Estudo finalizado em julho pelo consórcio PRO-TL, formado por cinco empresas vencedoras de um edital em 2018, serve de base para as discussões
O governo de São Paulo vai realizar audiências públicas até o fim do ano para debater a viabilidade de um programa logístico de passageiros e cargas a ser desenvolvido ao longo dos próximos 20 anos. O investimento privado pode chegar a R$ 70 bilhões na estimativa do estado, sendo 77% para o setor ferroviário.
O plano prevê linhas de expresso de cargas, trens intercidades e obras rodoviárias e ferroviárias na macrometrópole paulista, que compreende os arredores da capital e dos municípios de Campinas, Sorocaba, Baixada Santista e São José dos Campos.
Um estudo finalizado em julho pelo consórcio PRO-TL, formado por cinco empresas vencedoras de um edital em 2018, serve de base para as discussões. Ele estrutura alternativas para desafogar o trânsito e acelerar o transporte de cargas ao Porto de Santos.
O consórcio reúne a consultoria DB Internacional, a Progen, de engenharia, a TTC Engenharia de Tráfego e de Transportes, a assessoria econômica Addax e o escritório Tozzini, Freire, Teixeira e Silva Advogados.
A Secretaria de Logística e Transportes está apresentando a ideia a entidades de classe para colher informações. Já teve reuniões com o Instituto de Engenharia e com a ABCR (Associação Brasileira das concessionárias).
Algumas demandas aguardadas há tempo, como o trem que ligará São Paulo a Campinas, com concessão prevista para 2022, já serão contempladas nesse arranjo intermodal, de acordo com João Octaviano Machado Neto, secretário da pasta.
“Quando acabarem as concessões vigentes nos próximos anos, as novas serão licitadas à luz do PAM-TL [Plano de Ação de Transporte e Logística para a Macrometrópole Paulista]. Uma das primeiras a nascer dentro desse contexto novo pode ser a da Linha Verde”, afirma.
A Linha Verde é uma nova rodovia que ligará a capital paulista ao Porto de Santos -cujos contêineres hoje são recebidos quase exclusivamente pela Anchieta. Duas empresas apresentaram propostas e têm até novembro para formular os planos para as obras.
“Esperamos [que a concessão] seja no ano que vem”, diz Octaviano.
Além de ligar o Rodoanel ao porto e à Rodovia Cônego Domênico Rangoni, o corredor logístico também poderá servir como acesso ao litoral paulista, o que melhoraria o fluxo de Anchieta e Imigrantes.
O contexto novo ao qual se refere o secretário de Transportes é um sistema intermodal com projetos de 600 km de infraestrutura ferroviária, 300 km de rodovias e 13 plataformas de logística a ser implantado até 2040. Ainda trata-se de um estudo preliminar cujas discussões estão em fase embrionária.
A partir dessa estrutura, o governo quer desenvolver, por meio de concessões e PPP (Parceria Público-Privada), trens elétricos de dois andares, com suporte para 1.200 pessoas, que conectem São Paulo a Campinas e ao aeroporto de Viracopos, a Sorocaba, Santos e São José dos Campos.
O objetivo é operar, na mesma estrutura TIC (trem intercidades) de passageiros, um “serviço intermodal caminhão-trem-caminhão” para o transporte de cargas (sistema chamado Expresso Cargas). Esse vetor comportaria trens de 800 m de comprimento e 41 vagões capazes de carregar 1.250 toneladas e atingir 120 km/h.
A ideia é que grãos e produtos industriais com destino a Santos, por exemplo, sejam transportados sobre a mesma ferrovia que pessoas. A alternativa desafogaria as rodovias dos veículos e de caminhões. A produtividade dos troncos radiais da macrometrópole é considerada baixa: 32% dos caminhões circulam vazios.
Pela proposta, carregamentos do interior do estado chegariam a centros de distribuição situados em plataformas logísticas regionais (como de Campinas, Sorocaba e São José dos Campos), onde seriam unitizados em caixas apropriadas ao transporte, chamadas de VUCBoxes.
Lá, passariam por classificação, separação e etiquetagem para o envio direto aos destinatários, assim como é feito nos grandes armazéns de empresas do varejo. Depois, seriam acomodadas nos vagões do Expresso Cargas com destino às plataformas logísticas urbanas, onde seriam carregadas em caminhões leves e semileves para a entrega nas cidades.
Todo esse processo, incluindo o serviço, ficaria com o setor privado. Ao setor público caberia fomentar e fiscalizar o desenvolvimento das ações.
Além de desestrangular as rodovias, a intenção da pasta é transformar a região em um “hub logístico continental”.
“É um posicionamento estratégico que prepara São Paulo para enfrentar, em um futuro não remoto, a dura concorrência logística de Rio de Janeiro e Espírito Santo”, aponta o estudo, referindo-se à dinamização das áreas dos portos de Itaguaí e Açu, no Rio, e o futuro Porto Central do Espírito Santo.
A participação rodoviária no Brasil, de 61%, é considerada muito grande na comparação com outros países de grande extensão. Em países bem menores da União Europeia e no Japão, a participação é de 50%.
Segundo o PAM-TL, a presença desse modal em São Paulo se aproxima de 90% na matriz de cargas e é de praticamente 100% na de passageiros intermunicipais. O estudo alerta para o risco de esgotamento se nada for realizado.
Um dos pleitos do governo paulista para tirar o planejamento do papel é incluir os estados na regulação da operação ferroviária, exclusiva do governo federal.
O estudo cita outros projetos laterais que precisam se desenrolar para garantir a eficácia do plano, como o do Ferroanel, há décadas aguardando um desfecho, e o da Rodoanel Norte, em processo de licitação e com conclusão prevista para 2023.
A 4ª revolução industrial, ou Indústria 4.0, vem mostrando cada vez mais que o futuro da manufatura está na geração, integração, análise de dados e a digitalização do chamado “chão de fábrica”. Essa é uma realidade que vem tomando conta das empresas, independente do seu porte, e esses são os fatores que vem trazendo visibilidade das operações ao gestor e tomada de decisões mais assertivas e rápidas.
Depois que os celulares e as redes móveis chegaram, ocorreu uma transformação no modo com o qual nos relacionamos com a tecnologia. As interações se tornaram mais comuns e a experiência do usuário é cada vez mais habitual ao que se costuma utilizar no meio online. A conectividade ganhou destaque e hoje a internet é tão comum quanto a eletricidade ou água encanada nas residências. E para a Indústria isso não é diferente, o uso de tecnologia no chão de fábrica para a coleta massiva de dados de equipamentos e processos também tem seus benefícios.
É por meio de soluções tecnológicas que é possível diminuir custos e melhorar a produtividade. E com a chegada do 5G o cenário será ainda mais favorável, podemos dizer que teremos um grande marco para a conexão entre equipamentos, pessoas, processos, serviços e produtos. Neste novo mundo conectado, às tecnologias sem fio vão permitir a reconfiguração em tempo real de uma linha de montagem para atender um cliente específico sem a necessidade de infraestruturas complexas (cabos, redes, fibra óptica etc.), tudo isso graças a grande velocidade do 5G, mais rápido do que conexões cabeadas.
A visibilidade das operações de manufatura aliadas à capacidade de mudanças rápidas permite a conexão da produção com o consumidor final em velocidades nunca antes imaginadas. Para exemplificar, vamos traçar um possível cenário: a indústria fabrica um produto (uma bomba de água por exemplo), este produto passa pelo processo de montagem, estoque, distribuição, consumidor final e assistência técnica. Cada etapa com os seus relatórios, tempos e dados guardados em papel, planilhas ou arquivados em algum arquivo.
Com a manufatura conectada, cada produto produzido é acompanhado em tempo real pelo gestor da operação que identifica se a produção está conforme o planejado, se existe gargalo na linha de montagem e se todos os equipamentos estão funcionando corretamente e ao invés de produzir para estoque, o sistema de pedidos enxerga em tempo real o que o consumidor está demandando, otimizando todos os custos de estocagem, e indo além, cada bomba de água sai de fábrica equipada com sensores de operação que informam para a fábrica em tempo real como o produto está funcionando, permitindo ações preventivas da assistência técnica e gerando dados para melhoria de produtos, tudo isso de forma rápida, segura e global.
A realização de coisas incríveis a distância fará parte do nosso dia a dia, conectividade e visibilidade da cadeia de valor, transparência e agilidade para tomada de decisões, vulnerabilidades tratadas rapidamente e o usuário sendo atendido no momento exato com o produto correto. A altíssima velocidade e baixa latência (tempo de resposta) das conexões 5G tornarão as operações em nuvem imperceptíveis dando escala a todas as operações que exigem tomada de decisões e cálculos complexos, às vezes impossíveis de serem realizados localmente.
Assim, a tecnologia 5G não é somente útil para podermos baixar filmes em segundos, mas para termos um dia a dia mais seguro, com decisões mais assertivas e também com mais saúde, afinal podemos ser atendidos por um médico especialista que poderá realizar uma cirurgia controlando um robô a 500 km de distância sem o risco de “perder a conexão”. A Internet das Coisas na 4ª revolução industrial é sobre a geração e inteligência de dados, a conectividade de operações e toda a cadeia agindo de forma uníssona e uniforme e o 5G permitirá essa realidade em um futuro muito, mas muito próximo.
*Mauricio Finotti, coordenador do Comitê de Manufatura da Associação Brasileira de Internet das Coisas (ABINC)
O SEST SENAT (Serviço Social do Transporte e Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte) inaugurou nesta quinta-feira (12) uma nova unidade no litoral do Paraná, instalada no município de Paranaguá. O valor total de investimento é de R$ 15,5 milhões. A cerimônia contou com autoridades do setor de transporte de cargas e dos poderes executivo e legislativo e seguiu os protocolos sanitários recomendados pelas autoridades de saúde.
A nova estrutura tem capacidade para realizar mais de 53 mil atendimentos ao ano. Trabalhadores do transporte e a comunidade poderão usufruir, na área de desenvolvimento profissional, de treinamentos no simulador de direção de caminhão, carreta e ônibus — tecnologia de ponta utilizada no aperfeiçoamento de motoristas profissionais, com foco na prevenção de acidentes e na condução eficiente e econômica. Na área da saúde, de atendimentos de psicologia; nutrição; odontologia e fisioterapia. Todos os serviços são gratuitos para os trabalhadores do transporte das empresas contribuintes e transportadores autônomos também contribuintes.
O presidente da CNT (Confederação Nacional do Transporte) e dos Conselhos Nacionais do SEST e do SENAT, Vander Costa, explica que, com a inauguração da nova unidade, o SEST SENAT reforça seu compromisso de contribuir com o desenvolvimento do transporte no país. “A nova unidade permite ampliar a eficiência das empresas de transporte no estado do Paraná. Temos a convicção de que a capacitação profissional aliada à qualidade de vida, oferecida pelos nossos serviços de saúde, é capaz disso. Queremos continuar induzindo o desenvolvimento regional e contribuindo para o aprimoramento do setor e dos trabalhadores do transporte do país”, afirma.
“Trabalhamos intensamente neste projeto. O litoral do Paraná merece uma unidade deste porte. Paranaguá é uma cidade estratégica, um ponto de convergência de muitos profissionais do transporte devido ao Porto. Ficamos felizes que motoristas terão mais um ponto de atendimento de ponta e com infraestrutura moderna a seu dispor”, comemora o presidente da Federação das Empresas de Transporte de Cargas do Estado do Paraná e do Conselho Regional do SEST SENAT no Paraná, Coronel Sérgio Malucelli.
Estrutura
A nova estrutura tem 1.826,70 metros quadrados de área construída e conta com sala de treinamento no simulador de direção, com capacidade para 15 alunos; três salas de aula com capacidade para 25 alunos cada; e um laboratório de informática, com capacidade para 18 alunos.
Na área de saúde está equipada para prestar atendimentos em fisioterapia, psicologia, nutrição e odontologia clínica em quatro consultórios. A unidade também oferece um centro de eventos
Expansão
A unidade de Paranaguá será sétima a ser inaugurada no Brasil em 2021 e a segunda no Paraná. Ao todo, o país já conta com 159 unidades, sendo 13 delas no Paraná. A inauguração desta quinta-feira (12) integra o plano de expansão e melhoria da rede física do SEST SENAT em todo o Brasil. A ampliação das unidades permite ao SEST SENAT oferecer mais e melhores serviços aos trabalhadores do setor e, assim, garantir mais eficiência para as empresas.
Estimativa da Antaq para este ano é de aumento de 5,5% no setor
A movimentação de cargas no setor portuário cresceu 9,4% no primeiro semestre em relação ao mesmo período do ano passado, informou hoje (12) a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq). Segundo a agência, os portos organizados, terminais autorizados e arrendados movimentaram 591,9 milhões de toneladas no período. As informações constam do painel Estatístico Aquaviário da Antaq.
O painel destaca que, na comparação com o primeiro semestre do ano passado, houve crescimento em relação ao perfil da carga. O aumento foi de 6,4% na movimentação de granel sólido, 11,6% no granel líquido, 16,3% em contêineres e 19,1% na carga geral solta.
No primeiro semestre, foram movimentadas 343,2 milhões de toneladas de granel sólido, representando 58% do total no período. O destaque foi o minério de ferro, que movimentou 171,8 milhões de toneladas, o que corresponde a um crescimento de 12% em comparação ao mesmo período de 2021. Em segundo lugar, veio o petróleo, cuja movimentação cresceu 8%, somando 97,2 milhões de toneladas.
Já o granel líquido, responsável por 28% da carga, movimentou 153,5 milhões de toneladas; os contêineres, responsáveis por 11% da carga, responderam por 65,4 milhões de toneladas. As cargas em geral movimentaram 29,7 milhões de toneladas, correspondendo a 5% do total das cargas.
De acordo com o painel, o porto que mais se destacou foi o de Vitória, que registrou crescimento de 30,6% no primeiro semestre e movimentou 3,7 milhões de toneladas de cargas.
Segundo a Antaq, a expectativa para o segundo semestre é que os portos brasileiros movimentem 626 milhões de toneladas. Para este ano, a estimativa é de 1,218 bilhão de toneladas, o que representa aumento de 5,5% do setor em relação ao ano passado.
Anúncio foi feito pelo presidente da entidade, Mário Cezar de Aguiar, em entrevista coletiva. A Federação promete investir 70% desse valor na área educacional
Investimentos de R$ 510 milhões para os próximos anos, a situação do setor industrial catarinense, o risco de apagão energético e a qualificação profissional, foram alguns dos assuntos comentados pelo presidente da Fiesc (Federação das Indústrias de Santa Catarina), Mario Cezar de Aguiar, durante entrevista coletiva na tarde desta quinta-feira (12) na sede da entidade.
Aguiar tomou posse na noite desta quinta, ao lado do vice-presidente Gilberto Seleme, e de toda diretoria, para o segundo mandato à frente da Federação.
O presidente da Fiesc disse que com o objetivo de aumentar a participação da indústria na geração de riquezas no estado, as entidades ligadas a Federação: CIESC (Centro das Indústrias do Estado de Santa Catarina), SESI (Serviço Social da Indústria), SENAI (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial) e IEL (Instituto Euvaldo Lodi de Santa Catarina) investirão R$ 510 milhões nos próximos anos, a maior parte durante o segundo mandato dele.
Mario Cezar enalteceu o potencial da indústria catarinense.“Somos sim um estado industrializado, com maior diversidade industrial do país”. O presidente da Fiesc destacou a movimentação de carga de contêiner, no qual Santa Catarina detém mais de 20% do fluxo desse tipo de carga no Brasil.
Ele lembrou que o estado sozinho movimenta mais contêineres do que a Argentina. “Isso mostra que somos um estado importante para economia brasileira.”
Para o presidente da Fiesc, a pandemia mostrou que houve uma decisão equivocada da indústria mundial de concentrar parte dos parques fabris Ásia e expôs a grande dependência do continente asiático. Mário Cezar disse que Santa Catarina, pela diversidade e qualidade de sua indústria, pode ser uma das alternativas aos produtos asiáticos.
Incentivos a setores e crise energética
Segundo Mario Cezar, a Fiesc iniciará trabalhos para potencializar os setores têxtil e de confecção. “É o que mais emprega no estado.E sabemos que esse setor poderá melhorar sua participação”, informou, ao destacar que foi formado um grupo, para discutir quais são as potencialidades,as demandas para incrementar valores a esse setor.
Ele também se mostrou preocupado com a indústria de movelaria. “Importante na exportação, Santa Catarina é o terceiro na exportação de móveis”, completou.
A possibilidade de um apagão energético preocupa o presidente da Fiesc. Ele lembrou as 96 horas que a cidade de Caçador, no Oeste catarinense, ficou sem energia. “Mostrou que não tinha alternativa para o problema. Algumas empresas em regiões do estado não podem expandir o parque fabril por falta de energia elétrica”, salientou.
Qualificação profissional
O presidente da Fiesc também comentou sobre a qualificação profissional no Brasil e disse que falta interesse dos jovens nesse tipo de estudo. “Essa é uma questão que estou procurando resposta, trabalhado muito no sentido de fazer que o jovem se interesse em estudar, em se capacitar”, disse.
“Temos alguns cursos, até gratuitos, que oferecemos e as pessoas não se mostram interessadas. Temos vários cursos que temos vagas e não temos alunos. Há um trabalho em conjunto com a sociedade e fazer com que os jovens entendam que é sim uma boa formação.”, destacou.
Após aproximadamente dois anos desativado, o núcleo da COMJOVEM de Maringá reiniciou suas atividades no último mês de julho. Aproveitando o momento de recuperação econômica ocasionada pela vacinação contra a Covid-19, os empresários voltaram a atuar para aperfeiçoarem suas atividades e melhorar o desempenho de suas empresas.
Com a inserção do núcleo de Maringá, a COMJOVEM possui agora 24 núcleos distribuídos pelas cinco regiões do Brasil: norte, nordeste, sul, sudeste e centro-oeste. Desenvolvido pela NTC&Logística, a Comissão de Jovens Empresários da entidade já atua há 14 anos capacitando e aprimorando o networking entre os jovens transportadores por meio da inserção deles em atividades com os sindicatos e os eventos de promoção do setor.
A nova coordenadora do núcleo de Maringá, Luana Jaloto Gonçales, que atua também como Coordenadora do Sistema de Gestão Integrada (SGI) da Jaloto Transportes, acredita que a reabertura é uma ótima oportunidade, ainda mais em um período pós-pandemia. “No meu ponto de vista é uma chance para os jovens empresários do TRC de Maringá. O desenvolvimento profissional, a interação e a preparação que a COMJOVEM traz é enorme. Além disso, a retomada do setor após a pandemia é uma oportunidade de crescimento para os jovens empresários do seguimento.
Ela abrirá novas integrações e a preparação de novos projetos que irão somar e contribuir com o nosso ramo”.
Um dos valores assumidos pela COMJOVEM e trabalhados pelos seus integrantes é o compromisso ético. A nova coordenadora destaca que o transporte de cargas é um setor que necessita transmitir a imagem de confiança entre os empresários e os colaboradores das empresas. Luana complementa dizendo que “em uma empresa de transporte, a ética se encontra em todos os setores, seja na diretoria, na manutenção, nos gestores ou, sobretudo, para mim, nos motoristas. Devemos ser exemplo, buscando sempre a integridade e a direção certa para o transporte de carga existir”.
Para Andre de Simone, coordenador nacional da COMJOVEM, a reabertura do núcleo de Maringá é de extrema importância para a região e para a composição da comissão em todo o Brasil. “Estamos muito felizes com o interesse e disposição da coordenadora Luana de atuar em favor do setor de transportes na sua região por meio dos jovens empresários e executivos, com certeza ela fará uma gestão inspiradora e continuará o legado iniciado por outros grandes nomes em Maringá”.
Com o objetivo de ser uma figura feminina de referência no transporte de cargas em Maringá e no Brasil, Luana busca inspirações em exemplos de sucesso na área. “Sempre observei as mulheres da minha família (em especial a minha mãe), a frente de setores dentro da Jaloto que me serviu e ainda serve de inspiração para meu crescimento profissional e pessoal. Gosto de tomar como base o trabalho das mulheres referência dentro do transporte, como a nossa vice-coordenadora nacional da COMJOVEM, Joyce Bessa, e espero que algum dia eu também seja inspiração às outras mulheres no transporte de cargas” – conclui a nova coordenadora.
Ela enxerga com otimismo a presença das mulheres nos cargos de gestão no ambiente corporativo, em particular no TRC – em que, cada vez mais, funções operacionais e de diretoria são assumidas por gestoras qualificadas que apresentam diariamente resultados positivos.
O presidente da NTC&Logística, Francisco Pelucio reforça, “A COMJOVEM precisa continuar evoluindo o transporte de cargas por todo o país e estamos felizes com a reabertura do núcleo, que com certeza irá contribuir ainda mais com a região de Maringá, e todo o Paraná, que tem uma grande importância para o transporte brasileiro, desejo sucesso nas atividades e continuem contando com a NTC”.