero que seja um dia de muito enriquecimento para todo mundo”, disse Veneziani. Gabriel Alves, Coordenador do Núcleo Santos, destacou o porte da empresa visitada e agradeceu a recepção. “Conhecer toda a estrutura da empresa, uma empresa enorme, renomada aqui na Baixada Santista. Só agradecer pela recepção”, afirmou.
Os participantes também tiveram a oportunidade de ouvir um pouco da trajetória de Fernanda Veneziani, CEO da Terra Master, fundada em 2005 e conduzida como um negócio de família. “A gente trabalhou num processo aqui de governança corporativa para estruturar bem o modelo de sucessão. Nós temos um acordo de sócios muito bem definido, muito bem estruturado”, explicou.
Outro ponto abordado por Fernanda, que é advogada de formação, foi a importância da conformidade regulatória no setor. “As leis existem para serem cumpridas, independente de eu aceitar, de eu concordar. Os CIOTs, os fretes mínimos. A gente vai se adaptar rapidamente para cumprir”, afirmou, citando as recentes mudanças do CIOT.
Também participaram do encontro representantes da Transpocred, cooperativa de crédito especializada no segmento de transportes, logística e correios, que apresentaram aos membros da COMJOVEM Santos soluções de financiamento e crédito voltadas ao setor, como linhas para aquisição e renovação de frota, capital de giro e produtos de gestão financeira desenvolvidos especificamente para atender às necessidades do segmento de transportes e logística.
Após a reunião, o grupo seguiu para uma visita técnica ao terminal da Terra Master, conhecendo de perto a operação e a estrutura logística da empresa. Encontros como esse reforçam o propósito da COMJOVEM de aproximar jovens executivos do setor de transporte rodoviário de cargas e ampliar o conhecimento sobre diferentes modelos de negócio e operação na região da Baixada Santista.
As situações de emergência, como desastres naturais, expõem com clareza o papel estratégico da logística e, em especial, do transporte rodoviário na proteção da vida humana e na manutenção da resiliência econômica. O Brasil, país de dimensões continentais e grandes contrastes regionais, enfrenta desafios intensos neste campo. O aumento da frequência e da intensidade dos desastres naturais nas últimas décadas tem revelado lacunas estruturais e operacionais que precisam ser superadas com urgência. Em 2023, o Brasil registrou 1.161 ocorrências de desastres naturais — o maior número desde o início dos registros. Essa realidade evidencia a necessidade de sistemas logísticos mais eficientes e integrados. Eventos extremos como enchentes, deslizamentos e secas são agravados por fatores como mudanças climáticas, urbanização desordenada e desigualdade no acesso à infraestrutura básica. Milhares de comunidades vivem em condições de alta vulnerabilidade, onde o tempo de resposta pode significar a diferença entre a vida e a morte. A resposta a essas emergências é frequentemente prejudicada por barreiras logísticas estruturais e organizacionais. A complexidade territorial do país, a desigualdade na distribuição da infraestrutura de transporte e a fragmentação entre os diversos atores — órgãos públicos, organizações não governamentais e setor privado — dificultam uma ação rápida, coordenada e eficaz. Em momentos críticos, como desastres naturais, a logística humanitária torna-se fundamental para garantir o envio ágil e seguro de suprimentos essenciais — alimentos, água potável, medicamentos, roupas e equipamentos de resgate. Além disso, é por meio dela que se viabiliza a mobilização de equipes de socorro e a evacuação de populações em áreas de risco. Nesse contexto, o transporte rodoviário de cargas exerce um papel central, pois representa o principal meio logístico do Brasil, responsável por cerca de 60% da movimentação de mercadorias no território nacional. Sua capilaridade e flexibilidade operacional tornam-no indispensável para alcançar regiões afetadas com rapidez, especialmente onde outros modais têm acesso limitado ou foram comprometidos. A catástrofe no Rio Grande do Sul, em abril de 2024, é um exemplo contundente da relevância do transporte rodoviário em cenários de emergência. Enchentes devastadoras afetaram mais de 90% das cidades do estado, exigindo uma resposta nacional articulada. Transportadoras de todo o país mobilizaram carretas com doações e suprimentos. A eficácia desse socorro foi diretamente proporcional à capacidade da rede logística em operar com agilidade, mesmo em condições extremas. Além das rodovias, galpões logísticos também foram mobilizados por empresas privadas para servir como centros de distribuição emergenciais, demonstrando como a força das empresas do TRC no Brasil é essencial a sociedade. As transportadoras foram essenciais na entrega de alimentos, medicamentos, água potável e outros itens de primeira necessidade às comunidades isoladas pelas enchentes. Mesmo com diversas rodovias interditadas, os caminhoneiros atuaram incansavelmente para manter o fluxo de mercadorias e atender às necessidades da população. Além disso, veículos de carga foram adaptados para auxiliar no transporte de pessoas resgatadas e no deslocamento de equipes de socorro, contribuindo significativamente para as ações de salvamento em áreas de difícil acesso. Em resumo, apesar dos enormes desafios e prejuízos enfrentados, o transporte rodoviário de cargas foi vital para a resposta emergencial e para a recuperação do Rio Grande do Sul após as enchentes de 2024. A atuação do setor demonstrou resiliência e solidariedade, evidenciando sua importância estratégica para o país. O Brasil não está sozinho nesses desafios. O estudo de desastres internacionais oferece lições valiosas sobre a importância da logística em contextos críticos. No Haiti, após o terremoto de 2010, a logística internacional coordenada pela ONU — por meio de frotas como as da Logistique Handicap International/Atlas — foi essencial para levar assistência às regiões mais afetadas, enfrentando um cenário de infraestrutura colapsada. Cada uma dessas experiências reforça a mesma conclusão: sem logística eficiente, não há resposta eficaz. O transporte rodoviário, por sua capilaridade e flexibilidade, ocupa posição de destaque nesse ecossistema, principalmente em países com grandes extensões territoriais como o Brasil. Diante da crescente frequência dos desastres naturais e da imprevisibilidade das crises, o transporte rodoviário e a logística devem ser tratados como ativos estratégicos. Investimentos em infraestrutura viária, sistemas de informação integrados, capacitação de profissionais e parcerias entre setores público e privado são fundamentais para aumentar a capacidade de resposta e recuperação diante de emergências. Mais do que mover cargas, o TRC em tempos de crise se estabelece como um pilar essencial da solidariedade e da resiliência social e econômica.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS AFP. Era dos extremos: eventos climáticos intensos serão mais frequentes no Brasil. EXAME. 2024. Disponível em:. Acesso em 01 de julho de 2025. BBC. Precisamos de qualquer embarcação: o apelo da prefeitura de Porto Alegre para resgate de milhares de ilhados. BBC NEWS BRASIL. 2024. Disponível em:https://www.bbc.com/portuguese/articles/cjljpe8gn88o. Acesso em: 01 de julho de 2025. BRASIL ESCOLA. Terremotos no Haiti: causas, consequências, resumo. Brasil Escola. Disponível em https://brasilescola.uol.com.br/geografia/o-terremoto-no-haiti.htm. Acesso em: 01 de julho de 2025. CNN BRASIL. Chuvas no RS: quase 80% das cidades gaúchas foram afetadas, veja lista. CNN. 2024. Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/chuvas-no-rs-quase-80-das-cidades-gauchas-foram-afetadas-veja-lista Acesso em: 01 de julho de 2025. JORNAL NACIONAL. Toneladas de doações chegam ao RS e desafio é entregá-las a quem precisa sem que haja desperdício. G1. 2024. Disponível em:. Acesso em: 01 de julho. de 2025. RIO GRANDE DO SUL. Portal SOS Enchentes RS. 2024. Disponível em: https://sosenchentes.rs.gov.br/situacao-nos-municipios?utm_source=chatgpt.com. Acesso em: 09 junh. 2025
Houve um tempo em que ser motorista de caminhão era sinônimo de respeito. Mais do que simples conhecimento passado de pai para filho, era paixão, legado – diesel correndo nas veias.
Naquele tempo, a vida nas estradas despertava interesse até em quem não exercia a profissão. Você se lembra do programa Carga Pesada? E do Siga Bem Caminhoneiro, nas manhãs de domingo?
Hoje, o TRC perdeu espaço e relevância. Aos poucos, a imagem do caminhão deixou de representar progresso para se tornar, para muitos, apenas um obstáculo trânsito, só mais uma fonte de poluição na selva de pedras.
Enquanto o TRC perdeu espaço e prestígio, o Agro nunca foi tão POP. Você com certeza conhece a campanha publicitária. Eles conseguiram manter o Globo Rural no ar, viraram tema de novela das nove e ainda emplacaram um novo programa — já assistiu o Viver Sertanejo?
Em poucas décadas, o Brasil deixou de ser súdito de Sula Miranda, a eterna “Rainha dos Caminhoneiros”. Será que hoje a coroa pertence a Ana Castela? Talvez. Se considerarmos quem está ocupando espaços publicitários e lidera as paradas musicais.
Mas brincadeiras saudosistas à parte, o Agro tem um projeto. E o TRC?
Dados da CNT mostram que é o transporte que move o Brasil. Como resumiu a diretora executiva Fernanda Rezende: “tudo que é produzido precisa ser transportado.” O setor representa 7% dos trabalhadores formais, são mais de 253 mil empresas. Com o reforço de 733 mil autônomos, que juntos somam uma frota de 2,7 milhões de caminhões registrados no RNTRC (ANTT, 2025).
O termo Agro engloba o agronegócio, a agropolítica e a agro cultura que transformou o imaginário brasileiro nos últimos anos. Não de forma orgânica, mas objetivamente organizada em diversas frentes – de publicidade à eleição de representantes em Brasília. Como aponta a economista Alessandra Orofino, através da engenharia cultural o Agro conseguiu moldar valores e conquistar a opinião pública.
Missão cumprida: hoje é senso comum que o Agro é a locomotiva que move o Brasil. Quanto a TV e música, realmente não há dúvidas. Mas quando analisamos o PIB, esse discurso tende a ser superestimado. O que não impede, que o Agro alcance resultados bem concretos como plano safra cada vez maior, isenções na reforma tributária para citar alguns.
O TRC, pô sua vez, amarga o sonho não realizado de um plano para renovação de frota. Enfrenta restrições de circulação e até exames toxicológicos que reforçam a imagem de vilão do trânsito.
É hora de abandonar a passividade. Vejamos uma das maiores dores do setor atualmente – que já não é novidade: a dificuldade em contratar motoristas. Que a crise tende a se agravar, também não é novidade para ninguém. Mas o que estamos efetivamente fazendo a respeito desse problema? Nos falta um plano de ações de curto e longo prazo.
A boa notícia é que podemos aprender com o case de sucesso, que nos roubou o crédito de mover o Brasil. Porque, enquanto o Agro é POP, é nós caminhões que a economia realmente se movimenta, todos os dias.
O TRC pode aprender com o Agro que planejamento dá resultado. E que investir em engenharia cultural, pode ressignificar a importância de um setor para a sociedade. O mais fraco dos coaches, vai dizer que “para quem não sabe aonde vai, qualquer caminho serve”. Nós que somos especialistas em planejar rotas, não podemos continuar sem destino.
Nosso plano virá com a organização do setor, com ações direcionadas e pensadas a longo prazo. Temos nossas entidades representativas, precisamos ampliar a base de empresas associadas e expandir nossa voz. Hoje falamos apenas entre nós; está na hora de falar com a sociedade.
O TRC não pode mais ser visto apenas como problema. É hora de assumir, com orgulho, o papel que sempre foi nosso: motor do Brasil.
E mais uma vez, a Comjovem-ES entrou em ação! Nesta quinta-feira, 6 de novembro, o vice-coordenador da comissão capixaba, Filipe Cortês, da PHT Transportes, e Leonardo Souza dos Santos, da Expresso Sul Capixaba, fizeram chegar ao projeto Mão Estendida doações de materiais recicláveis para serem utilizados na montagem de cestas de legumes, verduras e frutas que serão doadas a pessoas de vulnerabilidade social. A ação integrou o calendário anual de entregas da Comjovem-ES e estava inserida na meta de ESG.
Mão Estendida é uma expressão que se refere a diversas iniciativas sociais voluntárias que ajudam famílias carentes. As ações incluem arrecadação e doação de alimentos, roupas, móveis e outros itens, além de serviços de apoio, como atendimento psicológico, jurídico e saúde.
O projeto é desenvolvido em vários estados do Brasil, além do distrito federal. No Espírito Santo, ele acontece na Serra. Dentre outras ações, o Mão Estendida capixaba distribui semanalmente cestas verdes, com frutas, verduras e legumes, além de ajuda psicológica, atendimentos nutricionais, doação de roupas e oficinas de artes e formação profissional, aulas de informática e suporte jurídico.
“A doação, mesmo que pequena nesse primeiro momento, se somará a outros recursos para proporcionar alimentos saudáveis a cerca de 180 famílias”, destacou o coordenador, Alexandre Denzin, completando em seguida. “Com a ação, encerramos o ciclo anual da Comjovem-ES, mais uma vez com o comprometimento e engajamento de todos, cumprimos todas as metas, com o propósito de integrar, capacitar e trocar experiências entre os empresários e despertar lideranças no TRC”.
A COMJOVEM realizou o Almoço & Ideias sobre Design Thinking com Marcos Breder, professor da FDC e UEMG, e autor do livro Geração IA, na última quinta-feira (23), em Belo Horizonte.
Breder mostrou como a metodologia pode ser uma poderosa aliada para quem busca transformar desafios complexos e encontrar soluções inovadoras no dia a dia corporativo, conectando pessoas e ideias.